Jaguar TCS Racing se prepara para corrida com rodada dupla em Diriyah

A Jaguar TCS Racing volta as pistas nesta sexta-feira, 27, e no sábado, 28 de janeiro, com a primeira rodada dupla do pelo Campeonato Mundial de Fórmula E da ABB FIA de 2023, realizada na Arábia Saudita.  

O E-Prix de Diriyah guarda memórias positivas para o piloto Sam Bird, que garantiu vitórias em 2019 e 2021, além da volta mais rápida em 2022, enquanto Mitch Evans também conquistou um pódio neste circuito.

A dupla tem como objetivo aproveitar ao máximo de seus carros, o novo Jaguar I-TYPE 6, e todo o desempenho obtido pela equipe na Cidade do México, corrida de estreia da temporada. 

“Após conseguir o oitavo lugar na rodada de abertura da temporada, estou me sentindo ainda mais motivado para terminar entre os primeiros e marcar mais pontos. Sei que o Jaguar I-TYPE 6 tem muito ritmo e eficiência e trabalhei em estreita colaboração com a equipe para me preparar para os desafios que Diriyah trará”, diz Mitch Evans, piloto da Jaguar TCS Racing.

Mitch Evans, piloto da Jaguar TCS Racing

“Tenho boas lembranças de competir no E-Prix de Diriyah, já que venci a corrida duas vezes antes e atualmente detenho o recorde da volta mais rápida, que garanti no ano passado. Embora o resultado na Cidade do México tenha sido decepcionante, aprendemos e estou confiante para as próximas duas rodadas. É a minha 100ª corrida na Fórmula E e quero marcar isso com um bom resultado”, diz Sam Bird, piloto da Jaguar TCS Racing.

Sam Bird, piloto da Jaguar TCS Racing

Reunindo o antigo e o novo, a cidade histórica de Diriyah, patrimônio da UNESCO, sediará as corridas elétricas de alta velocidade da Fórmula a partir das 20:00, horário local, na noite desta sexta-feira.

Com a cidade inundada pela escuridão, o circuito de pista de 2,49 km será iluminado usando tecnologia LED alimentada por fontes renováveis, apresentando a Fórmula E como o primeiro esporte de carbono zero. 

Totalmente diferente da etapa no México, as rodadas na Arábia Saudita vão exigir muito das equipes de navegação para enfrentar um circuito de rua desafiador com 21 curvas complicadas e níveis de aderência imprevisíveis ao longo das 39 voltas.

O primeiro E-Prix de Diriyah também irá marcar a centésima corrida de Fórmula E para Sam Bird, que competiu em todas as temporadas da Fórmula E e só perdeu duas corridas nas nove temporadas.

“Estamos ansiosos por voltar à pista para duas emocionantes corridas noturnas em Diriyah esta sexta-feira e sábado. Este é um circuito de rua formidável, um verdadeiro teste para piloto e carro e ainda mais memorável quando corremos à noite. A corrida de abertura na Cidade do México nos mostrou o quão competitiva é a nova era Gen3 da Fórmula E. Com três Jaguares, incluindo o nosso cliente Envision Racing, entre os dez primeiros vimos alguns sinais positivos do potencial para a próxima temporada. Nosso objetivo é aproveitar esse potencial e faremos tudo o que pudermos para extrair o melhor desempenho possível do nosso Jaguar I-TYPE 6”, diz James Barclay, chefe de equipa da Jaguar TCS Racing.

A Jaguar TCS Racing está entrando na temporada de 2023 tendo sido recentemente premiada com a Acreditação Ambiental de Três Estrelas da FIA, a classificação mais alta possível.

Isso confirma que a equipe demonstra as melhores práticas e o compromisso com a gestão ambiental, enquanto se esforça continuamente para melhorar os processos existentes.

A Jaguar retornou às corridas em outubro de 2016, tornando-se o primeiro fabricante de luxo a se juntar à série de corridas de rua ABB FIA Formula E Championship totalmente elétrica.

Na oitava temporada, Mitch Evans terminou como vice-campeão na classificação dos pilotos, seu resultado de maior sucesso na campanha da Jaguar TCS Racing na Fórmula E.

Em 2022, a Jaguar TCS Racing terminou em quarto lugar na classificação das equipes, com sete pódios, quatro vitórias, uma pole position, uma volta mais rápida e 231 pontos marcados, a maior conquista de pontos da equipe até o momento.

O neozelandês Mitch Evans terminou a temporada passada como vice-campeão, com Sam Bird em décimo terceiro lugar geral na classificação dos pilotos.

Além de seu conceito totalmente elétrico, a Fórmula E é única no automobilismo por sua diversidade de corridas em diversas partes do mundo.

O campeonato de 2023 acontece em circuitos de rua no centro das principais cidades do mundo, incluindo Cidade do México, Diriyah e Roma, com novos locais, como Hyderabad, Cidade do Cabo e São Paulo.

O final da temporada acontecerá em um fim de semana de corrida de rodada dupla em Londres.

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Guia do Dakar: tudo sobre o desafio, os favoritos e os brasileiros em 2023

O Dakar 2023 terá início com muitas expectativas e poucas certezas. Entre os 455 veículos inscritos nas sete categorias, a lista de possíveis vencedores é grande e até inclui brasileiros.

Como dita a tradição e a própria essência da corrida, na 45ª edição do maior desafio do esporte a motor mundial tudo pode e deve acontecer.

A prova será disputada nos desertos da Arábia Saudita, a ordem de largada ocorrerá no dia 31 de dezembro e assim, terá o início de seus 15 dias de competição em primeiro de janeiro.

A corrida será disputada pela quarta vez seguida na Arábia Saudita, após 11 edições na América Latina, que recebeu a prova quando o Dakar foi forçado a abandonar a África devido a crescentes ameaças terroristas.

Pelo segundo ano seguido, o rally será válido também para o Campeonato Mundial FIA de Rally Cross-Country.

O percurso será de 8.549km, sendo 4.706km de trechos cronometrados em alta velocidade, as chamadas especiais, correspondentes a um dia de competição.

O trajeto prevê alguns trechos já visitados, como os de Al’ula, Ha’il e Riad, mas também inclui percursos inexplorados no inóspito “Empty Quarter”, um deserto gigantesco cujo nome, em tradução aproximada, significa “território inabitado”.

Quem se perder por ali estará sozinho em um mar de areia. O Dakar, novamente, promete que a sequência interminável de dunas será predominante na prova.

Ao todo, serão 455 veículos em sete categorias principais: motos, quadriciclos, carros, protótipos leves, UTVs, caminhões e clássicos, destinada a carros do Dakar de várias épocas, mas em percurso menos radical.

A principal categoria é a dos carros, por ter os veículos mais sofisticados, velozes e os pilotos mais importantes. Entre os 73 automóveis, há algumas subcategorias determinadas pela configuração das máquinas, incluindo veículos de tração 4×4 e 4×2, motores híbridos, a diesel, diesel ecológico e gasolina.

A principal divisão é a T1+, na qual a equipe Overdrive Toyota tenta repetir a vitória geral da prova obtida em 2022 com a dupla Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Qatar/França), além de chegar reforçada pelo vencedor do Dakar 2009 Giniel De Villiers e o navegador Dennis Murphy, ambos sul-africanos.

É neste esquadrão também que está o estreante brasileiro e atual bicampeão do Rally dos Sertões, Lucas Moraes e o navegador alemão Timo Gottschalk.

A dupla é vista como fonte de possíveis surpresas tanto pelo desempenho de Moraes no maior rally do Brasil quanto pelas atuações no Campeonato Mundial FIA de Rally Baja e Cross Country.

O navegador alemão Timo Gottschalk e o piloto brasileiro Lucas Moraes

A bordo de um modelo Hunter da Prodrive testado ao longo do ano, o nove vezes campeão mundial de rally Sebastien Loeb chega a 2023 depois de ter terminado no pódio três vezes. O supercampeão da França promete não deixar escapar a primeira vitória no Dakar neste ano, ao lado do navegador belga Fabian Lurquin.

Outra sensação é a equipe alemã Audi, que volta à carga com os carros híbridos gasolina-elétricos e-Tron Quattro, que após um ano de desenvolvimento estão entre as principais apostas do Dakar 2023.

A mão de obra é do lendário “Mister Dakar” Stéphane Peterhansel (com o navegador francês Edouard Boulanger) e do icônico Carlos Sainz (em parceria com o também espanhol Lucas Cruz), além do ex-DTM Mattias Ekstrom (e seu conterrâneo, o navegador sueco Emil Bergkvist).

Entre os 19 quadriciclos, além do campeão Alexandre Giroud (França), o Brasil vem bem representado com Marcelo Medeiros, que na edição anterior venceu três das 12 especiais do evento e terminou em sexto.

As motos são a categoria mais numerosa, com 125 participantes, mas não possui brasileiros na competição.

Destaque para o atual bicampeão Sam Sunderland (Inglaterra), além do espanhol Joan Barreda, o chileno Pablo Quintanilla, o norte-americano Ricky Brabec, o australiano Toby Price e o austríaco Matthias Walkner.

O francês Alexandre Giroud é o atual campeão na categoria Quadriciclos

Devido à guerra contra a Ucrânia, competidores russos e mesmo a fabricante Kamaz foram banidos do Dakar.

Em 2022, a montadora dos icônicos caminhões de rally baseada em Naberejnye Tchelny faturou os quatro primeiros lugares. Mas essa ausência não tornou menos impressionante a categoria dos caminhões, que não possui competidores brasileiros.

Com 56 veículos inscritos, os gigantes do deserto prometem um show a parte, com destaque para os pilotos holandeses da Iveco Janus van Kasteren e Martin van den Brink, primeiros colocados em 2022, logo após os quatro caminhões russos que dominaram a corrida.

Já entre os 47 Protótipos Leves, que são UTVs construídos especificamente para rally, os chilenos Francisco López Contardo e Juan Pablo Latrack são os atuais campeões e novamente ocupam o alto da lista de apostas.

Os favoritos desta vez terão a companhia de duas duplas brasileiras: Pâmela Bozzano/Carlos Sachs e Enio Bozzano Júnior/Luciano Gomes.

A provável grande rival de Contardo/Latrach deve ser a dupla formada pelo americano Austin Jones e o brasileiro Gustavo Gugelmin, atuais campeões da categoria de UTVs de produção.

Nesta última, estão inscritos 46 UTVs de produção, aqueles vendidos em lojas comuns, com os brasileiros Rodrigo Luppi/Maykel Justo entre as parcerias mais fortes.

O Brasil também será representado por Bruno Conti de Oliveira, que contará com a navegação do português Pedro Bianchi Prata, e Cristiano Batista, que terá navegação do espanhol Fausto Mota.

Apesar de rivais, Rodrigo e Bruno são pai e filho e disputarão a prova pela mesma equipe, a South Racing Can Am, atual campeã do Dakar.

Sam Sunderland, atual bicampeão do Dakar, é uma das estrelas entre as 125 motos

Um dos Audi híbridos e supercotados para a vitória em 2023

 

 

 

 

 

 

 

45ª Edição do Rally Dakar
8.549km de percurso total. Especiais somam 4.706km

(Data / locais / total do dia / especial)

Prólogo: 31/12 – Sea Camp – 10 km / 10 km
01/01 – Sea Camp –> Sea Camp – 603 km / 368 km
02/01 – Sea Camp –> Al-‘Ula – 590 km / 431 km
03/01 – Al-‘Ula –> Ha’il – 669 km / 447 km
04/01 – Ha’il –> Ha’il – 573 km / 425 km
05/01 – Ha’il –> Ha’il – 646 km / 375 km
06/01 – Ha’il –> Ad Dawadimi – 876.68 km / 466 km
07/01 – Ad Dawadimi –> Ad Dawadimi – 641.47 km / 473 km
08/01 – Ad Dawadimi –> Riyadh – 722.41 km / 407 km
09/01 – Descanso – Riyadh
10/01 – Riyadh –> Haradh – 710 km / 439 km
11/01 – Haradh –> Shaybah – 623 km / 114 km
12/01 – Shaybah –> Empty Quarter – 426 km / 275 km
13/01 – Empty Quarter –> Shaybah – 375 km / 185 km
14/01 – Shaybah –> Al Hofuf – 669 km / 154 km
15/01 – Al Hofuf –> Dammam – 414 km / 136 km

Veículos e Categorias
Carros: 73 (1)*
Motos: 125
Quadriciclos: 19 (1)
Protótipos Leves: 47 (5)
UTVs: 46 (4)
Caminhões: 56
Clássicos: 89
Total: 455 veículos
*Nota: entre parêntesis, competidores brasileiros, que totalizam 11. Entre eles, a primeira piloto brasileira do Dakar (Pamela Bozzano)

Brasileiros no Dakar 2023

Piloto / Navegador / Veículo

CATEGORIA T1+
Lucas Moraes (Brasil) / Timo Gottschalk (Alemanha), Toyota GR DKR IMT

PROTÓTIPOS LEVES
Gustavo Gugelmin (Brasil) / Austin Jones (EUA), Can-Am Maverick XRS
Pâmela Bozzano (Brasil) / Carlos Sachs (Brasil), Can-Am Maverick X3
Enio Bozzano Júnior (Brasil) / Luciano Gomes (Brasil), Can-Am Maverick X3

UTVs DE PRODUÇÃO
Rodrigo Luppi (Brasil) / Maykel Justo (Brasil), Can-Am Maverick XRS
Bruno Conti de Oliveira (Brasil) / Pedro Bianchi Prata (Portugal), Can-Am Maverick X3
Cristiano Batista (Brasil) / Fausto Mota (Espanha), Can-Am Maverick XRS

QUADRICICLOS
Marcelo Medeiros (Brasil), Yamaha Raptor 700

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Hankook Tire se torna fornecedor exclusivo de pneus para Stock Car Pro Series, Stock Series e Fórmula 4 Brasil

A principal fabricante mundial de pneus, Hankook Tire, anunciou que passa a patrocinar e fornecer pneus exclusivamente para a maior competição de automobilismo do Brasil, a Stock Car Pro Series, além da categoria de acesso Stock Series e o BRB Fórmula 4 Brasil Credenciado pela FIA.

A empresa opera em mais de 160 países e é conhecida por produzir pneus radiais de alto desempenho e qualidade excepcional para carros de passeio, 4×4, SUVs, caminhões leves, trailers, caminhões, ônibus e veículos esportivos.

Além de participar ativamente de iniciativas globais de sustentabilidade e receber a classificação mais alta da EcoVadis Business Sustainability Rating nos últimos três anos a partir de 2019.

Julianelli, Alex Choi (Hankook), Carlos Lee (Hankook) e Fabio Aires (Vicar)
(Duda Bairros/Stock Car)

Em um país onde o automobilismo é uma das paixões nacionais, a Stock Car Pro Series é considerada a principal competição do esporte do Brasil.

Mais de trinta carros da Stock Car disputam 12 etapas ao longo da temporada com grandes estrelas do automobilismo, como Rubens Barrichello, Felipe Massa, Tony Kanaan, Nelson Piquet Jr, Ricardo Zonta, Cacá Bueno, entre vários outros.

Criada em 1979, a Stock Car Pro Series é um fenômeno de público e audiência, com transmissão para mais de 100 países. A Hankook também fornecerá pneus para a Stock Series, que é uma plataforma de entrada para a Pro Series.

A fabricante atenderá ainda a Fórmula 4 Brasil, categoria certificada pela FIA que é o início da jornada para a tão sonhada Fórmula 1.

Como fornecedora oficial e parceira da Vicar, promotora das categorias Stock Car Pro Series, Stock Series e Fórmula 4 Brasil, a Hankook Tire equipará exclusivamente os carros da Stock com os pneus Hankook Ventus F200 e Hankook Z207.

Como um pneu slick de alta tecnologia para pistas secas, o Ventus F200 oferece desempenho direcional otimizado, incluindo excelente durabilidade e aderência. Para uso em superfícies molhadas, o Ventus Z207 evita efetivamente a aquaplanagem, promovendo a estabilização direcional, além de oferecer desempenho de drenagem maximizada.

“Nossa participação na Stock Car Pro Series Brasil tem um significado especial porque entendemos o que esta categoria significa para os fãs de automobilismo no Brasil, bem como na região da América Latina. Por meio deste patrocínio, esperamos ajudar a nutrir a cultura do automobilismo na região e também usá-lo como uma plataforma para demonstrar a excelência em desempenho e confiabilidade de nossos pneus”, diz Alex Inho Choi, presidente da Hankook Tire Latin America S.A.

Toyota Corolla Stock Car será equipado com os pneus de competição Hankook

“Estamos muito felizes com essa parceria, uma vez que a Hankook, além de ser a principal fabricante de pneus do mundo, é reconhecida pela qualidade de seus produtos de competição em várias categorias de ponta do automobilismo internacional. Outro ponto fundamental é que essa parceria vai além das pistas. Nossa rede de lojas, a Stock Auto Service, é um forte player no varejo de pneus automotivos e a Hankook também será protagonista em nossa rede através desta nova parceria”, diz Fernando Julianelli, CEO da Vicar, promotora das categorias.

Chevrolet Cruze Stock Car já com os pneus de competição da Hankook Tire

“A chegada da Hankook comprova o potencial de negócios e vendas que proporciona a sinergia entre a maior categoria do Brasil e a nossa rede de lojas. É um modelo de negócio inédito no país e um link perfeito para os conceitos de esportividade, tecnologia e qualidade que toda a indústria busca salientar através do automobilismo”, diz Fabio Aires, CEO da Stock Auto Service.

Os modernos carros da F-4 Brasil utilizarão pneus da Hankook Tire em 2023

A Hankook Tire atualmente fornece pneus de corrida para mais de 70 competições globais de automobilismo ou equipes em todo o mundo, dedicando-se à expansão da cultura do esporte.

Entre outros acordos, a Hankook foi designada como fornecedora oficial exclusiva e parceira de tecnologia da ABB FIA Formula E World Series, a competição de corrida de veículos elétricos mais prestigiada do mundo, a partir da temporada 2022/23, quando os carros de corrida Gen3 são introduzidos.

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Vicar e Pirelli anunciam fim de relacionamento comercial

A Vicar Promoções Desportivas e a Pirelli anunciaram nesta segunda-feira (12/12) que não renovarão o acordo de fornecimento de pneus para as categorias Stock Car Pro Series, Stock Series e BRB Fórmula 4 Brasil Credenciada pela FIA.

A decisão, tomada em comum acordo entre as duas empresas, encerrará o vínculo entre a fabricante e as categorias no final de 2022.

“Essa foi uma decisão puramente comercial por parte das duas empresas, que entenderam conjuntamente que não faria sentido dar continuidade ao formato atual de fornecimento e patrocínio. Mas gostaríamos de deixar claro que tanto os produtos quanto a assistência técnica oferecidos pela Pirelli durante todos estes anos de contrato foram excelentes e nos ajudaram a chegar até o momento de excelência que vivemos, com categorias muito competitivas e tecnicamente perfeitas”, disse Fernando Julianelli, CEO da Vicar.

“Para a Pirelli, este período foi muito importante pois a pista funciona como laboratório a céu aberto e uma categoria com esta qualidade técnica e equalização sempre colabora com o desenvolvimento de produtos. Agradecemos os anos de trabalho em conjunto e a Pirelli segue firme em sua trajetória no motorsport nacional e internacional, mantendo sempre as premissas da correta e pertinente valorização da qualidade, performance e segurança de seus produtos e serviços”, comenta Fabio Magliano, gerente de produtos Car e Motorsport da Pirelli no Brasil.

Campeão de 2022, Barrichello celebra com boné da Pirelli no pódio em Interlagos
(Duda Bairros/Stock Car)

A Pirelli foi fornecedora de pneus para a Stock Car em diversos momentos, incluindo a primeira temporada da categoria, em 1979.

Em 2013 a fabricante anunciou seu retorno à categoria, em um acordo que vinha sendo renovado desde então e que se encerrará em 2022.

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Lucas Staico termina temporada com vitória no BRB Fórmula 4 Brasil

Terminou neste domingo (11) a primeira temporada da história do BRB Fórmula 4 Brasil Credenciado pela FIA. Com 18 corridas ao longo de seis etapas em três autódromos homologados pela FIA, a mais nova categoria-escola do automobilismo nacional completou seu primeiro campeonato no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Depois dos triunfos de Felipe Barrichello Bartz (Cavaleiro Sports) e Fernando Barrichello (Full Time) no sábado, a última prova da temporada foi vencida pelo vice-campeão Lucas Staico (TMG Racing).

Em dia de festa, Pedro Clerot ergueu o troféu de primeiro campeão da F-4 Brasil depois da prova, enquanto a Full Time Sports ficou com o título de melhor equipe.

Seis dos 18 pilotos que disputaram ao menos uma etapa da temporada terminaram no topo do pódio nesta temporada inaugural da F-4 Brasil.

O campeão Pedro Clerot foi o maior vencedor, com sete triunfos. Lucas Staico e Nicolas Giaffone (Cavaleiro Sports) venceram três corridas cada.

Os primos Felipe Barrichello Bartz e Fernando Barrichello conquistaram duas vitórias, e Ricardo Gracia (Full Time) completa a relação dos vitoriosos do ano.


O brasiliense, Pedro Clerot, ergueu o troféu, folheado a ouro, concebido pelo artista plástico Adhemar Cabral. Clerot terminou o campeonato com 276 pontos, 63 de vantagem para Lucas Staico.

Vinícius Tessaro (Cavaleiro Sports) finalizou o ano em terceiro, com 163 pontos. Em grande evolução na segunda parte da temporada, Felipe Barrichello Bartz concluiu o ano na quarta posição, com 135 pontos, e Nicolas Giaffone completou o top-5, com 130.

“Foi uma temporada de altos e baixos pra gente. Foi muito melhor que imaginava, construímos uma jornada incrível com a Full Time. O ano fala por si só, com sete vitórias, 11 pódios, enfim… Campeão com quase 300 pontos, então estou muito feliz com essa conquista”, vibrou o piloto, Pedro Clerot, de apenas 15 anos de idade e primeiro campeão da história do BRB Fórmula 4 Brasil.

Com o fim da primeira temporada, a F-4 Brasil agora se prepara para 2023. Entre as novidades para o próximo ano, a categoria vai integrar o cronograma do fim de semana do GP do São Paulo de Fórmula 1, o principal evento do esporte a motor na América do Sul.

Será, definitivamente, mais um passo para a consolidação no cenário nacional e continental.

A estreia da F-4 Brasil como parte de um evento de Fórmula 1 está marcada para os dias 3 a 5 de novembro do ano que vem em Interlagos, São Paulo.

 

 

 

 

 

 

BRB Fórmula 4 Brasil, Super Final BRB, Interlagos, Corrida 3:
1º – Lucas Staico (TMG Racing), 17 voltas em 28min01s347
2º – Luan Lopes (KTF Sports), a 0s666
3º – Felipe Barrichello Bartz (Cavaleiro Sports), a 4s495
4º – Vinícius Tessaro (Cavaleiro Sports), a 10s507
5º – Pedro Clerot (Full Time Sports), a 13s127
6º – Nicholas Monteiro (TMG Racing), a 16s131
7º – Nelson Neto (Full Time Sports), a 21s440
8º – Fernando Barrichello (Full Time Sports), a 27s424
9º – Lucca Zucchini (TMG Racing), a 39s382
10º – Álvaro Cho (KTF Sports), a 45s311
11º – João Tesser (Cavaleiro Sports), a 49s244

Não completou
Nicolas Giaffone (Cavaleiro Sports), a 7 voltas

Desclassificado
Richard Annunziata (KTF Sports)

BRB Fórmula 4 Brasil, classificação final do campeonato:
1º – Pedro Clerot, 275 pontos
2º – Lucas Staico, 213
3º – Vinícius Tessaro, 163
4º – Felipe Barrichello Bartz, 135
5º – Nicolas Giaffone, 129
6º – Luan Lopes, 126
7º – Fernando Barrichelo, 123
8º – Nicholas Monteiro, 100
9º – Ricardo Gracia, 95
10º – Nelson Neto, 56
11º – Richard Annunziata, 55
12º – Álvaro Cho, 43
13º – Lucca Zucchini, 25
14º – João Tesser, 20
15º – Victor Backes, 19
16ª – Aurelia Nobels, 7
17º – Arthur Pavie, 2
18º – Francisco Soldavini, 1

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Fórmula E confirmada para acontecer pela primeira vez no Brasil em 2023

A realização da primeira corrida de Fórmula E no Brasil foi confirmada na última semana pela Prefeitura de São Paulo e a ABB FIA Fórmula E World Championship. 

A corrida acontecerá no dia 25 de março de 2023 e será realizada em um circuito no Sambódromo do Anhembi em São Paulo. Esta é a sétima corrida do campeonato e a quarta vez que a competição ocorrerá na América Latina, a última vez foi em Santiago no Chile em 2020.

O acordo para realização do evento é válido por cinco anos e poderá ser renovado por mais cinco anos. A ideia principal é o incentivo no uso e aumento das vendas de veículos elétricos no país. 

O prefeito, Ricardo Nunes, enfatizou a relevância de uma prova automobilística que usa carros elétricos, numa cidade como São Paulo, que busca a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.

Ainda destacou os dois mil novos postos de trabalho direto que serão criados, além de outros milhares de trabalho de forma indireta.

“A cidade recebe milhares de eventos culturais, esportivos e de negócios todos os anos, e ter a Fórmula E no nosso calendário é motivo de orgulho e comemoração. Uma corrida com carros exclusivamente elétricos também vem ao encontro do nosso Programa de Metas, que tem os “Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)” como premissa de concepção e execução em cada um dos seus 77 pontos”, disse Ricardo.

 

A venda de ingressos já foi aberta e o público que comparecer ao evento, espera-se algo em torno de 35 mil pessoas, conseguirão ver todo o grid de largada das arquibancadas enquanto a corrida acontece pelo Sambódromo. 

Além disso, poderão desfrutar de muitas atividades e entretenimento para toda família, como performances ao vivo antes e depois da prova, diversas opções de culinária e até a oportunidade de conhecer os pilotos da Fórmula E.

“A expectativa é que tenhamos um impacto econômico na cidade de algo em torno de 120 milhões de dólares. Não há dinheiro novo no investimento da Prefeitura para realização do evento. O que tem da nossa parte é estrutura e logística. Vamos usar a estrutura que foi utilizada na Fórmula Indy”, afirmou Gustavo Pires, diretor-presidente da SPTuris.

O campeonato é o único esporte a obter o selo carbono zero desde que foi criado e é a primeira categoria sancionada pela FIA como Campeonato Mundial de carros totalmente elétricos.

A temporada 9 contará com 18 corridas em 13 localidades pelo mundo e no Brasil terá 2,8 km de extensão. Ao todo 22 pilotos representando 11 equipes mas a principal novidade será o uso do modelo Gen3, que faz parte da nova geração de carros da Fórmula E.

Trata-se do veículo mais rápido que os veículos usados neste ano, podendo ultrapassar os 320 km/h. É equipado com dois powertrains de 250 kW na frente e 350 kW na traseira, que proporcionam eficiência energética de 95%, quando comparado com os 40% obtidos com  um motor de combustão interna.

 

 

 

 

 

Dois representantes brasileiros estarão competindo, um deles é Sergio Sette Câmara, que correrá pela NIO.

A temporada 9 vai ser definitivamente uma para ser assistida com atenção. Vou correr pela NIO 333 enquanto entramos em uma nova geração de carros – o Gen3. Correr em São Paulo fará desta uma temporada ainda mais especial. Não há nada como correr em casa com a torcida gritando seu nome. Vai ser incrível”, afirmou Sérgio.

 

O outro competidor é o Lucas Di Grassi, que participou de todas as cem corridas da Fórmula E e correrá pela Mahindra. 

“Mal posso esperar para correr em São Paulo no mês de março, e agradeço à Fórmula E e à Prefeitura de São Paulo por dar vida a esse sonho. Correr aqui de Fórmula E, com sua mensagem de sustentabilidade e responsabilidade com o meio ambiente, é a realização desse sonho. A pista no Sambódromo vai ficar incrível e a torcida vai poder assistir tudo bem de perto das arquibancadas. Não há sentimento melhor do que correr em casa”, disse Di Grassi.

Os ingressos podem ser adquiridos com preços a partir de R$ 300 pelo site: www.fiaformulae.com/saopaulo.  

Para mais informações sobre a Fórmula E, visite www.FIAFORMULAE.com .

 

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Audi anuncia entrada na Fórmula 1 a partir de 2026

A Audi anunciou oficialmente que entrará na Fórmula 1 como fabricante de unidades de potência a partir de 2026. A confirmação aconteceu na última sexta-feira (26), antes do GP da Bélgica deste fim de semana.

Os fatores determinantes para essa entrada ocorreram após a publicação do novo ciclo de regulamentos técnicos das unidades de potência aprovada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), do aumento da potência elétrica e do processo para desenvolver combustíveis 100% sustentáveis pela F1 que a Audi deseja apoiar.

“Em vista dos grandes saltos tecnológicos que a competição está dando em direção à sustentabilidade em 2026, podemos falar de uma nova Fórmula 1. A Fórmula 1 está se transformando e a Audi quer ativamente apoiar esta jornada. Uma estreita ligação entre o nosso projeto de Fórmula 1 e o departamento de Desenvolvimento Técnico da Audi AG permitirá diversas sinergias”, afirma Oliver Hoffmann, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da montadora.

 

A partir de 2026, as unidades de potência de um carro de Fórmula 1 incluirão um motor elétrico, bateria, eletrônica de controle e um motor de combustão (funcionando com combustível sustentável). 

A marca sugere que a unidade de acionamento elétrico pode ser quase tão potente quanto o motor de 1,6 litro de 400 kW encontrado em um carro de F1 hoje.

A fabricação das unidades de potência serão realizadas no Centro de Competência Motorsport de última geração da Audi Sport em Neuburg an der Donau, porém o fabricante com o qual eles se unirão para a tecnologia ainda não foi revelado. Em comunicado de impressa foi informado que a decisão deverá ser anunciada até o final do ano.

“Para o desenvolvimento e fabricação do trem de força da Fórmula 1, vamos nos basear na valiosa experiência de nossos funcionários do automobilismo, continuar investindo em nosso centro de automobilismo e também recrutar profissionais altamente especializados”, disse o diretor administrativo da Audi Sport, Julius Seebach.

 

O carro conceito apresentado pela marca trouxe um visual simular aos carros atuais da F1. As rodas são completamente fechadas, com os aerofólios e carenagens usados para reduzir o atrito do vento nos pneus dianteiros. 

A participação da Audi na Fórmula 1 também trará mudanças relacionadas ao gerenciamento desse projeto, pois a partir de 1º de setembro Julius Seebach, diretor administrativo da Audi Sport GmbH, ingressará na AUDI AG.

Seebach assumirá uma nova área de negócios estratégicos em Desenvolvimento Técnico, reportando-se diretamente ao Conselho Executivo. Sua função atual será assumida por Rolf Michl, atual Chefe de Vendas/Marketing da Audi Sport GmbH.

De acordo com Markus Duesmann, Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG, a Audi fará um investimento maior na F1 do que em qualquer outra série de automobilismo porque eles planejam estar na F1 a longo prazo.

Ao que tudo indica, a Porsche, que também faz parte do Grupo Volkswagen, parece pronta para ingressar no campeonato como fornecedora de unidades de potência. Embora um acordo ainda não tenha sido finalizado, está fortemente ligada a uma parceria com a Red Bull.

Apesar de no momento nenhum outro fabricante estar fazendo uma entrada iminente na Fórmula 1, espera-se que os novos regulamentos, juntamente com o compromisso da Audi e, portanto, a crença nas novas regras, possa levar a mais adesões no futuro.

 

 

 

 

 

 

 

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Jaguar Classics traz o C-Type Continuation em homenagem aos 70 anos de marco histórico

O C-Type Continuation é um automóvel especial criado pela Jaguar Classic, a icônica marca britânica que produziu alguns dos veículos mais especiais ao longo dos anos, para homenagear o Jaguar C-type original.

O veículo chega para marcar os setenta anos da vitória do modelo na competição internacional na Reims Grand Prix Meeting, em 29 de junho de 1952, onde também foi o primeiro equipado com freios a disco para vencer na competição internacional. 

 

A produção limitada do modelo foi realizada na Jaguar Classic Works, em Coventry, no Reino Unido, onde o modelo foi construído à mão, num trabalho de mais de 3.000 horas de duração.

Foi realizada uma extensa pesquisa, uso da tecnologia moderna e de conhecimentos de engenharia, além de trabalhar com modelagem CAD avançada, tudo isso para combinar os métodos tradicionais de construção que teriam sido usados no carro original. 

Após passar por  diversas avaliações e pelo menos 250 milhas (402 km) de testes físicos pelos engenheiros, o veículo ficou pronto para ser entregue ao primeiro cliente.

“Nossos exclusivos C-TYPE Continuation apresentam as inovações técnicas e especificações do último carro vencedor do Le Mans de 1953, incluindo o inovador conjunto de freios a disco Dunlop que foi vitorioso em Reims em 1952. Cada carro oferece uma autêntica experiência de direção para os clientes, começando até mesmo pelo procedimento de partida distinto do veículo, que nossa equipe estava determinada a realizar com exatidão”, explica David Foster, Chefe de Engenharia da Jaguar Land Rover Classic.

C-Type vencedor de corridas de Reims de 1952

Estritamente limitado, os clientes recebem uma seleção de 12 cores externas, incluindo o Verde Pastel deste carro, British Racing Green e Pastel Blue com círculos contrastantes, bem como a oportunidade de selecionar sua especificação interna personalizada a partir de uma variedade de oito tons de couro.

As rodas são de 16” e 60 raios que vem com freios a disco com tecnologia baseada no modelo original. Também mantiveram a silhueta aerodinâmica original do C-Type, mas com corpo de alumínio mais fino e leve e atualizações na entrada de ar.

Na parte interna os destaques ficam para o cockpit que inclui relógios e medidores Smiths, além de um volante Bluemel de 15″.

Sob o capô com dobradiça dianteira, o C-Type tem um motor de seis cilindros em linha de 3,4 litros, com 220 cv de potência.

Possui carburadores Weber reformados um padrão incrivelmente alto, que torna o próprio motor uma obra de arte.

Os modelos Continuation são aprovados pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e elegíveis para participar de eventos históricos da FIA, incluindo o Jaguar Classic Challenge, que acontece em uma variedade de pistas diferentes, incluindo Le Mans e Silverstone.

A série limitada de Continuations do C-TYPE já está disponível para venda e podem ser personalizados através do site: https://classicvisualiser.jaguar.com/

Com o C-Type Continuation, a Jaguar acaba de mostrar por que esses carros eram tão incríveis quando foram construídos e o motivo pelo qual nos últimos anos o desejo pelos clássicos aumentou tanto entre os colecionadores.

 

 

 

 

 

 

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São Paulo vai sediar corrida da Fórmula E a partir de 2023

A Fórmula E é uma categoria de automobilismo organizada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), com emissão zero de carbono e sustentável, que utiliza carros exclusivamente elétricos e teve início em 2014.

A grande novidade do momento está relacionada a confirmação da assinatura de contrato com a cidade de São Paulo para sediar uma das corridas da temporada 2023.

“Estamos felizes em anunciar que aFórmula E vai ao Brasil pela primeira vez, dependendo da aprovação do Conselho Mundial do Esporte a Motor em junho. Este país tem longa e grande paixão pelo esporte a motor, é um grande mercado por ser um dos maiores países do mundo, e São Paulo em si é uma praça histórica das corridas”, afirmou Alberto Longo, cofundador e diretor da Fórmula E.

A notícia foi confirmada por Gustavo Pires, atual presidente da SPTuris, o contrato foi assinado neste final de semana, em Mônaco e terá validade de cinco anos, com opção de renovação. Será a primeira vez que o evento ocorrerá no país e a quarta vez que ocorrerá na América Latina, onde aconteceu no Chile, Argentina e Uruguai.

O primeiro ePrix deve acontecer no final de março, no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte da capital paulista, que já recebeu quatro edições da São Paulo Indy 300, prova da Fórmula Indy, entre 2010 e 2013. Porém a confirmação oficial da realização da etapa de São Paulo da Fórmula E em 2023 será realizada após publicação do calendário oficial da FIA, que tem previsão para ocorrer no próximo mês de junho.

Não é a primeira vez que tentam incluir o Brasil numa das etapas dessa corrida. Já na primeira temporada da categoria em 2014, um contrato foi assinado para realização de uma corrida no Rio de Janeiro mas devido a necessidade de alterações na região tombada pelo patrimônio histórico, não foi possível.

Em 2017, uma das etapas chegou a ser confirmada para 2018, mas devido o processo de privatização do Anhembi, a corrida foi suspensa. A proposta era transferir o evento para 2019, mas também não aconteceu.

A realização da Fórmula E no país será muito importante não apenas para os fãs da categoria mas também para os pilotos, tanto os que já participaram da competição, como Nelsinho Piquet que foi o primeiro campeão da categoria, em 2015, Felipe Massa e Felipe Nasr, quanto para os que ainda fazem parte do grid atual, como Lucas di Grassi, campeão da temporada 2016-17 e Sérgio Sette Câmara.

“Para mim, não há nada como o orgulho e a incrível energia dos fãs de corrida brasileiros. Então seria um sonho para mim correr neste campeonato revolucionário na frente da minha torcida. Sempre quis correr no Brasil, sempre levantei a bandeira do Brasil na Fórmula E. Parabéns a todos os envolvidos”, comemorou Di Grassi.

Essa próxima temporada também será um marco para a competição com a estreia da nova geração de carros da categoria, a era Gen3, que foi apresentada na última semana em Mônaco. A promessa é de que esses carros sejam os mais sustentáveis e os mais velozes de todos os tempos. Os novos modelos terão novo design com mais aerodinâmica para aumentar a velocidade para as corridas. 

O principal destaque dos carros de terceira geração são os motores com maior potência e os novos sistemas de recuperação de energia. O motor produz 350 kW no eixo traseiro combinado com um motor de 250 kW na dianteira, assim o carro pode produzir 600 kW de energia regenerativa, com velocidade máxima estimada de 322 km/h, 42 a mais que o atual Gen2. 

Além da capital paulista, outras cidades também receberão etapas da temporada 2023 da Fórmula E  pela primeira vez, é o caso da Cidade do Cabo, na África do Sul, e de Vancouver no Canadá. Hyderabad, na Índia também foi cogitada mas ainda não houve confirmação da sua entrada no evento.

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