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Tukan é o 1º eletrificado Volkswagen e terá 76% de peças nacionais

A Volkswagen do Brasil anuncia que a picape Tukan será o primeiro veículo eletrificado da marca e já nascerá com 76% de peças nacionais, um alto índice que contribui com o desenvolvimento da indústria nacional, valorizando fornecedores com operação no Brasil, gerando geradores e riqueza para o País.

No portfólio de modelos Total Flex, a marca já opera com 85% de peças nacionais e, em 2026, aumenta em 7% suas compras (peças + gerais), totalizando quase R$ 35 bilhões.

Dos 750 fornecedores da Volkswagen atualmente, 80% têm operação no Brasil.

Vale um exemplo: só de aço, que equivale a cerca de 70% do carro, a Volkswagen do Brasil movimenta 26 mil toneladas por mês, contribuindo com uma cadeia industrial estratégica para o País.

Há quase 73 anos desenvolvendo e produzindo veículos no Brasil, a Volkswagen segue investindo R$ 16 bilhões no País (2024 a 2028), com uma explosão de 17 novos carros, dos quais 8 já foram lançados.

Somente em 2025, foram R$ 3 bilhões de investimentos destinados a maquinário e modernização produtiva, pesquisa & desenvolvimento.

Os investimentos também incluem a nova era de eletrificação da marca: a partir de 2026, todo novo modelo Volkswagen desenvolvido e produzido na região América do Sul terá versão eletrificada e a picape Tukan vai inaugurar esse novo momento.

“A pick-up Tukan marcará o início de uma nova era para a Volkswagen do Brasil. Nosso primeiro modelo eletrificado, 100% desenvolvido e produzido aqui, já nasce com 76% de peças nacionais, fortalecendo a indústria nacional e gerando riqueza em toda a cadeia. Esse é o Brasil que descobrimos: um país que projeta, desenvolve e produz localmente. A Volkswagen do Brasil já é líder de vendas nos dois principais segmentos do mercado – SUVs e hatches – além dos carros de passeio há três anos consecutivos. Agora ampliamos nossos três anos consecutivos. experiência com as pick-ups, como a Tukan. E seguimos firmes em um compromisso inegociável: desenvolver e produzir no Brasil, inclusive eletrificados, com alto índice de nacionalização, gerando empregos, promovendo renda e mobilidade sustentável”, afirma Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil.

A picape Tukan representa um segmento inédito para a Volkswagen do Brasil, sendo um modelo 100% desenhado, planejado, desenvolvido e produzido no País.

A Tukan também confirma o retorno da icônica de Amarelo Canário ao portfólio da marca.

Dentro da experiência de picapes VW, já anunciamos um Tukan e uma Nova Amarok, que serão produzidos a partir de 2027 nas fábricas de São José dos Pinhais (PR) e General Pacheco (Argentina), respectivamente.

A força da Volkswagen do Brasil

A Volkswagen defende um desenvolvedor e produtor brasileiro, com conteúdo local robusto, inclusive em eletrificados, para fortalecer a indústria nacional e contribuir para o setor automotivo.

E como é desenvolver e produzir carros no Brasil? O que acontece antes mesmo de apertarmos o primeiro parafuso na linha de produção?

Bem antes de iniciar a “mágica de encaixar” mais de 5 mil componentes em um carro, temos investimentos robustos em Compras (acima), Logística, Processos Produtivos e Pessoas.

Para revelar a grandiosidade da operação da Volkswagen do Brasil, vamos abrir números nunca antes divulgados.

Impacto econômico da Volkswagen em Logística:

• Movimenta 16 navios e 770 contêineres por mês.

• 4 portos para veículos: Santos (exportação), Paranaguá (exportação e importação), Suape (importação) e Vitória (importação).

• 2 portos para peças: Santos (importação) e Paranaguá (importação).

• 17.500 caminhões circulam por mês nas 4 fábricas da Volkswagen do Brasil.

• Fluxo interno: 6.000 km são percorridos por dia dentro das 4 fábricas para entrega de peças.

• 1.440 rotas de entrega nacionais (exportação, entregas e clientes corporativos).

Impacto econômico da Volkswagen em Operações:

Na produção, cada novo projeto demanda investimentos. Mais de R$ 3 bilhões foram investidos, faça up! ao Tera, só em equipamentos e modernização de processos de produção.

Confira os valores investidos na produção de cada modelo, com a fábrica e os dados de início de fabricação:

Up! (Taubaté), outubro de 2013: R$ 490.380.000,00

Polo/Virtus (Anchieta), julho de 2017: R$ 669.360.000,00

T‑Cross (São José dos Pinhais), julho de 2018: R$ 594.701.000,00

Nivus (Anchieta), junho de 2020: R$ 301.300.000,00

Polo (Taubaté), junho de 2020: R$ 400.260.000,00

Virtus (São José dos Pinhais), junho de 2024: R$ 37.790.000,00

Tera (Taubaté): abril de 2025: 531.870.000,00

Por falar em produção, em 2025 as quatro fábricas da Volkswagen do Brasil trabalharam com capacidade plena, em dois turnos, permitindo aumento de 17% na produção para 538.657, em 2025 (x 460.841 em 2024).

As vendas da Volkswagen do Brasil também avançaram. Em 2025, a Volkswagen cresceu 9%, sendo três vezes mais que o mercado nacional.

A marca vendeu 436.336 unidades em 2025 no Brasil (x 400.379, em 2024). Nas exportações, a Volkswagen também teve crescimento expressivo de 29% com 116.495 exportados em 2025 (x 90.142, em 2024).

Impacto social da Volkswagen em Pessoas:

Mais de 200 mil colaboradores ajudaram a construir a história de sucesso da Volkswagen em seus quase 73 anos no Brasil.

Confira os números de 2025:

• 13.220 colaboradores Volkswagen.

• R$ 3 bilhões em lubrificação líquida (colaboradores diretos).

• Mais de 16.000 pessoas falando sobre serviços.

• Só na Engenharia VW são 1.300 profissionais. A área conta com 20 laboratórios.

Contratações para a Produção em 2025:

• 587 novos empregos diretos em 4 fábricas, sendo cerca de 50% mulheres.

• Desse total, só o Tera gerou 260 empregos diretos + 2.600 indiretos na cadeia produtiva.

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Fiat Toro, o lançamento que revolucionou o segmento de picapes no Brasil, completa 10 anos

Há 10 anos, a Fiat lançava um de seus maiores ícones, a picape que seria sucesso no mercado, que revolucionou e quebrou paradigmas em termos de conceito e design, e mais do que isso, um modelo que é líder de vendas em seu segmento, do seu lançamento até hoje.

Em 2016, a Toro chegou como a primeira Sport Utility Pick-up (SUP), uma proposta inédita que une o conforto e tecnologia de um SUV com a robustez e a funcionalidade de uma picape, mirando os consumidores que buscam sofisticação sem renunciar à performance e versatilidade no dia a dia.

A Toro foi projetada e pensada, desde o início, para ser um divisor de águas no mundo das picapes.

Com o modelo, a Fiat abriu portas para um novo caminho: ela deixava de ser uma picape derivada de automóvel pequeno e, ao contrário das picapes médias tradicionais, que utilizam chassi de longarina, a Toro passou a adotar uma construção monobloco, o que possibilitava a aplicação de suspensão traseira independente, do tipo multilink, garantindo mais conforto e estabilidade ao rodar.

O projeto, desenvolvido totalmente no Brasil, foi audacioso e trazia todo o pioneirismo e inovação característicos da marca, com uma proposta de design igualmente disruptiva.

A Toro inaugurava na Fiat a assinatura em Led, que até hoje chama a atenção e trazia linhas nada convencionais para o segmento de picapes.

Neste sentido, o modelo acumulou diversos prêmios entre eles o iF Design Award, que há mais de 70 anos é reconhecido mundialmente na área de design e o prestigiado Red Dot Awards, considerado por muitos o Oscar mundial da atividade.

Consagrada pelo mercado, em 10 anos a Toro já ultrapassa o marco de 600 mil unidades produzidas e 550 mil unidades vendidas no Brasil, reforçando o seu protagonismo.

“A Fiat Toro não é apenas uma picape, é um símbolo de inovação e versatilidade que reforça a capacidade da Fiat de sempre antecipar tendências. Em 10 anos, conseguimos transformar um conceito inovador em um verdadeiro ícone do mercado, evoluindo continuamente em design, tecnologia, desempenho e conforto, sempre atendendo às necessidades dos consumidores. Não pretendemos parar por aqui e vislumbramos uma vida longa para a Toro, com importantes novidades que chegarão ao mercado”, celebra Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.

Ao longo da última década, a Fiat Toro evoluiu continuamente, acompanhando as transformações do mercado.

Seu design passou por atualizações que reforçaram uma identidade cada vez mais moderna, elegante e imponente, com abertura bipartida da porta da caçamba, além de linhas robustas, mantendo sua assinatura luminosa marcante e acabamento refinado, consolidando o modelo como uma referência estética no segmento.

Cada mudança visual veio acompanhada de melhorias funcionais, refletindo o cuidado da Fiat em unir sofisticação e conteúdo.

No campo da tecnologia, a Toro também não deixou a desejar.

Nos últimos anos, o modelo incorporou sistemas avançados de conectividade, centrais multimídia cada vez mais intuitivas e na posição vertical, algo inovador em seu segmento, e recursos voltados à segurança, como assistentes de condução, frenagem autônoma e controle de estabilidade.

No aspecto mecânico, a Toro também se reinventou ao longo dos últimos 10 anos, sendo aprimorada para oferecer mais desempenho, eficiência e dirigibilidade, com conjuntos mais modernas e opções que equilibram força, economia de combustível e conforto.

Hoje, o modelo é o único a oferecer opções de motorização flex e diesel nesta faixa de preço.

Fiat Toro apresentou novo design, mais tecnologia e conforto na linha 2026 

No final do ano passado, a nova linha da Toro chegou ao mercado com design alinhado a nova identidade visual da Fiat, inspirado por tendências que priorizam linhas retas, precisas e geométricas.

O modelo preservou sua identidade e o valor emocional de seu design icônico, mantendo sua assinatura frontal característica.

O DRL (Daytime Running Light), elemento marcante desde o lançamento do modelo, passou a ter um novo desenho, com assinatura em formato de pixels segmentados.

A picape também ganhou nova grade e um skidplate mais alargado.

Na traseira, a picape ganhou novas lanternas full-led que seguem a linha de assinatura em formato de pixels segmentados, ressaltando um aspecto mais afilado e contemporâneo.

A maçaneta de abertura da caçamba passa a ter formato wide, permanecendo com a mesma forma inteligente de abertura com duas portas traseiras.

Assim como na dianteira, as saídas de ar são posicionadas nas extremidades para ressaltar a largura do modelo, e estão posicionadas acima do novo para-choque traseiro que agora é mais horizontal.

As mudanças na cabine deixaram a Toro ainda mais tecnológica e sofisticada: o painel digital de 7” ganhou nova grafia e fontes em todas as versões, desenho do câmbio mais moderno e freio de mão eletrônico que proporciona mais conforto e praticidade ao motorista, além do auto hold.

Para maior comodidade, a picape também ganhou nova USB traseira com entradas para cabos tipos A e C.

Com o motor Turbo 270 Flex, que equipa as versões Endurance, Freedom, Volcano e Ultra, a picape entrega 176 cv de potência e 270 Nm de torque.

Já o motor MultiJet 2.2 Turbodiesel equipa as versões Ranch e Volcano.

Ele entrega 200 cv de potência e 450 Nm de torque, um ganho de 18% na potência e 29% em relação ao motor anterior, unindo agilidade, performance e menor consumo de combustível.

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Volkswagen assume liderança em vendas varejo no Brasil

A Volkswagen encerrou fevereiro a liderança das vendas no varejo, com 13.351 unidades emplacadas no último mês.

E este resultado positivo não se aplica apenas aos números de fevereiro, já que a VW é líder em vendas no varejo no acumulado do ano, com 26.948 emplacamentos nos dois primeiros meses de 2026.

Em 2025, a Volkswagen já havia encerrado o ano com um forte crescimento nas vendas no varejo, que representa os veículos comercializados para pessoas físicas, os consumidores finais que vão até a especificação e projetados por um VW zero km.

No último ano, a fabricante cresceu 15,8% nas vendas no varejo, com um total de 176.832 vendas.

Como comparação, o mercado automotivo brasileiro teve uma queda de 1,3% nas vendas para esse público.

Agora em 2026, a marca alcançou uma participação de 14,9% no mercado nas vendas varejo nos dois primeiros meses do ano.

Em fevereiro, a participação foi de 15,1%, números que garantiram a liderança da empresa nesta categoria.

E, de maneira geral, enquanto a indústria recuou 1% em fevereiro de 2026, na comparação com o mesmo mês de 2025, a Volkswagen cresceu 5% neste mesmo período.

Ao analisar todas as modalidades de vendas, a Volkswagen alcançou em fevereiro 16,4% de participação, com crescimento de 1% em comparação ao mesmo mês de 2025.

Com o resultado das vendas de janeiro e fevereiro, a Volkswagen mantém o protagonismo, com um portfólio moderno e produtos alinhados às necessidades e aos desejos do consumidor brasileiro.

“Este é um grande momento para a Volkswagen do Brasil, que está em crescimento no mercado nacional e acaba de assumir a liderança em vendas de varejo em fevereiro e também no acumulado de 2026. Essa liderança é importante porque simboliza as vendas para o cliente final, que foi até a exposição e escolhido ter um Volkswagen, ou seja, revelar a preferência dos brasileiros pela marca. 73 anos no Brasil e que é referência em tecnologia, qualidade e segurança em seus veículos”, afirma Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil.

Três modelos no top 10

Além da liderança no varejo, a marca encerrou fevereiro com três modelos no top 10 de vendas gerais.

O Polo foi novamente o carro de passeio mais vendido do Brasil, com 7.515 emplacamentos.

O T‑Cross manteve a liderança entre os SUVs, com 5.666 unidades comercializadas no último mês.

O Tera foi o terceiro modelo da marca entre os mais vendidos, com 5.358 unidades.

Recentemente, a versão MPI do SUV entrou no Programa Carro Sustentável, com a Volkswagen reforçando o seu compromisso com os clientes.

E seguirá dessa forma nos próximos meses de 2026, apostando em veículos de máxima segurança, conectados, rede forte e pós-venda robusto.

 

 

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Stellantis inicia nova etapa do programa Bio-Hybrid com primeiro modelo produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE)

A Stellantis anuncia os próximos passos do programa Bio-Hybrid e confirma o lançamento do primeiro híbrido-leve flex concebido e produzido no Polo Automotivo de Goiana, em Pernambuco, ainda no primeiro semestre no Brasil.

O modelo será equipado com a tecnologia MHEV 48V, inédita no lineup da empresa no país.

O novo modelo traz como elemento adicional uma máquina elétrica multifuncional, que substitui o alternador e o motor de partida.

Trata-se de equipamento capaz de fornecer energia mecânica e elétrica, que tanto gera torque adicional para o motor térmico do veículo quanto gera energia elétrica para carregar a bateria adicional de Íon-Lítio de 48 Volts, que opera paralelamente ao sistema elétrico convencional do veículo.

Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos de condução, otimizando eficiência e economia e proporcionando uma dirigibilidade ainda mais agradável aos clientes.

“O Polo Automotivo de Goiana inicia uma nova fase que está alinhada com o seu DNA pioneiro, vanguardista e disruptivo, responsável desde a inauguração pela produção de modelos com altíssimo nível de sofisticação e tecnologia, criando tendências e liderando diferentes segmentos do mercado. Nosso planejamento estratégico para o Brasil e a América do Sul permanece em curso, com autonomia total para produzir localmente e oferecer aos consumidores novos produtos com diferentes níveis de eletrificação que atendam aos desejos e as necessidades da região”, comemora Herlander Zola, Presidente da Stellantis para a América do Sul.

A Stellantis confirmou recentemente que serão quatro modelos equipados com a tecnologia Bio-Hybrid e produzidos na fábrica pernambucana ainda em 2026.

A empresa também anunciou a produção da Leapmotor em Goiana, reafirmando o compromisso e a capacidade de localização, autonomia regional e novos modelos alinhados com o perfil dos clientes na América do Sul.

Para a chegada dos novos modelos eletrificados, a Stellantis passou a produzir novos chicotes específicos em sua planta de componentes em Jaboatão e aprimorou diferentes áreas da planta em Goiana.

Funilaria, prensas e montagem receberam as modificações necessárias, permitindo a produção de modelos com a nova tecnologia Bio-Hybrid na mesma estrutura em que são montados modelos com motores de combustão interna.

Bio-Hybrid: sucesso inicial e rota tecnológica traçada 

A Stellantis lançou, em 2024, os primeiros modelos equipados com uma tecnologia de motopropulsão híbrida-leve que combina energia térmica flex e eletrificação, denominada Bio-Hybrid.

Desenvolvida pelo TechMobility – Centro Stellantis de Desenvolvimento de Produto & Mobilidade Híbrida-Flex, o maior da América Latina, a tecnologia considera as virtudes do Brasil ao potencializar o uso do etanol.

No Polo de Goiana, a Stellantis foi pioneira no Brasil ao começar a abastecer os carros flex que saem da linha de montagem com 100% de etanol, o que será mantido para os modelos MHEV flex.

A companhia prevê plataformas eletrificadas em diferentes níveis ao longo dos próximos anos para atender aos desejos do consumidor local, iniciando a jornada com a tecnologia híbrida-leve MHEV 12V, que foca em acessibilidade aos consumidores e a popularização de uma tecnologia de hibridização de baixa voltagem e baixo custo.

Em 2025, a Stellantis comercializou mais de 24.900 mil veículos com esta tecnologia na América do Sul por meio dos modelos Fiat Pulse e Fastback, e Peugeot 208 e 2008.

Agora, a empresa anuncia um novo passo, com nova tecnologia híbrida-leve MHEV 48V que dá continuidade ao plano de expansão da eletrificação no lineup da companhia que permanece em curso.

A Stellantis continua acelerando em seu plano estratégico na região, com o investimento de R$ 32 bilhões de reais, o maior da história da indústria automotiva sul-americana.

Em 2026, a companhia prepara 16 novos modelos e atualizações, incluindo um total de seis veículos equipados com a tecnologia Bio-Hybrid e produzidos no Brasil.

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Ford desenvolve nova geração de veículos elétricos mais eficientes e acessíveis

Até o início da década de 1970, a tendência da indústria automotiva era oferecer veículos a gasolina com motores maiores e mais potentes, que resultavam em mais peso, mais custo e, quase sempre, menor eficiência de combustível.

Com a crise do petróleo em meados dos anos 70, surgiu um dispositivo inovador capaz de entregar tanto a potência como a eficiência que os clientes exigiam — o turbocompressor.

A primeira aplicação do turbo automotivo foi em 1962 nas corridas, mas a tecnologia só chegou ao mercado de massa em 1973, provando que motores menores podiam ter um desempenho muito superior ao seu tamanho.

Um dispositivo que transformava energia desperdiçada em potência, fazendo um motor menor se comportar como um muito maior, parecia desafiar a física.

Em 2011, a Ford introduziu sua versão do turbo, o EcoBoost, na picape F-150 nos EUA.

Apesar do ceticismo de alguns, a aposta da marca era que a tecnologia redefiniria a indústria.

As vendas dispararam e a indústria seguiu o exemplo.

Hoje, quase 75% das picapes F-150 são equipadas com motores turbo e a Ford oferece essa opção em quase todos os seus modelos a gasolina.

“Hoje, a indústria enfrenta um desafio semelhante com os veículos elétricos. E a solução de engenharia para a ‘ansiedade de autonomia’ tem sido, geralmente, aumentar o tamanho da bateria. No entanto, a bateria é o componente mais crucial para a viabilidade financeira, pois representa cerca de 40% do custo do veículo e mais de 25% do seu peso total”, diz Alan Clarke, diretor executivo de Desenvolvimento Avançado de Veículos Elétricos da Ford.

Assim como quando as montadoras simplesmente fabricavam motores maiores, adicionar mais bateria torna o veículo mais pesado, mais caro e cria um desafio de física massivo.

“A nossa grande aposta é a obsessão por extrair mais quilômetros de uma bateria menor e simplificar radicalmente o sistema para reduzir o número de peças, permitindo entregar uma nova família de veículos elétricos acessíveis para clientes de todo o mundo”, continua o executivo.

Alan Clarke

Caçando “recompensas”

Acessibilidade, para a Ford, não é apenas um slogan de marketing. Para tornar os veículos com essa nova plataforma verdadeiramente acessíveis – começando com uma picape de médio porte –, era preciso caçar as oportunidades de redução de custo.

“Começamos criando uma equipe especial para desenvolver métricas de autonomia, eficiência e desempenho, tendo como prioridades o peso, arrasto aerodinâmico, resistência ao rolamento e, fundamentalmente, o tamanho da bateria. Essa equipe armou cada engenheiro com uma nova maneira de avaliação, que chamamos de recompensas”, explica Alan Clarke.

A equipe de autonomia, eficiência e desempenho definiu as metas para as equipes técnicas.

Historicamente, os engenheiros das montadoras tradicionais podem trabalhar isolados em departamentos focados em determinado componente ou sistema.

A sua função é aprimorar e reduzir o custo da peça em questão, muitas vezes sem o contexto para entender como isso impacta a experiência do cliente ou o desempenho do veículo.

A equipe de aerodinâmica, por exemplo, sempre quer um teto mais baixo para reduzir o arrasto.

A equipe de interior quer um teto mais alto para ampliar o espaço dos ocupantes.

Geralmente, esses grupos negociam até encontrar um meio termo, sob a liderança de um departamento encarregado de tomar decisões em nome do cliente.

O sistema de “recompensas” muda a negociação, tornando o custo real de cada item muito mais claro, atrelado à autonomia e ao custo da bateria.

Assim, a equipe de aerodinâmica e a equipe de interiores compartilham o mesmo objetivo e ambas entenderam que adicionar apenas 1 mm à altura do teto significaria US$ 1,30 em custo adicional da bateria ou 0,088 km de autonomia.

“Este é apenas um exemplo das inúmeras recompensas em que nossa equipe se concentrou. Quando atingíamos as metas, estabelecíamos outras mais difíceis”, afirma Alan Clarke. “Uma dessas áreas foi o sistema de gerenciamento de energia. O corpo do espelho retrovisor agora é mais de 20% menor que o convencional, o que reduz a massa, o custo e melhora a aerodinâmica, resultando em 2,4 km a mais de autonomia do veículo.”

Gerenciamento de energia inteligente

Uma arquitetura elétrica é o projeto de como a energia e os sinais se movem através de um produto — o que se conecta com quê, como tudo é controlado e funciona de modo confiável.

A conversão de energia dentro da plataforma de um veículo elétrico pode representar uma quantidade surpreendente de desperdício enquanto ele é carregado, ou quando se usa a bateria de 400 V para alimentar os dispositivos de baixa tensão em 48 V.

Além disso, partes dessa função frequentemente são confiadas a fornecedores externos, cada um com seus próprios invólucros, fixadores e conectores, o que gera elevação de custos e de peso na plataforma.

“Por isso, em 2023 trouxemos a arquitetura e o design da eletrônica de potência de alta tensão dessa plataforma para dentro de casa. Com a aquisição da Auto Motive Power (AMP), engenheiros talentosos juntaram-se à nossa equipe com experiência em levar ao limite a conversão e o gerenciamento de energia de vários veículos elétricos globais já no mercado”, destaca Clarke.

Assim, os clientes terão pela primeira vez um ecossistema completo de carregamento de veículos elétricos projetado internamente pela Ford, com software próprio.

Isso significa que o equipamento, incluindo a capacidade de carregamento bidirecional, vem de uma equipe diretamente integrada à que trabalha na plataforma e demais sistemas do veículo, beneficiando os clientes com menor tempo de carregamento, maior vida útil da bateria e redução do custo total de propriedade.

Além de desenvolver o primeiro sistema de baixa tensão de 48 volts da Ford, esse trabalho trouxe melhorias profundas.

E foi fundamental para tornar o chicote elétrico da nova picape elétrica média cerca de 1,2 km mais curto e 10 kg mais leve que os modelos de primeira geração.

Os veículos convencionais possuem mais de 30 unidades de controle eletrônico (ECUs), que são os seus “cérebros”.

A nova picape elétrica média da Ford terá apenas cinco módulos principais, reduzindo a fiação.

“Sabemos que haverá céticos, assim como houve quando a Ford introduziu o turbo na F-150”, completa Alan Clarke. “Outras empresas dirão que já tentaram isso antes. Mas a física não é proprietária. Estamos criando uma plataforma de veículo elétrico verdadeiramente integrada, não uma única peça que possa ser facilmente copiada. Se tudo der certo, teremos uma família de veículos que vai competir em preço com os melhores do mundo, incluindo veículos a gasolina. Ainda há muito a fazer, mas estamos progredindo e esperamos compartilhar mais novidades em breve.”

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Nova Strada alcança 850 mil unidades produzidas

A Fiat Strada é uma verdadeira receita de sucesso no mercado brasileiro e sul-americano, sendo o modelo mais vendido da região no ano passado entre todos os segmentos – carros de passeio, picapes e comerciais leves.

No Brasil, os resultados da Strada impressionam, chegando a cinco anos consecutivos de liderança ao final de 2025.

Agora, a Nova Strada alcança mais um número importante em sua trajetória, superando a marca de 850 mil unidades produzidas.

Para atender aos desejos do consumidor local, a Strada oferece um conjunto completo de tecnologias e equipamentos em sua categoria.

Pioneira, ela foi a primeira picape compacta a oferecer motorização turbo flex, que combinada com o câmbio CVT entrega alta performance e conforto sem comprometer o consumo de combustível.

Além disso, pronta para qualquer desafio e muito robusta, a Strada entrega um visual que combina design refinado e versatilidade para diferentes tipos de tarefas.

Em janeiro de 2026, a picape número um do Brasil passou a oferecer ainda mais tecnologia, praticidade e comodidade nas versões Ranch e Ultra com a chegada do novo Connect Fiat.

A solução, embarcada e instalada de fábrica, é voltada ao monitoramento, rastreamento, além de disponibilizar serviços de segurança e assistência, tudo por meio do smartphone.

“Alcançar 850 mil unidades produzidas da Nova Strada em cinco anos demonstra a força do nosso produto campeão em vendas, e também a consistência da Fiat em liderar o mercado brasileiro e sul‑americano com inovação, entendendo os desejos e necessidades do consumidor local. A Strada é um ícone do setor automotivo – uma picape que lidera o mercado entre todos os segmentos ao unir muito desempenho, robustez e tecnologia”, celebra Frederico Battaglia, Head das Marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.

Trajetória de Sucesso 

Desde 1998, a trajetória da Fiat Strada vem sendo atrelada a inovação, robustez e modernização graças a feitos pioneiros como a chegada da cabine estendida em 1999, apresentação da cabine dupla em 2009 e a inovadora terceira porta em 2013.

Com a chegada da Nova Strada, em 2020, ela foi primeira da categoria de picapes compactas a oferecer a configuração de quatro portas e cinco lugares, além de contar com tecnologias como controle de estabilidade e sistema multimídia com conectividade.

Além de todo sucesso com as vendas, o veículo número 1 da América do Sul também se destaca pelas inúmeras premiações ao longo dos últimos anos.

No ano passado a Strada somou novos troféus para a Fiat, sendo eles: “Picape do Brasil” no “Prêmio Líderes Automotivos do Brasil”, promovido pelo jornal paraense Automóveis & Caminhões e “Picape Flex – Prata” pelo “Menor custo de uso”, realizado pela revista Quatro Rodas.

A Fiat Strada também conquistou a categoria “Picape Pequena”, pelas premiações: “Melhor Revenda”, também pela Quatro Rodas; “Selo Maior Valor de Revenda” e “Prêmio Mobilidade Limpa”, promovidos pela AutoInforme.

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Jeep cresce em participação de mercado em janeiro com Compass na liderança entre os SUVs médios

A Jeep comemora seus números de vendas em janeiro, com 8.893 emplacamentos e um crescimento de +0,5 p.p. de participação em relação ao mês anterior, fechando o primeiro mês do ano com 5,5% do mercado total brasileiro.

Mais uma vez, o Jeep Compass liderou entre os SUVs médios, com 4.503 emplacamentos, confirmando toda sua força comercial no país.

Com 23,9% de participação no segmento dos SUVs médios, o Compass garantiu também lugar no seleto grupo dos Top 10 veículos mais vendidos do Brasil já em janeiro, ficando em oitavo lugar, considerando todos os segmentos, além de um lugar também entre os Top 5 SUVs mais vendidos no começo de 2026.

Jeep Compass

O modelo, que fechou 2025 pelo nono ano consecutivo como líder do segmento dos SUVs médios, segue sua trilha de sucesso no país.

Com uma gama com muita tecnologia e potência, o Jeep Compass combina alta performance, tecnologia, segurança e capacidade off-road inigualável em sua categoria.

O Compass ainda estreou em janeiro sua nova versão, a Blackhawk Flex.

O aclamado motor Hurricane tem agora uma versão flexfuel com 272 cv, ainda mais conectada ao mercado e aos clientes brasileiros.

Por sua vez, o Jeep Renegade fechou janeiro com 3.052 unidades vendidas.

O modelo é o único B-SUV a oferecer versões 4×4 no mercado nacional, com pacote ADAS que inclui frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa, monitor de pontos cegos e farol alto automático – que garantem a segurança a bordo.

Jeep Renegade

Referência em tecnologia e conforto, o Commander emplacou 1.330 unidades em janeiro, ultrapassando a marca de 80 mil emplacamentos desde o seu lançamento.

O modelo representa a máxima sofisticação em um SUV de sete lugares, com ampla diversidade de motorização com opções flex, diesel e gasolina, além de um pacote tecnológico diferenciado, com destaque para o sistema de condução semiautônoma de nível 2 (ADAS), que oferece maior garantia de segurança ao motorista e passageiros.

Com 5,5% de participação no mercado brasileiro, a Jeep mantém sua força comercial com seus SUVs produzidos no país.

Tecnologia, segurança, capacidade 4×4 e os 5 anos de garantia para Renegade, Compass e Commander.

Jeep Commander

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Fiat inicia mais um ano na liderança do mercado brasileiro

A Fiat segue trilhando uma trajetória de sucesso no mercado brasileiro e inicia mais um ano na liderança.

No mês de janeiro, foram mais de 34 mil unidades vendidas e 21% de participação – que representa um avanço de 1,1 p.p em relação a dezembro.

Novamente no topo, a Fiat Strada começou o ano emplacando mais de 10.500 unidades e com 6,5% do mercado nacional, se reforçando como o veículo mais vendido do Brasil em todos os segmentos – carros de passeio, picapes e comerciais leves.

O Fiat Argo permanece entre os mais vendidos do país, ocupando a quarta colocação no mês e mais de 5.100 unidades.

“Este ano é muito especial para a Fiat do Brasil, com a comemoração dos 50 anos da nossa chegada ao país. Iniciar mais um ano na liderança é importante e demonstra a força do nosso portfólio completo de produtos, alinhado às demandas dos brasileiros. Estamos animados e preparamos muitas novidades para 2026”, reforça Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.

Fiat Strada

A Fiat é protagonista em diferentes segmentos do mercado.

A marca lidera entre as picapes com 46,5% do segmento e mais de 15.100 unidades vendidas.

Entre as b-picapes, a Strada é a mais vendida com 78,6% de participação.

Já a Toro lidera entre as c-picapes, registrando mais de 4 mil unidades e 47,6% da categoria.

Além disso, a marca lidera também entre as vans, com mais de 1900 unidades e 35,5% de participação entre todas as categorias.

Fiat Toro

O Fiorino segue novamente como grande destaque – 68,6% entre as b/c van e mais de 1.300 unidades.

O Scudo lidera entre as d-van com mais de 335 unidades e 34,9% da categoria.

Entre os hatches, a marca lidera com mais de 8.700 unidades e 26,1% de participação, com o Mobi liderando entre os a-hatch, registrando mais de 3.500 carros e 38,7% da categoria.

Fiat Mobi

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Stellantis celebra 25 anos do Polo Automotivo de Porto Real com legado de inovação e avança para novo ciclo multimarcas

O Polo Automotivo Stellantis de Porto Real completa 25 anos de operação e reafirma seu legado como referência em qualidade, inovação e protagonismo na indústria automotiva do Rio de Janeiro.

Inaugurada em fevereiro de 2001, a planta se tornou um vetor de desenvolvimento para a região Sul Fluminense, sendo a primeira fábrica de automóveis instalada no estado.

Ao longo de mais de duas décadas, a unidade consolidou uma trajetória industrial marcada por eficiência produtiva, vocação exportadora e evolução contínua do portfólio, com a produção de modelos das marcas Citroën e Peugeot no Brasil.

Agora, o Polo se prepara para um novo capítulo, retomando um futuro multimarcas da Stellantis.

Porto Real em 2026: Jeep Avenger e expansão industrial

Ao celebrar seus 25 anos, o Polo Automotivo de Porto Real avança para um ciclo de transformação industrial.

A unidade fluminense se prepara para iniciar, ao longo de 2026, a produção do Jeep Avenger, movimento que reforça sua aptidão multimarcas e consolida Porto Real como um polo estratégico para o futuro da Stellantis no país.

A expansão integra o plano de investimentos de R$ 3 bilhões destinados ao Polo entre 2025 e 2030, com perspectiva de ampliar a produção e impulsionar a cadeia de fornecimento e tecnologia na região nos próximos anos.

O movimento reafirma a confiança da Stellantis no potencial produtivo, tecnológico e humano da fábrica sul-fluminense e fortalece sua conexão com o desenvolvimento econômico da região.

“Celebrar 25 anos de Porto Real é reconhecer a força de uma operação que se consolidou como referência industrial no Rio de Janeiro. Estratégico para a Stellantis no Brasil e na América do Sul, o Polo combinou, ao longo de sua trajetória, eficiência, qualidade e excelência produtiva, sempre em sintonia com a evolução do mercado. Agora, com o avanço do nosso plano de investimentos e a preparação para iniciar a produção do Jeep Avenger, a unidade entra em um novo ciclo de crescimento, reforçando sua capacidade multimarcas e seu papel no desenvolvimento econômico regional”, destaca Herlander Zola, Presidente da Stellantis para a América do Sul.

Evolução contínua de portfólio

Desde o início de suas operações, a unidade de Porto Real vem acompanhando a transformação do mercado automotivo e ampliando sua capacidade de entregar produtos alinhados ao consumidor brasileiro e aos mercados de exportação.

A fábrica construiu um legado marcado pela produção de diferentes gerações e projetos estratégicos das marcas Citroën e Peugeot, iniciado com os modelos Peugeot 206 e Citroën Xsara Picasso.

No total, 16 modelos diferentes das duas marcas passaram pelas linhas de produção da unidade, acumulando histórias no cenário automotivo brasileiro.

Atualmente, são produzidos na planta os modelos integrantes da família Citroën C-Cubed: C3, Aircross e Basalt.

Com uma trajetória consolidada, Porto Real soma aproximadamente 2 milhões de veículos produzidos e cerca de 2,5 milhões de motores fabricados.

Somente em 2025, foram produzidos na planta mais de 67 mil veículos, um avanço de 29% em relação ano anterior.

Além de sua relevância industrial, o Polo de Porto Real também se destaca por sua vocação exportadora.

Desde sua inauguração, a unidade já exportou mais de 400 mil veículos, principalmente para países da América Latina.

Em 2025, foram exportadas 28,9 mil unidades, alta de 38% na comparação anual, tendo o Citroën Aircross como o modelo mais exportado do ano, com 9,6 mil unidades enviadas ao exterior.

O desempenho reforça o papel estratégico do Polo para a presença da Stellantis em mercados internacionais e para a capacidade competitiva da companhia na região.

A trajetória do Polo de Porto Real também teve um outro marco importante em 2025.

Em maio, a Citroën celebrou a marca de 1 milhão de veículos produzidos no Brasil, reforçando a relevância da unidade na história produtiva da marca no país.

Compromisso com pessoas e desenvolvimento regional

Além de fortalecer a economia local e impulsionar a transformação industrial, o Polo Automotivo de Porto Real mantém iniciativas voltadas à formação de talentos e à transformação social.

Entre elas, está o programa Formare, iniciado na unidade em 2008, que já qualificou mais de 200 alunos.

Realizado em parceria com a Fundação Iochpe, o projeto oferece educação profissional a jovens de baixa renda matriculados na rede pública e residentes na região, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o desenvolvimento humano.

Ao completar 25 anos, Porto Real reafirma seu papel como um dos pilares industriais da Stellantis no Brasil e na América do Sul, combinando legado, inovação, capacidade de evolução e uma agenda consistente para o futuro.

“São mais de duas décadas de dedicação e evolução contínua em Porto Real, com foco em segurança, qualidade e pessoas. Os resultados recentes refletem a consistência do trabalho do nosso time e o compromisso com a competitividade da operação. Com a expansão prevista para os próximos anos e a preparação para um novo momento multimarcas, seguimos fortalecendo a conexão com a cadeia local, investindo em tecnologia e contribuindo para a formação de talentos que impulsionam o futuro da mobilidade no Brasil”, afirma Sérgio Marques, Plant Manager do Polo Automotivo Stellantis de Porto Real.

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Stellantis e Jeep apoiam o Galo da Madrugada para celebrar a cultura pernambucana

Com o propósito de incentivar e valorizar a cultura local de Pernambuco, a Stellantis e a Jeep apoiam, pela sexta vez, o Galo da Madrugada, reconhecido como o maior bloco carnavalesco do mundo.

A participação reforça os laços e as raízes da companhia com a região nordeste, onde está localizado o Polo Automotivo Stellantis de Goiana (PE), referência em inovação.

O carro oficial da folia deste ano será o Jeep Compass Blackhawk.

Referência em tecnologia, robustez e performance, o modelo é líder entre SUVs médios no país há nove anos consecutivos, ou seja, desde o seu lançamento.

Reconhecido também por sua qualidade superior, o Compass possui 5 anos de garantia e é produzido em Goiana desde 2016, o que evidencia sua forte conexão com Pernambuco e com a indústria automotiva regional.

Como parte das ativações, a Stellantis e a Jeep mantêm a tradição de convidar artistas da região para desenvolver a identidade visual do espaço exclusivo da marca no camarote do Galo da Madrugada.

A iniciativa reforça o apoio à produção artística local e amplia a conexão com a cultura popular pernambucana.

Em 2026, a criação do espaço é assinada pelo artista Derlon Almeida de Lima, natural do Recife.

Conhecido como Derlon, o artista visual, grafiteiro e muralista tem obras marcadas pela fusão da arte urbana com a estética da xilogravura popular e da literatura de cordel, com composições gráficas e monocromáticas de forte impacto visual.

No espaço instagramável preparado para o evento, o público poderá conhecer de perto o trabalho do artista, que retrata personagens e elementos do carnaval pernambucano, além de conferir de perto o Jeep Compass Blackhawk.

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