Ford Mustang GTD estreia com sucesso nos EUA e segue rumo à Europa

A Ford encerrou esta semana a pré-venda do Mustang GTD nos EUA, com mais de 7.500 pedidos dos modelos 2025 e 2026 do supercarro de edição limitada.

Agora, a marca prepara o seu lançamento na Europa, tendo como principal vitrine as 24 Horas de Le Mans e outras competições emblemáticas.

Inspirado no Mustang GT3 de competição, o Mustang GTD é a versão de rua mais rápida de todos os tempos do esportivo.

Equipado com motor V8 5.2 de mais de 800 cv, ele conta com peças de fibra de carbono, aerodinâmica ativa e outros recursos desenvolvidos para as pistas pela Ford Performance, divisão de carros de alto desempenho da marca.

A lista de compradores do Mustang GTD na América do Norte, segundo a marca, inclui clientes de diferentes perfis, na maioria ligados às competições.

A comunidade esportiva foi responsável por mais de 20% do fluxo registrado no site de venda.

Um quarto dos inscritos já são proprietários do Mustang e um em cada cinco possui veículos de outras marcas com nível similar de performance.

Na Europa, a estreia do Mustang GTD será nas 24 Horas de Le Mans, em junho.

Depois, ele será visto também nas 24 Horas de Spa, no Festival de Velocidade de Goodwood e fará uma cronometragem oficial no famoso circuito de Nurburgring.

Em todas as competições o objetivo é vencer os melhores do continente, no ano da comemoração de 60 anos do Mustang.

 “Testamos o Mustang GTD extensivamente na América do Norte, incluindo os circuitos de Sebring e Virgínia. Os testes agora continuam na Europa e nossa meta é fazer um tempo de volta de menos de sete minutos em Nurburgring”, diz Greg Goodall, engenheiro-chefe do programa Mustang GTD. 

 

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Nosso Senna Collection é destaque em exposição na McLaren São Paulo

A partir do último sábado (23 de março), Lalalli Senna e McLaren São Paulo apresentam uma exposição inédita da série especial “Nosso Senna Collection”, com obras produzidas pela artista multiplataforma e sobrinha do tricampeão mundial de F1.

A exposição, acolhida pela McLaren São Paulo como homenagem ao ano temático do legado de 30 anos de Ayrton Senna, poderá ser vista até o dia 25 de abril, das 10:00 às 17:00 de segunda a sexta-feira e das 10:00 às 13:00 aos sábados.

“É uma honra para a McLaren São Paulo receber uma exposição em homenagem a Ayrton Senna,  um dos maiores pilotos da história e que conquistou seus três títulos mundiais ao volante de carros McLaren”, afirma Rodrigo Soares, diretor de operações da McLaren São Paulo.

Foto: YO! Studio

Na ocasião, além das obras de Lalalli e de itens pessoais do piloto cedidos pela Senna Brands, como macacão, troféu, garrafa de champanhe e capacete, o showroom da McLaren São Paulo exibiu dois exemplares do McLaren Senna, um superesportivo com motor V8 biturbo de 4 litros com 800 cv de potência.

Com inspiração na versão monumental de “Nosso Senna”, inaugurada em 2022 no Autódromo de Interlagos em comemoração aos 50 anos do GP do Brasil, “Nosso Senna Collection” tem três edições limitadas do busto de Ayrton Senna, com peças exclusivas e numeradas, destacando feitos da carreira do piloto brasileiro: Victory Edition (41 peças), Speed Edition (333) e Champion Edition (1991).

Foto: YO! Studio

Foto: YO! Studio

 

 

 

 

 

 

 

O projeto, que é uma parceria com a Senna Brands, tem percentual dos royalties dedicados ao Instituto Ayrton Senna, organização sem fins lucrativos que atua como centro de inovação.

A organização promove pesquisas sobre educação e desenvolvimento humano, desenha soluções educacionais e as implementa em escolas públicas de todo o Brasil, além de advogar em defesa de uma educação de qualidade para todos.

Foto: YO! Studio

“Nosso Senna” é uma obra de arte que nasce de uma história em família. Por muito tempo, Neyde Senna, mãe de Ayrton, teve o anseio de relembrar seu filho do jeito que ele era na intimidade, em seu aspecto mais humano. 

Por isso, decidiu fazer uma encomenda para sua neta e artista multiplataforma, Lalalli Senna, sobrinha do piloto, confiante de que seu talento e sua técnica, associados à memória afetiva do convívio frequente, poderiam dar forma a uma obra de arte definitiva: uma peça capaz de evocar tanto o tricampeão do mundo e ídolo de milhões quanto o jovem querido por aqueles que o conheceram de perto.

Lalalli atendeu a esse grande desafio, e o resultado teve um profundo impacto emocional na família, surpreendendo até mesmo para a própria artista.

“Foi uma experiência inexplicável. Em um certo momento da modelagem, foi como ter o próprio Ayrton olhando para mim. Como se eu estivesse revendo o ‘Becão’ pela primeira vez, exatamente como na última vez em que o vi”, diz Lalalli.

Lalalli Senna (Foto: YO! Studio)

Retrato de Lalalli com o tio Ayrton (Foto: YO! Studio)

 

 

 

 

 

 

 

Diante da percepção de que o resultado era muito maior do que um projeto familiar, a família Senna, através da Senna Brands, decidiu ampliar a peça, a fim de compartilhá-la de forma acessível e gratuita com os fãs de Ayrton, retribuindo dessa forma o carinho constante com que o piloto e sua família sempre foram acolhidos desde 1984 – quando ele fez sua estreia na Fórmula 1 com a equipe Toleman – até hoje.

Ao sair do plano familiar e ganhar dimensões públicas, o busto foi enfim batizado como “Nosso Senna” – o que, para Lalalli, materializa as dimensões de personalidade, identidade e valor simbólico da figura pública do Ayrton.

Foto: YO! Studio

Logo após a comoção gerada pela inauguração do “Nosso Senna”, surgiram diversos pedidos para que, de alguma forma, a obra fosse tornada acessível aos fãs – não apenas como ponto turístico em Interlagos, mas como uma peça colecionável.

Para atender tal pedido, Lalalli e a Senna Brands, com aprovação da família, criaram a coleção Nosso Senna, a fim de que os admiradores tivessem a oportunidade de adquirir a obra numa escala perfeita para o acervo pessoal. Conheça um pouco mais sobre cada série limitada:

Nosso Senna Collection – Victory Edition

A Victory Edition é uma série de 41 peças totalmente exclusivas que representam cada uma das 41 vitórias de Ayrton Senna na F1.

Elas possuem 39 cm de altura, são feitas de alumínio facetado, em uma reprodução perfeita em escala menor da obra original monumental inaugurada no Autódromo de Interlagos.

Cada busto terá o nome do GP e numeração da vitória que remete ao seu número de série. Além de extremamente exclusivo, as 41 peças da Victory Edition serão marcadas pelo luxo e requinte em cada detalhe da obra.

A começar pela caixa, que tem acabamento inspirado nas que são entregues com troféus especiais como da F1 em Mônaco e Copa do Mundo, com sofisticação e luxo já no primeiro contato do colecionador com a peça.

Foto: YO! Studio

Além disso, cada busto da Victory Edition será acompanhado de um livro especial com capítulo dedicado especialmente para aquela vitória: sendo assim, cada livro será único, garantindo ainda mais exclusividade a esta peça.

A obra vem acompanhada de um par de luvas para manuseio, e de um certificado de autenticidade, com chip, selo holográfico numerado e assinado individualmente tanto pela artista Lalalli Senna quanto por Neyde Senna, mãe de Ayrton.

Essa edição, por conta de alta demanda e exclusividade, será vendida num formato especial, sob consulta direta com a artista através do site.

Nosso Senna Collection – Speed Edition

Edição limitada premium da obra “Nosso Senna”, essa peça tem 36,5 cm de altura, com aspecto característico de mármore branco gerado pela composição única da fundição em resina com carga de calcita.

A obra também tem caráter facetado, assim como a escultura Nosso Senna de Interlagos, mas com um tom mais clássico pela natureza do material.

Essa edição contará com 333 unidades, distribuídas mundialmente, em série que remete à velocidade máxima oficial de 333 km/h registrada por Ayrton Senna no ano de seu primeiro título mundial, em 1988 – a marca foi obtida no GP da Alemanha, no circuito de Hockenheim, onde o brasileiro também venceu a corrida.

As peças serão disponibilizadas em uma caixa especial, oferecida com certificado de autenticidade, chip exclusivo, selo holográfico numerado e assinatura a mão da artista Lalalli Senna, além de uma brochura com fotos marcantes do processo de criação da obra.

Foto: YO! Studio

Nosso Senna Collection – Champion Edition

A Champion Edition é praticamente idêntica com a obra Speed Edition, mas em menor escala, com 25 cm de altura.

Dentro do hall das obras de arte, essa edição é a mais democrática das séries, contando com 1991 unidades, distribuídas mundialmente, com numeração relacionada ao ano em que Ayrton Senna conquistou o tricampeonato mundial de F1 no Japão.

Seu porte menor tem a finalidade de ser facilmente ajustada para locais como escritórios ou no lar dos fãs.

Assim como a Speed Edition, essa edição contará com caixa especial em formato “porta-joias”, laminada em madeira natural de tonalidade prateada, e interior forrado em camurça cinza.

A obra é acompanhada de um material gráfico estilo “folder” contando brevemente a história da obra e detalhando seus cuidados, e de um certificado com o número de série da peça com selo holográfico numerado, assinado digitalmente pela artista.

Garrafa de champanhe recebida por Senna após vencer o GP do Canadá de 1988 (Foto: YO! Studio)

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Peugeot patrocina DW! E aproveita festival de design para lançamento de plataforma inédita

Sinônimo de modernidade e design, a PEUGEOT celebra mais uma vez o patrocínio à 13ª edição da Semana de Design de São Paulo (DW!).

O evento, que ocorrerá entre os dias 14 e 24 de março na capital paulista, terá o 208 Turbo como carro oficial e ainda celebrará um lançamento que une modernidade, conceito e experiências.

Chamada de PEUGEOT Art District, trata-se de uma plataforma de relacionamento com o público através da arte, do design e da arquitetura.

Através dela, será promovida uma sinergia com a marca por meio do acesso a experiências e conteúdos disruptivos, que unem sofisticação e beleza dentro de uma estética brasileira.

A marca apresentará um ou mais artistas, designers ou arquitetos provocadores e com uma visão de vanguarda dentro de suas áreas de atuação.

Para a Design Week, o destaque é o artista Renato Tija, seguidor do Movimento Concretista e pesquisador da cultura visual caiçara e guarani.

Com um histórico de patrocinar eventos do gênero, como a CASACOR, o apoio à DW! ocorre pelo terceiro ano consecutivo.

A PEUGEOT soma mais de duzentos anos de uma história que, em todos os momentos, se inspirou no “espírito do tempo” para produzir automóveis que marcaram gerações.

Essa leitura única do tempo e do contexto social atual fez com que a marca do leão naturalmente acompanhasse tudo o que acontece nos campos da arte, da moda, do design e da arquitetura.

Citando um exemplo, em 2023, durante a Semana do Design de Milão, na Itália, a PEUGEOT apresentou o modelo que participaria das famosas 24 horas de Le Mans e do Campeonato Mundial de Rally.

Era o superesportivo 9×8 Hypercar, um modelo único, personalizado pelo artista espanhol J. Demsky.

A marca fará ainda uma curadoria de locais imperdíveis da DW!, chamada de Circuito Peugeot.

Serão pontos de apoio em até 4 destinos do circuito da Design Week, com recepção dos convidados e explicação dos diferenciais do 208 Turbo no distrito da Gabriel Monteiro da Silva.

Como carro oficial, a PEUGEOT disponibilizará algumas unidades do hatch para que os visitantes possam não só conhecer, dirigir e usar o carro como meio de locomoção nesse distrito de design, como entender a fundo essa conexão com o universo do design e das artes.

O 208 Turbo se destaca, claro, pelo seu motor Turbo 200 de 130 cv de potência e câmbio automático do tipo CVT.

A opção em trazê-lo ao evento, muito além desse excelente conjunto mecânico, é o fato de ele possuir detalhes visuais únicos como os bancos STYLE em tecido, couro e alcantara, com interior escurecido, soleira PEUGEOT, pedais esportivos em alumínio e tapetes bordados.

Uma verdadeira obra de arte sobre rodas.

Para mais informações, acesse https://dwsemanadedesign.com.br/.

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Ford lança no Brasil o Mustang Mach-E GT Performance, primeiro modelo totalmente elétrico da marca por R$ 486 mil

Na segunda-feira (16) a Ford iniciou no Brasil as vendas do Mustang Mach-E, seu primeiro veículo 100% elétrico e, também, primeiro Mustang totalmente elétrico no mundo. 

A proposta da marca é combinar performance, tecnologia, versatilidade e design que só um ícone como o Mustang pode oferecer, numa experiência diferenciada no segmento de esportivos premium.

Lançado em cerca de 40 países desde sua estreia global em 2021, é o segundo veículo elétrico mais vendido dos Estados Unidos e agora chega ao mercado brasileiro como uma opção diferenciada de tudo o que existe no mercado atualmente.

“O Mustang Mach-E é um produto diferenciado de tudo o que existe hoje no mercado, tanto pelo que ele entrega do ponto de vista de experiência do consumidor como de versatilidade e performance. É um grande marco na eletrificação da nossa linha, um veículo esportivo com espaço para a família e, como dizemos, o único elétrico que é um Mustang”, afirma Marcel Bueno, diretor de Marketing da Ford América do Sul.

 

 

 

 

 

O Mustang Mach-E foi projetado para ser um crossover elétrico, derivado do famoso “pony-car”.

O visual exclusivo, incorpora em sua silhueta icônica elementos de design inspirados nos Mustangs da década de 60 com os traços essenciais que definem a personalidade do modelo.

A dianteira se destaca pelo longo capô, o nariz de tubarão, a coluna em C e os faróis e lanternas Full LED de três barras, todos esses elementos que são típicos da família. 

A grade dianteira com relevos internos em duas camadas é exclusiva da versão GT, o teto pintado em tom escuro contribui para realçar o perfil dinâmico da coluna C, já as laterais sem maçanetas criam um visual fluido.

As rodas de 20″ com design exclusivo e face diamantada, calçadas com pneus Pirelli P-Zero 245/45R20 e freios de alta performance Brembo, acentuam o seu porte e equilíbrio.

 

 

 

 

 

O porte do Mustang elétrico também chama atenção com seus 4,74 metros de comprimento, 2.09 m de largura (com os retrovisores), 1.61 m de altura e distância entre-eixos de 2.98 m, o que deixou a cabine mais espaçosa.

O veículo oferece ótimo espaço interno, além da maior capacidade de carga da categoria com 541,5 L, ao somar o porta-malas traseiro de 402 L, com o compartimento extra sob o capô, de 139,5 L,  chamado de “frunk” (abreviatura de “front trunk”), com revestimento de fácil limpeza e dreno.

O SUV é oferecido em sete opções cores: Vermelho Zadar, Azul Estoril, Azul Algarve, Branco Nur, Branco Space, Cinza Torres e Preto Astúrias.

 

 

 

 

 

A cabine traz acabamento minimalista e requintado, proporcionando muito conforto e a tecnologia para os 5 passageiros. 

Os bancos tem revestimento de material ecológico premium ActiveX, com costuras e detalhes em tons metálicos e os assentos dianteiros contam com ajuste elétrico, aquecimento e memória para o motorista.

O volante com o logotipo do cavalo estampado no centro também é aquecido e pode ser ajustado em altura e profundidade.

A abertura das portas é eletrônica realizada pelo botão E-Latch, código ou celular, com o aplicativo FordPass e o teto solar panorâmico possui revestimento especial termo-refletivo, para proteção contra raios infravermelhos e ultravioleta e é o maior já usado num carro da Ford.

Os emblemas internos e externos, com acabamento escurecido e  a gravação GT, destacam a exclusividade do Mustang Mach-E GT Performance.

 

 

 

 

 

 

 

 

O Mustang Mach-E tem diversas soluções de tecnologia e conectividade, como o  painel de instrumentos de 10,2″ digital e o novo sistema multimídia  SYNC 4A com tela multifuncional de 15,5” e conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Traz ainda sistema de som B&O premium by Bang and Olufsen, com amplificador de 560 W, 9 alto falantes e subwoofer, 6 entradas USB, tipo A e C e carregador por indução. 

Através do aplicativo FordPas Connect é possível dar a partida no veículo acionando o ar-condicionado, receber alertas, verificar dados do veículo, como pressão dos pneus e nível da bateria, localizar carregadores públicos para planejar viagens longas, entre outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outros itens de série do Mustang são ar-condicionado dual zone com saída para a segunda fileira, assistente de estacionamento automático, câmera 360° e partida sem chave.

Os recursos de segurança e de auxílio ao condutor incluem nove airbags, piloto automático adaptativo com Stop & Go, alerta de colisão com detecção de pedestres, alerta de tráfego cruzado e frenagem autônoma de emergência.

Além de assistente de manobras evasivas, assistente de manutenção e centralização em faixa, farol alto automático, sistema de monitoramento de pontos cegos, reconhecimento de placas de velocidade, câmera 360°, assistente de estacionamento e outros.

 

 

 

 

 

O conjunto mecânico do Mach-E é composto de dois motores elétricos, um em cada eixo  e transmissão automática com uma marcha à frente e outra à ré. 

Com potência máxima de 487 cv e torque de 87,7 kgfm, o maior da categoria e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos, com velocidade máxima de 200 km/h, limitada eletronicamente.

A bateria, com capacidade de 91 kWh, garante uma autonomia de 379 km no padrão do Inmetro, ou 541 km pelo método WLTP.

O veículo pode ser carregado em casa, com o carregador Ford Mobile Wallbox portátil de 7 kW, que recarrega de zero a 100% da bateria em cerca de 14 horas, fornecido com o veículo, ou em carregadores públicos, usando plugue Tipo 2, o mais comum.

 

 

 

 

 

O SUV elétrico conta ainda com três modos de condução que fazem o ajuste automático de pontos como: iluminação ambiente, respostas do acelerador, estilo do som e até mesmo o esforço à direção.

O modo Engage é para condução diária, com direção e amortecimento ativo adaptados para condução normal. Quando em uso, a iluminação interna e os gráficos do painel ficam na cor azul e exibe o medidor de carga da bateria.

Já o modo Whisper é indicado para dirigir em condições climáticas adversas ou em estradas escorregadias, ele diminui a resposta do acelerador e adapta a direção e o amortecimento ativo para o conforto.

Por fim, o Unbridle é para condução esportiva e faz com que o veículo acelere mais rápido com uma sensação de direção mais esportiva.

Nesse modo o som de propulsão interno aumenta e a iluminação ambiente e os indicadores gráficos no painel ficam laranja, com um gráfico representando aceleração e comandos ao volante.

Esse modo ainda oferece uma configuração extra, Unbridle Extended, para condução esportiva com otimização da bateria.

O Ford Mustang Mach-E está disponível em versão única, GT Performance AWD Extended Range, pelo valor de R$ 486.000, nas mais de 110 concessionárias da Rede Ford no Brasil com prazo de entrega de até 60 dias.

O modelo vem com três anos de garantia e revisões gratuitas pelo mesmo período, sem limite de quilometragem.

Ele oferece também uma garantia especial para o sistema propulsor, que inclui os motores e a bateria, de oito anos ou 160.000 km.

A manutenção preventiva é feita a cada 12 meses, ou 16.000 km, com a verificação de itens como filtro de pólen e fluidos da transmissão e dos freios.

 

 

 

 

 

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Novo McLaren 750S Spectrum Theme by MSO: pintura artesanal feita sob encomenda

A McLaren Automotive acaba de anunciar que o Spectrum Theme, um impressionante novo acabamento de pintura multi-tons, será oferecido exclusivamente no novo 750S.

Este é o seu mais leve e potente supercarro de produção em série.

A pintura foi desenvolvida e aplicada pelos técnicos de classe mundial na McLaren Special Operations, serviço de personalização sob encomenda dentro da empresa.

Uma unidade, ainda sem cor definida, brevemente chegará ao Brasil.

Aperfeiçoar o Spectrum Theme exigiu o desenvolvimento de novas técnicas que introduziram uma nova geração de especialidade em pintura, oferecendo aos clientes algo realmente único e inovador.

Mais técnico que qualquer coisa que a MSO já tenha desenvolvido, o Spectrum Theme compartilha sua filosofia de mudanças técnicas de longo alcance introduzidas no 750S.

Tons de cores separadas criam uma mudança de tonalidade definida por artesanato preciso.

A olho nu, a proximidade de várias cores produz uma ilusão de claro-escuro dentro de cada listra individual.

Ela dá a sensação de velocidade e aceleração, mesmo quando o 750S está parado.

 

 

 

 

 

 

“O Spectrum Theme leva ao próximo nível o que podemos fazer na McLaren. Um amplo grau de atenção e precisão é necessário para garantir que as linhas do Spectrum combinem completamente com a superfície da incrível carroceria do 750S, e as novas técnicas que desenvolvemos para chegar lá se coadunam perfeitamente com a ampla variedade de avanços técnicos do supercarro. A crescente complexidade do que podemos oferecer aos clientes, por meio de temas como o Spectrum, é testemunha da incrível experiência e especialização dos nossos técnicos em pintura na MSO”, diz Michael McDonagh, diretor da McLaren Special Operations.

 

 

 

 

 

 

O Spectrum é apresentado em três versões: Spectrum Azul, Spectrum Cinza e Spectrum Laranja.

As variantes de cor podem ser combinadas com outras personalizações sob encomenda da MSO.

Elas incluem um acabamento de couro colorido, uma placa dedicada e o ampliado estribo das portas em fibra de carbono com logotipos MSO de efeito graduado Spectrum pintados à mão.

Os temas Azul, Cinza e Laranja são apenas o começo.

O Spectrum pode também ser especificado em variantes de cor exclusivas, projetadas e produzidas pela MSO.

Os tons do espectro de cores exigem a formulação de novas pinturas que mesclam exatamente a quantidade certa de claro e escuro para criar uma mudança coerente de cor.

Não há uma mudança fixa: ao contrário, cada tema do Spectrum pede uma mescla sob medida dessas misturas para se chegar ao resultado desejado.

Considerar as linhas fechadas e a intrincada escultura aerodinâmica das portas diédricas foi um desafio particular para os técnicos da MSO posicionarem as linhas do Spectrum.

Na traseira do carro, o Spectrum Theme incorpora um reconhecimento visual do popular Velocity Theme também oferecido pela MSO.

O sétimo tom de pintura não é uma faixa sólida, mas um suave esmaecimento que envolve a traseira do 750S.

 

 

 

 

 

 

O tema Azul varia do Spectrum Azul para o Azul Aurora Metálico, o tema Laranja começa com o Spectrum Laranja e avança para um rico e potente Vermelho Gama Metálico.

E as variações do Cinza mudam do Spectrum Cinza para o Cinza Meteorito Metálico.

E, como brilho final, a parte de baixo da asa traseira móvel do 750S pode ter acabamento em cores contrastantes.

 

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McLaren Solus GT vence duelo cronometrado do Festival de Velocidade de Goodwood

A vitória do Solus GT na final do duelo cronometrado deste domingo no Festival de Velocidade de Goodwood de 2023 confirmou o desempenho impressionante do modelo.

Também empolgou o público e coroou as comemorações do 60º aniversário da McLaren no evento.

A estreia em movimento do Solus GT ocorreu no último dia 13, no primeiro dia do festival.

Assim, o superesportivo manteve-se em aceleração máxima na subida da colina de Goodwood de 1,16 milha (1,86 km) de extensão na grande final de domingo.

Com isso, o piloto de fábrica da McLaren, Marvin Kirchhöfer, encabeçou a folha de tempos com a marca de 45,342 segundos.

Isso garantiu à McLaren a segunda vitória no duelo cronometrado do festival de velocidade em três anos, repetindo o feito de 2021.

Piloto Marvin Kirchhöfer e o McLaren Solus vitorioso em Goodwood

Nascido no mundo virtual para o videogame Gran Turismo SPORT e trazido ao mundo real pela McLaren, apenas 25 Solus GT serão construídos para clientes.

Empurrado por um motor V10 de 5,2 litros aspirado que desenvolve 840 PS e 650Nm de torque.

O peso abaixo de 1.000 quilos e o fantástico pacote aerodinâmico do Solus GT combinados com o trem de força garantem um sensacional nível de performance.

Além da emocionante subida da colina, o Solus GT esteve à mostra na Casa da McLaren ao longo de todo o festival.

O novo supercarro McLaren 750S (o mais leve e potente carro de produção em série da marca) fez a estreia em movimento com vários giros em alta velocidade durante o fim de semana.

“A vitória do Solus GT na final do duelo cronometrado coroou um memorável Festival de Velocidade de Goodwood para a McLaren. Coincidindo com os 30 anos do festival, as celebrações do nosso 60º aniversário já tinham visto o tributo à Tríplice Coroa na Casa da McLaren e na subida da colina, além de uma potente estreia diante do público tanto do Solus GT como do novo 750S. E agora conquistamos novamente a vitória na final do duelo cronometrado, um feito fantástico para uma equipe incrível”, disse Michael Leiters, executivo-chefe da McLaren Automotive.

Um vídeo do McLaren Solus GT no Festival de Goodwood pode ser visto no canal da McLaren no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=LuNmHiwCwA4

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Ferrari SF90 XX Stradale e SF90 XX Spider: direto das pistas para as ruas

Os carros da versão especial da Ferrari levam o desempenho de seus modelos de produção a novos extremos. 

O ‘Programa XX’ da marca, oferece a um seleto grupo de pilotos experientes, carros extremos feitos para uso exclusivo nas pistas de corrida.

Baseado nessa experiência, a Ferrari criou os superesportivos para uso na estrada: SF90 XX Stradale, modelo cupê e SF90 XX Spider com carroceria conversível.

A edição especial é mais leve, mais potente, com aerodinâmica revisada e alto desempenho, que pretende “empurrar o carro para o limite” de seu potencial, de acordo com o chefe de desenvolvimento Gianmaria Fulgenzi. 

SF90 XX Stradale

SF90 XX Spider

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, ambos os modelos são movidos pelo mesmo trem de força híbrido plug-in do modelo padrão, que compreende um motor 4.0 V8 biturbo e três motores elétricos.

Essa configuração permite que o carro atinja um máximo de 1.030 cv de potência.

Isso corresponde a 30 cv a mais que o tradicional SF90 Stradale, estabelecendo um novo padrão de desempenho da Ferrari.

O motor V8 produz potência de 797 cv, e ganhou maior taxa de compressão média, obtida através do polimento dos dutos de admissão e escape.

Também recebeu melhorias na câmara de combustão e dos pistões e a remoção do sistema secundário de ar, que reduziu em 3,5 kg o seu peso.

Os dois motores elétricos são independentes localizados no eixo dianteiro e o outro fica localizado entre o motor e a caixa de câmbio na parte traseira e produzem um total de 233 cv.

 

 

 

 

 

Não houve alteração da capacidade da bateria que permanece em 7,9 kWh e sozinha rende autonomia de 25 quilômetros com velocidade máxima de 135 km/h.

Uma nova função Extra Boost está disponível no modo de condução Qualifying e funciona para recuperar rapidamente a velocidade do carro ao sair de uma curva.

O recurso é acionado quando o motorista pisa fundo no acelerador e pode ser usado até 30 vezes antes que a bateria se esgote.

Também foram feitas alterações na caixa de câmbio de dupla embreagem de oito marchas do carro.

A nova lógica de mudança é emprestada do Daytona SP3 e as mudanças de marcha são acompanhadas por uma nota de escape rosnando com uma ultrapassagem de decolagem em rotações mais altas.

Para isso, foi desenvolvida uma nova calibração específica do motor que funciona em sinergia com a lógica de controle da caixa de câmbio.

A afirmação oficial da Ferrari é de que os modelos são capazes de alcançar os 100 km/h em apenas 2,3 segundos e a velocidade máxima é de 320 km/h.

Outra novidade importante é o controlador ABS EVO, que estreou no 296 GTB, e melhora o desempenho na frenagem de alto desempenho no seco.

O sistema permite que o superesportivo freie mais tarde e de maneira mais repetitiva, melhorando assim seu manuseio na pista.

O SF90 XX oferece o desempenho aerodinâmico mais eficiente do que qualquer outro carro de estrada da Ferrari, tornando-o comparável apenas ao supercarro LaFerrari.

Esse resultado foi alcançado ao redesenhar o gerenciamento do fluxo de resfriamento dos componentes térmicos e elétricos, bem como do compartimento do motor.

Em termos de estilo, incorpora os princípios de engenharia que sustentam o SF90 convencional, mas com características mais radicais e extremas.

O estilo foi projetado para destacar seus atributos de desempenho puro-sangue, mantendo as linhas e formas do seu antecessor.

SF90 XX Stradale

SF90 Stradale

 

 

 

 

 

 

O principal destaque do design fica por conta da sua asa traseira.

O volume da cauda foi especificamente desenhado pensando na aerodinâmica, que agora é mais elegante, com a silhueta de cauda longa típica dos carros de corrida.

As entradas de ar para os intercoolers (trocador de calor), agora também são maiores, canalizando o ar para os radiadores de forma mais eficiente.

O conceito de asa dianteira em forma de flecha foi mantido, os faróis agora estão integrados nesta área por dois perfis de asa verticais.

O carro parece mais largo e mais colado ao asfalto devido aos dois imponentes perfis de asa dominando as entradas de ar, que parecem flutuar.

 

 

 

 

 

O design interior foi feito para destacar a vocação de corrida do cockpit que resultaram em economias de peso significativas.

As principais áreas envolvidas foram os painéis das portas, túnel e tapetes, que agora estão mais simples em termos de forma e materiais utilizados.

Enquanto à fibra de carbono foi usada para áreas funcionais.

O assento de corrida foi projetado especialmente para o esportivo com uma estrutura tubular de fibra de carbono e espuma.

Tudo isso focado em fornecer máximo prazer em dirigir sem comprometer o conforto.

Mesmo sendo um assento de peça única, o uso de materiais elásticos permite que sejam realizados movimentos de rotação e ajustes no encosto.

Esse recurso ainda economizou 1,3 kg de peso.

O console central também ostenta menos material e, em vez de couro ou plástico, é coberto por fibra de carbono em acabamento fosco.

Já o painel de instrumentos tem revestimento em Alcantara.

O seletor de marchas cromado da transmissão de oito marchas foi movido para a frente no console central e os interruptores dos vidros elétricos foram realocados mais para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SF90 XX Spider se parece muito com o SF90 XX Stradale e apresenta praticamente as mesmas características quanto ao visual. 

A principal diferença está no teto conversível que pode ser aberto em apenas 14 segundos. 

Devido as alterações para tornar o veículo conversível, o modelo perdeu algumas das passagens de ar na parte traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ambas as variantes do SF90 XX terão uma quantidade limitada de unidades.

Serão produzidas 799 versões do SF90 XX Stradale e 599 do SF90 XX Spider, ambos representando “o exemplo mais recente e extremo de um conceito de versões especiais, que eleva o desempenho dos modelos de rua da Ferrari a novos níveis”.

O preço do cupê é de cerca de US$ 844.000, o que daria pouco mais de R$ 4 milhões, nas taxas de câmbio atuais.

O Spider custa ainda mais, cerca de US$ 932.000, algo em torno de R$ 4,5 milhões.

 

 

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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McLaren São Paulo completa cinco anos e atinge 100 carros entregues

A McLaren São Paulo teve dois motivos para comemorações na segunda semana de maio.

No dia 8, a empresa completou cinco anos da inauguração da concessionária em São Paulo.

Dois dias depois, a empresa chegou à marca de cem automóveis entregues com a entrega das chaves de um modelo Artura Malvine Blue a seu comprador.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

O Artura é o mais recente lançamento da McLaren, sendo o primeiro modelo híbrido de produção em série da marca (antes dele houve o P1, feito em edição limitada de 375 unidades).

As primeiras unidades do Artura chegaram ao Brasil no fim do ano passado e doze delas já estão com seus clientes (incluindo a que fez a McLaren São Paulo chegar às 100 unidades entregues).

Essas 12 unidades fazem o Artura, com apenas cinco meses de presença no mercado, ser o segundo McLaren mais vendido no Brasil.

Ele só fica atrás do McLaren 720S Coupé, que teve 21 unidades comercializadas entre 2018 e 2022.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

Outros destaques da lista de McLaren vendidos no Brasil são os modelos Senna (quatro, todos entregues em 2019) e Senna GTR (uma unidade entregue em 2020).

Do primeiro, foram fabricadas 500 unidades. O GTR, ainda mais exclusivo, teve apenas 75 unidades produzidas.

“Ao longo desses cinco anos, a McLaren ganhou um grande número de adeptos no Brasil. Boa parte deles chegou à marca atraída pelo histórico vitorioso em competições e constatou que, além de vencer corridas, a McLaren produz carros esporte de primeira linha. Chegar a cem carros ao completar cinco anos de operações é algo extremamente gratificante. Quando inauguramos a concessionária, nossa previsão era entregar cerca de 25 carros por ano. Essa média foi mantida ou mesmo superada até a chegada da pandemia. Mas agora estamos começando a entregar os Artura e deveremos encerrar 2023 com um novo recorde de entregas a clientes”, analisa Henry Visconde, presidente da McLaren São Paulo.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

Formada em 2010, a McLaren Automotive é hoje a maior parte do McLaren Group. Sua origem remonta a 1964, quando o piloto neozelandês Bruce McLaren iniciou a fabricação de carros de corrida (bipostos e monopostos).

Em 1966, a McLaren fez sua estreia na Fórmula 1, iniciando uma trajetória que resultou em oito títulos mundiais de construtores e doze de pilotos.

A McLaren tem vitórias também nas 24 Horas de Le Mans e nas 500 Milhas de Indianápolis.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

O atual portfolio de produtos da empresa (modelos das linhas GT, Supercar, Motorsport e Ultimate) é vendido por meio de mais de 85 concessionários em 40 mercados no mundo.

O primeiro carro de rua com a marca McLaren, o M6GT, foi construído pelo próprio Bruce McLaren em 1969. 

Em 1993, a McLaren projetou e construiu o carro de rua McLaren F1, em produção limitada. 

Em 2020, a McLaren lançou o 765LT e revelou a nova arquitetura de baixo peso fabricada no McLaren Composites Technology Centre de £ 50 milhões.

Foi inaugurado na região de Sheffield, no norte da Inglaterra, que sustentará a próxima década do futuro eletrificado da McLaren.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

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GT3 RS Timeline: uma celebração à esportividade na Stuttgart Porsche

A Stuttgart Porsche promoveu no último dia 3 de maio a GT3 RS Timeline, uma verdadeira celebração à esportividade pura no Porsche Center São Paulo.

Os clientes que compareceram tiveram o privilégio de conferir a evolução da linha RS ao longo de cinco décadas por meio da exposição de sete carros.

Estavam presentes o mitológico 911 Carrera RS 2.7 de 1973 e as várias gerações do 911 GT3 RS até chegar à atual, com a apresentação do primeiro 911 GT3 RS 2023 a chegar ao Brasil.

 

 

 

 

 

 

A sigla RS (“rennsport”, esportivo de corrida em alemão) tornou-se uma autêntica “medalha” concedida pela Porsche às versões de carros de rua que mais se aproximam da essência de um bólido de competição.

“Os 911 RS tiveram produção limitada e por isso é muito raro ter a oportunidade de ver reunidos sete deles, cada um de uma época. Fico contente por ter proporcionado aos clientes uma oportunidade única de acompanhar a evolução desses carros, coincidindo com a chegada da primeira unidade do novo 911 GT3 RS”, explica Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche

 

 

 

 

 

 

 

O novo 911 GT3 RS é da atual geração “992” (código interno da Porsche para definir o número de projeto).

Possui motor de 6 cilindros contrapostos com 4 litros e entrega 525 cv de potência, podendo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e chegar à velocidade máxima de 296 km/h.

O habitáculo é praticamente o de um carro de competição. Todos os 911 GT3 RS possuem gaiola de segurança.

Opcionalmente, o carro pode ter pacotes Clubsport (que inclui banco de competição com cinto de segurança de seis pontos) e Weissach (redução de peso).

Como grande novidade, o novo 911 GT3 RS possui DRS (asa móvel) para diminuir o arrasto aerodinâmico nas retas.

Os demais carros expostos na GT3 RS Timeline foram o 911 Carrera RS 2.7 de 1973, 911 GT3 RS “996” (2004), 911 GT3 RS “997.1” (2007), 911 GT3 RS 4.0 “997.2”(2011), 911 GT3 RS “991.1” (2016) e 911 GT3 RS “991.2” (2019).

A partir da esquerda: 911 GT3 RS 2007 e 2004 e o 911 Carrera RS 2.7 de 1973

A partir da esquerda, os 911 GT3 RS de 2019 e 2016 e o 911 GT3 RS 4.0 de 2011

 

 

 

 

 

 

 

A Stuttgart atuou entre outubro de 1997 e junho de 2015 como importadora oficial da marca Porsche no Brasil.

Nesse período, a Porsche aumentou significativamente sua presença no País.

Atualmente, a Stuttgart Porsche opera oito lojas em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife.

O Stuttgart Service | Body & Paint, localizado em São Paulo, é o mais moderno centro de serviços de reparo e manutenção de carros da marca.

É o único da América Latina capacitado a fazer reparos em carrocerias de alumínio e o único do Brasil apto a fazer manutenção e reparos em baterias de alta tensão para veículos híbridos e elétricos.

O histórico, a presença em seis estados e a alta qualidade de seu atendimento e de seus serviços fazem da Stuttgart ser referência em Porsche no Brasil.

 

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