Estilo, velocidade e sofisticação: conheça um pouco mais do novo Jeep Wagoneer S totalmente elétrico que será lançado no mercado norte-americano

A marca Jeep está comemorando mais um ano de inovações em 2024 e prepara-se para lançar seu primeiro veículo elétrico a bateria (BEV) global, expandindo sua linha de lendários SUVs.

Conheça o novo Jeep Wagoneer S totalmente elétrico, que será vendido nos Estados Unidos a partir do segundo semestre de 2024 e, no futuro, poderá chegar aos principais mercados do mundo.

Oferecido exclusivamente como BEV, o Jeep Wagoneer S trará a capacidade 4xe padrão com gerenciamento todo-o-terreno, tecnologia avançada focada na marca Jeep e credenciais de desempenho impressionantes, incluindo 600 cavalos de potência e uma performance de 0 a 60 mph (0 a 96,6 km/h) de cerca de 3,5 segundos.

Impulsionado pela eficiência aerodinâmica, o seu design exterior elegante é marcado de forma única por uma grade reimaginada da marca Jeep com sete fendas e iluminada por LED.

O novo Jeep Wagoneer S faz parte da estratégia global de eletrificação da marca Jeep, que está transformando o 4xe no novo 4×4, alinhado à visão da marca de alcançar a “Zero Emission Freedom“ (Liberdade de Emissões Zero).

O plano apoia totalmente as metas de emissões estabelecidas pela Stellantis durante o plano estratégico de longo prazo, o Dare Forward 2030.

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Toyota Corolla e Corolla Cross são os veículos flex mais econômicos no Brasil em 2023, revela Inmetro

A Toyota atingiu um marco importante no mercado automobilístico brasileiro, com o Corolla e o Corolla Cross sendo reconhecidos como os veículos mais econômicos segundo a lista atualizada do Inmetro para 2023.

Os modelos destacaram-se pela eficiência da tecnologia híbrida flex que combina um motor elétrico com o convencional, reduzindo o consumo de combustível e as emissões de poluentes. 

“Estamos extremamente orgulhosos pela liderança dos modelos Corolla e Corolla Cross no ranking do Inmetro. O resultado é consequência direta do uso da propulsão híbrida flex, que utiliza o auxílio do motor elétrico, poupando combustível e evitando emissões de poluentes, refletindo nosso compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade. Esta conquista é um testemunho do nosso esforço em promover a descarbonização e oferecer aos nossos clientes veículos eletrificados mais acessíveis, que ofereçam eficiência e praticidade, já que não precisam ser carregados em tomada”, disse Roberto Braun, Diretor de Comunicação, Presidente da Fundação Toyota, e porta-voz da área de ESG da Toyota do Brasil. 

O ranking divulgado, que inclui 975 modelos e versões de carros de passeio e comerciais leves de 35 montadoras diferentes, é parte do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que completou 15 anos em 2023 e mede o consumo energético em MJ/km (megajoules por quilômetro) e em km/l, determinando a eficiência de cada modelo.

Ou seja, quanto menor for o consumo energético a cada km rodado, mais eficiente o automóvel. Os carros são classificados de “A” (mais eficientes) a “E” (menos eficientes), com base em testes padronizados e controlados. 

A tecnologia híbrida flex da Toyota, exclusiva e acessível, se diferencia no mercado por não requerer recarga, adaptando-se com facilidade à rotina dos motoristas.

Além disso, destaca-se por sua eficiência em reduzir emissões de carbono, especialmente quando abastecida com etanol, um combustível renovável nacional.

Ela atende às crescentes demandas por soluções sustentáveis ao oferecer uma redução significativa nas emissões de poluentes, ultrapassando 30% em comparação com veículos flex fuel convencionais. 

A fabricação desses modelos no Brasil tem impacto positivo na economia local, gerando empregos diretos e indiretos (considerando a toda a cadeia produtiva), fomentando o desenvolvimento econômico e social.

É essa junção da tecnologia japonesa com a expertise brasileira que coloca a Toyota na vanguarda da inovação automotiva sustentável no país.

Os modelos híbridos flex da Toyota são soluções práticas, acessíveis e competitivas, que valorizam um recurso nacional renovável, contribuindo para a geração de negócios e riqueza no país.

“Impossível também não destacar a importância do etanol de cana-de-açúcar, biocombustível de baixo carbono, no sucesso da tecnologia híbrida flex ao ver esses resultados. Desde o lançamento dos veículos flex em 2003, o uso do etanol no Brasil tem evitado a emissão de milhões de toneladas de CO2, contribuindo significativamente para a sustentabilidade ambiental e a geração de empregos”, reforça Braun. 

Resultados dos testes

Toyota Corolla

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,21 MJ/km

Consumo cidade – 12,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11,1 km/l (etanol)

Consumo cidade – 18,5 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,7 km/l (gasolina)

Toyota Corolla Cross

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,31 MJ/km

Consumo cidade – 11,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 9,7 km/l (etanol)

Consumo cidade – 17,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 14,7 km/l (gasolina)

 

 

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Volvo anuncia produção do seu último veículo a diesel no início de 2024

A Volvo tem o compromisso de, até 2030, produzir e comercializar apenas carros elétricos e, até 2040, ser uma empresa 100% neutra para o clima.

Para se aproximar desses objetivos, a empresa anunciou, durante a Semana do Clima de Nova York (entre os dias 17 e 24 de setembro), que irá produzir no início de 2024 seu último carro a diesel. 

Com esse anúncio, a Volvo se torna uma das primeiras empresas do setor automotivo a dar esse passo e comprova que os objetivos da companhia de se tornar 100% elétrica não são apenas ambiciosos, mas estão em pleno desenvolvimento.

O anúncio segue a decisão do ano passado de parar o desenvolvimento de novos motores à combustão.

“Motores elétricos são o futuro, e são superiores a motores a combustão: eles geram menos barulho, menos vibração e menos custos de manutenção e zero emissões. Nós estamos 100% focados em criar um vasto portfólio de carros premium 100% elétricos que entregam tudo o que nossos consumidores esperam de um Volvo – e são uma parte importante da nossa resposta à mudança climática”, afirmou Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

A Volvo optou por mergulhar de cabeça na estratégia da eletrificação para se tornar parte da solução de um problema causado pela própria indústria automotiva, onde ela se inclui.

O último relatório do Clima Global, divulgado pela Organização das Nações Unidas, ressaltou a emergência climática que a humanidade enfrenta, assim como a necessidade de ações urgentes. 

“O que o mundo precisa agora, nesse momento crítico para a humanidade e para o nosso planeta, é de liderança. Já passou da hora dos líderes da política e da indústria de serem fortes e decisivos, e entregarem políticas e ações relevantes para combater a mudança climática. Estamos comprometidos em fazer nossa parte e encorajar nossos colegas de setor e líderes políticos ao redor do mundo a fazer a parte deles”, disse Jim Rowan.

Para tentar convencer mais empresas a entrar nessa luta, o diretor de sustentabilidade global da Volvo, Anders Kärrberg, fez parte de um evento organizado pela Accelerating to Zero (A2Z) na Semana do Clima de Nova York.

Lançada durante a COP27, a A2Z reúne os principais signatários da Declaração de Glasgow para veículos de emissão zero, da qual a Volvo faz parte. 

Embora os objetivos da eletrificação da companhia sejam mais ambiciosos do que isso, a intenção de participar do evento é inspirar outras companhias a serem mais audaciosas para tomar ações contra a mudança climática. 

A decisão da Volvo de parar completamente de produzir carros a diesel no início de 2024 demonstra quão rápido a indústria e os consumidores estão mudando devido à crise climática. 

Apenas há quatro anos, o motor a diesel era o produto mais popular da empresa na Europa.

A grande maioria dos carros vendidos no continente em 2019 eram movidos a diesel, uma vez que os modelos elétricos estavam apenas começando a se inserir no mercado.

A tendência se inverteu rapidamente desde então, movida por uma demanda de mercado, leis de emissão de carbono mais rigorosas e o foco da companhia em eletrificação.

A maioria das vendas na Europa, agora, consistem de carros eletrificados, sejam eles híbridos ou 100% elétricos.

Menos carros a diesel nas ruas tem também um efeito positivo na qualidade do ar das cidades; enquanto os motores a diesel emitem menos CO2 que os motores a gasolina, eles emitem mais gases como óxidos de nitrogênio (NOx) que tem um efeito adverso na qualidade do ar, especialmente em áreas urbanizadas.

 

 

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GM reduz 35 toneladas de CO² por ano com transporte sustentável de peças

Como parte de sua estratégia de sustentabilidade, a GM iniciou recentemente um projeto que consiste no uso de caminhões elétricos e a gás.

Isso permitirá uma redução na emissão de aproximadamente 35 toneladas de CO² por ano.

Esses veículos circulam no Estado de São Paulo, em trajetos entre as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, o centro de distribuição de Sorocaba e concessionárias da região.

Nesta fase inicial, a empresa está utilizando quatro veículos especiais de transporte de carga pesada, que rodarão aproximadamente 80 mil quilômetros por ano.

A iniciativa é um primeiro passo rumo à transformação das operações logísticas em um modelo de redução de emissões de carbono, e está alinhada à visão da empresa de um futuro elétrico e sustentável.

Vale destacar que a fabricante já anunciou a meta global de atingir a neutralidade de carbono em toda a sua operação até 2035.

Neste momento, a GM está desenvolvendo os fluxos para, oportunamente, avaliar a expansão do projeto.

Tudo isso considerando otimizações e também a evolução da tecnologia, um exemplo é que a companhia já está estudando o uso de caminhões cegonha a gás ainda em 2023.

Os caminhões elétricos e a gás utilizados são fruto de parceria com as empresas JSL, Ceva Logistics e Tegma Gestão Logística.

Esses veículos transportam peças como motores, transmissões e para-choques entre fábricas, além de acessórios e peças de reposição para concessionárias.

Vale destacar que três caminhões elétricos são dirigidos exclusivamente por mulheres, o que segue a estratégia global da companhia de se tornar a mais inclusiva e diversa do mundo.

“Para a GM, sustentabilidade é uma das prioridades dentro da filosofia de evolução contínua da empresa e isso inclui nossos processos logísticos. Portanto, estamos muito orgulhosos por implementar esse projeto, que é mais uma iniciativa para contribuirmos com a redução das emissões de CO² em todas nossas operações globalmente”, comenta Marcio Lucon, diretor-executivo de Compras e Supply Chain da GM América do Sul.

Iniciativas para tornar a logística da GM mais sustentável

Além de iniciar a renovação da frota de transporte com veículos movidos a energias alternativas, como caminhões elétricos, a GM tem uma série de projetos de redução da emissão de CO² em seus processos de logística, como por exemplo:

  • Uso do modal cabotagem (cargas marítimas entre portos de um mesmo país) para o transporte de 100% das peças na região Norte do Brasil, que permite uma redução de 340 toneladas de carbono por ano em comparação ao transporte rodoviário.
  • Instalação de 50 rebocadores que utilizam bateria de lithium de última geração para reduzir a emissão de cerca de 1,5 tonelada de carbono por ano, em comparação ao uso dos rebocadores a gás.
  • Substituição do uso de papel por um sistema eletrônico de rastreabilidade no processo de qualidade dos produtos em todas as etapas da cadeia de suprimentos das operações da GM. Isso permitiu a redução do uso de 2 milhões de folhas de papel por ano, o que equivale à plantação de 267 árvores.

 

 

 

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Baterias de EVs da GM já alcançam 95% de reciclabilidade

Os veículos elétricos são considerados os mais sustentáveis e eficientes por serem os únicos zero emissão, tanto que nem escapamento eles têm.

Mas muito se fala que o EV contribui para o meio ambiente de um lado, mas que o descarte da sua bateria não compensaria a adoção deste tipo de tecnologia a longo prazo. 

As baterias dos carros elétricos possuem sistemas próprios de gerenciamento da carga e de controle da temperatura.

Eles contribuem para elevar sua durabilidade, por isso são capazes de durar até mais tempo que a vida útil do próprio veículo.

Após seu uso nos carros, as baterias podem ser reaproveitadas em armazenamento estacionário de energia, como um super power bank para indústrias e para fazendas solares, por exemplo.

Também podem ser recicladas.

Hoje, aproximadamente 95% da matéria-prima das baterias de EVs da GM tem como ser reaproveitada.

Reduzindo em 75% as emissões e 90% o uso de água quando comparado à extração destes materiais através da mineração.

“O gerenciamento do ciclo de vida sustentável da bateria dos veículos elétricos da Chevrolet também faz parte do compromisso da GM em promover uma economia circular e um futuro zero emissão”, conta Glaucia Roveri, gerente de Desenvolvimento de Infraestrutura para EVs da GM América do Sul.

A bateria de um EV tem a mesma função do tanque de combustível de um automóvel a combustão.

Sua capacidade de armazenamento de energia é determinante para a autonomia.

A bateria dos EVs é geralmente composta por módulos e cada um deles contém dezenas de células.

Caso uma apresente alguma não conformidade, é possível fazer a substituição individualizada.

Se isso ocorrer dentro do período de garantia, nos termos descritos pelo contrato, o consumidor não terá nenhum tipo de custo para a reparação.

Na GM, o período de garantia das baterias costuma ser de oito anos ou 160 mil quilômetros, o que ocorrer primeiro.

Além de impulsionarem a sustentabilidade, os veículos elétricos oferecem ainda melhor desempenho e um custo muito menor de utilização.

O quilômetro rodado chega a ser um quarto do valor gasto com um automóvel tradicional de mesmo porte e potência.

O EV é mais eficiente que um modelo a gasolina, diesel ou etanol. 

A confiabilidade e longevidade das baterias estão trazendo tranquilidade para os consumidores adquirirem veículos elétricos.

Não é à toa que o segmento dos carros elétricos é o que mais cresce globalmente.

Representa hoje mais de 10% de todas as vendas de veículos de passeio no mundo, de acordo com a consultoria EV Volumes. 

 

 

 

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Próximo modelo da Linha RS da Chevrolet será elétrico

A versão RS é a principal novidade da linha 2024 da Nova Montana.

O modelo estreia como o quinto integrante da linha RS, uma das mais cultuadas da Chevrolet no mundo.

Isso por agregar acabamentos exclusivos que proporcionam um visual mais esportivo ao veículo.

No Brasil, a picape se junta ao Onix RS, Tracker RS, Cruze RS e Equinox RS, todos equipados com motor turbo.

“Temos planos de expandir a linha RS para além dos modelos à combustão. Por isso, a Chevrolet prepara para meados do ano que vem o lançamento de um SUV elétrico de nova geração que se conecta perfeitamente com o conceito desta versão especial, agregando mais imponência e exclusividade ao design”, diz Chris Rego, diretora-executiva de Marketing da GM América do Sul.

O fato inédito de que um elétrico irá compor a linha RS da Chevrolet no país foi anunciado durante o Festival Interlagos.

O evento acontece em São Paulo, de 20 a 23 de julho, no autódromo, onde a marca promove a primeira aparição pública da Nova Montana RS.

“A Chevrolet tem o compromisso de oferecer a mais abrangente linha de EVs do mercado, que irá complementar o atual portfólio da marca no Brasil. Outra parte importante desta transição até um futuro zero emissão é tornar cada vez mais sustentáveis e eficientes nossos veículos a combustão”, completa a executiva.

O segmento dos veículos puramente elétricos é o que mais cresce no mundo.

Devido principalmente à popularização da tecnologia, aos avanços em infraestrutura de recarga e a políticas públicas de estímulos à sustentabilidade.

A expectativa é que o ritmo acelere ainda mais conforme a ampliação de tipos de modelos e versões à disposição do consumidor.

 

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Volkswagen lança seu primeiro carro elétrico no Brasil, o SUV ID.4

Durante as comemorações dos 70 anos da Volkswagen no Brasil, o SUV elétrico ID.4 foi lançado oficialmente.

Ele é o primeiro carro da marca a ser introduzido ao mercado exclusivamente pelo programa de assinatura, o VW Sign&Drive.

Com legado marcante desde de sua primeira aparição na América Latina em 2021, o modelo foi anunciado oficialmente em março deste ano.

Ao lado do seu parceiro recém confirmado no Brasil, o ID.Buzz, a Volkswagen completa mais um passo no caminho em direção à mobilidade elétrica e sustentável.

Seguindo o compromisso global da marca e as estratégias locais ACELERA VW e Way To Zero.

“Depois de anos de trabalho, estudos e testes com nossos IDs, finalmente poderemos vê-los nas ruas com nossos clientes. O lançamento do ID.4 é um marco para a Volkswagen, concluindo um ciclo fundamental na evolução da marca no Brasil, e colocando nosso primeiro modelo exclusivamente via VW Sign&Drive, oferecendo mais tranquilidade e simplicidade durante toda a experiência a bordo do nosso SUV elétrico”, reforça Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil.

 

 

 

 

 

Com o VW Sign&Drive, serviço de carro por assinatura da Volkswagen, oferecerá a possibilidade de contratação da assinatura em 24 meses.

Tudo isso por um preço de R$ 9.990,00 já com todas os serviços do programa: manutenção, seguro, documentação, logística de entrega, assistência 24 horas, gestão de multas e serviço de rastreador.

Além disso, clientes poderão optar por incluir um wallbox de 7,4kW e, pela primeira vez no sistema de assinatura, o ID.4 poderá ser entregue blindado ao cliente, como opcional.

“Nós da Volkswagen Financial Services acreditamos muito no valor do VW Sign&Drive, o programa de carro por assinatura que temos em parceria com a Volkswagen. É uma proposta inteligente e full service de mobilidade e por isso que milhares de brasileiros já assinam o VW Sign&Drive. A nossa proposta de assinatura, com serviços inclusos, sem preocupação do cliente com a revenda e contratável em poucos cliques na loja online do VW S&D,  conversa muito bem com o cliente que experimentará esse começo da eletrificação da Volkswagen no Brasil”, enfatiza Rodrigo Capuruço CEO VWFS Brasil e América do Sul.

 

 

 

 

 

Já adaptado ao Brasil, depois de passagens pelo ID.Week, em 2021, no Rock in Rio e Boat Show, em 2022, o ID.4 será disponibilizado em versão única, a Pro.

Assim como as unidades que já estavam em testes no Brasil, o conjunto elétrico montado no eixo traseiro de 150 kW segue oferecendo 204 cv e 31,6 kgfm de torque, com tração apenas nas rodas traseiras.

A bateria de 77 kW oferece sistema de recarga rápida.

É capaz de completar até 80% da carga em aproximadamente 40 minutos, considerando um carregador a recarga DC (150 kW).

Ela, assim como o motor elétrico, estão montados no assoalho do ID.4, permitindo um melhor aproveitamento do habitáculo.

No exterior, estão os já conhecidos faróis e lanternas com tecnologia IQ.Light Matrix com Light Bar da Volkswagen.

Conta ainda com rodas de 21″ “Narvik” que estão conectadas ao Controle Adaptativo de Suspensão (DCC), permitindo que o carro se adapte de acordo com modo de condução e terreno.

Nas laterais, o emblema com nomenclatura Pro confirma a versão do modelo.

O ID.4 poderá ser configurado em duas opções de cores: Azul Dusk e Cinza Moonstone.

Ambas possuem o teto em contraste na cor Preto Piano.

Ao abrir as portas do ID.4, conforto, tecnologia e segurança tem casamento perfeito.

Os bancos ergoActive são o primeiro contato e contam com ajuste elétrico e tem acabamento artVelours em couro e tecido 100% reciclados.

Além das funções memória, aquecimento e massagem.

No painel, o volante multifuncional touch, que pode ser configurado na cor preta (disponível apenas com o Cinza Moonstone) ou branca.

Acompanha o ID.Cockpit: painel de instrumentos digital de 5,3″ que está conectado a coluna de direção.

Ele entrega uma experiência minimalista, sem atrapalhar a visão do condutor.

A central multimídia “Ready 2 Discover Max” tem tela de 10″ com conexão sem fio para Apple Carplay e Android Auto possui funções exclusivos.

São quatro portas USB-C, carregador de celular por indução e ar-condicionado AirCare Climatronic Touch de três zonas.

Traz ainda o ID.Light, fita de LED que percorre todo o painel e interage com o condutor ou passageiro, usando os comandos de voz.

Falando de segurança, são sete airbags, ACC (Controle de Cruzeiro Adaptativo) + AEB (Frenagem Autônoma de Emergência) com função Stop&Go,.

Além do Turn Assist (Assistente de Conversão Transversal) e o Travel Assist, que acompanha o ACC e mantem o veículo na faixa de forma ativa (Side Assist).

E segurança não está só na proteção, mas, também, no conforto ao volante.

Atrelado a condução semiautônoma nível dois, graças ao sistema Park Assist Plus, o SUV recebe um item inédito, o Memory Park Assist Plus.

Com ele, você pode treinar seu ID.4 para armazenar até cinco trajetos do dia a dia.

Após os treinos, ativando a função gravada, o carro fará o trajeto e estacionar no destino de sozinho, utilizando as funções semiautônomas.

A lista de equipamentos vai além: abertura e fechamento elétricos da tampa do porta-malas de 543 litros e câmera 360° com vista completa pela central multimídia.

Conta ainda com iluminação interna em LED com 30 opções de cores e para-brisa conforto com anti-embaçamento.

Tem também isolamento acústico e o teto panorâmico de vidro de série.

Com o sistema de assinatura Sign&Drive, a Volkswagen proporciona uma experiência única.

O cliente paga uma mensalidade R$ 9.990 e tem acesso ao ID.4, sem precisar se preocupar com o processo de revenda ao final do contrato, seguro ou manutenção.

É a oportunidade perfeita para aproveitar tudo que a mobilidade elétrica tem a oferecer, de forma simples e descomplicada.

A contratação do ID.4 por assinatura já poderá ser realizada a partir de hoje, através do site do VWSign&Drive de forma on-line.

Também pode ser feita pela rede de concessionários que aderiram ao projeto da marca.

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Volvo EX30: veículo com menor emissão de carbono da marca

O novo Volvo EX30 é um SUV pequeno e totalmente elétrico, projetado para ser seguro e ter uma pegada de CO₂ menor do que qualquer carro produzido pela marca.

Ao abordar as emissões em toda a produção e ciclo de vida do Volvo EX30, foi possível reduzir a sua pegada de carbono total ao longo de 200.000 km de condução para menos de 30 toneladas.

Tudo isso com base na utilização de eletricidade de carregamento da União Europeia.

Será uma redução de 25% em comparação com os modelos totalmente elétricos C40 e XC40.

Um bom passo em direção ao objetivo de reduzir as emissões gerais de CO₂ por carro em 40% entre 2018 e 2025.

Como um carro totalmente elétrico, o Volvo EX30 tem zero emissões de escapamento.

Isso não só contribui para uma menor pegada de CO₂, mas também impacta na qualidade do ar de maneira significativa.

Uma nova pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia descobriu que mesmo um pequeno aumento de carros elétricos em uma determinada área tem um efeito positivo direto na quantidade de visitas ao pronto-socorro devido à asma.

Mas para reduzir a pegada de carbono geral de um carro, a eletrificação não é suficiente.

Um carro não é apenas dirigido, ele também é projetado, desenvolvido, construído e transportado.

Todas essas etapas oferecem oportunidades para reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa.

“Nosso novo EX30 é um grande passo na direção certa para nossas ambições de sustentabilidade. Até 2025, pretendemos reduzir nossas emissões gerais de CO₂ por carro em 40% em relação aos níveis de 2018 por meio de uma redução de 50% nas emissões gerais de escapamento e uma redução de 25% nas emissões de nossas operações, fornecimento de matérias-primas e cadeia de suprimentos, tudo no caminho para nossa ambição de ser uma empresa neutra em termos climáticos até 2040”, disse Anders Kärrberg, nosso head global de sustentabilidade.

Como a Volvo reduziu a pegada de CO₂ do Volvo EX30 para 75% dos modelos elétricos atuais?

Em primeiro lugar, projetar um carro menor significa que precisa de menos material para produzi-lo.

Ao usar menos aço e alumínio ao construir o novo SUV, ele também possui outros materiais que são reciclados.

Cerca de um quarto de todo o alumínio usado na construção do carro é reciclado, assim como aproximadamente 17% de todo o aço usado na produção de um Volvo EX30, reduzindo ainda mais o impacto ambiental desses materiais.

Essa abordagem continua em seu interior, porque o componente mais sustentável é aquele que não existe.

Ao utilizar a otimização como um princípio orientador de design sustentável, os designers da marca conseguiram combinar múltiplas funções dentro do Volvo EX30 num único componente.

Isso reduz o número de peças necessárias no interior sem comprometer a funcionalidade.

O material utilizado para o Volvo EX30 é mais uma contribuição para uma forma mais sustentável de criar carros.

Cerca de 17% de todos os plásticos do carro, desde componentes internos até para-choques externos, são reciclados, a maior porcentagem em qualquer carro Volvo até hoje.

Outra área crucial para a redução de emissões é a cadeia de produção e abastecimento, por exemplo, através do fornecimento de energia limpa.

O Volvo EX30 será construído em uma fábrica alimentada por altos níveis de energia neutra para o clima, incluindo eletricidade.

Quanto à cadeia de suprimentos, a Volvo trabalha com fornecedores de nível 1 para este carro e 95% deles se comprometeram em utilizar energia 100% renovável em sua produção até 2025 e alguns já atingiram esta meta.

Isso reflete a ambição de não apenas reduzir as emissões nas próprias operações, mas também incentivar os parceiros da cadeia de suprimentos mais ampla a fazê-lo.

O processo de produção do Volvo EX30 também foi simplificado de várias maneiras.

Isso significa que o carro representa uma das maiores taxas de utilização de material em partes estampadas da carroceria durante a fabricação.

E à medida que continua a enfrentar o desafio da rastreabilidade do material, especialmente ao produzir as baterias para o Volvo EX30, tem a tecnologia blockchain em vigor.

Essa tecnologia ajuda a rastrear matérias-primas críticas que agora incluem lítio, manganês, cobalto, grafite e níquel.

No seu interior, usa uma ampla gama de materiais reciclados e renováveis para assentos, painel e portas, incluindo materiais como jeans, linho e uma mistura de lã que também contém cerca de 70% de poliéster reciclado.

O jeans, em particular, é um bom exemplo de como usar materiais de maneiras mais inteligentes e sustentáveis.

Para criar o interior de jeans, usaram fibras que seriam resíduos do processo de reciclagem de jeans.

Quando o jeans é reciclado, as fibras trituradas são torcidas em um fio, e as fibras longas se conectam entre si.

As fibras curtas, no entanto, geralmente caem como resíduos e resgataram essas fibras curtas usando-as como nova opção de interior.

Tudo isso se soma a um carro, com o chamado cradle-to-gate, estimado em 18 toneladas.

Cradle-to-gate descreve o impacto de CO₂ desde a extração de matérias-primas até o carro acabado que chega ao revendedor, portanto, antes de ser conduzido.

Em seu fim de vida, o EX30 é projetado para ser recuperado em 95%, reciclando os materiais e recuperando energia.

Em suma, o Volvo EX30 oferece ao cliente mais margem para reduzir o tamanho e o seu impacto pessoal de CO₂.

Tudo isso sem ter de comprometer a segurança, o conforto de condução ou a conveniência.

Isso é bom para o motorista e menos prejudicial ao meio ambiente.

O novo Volvo EX30 será revelado no próximo dia 7 de junho.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Brasil estabelece recorde global de autonomia do Bolt EUV

O Brasil acaba de estabelecer o recorde oficial de autonomia do Bolt EUV, que percorreu 901,8 km com uma carga completa da bateria.

O desafio de máxima eficiência energética durou 28 horas e 30 minutos e foi realizado no Campo de Provas da GM em Indaiatuba (SP) para marcar a estreia do SUV compacto elétrico da Chevrolet no país.

Ao todo, mais de 70 pessoas, entre jornalistas, influenciadores, clientes, concessionários, parceiros e colaboradores da GM, revezaram-se ao volante das três unidades do Bolt EUV participantes da ação.

Esta ação foi promovida num circuito redondo de 4,3 km que simula uma reta plana infinita.

O objetivo era descobrir qual distância seria possível rodar com os 66 kW de energia da bateria do modelo em condições de máxima eficiência energética.

O Instituto Mauá foi o responsável pela auditoria do desafio.

O Bolt EUV vem equipado com um sistema capaz de regerar energia para a bateria em frenagens e desacelerações.

Tudo isso ajuda a aumentar a autonomia do veículo principalmente em situações como o para e anda do trânsito urbano e descidas de serra.

Para percorrer os mais de 900 km, ou quase o dobro do ciclo padrão WLTP (456 km), os motoristas utilizaram-se de técnicas que otimizam o menor consumo de energia da bateria do veículo.

No caso do Bolt EUV, este pico de economia de energia é atingido em baixas velocidades.

A média do carro em deslocamento durante a prova foi próxima de 35 km/h. Até por isso o carro ficou rodando por mais de um dia inteiro, com paradas apenas para a troca de condutor.

O estilo de condução além das condições do veículo e da pista influenciam na autonomia de qualquer tipo de automóvel.

No caso dos EVs, temperaturas extremas também são determinantes por conta da maior necessidade de refrigeração ou aquecimento da bateria.

Os motoristas participantes foram aconselhados a evitar acelerações e frenagens bruscas e a não utilizarem recursos como o sistema de aquecimento dos bancos e volante ou o ar-condicionado.

O estado de conservação do veículo, a correta pressão dos pneus e até as condições climáticas e geográficas podem influenciar num teste como este.

“A linha Bolt da Chevrolet simboliza uma grande conquista tecnológica em direção ao futuro 100% elétrico da GM e também é uma referência global em razão do seu pioneirismo, sendo o primeiro EV de produção em larga escala do mundo a oferecer elevada autonomia a preço mais acessível. E o impressionante desempenho do Bolt EUV neste desafio de autonomia máxima reforça a superioridade do produto em sua categoria”, lembra Leandro Couto, diretor do Campo de Provas da GM.

Vale destacar que o SUV zero emissão da Chevrolet se diferencia pela autonomia aproximadamente 50% maior que a de concorrentes, de acordo com dados do Inmetro.

O Bolt EUV será comercializado em lote único no Brasil e se destaca pelo design, acabamento refinado, excelente desempenho e nível de equipamento.

Também é ligeiramente maior e mais espaçoso que o Bolt EV, disponível desde 2019 no Brasil.

A empresa trabalha em uma geração ainda mais avançada de EVs, que estreia em meados de 2024 no mercado nacional. O Blazer EV e o Equinox EV já estão confirmados.

Chevrolet Blaze EV

Chevrolet Equinox EV

 

 

 

 

 

 

 

A ampla estrutura de engenharia que a GM possui no Brasil com o Campo de Provas e o Centro Tecnológico vem sendo utilizada para contribuir com o desenvolvimento desses dois futuros modelos elétricos, algo até então inédito no país.

As principais colaborações estão relacionadas às áreas de eficiência energética e de conectividade.

Além de testes de certificação e homologações necessárias para customizar os EVs à legislação e às preferências de diferentes mercados.

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Stellantis relata aumento de 14% na receita líquida do primeiro trimestre de 2023 e todos os segmentos contribuem positivamente

A Stellantis continua a energizar seu esforço para oferecer mobilidade limpa, segura e acessível em todo o mundo e cumprir os compromissos desafiadores do plano estratégico Dare Forward 2030.

Relatou um aumento da receita líquida de 14% na comparação ano a ano no primeiro trimestre de 2023, com todos os segmentos do negócio contribuindo positivamente para o resultado.

As vendas globais de veículos elétricos a bateria (BEV) aumentaram 22% ano a ano.

Estão programados nove BEVs adicionais a serem lançados em 2023, ampliando a oferta para 47 modelos BEV até o final de 2024.

A ofensiva de eletrificação na América do Norte está se aproximando rapidamente, com destaque para a apresentação da novíssima Ram 1500 REV totalmente elétrica no Salão Internacional do Automóvel de Nova York.

O Jeep Avenger, o primeiro BEV da marca, foi eleito “Carro Europeu do Ano de 2023” e também foi reconhecido como “Melhor SUV Familiar do Mundo em 2023” pelo Women’s World Car of the Year Awards.

A Stellantis está focada na execução dos três pilares descritos no plano estratégico Dare Forward 2030:

Care: A Stellantis enfatizou seu compromisso com a igualdade global de gênero por meio da adoção dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da Organização das Nações Unidas (ONU).

Na marcha em direção à neutralidade de carbono, a Companhia assinou um termo de compromisso vinculante com a Vulcan para desenvolver novos projetos geotérmicos destinados a descarbonizar o mix de energia do site industrial de Rüsselsheim, na Alemanha.

Tech: A Stellantis manteve um ritmo acelerado na transformação da eletrificação.

Anúncios de investimentos em manufatura foram feitos em Mangualde, Portugal; Eisenach, Alemanha; Cassino, Itália; e, Kokomo, Indiana, EUA.

Continuando a construir sua rede de parcerias para garantir o fornecimento de materiais essenciais para baterias, a empresa assinou acordos estratégicos com McEwen Copper, Terrafame Ltd. e Element 25.

A Stellantis também expandiu sua rede de engenharia e desenvolvimento de software para oito hubs com uma nova operação em Gliwice, na Polônia.

Valor: A Stellantis realizou várias ações de apoio ao crescimento na região do Oriente Médio e África, incluindo a assinatura de um acordo-quadro com as autoridades sul-africanas para desenvolver uma fábrica no país.

Firmando um acordo com a Koç Holding para expandir ainda mais a joint venture Tofaş na Turquia, e, na Argélia, o lançamento da marca Fiat, que pretende ter seis carros no mercado.

Na Europa, a implementação do Novo Modelo Varejista começará a partir de meados de 2023 nos países-piloto após um acordo com as associações europeias de revendedores.

A América do Sul registrou bom desempenho no trimestre, com 191 mil unidades vendidas na região, com avanço de 10% em relação a igual período do ano anterior, e uma receita equivalente a € 3,5 bilhões.

O relatório trimestral atribui o bom resultado ao sucesso inicial do novo Fiat Fastback e maiores volumes de comercialização dos modelos Fiat Argo, Citroën C3 e Peugeot 208.

A receita líquida aumentou 20%, principalmente devido ao aumento de volumes, melhor mix de produtos e preços médios favoráveis, bem como efeitos positivos de conversão cambial.

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