Audi do Brasil e LATAM iniciam serviço exclusivo de transporte de passageiros com carros elétricos

 A Audi do Brasil e a LATAM anunciam o início, na última segunda-feira (04/12), do serviço de transfer com veículos 100% elétricos da marca das quatro argolas aos passageiros mais fiéis da companhia aérea que embarcam no Aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo.

A iniciativa conjunta tem o objetivo de proporcionar aos clientes uma experiência de viagem com ainda mais exclusividade, sustentabilidade e conforto.

A capital paulista servirá como projeto piloto e a iniciativa poderá ser ampliada para outras cidades no futuro.

Os clientes contemplados pela iniciativa são da categoria Black Signature do LATAM PASS, ou seja, aqueles que mais escolhem a LATAM para voar e são cadastrados no programa de fidelidade, e terão acesso ao serviço de transfer nos portões remotos do aeroporto paulistano.

O novo serviço de transfer da Audi do Brasil em parceria com a LATAM terá um total de cinco veículos 100% elétricos, com os modelos Audi Q8 e-tron e Audi Q8 Sportback e-tron.

Eles estarão disponíveis todos os dias da semana, das 6h às 23h, com auxílio de um funcionário da equipe de Special Services da LATAM.

Cada veículo transporta até 3 passageiros, além do motorista, e deixará o cliente na porta da aeronave. Desde o início de 2023, o serviço era realizado por vans executivas.

Ao se apresentar em um dos portões de embarque remoto do Aeroporto de Congonhas (portões 13 ao 22), o cliente LATAM Pass Black Signature será encaminhado ao transfer por um funcionário da equipe de Special Services da companhia.

“Queremos proporcionar ao público uma experiência premium antes mesmo do ingresso na aeronave, convidando os clientes mais fiéis da LATAM a conhecerem no momento do transfer os nossos veículos 100% elétricos. São modelos recheados de sofisticação, tecnologia e conforto – e o melhor, livre de emissões de poluentes”, destaca Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil. 

O novo Audi Q8 e-tron adota a nova linguagem de design da marca, oferece dois motores elétricos com potência combinada de 408 cavalos e 664 Nm de torque, que atua em sintonia com a consagrada tração integral quattro.

O desempenho é esportivo, com aceleração de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e velocidade máxima de 200 km/h (limitada eletronicamente).

Já a autonomia é de até 342 quilômetros (Sportback) e 332 quilômetros (SUV), segundo o Inmetro.

A capacidade de carregamento é de 10% a 80% em apenas 31 minutos.

O anúncio da parceria ocorreu em novembro deste ano, no hangar da companhia no Aeroporto de Congonhas, onde estiveram expostos os Audi Q8 e-tron e o icônico Audi S4, histórico veículo da Família Senna.

Além disso, o evento recebeu a participação de importantes nomes da imprensa brasileira, como Galvão Bueno e Livio Oricchio que trouxeram diversas lembranças sobre grandes momentos com o tricampeão mundial, Ayrton Senna, responsável pela chegada da Audi ao Brasil.

O que é um cliente LATAM PASS Black Signature

Black Signature é uma das seis categorias do LATAM Pass, programa de fidelidade oficial da LATAM Airlines.

Ao se cadastrar, o cliente passa a acumular pontos e ter acesso a mais benefícios a cada voo que realiza com a companhia.

A categoria Black Signature é a mais avançada e demonstra fidelidade do cliente com a LATAM.

Em troca, a companhia concede uma série de benefícios, como upgrade de cabine, acesso às salas VIP LATAM, check-in e embarque preferencial, atendimento exclusivo e, agora, transfer privativo com veículos Audi no embarque remoto de Congonhas.

A Audi está investindo de maneira consistente na eletrificação da mobilidade e lançará globalmente 30 novos modelos eletrificados até 2025.

Nos próximos anos, a Audi do Brasil terá o melhor dos dois mundos com a nova geração de veículos elétricos e a última geração de modelos à combustão no mercado global.

A partir de 2026, todos os novos veículos lançados da marca serão elétricos e, em 2033, está previsto o fim da nossa produção de veículos à combustão.

A meta global é ser uma empresa 100% neutra em carbono até o ano de 2050.

Desde o início de 2019, a Audi do Brasil já investiu mais de R$ 87 milhões em infraestrutura de recarga.

Foram R$ 20 milhões em 42 carregadores da rede de concessionárias e R$ 10 milhões para instalação de carregadores em pontos de conveniência em mais de 100 destinos (100 carregadores ac) em todo o Brasil (shoppings, restaurante, hotel, supermercados).

E mais R$ 33 milhões para instalação de 18 carregadores DC (sendo 17 de 150kW e 1 de 350KW) + 2 carregadores de 22Kw AC em cada ponto (54 no total EDP) em rodovias juntamente com EDP, Volkswagen e Porsche.

Além dos 24 milhões recentemente investidos na parceria com Raízen e Porsche para entrega de mais 20 carregadores ultrarrápidos (150kW) na rede de postos Shell.

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Audi apresenta protótipo do Audi Q6 e-tron com nova tecnologia OLED digital e pintura exclusiva

A contagem regressiva começou, e o desenvolvimento do primeiro modelo baseado na nova Premium Platform Electric (PPE) está na reta final.

Nos testes finais, jornalistas do mundo inteiro sentaram ao volante do protótipo do Audi Q6 e-tron e compartilharam as suas impressões com a equipe de desenvolvimento técnico da AUDI AG.

Na ocasião, foram apresentadas as novas tecnologias de iluminação, como a segunda geração do OLED Digital.

Esta inovação mudará de forma permanente o design da iluminação automotiva.

Com as luzes de OLED digitais de segunda geração, o Audi Q6 e-tron levará o design de iluminação e a gama de funções e a segurança na via para um novo patamar.

Além das tecnologias, a pintura exclusiva do protótipo, criada pelo projetista brasileiro Maurício dos Santos, traz uma perspectiva ainda mais ampla do novo modelo.

O Audi Q6 e-tron marca o início da maior ofensiva de modelos da história da Audi.

É também o primeiro veículo a utilizar a recém-desenvolvida Premium Platform Electric (PPE).

Essa plataforma tecnológica, criada em conjunto pela Audi e Porsche, é projetada exclusivamente para veículos elétricos.

É escalável para acomodar uma ampla gama de modelos nos segmentos de tamanho médio e luxo.

O tamanho da bateria e a distância entre-eixos dos veículos também são escaláveis.

Isso permite incluir modelos SUV e CUV, bem como modelos Sportback ou Avant, que fazem parte do segmento principal da gama da Audi.

Diante de todas essas novidades, a Audi está preparando o lançamento do modelo com todo o cuidado.

Como parte da campanha de comunicação da Audi antes do lançamento do modelo, a primeira experiência com o protótipo do Audi Q6 e-tron ocorreu na primeira quinzena deste mês de julho, nas ilhas Faroé, um arquipélago situado entre a Escócia e a Islândia.

Desta forma, a marca dos quatro argolas revelou, em fase experimental, uma prévia de várias tecnologias inovadoras do veículo e do trabalho da equipe de desenvolvimento.

O novo modelo redefinirá as referências da indústria em termos de desempenho, autonomia e carregamento.

É também o primeiro modelo totalmente elétrico a sair da linha de produção em Ingolstadt, na Alemanha.

Além disso, a sede da Audi em Ingolstadt se tornará a primeira fábrica da AUDI AG com sua própria instalação de montagem de baterias.

O próximo Audi Q6 e-tron representa, portanto, a transformação global da marca em um fornecedor de mobilidade elétrica premium.

O Q6 e-tron não somente marca um novo capítulo em mobilidade elétrica na Audi.

A tecnologia de iluminação é uma parte importante do DNA da Audi.

Com a primeira assinatura de luz digital do mundo, o Audi Q6 e-tron anuncia uma nova era caracterizada por design e estética diferenciada e exclusiva da Audi. 

Desde o lançamento do Audi e-tron em 2018, a marca das quatro argolas tem montado protótipos e modelos únicos com pinturas individuais.

Isso é o chamado “design de pintura” da Audi, mais recentemente o S1 Hoonitron e o show car de Fórmula 1.

A fabricante já apresentou mais de 20 veículos com este exterior especial, todos desenhados por Maurício dos Santos, responsável pelo Design Branding da Audi.

Sua visão mais recente agora decora o protótipo Audi Q6 e-tron.

Dos Santos usa suas últimas pinturas para explicar a filosofia por trás do design expressivo e mostra como os ternos masculinos influenciam e o que deixa até mesmo um designer nervoso.

“A linguagem de design da Audi está dando o próximo passo com o Q6 e-tron, e queríamos deixar isso claro nas pinturas exclusivas. A arquitetura e o caráter de um veículo são sempre únicos, assim como o design de cada pintura individual. Tudo começa sempre com a decisão de quais elementos do veículo você deseja destacar e enfatizar”, afirma Maurício.

O novo projeto também se baseia em elementos de design anteriores, como a cor vermelha neon também usada no Audi Q6 e-tron.

Que é amplamente familiar das memoráveis pinturas do Audi e-tron 2018, cada novo modelo também abre um novo capítulo.

“Na Audi, tecnologia e design estão intrinsecamente ligados e formam uma única entidade. À medida que nossas tecnologias se tornam mais poderosas e precisas, isso também é visível em nosso design, escolha de materiais e narrativa”, explica dos Santos.

Segundo Maurício Dos Santos, as pinturas exclusivas traduzem os elementos técnicos do veículo em uma linguagem visual memorável.

“Basicamente, queremos iniciar uma conversa com as pinturas. O que torna a linguagem de design única é que essa conversa pode ser realizada globalmente. Certas coisas são percebidas de forma diferente em diferentes países, mas, no final, o design funciona em qualquer lugar”, completa dos Santos.

Os faróis e as lanternas traseiras parecem vívidos à primeira vista, isso é como os clientes devem imaginar assinatura de luz digital ativa, uma estreia mundial da marca dos quatro argolas.

Ela faz parte do pacote opcional de assinaturas de luzes digitais.

“O Audi Q6 e-tron marca a estreia de um modelo de produção no qual estamos projetando tanto a forma das luzes como todo o seu movimento. Graças a uma simbiose perfeita entre o design de iluminação e a nova tecnologia, as luzes do novo Audi Q6 e-tron parecem mais vibrantes e inteligentes do que nunca. Provemos as assinaturas de luz com sua própria personalidade e o mundo digital com sua própria estética ao mesmo tempo. Com a primeira assinatura de luz digital do mundo, o Q6 e-tron está anunciando uma nova era de design e estética diferenciados e exclusivos da Audi”, explica César Muntada, Chefe de Design de Iluminação.

 

 

 

 

 

Um módulo de software em um dos computadores de domínio do Audi Q6 e-tron, possibilita este tipo de assinatura de luz.

Eles foram desenvolvidos em conjunto pela Audi e pela empresa de software do grupo, CARIAD.

No caso da lanternas traseiras de OLED digitais de segunda geração, os painéis de OLED de 360 segmentos geram uma nova imagem a cada dez milissegundos.

Fazem isso utilizando um algoritmo especialmente desenvolvido.

Este algoritmo permite que a assinatura de luz digital ativa demonstre a vibração do carro e a habilidade de interagir pessoalmente.

Isso torna a “atividade cerebral” do Q6 e-tron visível por meio de movimento constante.

A assinatura de luz digital ativa na parte dianteira é criada via interação do algoritmo com 12 segmentos de luz com atenuação controlada.

Ao passo que na parte traseira, todos os segmentos OLED são utilizados.

Os segmentos de luz individuais interagem de modo que toda a imagem da assinatura de luz não apresente variações da intensidade luminosa.

 

 

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Fórmula E: Em Londres, Lucas Di Grassi retorna ao local de sua última vitória

A temporada nove do Campeonato Mundial de Fórmula E termina neste final de semana com o ePrix de Londres, no circuito do Exhibition Centre London.

Também conhecido como ExCel London, o local recebe o campeonato desde 2021.

Na edição do ano passado, o brasileiro Lucas Di Grassi venceu, mantendo-se como o detentor da vitória mais recente no traçado da capital inglesa.

Lucas no box da equipe Mahindra (Foto: Spacesuit Media/Lou Johnson)

Lucas Di Grassi planeja se apoiar no bom retrospecto no circuito britânico para terminar a temporada com mais pontos.

O triunfo em Londres foi também a vitória mais recente do piloto brasileiro, quando ele atingiu 13 primeiros lugares na Fórmula E.

Esse número o coloca como maior vencedor da categoria, ao lado do suíço Sebastien Buemi.

Na ocasião, Di Grassi defendia a equipe Venturi Racing.

Di Grassi ao volante do modelo M9Electro (Foto: Spacesuit Media/Lou Johnson)

O travado circuito de Londres tem 20 curvas e 2,09 km de extensão, utilizando áreas cobertas do galpão de exposições e de sua parte externa.

Predominam curvas lentas, o que faz com que a pista tenha algumas freadas fortes e não seja tão veloz como os dois últimos traçados onde o campeonato competiu: Portland (EUA) e Roma (Itália).

Outra característica são as mudanças de elevação e diferentes tipos de piso ao longo da pista.

Dois detalhes que tornam a pista de Londres bastante enigmática em termos técnicos.

“Londres é um circuito muito particular, mas um lugar onde sempre fui bem. Por isso vamos tentar fechar essa temporada ano da melhor maneira possível, tentando novos pontos para a equipe. Ter sido o último a vencer em Londres dá confiança. Mas neste ano temos uma tarefa diferente. Precisamos tirar o melhor do nosso pacote técnico e torcer para uma dinâmica de prova que nos favoreça. O objetivo são os pontos, como nas últimas etapas, para injetar ânimo no time depois de uma temporada de aprendizado bastante complicada, como foi essa”, completou. resumiu Di Grassi, piloto da equipe indiana Mahindra, que nesta temporada passou dificuldades pelo atraso no desenvolvimento do modelo M9Electro.

O brasileiro venceu a prova mais recente disputada no traçado londrino (Foto: Spacesuit Media/Lou Johnson)

A decisão do título da atual temporada está entre quatro pilotos.

Com maiores chances estão o inglês Jake Dennis (195 pontos, equipe Avalanche Andretti) e o neozelandeses Nick Cassidy (171, Envison Racing).

Também possuem chances matemáticas Mitch Evans (151 pontos, Nova Zelândia, equipe Jaguar) e Pascal Wehrlein (146, Alemanha, Porsche).

As corridas acontecem no sábado e no domingo.

Programação para a ePrix de Londres, nos horários de Brasília:

Sexta-feira (28/7)
13h00 – Treino livre 1

Sábado (29/7)
06h30 – Treino livre 2
08h40 – Classificação
13h00 – Corrida 1

Domingo (30/7)
13h00 – Corrida 2

 

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Stuttgart Porsche e Felipe Nasr: uma parceria entre campeões

A Stuttgart é a mais nova patrocinadora do brasileiro Felipe Nasr, piloto oficial da equipe Porsche Penske Motorsport no campeonato IMSA SportsCar e nas 24 Horas de Le Mans.

O logotipo da maior rede de Porsche Centers do Brasil estará no capacete e no macacão de Nasr já a partir das 24 Horas de Le Mans, nos dias 10 e 11 de junho.

Nasr correrá no Porsche 963 inscrito com o número 75, alusivo à comemoração do 75º aniversário da Porsche.

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

 

 

 

 

 

 

 

“Para mim, é uma honra representar a Stuttgart em uma prova como Le Mans sendo brasileiro e integrando a equipe de fábrica da Porsche. A Stuttgart é uma empresa brasileira que tem história no automobilismo e tem história com a Porsche. É uma oportunidade de construir uma imagem entre Porsche e Brasil, com a Stuttgart tendo uma atuação importante no posicionamento da marca. Vencer a 24 Horas de Le Mans na classificação geral é algo que nenhum brasileiro conseguiu antes, e quero fazer de tudo para trazer essa vitória para a gente”, disse Felipe Nasr, piloto oficial da Porsche Penske Motorsport.

Felipe Nasr e Marcel Visconde celebram a assinatura do contrato na Stuttgart
(Sposito Studio)

O acordo entre a Stuttgart e Nasr prevê que o piloto correrá até o fim da temporada 2023 divulgando o nome da empresa no capacete e nas mangas do macacão.

A assinatura do contrato aconteceu ontem (31 de maio) no Porsche Center São Paulo. 

Será a segunda vez que o nome da Stuttgart estará envolvido com as 24 Horas de Le Mans.

Em 1997, os Porsches 911 GT1 da equipe oficial de fábrica ostentaram a inscrição “Stuttgart Sportcar – Brazil” no spoiler dianteiro e nas abas laterais da asa traseira.

“A Porsche tem uma história em Le Mans, a Stuttgart tem uma história com a Porsche e agora estamos todos juntos com o Felipe no projeto do 963. A Stuttgart teve seu nome nos carros da equipe oficial da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e, em todos esses anos, criou um vínculo muito forte com as corridas de longa duração. Agora ela está de volta a Le Mans com as presenças no capacete e no macacão do Felipe. É uma união que acontece em um momento histórico muito feliz: 100 anos de Le Mans, 75 de Porsche e 25 de Stuttgart”, afirma Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

A conexão da Stuttgart com as corridas de longa duração remonta à década de 1990.

Inclui a participação nas 24 Horas de Daytona de 1998 com uma equipe totalmente formada por brasileiros.

No Brasil, a Stuttgart tem vitórias nas principais corridas de Endurance do calendário nacional, como a Mil Milhas Brasil e os 500 Km de São Paulo.

Também foi campeã nacional de Endurance em 2017 na classificação geral.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

Além da parceria com a Stuttgart, Felipe Nasr revelou a pintura criada pelo artista plástico Adonis Alcici para o capacete que usará nas 24 Horas de Le Mans.

A decoração usa as mesmas cores que estarão nos três Porsches 963 da equipe de fábrica em Le Mans.

Cada uma delas em homenagem aos carros que correram pela fábrica na prova francesa.

Essas cores foram aplicadas no capacete na forma de um turbilhão.

“Sobre o capacete, eu considerei os 75 anos da Porsche e os 100 das 24 Horas de Le Mans e pensei em fazer algo que fosse realmente marcante, que as pessoas olhassem como uma obra de arte. Para isso eu tive a ajuda do Adonis Alcici. Sou fã do trabalho dele desde que recebi um quadro retratando meu carro durante o Motorsport Talks realizado em março aqui na Stuttgart. Eu queria sair do convencional, das linhas de capacete tradicionais. O resultado é essa obra incrível. A pintura tem cores marcantes, remete à velocidade, dá sensação de movimento e combinou com o logo da Stuttgart Porsche com a bandeira do Brasil”, completou Felipe Nasr.

Alta | Web
Pintura do capacete de Nasr para Le Mans foi criada pelo artista Adonis Alcici
(Sposito Studio)

“A Stuttgart colocou seu nome nos carros da equipe de fábrica da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e agora está de volta com o patrocínio ao Felipe Nasr. Em 1997, a Stuttgart era uma empresa nova e nosso objetivo era divulgar o nome da Stuttgart tanto em nível nacional quanto internacional. Hoje, ela está consolidada e queremos tornar a corrida mais representativa para nossos clientes. Para nós, é fantástico ter um brasileiro na equipe da fábrica, com chances de vencer a prova na classificação geral”, comentou Regis Schuch, fundador e diretor da Stuttgart Porsche. 

 

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GT3 RS Timeline: uma celebração à esportividade na Stuttgart Porsche

A Stuttgart Porsche promoveu no último dia 3 de maio a GT3 RS Timeline, uma verdadeira celebração à esportividade pura no Porsche Center São Paulo.

Os clientes que compareceram tiveram o privilégio de conferir a evolução da linha RS ao longo de cinco décadas por meio da exposição de sete carros.

Estavam presentes o mitológico 911 Carrera RS 2.7 de 1973 e as várias gerações do 911 GT3 RS até chegar à atual, com a apresentação do primeiro 911 GT3 RS 2023 a chegar ao Brasil.

 

 

 

 

 

 

A sigla RS (“rennsport”, esportivo de corrida em alemão) tornou-se uma autêntica “medalha” concedida pela Porsche às versões de carros de rua que mais se aproximam da essência de um bólido de competição.

“Os 911 RS tiveram produção limitada e por isso é muito raro ter a oportunidade de ver reunidos sete deles, cada um de uma época. Fico contente por ter proporcionado aos clientes uma oportunidade única de acompanhar a evolução desses carros, coincidindo com a chegada da primeira unidade do novo 911 GT3 RS”, explica Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche

 

 

 

 

 

 

 

O novo 911 GT3 RS é da atual geração “992” (código interno da Porsche para definir o número de projeto).

Possui motor de 6 cilindros contrapostos com 4 litros e entrega 525 cv de potência, podendo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e chegar à velocidade máxima de 296 km/h.

O habitáculo é praticamente o de um carro de competição. Todos os 911 GT3 RS possuem gaiola de segurança.

Opcionalmente, o carro pode ter pacotes Clubsport (que inclui banco de competição com cinto de segurança de seis pontos) e Weissach (redução de peso).

Como grande novidade, o novo 911 GT3 RS possui DRS (asa móvel) para diminuir o arrasto aerodinâmico nas retas.

Os demais carros expostos na GT3 RS Timeline foram o 911 Carrera RS 2.7 de 1973, 911 GT3 RS “996” (2004), 911 GT3 RS “997.1” (2007), 911 GT3 RS 4.0 “997.2”(2011), 911 GT3 RS “991.1” (2016) e 911 GT3 RS “991.2” (2019).

A partir da esquerda: 911 GT3 RS 2007 e 2004 e o 911 Carrera RS 2.7 de 1973

A partir da esquerda, os 911 GT3 RS de 2019 e 2016 e o 911 GT3 RS 4.0 de 2011

 

 

 

 

 

 

 

A Stuttgart atuou entre outubro de 1997 e junho de 2015 como importadora oficial da marca Porsche no Brasil.

Nesse período, a Porsche aumentou significativamente sua presença no País.

Atualmente, a Stuttgart Porsche opera oito lojas em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife.

O Stuttgart Service | Body & Paint, localizado em São Paulo, é o mais moderno centro de serviços de reparo e manutenção de carros da marca.

É o único da América Latina capacitado a fazer reparos em carrocerias de alumínio e o único do Brasil apto a fazer manutenção e reparos em baterias de alta tensão para veículos híbridos e elétricos.

O histórico, a presença em seis estados e a alta qualidade de seu atendimento e de seus serviços fazem da Stuttgart ser referência em Porsche no Brasil.

 

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Porsches na estrada e na pista no Route Tour Circuito Panamericano

Com presença de mais de cinquenta carros, o Porsche Club Brasil iniciou no último sábado (29 de abril) a primeira edição da Route Tour Club Cup.

É um campeonato composto pelos passeios cronometrados organizados especialmente para os proprietários de Porsche.

A primeira etapa foi realizada entre o Porsche Center São Paulo e o Circuito Panamericano, o campo de provas da Pirelli em Elias Fausto (SP), percorrendo 130 km.

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Nos route tours, os participantes devem fazer o percurso mantendo as médias horárias determinadas nas planilhas de navegação.

Por acontecer em estradas abertas ao tráfego, as médias exigidas ficam sempre dentro dos limites determinados pela legislação de trânsito.

Foram dadas duas largadas. A primeira, simbólica, aconteceu no Porsche Center São Paulo e deu início ao deslocamento até o km 44 da rodovia Presidente Castello Branco, onde aconteceu a largada oficial do Route Tour.

A partir dali, e até chegar ao Circuito Panamericano, cada décimo de segundo de atraso ou adiantamento apurado na passagem pelos postos secretos acarretava a perda de um ponto pelo participante.

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

 

 

 

 

 

 

 

No Circuito Panamericano, os pilotos tiveram mais duas atividades.

Divididos em turmas pares e ímpares (de acordo com o número de inscrição do carro), eles fizeram, alternadamente, um reconhecimento de traçado (sem atividade competitiva) na pista Dry Handling.

O outro percurso foi o de slalom na pista chamada Wet Handling (com piso seco, sem irrigação artificial).

No primeiro, cada piloto usou seu próprio carro. No segundo, foram utilizados dois Taycan, versão de entrada do modelo de propulsão elétrica da Porsche.

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Os resultados apontaram as vitórias do casal Eduardo e Florence Leônidas (Porsche 718 Cayman GT4) na classe Rallye, aberta somente a tripulações familiares (cônjuges, pais, filhos, irmãos, avós e netos).

Eles perderam apenas 75 pontos, sendo uma das únicas três duplas a encerrar o Route Tour com menos de cem pontos perdidos.

Na classe Marathon, com tripulações formadas livremente, o primeiro lugar ficou com Rodrigo Cirilo/Luiz Durval Brenelli de Paiva (911 Carrera 4S), com 33 pontos perdidos.

Todos os produtos da atual linha Porsche estiveram representados: além do 911 e dos 718 Boxster e Cayman, o Route Tour teve participação dos modelos Cayenne, Macan, Panamera e Taycan.

A Stuttgart Porsche aproveitou a presença dos participantes do Route Tour para expor no Porsche Center São Paulo dois exemplares da linha 718 Style Edition: um Boxster e um Cayman.

No Circuito Panamericano, estiveram o 911 GT3 Touring e um 911 Targa Porsche Design 50 Anos.

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

 

 

 

 

 

 

 

A Stuttgart atuou entre outubro de 1997 e junho de 2015 como importadora oficial da marca Porsche no Brasil.

Nesse período, a Porsche aumentou significativamente sua presença no país.

Atualmente, a Stuttgart Porsche opera oito lojas em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife.

O Stuttgart Service | Body & Paint, localizado em São Paulo, é o mais moderno centro de serviços de reparo e manutenção de carros da marca.

É o único da América Latina capacitado a fazer reparos em carrocerias de alumínio e o único do Brasil apto a fazer manutenção e reparos em baterias de alta tensão para veículos híbridos e elétricos.

O histórico, a presença em seis estados e a alta qualidade de seu atendimento e de seus serviços fazem da Stuttgart ser referência em Porsche no Brasil.

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

Foto: YO! Studio/Porsche Club Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Sobre o Porsche Club Brasil

Criado em dezembro de 1997, o Porsche Club Brasil é reconhecido oficialmente pela Porsche AG e promove eventos exclusivos para proprietários de carros da marca.

Isso possibilita seu uso em ambiente seguro, estruturado e atraente também aos familiares e amigos.

Desde 2001, determinados eventos contam pontos para o campeonato Porsche Club Cup, uma competição entre equipes formadas pelos próprios associados.

Site: stuttgartporsche.com.br

Facebook.com/stuttgartporsche

Instagram.com/stuttgartporsche

 

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GT3 e GT4: dupla vitória da Stuttgart Motorsport nas 4 Horas de Santa Cruz do Sul

A Stuttgart Motorsport teve um dia de grandes comemorações nas 4 Horas de Santa Cruz do Sul, sexta etapa do Endurance Brasil 2022.

O trio Marcel Visconde/Ricardo Mauricio/Marçal Müller levou o Porsche 911 GT3 R à vitória na classe GT3 e a dupla Jacques Quartiero/Danilo Dirani triunfou na GT4, com o Porsche 718 Cayman GT4 Clubsport recebendo a bandeirada com 188 milésimos de segundo de vantagem sobre o segundo colocado.

A festa foi completada com o terceiro lugar de Luiz Landi/Tom Filho na GT4. 

Com um ritmo forte e consistente, o Porsche 911 GT3 R teve atuação de destaque em Santa Cruz do Sul. Marcel Visconde pilotou na primeira hora, exatamente a mais complicada da prova e entregou o carro para Ricardo Mauricio.

O Porsche assumiu a liderança da GT3 com uma hora e meia transcorrida e nela permaneceu até o final.

Marçal Müller fez o terceiro stint e Ricardo Mauricio voltou ao cockpit para completar a corrida e receber a bandeirada com 19s777 de vantagem sobre o Mercedes de Adalberto Baptista/Cacá Bueno, segundo colocado da GT3.

 

 

 

 

 

 

Na classe GT4, os Porsches 718 Cayman GT4 Clubsport da Stuttgart Motorsport se destacaram desde os treinos classificatórios, com Jacques Quartiero largando na pole position com o carro número 21.

Nas primeiras voltas, a liderança foi ocupada pelo Mercedes-Benz AMG GT4 de Renan Guerra/Leandro Ferrari/Marco Pisani. O Cayman GT4 número 718 de Luiz Landi/Tom Filho começou a corrida em segundo lugar, mas envolveu-se em uma colisão com outro carro e perdeu duas voltas nos boxes para realinhar a roda traseira esquerda.

Já com Dirani ao volante, o carro 21 assumiu a liderança da classe com 1h45min de corrida. As voltas finais foram especialmente emocionantes, com Quartiero, responsável pelo último stint, sendo “escoltado” por Tom e, na última volta, resistindo à perseguição do Mercedes.

O carro de Landi/Tom, com duas voltas a menos, recebeu a bandeirada em terceiro lugar, bem próximo dos dois primeiros colocados.

Marçal Müller, Ricardo Mauricio e Marcel Visconde no pódio (Rodrigo Guimarães/Ricardo Saibro)

O novo asfalto do autódromo de Santa Cruz do Sul não resistiu ao forte calor das últimas semanas na região e começou a se esfarelar ainda durante os treinos. Por consenso, a largada da corrida, prevista para meio-dia deste sábado (26/11), foi antecipada para as sete horas da manhã para que a corrida acontecesse sob temperaturas mais amenas.

A prova teve várias intervenções de safety car devido a acidentes e foi necessário um período de mais de 30 minutos de bandeira amarela, já na última hora, para limpar a pista dos detritos de asfalto.

Um outro acidente, este ocorrido 28 minutos após a largada entre o BMW de Leonardo Sanchez/Átila Abreu e o Mercedes-Benz de Maurizio Billi/Marco Billi/Max Wilson, levou à paralisação da corrida com bandeira vermelha para resgate dos pilotos e reparo da barreira de proteção. Ninguém se feriu.

 

 

 

 

 

 

Marcel Visconde: “Foi um dia especial para a história da nossa equipe: um dia totalmente da Porsche, com vitórias nas classes GT3 e GT4. Estão todos de parabéns. Por causa do asfalto, a corrida teve alguns acidentes, felizmente sem causar ferimentos em ninguém. Para nós, foi uma corrida muito boa, consistente e sem problemas. O carro tinha um ritmo muito bom aqui em Santa Cruz do Sul. Foi uma jornada muito diferente, com largada às sete da manhã, mas foi a solução encontrada para corrermos com uma temperatura mais amena.”

Ricardo Mauricio: “Vencemos a primeira do ano. Estávamos batendo na trave e hoje conseguimos. Estou muito feliz pela equipe, que fez um trabalho incrível, e conseguimos bons pontos para o campeonato!”

Marçal Müller: “Estávamos merecendo uma vitória há algumas corridas e fico feliz que desta vez tenha dado tudo certo. Coroou o excelente trabalho da Stuttgart Motorsport. Pela primeira vez neste ano, não aconteceu nada de errado para nós! Fizemos quatro stints muito bons com os três pilotos e imprimimos um ritmo muito forte. Seguimos vivos no campeonato e vamos para a última etapa focando em vitórias na rodada dupla.”

Jacques Quartiero: “Foi uma corrida complicada, especialmente se você saía do trilho e entrava na ‘farofa’ de asfalto. Vi um acidente acontecer na minha frente por causa disso. A equipe fez uma estratégia excelente e no último stint nosso carro tinha uma boa diferença sobre o Mercedes segundo colocado. Nas últimas duas voltas, o Mercedes encostou e eu fui me defendendo. Estava tão concentrado que nem sabia que era a última volta, só soube quando vi a bandeirada! Estou muito feliz, foi legal ver a alegria da equipe toda. A sensação de vencer é muito boa. Quero mais!”

Danilo Dirani: “Valeu, foi animal! Fizemos a pole, mas foi uma corrida difícil, com as condições de pista mudando volta a volta pelas condições do asfalto. Era meio traiçoeiro ser rápido e ser cometer erros. O safety car conta muito no endurante. Fomos ajudados, mas prejudicados também. No final, valeram muito os stints do Jacques que mandou bem demais. Ele vem numa super evolução prova a prova, foi fera! E os meus, consecutivos, foram muito técnicos em relação à Mercedes, foi no mano a mano com o Renan Guerra! Nosso Porsche e a equipe Stuttgart Motorsport mandaram bem demais. Parabéns ao Jacques pela primeira vitória no automobilismo! Estou feliz por ele.”

Quartiero e Dirani comemoram a vitória
(Rodrigo Guimarães/Ricardo Saibro)

Luiz Landi: “Larguei em terceiro e ficamos os quatro primeiros andando juntos, muito rápidos. Estava em disputa de posição com o BMW, creio que ele perdeu a freada e a roda dianteira direita dele tocou na traseira esquerda do meu carro. Ele foi imediatamente para o box e eu completei o stint com o carro desalinhado. No pit, a equipe trabalhou muito bem. Depois dos cinco minutos para reabastecer e trocar pneus, a equipe precisou de mais dois minutos e 38 segundos para realinhar o carro. E ele voltou muito bom, muito rápido! Um trabalho impressionante, de tirar o chapéu. O Tom fez o último stint e ficou entre o Jacques e o Pisani até a última volta. Uma corrida emocionante.”

Tom Filho: “O toque no primeiro stint, com o Luizito guiando, foi uma infelicidade. Aproveitamos o primeiro pit stop para realinhar o carro, que estava saindo muito de traseira. Perdemos voltas e fizemos uma prova de recuperação. Andamos no ritmo dos ponteiros o tempo todo, muito constantes. No finalzinho, havia uma disputa muito acirrada entre o Jacques e o Pisani. Fiquei umas quatro voltas entre os dois, escoltando o Jacques. Na última volta, o Pisani perdeu a freada e acabou batendo em mim. Foi uma disputa limpa. Aí deu desespero porque o carro desalinhou de novo e eu não conseguia chegar nele. Assisti de camarote a disputa entre o Jacques e o Pisani e foi emocionante ver a realização de um amigo tão de perto!”

 

 

 

 

 

 

A decisão do Endurance Brasil 2022 acontecerá em Interlagos com uma rodada dupla: uma corrida de três horas de duração no dia 16 de dezembro (sexta-feira) e outra de quatro horas no dia seguinte.

Resultado das 4 Horas de Santa Cruz do Sul:

Categoria GT3

1) 55-Marcel Visconde/Ricardo Mauricio/Marçal Müller (Porsche 911 GT3 R)

2) 27-Adalberto Baptista/Cacá Bueno (Mercedes-Benz AMG GT4)

3) 9-Xandinho Negrão/Pedro Gomes (Mercedes-Benz AMG GT4)

4) 8-Guilherme Figueiroa/Júlio Campos (Mercedes-Benz AMG GT4)

5) 63-Sérgio Ribas/Guilherme Ribas (Mercedes-Benz AMG GT4)

Categoria GT4

1) 21- Jacques Quartiero/Danilo Dirani (Porsche 718 Cayman GT4 Clubsport)

2) 31-Renan Guerra/Leandro Ferrari/Marco Pisani (Mercedes-Benz AMG GT4)

3) 718-Luiz Landi/Tom Filho (Porsche 718 Cayman GT4 Clubsport)

4) 64-Henry Visconde/Lucas Foresti/Vitor Foresti (BMW M2 CS)

5) 22-Cássio Homem de Mello/André Moraes Jr./Flavio Abrunhoza (Ford Mustang)

 

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Porsche faz história ao atingir 100 mil unidades produzidas do esportivo elétrico Taycan

A Porsche celebra um marco importante para sua história, a fabricação da unidade 100.000 do carro elétrico Taycan. O modelo corresponde à versão Turbo S, na cor Neptune blue, que irá para um cliente no Reino Unido. 

A marca demorou um pouco para iniciar a fabricação de veículos elétricos devido preocupações com o desempenho, mas a produção desse esportivo que iniciou em setembro de 2019 na fábrica de Zuffenhausen (Alemanha), se tornou um sucesso absoluto de vendas.

Além de ser um triunfo comercial, o Taycan conseguiu transcender seu status de produto, tornando-se a visão que a Porsche tem da indústria automotiva elétrica.

“Estamos muito satisfeitos por ter alcançado esse marco na história da produção tão rapidamente, apesar dos recentes desafios impostos pela escassez de semicondutores e pela volátil situação da Covid. Com o Taycan, tivemos um começo decididamente bem-sucedido na era da eletricidade”, disse Kevin Giek, vice-presidente da Model Line Taycan. 

Atualmente, os três principais mercados deste esportivo elétrico são Estados Unidos, China e Reino Unido/República da Irlanda.

O modelo é oferecido em até cinco opções de propulsão, com tração traseira ou integral, além de três variantes de carroceria, o sedã esportivo Taycan, o Taycan Cross Turismo e o Taycan Sport Turismo.

A Porsche entregou pouco mais de 300.000 veículos globalmente no ano passado, destes, 41.296 foram o Taycan totalmente elétrico, que vendeu mais globalmente do que o Porsche 911 no ano passado.

Diante do sucesso dos veículos elétricos a Porsche resolveu investir ainda mais no processo de eletrificação da marca e estabeleceu a meta de 50% de suas vendas para carros elétrico em 2025. A montadora também disse que quer que 80% de todas as suas vendas sejam elétricas até 2030.

Após três anos da produção dos primeiros modelos Taycan, a Porsche compartilhou informações de alguns carros com mais de 100.000 quilômetros percorridos.

O de maior quilometragem é um Taycan 4S com mais de 188.000 km de propriedade de Jean-Hubert Revolon de Lyon, França.

Outro francês Guillaume Takvorian, possui um Taycan 4S com 113.977 km rodados.  Até o chefe de planejamento de carrocerias da Porsche divulgou seus 134.911 km  dirigidos a bordo do seu Taycan Turbo.

Todos os carros verificados pela marca não apresentaram qualquer grande problema e depois de terem percorrido praticamente toda a Europa, sofreram uma degradação mínima das baterias, que ainda retêm cerca de 90% da sua capacidade.

Jean-Hubert Revolon

Guillaume Takvorian

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Markus Kreutel

 

 

 

 

 

 

Até agora o Taycan ainda é o único modelo totalmente elétrico da Porsche e devido seu imenso sucesso passou a ocupar um lugar importante na programação da marca.

O próximo modelo elétrico prometido pela Porsche é o Macan mas infelizmente ele foi adiado por um tempo. Com certeza esse novo veículo será tão competitivo quanto o Taycan e juntos serão capazes de atingir as metas de eletrificação da montadora.

 

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Quatro anos depois, Porsche Club Driving School volta ao Rio Grande do Sul

O autódromo Velopark, em Nova Santa Rita (RS), recebeu no fim de semana passado (21 e 22 de outubro) o 77º Porsche Club Driving School, organizado pelo Porsche Club Brasil.

A presença de carros clássicos e a realização de uma prova especial de arrancada, a Porsche Club Drag Race, tornou ainda mais especial a volta do Porsche Club Driving School ao Rio Grande do Sul. Até então, a última edição em solo gaúcho havia acontecido em 2018.

 

 

 

 

 

 

Tanto na sexta-feira quanto no sábado, os participantes do 77º Porsche Club Driving School tiveram duas baterias de treinos livres para cada turma (Iniciantes, Turismo e Sport).

No fim de cada dia, aconteceu a prova Flying Lap, em que cada concorrente tem três voltas para estabelecer seu melhor tempo. O resultado final de cada categoria é definido de acordo com a melhor volta, não importando o dia em que foi obtida.

No sábado, a programação teve também a Porsche Club Drag Race. Esta prova especial foi aberta a todos os clientes inscritos para o 77º Porsche Club Driving School e valeu pontos para a Porsche Club Cup (campeonato de equipes).

Para isso, foram utilizados dois Porsche Cayenne e-Hybrid Coupé. Cada participante tinha direito a pelo menos duas arrancadas, aqueles que fizessem mais teriam somente as duas primeiras sendo consideradas para efeito de classificação.

 

 

 

 

 

 

A Porsche Club Drag Race aconteceu na pista de arrancada do Velopark, com 201 metros de extensão, e o melhor tempo obtido foi da equipe Porsche Motorsport by Aquila: 8s418.

Na mesma ocasião, Marcel Visconde fez duas arrancadas com o Porsche 911 GT2 RS Clubsport (um dos dois existentes no Brasil, equipado com motor de 700 HP), a melhor delas com o tempo de 7s168.

Com os resultados da Flying Lap e da Porsche Club Drag Race, a Porsche Motorsport by Aquila lidera a Porsche Club Cup. GT’S Race e pela Whatever completam os três primeiros lugares entre as dez equipes formadas.

A temporada 2022 do Porsche Club Brasil será encerrada em dezembro em Interlagos, com a realização do Porsche Racing Festival.

 

 

 

 

 

 

Stuttgart: 25 anos como referência Porsche no Brasil

A Stuttgart atuou entre outubro de 1997 e junho de 2015 como importadora oficial da marca Porsche no Brasil. Nesse período, a Porsche aumentou significativamente sua presença no País.

Atualmente, a Stuttgart Porsche opera oito lojas em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife. O Stuttgart Service | Body & Paint, localizado em São Paulo, é o mais moderno centro de serviços de reparo e manutenção de carros da marca.

É o único da América Latina capacitado a fazer reparos em carrocerias de alumínio e o único do Brasil apto a fazer manutenção e reparos em baterias de alta tensão para veículos híbridos e elétricos.

O histórico, a presença em seis estados e a alta qualidade de seu atendimento e de seus serviços fazem da Stuttgart ser referência em Porsche no Brasil.

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