Toyota Corolla e Corolla Cross são os veículos flex mais econômicos no Brasil em 2023, revela Inmetro

A Toyota atingiu um marco importante no mercado automobilístico brasileiro, com o Corolla e o Corolla Cross sendo reconhecidos como os veículos mais econômicos segundo a lista atualizada do Inmetro para 2023.

Os modelos destacaram-se pela eficiência da tecnologia híbrida flex que combina um motor elétrico com o convencional, reduzindo o consumo de combustível e as emissões de poluentes. 

“Estamos extremamente orgulhosos pela liderança dos modelos Corolla e Corolla Cross no ranking do Inmetro. O resultado é consequência direta do uso da propulsão híbrida flex, que utiliza o auxílio do motor elétrico, poupando combustível e evitando emissões de poluentes, refletindo nosso compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade. Esta conquista é um testemunho do nosso esforço em promover a descarbonização e oferecer aos nossos clientes veículos eletrificados mais acessíveis, que ofereçam eficiência e praticidade, já que não precisam ser carregados em tomada”, disse Roberto Braun, Diretor de Comunicação, Presidente da Fundação Toyota, e porta-voz da área de ESG da Toyota do Brasil. 

O ranking divulgado, que inclui 975 modelos e versões de carros de passeio e comerciais leves de 35 montadoras diferentes, é parte do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que completou 15 anos em 2023 e mede o consumo energético em MJ/km (megajoules por quilômetro) e em km/l, determinando a eficiência de cada modelo.

Ou seja, quanto menor for o consumo energético a cada km rodado, mais eficiente o automóvel. Os carros são classificados de “A” (mais eficientes) a “E” (menos eficientes), com base em testes padronizados e controlados. 

A tecnologia híbrida flex da Toyota, exclusiva e acessível, se diferencia no mercado por não requerer recarga, adaptando-se com facilidade à rotina dos motoristas.

Além disso, destaca-se por sua eficiência em reduzir emissões de carbono, especialmente quando abastecida com etanol, um combustível renovável nacional.

Ela atende às crescentes demandas por soluções sustentáveis ao oferecer uma redução significativa nas emissões de poluentes, ultrapassando 30% em comparação com veículos flex fuel convencionais. 

A fabricação desses modelos no Brasil tem impacto positivo na economia local, gerando empregos diretos e indiretos (considerando a toda a cadeia produtiva), fomentando o desenvolvimento econômico e social.

É essa junção da tecnologia japonesa com a expertise brasileira que coloca a Toyota na vanguarda da inovação automotiva sustentável no país.

Os modelos híbridos flex da Toyota são soluções práticas, acessíveis e competitivas, que valorizam um recurso nacional renovável, contribuindo para a geração de negócios e riqueza no país.

“Impossível também não destacar a importância do etanol de cana-de-açúcar, biocombustível de baixo carbono, no sucesso da tecnologia híbrida flex ao ver esses resultados. Desde o lançamento dos veículos flex em 2003, o uso do etanol no Brasil tem evitado a emissão de milhões de toneladas de CO2, contribuindo significativamente para a sustentabilidade ambiental e a geração de empregos”, reforça Braun. 

Resultados dos testes

Toyota Corolla

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,21 MJ/km

Consumo cidade – 12,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11,1 km/l (etanol)

Consumo cidade – 18,5 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,7 km/l (gasolina)

Toyota Corolla Cross

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,31 MJ/km

Consumo cidade – 11,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 9,7 km/l (etanol)

Consumo cidade – 17,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 14,7 km/l (gasolina)

 

 

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Renault anuncia oito novos veículos para um crescimento internacional mais rentável

A Renault é a marca de automóveis francesa mais vendida no mundo, com 43% de suas vendas nos mercados internacionais fora da Europa, o que representou 634.124 unidades em 2022 e está abrindo mais que um novo capítulo em sua história internacional.

Este novo impulso, que faz parte do plano estratégico Renaulution, está se anunciando graças ao lançamento de oito novos modelos até 2027.

Com um investimento de 3 bilhões de euros, esta ofensiva vai permitir que a marca tenha ganhos de performance nas regiões que têm uma importância-chave e histórica.

A Renault ambiciona uma margem operacional de dois dígitos e um preço líquido por veículo vendido multiplicado por dois fora da Europa em 2027, em comparação com 2019.

Assim como na Europa, a marca vai equilibrar o seu mix de segmentos graças a uma ofensiva com cinco novos produtos nos segmentos C e D, nos mercados internacionais.

Ao mesmo tempo, no próximo ano ela vai fortalecer sua posição no segmento B, com a comercialização do Novo Kardian na América Latina e no Marrocos.

A redução das emissões de CO2 dos futuros veículos também é um importante pilar deste plano batizado de “Renault brand international game plan 2027”.

Isso será possível inicialmente graças à hibridização das motorizações da futura gama de produtos, mas também graças ao lançamento comercial de modelos E-Tech elétricos em vários países fora da Europa, como o Megane E-Tech elétrico já lançado no Brasil e na Turquia.

Com isso, a Renault tem a ambição de vender um modelo na versão híbrida ou elétrica a cada três veículos comercializados fora da Europa até 2027. 

“Agora que a renovação dos nossos produtos está dando frutos na Europa, vamos fazer com que nossa marca seja mais global e rentável. Por isso, a Renault está intensificando sua ofensiva nos mercados internacionais com o lançamento de oito novos veículos até 2027, baseados em um número reduzido de plataformas compartilhadas entre diferentes regiões, para aumentar nossas sinergias”, disse Fabrice Cambolive, CEO da marca Renault.

Para aumentar ainda mais a competitividade e maximizar as sinergias nos mercados internacionais, a Renault vai adaptar seu catálogo graças a uma nova plataforma modular do Renault Group com vocação mundial.

Ela será montada em quatro regiões industriais: América Latina, Turquia, Marrocos e Índia.

Com uma arquitetura ajustável e flexível, esta plataforma permite uma diversidade de: comprimentos dos veículos entre 4 e 5 metros, entre eixos, com quatro medidas possíveis de 2,60 m a 3 m, módulos traseiros, com três comprimentos diferentes e fontes de energia e novas motorizações, oferecendo mais eficiência em termos de consumo e emissões de CO2.

A grande flexibilidade desta plataforma vai permitir oferecer aos clientes carrocerias e silhuetas bastante diferentes.

Para compreender as várias possibilidades de veículos baseados nesta nova plataforma do Renault Group, basta olhar o Novo Kardian, um SUV compacto do segmento B, ao lado do Niagara Concept, uma picape equipada com a nova tecnologia de motorização E‑Tech híbrida 4×4.

Esta plataforma vai contar com uma arquitetura elétrica e eletrônica de última geração, compatível com todas as regulamentações em vigor atualmente e em um futuro próximo.

“A própria arquitetura desta nova plataforma modular do Renault Group é extremamente flexível e competitiva. Com ela, poderemos oferecer modelos que agregam muito mais valor, eficiência e tecnologias relevantes aos nossos clientes em todo o mundo. Ela é um diferencial competitivo para que possamos nos destacar e avançar em nossa ofensiva mundial, graças a uma ampla gama de veículos. Estes produtos vão exibir um design fiel à nova identidade de marca da Renault, oferecendo tecnologias de motores adaptados a diferentes necessidades, além de baixo consumo, prazer de dirigir, um alto nível de conforto e comodidade, que fazem parte do DNA da nossa marca”, afirma Bruno Vanel, Vice-Presidente de Performance de Produto da marca Renault.

A plataforma CMA (Compact Modular Architecture) faz parte da parceria firmada entre o Renault Group e o Geely Holding Group, em 2022.

Esta plataforma vai servir de base aos veículos topo de linha dos segmentos D e E, nas versões versão 4×2 e 4×4, comercializados principalmente com motorizações híbridas.

Estes veículos serão desenvolvidos pelo centro de engenharia de Seul e serão produzidos na fábrica de Busan.

O primeiro veículo da Renault Korea Motors desenvolvido com base nesta plataforma será apresentado no fim do primeiro semestre de 2024.

Niagara Concept representa nova ofensiva internacional

Com o Niagara Concept, a Renault está iniciando uma nova etapa de sua história nos mercados internacionais, trazendo um sopro de modernidade.

Com uma forte personalidade bastante forte, linhas exuberantes e decididamente modernas, este conceito antecipa o futuro estilo da gama de veículos Renault baseado na nova plataforma modular do Renault Group.

O Niagara Concept é ao mesmo tempo robusto e potente, sofisticado e repleto de tecnologias, fazendo um convite para viajar sem limites.

Com curvas generosas e detalhes esculpidos, ele representa os valores da Renault e reflete sua nova linguagem de design, ao mesmo tempo emocional e tecnológica.

A grade frontal é robusta e contemporânea, esculpida como se fosse um mineral com efeito único em 3D. As letras que formam o nome Renault têm um acabamento em estilo “pixel art”, fortemente inspirado na cultura pop.

A assinatura luminosa em forma de sobrancelhas é vibrante, expressiva e decididamente tecnológica.

O Niagara Concept mostra logo de cara que tem potencial para as condições de rodagem mais extremas.

Na frente, o protetor de cárter é proeminente e a distância em relação ao solo é mais alta. O veículo também conta com suspensão de longo curso e grandes ângulos tanto na frente como na traseira.

Assim, ele ostenta todas as referências mais características do mundo das picapes. Verticalizada e imponente, a frente exibe uma forte personalidade.

Os ombros largos acompanham a parte superior do contorno da carroceria, reforçando o aspecto de robustez do veículo.

Já na traseira, a ligação entre a inclinação do teto e a coluna traseira recurvada confere ao modelo dinamismo e esportividade.

O Niagara Concept apresenta camuflagem inspirada nas linhas e padrões do logo da marca.

Este envelopamento gráfico destaca a versatilidade do veículo, com a cor verde que simboliza a aventura, o amarelo para a esportividade e cinza claro para o lado técnico, com um fundo na cor preta que simboliza a potência.

“O Niagara Concept materializa o estilo da futura gama internacional da marca Renault. Robusto e potente, com linhas exageradas e exuberantes, este conceito exploratório também é sofisticado e recheado de tecnologias, prometendo uma viagem sem limites”, disse Gilles Vidal, Vice-Presidente de Design da Renault.

Baseado na nova plataforma extremamente flexível do Renault Group, o Niagara Concept oferece um excelente conforto a bordo.

A motorização é eficiente graças à tecnologia E-Tech Hybrid 4×4 e um duplo ajuste técnico: a motorização mild hybrid advanced (48 v) na frente, complementada por um motor elétrico adicional na traseira.

Por isso, o Niagara Concept é um modelo 4×4 com performance off-road otimizada. Esta motorização permite cobrir metade dos trajetos diários no modo 100% elétrico, com redução equivalente nas emissões de CO2.

O Niagara Concept antecipa os futuros modelos de produção em série que serão lançados nos mercados internacionais da Renault até 2027.

 

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Polo Automotivo de Goiana alcança a marca de 1,5 milhão de veículos produzidos em Pernambuco

O Polo Automotivo Stellantis de Goiana, em Pernambuco, acaba de alcançar a marca de 1,5 milhão de veículos produzidos.

O modelo que marcou essa grande conquista foi a picape Rampage, da marca Ram, quinto veículo a ser produzido na planta.

O Polo Automotivo produz cinco modelos de destaque no mercado: os Jeep Renegade, Compass e Commander, a picape Fiat Toro e, agora, a picape Rampage.

Referência no setor automotivo, o Polo Automotivo Stellantis de Goiana é um dos projetos de industrialização mais bem sucedidos do Brasil, devido à localização da cadeia de suprimentos e capacitação da mão de obra da região em que está instalado.

“Esse marco de 1,5 milhão de unidades produzidas é resultado dos investimentos em inovação e tecnologia e do esforço contínuo na qualificação de mão de obra. Esses são os diferenciais do Polo Stellantis de Goiana. Esse sucesso nos estimula a continuar evoluindo na busca em excelência e qualidade, investindo no desenvolvimento de produtos, na melhoria de processos e, principalmente, nas pessoas”, comemora Jasson Azevedo, plant manager do Polo Automotivo.

Inaugurado em 2015, o Polo de Goiana foi implantado com um investimento inicial de R$ 11 bilhões.

Em 2018 teve início um ciclo adicional de investimentos, que prevê um aporte de R$ 7,5 bilhões até 2025, em desenvolvimento de produtos, Pesquisa & Desenvolvimento, sistemas de produção e capacitação de pessoas. Assim, os investimentos totalizam R$ 18,5 bilhões.

A capacidade de produção é de 280 mil veículos por ano.

Além de abastecer o mercado nacional, o Polo exporta para a Argentina, Chile e México, entre outros países da América Latina.

Desde sua inauguração, já foram exportadas mais de 200 mil unidades.

O Polo se caracteriza também pela localização de fornecedores, reunindo em um mesmo perímetro industrial uma planta de produção de automóveis e um Parque de Fornecedores com 18 empresas, ocupando uma área construída total de 530 mil metros quadrados.

Atualmente, são 38 fornecedores instalados em Pernambuco e há negociações em curso para a ampliação da cadeia de suprimentos na região Nordeste.

As atividades do Polo da Stellantis em Goiana se expandem para além da produção, abrangendo unidades de pesquisa e desenvolvimento, como o Centro de Projetos, Centro de Software e o Campo de Provas, que é o maior laboratório automotivo a céu aberto do país.

Esta estrutura é parte do Ecossistema de Inovação da Stellantis, que incentiva o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, somando aos próprios recursos a inteligência e as competências de fornecedores, universidades, órgãos de governo e centros de pesquisa e desenvolvimento. 

O Polo em Pernambuco será um protagonista na alocação das novas tecnologias híbridas e elétricas que a Stellantis está desenvolvendo no país.

As três plataformas da família Bio-Hybrid são baseadas em tecnologias diferentes, que apresentam distintos graus de combinação de propulsão térmica flexfuel com eletricidade.

Cada uma destas tecnologias tem sua aplicação específica e, juntas, tornam a eletrificação acessível a amplas faixas de mercado.

As plataformas Bio-Hybrid e BEV (Battery Electric Vehicle) são parte da estratégia global de descarbonização da mobilidade concebida pela Stellantis no plano estratégico Dare Forward 2030.

Este prevê a descarbonização total das operações e produtos da empresa até 2038, e uma redução de 50% das emissões de CO2 já em 2030.

As novas tecnologias estarão disponíveis já a partir do próximo ano.

Desenvolvimento socioeconômico

O Polo Automotivo de Goiana é um importante vetor de transformação socioeconômica da região desde o início do projeto, com a utilização predominante de mão de obra local e investimentos em capacitação profissional.

Hoje, 85% dos trabalhadores são pernambucanos, principalmente residentes no entorno da fábrica.

A planta automotiva e o Parque de Fornecedores empregam 14,7 mil trabalhadores, enquanto ao longo da cadeira produtiva são gerados cerca de 60 mil empregos diretos e indiretos.

De acordo com um estudo realizado pela Ceplan (Consultoria Econômica e Planejamento), desde o processo de instalação do Parque Industrial, Goiana vem apresentando anualmente ganhos de participação na economia de Pernambuco.

O município saiu da 13ª posição em 2010, com 0,83% do PIB estadual, para a 4ª posição em 2019, chegando a 5,17% do PIB pernambucano.

Ainda em relação ao PIB, o índice estadual cresceu, entre 2015 e 2019, a uma média de 0,5% por ano.

Enquanto isso, a área de influência do Polo, formada por 13 municípios, teve taxa anual de crescimento de 6,3%.

Além disso, a instalação do projeto contribuiu também para a redução da criminalidade em 40% e a redução da evasão escolar.

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GM reduz 35 toneladas de CO² por ano com transporte sustentável de peças

Como parte de sua estratégia de sustentabilidade, a GM iniciou recentemente um projeto que consiste no uso de caminhões elétricos e a gás.

Isso permitirá uma redução na emissão de aproximadamente 35 toneladas de CO² por ano.

Esses veículos circulam no Estado de São Paulo, em trajetos entre as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, o centro de distribuição de Sorocaba e concessionárias da região.

Nesta fase inicial, a empresa está utilizando quatro veículos especiais de transporte de carga pesada, que rodarão aproximadamente 80 mil quilômetros por ano.

A iniciativa é um primeiro passo rumo à transformação das operações logísticas em um modelo de redução de emissões de carbono, e está alinhada à visão da empresa de um futuro elétrico e sustentável.

Vale destacar que a fabricante já anunciou a meta global de atingir a neutralidade de carbono em toda a sua operação até 2035.

Neste momento, a GM está desenvolvendo os fluxos para, oportunamente, avaliar a expansão do projeto.

Tudo isso considerando otimizações e também a evolução da tecnologia, um exemplo é que a companhia já está estudando o uso de caminhões cegonha a gás ainda em 2023.

Os caminhões elétricos e a gás utilizados são fruto de parceria com as empresas JSL, Ceva Logistics e Tegma Gestão Logística.

Esses veículos transportam peças como motores, transmissões e para-choques entre fábricas, além de acessórios e peças de reposição para concessionárias.

Vale destacar que três caminhões elétricos são dirigidos exclusivamente por mulheres, o que segue a estratégia global da companhia de se tornar a mais inclusiva e diversa do mundo.

“Para a GM, sustentabilidade é uma das prioridades dentro da filosofia de evolução contínua da empresa e isso inclui nossos processos logísticos. Portanto, estamos muito orgulhosos por implementar esse projeto, que é mais uma iniciativa para contribuirmos com a redução das emissões de CO² em todas nossas operações globalmente”, comenta Marcio Lucon, diretor-executivo de Compras e Supply Chain da GM América do Sul.

Iniciativas para tornar a logística da GM mais sustentável

Além de iniciar a renovação da frota de transporte com veículos movidos a energias alternativas, como caminhões elétricos, a GM tem uma série de projetos de redução da emissão de CO² em seus processos de logística, como por exemplo:

  • Uso do modal cabotagem (cargas marítimas entre portos de um mesmo país) para o transporte de 100% das peças na região Norte do Brasil, que permite uma redução de 340 toneladas de carbono por ano em comparação ao transporte rodoviário.
  • Instalação de 50 rebocadores que utilizam bateria de lithium de última geração para reduzir a emissão de cerca de 1,5 tonelada de carbono por ano, em comparação ao uso dos rebocadores a gás.
  • Substituição do uso de papel por um sistema eletrônico de rastreabilidade no processo de qualidade dos produtos em todas as etapas da cadeia de suprimentos das operações da GM. Isso permitiu a redução do uso de 2 milhões de folhas de papel por ano, o que equivale à plantação de 267 árvores.

 

 

 

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EVs são estratégicos para descarbonização do Brasil

Relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o aquecimento global é mais alarmante do que se imaginava.

O reflexo disso são eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Diante da urgência de medidas para a descarbonização do planeta, diversos países estão estabelecendo ações de contenção.

Um exemplo disso seria estipular uma data limite para o comércio de veículos à combustão já nas próximas décadas.

Entre os grandes mercados de automóveis, o Brasil se destaca pela baixa emissão de gás carbônico (CO2) pelo setor de transporte, que tem o etanol como alternativa à gasolina.

O combustível vegetal representa hoje aproximadamente 30% da escolha do consumidor no abastecimento de veículos flex no país.

“Apesar da notabilidade do papel do etanol, o Brasil não pode deixar de buscar alternativas mais eficientes, como o carro elétrico, o único que não emite gás carbônico ou poluentes por onde roda. Por isso nem escapamento tem”, observa Elbi Kremer, diretor de Engenharia e Planejamento de Produto da GM América do Sul.

Para especialistas, a melhor maneira de calcular a emissão de CO2 de um automóvel na atmosfera é somando o que ele emite durante o seu uso mais o impacto que a produção do seu combustível provoca no meio ambiente.

É a famosa equação do poço à roda, cujo parâmetros variam de mercado para mercado, de acordo com a matriz energética.

Por isso a emissão de um veículo elétrico num país no qual a matriz energética está baseada na queima de carvão mineral ou de outros combustíveis fosseis vai ser bem diferente da emissão de um EV utilizado no Brasil.

Hoje 86% de energia elétrica do país vem de fonte renovável, hidroelétricas, parques solares e eólicos.

Encomendada pelo Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), a metodologia de cálculo do poço à roda no Brasil foi desenvolvida por técnicos da indústria, governo, fornecedores e acadêmicos.

Ela considera a intensidade de carbono da matriz energética nacional e os cálculos de eficiência energética dos veículos do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE) do Inmetro.

Neste contexto, nota-se uma gradualidade entre modelos de mesma categoria, sendo um EV, em média, 50% mais sustentável que um híbrido flex.

O modelo híbrido é abastecido somente com etanol e quase dez vezes mais sustentável que um carro tradicional movido apenas a gasolina.

A fórmula para cálculo da equação do poço à roda com dados da matriz energética brasileira está no site da AEA.

As informações de eficiência energética dos veículos disponíveis no país são publicados pelo Inmetro.

“Pela perspectiva da convergência global e potencial futuro de exportação da indústria nacional é indiscutível que o EV é a melhor solução”, complementa Kremer.

De acordo com o executivo, o etanol ainda pode ser aproveitado lá na frente de forma estratégica para a produção de hidrogênio verde, por exemplo.

É consenso que não existe apenas uma solução à questão da descarbonização.

Por isso a GM vai continuar investindo em tecnologias para reduzir a emissão dos seus veículos a combustão e ampliando sua linha de EVs no país.

Já em relação a América do Sul, a região tem potencial para se transformar em polo de produção e exportação de tecnologias e de veículos elétricos.

A começar pelas grandes reservas de matérias-primas, essenciais para a produção de baterias.

Outro fator estratégico é o talento da engenharia local, referência global no desenvolvimento de veículos de sucesso.

A região conta ainda com um amplo parque industrial e um grande mercado consumidor em potencial.

Para aproveitar esta janela de oportunidade mundial, o país precisa estabelecer regras claras e políticas públicas de fomento que permitam a adoção em massa dos EVs e, consequentemente, a sua industrialização.

 

 

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Volvo EX30: veículo com menor emissão de carbono da marca

O novo Volvo EX30 é um SUV pequeno e totalmente elétrico, projetado para ser seguro e ter uma pegada de CO₂ menor do que qualquer carro produzido pela marca.

Ao abordar as emissões em toda a produção e ciclo de vida do Volvo EX30, foi possível reduzir a sua pegada de carbono total ao longo de 200.000 km de condução para menos de 30 toneladas.

Tudo isso com base na utilização de eletricidade de carregamento da União Europeia.

Será uma redução de 25% em comparação com os modelos totalmente elétricos C40 e XC40.

Um bom passo em direção ao objetivo de reduzir as emissões gerais de CO₂ por carro em 40% entre 2018 e 2025.

Como um carro totalmente elétrico, o Volvo EX30 tem zero emissões de escapamento.

Isso não só contribui para uma menor pegada de CO₂, mas também impacta na qualidade do ar de maneira significativa.

Uma nova pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia descobriu que mesmo um pequeno aumento de carros elétricos em uma determinada área tem um efeito positivo direto na quantidade de visitas ao pronto-socorro devido à asma.

Mas para reduzir a pegada de carbono geral de um carro, a eletrificação não é suficiente.

Um carro não é apenas dirigido, ele também é projetado, desenvolvido, construído e transportado.

Todas essas etapas oferecem oportunidades para reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa.

“Nosso novo EX30 é um grande passo na direção certa para nossas ambições de sustentabilidade. Até 2025, pretendemos reduzir nossas emissões gerais de CO₂ por carro em 40% em relação aos níveis de 2018 por meio de uma redução de 50% nas emissões gerais de escapamento e uma redução de 25% nas emissões de nossas operações, fornecimento de matérias-primas e cadeia de suprimentos, tudo no caminho para nossa ambição de ser uma empresa neutra em termos climáticos até 2040”, disse Anders Kärrberg, nosso head global de sustentabilidade.

Como a Volvo reduziu a pegada de CO₂ do Volvo EX30 para 75% dos modelos elétricos atuais?

Em primeiro lugar, projetar um carro menor significa que precisa de menos material para produzi-lo.

Ao usar menos aço e alumínio ao construir o novo SUV, ele também possui outros materiais que são reciclados.

Cerca de um quarto de todo o alumínio usado na construção do carro é reciclado, assim como aproximadamente 17% de todo o aço usado na produção de um Volvo EX30, reduzindo ainda mais o impacto ambiental desses materiais.

Essa abordagem continua em seu interior, porque o componente mais sustentável é aquele que não existe.

Ao utilizar a otimização como um princípio orientador de design sustentável, os designers da marca conseguiram combinar múltiplas funções dentro do Volvo EX30 num único componente.

Isso reduz o número de peças necessárias no interior sem comprometer a funcionalidade.

O material utilizado para o Volvo EX30 é mais uma contribuição para uma forma mais sustentável de criar carros.

Cerca de 17% de todos os plásticos do carro, desde componentes internos até para-choques externos, são reciclados, a maior porcentagem em qualquer carro Volvo até hoje.

Outra área crucial para a redução de emissões é a cadeia de produção e abastecimento, por exemplo, através do fornecimento de energia limpa.

O Volvo EX30 será construído em uma fábrica alimentada por altos níveis de energia neutra para o clima, incluindo eletricidade.

Quanto à cadeia de suprimentos, a Volvo trabalha com fornecedores de nível 1 para este carro e 95% deles se comprometeram em utilizar energia 100% renovável em sua produção até 2025 e alguns já atingiram esta meta.

Isso reflete a ambição de não apenas reduzir as emissões nas próprias operações, mas também incentivar os parceiros da cadeia de suprimentos mais ampla a fazê-lo.

O processo de produção do Volvo EX30 também foi simplificado de várias maneiras.

Isso significa que o carro representa uma das maiores taxas de utilização de material em partes estampadas da carroceria durante a fabricação.

E à medida que continua a enfrentar o desafio da rastreabilidade do material, especialmente ao produzir as baterias para o Volvo EX30, tem a tecnologia blockchain em vigor.

Essa tecnologia ajuda a rastrear matérias-primas críticas que agora incluem lítio, manganês, cobalto, grafite e níquel.

No seu interior, usa uma ampla gama de materiais reciclados e renováveis para assentos, painel e portas, incluindo materiais como jeans, linho e uma mistura de lã que também contém cerca de 70% de poliéster reciclado.

O jeans, em particular, é um bom exemplo de como usar materiais de maneiras mais inteligentes e sustentáveis.

Para criar o interior de jeans, usaram fibras que seriam resíduos do processo de reciclagem de jeans.

Quando o jeans é reciclado, as fibras trituradas são torcidas em um fio, e as fibras longas se conectam entre si.

As fibras curtas, no entanto, geralmente caem como resíduos e resgataram essas fibras curtas usando-as como nova opção de interior.

Tudo isso se soma a um carro, com o chamado cradle-to-gate, estimado em 18 toneladas.

Cradle-to-gate descreve o impacto de CO₂ desde a extração de matérias-primas até o carro acabado que chega ao revendedor, portanto, antes de ser conduzido.

Em seu fim de vida, o EX30 é projetado para ser recuperado em 95%, reciclando os materiais e recuperando energia.

Em suma, o Volvo EX30 oferece ao cliente mais margem para reduzir o tamanho e o seu impacto pessoal de CO₂.

Tudo isso sem ter de comprometer a segurança, o conforto de condução ou a conveniência.

Isso é bom para o motorista e menos prejudicial ao meio ambiente.

O novo Volvo EX30 será revelado no próximo dia 7 de junho.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Jaguar vai investir 15 bilhões de euros nos próximos 5 anos em eletrificação

A Jaguar Land Rover (JLR) anunciou seus planos para acelerar sua transição para se tornar a principal fabricante de carros, alinhados ao padrão Modern Luxury do mundo.

Sua fábrica de Halewood, no Reino Unido, se tornará uma instalação de produção totalmente elétrica e sua próxima geração de arquitetura SUV de médio porte, arquitetura modular eletrificada (EMA), agora será puramente elétrica.

Em uma atualização para a mídia global no centro da JLR em Gaydon, o CEO, Adrian Mardell, reafirmou o compromisso da empresa com a estratégia Reimagine.

Essa estratégia reposicionará a empresa como uma montadora de carros de luxo moderna e elétrica até 2030, à medida que a JLR avança em direção às suas metas financeiras de alcançar uma posição positiva de caixa líquido no AF25 e EBIT de dois dígitos até 2026.

“Há dois anos, lançamos nossa estratégia Reimaginee, desde então, fizemos grandes progressos, incluindo o lançamento de dois novos modelos, o Range Rover e o Range Rover Sport, aclamados pela crítica, juntando-se à família Defender, para a qual há uma demanda recorde. Conseguimos isso enquanto navegávamos pelos ventos contrários da pandemia e da escassez de chips e aumentamos com sucesso a produção de nossos modelos mais lucrativos para gerar lucro no 3º trimestre. Hoje tenho o orgulho de anunciar que estamos acelerando nosso caminho de eletrificação, tornando totalmente elétrica uma de nossas fábricas no Reino Unido e nossa arquitetura de SUV de luxo de tamanho médio de próxima geração. Esse investimento nos permite oferecer nosso futuro elétrico de luxo moderno, desenvolvendo novas habilidades e reafirmando nosso compromisso de zerar as emissões líquidas de carbono até 2039″, disse Adrian Mardell, CEO da JLR.

Ao divulgar a notícia sobre seus novos esforços na área de eletrificação de próxima geração, a JLR confirmou que começará a receber pedidos de clientes para o Range Rover totalmente elétrico a partir do final deste ano.

O primeiro de seus SUVs de luxo moderno de tamanho médio de próxima geração será um modelo totalmente elétrico da família Range Rover.

Será lançado em 2025 e construído em Halewood, em Merseyside, em um movimento que afirma ainda mais o compromisso da JLR com o futuro da indústria automobilística do Reino Unido.

E enquanto a EMA agora será apenas elétrica, à medida que a tendência para a eletrificação em certos mercados aumenta, a JLR manterá a arquitetura longitudinal modular flexível (MLA) na qual o Range Rover e o Range Rover Sport são construídos, oferecendo opções de motor de combustão interna (ICE), HYBRID e veículo elétrico a bateria (BEV).

Isso dá à JLR flexibilidade para adaptar sua linha de veículos para atender às necessidades de diferentes mercados em todo o mundo, que estão se movendo em diferentes velocidades em direção a metas de zero carbono.

Como próximo passo dentro da estratégia Reimagine, foi revelado que a JLR mudará para a abordagem House of Brands, para amplificar o caráter único de cada uma de suas marcas, Range Rover, Defender, Discovery e Jaguar.

E também acelerar a entrega da visão da empresa, para se tornarem orgulhosos criadores das marcas automotivas de luxo modernas mais desejáveis do mundo para os clientes mais exigentes.

“É fundamental para a nossa estratégia Reimagine a formação da House of Brands, que é uma evolução natural, com o objetivo de elevar e amplificar a singularidade de nossas marcas características britânicas. Nossa ambição final é construir experiências verdadeiramente emocionais e envolventes para nossos clientes que, ao longo do tempo, construirão alta equidade de longo prazo para nossas marcas e sustentabilidade de longo prazo para a JLR. Reinventamos radicalmente a Jaguar como uma marca de luxo moderno. A chave para a transformação da Jaguar é que os projetos transmitem que eles são uma cópia de nada”, Gerry McGovern OBE, diretor criativo da JLR.

A JLR também anunciou que o primeiro de três Jaguares alinhado ao padrão Modern Luxury será um GT de 4 portas construído em Solihull, em West Midlands, Reino Unido.

Com potência maior do que qualquer Jaguar anterior, uma alcance de até 700 km (430 milhas) e com preços indicativos de £100.000, o novo Jaguar será construído em sua própria arquitetura única, chamada JEA.

Mais detalhes do novo GT Jaguar de 4 portas serão divulgados ainda este ano, antes de começar a ser vendido em mercados selecionados em 2024, para entregas a clientes em 2025.

“Com o Range Rover, o SUV de luxo original, disponível para pré-encomenda em forma puramente elétrica no final deste ano, e o primeiro de três modelos elétricos reimaginados da Jaguar a serem lançados em 2025, estamos entrando em uma nova era elétrica incrivelmente emocionante para a JLR como um negócio de luxo moderno”, complementa Adrian Mardell.

A JLR também revelou que seu Centro de Fabricação de Motores em Wolverhampton, no Reino Unido, atualmente produzindo motores de combustão interna Ingenium para seus veículos, terá um futuro elétrico.

Serão produzidas unidades de acionamento elétrico e baterias para os veículos de próxima geração da JLR. Ele será renomeado para “Centro de Fabricação de Propulsão Elétrica”, refletindo o movimento.

A marca finalizou com outra notícia positiva para o futuro do histórico local de Castle Bromwich, confirmando que suas instalações de estampagem que preparam a metalurgia da carroceria prensada para os veículos da JLR serão expandidas.

Isso para desempenhar um papel fundamental no futuro elétrico da empresa, fornecendo carroceria para veículos elétricos de próxima geração.

A Jaguar Land Rover continuará explorando opções para outras partes do Castelo de Bromwich.

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Pelo 4º ano, Onix Plus é o carro mais econômico do Brasil

O Inmetro divulgou a edição 2023 da relação dos veículos participantes do Programa Brasileiro de Etiquetagem.

A lista conta com quase 750 modelos e versões de veículos nacionais e importados, entre eles os que passaram recentemente por evoluções para atender às novas normas de emissões.

O grande destaque do ranking é o Onix Plus, que foi pelo quarto ano consecutivo o automóvel flex a combustão mais econômico do país.

O sedã da Chevrolet percorre 17,5 kml de gasolina e 12,4 km/l de etanol na estrada em ciclo de condução padrão.

Entre os modelos turbo, o Onix Plus apresenta a melhor eficiência energética ao percorrer 16,9 km/l (g) e 11,8 km/l (e), respectivamente.

A Nova Montana já consta nesta edição do programa, apesar de o produto chegar às concessionárias apenas a partir da metade do mês.

Vale destacar que a picape da Chevrolet é a mais econômica entre os considerados modelos médio-compactos, tanto com transmissão manual como na configuração automática, sem deixar de ter uma excelente performance de aceleração e retomada de velocidade.

De acordo com os dados do Inmetro, com gasolina, a Nova Montana manual percorre 13,6 km/l na estrada e 12 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,6 km/l e 8,3 km/l.

Por isso é nota A em eficiência energética pelo Conpet. A versão automática traz desempenho igualmente surpreendente.

Com gasolina ela faz 13,3 km/l na estrada e 11,1 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,3 km/l e 7,7 km/l, respectivamente.

Mas o que mais impacta a performance de um automóvel? Potência, torque, peso, aerodinâmica?

De acordo com Ricardo Fanucchi, diretor-geral da Engenharia de Produtos da GM América do Sul, a razão que faz um veículo conciliar alto rendimento com eficiência energética é a integração entre todos os sistemas.

“A combinação entre motor de baixo consumo, pneus e rolamentos de atrito reduzido, carroceria aerodinâmica, direção com assistência elétrica, sistema de gerenciamento de cargas elétricas, além de uma calibração otimizada do sistema de propulsão bem como a aplicação de materiais de alta resistência para redução de massa são o que garantem um funcionamento muito mais eficiente do conjunto”, explica o executivo.

 

 

 

 

 

 

Os demais modelos da Chevrolet no mercado também se destacam pelo baixo consumo de combustível e elevada eficiência energética, desde o SUV Tracker até a picape S10.

Entre os elétricos, o Bolt EV é o que apresenta a melhor autonomia entre os carros da sua categoria.

O primeiro modelo zero emissão da marca é capaz de percorrer, em média, 557 km no ciclo SAE chegando a 390 km com o fator de correção aplicado pelo Inmetro.

A meta da GM é ser uma empresa neutra em carbono até 2040.

“Estamos conseguindo reduzir drasticamente a emissão dos nossos veículos a combustão e investimos forte no desenvolvimento e na ampliação do nosso portfólio de elétricos, que terá novidades em breve”, completa Fanucchi.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem existe há mais de uma década e é coordenado pelo Inmetro em parceria com o Conpet, o Ibama, o Ministério de Minas e Energia, o Ministério do Meio Ambiente e a Cetesb.

Este programa trata de informações sobre consumo de combustível, eficiência energética e classificação do veículo e emissões de CO2, funcionando como uma referência para o consumidor tomar sua decisão de compra.

A mais recente edição do relatório do Inmetro reúne 747 configurações de veículos de 35 marcas diferentes, todos habilitados para comercialização no país.

Os dados de consumo e eficiência energética são os mesmos que constam nas etiquetas dos automóveis no showroom das concessionárias. Confira os resultados no link da edição 2023 do PBE.

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