Novo Kia Sportage Mild Hybrid será lançado em julho durante o Brazil Classics Show

O novo Kia Sportage Mild Hybrid será lançado em julho durante o Brazil Classics Show, um evento de carros clássicos que acontecerá em Araxá (MG) e que terá a Kia como patrocinadora.

Todas as gerações do Sportage serão levados para o evento desde o primeiro modelo a diesel, até esse modelo inédito híbrido. A Kia também informou que não participará do São Paulo Motor Experience, antigo Salão do Automóvel.

“Decidimos por patrocinar o evento e realizar o lançamento do novo produto durante o Brazil Classics Show por entender que se trata de um espaço seletivo, ao qual participam somente pessoas apaixonadas por automóveis. E também porque, este ano, decidimos por não participar do São Paulo Motor Experience, o antigo Salão do Automóvel.

Além disso, entendemos que o lançamento do moderníssimo Sportage faz um contraste muito interessante em relação à mostra de carros clássicos, que contam a história automobilística do Brasil e do mundo”, informa José Luiz Gandini, presidente da Kia Brasil.

A Kia está no caminho da energia limpa e da sustentabilidade, por isso existem opções de motores a gás e híbrido/EV. Essa versão híbrida do Kia Sportage vem equipado com motor 1.6 TGDI turbo, com injeção direta e produz 180 cv de potência e 27 kgfm de torque. Tem transmissão automática de dupla embreagem com sete marchas e tração dianteira.

O conjunto mecânico é complementado por um sistema híbrido MHEV de 48 volts que reduz o consumo de combustível e a emissão de poluentes, além substituir o motor de arranque e uma pequena bateria.

A versão que virá ao Brasil é a mesma vendida na Europa, que é uma variação mais curta do Sportage, com entre-eixos de 2,68 m, sendo 7,6 cm menor que o da versão alongada. Ao todo tem 4,51 m de comprimento, sendo 14,6 cm menor que o modelo global.

O interior do Sportage 2023 foi completamente redesenhado e está focado em tecnologia, com destaque para as grandes telas duplas de 12,3″, que formam uma longa tela de 24,6″ que alcança a metade do painel, com o painel de instrumentos e a central multimídia. Além de outras tecnologias como sistemas de assistência ao motorista, carregamento sem fio, entre outros.

O próximo lançamento da Kia será o Niro Full Hybrid que junto com o Stonic e o Sportage, completarão sua frota de veículos eletrificados com junto com o EV6, o modelo 100% elétrico da marca, que tem previsão de lançamento ainda este ano no Brasil.

 

 

 

 

 

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Toyota Supra 2023 chega em nova versão com transmissão manual e melhorias no desempenho

A Toyota renovou a linha GR Supra 2023 trazendo como maior novidade a tão esperada transmissão manual, que chega após muitos rumores se desenvolverem. Esta notícia certamente agradará os entusiastas de velocidade ao redor do mundo. O veículo vem com uma série de novidades e outras modificações.

De acordo com a Toyota, foram alterados o eixo de transmissão e conjunto de engrenagens, também removeram componentes não essenciais, como o revestimento de couro dos bancos. Tudo isso contribuiu para redução do peso do carro em quase 40 quilos e assim favorecer a aceleração do veículo.

O desempenho é fundamental em um carro esportivo. O novo Supra vem equipado com motor 3.0 turbo de seis cilindros da BMW, com 382 cv de potência e 50,7 kgfm de torque. A caixa de câmbio foi desenvolvida especialmente para esse motor, com transmissão manual inteligente (iMT) de 7 marchas, que responde a um software personalizado para melhoria de desempenho.

Trata-se de um sistema que permite que ele seja operado rapidamente, mantendo a velocidade ideal do motor, controlado pelo computador para se adaptar às trocas de marchas e ao uso da embreagem, o que contribui para uma operação suave e confortável na condução esportiva. O sistema iMT também pode ser desligado pelo motorista, ativando o modo Sport.

A mudança não parou por aí, pois a Toyota reduziu a taxa final de acionamento para que o veículo acelerasse mais rápido na largada. Na versão automática a transmissão final é de 3,15 e nessa versão é de 3,46, melhorando o desempenho nas arrancadas.

Segundo a marca, a relação de alavanca requer um esforço mínimo para fazer mudanças, já que foram alterados o seletor de modo de condução e o console central, criando uma folga de 4 cm, entre os botões da unidade e o botão de deslocamento da manopla. Além disso, o novo botão de engrenagem pesa apenas 200 gramas. Esse câmbio manual estará disponível para as versões topo de linha da linha 3.0 e 3.0 Premium, que também disponibilizará transmissão automática opcional.

Também houve ajustes na suspensão e no sistema de direção hidráulica e o modo Track para facilitar os drifts e recalibrar os controles de tração. Há até uma função Hairpin+ que ajuda a gerenciar o giro da roda ao enfrentar curvas apertadas em estradas íngremes.

Essa versão não traz grandes mudanças no visual. Com design clássico de dois lugares com linhas modernas que lembra o Supra dos anos 90. Na traseira aparece em destaque o nome “Supra” pintado de vermelho e novas rodas de alumínio de 19″. Disponível nas cores Ash Grey Metallic e Dawn Blue Metallic. 

Uma nova edição especial chamada a A91-MT Edition, terá 500 unidades disponibilizadas, todas equipadas apenas com câmbio manual e todos os equipamentos da versão Premium, nas cores Matte White (branco) e CU Later Gray (cinza) e pinças de freio vermelhas.

A parte interna tem revestimento exclusivo de couro marrom Cognac e manopla de câmbio revestida de Alcantara. A versão Premium vem na cor Stratosphere Blue, a parte interna inclui couro vermelho e preto e um novo sistema de som JBL com 12 alto-falantes, que também está incluso no A91-MT.

Ainda não há informações relacionadas ao preço, o Toyota Supra 2023 vai começa a ser entregue nos Estados Unidos até o final deste ano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um veículo Supra é sinônimo de uma excelente dinâmica em movimento e um drivetrain TREM DE FORÇA otimizado em um pacote confiável, seus consumidores querem um carro que seja capaz de oferecer a experiência de condução mais competente e divertida. 

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Segundo dados da Anfavea, a produção de veículos no Brasil caiu 17% no primeiro trimestre do ano

A avaliação realizada pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) mostrou uma queda de 17% na produção de veículos no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2021. Ao todo foram fabricadas 496 mil unidades, enquanto no ano anterior foram feitas 598 mil unidades.

Durante o mês de março de 2022, foram produzidas 184,8mil unidades, o que representou um crescimento de 11,4% em relação ao mês de fevereiro, mas comparando com o mês de março de 2021, houve uma queda de 7,8%, sendo o 9º mês seguido com retração nos números. Esses dados revelam ainda que o volume de carros montados foi o pior para o mês nos últimos 19 anos. 

O volume de licenciamentos nos primeiros três meses do ano foi de 405,7 mil unidades, uma queda acumulada de 23,2% comparado ao mesmo período do ano passado. Em março, foram emplacadas 146,8mil unidades, um declínio de 22,5% sobre o mesmo mês de 2021.

A principal causa para essa queda está relacionada com a falta de insumos e peças usadas no setor automotivo, especialmente dos semicondutores, algo que já vem acontecendo desde o início da pandemia. Porém outras questões como, a guerra entre Rússia e Ucrânia e o novo surto de covid na China e outros países, também impactaram diretamente esses números nos principais mercados do mundo.

O setor de exportações caiu 6,2% no mês, mas ainda cresceu 5,8% em relação a março de 2021, com a exportação de 38,9 mil veículos. Já o somatório do trimestre aponta um crescimento de 12,8% em relação ao ano passado. Ao todo foram 108,1 mil unidades embarcadas, contra 95,8 unidades no ano anterior. 

O segmento de caminhões também conseguiu manter o bom desempenho e ainda obteve crescimento de 3% em relação ao mesmo período em 2021, com 26,9 mil unidades licenciadas. A produção de caminhões em março também aumentou 8,5%, com 13,5 mil unidades fabricadas e no trimestre foram 34,4 mil unidades produzidas, uma ampliação de 3,9% quando comparado com o ano passado.

Esses dados não surpreendem e nem é um problema exclusivo do Brasil, segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea. A expectativa agora é de uma reação a partir do segundo trimestre e um aumento mais considerável no segundo semestre do ano.

“Para os próximos trimestres, essa produção deve aumentar. A gente espera que o segundo, terceiro, quarto trimestres sejam um pouco melhores, que a gente rode uma produção mensal de em torno de 190 mil unidades”, projeta Moraes.

 

 

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Porsche apresenta o novo 911 Sport Classic com inspiração retrô e produção limitada a 1.250 unidades

A Porsche revive o estilo dos anos 60 e início dos anos 70 e apresenta o novo 911 Sport Classic, que assim como seu antecessor 911 Sport Classic baseado no modelo 997 apresentado em 2009, é visualmente inspirado no original 911 (1964) e também no 911 Carrera RS 2.7 (1972). O departamento de design Style Porsche, junto com a Porsche Manufaktur, divisão de customização da marca, reinterpreta modelos e equipamentos icônicos do 911 dos anos 1950 até 1980 e retoma os recursos de design.

Serão lançadas quatro pequenas séries exclusivas e em quantidades limitadas. O primeiro modelo próprio da série foi o 911 Targa 4S Heritage Design Edition apresentado em 2020 no estilo dos anos 50 e 60. O 911 Sport Classic é o segundo dessa série que será limitada a 1.250 unidades, todas elas identificadas com uma placa dourada no painel escrito 911.

“Os modelos Heritage Design representam os conceitos particularmente emocionais da estratégia de produtos da Porsche”, diz Alexander Fabig, Chefe de Individualização e Classic.

Quanto ao visual, houve uma grande inspiração nos modelos 911 Turbo, que emprestou sua carroceria mais larga com spoiler traseiro fixo no lendário design “ducktail” e o teto de bolha dupla com rodas Fuchs, do 911S 1967, aro 20″ na frente e 21″ na traseira. Assim como no primeiro 911 Sport Classic, tipo 997, de 2009, os designers foram inspirados pelo Fashion Grey do 356, um tom de cinza mais moderno dos primeiros Porsches para a pintura.

O novo 911 tem como cor principal de lançamento o Sport Grey Metallic, também está disponível em preto liso, cinza ágata metálico, azul genciano metálico ou na cor da preferência do comprador. Listras duplas pintadas no capô dianteiro, teto e spoiler traseiro em Fashion Grey completam o visual esportivo. Opcionalmente é possível escolher um número entre 0 a 99 para as laterais das portas. Na traseira tem um logo escrito 911 Sport Classic em dourado e com finalização em ouro verdadeiro. 

   

No interior também são encontradas referências ao passado, o acabamento bicolor em preto e conhaque clássico proporciona um contraste elegante com o exterior.

Os bancos são de couro semi-anilina e no centro é revestido de tecido pepita (xadrex) que também aparecem nas  portas, um interior de couro todo preto é opcional para quem está em busca de um visual discreto.

O painel, tem grafismo que remete ao 356, é utilizada uma madeira especial com um acabamento específico em preto e branco. A tela digital e o tacômetro são desenhadas com grafismo com dígitos verdes.

 

Quanto à mecânica, o novo 911 Sport Classic é o 911 mais potente com transmissão manual já produzido pela Porsche, com um inédito motor de 550 cv de potência 3.7 biturbo de 6 cilindros, com câmbio manual de 7 marchas e tração traseira. 

A configuração derivada do 911 Turbo e 911 GTS atende aos requisitos de alto desempenho e graças ao Porsche Active Suspension Management (PASM) de série, os amortecedores reagem imediatamente às mudanças dinâmicas. O PASM é combinado como padrão com a suspensão esportiva e redução de altura de dez milímetros. O sistema de exaustão esportiva padrão é especialmente adaptado ao modelo e para uma experiência sonora ainda mais emocional.

O novo 911 Sport Classic já pode ser encomendado e tem previsão de estar disponível a partir de setembro de 2022, no mercado europeu, com preço a partir de 272.714 euros. No Brasil, só deverá ser oferecido no segundo semestre.

 

 

 

 

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Volvo Car é a primeira marca a vender mais de 500 carros elétricos no ano

A Volvo Car Brasil continua fazendo história no país, como pioneira na eletrificação total de sua frota no mercado nacional, superando a expectativa da marca global de tornar-se 100% elétrica até 2030. 

“A decisão de tornar nossa frota 100% eletrificada foi vista como algo ousado e inovador, mas para nós sempre foi algo muito maior. A eletrificação nunca foi apenas um nicho dentro da Volvo Car Brasil, ela está muito conectada com nossos propósitos. Com a eletrificação, além de atingirmos as ambições globais da companhia, conseguimos tornar a mobilidade menos agressiva ao meio ambiente e iniciar uma nova era no setor automobilístico”, disse João Oliveira, Diretor Geral de Operações e Inovação da Volvo Car Brasil.

Agora a Volvo bateu mais um recorde e dessa vez consolidou-se como a primeira marca no Brasil a vender mais de 500 carros 100% elétricos no ano, além de manter-se como líder do segmento com dois modelos no topo do ranking. 

“Para a Volvo é mais uma grande conquista, estamos transformando a indústria no Brasil. Bater o recorde de vendas apenas no quarto mês do ano significa muito para nós que sempre acreditamos na eletrificação e temos feito um trabalho contínuo para a expansão, investindo não somente em novos modelos, mas também em infraestrutura no país”, comemora João.

Em setembro de 2021 a marca trouxe ao país seu primeiro carro 100% elétrico e hoje a Volvo conta com dois modelos, o XC40 Recharge Pure Electric e o C40 Recharge, lançado há pouco mais de um mês. E mesmo em tão pouco tempo dos lançamentos, os dois veículos destacam-se como os modelos elétricos mais vendidos do Brasil.

Outro dado impressionante é que a marca também é a maior da história em número de vendas absolutas na categoria, com mais de 900 unidades vendidas. No primeiro trimestre do ano, apareceu como primeiro lugar entre os veículos híbridos e elétricos no Brasil com 40,12% do mercado.

 

 

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Como funciona o processo de blindagem de veículos no Brasil

 

A blindagem está na história da humanidade há aproximadamente 4.000 anos e passou a ser utilizada quando o homem percebeu que apenas suas habilidades de combate não seriam mais suficientes para deter as formas de ataque cada vez mais elaboradas e letais, graças ao uso de armas como lanças e catapultas.

Os primeiros registros  conferem aos chineses o pioneirismo na arte da blindagem. Na Grécia Antiga, surgiram os escudos, já em Roma surgiram as primeiras “vestes blindadas” e na Idade Média às armaduras de metal cobriam os militares da cabeça aos pés. A partir dos anos 20, a blindagem foi deixando de ser apenas um recurso militar e começou a ser adotada também por civis.

No Brasil, os primeiros veículos blindados foram os carros de combate, de transporte de tropas e de reconhecimento lançados a partir de meados dos anos 1960. Na virada dos anos 1980 para os 1990 outras empresas passaram a atuar no segmento da blindagem, dessa vez, voltados para os carros de civis. Desde então, o negócio da blindagem no Brasil foi crescendo e ganhando destaque em nível mundial.

Nos últimos 20 anos, o mercado brasileiro de blindagem amadureceu muito e hoje as blindagens feitas no país são tão boas que viraram o padrão adotado por montadoras internacionais. Além de ser referência, o Brasil também é líder mundial em número de carros blindados per capita no mundo. O país conta com uma frota aproximada de 300 mil blindados, superando cinco vezes o México que é o segundo colocado no ranking.

Em 2021, o mercado nacional bateu mais um recorde de blindagem automotiva. Foram 20.024 veículos blindados, o que representa um crescimento de cerca de 45% em comparação com 2020, de acordo com a ABRABLIN (Associação Brasileira de Blindagem).

“As blindadoras brasileiras não possuem tanta expertise em blindagens nível III e IV, mas somos referência mundial quando o assunto é blindagem de nível III-A. Exportamos carros blindados com esse nível de proteção para países da América Latina, da África e até da Europa. Engenheiros dos mais diversos países vêm ao Brasil para aperfeiçoar seus conhecimentos e aprender novas técnicas”, conta Alex Cirilo, Diretor Industrial da Autostar Blindados e Presidente da Câmara de Blindadores.

Mais de 90% dos carros blindados que circulam no país adotam o nível de proteção III-A, que abrange a maioria das armas de mão e dos calibres encontrados com criminosos, suportando disparos de revólveres 44 Magnum e até de submetralhadoras 9mm. Sendo assim, o serviço de blindagem só pode ser realizado por empresas especializadas, com um Certificado de Registro no Exército Brasileiro e um alvará da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Federação em que estiver localizada.

A blindagem de um veículo é um serviço dividido em cinco fases. A fase inicial é quando são tiradas as medidas dos locais em que serão aplicados os materiais. Esse momento é muito importante para evitar infiltrações, algo que pode comprometer toda a segurança da blindagem.

A segunda fase é a etapa em que são colocados os painéis de aço e as mantas, que são conjuntos de diversas camadas de um tecido chamado aramida, composto por uma trama de fios. Cada fio é um conjunto de filamentos que possuem diferentes resistências mecânicas, dependendo da origem e procedência.

Esses materiais são empregados para realizar a proteção de todas as áreas não transparentes dos veículos. A aramida é cinco vezes mais resistente do que o aço por unidade de peso, além de ser mais leve. Em uma blindagem com nível de proteção III-A, as mantas de proteção balística geralmente são compostas por 8 a 12 camadas de aramida.

Esse material também entra na composição dos pneus, mas isso não tem a ver com a blindagem das rodas porque atualmente não há tecnologia que, de fato, promova a blindagem total do pneu. Os dispositivos mais oferecidos são a cinta de roda, confeccionada em aço inoxidável e o Flats Over, que segue o mesmo princípio da cinta de roda, no entanto, é confeccionado basicamente por uma cinta de borracha bastante espessa.

Na terceira etapa, os vidros convencionais são trocados outros blindados, com lâminas de cristal e polímeros. Um vidro blindado é um “bolo de camadas” que envolve além do vidro em si, materiais como polivinil butiral (filme plástico de alta resistência), policarbonato (plástico muito resistente) e poliuretano (borracha sintética).

Um vidro balístico para blindagens com nível III-A tem de 3 a 4 camadas de vidro, uma de policarbonato e mais três ou quatro camadas de polivinil butiral e de poliuretano e tem uma espessura que varia de 18,8 mm a 21,1 mm. Cada fabricante usa uma combinação diferente desses materiais, mas sempre com o mesmo objetivo de produzir uma barreira com alta transparência, elevada resistência e o menor peso possível.

A quarta fase é a etapa da montagem, em que todas as peças que foram retiradas são recolocadas em seu lugar original. E, por fim, a quinta fase é a finalização, quando é realizada a limpeza e onde são testados o funcionamento de todos os dispositivos mecânicos e eletrônicos do carro. Uma blindagem bem executada, além de oferecer segurança aos passageiros, consegue também preservar as funcionalidades e as características estéticas do veículo, com acabamento minucioso e impecável.

A pandemia gerou uma crise econômica mundial que afetou todos os setores, inclusive a venda de carros e consequentemente o segmento de blindagem. Ainda assim, 2021 apresentou crescimento em comparação ao ano anterior e seguiu em alta no primeiro trimestre desse ano. 

Com o avanço da vacinação e consequente controle da pandemia, tudo indica uma melhora para o setor automotivo como um todo. Isso vai se refletir tanto no aumento das vendas de veículos, quanto na expansão do segmento de blindagem, indicando o quanto esse mercado ainda vai evoluir, para que o Brasil continue sendo o primeiro colocado na lista dos países que mais blindam carros no mundo e uma referência no processo de blindagem automotiva.

 

 

 

 

 

 

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Land Rover lança o Defender 2023 com a nova motorização à diesel e duas novas versões

A Land Rover anunciou a chegada do Novo Defender modelo 2023, agora com a nova motorização à diesel D300 MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle). Com uma proposta moderna e tecnológica, a nova motorização combina um potente motor de 300 cv de potência com um conjunto alternador/motor de partida, que proporciona auxílio elétrico reduzindo o consumo de combustível e emissão de CO2.

Outra novidade é a chegada das novas versões X Dynamic HSE e a topo de linha X, a mais completa e sofisticada versão do Defender, que traz diversos novos itens tornando o veículo ainda mais exclusivo. Disponível nas opções 90 e 110, conta com um importante aprimoramento tecnológico, motor novo e mais potente e design mais moderno.

“O Defender é um veículo que carrega a essência da nossa marca, com um estilo incomparável, uma motorização potente e um interior tecnológico e versátil. Diante disso decidimos trazer ao Brasil a nova versão com a motorização Diesel MHEV, muito pedida pelos nossos clientes, e ainda aprimorar seus atributos tecnológicos, com a inclusão do sistema InControl™Telematics de série. Além disso, seu visual também foi aprimorado, com diversos atributos que o tornam ainda mais único”, explica Tiago Yoshitake, coordenador de marketing de produto da Land Rover.

O Novo Defender recebeu em sua nova versão a motorização Diesel MHEV, fazendo o equilíbrio perfeito entre potência para superar os mais variados terrenos e tecnologia para reduzir o consumo de combustível e emissão de poluentes.

O motor MHEV 3.0 Ingenium de 6 cilindros em linha, combina um motor de 300cv com um alternador que também tem a capacidade de funcionar como motor elétrico, gerando corrente elétrica e recuperando energia quando o carro desacelera, carregando uma bateria de lithium de 48 volts. Atuando como um motor elétrico, faz uso da energia da bateria para dar partida no motor pelo start/stop, fornecendo assistência de torque necessária para reduzir a emissão de CO2 e o consumo de combustível, que de acordo com dados da Land Rover é de 12,8 km/l, em ciclo NEDC (padrão europeu).

Tem potência máxima de 300 cv e 66,2 kgfm de torque e vai de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos no Defender 90 e em 7 segundos no Defender 110. Ambos tem velocidade máxima de 191 km/h, câmbio automático de 8 marchas e sistema de tração 4×4 permanente Terrain Response 2, que pode ser alterado para se adaptar a qualquer condições de terreno.

 

Junto com toda essa tecnologia, a Land Rover projetou uma arquitetura especial D7x, para situações extremas. Trata-se de um monobloco leve e forte de alumínio, que é dez vezes mais rígida do que o Defender anterior e a mais resistente já produzida, que fornece bases perfeitas para suspensão totalmente independente.

O novo Defender também é equipado com sistema de suspensão a ar e sistema Adaptative Dynamics, que proporciona maior controle e conforto ao motorista. A capacidade de transposição em trechos alagados é de até 900 mm, sustentada pelo novo Wade Programme do sistema Terrain Response 2, que garante aos motoristas total confiança para atravessar águas profundas. A combinação de carga útil máxima de 900 kg, teto estático de até 300 kg, capacidade de reboque de 3.500 kg, confirmam a resistência do modelo. 

Dono de um design único, as duas novas versões apresentadas oferecem uma série de novos atributos que acentuam seu estilo. Na X Dynamic HSE, o destaque fica por conta do teto contrastante em preto, detalhes nos para-choques e nas laterais em preto brilhante, soleiras com assinatura X-Dynamic, badge exclusive X-Dynamic, assinatura Defender na cor cinza escuro e um jogo de rodas aro 20″ diamantadas com detalhes em Dark Grey.

A versão X, que é a mais equipada da linha Defender, além dos elementos presentes da versão X Dynamic HSE, somam-se o novo capô contrastante em preto, pinças de freio na cor vermelho e lanternas escurecidas. 

Na parte interna tecnologia, conforto e sofisticação se misturam. A versão X oferece bancos climatizados em couro premium e acabamentos na cor marrom Vintage Tan ou preto, já na versão X Dynamic HSE e HSE, estão disponíveis cinco tipos de revestimentos: Preto, Marrom Vintage Tan, Cinza Oyster, Bege Acorn e Marrom Khaki.

Todas as versões possuem um belíssimo teto panorâmico, uma nova tela de 11,4″ sensível ao toque que controla os aplicativos e exibe informações do veículo aos ocupantes, painel de instrumentos digital de 12,3″, sistema de som com 11 alto falantes Meridian de 400W de potência e subwoofer integrado e carregamento wireless sem fio.

Aprimorando a experiência tecnológica do veículo, os modelos da linha Defender contam agora com o sistema InControl™Telematics, que faz interface entre a tela de infoentretenimento do veículo e o celular do usuário e permite o monitoramento e controle do status do veículo mesmo à distância por meio de um aplicativo no celular além de chamadas de emergência e serviço pelo próprio veículo.

A tecnologia oferecida conta ainda com assistência rodoviária e serviços de emergência por meio dos botões bCall e eCall, o novo sistema de conectividade PIVI PRO, luz ambiente configurável para a cabine, além do ClearSight Ground View, o capô transparente, que revela na tela central as áreas normalmente escondidas pelo capô logo à frente das rodas dianteiras.

A lista de equipamentos traz diversos recursos de assistência ao motorista como o Blind Spot Assist, que monitora pontos cegos em uma área adjacente ao veículo, o Rear Traffic Monitor, que auxilia o motorista em manobras de ré, e o Clear Exit Monitor, que avisa sobre outro veículo ou objeto em movimento se aproximando por trás quando a porta foi destravada por dentro. Agora o controle de cruzeiro adaptativo vem de série em todas as versões e o sistema semi-autônomo controla a aceleração e a frenagem do veículo mantendo uma distância segura do carro a frente.  

Versões e Preços do Land Rover Defender 2023:

  • Defender 90 D300 HSE (5 lugares): R$ 708.950
  • Defender 110 D300 HSE (7 lugares): R$ 725.950
  • Defender 110 D300 X-Dynamic HSE (7 lugares): R$ 743.950
  • Defender 110 D300 X (7 lugares): R$ 800.950

 

 

 

 

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O BMW Série 7 2023 entrega luxo, potência, design extravagante e também uma versão elétrica

A BMW apresentou a sétima geração do BMW Série 7, que introduz uma nova linguagem de design para a marca com uma frente distinta e está repleta de novos recursos, incluindo uma tela no estilo cinema e um recurso de assistência ao motorista.

Também faz parte da expansão da linha de modelos elétricos da BMW, que agora inclui uma versão elétrica chamada BMW i7, que compartilha sua carroceria e interior, mas troca o motor à combustão por uma grande bateria e motores elétricos. O modelo traz conforto incomparável em viagens de longa distância e oferece uma experiência digital única. 

 

A BMW optou por uma filosofia de design radical que mantém a essência da marca e ainda ostenta uma imagem poderosa e exclusiva. O visual é semelhante à do recém-renovado X7, com uma grade duplo rim  gigantesca ao centro e com borda iluminada, cercados por faróis derivados do design do X7.

O conjunto óptico está dividido, as luzes diurnas de LED estão separadas das unidades principais e colocadas mais altas na frente em formas muito finas e afiadas, enquanto os faróis principais estão um pouco mais abaixo. O para-choque tem novos moldes e aspecto mais esportivo na versão a combustão e mais conservador o modelo elétrico.

 Nas laterais há uma grande variedade de desenhos e dimensões para as rodas que variam entre 19″ e 22″, as maçanetas são embutidas e as portas largas facilitam a entrada e saída dos passageiros. A versão eletrificada apresenta detalhes cromados e azuis na carroceria, o outro modelo detalhes cromados ou pretos, de acordo com a versão.

A parte traseira é um pouco mais simples com lanternas estreitas e horizontais, divididas entre a carroceria e a tampa do porta-malas, com contorno cromado ou preto.

Além das mudanças estéticas, a Série 7 2023 cresce bastante em dimensões, pois agora é 12,6 cm mais longa, chegando a 5,40 metros de comprimento, com distância entre-eixos de 3,21 metros. Esse aumento de comprimento beneficiará principalmente o porta-malas, pois sua capacidade passará de 515 litros no modelo anterior para 540 litros.

O interior dá um grande passo em frente no design. A cabine da série 7 também integra uma quantidade absurda de recursos tecnológicos dentro de suas inúmeras telas de exibição e interfaces de controle de tablets para os passageiros do banco dianteiro e traseiro. Visualmente é uma progressão da tecnologia e do minimalismo, adotando formas de vanguarda e alguns elementos da mais recente tecnologia da marca.

A primeira coisa que chama a atenção é o sistema de infotainment, derivado do BMW iX com versão do Live Cockpit Plus da BMW, incluindo o software iDrive 8. Onde uma enorme tela horizontal une o painel de instrumentos (12,3″) com a central multimídia (14,9″). É compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além dos serviços online da BMW que incluem navegação com informações de tráfego em tempo real, serviço de concierge, assistente de inteligência artificial controlado por voz e até conectividade 5G.

Outra novidade é o bar interativo, um painel que percorre o centro do interior de porta em porta e que além de dar iluminação ambiente, também inclui alguns painéis de toque para controlar funções de conforto como a memória dos bancos, controles básicos de ar condicionado e ventilação. O console central também muda um pouco suas formas e agora inclui um seletor de engrenagens através de uma pequena alavanca, uma solução discreta e semelhante ao que vimos recentemente com outras marcas.

 

O BMW Série 7 é um carro que foi projetado para ser apreciado também pelos passageiros do banco traseiro. Nesse loca l é oferecido como opcional, o BMW Theatre Screen, uma tela enorme e sensível ao toque de 31,3″ e resolução 8K, que se desdobra do teto e integra o Amazon Fire TV, tornando esse carro uma sala de cinema sobre rodas. Nessa tela é possível dividir em até três partes com conteúdos diferentes.

Esta experiência é complementada por um sistema de áudio Bowers & Wilkins de 18 alto-falantes, 655 watts, mas opcionalmente você pode escolher um Sistema Bowers & Wilkins Diamond Sorround de 36 alto-falantes e 1.965 watts que até adicionam alto-falantes aos cabeçalhos do banco traseiro.

  

O “Modo Cinema”  farão os bancos traseiros reclinarem até 42,5 graus para o conforto, as cortinas de privacidade na área traseira serão levantadas e até mesmo a luz ambiente será modificada para criar uma espécie de sala de cinema dentro do carro. 

Outro detalhe importante são as telas sensíveis ao toque de 5,5″ integradas aos painéis da porta e que permitem que os passageiros do banco traseiro façam chamadas telefônicas através do sistema de áudio do carro e também controlar várias funções de conforto. Além do novo BMW Digital Key Plus, que permite fazer do iPhone uma chave a partir da qual gerenciar todas as funções do carro.

Nesta área também terá massagem e aquecimento nos bancos, bem como a possibilidade de personalizar materiais e até mesmo adicionar geladeiras entre os dois bancos traseiros para poder levar garrafas de bebida e ter sempre pronta para desfrutar.

Os equipamentos padrão incluem um teto solar de vidro fixo panorâmico e assentos de conforto recém-desenvolvidos, que oferecem possibilidades de ajuste elétrico e aquecimento, além de ter assentos do Executive Lounge. O controle climático automático tem quatro zonas como padrão. Assim como no design exterior, o nível de personalização da cabine é muito amplo. Uma ampla seleção de estofados, materiais e cores estão disponíveis. 

A lista de sistemas de assistência ao motorista da nova Série 7 apresenta a maior seleção de sistemas de condução e estacionamento já vistos em um modelo BMW, como o Driving Assistant Professional e Lane Keeping Assistant. Entre outros sistemas, tem controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, assistente de orientação de pista, condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, assistente automático de limite de velocidade, controle de rota, assistente de inversão, assistente de estacionamento e função de controle remoto, que deverá estar disponível a partir do próximo ano, entre outros.

 O novo Série 7 da BMW eleva seu compromisso com a eletrificação. Todos os motores disponíveis na gama serão eletrificados na faixa de potência que varia de 272 cv a 571 cv. Ao todo serão seis versões disponíveis: 735i, 740i, 760i xDrive, 740d xDrive, 750e xDrive e 760e xDrive. Além da versão 100% elétrica BMW i7, nas opções: i7 xDrive60 e i7 M70 xDrive, esta última será apresentada no futuro.

Todos tem motores são de 6 cilindros em linha e V8 a gasolina, sendo possível escolher entre  hibridização leve de 48 volts (MHEV) e variantes híbridas plug-in (PHEV). Estão associados a um câmbio automático Steptronic de oito velocidades e, dependendo da versão, encontraremos uma configuração de propulsão traseira (tração traseira) ou tração integral xDrive.

A versão 735i combina um sistema elétrico de 48V a um motor 3.0 turbo de seis cilindros, com 290 cv de potência e 43,4 kgfm de torque e acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos. Já a versão 760e xDrive combina um motor elétrico a um motor 3.0 turbo de seis cilindros, totalizando 579 cv de potência e 81,6 kgfm de torque, com tração integral e em 4,3 segundos  vai de 0 a 100 km/h.

As versões elétricas são equipada com dois motores elétricos, um em cada eixo, que geram  551 cv e 669 cv de potência, respetivamente. E com uma bateria de 101,7 kWh, oferecendo até 625 km autonomia, com uma carga pelo padrão WLTP. Além de recuperar 128 km de autonomia em 10 minutos ao se conectar a um ponto de carregamento rápido.

O lançamento do novo BMW Série 7 está previsto para acontecer em dezembro de 2022, nos Estados Unidos, China e outros mercados selecionados. Mas no Brasil a previsão é para meados de 2023, só não foi confirmada quais configurações serão disponibilizadas no mercado brasileiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O BMW Série 7 é um modelo que se atualiza em termos de design, equipamentos tecnológicos e que eleva seu compromisso com a eletrificação através de uma variante totalmente elétrica, o novo BMW i7. Esse supercarro tem previsão de chegada mercado americano em novembro e no Brasil apenas em 2023.

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Honda anuncia lançamento da nova geração do HR-V para agosto no Brasil

A Honda confirmou o lançamento do novo HR-V no Brasil em agosto, com entregas a partir de setembro. Serão quatro versões do modelo, que chegarão com novo visual, motor exclusivo para o mercado brasileiro e produção nacional realizada na fábrica de Itirapina-SP. A fábrica recebeu aporte financeiro de R$ 1,1 bilhão para a produção do novo HR-V, do New City sedan e do New City hatchback, além do investimento em novas tecnologias e processos.

O CEO da Honda South America, Atsushi Fujimoto, anunciou também a chegada do novo Honda Civic híbrido para o segundo semestre, este com produção no exterior. Além disso também já foram confirmados para chegar no Brasil em 2023, o Civic Type-R, um SUV híbrido e também o CR-V e:HEV. Tudo isso representa o investimento da marca que já atua a mais de 30 anos no país.

Ainda não foram reveladas as especificações técnicas do veículo, mas algumas informações quanto ao conjunto mecânico foram informadas. As duas versões de entrada virão equipadas com motor 1.5 DI DOHC i-VTEC, já aplicado no Honda City, que tem 126 cv de potência e 15,5 kgfm de torque. Em substituição ao antigo motor 1.8, que entregava 139 cv de potência e 17,4 kgfm de torque.

As outras duas versões de topo virão com o inédito motor 1.5 Turbo Flex, adaptado para rodar com etanol e especialmente desenvolvido para o mercado brasileiro. Todas as versões vem com câmbio automático CVT com simulação de sete marchas. 

O novo HR-V também receberá itens do novo City, como o pacote de segurança Honda Sensing, com piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa e alerta de colisão com frenagem automática, além de vir com seis airbags de série.

Quanto ao visual, ocorreram muitas mudanças importantes, com linhas mais robustas e agressivas na dianteira e faróiss de Full-LED nas versões mais caras. A traseira vem com lanternas interligadas por um filete que corta a tampa do porta-malas, com o logo da marca no centro, num design claramente inspirado no Porsche e que tem influenciado várias outras marcas.

Internamente, destacam-se o painel de instrumentos que agora é totalmente digital, bem diferente da versão anterior que contava com uma tela de cristal líquido e a central multimídia que tem tela flutuante conectada com sistema Android Auto e Apple CarPlay. 

O HR-V, sempre foi o carro-chefe da Honda no Brasil, então um dos objetivos da Honda com o lançamento da nova geração, é garantir sua volta à liderança na categoria dos SUVs compactos, como aconteceu entre os anos de 2015 e 2016. Tornando assim, o modelo novamente um dos SUVs mais vendidos do país, para concorrer diretamente com o Jeep Renegade, VW T-Cross e o Nissan Kicks.

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Jetta GLI 2023 desembarca no Brasil com novo visual e outras novidades por R$ 216.990

O novo Volkswagen Jetta GLI finalmente foi lançado no Brasil apenas na versão esportiva, com visual totalmente renovado e diversas alterações mecânicas. O carro que é fabricado no México, chega ao país a partir de maio com preço de R$ 216.990.

As novidades no visual começam pelas duas cores inéditas: Vermelho Kings e Azul Rising, além das opções nas cores Branco puro, Cinza puro e Preto Mystic, que já eram oferecidas anteriormente. A grade dianteira também foi repaginada e agora tem duas linhas cromadas e entre elas aparece uma terceira linha na cor vermelha e tem o novo logo da Volkswagen e também o logo GLI.

Recebeu para-choque dianteiro redesenhado, com entradas de ar em forma de colméia e agora as tomadas de ar das extremidades aparecem em formato vertical e os faróis são full-LED com projetores.

Na traseira o que mudou foi o para-choque que agora apresenta difusor e saídas de escape ovaladas e maiores. As rodas são de liga-leve de 18″ e em novo desenho, com acabamento diamantado e pneus 225/45 e as janelas e a capa dos retrovisores têm molduras pretas. Toda essa reestilização do novo Jetta aumentou seu comprimento em 38 mm, que antes era de 4.709 mm e passou para 4.747 mm.

Por dentro, o acabamento nos detalhes aparecem em vermelho, como nos bancos, volante, costuras das portas e também no painel. O volante é uma das novidades do modelo e apresenta o mesmo desenho do Nivus, além de ter agora comandos sensíveis ao toque, como nos elétricos ID.3, ID.4 e ID.Buzz.

O painel de instrumentos totalmente digital com 10,25″ é o mesmo, mas a central multimídia mudou e agora é a VW Play com 10,1″, com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio, com HD interno de 10GB e conexão Wi-Fi via smartphone.

 

Sob o capô, o Jetta GLI manteve o motor 2.0 TSI turbo com injeção direta de gasolina, com comando de válvulas variável em tempo e elevação no escape. A nova calibração rendeu mais 1 cv de potência e agora tem 231 cv e 35,7 kgfm de torque. A maior novidade no conjunto mecânico fica por conta do câmbio DSG automático que agora tem sete marchas e não mais seis velocidades. Acelera de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos, com velocidade máxima de 249 km/h.

Manteve a suspensão traseira multilink com barra estabilizadora, amortecedores esportivos e molas com ajuste mais rígidos. Conta ainda com quatro modos de condução: Eco, Comfort, Sport e Individual, que são capazes de garantir uma uma condução mais eficiente ou esportiva. Também tem diferencial de deslizamento limitado, que ajuda a ter um bom desempenho nas curvas.

A lista de equipamentos é bem extensa e conta com diversos itens, inclusive muitos associados à segurança, como seis airbags de série, controle de velocidade adaptativo com sistema de frenagem de emergência e monitor de ponto cego, frenagem automática de emergência e detector de fadiga. Inclui também, direção elétrica com relação variável, espelhos laterais com desembaçador, espelho retrovisor fotocrômico, sensor de chuva, duas entradas USB-C, carregador por indução para smartphone, ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar panorâmico, chave presencial e bloqueio eletrônico do diferencial (XDS).

 

 

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