Novo Toyota RAV4 Plug-In Hybrid chega ao mercado brasileiro

A Toyota segue com a estratégia de expandir sua oferta de veículos eletrificados no Brasil com a chegada do RAV4 XSE Plug-in Hybrid.

A inédita versão XSE Plug-in Hybrid reforça o compromisso da fabricante em diversificar tecnologias (multi-pathway), demonstrando seu comprometimento com a evolução e adaptação às demandas específicas de cada mercado. 

“O RAV4 Plug-in Hybrid reforça a já robusta oferta de produtos eletrificados da Toyota no Brasil. A nova versão é mais uma alternativa em impulsionar a descarbonização por meio de novas tecnologias de eletrificação alinhadas ao contexto local e às necessidades dos clientes. Na Toyota, assumimos o compromisso de oferecer opções de mobilidade sustentáveis e de alta qualidade aos consumidores brasileiros”, destaca Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil.

 

 

 

 

 

A Toyota utilizou sua experiência como líder mundial em eletrificação para desenvolver um veículo que combina eficiência e desempenho.

O RAV4 Plug-in Hybrid tem excelente autonomia de 55 km no modo totalmente elétrico e potência combinada de 306 cv.

Outras novidades da versão XSE Plug-in Hybrid são o cluster com tela TFT de 12,3 polegadas, a nova multimídia com tela de 10,5 polegadas e um head-up display com informações sobre trajeto, velocidade e piloto automático.

 

 

 

 

 

A Toyota é líder global em eletrificados com mais de 20 milhões de veículos comercializados, que contribuíram cumulativamente para uma redução de mais de 160 milhões de toneladas de CO2.

No Brasil, a fabricante celebra em 2024 onze anos da introdução do primeiro veículo híbrido do mercado nacional.

O Prius, lançado em 2013, colaborou para a popularização de uma tecnologia até então desconhecida no País.

Seguindo uma trajetória de pioneirismo e evolução no desenvolvimento de novas tecnologias, a Toyota também foi a primeira a lançar, em 2019, o consagrado sistema híbrido flex, apresentado oficialmente no Corolla sedã, e que também equipa o SUV Corolla Cross desde 2021.

Atualmente, a Toyota e a Lexus correspondem por 40% dos modelos eletrificados em circulação nas ruas do Brasil.

Até 2026, a fabricante investirá R$ 5 bilhões na produção de um novo veículo compacto híbrido flex, com produção prevista para 2025, e desenvolverá outro modelo com a mesma tecnologia especialmente para o Brasil.

Paralelamente, a montadora realiza no País testes pioneiros com a tecnologia híbrida plug-in utilizando etanol, que estão associados a uma possível futura produção nacional de veículos PHEV-FFV (híbridos plug-in flex fuel).

Tais iniciativas reforçam o compromisso da Toyota com a inovação e a sustentabilidade no mercado brasileiro.

O RAV4, um ícone global com mais de 10 milhões de unidades comercializadas, continua a evoluir com a tecnologia híbrida plug-in.

O novo RAV4 Plug-in Hybrid redefine os padrões de desempenho e eficiência com seu conjunto Hybrid Dynamic Force, que une um motor a combustão de 2.5 litros, com 185 cv e 223 Nm, a dois motores elétricos, o dianteiro de 182 cv e 270 Nm, e o traseiro de 54 cv e 121 Nm.

Este conjunto entrega uma potência combinada de 306 cv e, aliado à transmissão CVT, leva o RAV4 de 0 a 100 km/h em apenas 6,0 segundos. Sua autonomia é de 55 km no modo totalmente elétrico. 

“O híbrido plug-in complementa nossa oferta de veículos eletrificados atendendo a um segmento de clientes que deseja uma atuação maior do veículo no modo EV”, comenta José Ricardo Gomes, Diretor Comercial da Toyota do Brasil.

 

 

 

 

 

Outro grande destaque do RAV4 Plug-in Hybrid é sua economia de combustível: o modelo alcança uma média estimada de 35 km/l em ambientes urbanos e 30 km/l em estradas, números impressionantes para um veículo desse porte.

O RAV4 possui quatro modos de operação diferentes para seu sistema híbrido plug-in: Modo Normal, Modo ECO, Modo EV (elétrico) e Modo Sport.

O SUV vem equipado com um carregador portátil convencional 2,3Kw e um wallbox de 7,4Kw, que permite a recarga das baterias em 2,5 horas.

A facilidade de carregamento é uma característica dos veículos híbridos plug-in da Toyota.

A tomada está localizada no para-lama traseiro direito, sendo acessível através de uma tampa que trava e destrava automaticamente com a abertura ou fechamento do veículo.

O compartimento possui proteção térmica e uma luz indicadora para mostrar quando o carregamento está em andamento ou concluído.

 

 

 

 

 

O SUV apresenta novidades em relação à versão SX Connect Hybrid.

A linha 2024 chega com tela áudio de alta resolução HD de 10,5 polegadas, com conexão para smartphones e tablets, por meio do espelhamento com Android Auto ou Apple CarPlay, com visualização da câmera de ré traseira com linha guia dinâmica.

O computador de bordo tem tela TFT colorida de 12,3 polegadas, que facilita a visualização do condutor.

O modelo ainda conta Head-up display colorido que apresenta informações de velocidade, TSS, reconhecimento de placa, informação central multimídia.

No quesito itens de conveniência, o SUV dispõe de ar-condicionado digital de duas zonas, e acionamento remoto, com abertura e fechamento da tampa do porta-malas usando remotamente a chave do veículo.

O RAV4 nesta versão híbrida plug-in ainda oferece espelhos retrovisores externos autorretrateis com ajustes elétricos, indicador de direção, e sistema de aquecimento (desembaçador) welcome light.

Em seu compromisso contínuo com a segurança, a Toyota equipou o SUV com uma série de novos recursos.

O RAV4 possui Assistência de Permanência de Faixa e Alerta de Oscilação (LTA, LDA e SWS), projetada para monitorar as marcações da estrada e ajustar automaticamente a direção para ajudar o motorista a permanecer na faixa, fornecendo suporte de direção adicional e alertas sonoros.

Além disso, o sistema LTA traz câmera de reconhecimento frontal, radar e sensor de monitoramento de ponto cego (BSM), auxiliando o condutor em diferentes situações.

Traz ainda assistência de Farol Alto Automático (AHB) e possui aviso de saída de faixa com opção de som e/ou vibração do volante.

Esses avançados recursos de segurança garantem uma experiência de condução mais segura e tranquila para os motoristas do RAV4 Plug-in Hybrid.

O Toyota Safety Sense (TSS) segue presente no SUV, com o Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS), que também detecta pedestres e ciclistas, com frenagem automática de emergência.

O Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) foi melhorado e pode ser ajustado em todas as velocidades, com reconhecimento de placas de trânsito e redução de velocidade em curvas.

Vale ressaltar que todos esses sistemas são projetados para auxiliar o motorista em situações adversas de direção, e não para substituí-lo.

A lista de segurança do veículo inclui ainda sete airbags: dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho, para o motorista.

Também estão presentes Controle de Estabilidade (VSC), Assistente de Partida em Rampa (HAC), freios ABS com EBD, Assistência à Frenagem de Emergência (BAS), Luzes de Freio de Emergência (EBS) e dois pontos de ancoragem Isofix, com dois pontos de amarração superior e controle de Tração (TRC).

Como empresa provedora de soluções de mobilidade, a Toyota também oferece o novo RAV4 Plug-in Hybrid para aluguel, inicialmente, por meio da KINTO e seu serviço KINTO One Fleet, focado em gestão de frotas corporativas.

Para saber mais, acesse https://kintomobility.com.br/.

Como todos os produtos da marca Toyota no Brasil, o RAV4 Plug-in Hybrid tem garantia de 5 anos, com o acréscimo de 3 anos em garantia para o sistema híbrido/elétrico, ou 100 mil km (o que ocorrer primeiro).

Os clientes brasileiros também contam com o apoio e os serviços do melhor pós-venda do país, que tem como objetivo proporcionar experiência completa e de excelência na compra, manutenção e recompra de um modelo Toyota.

O SUV chega ao mercado em cinco opções de cores: Branco Lunar, Prata Névoa , Cinza Granito, Azul Topázio e Vermelho Emoção.

Independentemente da cor escolhida, o teto do RAV4 Plug-in Hybrid sempre é na cor preta (Dual Tone).

O RAV4 Plug-in Hybrid na versão XSE estará disponível em concessionárias selecionadas da Toyota a partir deste mês de abril por R$ 399.990,00.

 

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Toyota Corolla e Corolla Cross são os veículos flex mais econômicos no Brasil em 2023, revela Inmetro

A Toyota atingiu um marco importante no mercado automobilístico brasileiro, com o Corolla e o Corolla Cross sendo reconhecidos como os veículos mais econômicos segundo a lista atualizada do Inmetro para 2023.

Os modelos destacaram-se pela eficiência da tecnologia híbrida flex que combina um motor elétrico com o convencional, reduzindo o consumo de combustível e as emissões de poluentes. 

“Estamos extremamente orgulhosos pela liderança dos modelos Corolla e Corolla Cross no ranking do Inmetro. O resultado é consequência direta do uso da propulsão híbrida flex, que utiliza o auxílio do motor elétrico, poupando combustível e evitando emissões de poluentes, refletindo nosso compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade. Esta conquista é um testemunho do nosso esforço em promover a descarbonização e oferecer aos nossos clientes veículos eletrificados mais acessíveis, que ofereçam eficiência e praticidade, já que não precisam ser carregados em tomada”, disse Roberto Braun, Diretor de Comunicação, Presidente da Fundação Toyota, e porta-voz da área de ESG da Toyota do Brasil. 

O ranking divulgado, que inclui 975 modelos e versões de carros de passeio e comerciais leves de 35 montadoras diferentes, é parte do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que completou 15 anos em 2023 e mede o consumo energético em MJ/km (megajoules por quilômetro) e em km/l, determinando a eficiência de cada modelo.

Ou seja, quanto menor for o consumo energético a cada km rodado, mais eficiente o automóvel. Os carros são classificados de “A” (mais eficientes) a “E” (menos eficientes), com base em testes padronizados e controlados. 

A tecnologia híbrida flex da Toyota, exclusiva e acessível, se diferencia no mercado por não requerer recarga, adaptando-se com facilidade à rotina dos motoristas.

Além disso, destaca-se por sua eficiência em reduzir emissões de carbono, especialmente quando abastecida com etanol, um combustível renovável nacional.

Ela atende às crescentes demandas por soluções sustentáveis ao oferecer uma redução significativa nas emissões de poluentes, ultrapassando 30% em comparação com veículos flex fuel convencionais. 

A fabricação desses modelos no Brasil tem impacto positivo na economia local, gerando empregos diretos e indiretos (considerando a toda a cadeia produtiva), fomentando o desenvolvimento econômico e social.

É essa junção da tecnologia japonesa com a expertise brasileira que coloca a Toyota na vanguarda da inovação automotiva sustentável no país.

Os modelos híbridos flex da Toyota são soluções práticas, acessíveis e competitivas, que valorizam um recurso nacional renovável, contribuindo para a geração de negócios e riqueza no país.

“Impossível também não destacar a importância do etanol de cana-de-açúcar, biocombustível de baixo carbono, no sucesso da tecnologia híbrida flex ao ver esses resultados. Desde o lançamento dos veículos flex em 2003, o uso do etanol no Brasil tem evitado a emissão de milhões de toneladas de CO2, contribuindo significativamente para a sustentabilidade ambiental e a geração de empregos”, reforça Braun. 

Resultados dos testes

Toyota Corolla

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,21 MJ/km

Consumo cidade – 12,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11,1 km/l (etanol)

Consumo cidade – 18,5 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,7 km/l (gasolina)

Toyota Corolla Cross

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,31 MJ/km

Consumo cidade – 11,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 9,7 km/l (etanol)

Consumo cidade – 17,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 14,7 km/l (gasolina)

 

 

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Renault anuncia oito novos veículos para um crescimento internacional mais rentável

A Renault é a marca de automóveis francesa mais vendida no mundo, com 43% de suas vendas nos mercados internacionais fora da Europa, o que representou 634.124 unidades em 2022 e está abrindo mais que um novo capítulo em sua história internacional.

Este novo impulso, que faz parte do plano estratégico Renaulution, está se anunciando graças ao lançamento de oito novos modelos até 2027.

Com um investimento de 3 bilhões de euros, esta ofensiva vai permitir que a marca tenha ganhos de performance nas regiões que têm uma importância-chave e histórica.

A Renault ambiciona uma margem operacional de dois dígitos e um preço líquido por veículo vendido multiplicado por dois fora da Europa em 2027, em comparação com 2019.

Assim como na Europa, a marca vai equilibrar o seu mix de segmentos graças a uma ofensiva com cinco novos produtos nos segmentos C e D, nos mercados internacionais.

Ao mesmo tempo, no próximo ano ela vai fortalecer sua posição no segmento B, com a comercialização do Novo Kardian na América Latina e no Marrocos.

A redução das emissões de CO2 dos futuros veículos também é um importante pilar deste plano batizado de “Renault brand international game plan 2027”.

Isso será possível inicialmente graças à hibridização das motorizações da futura gama de produtos, mas também graças ao lançamento comercial de modelos E-Tech elétricos em vários países fora da Europa, como o Megane E-Tech elétrico já lançado no Brasil e na Turquia.

Com isso, a Renault tem a ambição de vender um modelo na versão híbrida ou elétrica a cada três veículos comercializados fora da Europa até 2027. 

“Agora que a renovação dos nossos produtos está dando frutos na Europa, vamos fazer com que nossa marca seja mais global e rentável. Por isso, a Renault está intensificando sua ofensiva nos mercados internacionais com o lançamento de oito novos veículos até 2027, baseados em um número reduzido de plataformas compartilhadas entre diferentes regiões, para aumentar nossas sinergias”, disse Fabrice Cambolive, CEO da marca Renault.

Para aumentar ainda mais a competitividade e maximizar as sinergias nos mercados internacionais, a Renault vai adaptar seu catálogo graças a uma nova plataforma modular do Renault Group com vocação mundial.

Ela será montada em quatro regiões industriais: América Latina, Turquia, Marrocos e Índia.

Com uma arquitetura ajustável e flexível, esta plataforma permite uma diversidade de: comprimentos dos veículos entre 4 e 5 metros, entre eixos, com quatro medidas possíveis de 2,60 m a 3 m, módulos traseiros, com três comprimentos diferentes e fontes de energia e novas motorizações, oferecendo mais eficiência em termos de consumo e emissões de CO2.

A grande flexibilidade desta plataforma vai permitir oferecer aos clientes carrocerias e silhuetas bastante diferentes.

Para compreender as várias possibilidades de veículos baseados nesta nova plataforma do Renault Group, basta olhar o Novo Kardian, um SUV compacto do segmento B, ao lado do Niagara Concept, uma picape equipada com a nova tecnologia de motorização E‑Tech híbrida 4×4.

Esta plataforma vai contar com uma arquitetura elétrica e eletrônica de última geração, compatível com todas as regulamentações em vigor atualmente e em um futuro próximo.

“A própria arquitetura desta nova plataforma modular do Renault Group é extremamente flexível e competitiva. Com ela, poderemos oferecer modelos que agregam muito mais valor, eficiência e tecnologias relevantes aos nossos clientes em todo o mundo. Ela é um diferencial competitivo para que possamos nos destacar e avançar em nossa ofensiva mundial, graças a uma ampla gama de veículos. Estes produtos vão exibir um design fiel à nova identidade de marca da Renault, oferecendo tecnologias de motores adaptados a diferentes necessidades, além de baixo consumo, prazer de dirigir, um alto nível de conforto e comodidade, que fazem parte do DNA da nossa marca”, afirma Bruno Vanel, Vice-Presidente de Performance de Produto da marca Renault.

A plataforma CMA (Compact Modular Architecture) faz parte da parceria firmada entre o Renault Group e o Geely Holding Group, em 2022.

Esta plataforma vai servir de base aos veículos topo de linha dos segmentos D e E, nas versões versão 4×2 e 4×4, comercializados principalmente com motorizações híbridas.

Estes veículos serão desenvolvidos pelo centro de engenharia de Seul e serão produzidos na fábrica de Busan.

O primeiro veículo da Renault Korea Motors desenvolvido com base nesta plataforma será apresentado no fim do primeiro semestre de 2024.

Niagara Concept representa nova ofensiva internacional

Com o Niagara Concept, a Renault está iniciando uma nova etapa de sua história nos mercados internacionais, trazendo um sopro de modernidade.

Com uma forte personalidade bastante forte, linhas exuberantes e decididamente modernas, este conceito antecipa o futuro estilo da gama de veículos Renault baseado na nova plataforma modular do Renault Group.

O Niagara Concept é ao mesmo tempo robusto e potente, sofisticado e repleto de tecnologias, fazendo um convite para viajar sem limites.

Com curvas generosas e detalhes esculpidos, ele representa os valores da Renault e reflete sua nova linguagem de design, ao mesmo tempo emocional e tecnológica.

A grade frontal é robusta e contemporânea, esculpida como se fosse um mineral com efeito único em 3D. As letras que formam o nome Renault têm um acabamento em estilo “pixel art”, fortemente inspirado na cultura pop.

A assinatura luminosa em forma de sobrancelhas é vibrante, expressiva e decididamente tecnológica.

O Niagara Concept mostra logo de cara que tem potencial para as condições de rodagem mais extremas.

Na frente, o protetor de cárter é proeminente e a distância em relação ao solo é mais alta. O veículo também conta com suspensão de longo curso e grandes ângulos tanto na frente como na traseira.

Assim, ele ostenta todas as referências mais características do mundo das picapes. Verticalizada e imponente, a frente exibe uma forte personalidade.

Os ombros largos acompanham a parte superior do contorno da carroceria, reforçando o aspecto de robustez do veículo.

Já na traseira, a ligação entre a inclinação do teto e a coluna traseira recurvada confere ao modelo dinamismo e esportividade.

O Niagara Concept apresenta camuflagem inspirada nas linhas e padrões do logo da marca.

Este envelopamento gráfico destaca a versatilidade do veículo, com a cor verde que simboliza a aventura, o amarelo para a esportividade e cinza claro para o lado técnico, com um fundo na cor preta que simboliza a potência.

“O Niagara Concept materializa o estilo da futura gama internacional da marca Renault. Robusto e potente, com linhas exageradas e exuberantes, este conceito exploratório também é sofisticado e recheado de tecnologias, prometendo uma viagem sem limites”, disse Gilles Vidal, Vice-Presidente de Design da Renault.

Baseado na nova plataforma extremamente flexível do Renault Group, o Niagara Concept oferece um excelente conforto a bordo.

A motorização é eficiente graças à tecnologia E-Tech Hybrid 4×4 e um duplo ajuste técnico: a motorização mild hybrid advanced (48 v) na frente, complementada por um motor elétrico adicional na traseira.

Por isso, o Niagara Concept é um modelo 4×4 com performance off-road otimizada. Esta motorização permite cobrir metade dos trajetos diários no modo 100% elétrico, com redução equivalente nas emissões de CO2.

O Niagara Concept antecipa os futuros modelos de produção em série que serão lançados nos mercados internacionais da Renault até 2027.

 

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Volvo anuncia produção do seu último veículo a diesel no início de 2024

A Volvo tem o compromisso de, até 2030, produzir e comercializar apenas carros elétricos e, até 2040, ser uma empresa 100% neutra para o clima.

Para se aproximar desses objetivos, a empresa anunciou, durante a Semana do Clima de Nova York (entre os dias 17 e 24 de setembro), que irá produzir no início de 2024 seu último carro a diesel. 

Com esse anúncio, a Volvo se torna uma das primeiras empresas do setor automotivo a dar esse passo e comprova que os objetivos da companhia de se tornar 100% elétrica não são apenas ambiciosos, mas estão em pleno desenvolvimento.

O anúncio segue a decisão do ano passado de parar o desenvolvimento de novos motores à combustão.

“Motores elétricos são o futuro, e são superiores a motores a combustão: eles geram menos barulho, menos vibração e menos custos de manutenção e zero emissões. Nós estamos 100% focados em criar um vasto portfólio de carros premium 100% elétricos que entregam tudo o que nossos consumidores esperam de um Volvo – e são uma parte importante da nossa resposta à mudança climática”, afirmou Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

A Volvo optou por mergulhar de cabeça na estratégia da eletrificação para se tornar parte da solução de um problema causado pela própria indústria automotiva, onde ela se inclui.

O último relatório do Clima Global, divulgado pela Organização das Nações Unidas, ressaltou a emergência climática que a humanidade enfrenta, assim como a necessidade de ações urgentes. 

“O que o mundo precisa agora, nesse momento crítico para a humanidade e para o nosso planeta, é de liderança. Já passou da hora dos líderes da política e da indústria de serem fortes e decisivos, e entregarem políticas e ações relevantes para combater a mudança climática. Estamos comprometidos em fazer nossa parte e encorajar nossos colegas de setor e líderes políticos ao redor do mundo a fazer a parte deles”, disse Jim Rowan.

Para tentar convencer mais empresas a entrar nessa luta, o diretor de sustentabilidade global da Volvo, Anders Kärrberg, fez parte de um evento organizado pela Accelerating to Zero (A2Z) na Semana do Clima de Nova York.

Lançada durante a COP27, a A2Z reúne os principais signatários da Declaração de Glasgow para veículos de emissão zero, da qual a Volvo faz parte. 

Embora os objetivos da eletrificação da companhia sejam mais ambiciosos do que isso, a intenção de participar do evento é inspirar outras companhias a serem mais audaciosas para tomar ações contra a mudança climática. 

A decisão da Volvo de parar completamente de produzir carros a diesel no início de 2024 demonstra quão rápido a indústria e os consumidores estão mudando devido à crise climática. 

Apenas há quatro anos, o motor a diesel era o produto mais popular da empresa na Europa.

A grande maioria dos carros vendidos no continente em 2019 eram movidos a diesel, uma vez que os modelos elétricos estavam apenas começando a se inserir no mercado.

A tendência se inverteu rapidamente desde então, movida por uma demanda de mercado, leis de emissão de carbono mais rigorosas e o foco da companhia em eletrificação.

A maioria das vendas na Europa, agora, consistem de carros eletrificados, sejam eles híbridos ou 100% elétricos.

Menos carros a diesel nas ruas tem também um efeito positivo na qualidade do ar das cidades; enquanto os motores a diesel emitem menos CO2 que os motores a gasolina, eles emitem mais gases como óxidos de nitrogênio (NOx) que tem um efeito adverso na qualidade do ar, especialmente em áreas urbanizadas.

 

 

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GM reduz 35 toneladas de CO² por ano com transporte sustentável de peças

Como parte de sua estratégia de sustentabilidade, a GM iniciou recentemente um projeto que consiste no uso de caminhões elétricos e a gás.

Isso permitirá uma redução na emissão de aproximadamente 35 toneladas de CO² por ano.

Esses veículos circulam no Estado de São Paulo, em trajetos entre as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, o centro de distribuição de Sorocaba e concessionárias da região.

Nesta fase inicial, a empresa está utilizando quatro veículos especiais de transporte de carga pesada, que rodarão aproximadamente 80 mil quilômetros por ano.

A iniciativa é um primeiro passo rumo à transformação das operações logísticas em um modelo de redução de emissões de carbono, e está alinhada à visão da empresa de um futuro elétrico e sustentável.

Vale destacar que a fabricante já anunciou a meta global de atingir a neutralidade de carbono em toda a sua operação até 2035.

Neste momento, a GM está desenvolvendo os fluxos para, oportunamente, avaliar a expansão do projeto.

Tudo isso considerando otimizações e também a evolução da tecnologia, um exemplo é que a companhia já está estudando o uso de caminhões cegonha a gás ainda em 2023.

Os caminhões elétricos e a gás utilizados são fruto de parceria com as empresas JSL, Ceva Logistics e Tegma Gestão Logística.

Esses veículos transportam peças como motores, transmissões e para-choques entre fábricas, além de acessórios e peças de reposição para concessionárias.

Vale destacar que três caminhões elétricos são dirigidos exclusivamente por mulheres, o que segue a estratégia global da companhia de se tornar a mais inclusiva e diversa do mundo.

“Para a GM, sustentabilidade é uma das prioridades dentro da filosofia de evolução contínua da empresa e isso inclui nossos processos logísticos. Portanto, estamos muito orgulhosos por implementar esse projeto, que é mais uma iniciativa para contribuirmos com a redução das emissões de CO² em todas nossas operações globalmente”, comenta Marcio Lucon, diretor-executivo de Compras e Supply Chain da GM América do Sul.

Iniciativas para tornar a logística da GM mais sustentável

Além de iniciar a renovação da frota de transporte com veículos movidos a energias alternativas, como caminhões elétricos, a GM tem uma série de projetos de redução da emissão de CO² em seus processos de logística, como por exemplo:

  • Uso do modal cabotagem (cargas marítimas entre portos de um mesmo país) para o transporte de 100% das peças na região Norte do Brasil, que permite uma redução de 340 toneladas de carbono por ano em comparação ao transporte rodoviário.
  • Instalação de 50 rebocadores que utilizam bateria de lithium de última geração para reduzir a emissão de cerca de 1,5 tonelada de carbono por ano, em comparação ao uso dos rebocadores a gás.
  • Substituição do uso de papel por um sistema eletrônico de rastreabilidade no processo de qualidade dos produtos em todas as etapas da cadeia de suprimentos das operações da GM. Isso permitiu a redução do uso de 2 milhões de folhas de papel por ano, o que equivale à plantação de 267 árvores.

 

 

 

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Stellantis participa do maior evento do Brasil sobre mobilidade elétrica

O futuro da mobilidade elétrica no Brasil foi tema de debate realizado em Brasília na última quarta-feira, 14 de junho, pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

A Stellantis, maior fabricante de veículos do Brasil e da América do Sul, é uma das participantes do evento.

Este evento aborda os desafios da eletrificação no cenário brasileiro comparativamente com as experiências de países da Europa, Ásia, e América do Norte.

 O seminário, denominado “Anfavea: Conduzindo o Futuro da Eletrificação no Brasil”, acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.  

A Stellantis é uma das fabricantes que oferece uma das maiores gamas de modelos eletrificados no Brasil, abrangendo carros de passeio e veículos comerciais leves.

Durante a programação do evento, a empresa está expondo sete veículos: o híbrido Jeep Compass 4xe, os elétricos Fiat 500e, Peugeot e-208 GT e Peugeot e-2008.

Além dos comerciais Fiat e-Scudo, Citroën ë-Jumpy e Peugeot e-EXPERT.  

“A eletrificação é um dos caminhos para se alcançar a descarbonização da mobilidade e os veículos elétricos se tornam uma tendência global, tanto para uso diário quanto para as atividades profissionais. A Stellantis foi constituída com uma visão de mobilidade sustentável e acredita que a combinação do etanol com eletrificação é o caminho mais rápido e apropriado para o Brasil, por oferecer uma alternativa sustentável e acessível para uma crescente eletrificação da frota brasileira”, afirma o presidente da Stellantis para América do Sul, Antonio Filosa.  

Além da exposição de carros elétricos, o evento da Anfavea conta também com painéis de debates sobre experiências internacionais da mobilidade elétrica veicular.

Conta também com produção local de veículos elétricos e baterias, cadeia de fornecimento de peças, componentes e tecnologia.

Tem ainda infraestrutura de geração, transmissão e distribuição de energia e novas tecnologias e materiais usados na eletrificação.

Portfólio Stellantis 

Jeep Compass 4xe

O Jeep Compass S 4xe híbrido plug-in chegou ao mercado com a importante missão de estrear a gama eletrificada da Jeep no Brasil.

Reunindo performance, tecnologia e sofisticação, o modelo impressiona por onde passa.

Com eficiência e performance únicas, seus motores permitem aceleração de 0 a 100 km/h que ocorre em 6,8 segundos.

A velocidade máxima é de até 206 km/h, além de consumo de até 30 km pelo ciclo Inmetro (44 km pelo padrão WLTP).

Jeep Compass 4xe

Fiat 500e

O 500e, um dos veículos mais icônicos da indústria automotiva mundial foi o primeiro modelo 100% elétrico da Fiat comercializado no Brasil.

O modelo é histórico, responsável pela mobilidade inteligente desde seu lançamento na Europa do pós-guerra, em 1957.

Ele apresentou aos consumidores brasileiros como a Fiat está atenta às demandas da sociedade atual, que busca uma mobilidade sustentável, urbana, conectada e autônoma.

Vale destacar que o modelo possui autonomia de 227 quilômetros (ciclo Inmetro) / 320 quilômetros (ciclo WLTP).

Fiat 500e

Fiat e-Scudo

O e-Scudo, primeiro utilitário 100% elétrico no Brasil da Fiat, possui impressionante autonomia de 289 km (ciclo Inmetro).

Equipado com motor elétrico com 136 cv de potência (100 kW) e 260 Nm de torque imediato.

Ele não emite CO2, ruídos e vibrações, promovendo uma condução suave e com torque disponível instantaneamente.

Outro destaque é o fácil carregamento com carga rápida de até 80% em 48 minutos.

Fiat e-Scudo

Peugeot e-208 GT

O hatch elétrico e-208 GT trouxe ainda mais sofisticação e tecnologia para a Peugeot.

A versão simboliza a proposta da marca do Leão, em se destacar, especialmente, nos pilares do design e da eletrificação.

O modelo pode ter 80% da bateria carregada em menos de 30 minutos, caso o usuário utilize uma estação de recarga rápida de 100 kW (corrente contínua).

Os dados de utilização e consumo da bateria e do powertrain elétrico são ilustrados no painel.

Peugeot e-208 GT

Peugeot e-2008 

O Peugeot e-2008 oferece muita performance, graças a um motor que entrega 26,5 kgfm de torque de forma quase instantânea e 136 cv (kw) de potência.

Tem três diferentes modos de condução e uma bateria de alta performance que garante 345 km de autonomia, segundo Inmetro.

A recarga rápida de 80% em até 30 minutos (estações de 100 kW).

Peugeot e-2008

Peugeot e-EXPERT

O Peugeot e-EXPERT é o segundo veículo elétrico da marca e representa a continuação da ofensiva de eletrificação da Peugeot para América do Sul.

O utilitário chega ao mercado brasileiro em versão única, com conjunto de baterias de íons de lítio de 75 kWh e OBC de 11kW trifásico.

É capaz de garantir até 330km de autonomia em consumo de ciclo urbano no Brasil, segundo Inmetro.

Peugeot e-EXPERT

Citroën ë-Jumpy

Protagonista no mercado de Veículos Utilitários Leves, a Citroën materializa todo seu know how global no ë-Jumpy.

Ele é o primeiro furgão médio 100% elétrico da marca no Brasil.

Com uma autonomia de até 289 km (padrão Inmetro), o utilitário elétrico pode ser conduzido por pessoas habilitadas com CNH de categoria B.

O veículo segue conquistando o mercado com sua versatilidade.

Citroën ë-Jumpy

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EVs são estratégicos para descarbonização do Brasil

Relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o aquecimento global é mais alarmante do que se imaginava.

O reflexo disso são eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Diante da urgência de medidas para a descarbonização do planeta, diversos países estão estabelecendo ações de contenção.

Um exemplo disso seria estipular uma data limite para o comércio de veículos à combustão já nas próximas décadas.

Entre os grandes mercados de automóveis, o Brasil se destaca pela baixa emissão de gás carbônico (CO2) pelo setor de transporte, que tem o etanol como alternativa à gasolina.

O combustível vegetal representa hoje aproximadamente 30% da escolha do consumidor no abastecimento de veículos flex no país.

“Apesar da notabilidade do papel do etanol, o Brasil não pode deixar de buscar alternativas mais eficientes, como o carro elétrico, o único que não emite gás carbônico ou poluentes por onde roda. Por isso nem escapamento tem”, observa Elbi Kremer, diretor de Engenharia e Planejamento de Produto da GM América do Sul.

Para especialistas, a melhor maneira de calcular a emissão de CO2 de um automóvel na atmosfera é somando o que ele emite durante o seu uso mais o impacto que a produção do seu combustível provoca no meio ambiente.

É a famosa equação do poço à roda, cujo parâmetros variam de mercado para mercado, de acordo com a matriz energética.

Por isso a emissão de um veículo elétrico num país no qual a matriz energética está baseada na queima de carvão mineral ou de outros combustíveis fosseis vai ser bem diferente da emissão de um EV utilizado no Brasil.

Hoje 86% de energia elétrica do país vem de fonte renovável, hidroelétricas, parques solares e eólicos.

Encomendada pelo Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), a metodologia de cálculo do poço à roda no Brasil foi desenvolvida por técnicos da indústria, governo, fornecedores e acadêmicos.

Ela considera a intensidade de carbono da matriz energética nacional e os cálculos de eficiência energética dos veículos do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE) do Inmetro.

Neste contexto, nota-se uma gradualidade entre modelos de mesma categoria, sendo um EV, em média, 50% mais sustentável que um híbrido flex.

O modelo híbrido é abastecido somente com etanol e quase dez vezes mais sustentável que um carro tradicional movido apenas a gasolina.

A fórmula para cálculo da equação do poço à roda com dados da matriz energética brasileira está no site da AEA.

As informações de eficiência energética dos veículos disponíveis no país são publicados pelo Inmetro.

“Pela perspectiva da convergência global e potencial futuro de exportação da indústria nacional é indiscutível que o EV é a melhor solução”, complementa Kremer.

De acordo com o executivo, o etanol ainda pode ser aproveitado lá na frente de forma estratégica para a produção de hidrogênio verde, por exemplo.

É consenso que não existe apenas uma solução à questão da descarbonização.

Por isso a GM vai continuar investindo em tecnologias para reduzir a emissão dos seus veículos a combustão e ampliando sua linha de EVs no país.

Já em relação a América do Sul, a região tem potencial para se transformar em polo de produção e exportação de tecnologias e de veículos elétricos.

A começar pelas grandes reservas de matérias-primas, essenciais para a produção de baterias.

Outro fator estratégico é o talento da engenharia local, referência global no desenvolvimento de veículos de sucesso.

A região conta ainda com um amplo parque industrial e um grande mercado consumidor em potencial.

Para aproveitar esta janela de oportunidade mundial, o país precisa estabelecer regras claras e políticas públicas de fomento que permitam a adoção em massa dos EVs e, consequentemente, a sua industrialização.

 

 

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General Motors lança relatório de sustentabilidade de 2022

A General Motors divulgou seu Relatório de Sustentabilidade de 2022, focado no progresso da empresa em direção à sua visão de um futuro totalmente elétrico.

No documento, a companhia ressalta os investimentos para escalar rapidamente a capacidade de produção de veículos elétricos e as parcerias para melhorar a sustentabilidade da cadeia de suprimentos da GM.

Além dos esforços feitos para garantir a energia renovável necessária para abastecer suas instalações nos Estados Unidos até 2025.

A companhia se comprometeu com a neutralidade de carbono em suas produções e operações globais até 2040.

Também tem metas aprovadas pela iniciativa Science Based Targets para reduções de gases de efeito estufa.

O relatório detalha como a GM está trabalhando em direção a essas metas em suas áreas prioritárias de inovação, meio ambiente, responsabilidade social e governança.

“Na GM, o nosso foco é ajudar a criar um futuro totalmente elétrico que funcione para todos. Além de fabricar EVs acessíveis, estamos trabalhando para melhorar nossa cadeia de suprimentos, investindo em comunidades e promovendo soluções de energia limpa. É uma grande missão e estou orgulhosa do progresso que fizemos e de nossa perseverança em liderar o caminho”, disse Kristen Siemen, diretora de sustentabilidade da GM.

Por meio de investimentos na fabricação de EVs e células de bateria, a GM está ampliando rapidamente sua produção para atingir a capacidade de produzir 1 milhão de EVs na América do Norte em 2025.

A companhia abriu sua primeira fábrica de baterias Ultium Cells LLC em Warren, Ohio, em agosto de 2022.

Também está planejando abrir instalações adicionais em meados de 2023 (Spring Hill, Tennessee) e no fim de 2024 (Lansing, Michigan).

Em abril, a GM também anunciou um plano para um investimento conjunto de mais de US$ 3 bilhões com a Samsung SDI.

Tudo isso para construir uma nova fábrica de células de bateria nos EUA que deve iniciar as operações em 2026 (local a ser divulgado posteriormente).

A GM e a Samsung SDI operarão juntas a instalação, projetada para ter linhas de produção para construir células prismáticas e cilíndricas ricas em níquel.

Como continua expandindo seu portfólio de EV’s, a GM está trabalhando para incorporar materiais de origem responsável em veículos.

No ano passado, juntou-se à First Movers Coalition para concreto, cimento, aço e alumínio, para trabalhar em busca de uma solução e sinalizar seu apoio ao desenvolvimento de materiais com menor emissão de CO2.

A GM também está apoiando o crescimento da geração de energia renovável por meio de investimentos diretos, geração de energia em suas unidades, tarifas ecológicas e contratos de compra.

No fim de 2022, a GM finalizou acordos de fornecimento para garantir 100% da energia necessária para abastecer todas as instalações dos EUA com energia renovável até 2025.

Demonstrando um progresso tangível na redução de emissões em suas operações comerciais.

Alguns destaques do relatório são:

  • A Cruise, subsidiária de direção autônoma da GM, lançou o primeiro serviço pago de carona sem motorista em uma grande cidade dos Estados Unidos, São Francisco, seguida pela expansão comercial nas áreas de Phoenix, Arizona e Austin, no Texas.
  • A GM garantiu todas as matérias-primas de bateria para apoiar sua meta de aumentar a capacidade para 1 milhão de unidades de EVs na América do Norte em 2025.
  • A GM Energy foi lançada – uma nova unidade de negócios que visa fornecer um ecossistema holístico de soluções de gerenciamento de energia conectada para clientes residenciais, comerciais e EVs.
  • A GM alcançou sua meta de desviar mais de 90% de seu total de resíduos operacionais de aterros sanitários, incineradores e instalações de recuperação de energia, três anos antes de sua meta de 2025.

A GM relata seus dados anuais a várias estruturas de relatórios, incluindo a Iniciativa de Relatórios Globais, Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima, Conselho de Padrões de Contabilidade de Sustentabilidade, Pacto Global da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os destaques do Relatório de Sustentabilidade mostram que no Brasil:

  • A companhia trabalhou para extrair o conteúdo de metal do filtro gerado nos processos de tratamento de efluentes em suas unidades no país. Todos os materiais com pelo menos 5 mg de metal por quilo são processados e, até o momento, quase 618 toneladas de metais foram extraídas e recicladas em aço.
  • Na unidade de São José dos Campos, foram reaproveitadas aproximadamente 60 toneladas de estrutura de aço de uma antiga linha de prensagem e uma antiga área de armazenamento de matrizes, retrabalhando para serem reinstaladas na nova linha de prensagem. Esse processo reduziu custos, evitou a compra de novas estruturas de aço e reduziu o impacto de CO2.
  • Na fábrica de São Caetano do Sul, foi construído um telhado verde, para beneficiar o meio ambiente e nossos funcionários. O espaço contém plantas e árvores nativas, um sistema de energia solar que gera eletricidade para todo o espaço e um sistema de rega automática que capta a água da chuva. Além disso, o material utilizado para proteger o entorno vem de conteúdo 100% reciclado e reaproveitado.
  • Foram realizados investimentos em diversos projetos estratégicos de conservação e restauração, como a parceria da GM com a Conservation International na região amazônica, que abrange o trabalho tanto no Brasil quanto Colômbia, Equador e Peru. Em 2022, o apoio geral para a conservação da Amazônia totalizou aproximadamente US$ 500.000.

 

 

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Volvo EX30: veículo com menor emissão de carbono da marca

O novo Volvo EX30 é um SUV pequeno e totalmente elétrico, projetado para ser seguro e ter uma pegada de CO₂ menor do que qualquer carro produzido pela marca.

Ao abordar as emissões em toda a produção e ciclo de vida do Volvo EX30, foi possível reduzir a sua pegada de carbono total ao longo de 200.000 km de condução para menos de 30 toneladas.

Tudo isso com base na utilização de eletricidade de carregamento da União Europeia.

Será uma redução de 25% em comparação com os modelos totalmente elétricos C40 e XC40.

Um bom passo em direção ao objetivo de reduzir as emissões gerais de CO₂ por carro em 40% entre 2018 e 2025.

Como um carro totalmente elétrico, o Volvo EX30 tem zero emissões de escapamento.

Isso não só contribui para uma menor pegada de CO₂, mas também impacta na qualidade do ar de maneira significativa.

Uma nova pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia descobriu que mesmo um pequeno aumento de carros elétricos em uma determinada área tem um efeito positivo direto na quantidade de visitas ao pronto-socorro devido à asma.

Mas para reduzir a pegada de carbono geral de um carro, a eletrificação não é suficiente.

Um carro não é apenas dirigido, ele também é projetado, desenvolvido, construído e transportado.

Todas essas etapas oferecem oportunidades para reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa.

“Nosso novo EX30 é um grande passo na direção certa para nossas ambições de sustentabilidade. Até 2025, pretendemos reduzir nossas emissões gerais de CO₂ por carro em 40% em relação aos níveis de 2018 por meio de uma redução de 50% nas emissões gerais de escapamento e uma redução de 25% nas emissões de nossas operações, fornecimento de matérias-primas e cadeia de suprimentos, tudo no caminho para nossa ambição de ser uma empresa neutra em termos climáticos até 2040”, disse Anders Kärrberg, nosso head global de sustentabilidade.

Como a Volvo reduziu a pegada de CO₂ do Volvo EX30 para 75% dos modelos elétricos atuais?

Em primeiro lugar, projetar um carro menor significa que precisa de menos material para produzi-lo.

Ao usar menos aço e alumínio ao construir o novo SUV, ele também possui outros materiais que são reciclados.

Cerca de um quarto de todo o alumínio usado na construção do carro é reciclado, assim como aproximadamente 17% de todo o aço usado na produção de um Volvo EX30, reduzindo ainda mais o impacto ambiental desses materiais.

Essa abordagem continua em seu interior, porque o componente mais sustentável é aquele que não existe.

Ao utilizar a otimização como um princípio orientador de design sustentável, os designers da marca conseguiram combinar múltiplas funções dentro do Volvo EX30 num único componente.

Isso reduz o número de peças necessárias no interior sem comprometer a funcionalidade.

O material utilizado para o Volvo EX30 é mais uma contribuição para uma forma mais sustentável de criar carros.

Cerca de 17% de todos os plásticos do carro, desde componentes internos até para-choques externos, são reciclados, a maior porcentagem em qualquer carro Volvo até hoje.

Outra área crucial para a redução de emissões é a cadeia de produção e abastecimento, por exemplo, através do fornecimento de energia limpa.

O Volvo EX30 será construído em uma fábrica alimentada por altos níveis de energia neutra para o clima, incluindo eletricidade.

Quanto à cadeia de suprimentos, a Volvo trabalha com fornecedores de nível 1 para este carro e 95% deles se comprometeram em utilizar energia 100% renovável em sua produção até 2025 e alguns já atingiram esta meta.

Isso reflete a ambição de não apenas reduzir as emissões nas próprias operações, mas também incentivar os parceiros da cadeia de suprimentos mais ampla a fazê-lo.

O processo de produção do Volvo EX30 também foi simplificado de várias maneiras.

Isso significa que o carro representa uma das maiores taxas de utilização de material em partes estampadas da carroceria durante a fabricação.

E à medida que continua a enfrentar o desafio da rastreabilidade do material, especialmente ao produzir as baterias para o Volvo EX30, tem a tecnologia blockchain em vigor.

Essa tecnologia ajuda a rastrear matérias-primas críticas que agora incluem lítio, manganês, cobalto, grafite e níquel.

No seu interior, usa uma ampla gama de materiais reciclados e renováveis para assentos, painel e portas, incluindo materiais como jeans, linho e uma mistura de lã que também contém cerca de 70% de poliéster reciclado.

O jeans, em particular, é um bom exemplo de como usar materiais de maneiras mais inteligentes e sustentáveis.

Para criar o interior de jeans, usaram fibras que seriam resíduos do processo de reciclagem de jeans.

Quando o jeans é reciclado, as fibras trituradas são torcidas em um fio, e as fibras longas se conectam entre si.

As fibras curtas, no entanto, geralmente caem como resíduos e resgataram essas fibras curtas usando-as como nova opção de interior.

Tudo isso se soma a um carro, com o chamado cradle-to-gate, estimado em 18 toneladas.

Cradle-to-gate descreve o impacto de CO₂ desde a extração de matérias-primas até o carro acabado que chega ao revendedor, portanto, antes de ser conduzido.

Em seu fim de vida, o EX30 é projetado para ser recuperado em 95%, reciclando os materiais e recuperando energia.

Em suma, o Volvo EX30 oferece ao cliente mais margem para reduzir o tamanho e o seu impacto pessoal de CO₂.

Tudo isso sem ter de comprometer a segurança, o conforto de condução ou a conveniência.

Isso é bom para o motorista e menos prejudicial ao meio ambiente.

O novo Volvo EX30 será revelado no próximo dia 7 de junho.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Stellantis anuncia investimento estratégico em cobre na Argentina, reforçando compromisso de tornar-se carbono neutra até 2038

A Stellantis anunciou hoje investimentos de US$ 155 milhões em projeto localizado na Argentina, que contribui para o plano da Companhia de tornar-se carbono neutra até 2038.

A Companhia está adquirindo participação acionária de 14,2% na McEwen Copper, subsidiária da mineradora canadense McEwen Mining, que possui os projetos Los Azules na Argentina, e Elder Creek em Nevada, nos Estados Unidos.

Com esta participação, a Stellantis será o segundo maior acionista da McEwen Copper’s, junto com a Rio Tinto, através de sua venture de tecnologia de lixiviação de cobre, Nuton.

Los Azules planeja produzir 100 mil toneladas anuais de cobre cátodo com 99,9% de pureza a partir de 2027 e as reservas podem assegurar a operação por pelo menos 33 anos.

“A Stellantis pretende liderar a indústria com o compromisso de ser carbono neutra até 2038, uma meta que exige inovação e redefinição completa de todo o negócio. Estamos dando passos importantes na Argentina e no Brasil, com o objetivo de descarbonizar a mobilidade e de assegurar suprimentos estratégicos de matérias-primas necessárias ao sucesso dos planos globais de eletrificação da Companhia”, disse Carlos Tavares, CEO da Stellantis.

O cobre é uma matéria-primeira estratégica para o futuro da mobilidade elétrica e estima-se que a demanda global pelo metal condutor triplicará nos próximos anos.

Ao fazer este investimento em um dos 10 maiores projetos internacionais em desenvolvimento desta commodity, a Stellantis poderá suprir parte da demanda de cobre projetada a partir de 2027.

“Stellantis e McEwen são parceiros ideais para um grande projeto como Los Azules. Juntos, compartilhamos a visão de construir uma mina para o futuro com base em princípios regenerativos e tecnologias inovadoras, que podem atingir emissões líquidas zero de carbono até 2038. Temos o compromisso de à Argentina e ao mundo entregar cobre de modo sustentável, um produto que contribua para a eletrificação do transporte e a proteção de nossa atmosfera”, disse Rob McEwen, Chief Executive da McEwen Copper.

O anúncio reforça a participação da América do Sul na implementação do plano estratégico de longo prazo Dare Forward 2030, comprometido com a liberdade de mobilidade.

Como parte do plano estratégico Dare Forward 2030, a Stellantis prevê atingir 100% de participação de veículos elétricos (BEV) no mix de vendas de carros de passeio na Europa e de 50% no mix de vendas de carros de passeio e comerciais leves nos Estados Unidos até 2030.

No Brasil, a participação dos veículos de baixas emissões (LEV) será de aproximadamente 20% até o final da década.

O plano está ancorado em uma ambiciosa estratégia de descarbonização consistente com recomendações baseadas na ciência.

Por meio de metas agressivas e claras, estabelece cortes profundos nas emissões para reduzir o CO2 pela metade até 2030, comparando as métricas de 2021 e colocando a empresa no caminho certo para alcançar carbono líquido zero até 2038.

 

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