Pelo 4º ano, Onix Plus é o carro mais econômico do Brasil

O Inmetro divulgou a edição 2023 da relação dos veículos participantes do Programa Brasileiro de Etiquetagem.

A lista conta com quase 750 modelos e versões de veículos nacionais e importados, entre eles os que passaram recentemente por evoluções para atender às novas normas de emissões.

O grande destaque do ranking é o Onix Plus, que foi pelo quarto ano consecutivo o automóvel flex a combustão mais econômico do país.

O sedã da Chevrolet percorre 17,5 kml de gasolina e 12,4 km/l de etanol na estrada em ciclo de condução padrão.

Entre os modelos turbo, o Onix Plus apresenta a melhor eficiência energética ao percorrer 16,9 km/l (g) e 11,8 km/l (e), respectivamente.

A Nova Montana já consta nesta edição do programa, apesar de o produto chegar às concessionárias apenas a partir da metade do mês.

Vale destacar que a picape da Chevrolet é a mais econômica entre os considerados modelos médio-compactos, tanto com transmissão manual como na configuração automática, sem deixar de ter uma excelente performance de aceleração e retomada de velocidade.

De acordo com os dados do Inmetro, com gasolina, a Nova Montana manual percorre 13,6 km/l na estrada e 12 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,6 km/l e 8,3 km/l.

Por isso é nota A em eficiência energética pelo Conpet. A versão automática traz desempenho igualmente surpreendente.

Com gasolina ela faz 13,3 km/l na estrada e 11,1 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,3 km/l e 7,7 km/l, respectivamente.

Mas o que mais impacta a performance de um automóvel? Potência, torque, peso, aerodinâmica?

De acordo com Ricardo Fanucchi, diretor-geral da Engenharia de Produtos da GM América do Sul, a razão que faz um veículo conciliar alto rendimento com eficiência energética é a integração entre todos os sistemas.

“A combinação entre motor de baixo consumo, pneus e rolamentos de atrito reduzido, carroceria aerodinâmica, direção com assistência elétrica, sistema de gerenciamento de cargas elétricas, além de uma calibração otimizada do sistema de propulsão bem como a aplicação de materiais de alta resistência para redução de massa são o que garantem um funcionamento muito mais eficiente do conjunto”, explica o executivo.

 

 

 

 

 

 

Os demais modelos da Chevrolet no mercado também se destacam pelo baixo consumo de combustível e elevada eficiência energética, desde o SUV Tracker até a picape S10.

Entre os elétricos, o Bolt EV é o que apresenta a melhor autonomia entre os carros da sua categoria.

O primeiro modelo zero emissão da marca é capaz de percorrer, em média, 557 km no ciclo SAE chegando a 390 km com o fator de correção aplicado pelo Inmetro.

A meta da GM é ser uma empresa neutra em carbono até 2040.

“Estamos conseguindo reduzir drasticamente a emissão dos nossos veículos a combustão e investimos forte no desenvolvimento e na ampliação do nosso portfólio de elétricos, que terá novidades em breve”, completa Fanucchi.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem existe há mais de uma década e é coordenado pelo Inmetro em parceria com o Conpet, o Ibama, o Ministério de Minas e Energia, o Ministério do Meio Ambiente e a Cetesb.

Este programa trata de informações sobre consumo de combustível, eficiência energética e classificação do veículo e emissões de CO2, funcionando como uma referência para o consumidor tomar sua decisão de compra.

A mais recente edição do relatório do Inmetro reúne 747 configurações de veículos de 35 marcas diferentes, todos habilitados para comercialização no país.

Os dados de consumo e eficiência energética são os mesmos que constam nas etiquetas dos automóveis no showroom das concessionárias. Confira os resultados no link da edição 2023 do PBE.

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SERES SF5 EVR chegará ao mercado com Selo CO2 Neutro

O veículo elétrico SERES SF5 EVR chegará ao mercado brasileiro ostentando diversos atrativos voltados à sustentabilidade.

Os primeiros 206 compradores do SUV da marca chinesa receberão o Selo CO2Neutro, por compensar as emissões geradas pelos primeiros 10.000 quilômetros rodados, equivalente à neutralização de 883 kg de CO2.

O SERES SF5 EVR é um SUV com capacidade para cinco passageiros e propulsão totalmente elétrica provida por dois motores que entregam potência máxima de 550 cv (405 kW).

No modo puramente elétrico, a autonomia do sistema é de 180 km, mas ela aumenta para mais de 1.000 km com o gerador a combustão que entra em funcionamento quando a carga da bateria fica abaixo de 30%.

O motor a combustão funciona unicamente como gerador. A propulsão do veículo é totalmente provida pelos motores elétricos.

O Selo CONeutro atesta a compensação das emissões de CO2 geradas pela queima da gasolina. Os primeiros 206 compradores do SERES SF5 EVR receberão um certificado com o número do chassi do automóvel e um selo holográfico que poderá ser aplicado no automóvel a critério do proprietário.

A certificação e Selo foram emitidas pela Eccaplan, referenciados por projetos verificados por empresas internacionais. No total serão neutralizados 182.000 kg de CO2, equivalentes a 182 créditos de carbono convertidos a projetos socioambientais certificados e de reconhecimento internacional.

 

 

 

 

 

“A concessão do Selo CONeutro ao SF5 EVR ratifica o compromisso da SERES Brasil de oferecer a seus clientes um veículo que, além dos atributos de conforto, desempenho e tecnologia, tenha uma proposta ecologicamente sustentável”, afirma Domingos Boragina Neto, chefe de Marketing e Desenvolvimento de Rede da SERES Brasil.

Os projetos beneficiados serão de Preservação Florestal e Agricultura Regenerativa.

De alguma forma, qualquer empresa, produto ou evento tem impacto sobre o meio ambiente devido a vários fatores (queima de combustível relacionado ao transporte, consumo de energia, uso de ar-condicionado, consumo de água e geração de lixo são alguns deles).

A chamada neutralização de carbono acontece quando todas as emissões de gases de efeito estufa provenientes de sua atividade são devidamente quantificadas (inventário de emissões) e uma ação de compensação ambiental (neutralização) é realizada na mesma proporção.

Com isso, viabilizam-se projetos de desenvolvimento sustentável e as florestas passam a ter mais valor em pé do que derrubadas, criando um valor financeiro para o carbono armazenado nas árvores, contribuindo para a redução de emissão dos gases de efeito estufa e ampliando o compromisso de preservação das florestas.

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