Como funciona o processo de blindagem de veículos no Brasil

 

A blindagem está na história da humanidade há aproximadamente 4.000 anos e passou a ser utilizada quando o homem percebeu que apenas suas habilidades de combate não seriam mais suficientes para deter as formas de ataque cada vez mais elaboradas e letais, graças ao uso de armas como lanças e catapultas.

Os primeiros registros  conferem aos chineses o pioneirismo na arte da blindagem. Na Grécia Antiga, surgiram os escudos, já em Roma surgiram as primeiras “vestes blindadas” e na Idade Média às armaduras de metal cobriam os militares da cabeça aos pés. A partir dos anos 20, a blindagem foi deixando de ser apenas um recurso militar e começou a ser adotada também por civis.

No Brasil, os primeiros veículos blindados foram os carros de combate, de transporte de tropas e de reconhecimento lançados a partir de meados dos anos 1960. Na virada dos anos 1980 para os 1990 outras empresas passaram a atuar no segmento da blindagem, dessa vez, voltados para os carros de civis. Desde então, o negócio da blindagem no Brasil foi crescendo e ganhando destaque em nível mundial.

Nos últimos 20 anos, o mercado brasileiro de blindagem amadureceu muito e hoje as blindagens feitas no país são tão boas que viraram o padrão adotado por montadoras internacionais. Além de ser referência, o Brasil também é líder mundial em número de carros blindados per capita no mundo. O país conta com uma frota aproximada de 300 mil blindados, superando cinco vezes o México que é o segundo colocado no ranking.

Em 2021, o mercado nacional bateu mais um recorde de blindagem automotiva. Foram 20.024 veículos blindados, o que representa um crescimento de cerca de 45% em comparação com 2020, de acordo com a ABRABLIN (Associação Brasileira de Blindagem).

“As blindadoras brasileiras não possuem tanta expertise em blindagens nível III e IV, mas somos referência mundial quando o assunto é blindagem de nível III-A. Exportamos carros blindados com esse nível de proteção para países da América Latina, da África e até da Europa. Engenheiros dos mais diversos países vêm ao Brasil para aperfeiçoar seus conhecimentos e aprender novas técnicas”, conta Alex Cirilo, Diretor Industrial da Autostar Blindados e Presidente da Câmara de Blindadores.

Mais de 90% dos carros blindados que circulam no país adotam o nível de proteção III-A, que abrange a maioria das armas de mão e dos calibres encontrados com criminosos, suportando disparos de revólveres 44 Magnum e até de submetralhadoras 9mm. Sendo assim, o serviço de blindagem só pode ser realizado por empresas especializadas, com um Certificado de Registro no Exército Brasileiro e um alvará da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Federação em que estiver localizada.

A blindagem de um veículo é um serviço dividido em cinco fases. A fase inicial é quando são tiradas as medidas dos locais em que serão aplicados os materiais. Esse momento é muito importante para evitar infiltrações, algo que pode comprometer toda a segurança da blindagem.

A segunda fase é a etapa em que são colocados os painéis de aço e as mantas, que são conjuntos de diversas camadas de um tecido chamado aramida, composto por uma trama de fios. Cada fio é um conjunto de filamentos que possuem diferentes resistências mecânicas, dependendo da origem e procedência.

Esses materiais são empregados para realizar a proteção de todas as áreas não transparentes dos veículos. A aramida é cinco vezes mais resistente do que o aço por unidade de peso, além de ser mais leve. Em uma blindagem com nível de proteção III-A, as mantas de proteção balística geralmente são compostas por 8 a 12 camadas de aramida.

Esse material também entra na composição dos pneus, mas isso não tem a ver com a blindagem das rodas porque atualmente não há tecnologia que, de fato, promova a blindagem total do pneu. Os dispositivos mais oferecidos são a cinta de roda, confeccionada em aço inoxidável e o Flats Over, que segue o mesmo princípio da cinta de roda, no entanto, é confeccionado basicamente por uma cinta de borracha bastante espessa.

Na terceira etapa, os vidros convencionais são trocados outros blindados, com lâminas de cristal e polímeros. Um vidro blindado é um “bolo de camadas” que envolve além do vidro em si, materiais como polivinil butiral (filme plástico de alta resistência), policarbonato (plástico muito resistente) e poliuretano (borracha sintética).

Um vidro balístico para blindagens com nível III-A tem de 3 a 4 camadas de vidro, uma de policarbonato e mais três ou quatro camadas de polivinil butiral e de poliuretano e tem uma espessura que varia de 18,8 mm a 21,1 mm. Cada fabricante usa uma combinação diferente desses materiais, mas sempre com o mesmo objetivo de produzir uma barreira com alta transparência, elevada resistência e o menor peso possível.

A quarta fase é a etapa da montagem, em que todas as peças que foram retiradas são recolocadas em seu lugar original. E, por fim, a quinta fase é a finalização, quando é realizada a limpeza e onde são testados o funcionamento de todos os dispositivos mecânicos e eletrônicos do carro. Uma blindagem bem executada, além de oferecer segurança aos passageiros, consegue também preservar as funcionalidades e as características estéticas do veículo, com acabamento minucioso e impecável.

A pandemia gerou uma crise econômica mundial que afetou todos os setores, inclusive a venda de carros e consequentemente o segmento de blindagem. Ainda assim, 2021 apresentou crescimento em comparação ao ano anterior e seguiu em alta no primeiro trimestre desse ano. 

Com o avanço da vacinação e consequente controle da pandemia, tudo indica uma melhora para o setor automotivo como um todo. Isso vai se refletir tanto no aumento das vendas de veículos, quanto na expansão do segmento de blindagem, indicando o quanto esse mercado ainda vai evoluir, para que o Brasil continue sendo o primeiro colocado na lista dos países que mais blindam carros no mundo e uma referência no processo de blindagem automotiva.

 

 

 

 

 

 

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Land Rover lança o Defender 2023 com a nova motorização à diesel e duas novas versões

A Land Rover anunciou a chegada do Novo Defender modelo 2023, agora com a nova motorização à diesel D300 MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle). Com uma proposta moderna e tecnológica, a nova motorização combina um potente motor de 300 cv de potência com um conjunto alternador/motor de partida, que proporciona auxílio elétrico reduzindo o consumo de combustível e emissão de CO2.

Outra novidade é a chegada das novas versões X Dynamic HSE e a topo de linha X, a mais completa e sofisticada versão do Defender, que traz diversos novos itens tornando o veículo ainda mais exclusivo. Disponível nas opções 90 e 110, conta com um importante aprimoramento tecnológico, motor novo e mais potente e design mais moderno.

“O Defender é um veículo que carrega a essência da nossa marca, com um estilo incomparável, uma motorização potente e um interior tecnológico e versátil. Diante disso decidimos trazer ao Brasil a nova versão com a motorização Diesel MHEV, muito pedida pelos nossos clientes, e ainda aprimorar seus atributos tecnológicos, com a inclusão do sistema InControl™Telematics de série. Além disso, seu visual também foi aprimorado, com diversos atributos que o tornam ainda mais único”, explica Tiago Yoshitake, coordenador de marketing de produto da Land Rover.

O Novo Defender recebeu em sua nova versão a motorização Diesel MHEV, fazendo o equilíbrio perfeito entre potência para superar os mais variados terrenos e tecnologia para reduzir o consumo de combustível e emissão de poluentes.

O motor MHEV 3.0 Ingenium de 6 cilindros em linha, combina um motor de 300cv com um alternador que também tem a capacidade de funcionar como motor elétrico, gerando corrente elétrica e recuperando energia quando o carro desacelera, carregando uma bateria de lithium de 48 volts. Atuando como um motor elétrico, faz uso da energia da bateria para dar partida no motor pelo start/stop, fornecendo assistência de torque necessária para reduzir a emissão de CO2 e o consumo de combustível, que de acordo com dados da Land Rover é de 12,8 km/l, em ciclo NEDC (padrão europeu).

Tem potência máxima de 300 cv e 66,2 kgfm de torque e vai de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos no Defender 90 e em 7 segundos no Defender 110. Ambos tem velocidade máxima de 191 km/h, câmbio automático de 8 marchas e sistema de tração 4×4 permanente Terrain Response 2, que pode ser alterado para se adaptar a qualquer condições de terreno.

 

Junto com toda essa tecnologia, a Land Rover projetou uma arquitetura especial D7x, para situações extremas. Trata-se de um monobloco leve e forte de alumínio, que é dez vezes mais rígida do que o Defender anterior e a mais resistente já produzida, que fornece bases perfeitas para suspensão totalmente independente.

O novo Defender também é equipado com sistema de suspensão a ar e sistema Adaptative Dynamics, que proporciona maior controle e conforto ao motorista. A capacidade de transposição em trechos alagados é de até 900 mm, sustentada pelo novo Wade Programme do sistema Terrain Response 2, que garante aos motoristas total confiança para atravessar águas profundas. A combinação de carga útil máxima de 900 kg, teto estático de até 300 kg, capacidade de reboque de 3.500 kg, confirmam a resistência do modelo. 

Dono de um design único, as duas novas versões apresentadas oferecem uma série de novos atributos que acentuam seu estilo. Na X Dynamic HSE, o destaque fica por conta do teto contrastante em preto, detalhes nos para-choques e nas laterais em preto brilhante, soleiras com assinatura X-Dynamic, badge exclusive X-Dynamic, assinatura Defender na cor cinza escuro e um jogo de rodas aro 20″ diamantadas com detalhes em Dark Grey.

A versão X, que é a mais equipada da linha Defender, além dos elementos presentes da versão X Dynamic HSE, somam-se o novo capô contrastante em preto, pinças de freio na cor vermelho e lanternas escurecidas. 

Na parte interna tecnologia, conforto e sofisticação se misturam. A versão X oferece bancos climatizados em couro premium e acabamentos na cor marrom Vintage Tan ou preto, já na versão X Dynamic HSE e HSE, estão disponíveis cinco tipos de revestimentos: Preto, Marrom Vintage Tan, Cinza Oyster, Bege Acorn e Marrom Khaki.

Todas as versões possuem um belíssimo teto panorâmico, uma nova tela de 11,4″ sensível ao toque que controla os aplicativos e exibe informações do veículo aos ocupantes, painel de instrumentos digital de 12,3″, sistema de som com 11 alto falantes Meridian de 400W de potência e subwoofer integrado e carregamento wireless sem fio.

Aprimorando a experiência tecnológica do veículo, os modelos da linha Defender contam agora com o sistema InControl™Telematics, que faz interface entre a tela de infoentretenimento do veículo e o celular do usuário e permite o monitoramento e controle do status do veículo mesmo à distância por meio de um aplicativo no celular além de chamadas de emergência e serviço pelo próprio veículo.

A tecnologia oferecida conta ainda com assistência rodoviária e serviços de emergência por meio dos botões bCall e eCall, o novo sistema de conectividade PIVI PRO, luz ambiente configurável para a cabine, além do ClearSight Ground View, o capô transparente, que revela na tela central as áreas normalmente escondidas pelo capô logo à frente das rodas dianteiras.

A lista de equipamentos traz diversos recursos de assistência ao motorista como o Blind Spot Assist, que monitora pontos cegos em uma área adjacente ao veículo, o Rear Traffic Monitor, que auxilia o motorista em manobras de ré, e o Clear Exit Monitor, que avisa sobre outro veículo ou objeto em movimento se aproximando por trás quando a porta foi destravada por dentro. Agora o controle de cruzeiro adaptativo vem de série em todas as versões e o sistema semi-autônomo controla a aceleração e a frenagem do veículo mantendo uma distância segura do carro a frente.  

Versões e Preços do Land Rover Defender 2023:

  • Defender 90 D300 HSE (5 lugares): R$ 708.950
  • Defender 110 D300 HSE (7 lugares): R$ 725.950
  • Defender 110 D300 X-Dynamic HSE (7 lugares): R$ 743.950
  • Defender 110 D300 X (7 lugares): R$ 800.950

 

 

 

 

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O BMW Série 7 2023 entrega luxo, potência, design extravagante e também uma versão elétrica

A BMW apresentou a sétima geração do BMW Série 7, que introduz uma nova linguagem de design para a marca com uma frente distinta e está repleta de novos recursos, incluindo uma tela no estilo cinema e um recurso de assistência ao motorista.

Também faz parte da expansão da linha de modelos elétricos da BMW, que agora inclui uma versão elétrica chamada BMW i7, que compartilha sua carroceria e interior, mas troca o motor à combustão por uma grande bateria e motores elétricos. O modelo traz conforto incomparável em viagens de longa distância e oferece uma experiência digital única. 

 

A BMW optou por uma filosofia de design radical que mantém a essência da marca e ainda ostenta uma imagem poderosa e exclusiva. O visual é semelhante à do recém-renovado X7, com uma grade duplo rim  gigantesca ao centro e com borda iluminada, cercados por faróis derivados do design do X7.

O conjunto óptico está dividido, as luzes diurnas de LED estão separadas das unidades principais e colocadas mais altas na frente em formas muito finas e afiadas, enquanto os faróis principais estão um pouco mais abaixo. O para-choque tem novos moldes e aspecto mais esportivo na versão a combustão e mais conservador o modelo elétrico.

 Nas laterais há uma grande variedade de desenhos e dimensões para as rodas que variam entre 19″ e 22″, as maçanetas são embutidas e as portas largas facilitam a entrada e saída dos passageiros. A versão eletrificada apresenta detalhes cromados e azuis na carroceria, o outro modelo detalhes cromados ou pretos, de acordo com a versão.

A parte traseira é um pouco mais simples com lanternas estreitas e horizontais, divididas entre a carroceria e a tampa do porta-malas, com contorno cromado ou preto.

Além das mudanças estéticas, a Série 7 2023 cresce bastante em dimensões, pois agora é 12,6 cm mais longa, chegando a 5,40 metros de comprimento, com distância entre-eixos de 3,21 metros. Esse aumento de comprimento beneficiará principalmente o porta-malas, pois sua capacidade passará de 515 litros no modelo anterior para 540 litros.

O interior dá um grande passo em frente no design. A cabine da série 7 também integra uma quantidade absurda de recursos tecnológicos dentro de suas inúmeras telas de exibição e interfaces de controle de tablets para os passageiros do banco dianteiro e traseiro. Visualmente é uma progressão da tecnologia e do minimalismo, adotando formas de vanguarda e alguns elementos da mais recente tecnologia da marca.

A primeira coisa que chama a atenção é o sistema de infotainment, derivado do BMW iX com versão do Live Cockpit Plus da BMW, incluindo o software iDrive 8. Onde uma enorme tela horizontal une o painel de instrumentos (12,3″) com a central multimídia (14,9″). É compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além dos serviços online da BMW que incluem navegação com informações de tráfego em tempo real, serviço de concierge, assistente de inteligência artificial controlado por voz e até conectividade 5G.

Outra novidade é o bar interativo, um painel que percorre o centro do interior de porta em porta e que além de dar iluminação ambiente, também inclui alguns painéis de toque para controlar funções de conforto como a memória dos bancos, controles básicos de ar condicionado e ventilação. O console central também muda um pouco suas formas e agora inclui um seletor de engrenagens através de uma pequena alavanca, uma solução discreta e semelhante ao que vimos recentemente com outras marcas.

 

O BMW Série 7 é um carro que foi projetado para ser apreciado também pelos passageiros do banco traseiro. Nesse loca l é oferecido como opcional, o BMW Theatre Screen, uma tela enorme e sensível ao toque de 31,3″ e resolução 8K, que se desdobra do teto e integra o Amazon Fire TV, tornando esse carro uma sala de cinema sobre rodas. Nessa tela é possível dividir em até três partes com conteúdos diferentes.

Esta experiência é complementada por um sistema de áudio Bowers & Wilkins de 18 alto-falantes, 655 watts, mas opcionalmente você pode escolher um Sistema Bowers & Wilkins Diamond Sorround de 36 alto-falantes e 1.965 watts que até adicionam alto-falantes aos cabeçalhos do banco traseiro.

  

O “Modo Cinema”  farão os bancos traseiros reclinarem até 42,5 graus para o conforto, as cortinas de privacidade na área traseira serão levantadas e até mesmo a luz ambiente será modificada para criar uma espécie de sala de cinema dentro do carro. 

Outro detalhe importante são as telas sensíveis ao toque de 5,5″ integradas aos painéis da porta e que permitem que os passageiros do banco traseiro façam chamadas telefônicas através do sistema de áudio do carro e também controlar várias funções de conforto. Além do novo BMW Digital Key Plus, que permite fazer do iPhone uma chave a partir da qual gerenciar todas as funções do carro.

Nesta área também terá massagem e aquecimento nos bancos, bem como a possibilidade de personalizar materiais e até mesmo adicionar geladeiras entre os dois bancos traseiros para poder levar garrafas de bebida e ter sempre pronta para desfrutar.

Os equipamentos padrão incluem um teto solar de vidro fixo panorâmico e assentos de conforto recém-desenvolvidos, que oferecem possibilidades de ajuste elétrico e aquecimento, além de ter assentos do Executive Lounge. O controle climático automático tem quatro zonas como padrão. Assim como no design exterior, o nível de personalização da cabine é muito amplo. Uma ampla seleção de estofados, materiais e cores estão disponíveis. 

A lista de sistemas de assistência ao motorista da nova Série 7 apresenta a maior seleção de sistemas de condução e estacionamento já vistos em um modelo BMW, como o Driving Assistant Professional e Lane Keeping Assistant. Entre outros sistemas, tem controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, assistente de orientação de pista, condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, assistente automático de limite de velocidade, controle de rota, assistente de inversão, assistente de estacionamento e função de controle remoto, que deverá estar disponível a partir do próximo ano, entre outros.

 O novo Série 7 da BMW eleva seu compromisso com a eletrificação. Todos os motores disponíveis na gama serão eletrificados na faixa de potência que varia de 272 cv a 571 cv. Ao todo serão seis versões disponíveis: 735i, 740i, 760i xDrive, 740d xDrive, 750e xDrive e 760e xDrive. Além da versão 100% elétrica BMW i7, nas opções: i7 xDrive60 e i7 M70 xDrive, esta última será apresentada no futuro.

Todos tem motores são de 6 cilindros em linha e V8 a gasolina, sendo possível escolher entre  hibridização leve de 48 volts (MHEV) e variantes híbridas plug-in (PHEV). Estão associados a um câmbio automático Steptronic de oito velocidades e, dependendo da versão, encontraremos uma configuração de propulsão traseira (tração traseira) ou tração integral xDrive.

A versão 735i combina um sistema elétrico de 48V a um motor 3.0 turbo de seis cilindros, com 290 cv de potência e 43,4 kgfm de torque e acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos. Já a versão 760e xDrive combina um motor elétrico a um motor 3.0 turbo de seis cilindros, totalizando 579 cv de potência e 81,6 kgfm de torque, com tração integral e em 4,3 segundos  vai de 0 a 100 km/h.

As versões elétricas são equipada com dois motores elétricos, um em cada eixo, que geram  551 cv e 669 cv de potência, respetivamente. E com uma bateria de 101,7 kWh, oferecendo até 625 km autonomia, com uma carga pelo padrão WLTP. Além de recuperar 128 km de autonomia em 10 minutos ao se conectar a um ponto de carregamento rápido.

O lançamento do novo BMW Série 7 está previsto para acontecer em dezembro de 2022, nos Estados Unidos, China e outros mercados selecionados. Mas no Brasil a previsão é para meados de 2023, só não foi confirmada quais configurações serão disponibilizadas no mercado brasileiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O BMW Série 7 é um modelo que se atualiza em termos de design, equipamentos tecnológicos e que eleva seu compromisso com a eletrificação através de uma variante totalmente elétrica, o novo BMW i7. Esse supercarro tem previsão de chegada mercado americano em novembro e no Brasil apenas em 2023.

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Honda anuncia lançamento da nova geração do HR-V para agosto no Brasil

A Honda confirmou o lançamento do novo HR-V no Brasil em agosto, com entregas a partir de setembro. Serão quatro versões do modelo, que chegarão com novo visual, motor exclusivo para o mercado brasileiro e produção nacional realizada na fábrica de Itirapina-SP. A fábrica recebeu aporte financeiro de R$ 1,1 bilhão para a produção do novo HR-V, do New City sedan e do New City hatchback, além do investimento em novas tecnologias e processos.

O CEO da Honda South America, Atsushi Fujimoto, anunciou também a chegada do novo Honda Civic híbrido para o segundo semestre, este com produção no exterior. Além disso também já foram confirmados para chegar no Brasil em 2023, o Civic Type-R, um SUV híbrido e também o CR-V e:HEV. Tudo isso representa o investimento da marca que já atua a mais de 30 anos no país.

Ainda não foram reveladas as especificações técnicas do veículo, mas algumas informações quanto ao conjunto mecânico foram informadas. As duas versões de entrada virão equipadas com motor 1.5 DI DOHC i-VTEC, já aplicado no Honda City, que tem 126 cv de potência e 15,5 kgfm de torque. Em substituição ao antigo motor 1.8, que entregava 139 cv de potência e 17,4 kgfm de torque.

As outras duas versões de topo virão com o inédito motor 1.5 Turbo Flex, adaptado para rodar com etanol e especialmente desenvolvido para o mercado brasileiro. Todas as versões vem com câmbio automático CVT com simulação de sete marchas. 

O novo HR-V também receberá itens do novo City, como o pacote de segurança Honda Sensing, com piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa e alerta de colisão com frenagem automática, além de vir com seis airbags de série.

Quanto ao visual, ocorreram muitas mudanças importantes, com linhas mais robustas e agressivas na dianteira e faróiss de Full-LED nas versões mais caras. A traseira vem com lanternas interligadas por um filete que corta a tampa do porta-malas, com o logo da marca no centro, num design claramente inspirado no Porsche e que tem influenciado várias outras marcas.

Internamente, destacam-se o painel de instrumentos que agora é totalmente digital, bem diferente da versão anterior que contava com uma tela de cristal líquido e a central multimídia que tem tela flutuante conectada com sistema Android Auto e Apple CarPlay. 

O HR-V, sempre foi o carro-chefe da Honda no Brasil, então um dos objetivos da Honda com o lançamento da nova geração, é garantir sua volta à liderança na categoria dos SUVs compactos, como aconteceu entre os anos de 2015 e 2016. Tornando assim, o modelo novamente um dos SUVs mais vendidos do país, para concorrer diretamente com o Jeep Renegade, VW T-Cross e o Nissan Kicks.

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Jetta GLI 2023 desembarca no Brasil com novo visual e outras novidades por R$ 216.990

O novo Volkswagen Jetta GLI finalmente foi lançado no Brasil apenas na versão esportiva, com visual totalmente renovado e diversas alterações mecânicas. O carro que é fabricado no México, chega ao país a partir de maio com preço de R$ 216.990.

As novidades no visual começam pelas duas cores inéditas: Vermelho Kings e Azul Rising, além das opções nas cores Branco puro, Cinza puro e Preto Mystic, que já eram oferecidas anteriormente. A grade dianteira também foi repaginada e agora tem duas linhas cromadas e entre elas aparece uma terceira linha na cor vermelha e tem o novo logo da Volkswagen e também o logo GLI.

Recebeu para-choque dianteiro redesenhado, com entradas de ar em forma de colméia e agora as tomadas de ar das extremidades aparecem em formato vertical e os faróis são full-LED com projetores.

Na traseira o que mudou foi o para-choque que agora apresenta difusor e saídas de escape ovaladas e maiores. As rodas são de liga-leve de 18″ e em novo desenho, com acabamento diamantado e pneus 225/45 e as janelas e a capa dos retrovisores têm molduras pretas. Toda essa reestilização do novo Jetta aumentou seu comprimento em 38 mm, que antes era de 4.709 mm e passou para 4.747 mm.

Por dentro, o acabamento nos detalhes aparecem em vermelho, como nos bancos, volante, costuras das portas e também no painel. O volante é uma das novidades do modelo e apresenta o mesmo desenho do Nivus, além de ter agora comandos sensíveis ao toque, como nos elétricos ID.3, ID.4 e ID.Buzz.

O painel de instrumentos totalmente digital com 10,25″ é o mesmo, mas a central multimídia mudou e agora é a VW Play com 10,1″, com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio, com HD interno de 10GB e conexão Wi-Fi via smartphone.

 

Sob o capô, o Jetta GLI manteve o motor 2.0 TSI turbo com injeção direta de gasolina, com comando de válvulas variável em tempo e elevação no escape. A nova calibração rendeu mais 1 cv de potência e agora tem 231 cv e 35,7 kgfm de torque. A maior novidade no conjunto mecânico fica por conta do câmbio DSG automático que agora tem sete marchas e não mais seis velocidades. Acelera de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos, com velocidade máxima de 249 km/h.

Manteve a suspensão traseira multilink com barra estabilizadora, amortecedores esportivos e molas com ajuste mais rígidos. Conta ainda com quatro modos de condução: Eco, Comfort, Sport e Individual, que são capazes de garantir uma uma condução mais eficiente ou esportiva. Também tem diferencial de deslizamento limitado, que ajuda a ter um bom desempenho nas curvas.

A lista de equipamentos é bem extensa e conta com diversos itens, inclusive muitos associados à segurança, como seis airbags de série, controle de velocidade adaptativo com sistema de frenagem de emergência e monitor de ponto cego, frenagem automática de emergência e detector de fadiga. Inclui também, direção elétrica com relação variável, espelhos laterais com desembaçador, espelho retrovisor fotocrômico, sensor de chuva, duas entradas USB-C, carregador por indução para smartphone, ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar panorâmico, chave presencial e bloqueio eletrônico do diferencial (XDS).

 

 

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Versão GTS do supercarro híbrido 296 da Ferrari foi revelada

A nova Ferrari 296 Gran Turismo Spider (GTS) esbanja classe, sofisticação e potência e a nova opção conversível aumenta a conveniência do carro. A série 296 da Ferrari não é nova, já que ainda vai fazer um ano desde o lançamento da versão 296 GTB, mas o modelo GTS é e este tem como maior novidade o teto rígido retrátil, já que pouco foi alterado no visual em comparação com seu irmão coupé.

A introdução do motor elétrico e principalmente do teto retrátil significa que o modelo pesa mais. O peso a seco é de 1.540 kg, quando equipado com o pacote opcional Assetto Fiorano, tornando essa versão 70 kg mais pesada do que o modelo 296 GTB. Mas de acordo com a montadora, isso não atrapalha seu desempenho e esse modelo é um supercarro incrivelmente potente. 

A nova Ferrari 296 GTS não é tímida quando se trata de desempenho. É um híbrido de motor médio que pode oferecer uma grande potência. O supercarro possui um motor V6 biturbo de 3,0 litros, que rende sozinho 663 cv de potência. Para energia elétrica, a Ferrari possui um motor elétrico de 167 cv montado na traseira. Em combinação, esses dois componentes podem levar a potência total de 830 cv de potência e 75,5 kgfm de torque. 

A transmissão é automática de dupla embreagem de oito velocidades apenas para as rodas traseiras. Acelera de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos e em 7,6 segundos atinge os 200 km/h, com velocidade máxima superior a 330 km/h. Vem equipado com uma bateria de 7,45 kWh, que garante autonomia de 25 Km no modo elétrico a uma velocidade máxima de 135 km/h.

Possui quatro modos de direção, o eDrive que fornece apenas acionamento elétrico para o veículo, o Hybrid que é o modo padrão da ignição e garante máxima eficiência entre o motor V6 e o sistema de bateria e motor, no Performance o motor V6 está sempre à disposição para assistência híbrida contínua e recarga de bateria. Por fim, o Qualify é a configuração mais extrema que o 295 GTS pode ser acionado, e fornece o máximo desempenho, embora isso venha com recarga de bateria menor.

A Ferrari também oferece o GTS com um pacote Assetto Fiorano, que inclui características leves e modificações aerodinâmica, como um spoiler labial dianteiro redesenhado, que trabalha para aumentar a carga aerodinâmica (downforce) quando o supercarro híbrido está se movendo em velocidade, sendo capaz de produzir 10kg de carga aerodinâmica. No total, com este pacote adicional, o 296 GTS produz 360kg de carga aerodinâmica.

Outra característica para proporcionar mais conforto são os amortecedores ajustáveis. Estes deixam o carro o mais confortável possível, não importa se há uma colisão na estrada.

Quanto ao visual, não há grande diferença em relação ao modelo cupê. Os destaques ficam por conta dos faróis de LED e da grade dianteira, além do teto rígido retrátil. Isso significa que o convés traseiro teve um retrabalho já que o teto conversível fica em um novo compartimento do motor, atrás dos bancos.

No total, os motoristas podem esperar que o teto conversível dobre todo o caminho de volta em 14 segundos, desde que esteja numa velocidade de até 45 km/h, o que não é muito tempo e torna a ajustabilidade conveniente. Mais uma vez, oferecendo ótimo conforto na cabine e conveniência de dirigir.

A parte interna é moderna e elegante, os bancos são de  couro bege e formam espécie de letra Y na região das coxas, além disso conta com um painel de instrumentos e uma área touchscreem feita para controlar algumas funções e uma tela extra do lado do passageiro com informações como rotações do motor, velocidade e a engrenagem atual.

O novo Ferrari 296 GTS conversível é tão rápido, poderoso, confortável e divertido quanto qualquer cliente de supercarro poderia desejar. Além de tudo isso ainda é um veículo híbrido plug-in, algo que faz muita diferença para o mundo da sustentabilidade automotiva tão almejada por todas as marcas atualmente. 

 

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Porsche vendeu no primeiro trimestre de 2022 quase 70 mil unidades em todo mundo

A Porsche divulgou suas vendas no mundo nos três primeiros meses de 2022, alcançando o total de 68.426 unidades, uma queda de 5% em relação a 2021, onde foram comercializadas 71,926 unidades.

O Cayenne teve 19.029 unidades vendidas, sendo o modelo mais vendido, seguido pelo Macan com 18.329 unidade e completando o pódio, Taycan com 9.470 unidades.

 

 

“Dadas as circunstâncias excepcionais que afetam a indústria automotiva em geral, nossas equipes de vendas e revendedores tiveram um bom desempenho no primeiro trimestre. O ressurgimento do coronavírus em algumas regiões, como a China, combinado com desafios significativos de fornecimento e logística, nos colocou à prova. Ao mesmo tempo, nossos produtos continuam em alta demanda por clientes em todo o mundo – também na Europa, América e China”, disse Detlev von Platen, membro do Conselho de Administração de Vendas e Marketing da PorscheAG.

 

2021 2022
Mundo 71.986 68.426
Europa 19.389 22.791
América 20.468 16.644
Ásia-África e Oriente Médio 32.129 28.991

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Volvo Cars recebe prêmio máximo de segurança para todos os veículos comercializados na América Latina

A Volvo ser sinônimo de segurança não é novidade para ninguém. Recentemente, a marca atingiu a classificação mais alta do do Instituto de Segurança Rodoviária (IIHS) e ganhou 13 prêmios TOP SAFETY PICK+ (TSP+) para os veículos testados, incluindo o novo lançamento C40.

Com esse prêmios, a Volvo se tornou a marca mais premiada em abril de 2022, reforçando assim o seu compromisso com a segurança. O IIHS concede o status TSP+ aos veículos que fornecem o mais alto nível de segurança. A Volvo Cars recebeu dez prêmios TSP+ em fevereiro e mais três em abril, totalizando 13 prêmios para 2022.

“Estamos orgulhosos de que o Instituto de Segurança Rodoviária tenha reconhecido mais uma vez nossos veículos, incluindo seis modelos elétricos e híbridos, com os prêmios Top Safety Pick Plus”, disse Anders Gustafsson, Vice-presidente Sênior da região Américas na Volvo Cars.

A marca tem um compromisso de longa data em segurança e sustentabilidade. À medida que a Volvo Cars espera um futuro de emissão zero e ambiciona ser uma empresa totalmente elétrica até 2030, continua a definir o padrão de segurança em ambas as categorias com seis modelos elétricos e híbridos plug-in sendo reconhecidos pela IIHS.

Entre os 13 classificados com alto nível de segurança estão todos os modelos comercializados na América Latina. Confira abaixo lista completa dos premiados pelo IIHS:

  • Volvo C40 Recharge
  • Volvo XC40
  • Volvo XC40 Recharge
  • Volvo S60
  • Volvo S60 Recharge
  • Volvo S90
  • Volvo S90 Recharge
  • Volvo V60 Cross Country
  • Volvo V90 Cross Country
  • Volvo XC60
  • Volvo XC60 Recharge
  • Volvo XC90
  • Volvo XC90 Recharge

 

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Mercedes lança o EQS, seu SUV 100% elétrico de 7 lugares

A Mercedes-Benz lançou uma versão SUV de seu sedã EQS totalmente elétrico em um esforço para explorar o mercado de utilitários esportivos dos EUA. 

O utilitário Mercedes-Benz EQS é o terceiro modelo baseado na Electric Vehicle Architecture (Arquitetura de Veículos Elétricos -EVA), junto com os sedãs EQS e EQE, apresentados recentemente na Europa. Trata-se do primeiro SUV com até sete lugares alimentado exclusivamente por baterias, que definirá a direção para os futuros veículos utilitários totalmente elétricos da marca.

A Mercedes oferecerá o novo modelo em três acabamentos, o SUV EQS 450+, o EQS 450 4MATIC e o SUV EQS 580 4MATIC. A versão de entrada EQS 450+ tem cinco lugares e um motor elétrico traseiro, que produz 360 cv de potência e 57,9 kgfm de torque.

A versão 450 4MATIC tem tração nas quatro rodas e a mesma potência de 360 cv, mas o torque é superior com 81,5 kgfm, além de possuir um par de motores elétricos, sendo um no eixo dianteiro e outro no eixo traseiro.

A versão mais potente EQS 580, também vem equipado com dois motores elétricos e tração nas quatro rodas, com força combinada de 536 cv de potência e 87,5 kgfm de torque.

Todas as versões do SUV EQS tem motores do tipo PSM (motores síncronos de ímã permanente) e possuem uma bateria de 107,8 kWh (utilizável), com autonomia máxima de 660 km na versão com carga completa. Também possuem capacidade de carregamento rápido de 200 kW, o que significa que uma recarga de 10% a 80% leva 31 minutos. O carro vem equipado de série com carregamento de 11kW AC para unidades trifásicas também.

Todas as versões do SUV EQS possuem suspensão pneumática Airmatic com amortecedores adaptativos. Suas configurações podem ser alternadas através do seletor de modo de condução como em outros modelos que usam o sistema. No entanto, nos modelos EQS SUV com tração nas quatro rodas, há um modo extra ao lado das configurações Eco, Sport, Comfort e Individual: Offroad, que pode aumentar a altura do passeio em até 25 mm.

A direção nas quatro rodas é padrão, permitindo que as rodas traseiras girem em até 4,5 graus. Isso proporciona maior agilidade e um raio de giro mais apertado em baixas velocidades e melhora a estabilidade em curvas de alta velocidade. Uma das várias atualizações over-the-air que podem ser adquiridas através do sistema de infoentretenimento permite até 10 graus de movimento no eixo traseiro.

O EQS mede 5,13 m de comprimento, 1,95 m de largura, 1,72 m de altura e a distância entre eixos é de 3,21 m, esta é a mesma do sedã EQS, mas a carroceria é um pouco mais curta, com 5,12 m. Ainda assim, o SUV é cerca de 20 cm mais alto e o perfil tradicional de SUV, permite uma terceira fila de assentos, dando ao EQS flexibilidade de transporte de passageiros. Sete lugares são opcionais, no entanto, e o SUV EQS é um SUV de cinco lugares como padrão.

A segunda fila de bancos podem ser movidas eletricamente por 13 centímetros de forma longa como item de série, ampliando o espaço interno e fazendo com que o porta-malas ofereça entre 645 a 880 litros, dependendo da posição dos bancos. Em caso de ocupação dos sete lugares, a capacidade do porta-malas passa a ser de 195 litros.

No interior a característica mais marcante é o MBUX Hyperscreen, um sistema de três telas gigantes, que se estende pelo painel para aparecer como uma única tela de impressionantes 56″ (1,41 metros). Este sistema engloba um painel de instrumentos de 12,3″, uma central multimídia de 17,7″ e uma terceira tela de 12,3″ para o passageiro. Para os passageiros são oferecidos atrás de cada encosto de cabeça duas telas de 11,6″, além do tablet portátil no console central.

O revestimento interno é luxuoso com materiais de qualidade elevada. Os bancos possuem acabamento em couro com texturas diferenciadas e todos os ajustes possíveis para regulagem e climatização, o console tem acabamento em madeira e uma novidade é o revestimento de pequenas estrelas incrustadas na madeira, criando um efeito bonito e singular em relação a outros veículos.

Conta ainda com o sistema Energizing Comfort, uma configuração semelhante a um spa de som, iluminação ambiente e padrões de massagem nos bancos adaptados ao motorista. Também estreará um recurso que permite ao motorista relaxar quando parado em uma área de serviço, estação de carregamento ou outro descanso. 

Outra tecnologia que pode ser instalada após a compra inclui assistência de reboque e navegação de realidade aumentada, além de ter sistemas como Trailer Maneuvering Assist (assistente de condução com trailer) e o MBUX (Mercedes-Benz User Experience). Também oferece, piloto automático adaptativo, controle autônomo de direção, alerta de tráfego cruzado, frenagem autônoma de emergência, entre outros.

A Mercedes espera que os SUVs de luxo totalmente elétricos sejam um segmento lucrativo nos próximos anos, aproveitando a crescente demanda do consumidor por EVs e SUVs de luxo.

Embora esteja atrasada para começar a eletrificar sua linha, em comparação com outras marcas, está alcançando rapidamente os planos de vender nove EVs até o final do ano. Assim, o Mercedes-Benz EQS tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2022 na Europa e EUA, mas sem preço definido.

 

 

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Ford Mustang eleito o esportivo mais vendido pelo 7º ano consecutivo

Pelo sétimo ano consecutivo, a Ford celebra a liderança em vendas de modelos cupê esportivo no mundo. Foram cerca de 70 mil unidades vendidas em 2021, o que garantiu o primeiro lugar na categoria. Esses números consideram somente as vendas das carrocerias cupê e conversível e não inclui os números do crossover elétrico Mustang Mach-E.

“Quando entusiastas de todo o mundo entram em um Mustang, eles descobrem essa sensação de liberdade e experimentam a estrada livre. Esse sentimento, juntamente com um design icônico, trens de força incríveis e uma comunidade global apaixonada contribuem para tornar Mustang um líder de vendas pelo sétimo ano consecutivo”, comentou Kumar Galhotra, presidente da Ford Blue.

Os Estados Unidos seguem como maior consumidor do esportivo, sendo responsáveis por 76% das vendas apenas em 2021. Outros países que se destacaram em relação ao número de vendas do ano anterior foram Nova Zelândia, com aumento de 54,3% nas vendas e a Coréia do Sul com mais 16,6%.  O Brasil também entrou nessa lista com crescimento de 37,3% em comparação com 2020. Foram 485 unidades emplacadas em 2021, ficando atrás apenas do Porsche 911 que vendeu 878 unidades no ano.

Os números mostram a constante evolução do Mustang que já é o veículo esportivo mais vendido no mercado brasileiro no primeiro trimestre desse ano, com 87 unidades emplacadas. Somando mais de 2.300 emplacamentos desde o ano do seu lançamento no país em 2018.

O Mustang continua empenhado em manter-se no topo e atualmente já se prepara para ganhar uma nova geração. Os testes estão sendo realizados e a previsão de chegada ao mercado é entre o final desse ano ou no início de 2023, já como linha 2024.

A aposta é num design parecido com o modelo atual mas com linhas evolutivas e focado na evolução técnica para que ele continue competitivo. Quanto a parte mecânica, deverá manter o tradicional motor V8, que tanto agrada aos fãs mais tradicionais do modelo. Mas deverá investir também em versões híbridas, além de contar com tração integral, algo inédito na história do esportivo.

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