Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Ford Maverick Hybrid desembarca no Brasil por R$ 244.890

Acaba de chegar em todas as concessionárias da Ford no Brasil, a nova Maverick Hybrid.

Um veículo esportivo, versátil, conectado e com a robustez já conhecida da marca.

Esta é a primeira picape híbrida do país, ou seja, oferece motorização que combina motores a combustão e elétricos.

 

 

 

 

 

O modelo reúne conforto e espaço de SUV, com tamanho ideal para rodar na cidade, tecnologia e excelente performance.

O lançamento da Maverick Hybrid faz parte da estratégia de eletrificação da Ford no mercado nacional.

Outros modelos elétricos deverão chegar ao país ainda neste ano, o Mustang Mach-E e a E-Transit.

A maior novidade da nova Maverick está na combinação de dois motores, formando um sistema de propulsão eletrificado.

Esse sistema é composto por um motor Atkinson 2.5 a gasolina e um motor elétrico, que combinados possuem potência máxima de 194 cv e 21,4 kgfm de torque.

A aceleração vai de de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos, associado a um câmbio automático CVT.

Conta ainda com um segundo motor elétrico que trabalha como um gerador, assim, os motores elétrico e de combustão, podem trabalhar separadamente ou juntos na tração dianteira. 

A seleção é feita automaticamente de acordo com o melhor desempenho e rendimento, baseada na potência e nível de carga da bateria.

Essa bateria é composta por células de íons de lítio, com capacidade de 1,1 kWh e potência máxima de 27 kW, que pesa 27 kg, é extremamente compacta e conta com um sistema de arrefecimento líquido.

Isso possibilitou que sua instalação fosse realizada sob o assoalho sem interferir no espaço da cabine.

Esse conjunto garante uma excelente autonomia, com seu tanque de combustível com capacidade para 57 litros, que permite rodar mais de 800km na cidade, segundo dados da montadora.

Em relação ao consumo médio, pode fazer 15,7 km/l em trânsito urbano e 13,6 km/l no ciclo rodoviário.

O consumo combinado é de 14,6 km/l, de acordo com o Inmetro.

Outros fatores também contribuem para a boa performance da picape, como o sistema de freio regenerativo com assistência em rampas, a grade aerodinâmica ativa, o Start-Stop e as rodas de liga leve de 18″ com pneus de alta eficiência de 225/60 R18 all season.

A dirigibilidade da Maverick se destaca especialmente devido ao seu conjunto de suspensões bem calibrado, com dianteira independente, do tipo McPherson e a traseira por eixo de torção e molas de força vetorada.

O veículo ainda apresenta cinco modos de condução selecionáveis: Normal, Rebocar, Escorregadio, Eco e Esportivo, que otimizam o desempenho de acordo com a condição de rodagem.

Em relação ao tamanho, a Maverick mede 5,11 m, altura de 1,73 m e entre-eixos de 3,07 m. 

A caçamba possui 1,34 m de comprimento e tem capacidade de carga de 659 kg e 943 litros.

Conta com revestimento feito com materiais resistentes, além de compartimentos extra nas laterais da caçamba, pontos e ganchos de fixação, encaixes para divisores e até abridor de garrafas.

A picape estará disponível com 10 opções de cores: Vermelho Aurora, Laranja Delhi, Azul Lyse, Azul Malacara, Cinza Dover, Prata Orvalho, Cinza Torres, Preto Astúrias e Branco Ártico, além da nova Azul Atlas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior da Maverick Hybrid preza pelo conforto e versatilidade, proporcionando um espaço e conforto para os 5 ocupantes.

Conta com ar condicionado dual zone, volante revestido em couro com ajuste de altura e profundidade, seletor rotativo de marchas e freio de estacionamento.

Os assentos contam com acabamento premium ActiveX e ajuste elétrico de 8 posições para o banco do motorista e manual de seis posições para o passageiro. 

Traz também compartimento extra sob o banco traseiro, console central com porta objetos e descansa braço integrado, iluminação interna ambiente, entre outros.

A picape oferece amplo pacote de tecnologia e conectividade, como o sistema de infoentretenimento com tela digital de 6,5″, multimídia SYNC com tela de 8″ e acesso ao Apple CarPlay e Android Auto. 

Tem também chave com sensor de presença e botão de partida, abertura da porta por teclado e alarme com imobilizador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto aos equipamentos de segurança o Maverick Hybrid é bem completo e oferece diversos como os sete airbags com detecção inteligente de ocupantes.

Dispõem de assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestre e ciclista e controle eletrônico de estabilidade e tração.

Inclui ainda faróis de LED com acendimento e luz alta automáticos, câmera de ré, assistente de partida em rampa, assistente de frenagem pós colisão e monitoramento de pressão dos pneus.

A Ford ainda disponibiliza uma linha de acessórios para os clientes que quiserem personalizar sua picape e pode contar com capota rígida elétrica e manual, capota marítima, santantônio e estribos.

Além de alargador de paralama, entrada de ar do capô e aerofólio da cabine, ponteira de engate, suporte para bicicleta, extensor/divisor de caçamba e caixas organizadoras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A nova Ford Maverick Hybrid já está disponível em todo o Brasil, oferecida na versão única Lariat.

A picape manteve o mesmo valor da FX4, a configuração à combustão, sendo vendida atualmente por R$ 244.890.

 

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Chevrolet Silverado, o carro da campeã do BBB 23, nem foi lançado ainda no Brasil

O Big Brother Brasil 23 terminou ontem e a campeã da edição, Amanda Meirelles, além de ganhar o prêmio no valor de mais de R$ 2,8 milhões também foi presenteada com o novo Chevrolet Silverado.

A picape, que será lançada no mercado brasileiro no segundo semestre deste ano, fez ontem a sua primeira aparição pública no programa da Globo.

O modelo chega para estabelecer um novo patamar de sofisticação, performance e tecnologia no segmento de picapes grandes.

 

 

 

 

 

 

“2023 é o ano das picapes para a Chevrolet. Primeiro lançamos a Nova Montana, depois apresentamos a Nova S10 Midnight e vamos fechar o ano com chave de ouro, celebrando a chegada da inédita Chevrolet Silverado. E o BBB é, sem dúvida, a melhor plataforma para darmos a visibilidade que o modelo merece!”, comenta Chris Rego, diretora-executiva de Marketing GM América do Sul.

Equipada com a mesma motorização do Camaro, a picape traz o motor V8 6.2 Ecotec3 a gasolina, que rende potência de 426 cv e 63,6 kgfm de torque. O câmbio é automático de dez velocidades e a tração é 4×4.

Esses números devem fazer da Silverado, a picape mais potente do Brasil no lugar da Ford F-150 que tem 405 cv de potência.

Ainda não foram divulgadas informações sobre as versões e preços da picape, mas é esperado um valor entre R$ 450 mil e R$ 500 mil.

 

 

 

 

 

A Silverado é um produto estratégico para a Chevrolet. A marca vai oferecer configurações que vão surpreender as expectativas do consumidor local.

Para informações mais detalhadas sobre o a Nova Chevrolet Silverado, acesse: https://garagemdemotor.com.br/2022/07/29/nova-chevrolet-silverado-esta-confirmada-para-chegar-ao-brasil-em-2023/

 

 

 

 

 

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Crescimento nas vendas de comerciais leves é um dos destaque do fechamento de março

O mês de março apresentou um crescimento nas vendas de comerciais leves, com um total de 40.409 unidades vendidas, segundo dados da Fenabrave.

Desse total, 60,40% representam vendas diretas (fabricante de veículos) e 39,6% foram vendas no varejo, ou seja, diretas para o consumidor nas concessionárias.

A categoria das picapes se destacou com a venda de aproximadamente 19% (35.815) dos 186.583 veículos comercializados no Brasil.

No mesmo período do ano passado foram emplacadas 21.943 picapes, portanto, uma alta de 63%.

Dentre os modelos das três categorias de picapes: pequenas, intermediárias e médias e grandes, o destaque ficou por conta da Fiat Strada como número um do ranking.

Ao todo foram 9.935 unidades vendidas, o melhor resultado da Strada desde agosto de 2022.

Com isso, a Fiat pode celebrar o primeiro lugar no ranking geral do mercado brasileiro de picapes com 44,9% de participação.

Ainda na categoria das picapes pequenas aparece a Volkswagen Saveiro com 2.637 unidades comercializadas.

O segmento intermediário traz a Fiat Toro em primeiro lugar com um total de 5.607 modelos emplacados. Até então seu melhor desempenho ocorreu em novembro de 2021, quando vendeu 5.918 unidades.

Mas sem dúvidas o grande destaque da categoria ficou por conta da Nova Montana que apareceu em segundo lugar com 3.988 unidades vendidas.

Vale salientar que esse é o seu primeiro mês fechado de vendas, já que o modelo estreou no final de fevereiro.

O modelo da Chevrolet, que foi considerado o lançamento comercial mais esperado de 2023 e é oferecida em quatro opções de acabamento, já é um sucesso de vendas e conquistou diversos novos consumidores.

No terceiro lugar do ranking aparece a Renault Oroch com suas 1.208 unidades emplacadas em março.

 

 

 

 

 

Entre as picapes médias e grandes, a Toyota Hilux se manteve em primeiro lugar com a venda de 4.362 unidades, um aumento de  1548 unidades em relação ao mês de fevereiro.

Em segundo lugar, mas ainda distante do topo, vem a Chevrolet S10 que comercializou 2.701 modelos e apresentou o melhor resultado desse ano. 

Completando o pódio está a Ford Ranger com a venda de 1.978 unidades, um dos seus melhores desempenhos desde dezembro de 2021 (2.289).

A marca Ram foi um dos destaques do mês de março, com quatro dos seus modelos aparecendo no top 10.

A Ram 3500 vendeu 553 unidades, somando agora um total de 1062 emplacamentos no primeiro trimestre, o melhor resultado dentre os quatro representantes da marca.

Em seguida vem a Ram Classic com 251 unidades vendidas, a Ram 2500 vem depois com 191 modelos comercializados e por fim, está a Ram 1500 que emplacou 176 veículos e garantiu o nono lugar no ranking de vendas.

 

 

 

 

 

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Confira tudo o que rolou no Rally PE de Goiana 2023

A primeira etapa do Rally PE de Regularidade de 2023 aconteceu no sábado (18) em Goiana e mais uma vez o Garagem de Motor esteve presente para prestigiar o evento.

A primeira temporada de 2023 do rally teve as inscrições abertas entre os dias 06 a 28 de fevereiro e foi uma prova cheia de desafios e belas paisagens.

Na sexta (17), os participantes receberam seus Kits na Praça da Misericórdia, onde a prefeitura montou um palco com show para recepcionar os competidores.

O espaço muito agradável e animado, contou com ainda com vários food trucks, além disso, o Rally Pe ainda firmou uma parceria com o Hotel Go Inn em Goiana para as pessoas que fossem prestigiar o evento promovido pela prefeitura.

Foto: Su, a fotógrafa

Foto: Su, a fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

O Rally de Goiana contou com a participação de aproximadamente 100 pessoas e 59 veículos inscritos entre carros, motos e UTVs.

Os veículos foram divididos em 6 categorias: Moto Rally, Moto Iniciante, UTV (Utility Task Vehicle) Iniciante, Carro Graduado, Carro Turismo e Carro Light.

De acordo com a organização do evento, a prova estava relativamente fácil para as categorias Light e Iniciantes.

Já para os mais experientes estava mais “pegada” e prazerosa para os pilotos e exigindo muito mais atenção dos navegadores.

Foto: Su, a fotógrafa

Foto: Su, a fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

Para nossa participação no Rally Goiana 2023, contamos novamente com o suporte de diversos parceiros, dentre eles: Neo Blindados, JBS Motors, Lucena Auto Service, Iputinga Carros, Oficina Paraíba, CleanCar Insufilm e Proteccion Corretora de Seguros.

O veículo utilizado durante todo o percurso foi cedido pela Ford Brasil, trata-se da Ford Ranger FX4.

Essa versão mais aventureira da picape, conta com motor 3.2 turbodiesel, com 200 cv de potência e 40,9 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de 6 velocidades.

 

 

 

 

 

 

 

A concentração da prova ocorreu a partir das 07h30 no estacionamento ao lado da Praça Frei Caneca, onde foi realizada a entrega de mais Kits e a largada.

A prova largou de Goiana (PE) passando por Itaquitinga (PE) e Condado (PE), retornando a Goiana por estradas da zona rural destes municípios.

A distância percorrida foi de 85 km para as categorias Iniciantes e de 120 km para as categorias mais experientes.

A duração da prova variou entre 3 horas e 45 minutos a 4 horas e 30 minutos, dependendo da categoria.

Foto: Su, a fotógrafa

Foto: Su, a fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Su, a fotógrafa

Foto: Su, a fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

Ao término da prova, todos os participantes encontraram-se na Churrascaria Arreio de Prata, onde ocorreu um almoço em clima de confraternização entre todos os competidores.

Depois disso, o evento foi encerrado com a premiação dos vencedores de acordo com cada categoria.

O próximo Rally PE de Regularidade será realizado no dia 20 de maio no município de Igarassu.

 

 

 

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30 anos do lançamento do sedã Volkswagen Logus no Brasil

A Volkswagen celebra os 30 anos do Logus no Brasil, sedã que foi lançado no país em fevereiro de 1993, portanto, já é possível solicitar a placa preta para o modelo de acordo com a legislação brasileira. 

O veículo foi um dos frutos da Autolatina, projeto que durou de julho de 1987 até janeiro de 1996, e promoveu a união entre Volkswagen e Ford, com o objetivo reduzir custos e realizar a troca de tecnologias entre as empresas.

 

 

 

 

 

O carro de suas portas, foi baseado na plataforma CE-14 do Ford Escort de quarta geração, que posteriormente também originou o hatch Pointer.

O Logus era considerado um sedã de porte médio, medindo 4,28 m de comprimento, com entre-eixos de 2,52 m e um porta-malas de 416 litros, que chegava a 688 litros de capacidade com os encostos traseiros rebatidos.

Foi disponibilizado nas versões CL 1.6, CL 1.8, GL 1.8 e GLS 1.8, onde a versão de topo oferecia alarme, vidros elétricos “one touch”, toca-fitas digital com equalizador e ar-condicionado digital.

Todos esses itens que até aquele momento, só eram encontrados em modelos de categorias superiores.

O conjunto mecânico do VW Logus, contava com os motores 1.6 de origem Ford e 1.8 AP, este com potência de 86 cv e 14,5 kgfm de torque e  câmbio manual de cinco marchas.

Foi equipado com um carburador eletrônico que dispensava o afogador, que mantinha a marcha lenta sempre estável, mas logo depois, algumas versões do modelo passaram a vir com injeção eletrônica monoponto.

Já a linha de 1994 trouxe a versão GLS 2.0, com até 113 cv de potência e com CD Player como opcional.

Ainda nesse ano a empresa lançou a versão especial Wolfsburg Edition, homenageando à sede da Volkswagen na Alemanha.

Essa edição especial trazia um maior apelo esportivo, com cores exclusivas, além de vir equipado com os faróis do VW Pointer.

 

 

 

 

 

 

Após 125.332 unidades fabricadas em São Bernardo do Campo (SP), a produção do Volkswagen Logus foi encerrada em dezembro de 1996.

Em comemoração, a marca expôs uma unidade em sua Garagem VW II, na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, na cor Azul Riviera produzida em 1995.

O modelo GL vem equipado com motor 1.8 AP e conta também com um pacote diverso de opcionais como iluminação interna temporizada, travamento elétrico das portas, vidros com acionamento elétrico, fechamento automático das portas e rodas de liga-leve.

Foi o carro de testes do departamento de Engenharia da Volkswagen do Brasil na época e tem cerca de 3 mil km rodados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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GT3 e GT4: dupla vitória da Stuttgart Motorsport nas 4 Horas de Santa Cruz do Sul

A Stuttgart Motorsport teve um dia de grandes comemorações nas 4 Horas de Santa Cruz do Sul, sexta etapa do Endurance Brasil 2022.

O trio Marcel Visconde/Ricardo Mauricio/Marçal Müller levou o Porsche 911 GT3 R à vitória na classe GT3 e a dupla Jacques Quartiero/Danilo Dirani triunfou na GT4, com o Porsche 718 Cayman GT4 Clubsport recebendo a bandeirada com 188 milésimos de segundo de vantagem sobre o segundo colocado.

A festa foi completada com o terceiro lugar de Luiz Landi/Tom Filho na GT4. 

Com um ritmo forte e consistente, o Porsche 911 GT3 R teve atuação de destaque em Santa Cruz do Sul. Marcel Visconde pilotou na primeira hora, exatamente a mais complicada da prova e entregou o carro para Ricardo Mauricio.

O Porsche assumiu a liderança da GT3 com uma hora e meia transcorrida e nela permaneceu até o final.

Marçal Müller fez o terceiro stint e Ricardo Mauricio voltou ao cockpit para completar a corrida e receber a bandeirada com 19s777 de vantagem sobre o Mercedes de Adalberto Baptista/Cacá Bueno, segundo colocado da GT3.

 

 

 

 

 

 

Na classe GT4, os Porsches 718 Cayman GT4 Clubsport da Stuttgart Motorsport se destacaram desde os treinos classificatórios, com Jacques Quartiero largando na pole position com o carro número 21.

Nas primeiras voltas, a liderança foi ocupada pelo Mercedes-Benz AMG GT4 de Renan Guerra/Leandro Ferrari/Marco Pisani. O Cayman GT4 número 718 de Luiz Landi/Tom Filho começou a corrida em segundo lugar, mas envolveu-se em uma colisão com outro carro e perdeu duas voltas nos boxes para realinhar a roda traseira esquerda.

Já com Dirani ao volante, o carro 21 assumiu a liderança da classe com 1h45min de corrida. As voltas finais foram especialmente emocionantes, com Quartiero, responsável pelo último stint, sendo “escoltado” por Tom e, na última volta, resistindo à perseguição do Mercedes.

O carro de Landi/Tom, com duas voltas a menos, recebeu a bandeirada em terceiro lugar, bem próximo dos dois primeiros colocados.

Marçal Müller, Ricardo Mauricio e Marcel Visconde no pódio (Rodrigo Guimarães/Ricardo Saibro)

O novo asfalto do autódromo de Santa Cruz do Sul não resistiu ao forte calor das últimas semanas na região e começou a se esfarelar ainda durante os treinos. Por consenso, a largada da corrida, prevista para meio-dia deste sábado (26/11), foi antecipada para as sete horas da manhã para que a corrida acontecesse sob temperaturas mais amenas.

A prova teve várias intervenções de safety car devido a acidentes e foi necessário um período de mais de 30 minutos de bandeira amarela, já na última hora, para limpar a pista dos detritos de asfalto.

Um outro acidente, este ocorrido 28 minutos após a largada entre o BMW de Leonardo Sanchez/Átila Abreu e o Mercedes-Benz de Maurizio Billi/Marco Billi/Max Wilson, levou à paralisação da corrida com bandeira vermelha para resgate dos pilotos e reparo da barreira de proteção. Ninguém se feriu.

 

 

 

 

 

 

Marcel Visconde: “Foi um dia especial para a história da nossa equipe: um dia totalmente da Porsche, com vitórias nas classes GT3 e GT4. Estão todos de parabéns. Por causa do asfalto, a corrida teve alguns acidentes, felizmente sem causar ferimentos em ninguém. Para nós, foi uma corrida muito boa, consistente e sem problemas. O carro tinha um ritmo muito bom aqui em Santa Cruz do Sul. Foi uma jornada muito diferente, com largada às sete da manhã, mas foi a solução encontrada para corrermos com uma temperatura mais amena.”

Ricardo Mauricio: “Vencemos a primeira do ano. Estávamos batendo na trave e hoje conseguimos. Estou muito feliz pela equipe, que fez um trabalho incrível, e conseguimos bons pontos para o campeonato!”

Marçal Müller: “Estávamos merecendo uma vitória há algumas corridas e fico feliz que desta vez tenha dado tudo certo. Coroou o excelente trabalho da Stuttgart Motorsport. Pela primeira vez neste ano, não aconteceu nada de errado para nós! Fizemos quatro stints muito bons com os três pilotos e imprimimos um ritmo muito forte. Seguimos vivos no campeonato e vamos para a última etapa focando em vitórias na rodada dupla.”

Jacques Quartiero: “Foi uma corrida complicada, especialmente se você saía do trilho e entrava na ‘farofa’ de asfalto. Vi um acidente acontecer na minha frente por causa disso. A equipe fez uma estratégia excelente e no último stint nosso carro tinha uma boa diferença sobre o Mercedes segundo colocado. Nas últimas duas voltas, o Mercedes encostou e eu fui me defendendo. Estava tão concentrado que nem sabia que era a última volta, só soube quando vi a bandeirada! Estou muito feliz, foi legal ver a alegria da equipe toda. A sensação de vencer é muito boa. Quero mais!”

Danilo Dirani: “Valeu, foi animal! Fizemos a pole, mas foi uma corrida difícil, com as condições de pista mudando volta a volta pelas condições do asfalto. Era meio traiçoeiro ser rápido e ser cometer erros. O safety car conta muito no endurante. Fomos ajudados, mas prejudicados também. No final, valeram muito os stints do Jacques que mandou bem demais. Ele vem numa super evolução prova a prova, foi fera! E os meus, consecutivos, foram muito técnicos em relação à Mercedes, foi no mano a mano com o Renan Guerra! Nosso Porsche e a equipe Stuttgart Motorsport mandaram bem demais. Parabéns ao Jacques pela primeira vitória no automobilismo! Estou feliz por ele.”

Quartiero e Dirani comemoram a vitória
(Rodrigo Guimarães/Ricardo Saibro)

Luiz Landi: “Larguei em terceiro e ficamos os quatro primeiros andando juntos, muito rápidos. Estava em disputa de posição com o BMW, creio que ele perdeu a freada e a roda dianteira direita dele tocou na traseira esquerda do meu carro. Ele foi imediatamente para o box e eu completei o stint com o carro desalinhado. No pit, a equipe trabalhou muito bem. Depois dos cinco minutos para reabastecer e trocar pneus, a equipe precisou de mais dois minutos e 38 segundos para realinhar o carro. E ele voltou muito bom, muito rápido! Um trabalho impressionante, de tirar o chapéu. O Tom fez o último stint e ficou entre o Jacques e o Pisani até a última volta. Uma corrida emocionante.”

Tom Filho: “O toque no primeiro stint, com o Luizito guiando, foi uma infelicidade. Aproveitamos o primeiro pit stop para realinhar o carro, que estava saindo muito de traseira. Perdemos voltas e fizemos uma prova de recuperação. Andamos no ritmo dos ponteiros o tempo todo, muito constantes. No finalzinho, havia uma disputa muito acirrada entre o Jacques e o Pisani. Fiquei umas quatro voltas entre os dois, escoltando o Jacques. Na última volta, o Pisani perdeu a freada e acabou batendo em mim. Foi uma disputa limpa. Aí deu desespero porque o carro desalinhou de novo e eu não conseguia chegar nele. Assisti de camarote a disputa entre o Jacques e o Pisani e foi emocionante ver a realização de um amigo tão de perto!”

 

 

 

 

 

 

A decisão do Endurance Brasil 2022 acontecerá em Interlagos com uma rodada dupla: uma corrida de três horas de duração no dia 16 de dezembro (sexta-feira) e outra de quatro horas no dia seguinte.

Resultado das 4 Horas de Santa Cruz do Sul:

Categoria GT3

1) 55-Marcel Visconde/Ricardo Mauricio/Marçal Müller (Porsche 911 GT3 R)

2) 27-Adalberto Baptista/Cacá Bueno (Mercedes-Benz AMG GT4)

3) 9-Xandinho Negrão/Pedro Gomes (Mercedes-Benz AMG GT4)

4) 8-Guilherme Figueiroa/Júlio Campos (Mercedes-Benz AMG GT4)

5) 63-Sérgio Ribas/Guilherme Ribas (Mercedes-Benz AMG GT4)

Categoria GT4

1) 21- Jacques Quartiero/Danilo Dirani (Porsche 718 Cayman GT4 Clubsport)

2) 31-Renan Guerra/Leandro Ferrari/Marco Pisani (Mercedes-Benz AMG GT4)

3) 718-Luiz Landi/Tom Filho (Porsche 718 Cayman GT4 Clubsport)

4) 64-Henry Visconde/Lucas Foresti/Vitor Foresti (BMW M2 CS)

5) 22-Cássio Homem de Mello/André Moraes Jr./Flavio Abrunhoza (Ford Mustang)

 

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Ford celebra 1 milhão de unidades produzidas da Ranger na Argentina

A Ford comemora a marca de um milhão de unidades da Ranger feitas na fábrica em General Pacheco, na Argentina desde que a produção iniciou em 1996.

Durante todo esse período a fábrica exportou o veículo para o Brasil e vários outros países da América do Sul, o que representa 70% da sua produção.

Atualmente realiza a fabricação da segunda geração da picape e se prepara para a produção e lançamento da próxima geração com previsão de chegada em 2023.

“Agradeço e parabenizo especialmente todos os colaboradores da Ford Argentina e América do Sul, e nossa extensa cadeia de valor por atingir esta marca histórica de 1 milhão de Rangers produzidos em nossa fábrica de Pacheco. A qualidade deste produto é fruto do trabalho e dedicação de todos eles”, disse Martín Galdeano, Presidente e CEO da Ford Argentina.

Para atender a demanda da nova geração a montadora realizou um investimento de US$ 580 milhões (R$ 3 bilhões), para reestruturação na sua linha de produção, renovação dos processos de manufatura 4.0 e sistemas avançados aplicados à eficiência, qualidade e sustentabilidade.

Durante os 27 anos de produção na fábrica de General Pacheco, a Ford Ranger passou por diversas mudanças, como a que ocorreu em 1998 quando iniciaram a produção da cabine dupla.

Outras reestilizações ocorreram nos anos 2004 e 2009, até que em 2011 foi lançada a nova (e atual) geração, que também sofreu diversas alterações ao longo dos anos seguintes.

A fábrica da Argentina é a única mantida pela Ford na América Latina, desde o fechamento das linhas de montagem nas unidades de São Bernardo do Campo (SP), Camaçari (BA), Taubaté (SP) e a fábrica da Troller em Horizonte (CE).

Após o fechamento das fábricas no Brasil, a marca voltou a atuar no país no Campo de provas de Tatuí, no interior de São Paulo, onde são realizados testes em todos os modelos da Ford e no Centro de Desenvolvimento de Camaçari, onde funcionam pesquisas para desenvolvimento de tecnologia automotiva. 

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Ford Mustang 2024 estreia com um novo visual e um potente motor V8

Muita coisa mudou nos quase 60 anos desde que o primeiro Mustang foi lançado. Agora a Ford apresenta a sétima geração do Ford Mustang 2024 muito mais moderno e tecnológico mas ainda mantém seu motor a gasolina V8.

No geral, o novo Mustang tem a mesma plataforma que seu antecessor, usando principalmente versões modificadas de peças já conhecidas e compartilham uma distância entre eixos idêntica de 2,71 metros e estará disponível nas versões cupê e conversível.

“Pegamos o novo Mustang, que apresenta o melhor do nosso novo desempenho do V8 de 5,0 litros, e adicionamos potência, aerodinâmica aprimorada, pneus aprimorados, direção aprimorada e adicionamos um cockpit muito mais interativo ao usuário para criar um Mustang que ele supera qualquer Mustang GT que veio antes dele”, disse Ed Krenz, engenheiro-chefe do Mustang.

O novo Ford Mustang oferece duas motorizações, a primeira delas é o motor EcoBoost de 2,3 litros de quatro cilindros, que apresentou mudanças significativas, que o deixaram mais eficiente em termos de combustível e também com melhor desempenho.

Dentre as diversas alterações realizadas incluem-se melhor embalagem, novos sistemas de ignição e fornecimento de combustível, maior taxa de compressão e turbocompressor atualizado, entre outras melhorias.
Já a versão topo de linha traz o motor Coyote V8 de 5,0 litros aspirado, completamente novo, que oferece uma mistura perfeita entre desempenho e eficiência. O V8 recebeu corpo de borboleta duplos alimentados por uma nova caixa de entrada de ar dupla, que segundo a Ford, fornece melhor fluxo de ar e ajuda a aumentar a potência.
A montadora informou que os motores são mais potentes do que antes mas ainda não divulgou os números de potência e torque, isso deverá acontecer mais perto do lançamento do modelo 2024. 

Ambos os motores estão disponíveis com uma transmissão automática de 10 velocidades ou uma transmissão manual de 6 marchas com correspondência automática de rotações e a tração é sempre nas rodas traseiras.

Disponível com qualquer um dos motores, há um pacote opcional Performance Pack, que inclui diferencial de deslizamento limitado Torsen, bancos Recaro atualizados e a suspensão ativa MagneRide de resistência variável é opcional.
Conta ainda com rodas de 19 polegadas, pneus traseiros mais largos, freios Brembo atualizados (com pinças pretas ou vermelhas) e escapamento com válvula que pode modificar o som.
Algo inovador no novo Mustang 2024 é o Remote Rev, um botão no chaveiro que permite acelerar remotamente o motor de fora do carro. Este recurso vem em qualquer Mustang com sistema de escapamento ativo, exceto modelos equipados com manual.
O novo Mustang também apresentou mudanças em relação ao visual. No GT a grade tem acabamento em preto brilhante e uma divisão nas extremidadesA área inferior do para-choque dianteiro também é diferente, já os faróis incluem novos piscas de três segmentos que acendem em sequência.
A maior diferença de design está na traseira. O novo formato da cauda e os novos painéis da parte inferior da carroceria ajudam a controlar o fluxo de ar e aumentar a força descendente. Há ainda quatro saídas de escapamento para o GT e duas para o EcoBoost e as lanternas traseiras tem forma de V côncava. 
Ainda será possível realizar outras personalizações no veículo, com 12 rodas diferentes, diversas cores para as pinças dos freios Brembo e uma extensa lista de cores para a carroceria. 
A Ford oferece também o pacote Bronze Design Series, que oferece a cor bronze em substituição da tradicional pintura preta. A cor aparece em detalhes da carroceria, rodas e emblemas e pode ser misturada com qualquer combinação de acabamento, motor e teto.
De acordo com a Ford, a cabine é centrada no motorista e a mais avançada tecnologicamente de qualquer Mustang até hoje.
Oferece duas telas unidas e curvas que podem ser personalizadas, formadas pelo painel de instrumentos que tem um display de 12,4″ e uma central multimídia com tela de 13,2″, que fica inclinada em direção ao motorista.
O sistema multimídia é a última geração da Ford, chamado SYNC 4, com tecnologia Unreal Engine usada nos videogames. Também há  conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio, novas portas USB montadas atrás do painel e o sistema de áudio é o B&O by Harman.
A seção de assistência ao motorista traz a última geração do Ford Co-Pilot360, que inclui Cruise Control Adaptativo com Stop-and-Go, Assistente de Faixa de Rodagem, Assistente de Manobra Evasiva e Sistema de Frenagem Automática Traseira.
Outro recurso importante é o Active Pothole Mitigation, incluído no pacote Performance, que monitora continuamente a suspensão, carroceria, direção e freios e ajusta a resposta da suspensão de acordo.
Também é oferecido o aplicativo Ford Pass, que disponibiliza recursos remotos gratuitos, como partida e parada remota do veículo, travamento e destravamento da porta, agendamento da ignição, localização do veículo e verificações do estado do veículo.
O Novo Ford Mustang 2024, será produzido na fábrica de Detroit e estará à venda nos Estados Unidos no próximo verão, período de inverno no Brasil.
Ainda não há informações sobre os valores espera-se que seu preço fique alinhado com as versões de saída, que atualmente começam em cerca de US$ 29.000, aproximadamente R$ 152.174. Também não há previsão da chegada do modelo no Brasil.

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Ford lança Maverick Tremor uma versão off-road com suspensão exclusiva e um novo sistema de tração

A Ford lançou a Maverick Tremor, uma versão de desempenho off-road para a linha 2023. Com isso, a marca espera estender o sucesso do modelo no mercado americano, desde seu lançamento no final do ano passado.

A Maverick é um dos 20 veículos mais vendidos no mercado dos EUA, com 38.753 unidades vendidas até o mês de junho.

O novo pacote Maverick Tremor inclui uma suspensão reforçada e mais alta e um novo sistema de tração nas quatro rodas alimentado pelo motor turbo de quatro cilindros EcoBoost de 2 litros da Ford.

” Os clientes Ranger, F-150 e Super Duty adotaram as atualizações exclusivas de capacidade off-road, tecnologia e aparência encontradas em nossa família de picapes Tremor. O Maverick Tremor cumpre essa mesma promessa com novas funções e recursos projetados para off-road, tudo isso mantendo o tamanho, a acessibilidade e a durabilidade e capacidade do Built Ford Tough característicos do caminhão”, disse Todd Eckert, gerente de marca e marketing de produtos para caminhões da Ford.

 

Disponível apenas nas versões mais caras XLT e Lariat pelo valor de US$ 2.995 (R$ 15.391), com opções de motor 2.5 híbrido com potência de 193 cv ou motor 2.0 turbo com 253 cv de potência, sempre com tração integral.

Esse sistema  de tração tem um diferencial de travamento de tração traseira de dupla embreagem, capaz de enviar quase todo o torque do eixo traseiro para qualquer roda. 

O Tremor contará com cinco modos de condução, dependendo do tipo de terreno ou se o motorista estiver rebocando. Também recebeu novos amortecedores, que elevou em 2,5 cm a altura em relação ao solo, maior capacidade para o resfriamento de transmissão para serviço pesado e semi-eixos atualizados.

A picape também oferece o Trail Control, uma espécie de controle de cruzeiro para off-road, que permite aceleração e frenagem consistentes para manter uma velocidade definida pelo motorista enquanto navega em situações off-road complicadas. 

O pacote também vem com alguns ajustes no visual para o exterior e a cabine. Isso inclui o acabamento exclusivo da grade com detalhes em laranja, que apresentam emblemas pretos e logotipos Tremor escurecido, assim como os faróis e lanternas traseiras com máscaras negras.

O para-choque dianteiro foi redesenhado e possui placas de proteção de aço com um ângulo de abordagem mais acentuado, além de ganchos de reboque também na cor laranja.

As rodas de liga leve de 17″ com pneus all-terrain, tem design exclusivo e acabamento cinza escuro com detalhes em laranja.

O pacote adicional, Tremor Appearance Package, no valor de US $ 1.495 (R$ 7.730) permite mais detalhes, como pintura cinza no teto e nos espelhos laterais, bem como adesivos laterais pretos no capô e na parte inferior da carroceria.

No interior, os bancos de couro Black Onyx apresentam costura laranja e logotipos “Tremor”. O XLT tem assentos de tecido, enquanto o Lariat apresenta vinil ActiveX. Além disso, a Ford oferece 154 acessórios de pós-venda para o Maverick.

A produção do Maverick 2023 começa a partir de setembro no México, quando estarão disponíveis para encomenda apenas na América do Norte, mas ainda não foi anunciado um preço inicial para o veículo.

Não há confirmação da chegada do Ford Maverick Tremor 2023 para o mercado brasileiro, mas é esperado que a Ford ofereça uma nova versão além da XLT disponível atualmente.

 

 

 

 

 

 

 

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