A versão 2023 do Reanult Kwid lançada no início do ano surgiu com novo visual e equipamentos e disponível em três versões. No mês de março ocorreu a redução de IPI, mas já em abril o subcompacto aumentou o preço de todas as versões em até R$ 2.000.
Apesar de ainda ser considerado o automóvel mais barato do Brasil, a versão de entrada do Kwid já ultrapassa os R$ 60 mil, seguido pelo Fiat Mobi Like com preço tabelado de R$ 61.990.
Todas as versões do novo Kwid são equipadas com motor 1.0 SCe três cilindros aspirado com 68 cv de potência e 9,4 kgfm de torque e câmbio manual de 5 marchas. Uma das atualizações da linha 2023 foi a adição do sistema start-stop para economizar combustível, além de ter recebido uma nova calibração e nova central eletrônica.
A lista de equipamentos em todas as versões inclui ainda, direção elétrica, ar-condicionado, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos, luzes diurnas em LEDs, painel de instrumentos em LEDs com computador de bordo. Além do pacote de segurança com 4 airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas e monitoramento de pressão dos pneus.
A versão Intense já traz central multimídia com tela de 8” com conexão Apple CarPlay e Android Auto e retrovisores elétricos e a versão topo de linha Outsider vem como opção mais aventureira com barras de teto e rodas de liga-leve de 14 polegadas.
Outra novidade relacionada ao Renault Kwid, é o lançamento da versão elétrica prevista para o 2º semestre desse ano, que deverá ser importado da China.
Preços e Versões do Renault Kwid 2023:
Renault Kwid Zen: R$ 61.090 (preço anterior: R$ 59.090)
Renault Kwid Intense: R$ 65.190 (preço anterior: R$ 64.190)
Renault Kwid Outsider: R$ 68.690 (preço anterior: R$ 67.690)
A Jeep fechou o primeiro trimestre do ano na liderança do mercado de SUV’s no Brasil. Foram 30.303 carros vendidos nesse período, representando 21% de participação entre os utilitários esportivos.
O destaque ficou para o Jeep Compass e o Jeep Commander que foram líderes de suas respectivas categorias. Somando 19,8% share do segmento, com 10.160 modelos vendidos apenas em março.
A marca vive um excelente momento no mercado nacional com ampliação de 8% de emplacamentos nos primeiros três meses do ano, em comparação com os 6,8% que teve no mesmo período de 2021.
Entre os SUV’s médios, o Jeep Compass partiu na liderança com 38,5% de participação dessa categoria com 4.727 unidades vendidas.
O Jeep Commander surpreendeu com quase o dobro de vendas do segundo colocado na sua categoria, foram 1.835 veículos vendidos, o que corresponde a 39% do share de D-SUV’s.
O Jeep Renegade não ficou em primeiro lugar mas também entrou para a lista dos dez SUVs mais emplacados no primeiro trimestre, com 11.103 unidades vendidas.
“Este trimestre foi especial para a Jeep. Mantivemos nossa posição de liderança entre os SUVs, consolidamos o Compass e o Commander no topo de suas categorias e ainda lançamos o Novo Renegade, que reúne ainda mais capacidade off-road, tecnologia e performance”, comenta Everton Kurdejak, vice-presidente sênior de Operações Comerciais da Jeep para o Brasil.
A Porsche lançou mais uma versão de um dos seus modelos no Brasil, dessa vez é o Panamera 4 e-Hybrid Platinum Edition. Trata-se de uma edição limitada que já está disponível para pré-venda pelo valor de R$ 655 mil e que se destaca pela variedade de itens de luxo e também de conforto.
Entre os equipamentos, destacam-se: suspensão pneumática adaptativa com Porsche Active Suspension Management (PASM), retrovisores exteriores com anti-ofuscamento automático, faróis de matriz de LED com Porsche Dynamic Light System Plus (PDLS Plus), teto panorâmico, Park Assist com câmera de ré e carregador AC integrado com 7,2 kW de potência de carregamento.
Conta ainda com rodas Exclusive Design Sport de 21 polegadas pintadas em Platinum, saídas de escape desportivas na cor preta, vidros escurecidos, detalhes laterais em High Gloss Black e lanternas dos elementos exclusivos.
A parte interna traz acabamento luxuoso, confortável e clássico com bancos dianteiros com ajustes elétricos de 14 memórias, bancos traseiros aquecidos, portas com fechamento suave Comfort Entry, detalhes como o escudo da Porsche bordado no encosto de cabeça, acabamentos da cabine em alumínio escovado, volante esportivo GT, Platinum Edition e relógio analógico no painel. Além de tudo isso, ainda oferece assistente de mudança de faixa, central multimídia e sistema de som Bose.
Quanto ao conjunto mecânico, o novo Panamera 4 vem equipado com motor 2.9 V6 biturbo a gasolina, com 330 cv de potência e 45,8 kgfm de torque e também um propulsor elétrico com 136 cv de potência. Combinados entregam 462 cv de potência e 71,3 kgfm de torque máximo. Vai de 0 a 100 km/h em apenas 4,4 segundos e tem velocidade máxima de 280 km/h. Tem autonomia de rodar até 56 km usando apenas o modo elétrico.
A nova Renault Oroch chegou hoje (12) às lojas de todo país trazendo mudanças no visual, alterações mecânicas e até com a perda do nome “Duster”, para romper as ligações e comparações com o SUV.
Uma reestilização completa que marca o interesse de melhorar o posicionamento da picape no mercado, para competir com a Fiat Toro e a Chrevrolet Montana. Disponível em três versões de acabamento e com duas opções de motorização, a nova Oroch será vendida com preços entre R$ 105.800 e R$ 137.100.
Quanto as mudanças no conjunto mecânico, a versão topo de linha Outsider, recebeu motor TCe 1.3 turbo de até 170 cv de potência e 27,5 kgfm de torque entre 1.600 e 3.7189 km/h.50 rpm, com câmbio automático CVT com simulação de 8 marchas e vai de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e velocidade máxima de 189 km/h.
As demais versões mantiveram o motor 1.6 SCe aspirado com 120 cv de potência e 16,2 kgfm de torque a 4.000 rpm, o que mudou foi o novo câmbio manual de 6 marchas, que nunca foi utilizado no Brasil e e velocidade máxima de 166 km/h. Também não tem a opção CVT, como o Duster e a Captur. Ambos os motores vem com start-stop de série e o modo ECO de condução, além disso, toda a suspensão também foi recalibrada.
Em relação ao consumo, a versão de topo apresenta média de 10,5 km/l (gasolina) e 7,4 km/l (etanol), enquanto na estrada faz média de 11 km/l (gasolina) e 7,8 km/l (etanol). As outras versões tem média de 11 km/l com gasolina e de 7,7 km/l com etanol, na estrada muda pouco com 11,4 km/l (gasolina) e 7,9 km/l (etanol).
A Oroch tem uma caçamba com capacidade de 683 litros (650 kg nas versões Intense e Outsider e de 680 kg na versão Pro), com 1,175 m de largura e 1,350 m de profundidade. A tampa do compartimento de cargas suporta até 80 kg. A picape tem ângulo de entrada de 27,5º, saída de 22,4º e altura livre do solo de 212 mm (6 mm a mais) e não há possibilidade de ter uma versão 4×4, segundo o próprio fabricante.
O visual da Oroch 2023 sofreu mudanças pontuais, como o novo parachoque dianteiro e uma nova grade. Na traseira, o nome “Oroch” vem escrito com letras cromadas, as lanternas são novas e escurecidas mas continuam com o mesmo formato, além de um novo santantônio. As capas dos retrovisores e maçanetas são preto brilhante e as rodas de liga leve tem 16″.
Se na parte externa não houve muitas mudanças, o destaque fica na parte interna. A cabine é uma mistura do Duster e do Captur. O painel de instrumentos com velocímetro digital e a central multimídia de 8″, são os mesmos do Captur, essa central tem conexão a Android Auto e Apple CarPlay sem fio, sendo a única na linha Renault a apresentar esse diferencial. O volante é o mesmo do Sandero e as saídas de ar e os comandos do ar-condicionado automático são os do Duster. A versão Outsider apresenta detalhes na cor laranja por dentro da cabine.
Todas as versões contam com controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e sistema anti-capotamento, tem também direção eletrohidráulica, travas e vidros dianteiros elétricos, protetor de caçamba, pneus de uso misto, alarme e airbag duplo.
A partir da versão PRO são equipados com central multimídia com tela de 8″, computador de bordo, sensor de ré, espelhos retrovisores elétricos, faróis de neblina, barras no teto e para-choque na cor da carroceria.
Os equipamentos exclusivos da versão mais cara incluem ar-condicionado automático digital, sensor crepuscular e de chuva, capota marítima, alargadores de para-lama, faróis de milha, câmera de ré, bancos em revestimento premium, grade no vidro traseiro e roda com acabamento diamantado biton.
A nova Renault Oroch entra no mercado nacional com diversas atualizações no visual, motor e nos equipamentos para competir com a Fiat Toro e a Strada, enquanto aguarda a chegada da Chrevrolet Montana.
A BMW anunciou o lançamento para o Brasil do X4 M40i M Sport Edition. A versão exclusiva contará com apenas 30 unidades do SUV cupê, que será importado da fábrica em Spartanburg, nos Estados Unidos.
Esta série especial do X4 tem como destaque a pintura exclusiva na cor Frozen Deep Grey, tom cinza fosco que reveste a carroceria e acabamentos na parte interna, além oferecer motor de 387 cv, tudo isso pelo valor de R$ 626.950.
O visual é complementado por para-choque dianteiro com entradas de ar maiores, faróis duplos a laser, a grade com o duplo rim integrado com acabamento preto brilhante, capas dos retrovisores de fibra de carbono, pinças dos freios vermelhas e rodas exclusivas com aros de 21”.
A parte interna oferece luxo e conforto com bancos de couro vermelho, ar-condicionado automático de três zonas e teto solar panorâmico. Acompanham também duas telas de 12,3”, uma para o painel de instrumentos e a outra para a central multimídia, esta compatível com Apple Car Play e Android Auto. Possuem botões para o sistema start/stop e partida do motor e sistema de auxílio ao motorista da versão topo M40 como, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré, alertas de tráfego cruzado, aviso de colisão frontal, entre outros.
O conjunto mecânico é o mesmo dos modelos feitos no Brasil. Com motor biturbo 3.0 de seis cilindros (2.998 cm³), com transmissão automática de oito velocidades que trabalha com tração integral e gera 387cv de potência e 50,9 kgfm de torque máximo. Faz de 0 a 100km/h em 4,5 segundos e tem velocidade máxima limitada eletronicamente de 250 km/h.
O Brasil bateu recorde em blindagem automotiva em 2021 e segue em alta no primeiro trimestre do ano. Foram blindados um total de 20.024 veículos no ano passado, representando um crescimento de cerca de 45% em comparação com 2020, de acordo com a ABRABLIN (Associação Brasileira de Blindagem).
Estima-se que atualmente mais de 285 mil carros que rodam diariamente no país sejam blindados, o que faz do Brasil o país com maior número de carros blindados do mundo.
Também houve um crescimento de 22,7% nas vendas de veículos blindados usados em 2021. Possivelmente consumidores impulsionados pela necessidade de adquirir esse tipo de carro em um período mais rápido de tempo. É que além do prazo normal do serviço, durante a pandemia o tempo de espera aumentou devido a falta de peças e com isso houve um atraso grande na fabricação e entrega dos veículos.
“Observamos que esse mercado foi impulsionado por um público formado tanto por pessoas sem recursos disponíveis para adquirir um veículo zero e mandar blindar quanto por pessoas com condições financeiras, mas com pressa em buscar essa segurança”, informou Marcelo Silva, presidente da Abrablin
Existem três principais motivos que levam as pessoas a se interessar em instalar equipamentos de proteção balística em seus carros. A violência urbana é a primeira e principal razão dentre eles. Um veículo blindado deixa os passageiros seguros em casos de assaltos, tiroteios e sequestros. Também é possível garantir proteção durante uma manifestação e até em casos de explosões, com seus consequentes estilhaços e queimaduras.
Outro motivo para realizar a blindagem é para a redução do impacto em caso de colisões e batidas. Num acidente de trânsito, a integridade física dos ocupantes de um automóvel blindado é bem mais preservada do que quando ocorre num veículo sem blindagem. Isso acontece porque o aço que reveste as colunas do carro aumenta sua rigidez em até 30%, de acordo com técnicos que avaliam carros blindados.
O isolamento de ruídos externos também é uma das vantagens da blindagem. Isso porque promove um isolamento acústico dentro do carro, proporcionando ao motorista maior concentração ao dirigir. O que é importante já que a falta de atenção e distração foram responsáveis por 68% das batidas e colisões registradas durante o período de acompanhamento realizado pela revista “Proccedings of the National Academy of Sciences”.
Nas últimas décadas o perfil de quem procura o serviço de blindagem também mudou. Antes os maiores interessados eram apenas grandes empresários e políticos, hoje a classe média alta, celebridades, executivos e profissionais liberais também realizam a blindagem dos seus carros e a tendência é que esse público cresça cada dia mais.
Segundo o levantamento realizado pela Associação, São Paulo aparece em primeiro lugar no ranking dos estados que mais blindaram, concentrando cerca de 65% da produção em 2021. O Rio de Janeiro aparece em segundo, com cerca de 12,8% da produção de blindados. O Rio Grande do Sul ocupou o terceiro lugar com 3,67%, seguido dos estados de Minas Gerais e Ceará com 3,5% e 3,15%, respectivamente.
Os homens ainda são a maioria nesse mercado, representando 54% do total, na faixa dos 50 a 60 anos (35%). Mas esse serviço tem sido cada vez mais requisitado pelas mulheres, que representam 46% do mercado de blindagens.
Dentre os veículos mais blindados de 2021, o Jeep Compass segue liderando, em seguida vem o Toyota Corolla Cross, os modelos Toyota Corolla (sedã), o Volvo XC60 e o VW T-Cross, completam a lista dos 5 carros mais blindados do país. É importante lembrar que não são todos os carros que “suportam” a blindagem, isso porque o veículo ganha cerca de 200 kg a mais depois de blindados, portanto é importante levar em consideração a potência do carro antes de optar pelo serviço.
A blindagem nível III-A se tornou a mais comumente utilizada nos automóveis do país, pois abrange a maioria das armas de mão e dos calibres encontrados, suportando disparos de uma Magnum 44 e de submetralhadoras 9mm. Por isso, esse tipo de serviço só pode ser realizado por empresas especializadas e credenciadas pelo Exército Brasileiro, além disso, para conseguir realizar a blindagem no veículo, o cliente não pode ter ficha criminal para solicitar sua autorização.
Apesar do grande crescimento no ano passado, as expectativas para esse ano estão bem mais conservadoras.
“Um dos grandes desafios será observar como o setor industrial, especialmente o automotivo, diretamente relacionado com o nosso tipo de serviço, reagirá com as consequências do conflito envolvendo Rússia e Ucrânia. De fato, já temos percebido algumas mudanças, como o aumento no valor dos insumos utilizados no processo de blindagem, o que revela o cenário desafiador que o setor terá em 2022”, finaliza Marcelo Silva.
O Fiat Pulse apresentou aumento de preços de até R$ 4.000 a partir do mês de abril. Apesar da baixa nos preços em fevereiro devido a redução do IPI, os reajustes mensais realizados pela marca continuou e acabou superando a redução dessa medida.
A versão de entrada Drive 1.3 MT foi de R$ 86.056 para R$ 89.990, um acréscimo de R$ 3.934. A versão CVT, passou de R$ 94.804 para R$ 98.290, um aumento de R$ 3.486. O maior aumento foi verificado na versão Drive Turbo 200 AT que subiu de R$ 103.446 para R$ 107.490, somando R$ 4.044 no valor anterior.
Na versão Audace Turbo 200 AT vimos o valor passar de R$ 110.969 para R$ 113.990, uma alta de R$ 3.021 e a versão topo de linha Impetus Turbo 200 AT recebeu aumento de R$ 3.985, pulando de R$ 121.605 para R$ 125.590.
Além dos preços, nada mais foi alterado no Fiat Pulse. As versões continuam com as opções de motor 1.3 Firefly com quatro cilindros e 98 cv de potência (gasolina) e transmissão manual de cinco marchas e câmbio CVT com modo Sport. A outra opção é motor 1.0 Turbo de três cilindros, com injeção direta e potência de 125 cv (gasolina) e câmbio CVT de sete marchas.
A lista de itens de série também permanece a mesma com ar-condicionado digital, central multimídia de 10,1” na versão topo de linha e de 8,4″ nas demais versões, todas com conexão Wireless Android Auto e Apple CarPlay. O pacote de segurança inclui quatro airbags, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, entre outros.
A Smart, divisão de subcompactos da Mercedes-Benz, fez o lançamento do primeiro SUV elétrico da marca, o #1 (lê-se hashtag 1). Maior e mais espaçoso, este é o primeiro modelo da joint venture entre a marca alemã e o grupo chinês Geely e tem como foco oferecer um veículo para uso cotidiano e também viagens, além de aumentar a participação nos mercados europeu e chinês.
“A estreia mundial do smart #1 em Berlim é um marco na incrível fase de desenvolvimento em que nos encontramos desde a reinvenção da marca. Sendo o primeiro de uma nova geração de SUVs totalmente elétricos da smart, o novo #1 é a personificação perfeita dessa inovação”, explica Tong Xiangbei, CEO da Smart Automobile.
O #1 tem 4,27 m de comprimento, 1,64 m de altura e uma maior distância entre eixos de 2,75 m, medidas que o deixam próximo do Cooper Countryman, seu principal concorrente e apenas 7 cm menor do que o Honda City Hatchback. Apresenta um porta-malas com capacidade que pode variar entre os 273 l e os 411 l, de acordo com a alteração realizada nos bancos traseiros que podem deslizar por até 13 cm, além de um compartimento no capô com 15 l de capacidade, para armazenar os cabos de carregamentos e outros pequenos objetos.
O novo Smart também apresenta melhor desempenho e potência. Equipado com um motor elétrico no eixo traseiro de 272 cv (200 kW) e 38 kgfm de torque, atinge de 0 a 100 km em 6,7 s e tem velocidade máxima limitada de 180 km/h. Usa uma bateria de íons de lítio NCM (Níquel, Cobalto e Manganês)com uma capacidade total de 66 kWh, que garante autonomia de até 440 km.
A potência máxima de carregamento é de 150 kW em corrente contínua e até 22 kWh em corrente alternada. No primeiro caso o carregamento leva em torno de 30 min, já em corrente alternada esse tempo aumenta para algo em torno de 3h. Será disponibilizada uma Wallbox para carregamento em casa.
O design do Smart #1 é um pouco diferente dos demais modelos da marca, com seu desenho simples e formas ovaladas. Tem pintura em dois tons, nas laterais e teto para destacar o produto. Os faróis são full LED que se juntam as lanternas e formam uma peça única em cada uma das extremidades e as rodas são de 19″ e pneus 235/45.
Na cabine o espaço interno é amplo e de quatro lugares, com bom acabamento e bancos de couro, mas o destaque fica por conta da tecnologia oferecida. No centro do painel há uma central multimídia com tela de 12,8″ que parece um iPad e apresenta diversas funções que podem ser acessadas por toque ou voz, como navegação, climatização, controle das luzes, som, entre outros. Tudo isso baseado em Inteligência Artificial, implementado na interface 3D do usuário e conectados através de um Smart ID pessoal.
Também é possível desbloquear o carro e conduzi-lo para viagens via smartphone, com o recurso de chave digital. Com esse recurso, essa chave pode ser compartilhada para que outras pessoas também possam ter acesso ao veículo.
O Smart #1 terá uma edição especial de lançamento chamada Edition1, com apenas 1000 unidades comercializadas na Europa, além das versões Pure, Pro e Premium, que também serão disponibilizadas.
Informações sobre preço e data de lançamento ainda não foram divulgadas, mas deverá chegar às lojas até final desse ano ou no início do próximo.
Durante o evento de lançamento da nova Frontier 2023, realizada na última quarta-feira (06) na Argentina, a Nissan anunciou o investimento de US$ 250 milhões, aproximadamente R$ 1,1 bilhão em sua fábrica brasileira localizada em Resende, interior do Rio de Janeiro.
Não há detalhes de quando esse investimento começará a ser usado, mas acredita-se que o foco está na ampliação dos volumes de produção. Para isto, a Nissan contratou novos funcionários e retomou o 2º turno da linha de produção.
“Estive em Resende visitando a fábrica e fiquei contente com a retomada do segundo turno com muita produtividade. Após uma severa crise de fornecimento estamos reestabelecendo nossa posição onde o Kicks é o modelo líder em vendas na região enquanto a Frontier é a segunda colocada no segmento”, disse Guy Rodríguez, presidente da Nissan América do Sul.
O investimento deverá ser usado para a modernização da linha produtiva, que deverá trabalhar focada na produção de novos modelos, que devem ser apresentados até 2025 e na reestilização de veículos que já fazem parte do portfólio da marca, possivelmente o Kicks, que é o único modelo produzido atualmente na fábrica de Rezende.
A Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, tem uma estratégia global de compartilhamento de plataformas com foco na CMF-B (Common Module Family), um sistema de fabricação que pode ser aplicado a diferentes veículos, desenvolvido em conjunto pelos fabricantes de automóveis Nissan e Renault. O grupo chegou a informar que essa arquitetura seria utilizada em 7 modelos, sendo cinco da Renault e dois da Nissan.
Após o lançamento da nova Frontier 2023, parece que a aposta da Nissan é investir em veículos mais seguros, sofisticados e caros com foco na América do Sul que apresentou o maior crescimento em vendas em relação ao mercado mundial.
A Volvo Car Brasil celebra um recorde importante: atingiu o primeiro lugar em vendas de carros elétricos no Brasil. Foram 407 unidades vendidas apenas no primeiro trimestre desse ano, representando 34,55% do total de vendas de veículos elétricos no país somando mais que o dobro da segunda colocada.
A marca continua focada na estratégia de eletrificação total de seus produtos, impulsionado por um roteiro de tecnologia em bateria limpa. E em 2021 teve os melhores números de sua história no país, com 8.273 unidades vendidas tornando-se líder do segmento de elétricos e híbridos plug-in com 56,43% de participação de mercado.
Somando os modelos híbridos e elétricos, a Volvo chega a 1.090 unidades comercializadas nos três primeiros meses do ano, um novo recorde, que coloca a marca no primeiro lugar com 40,12% das vendas. A segunda colocada tem 18%. O SUV XC60, um dos modelos mais icônicos e conhecidos da Volvo, também é líder do seu segmento, com 499 unidades.
“Estamos batendo um novo recorde e transformando a indústria. Já emplacamos mais modelos elétricos neste primeiro trimestre do que fizemos em todo o ano de 2021 e não vamos parar por aqui. Hoje nossa oferta no Brasil é somente de veículos eletrificados e agora, com o lançamento do nosso segundo modelo 100% elétrico, o C40, iremos intensificar ainda mais as vendas neste segmento”, afirma João Oliveira, diretor geral de operações e inovação da Volvo Car Brasil.
No mês de março, o Volvo XC40, foi o modelo totalmente elétrico mais vendido do Brasil com 127 unidades, enquanto o segundo mais vendido, EJS-1 da JAC Motors, vendeu 72 unidades. O recém chegado Volvo C40 já aparece como o terceiro modelo elétrico mais vendido no país, comprovando a soberania da marca no segmento dos eletrificados no mercado nacional.