Novo Toyota RAV4 Plug-In Hybrid chega ao mercado brasileiro

A Toyota segue com a estratégia de expandir sua oferta de veículos eletrificados no Brasil com a chegada do RAV4 XSE Plug-in Hybrid.

A inédita versão XSE Plug-in Hybrid reforça o compromisso da fabricante em diversificar tecnologias (multi-pathway), demonstrando seu comprometimento com a evolução e adaptação às demandas específicas de cada mercado. 

“O RAV4 Plug-in Hybrid reforça a já robusta oferta de produtos eletrificados da Toyota no Brasil. A nova versão é mais uma alternativa em impulsionar a descarbonização por meio de novas tecnologias de eletrificação alinhadas ao contexto local e às necessidades dos clientes. Na Toyota, assumimos o compromisso de oferecer opções de mobilidade sustentáveis e de alta qualidade aos consumidores brasileiros”, destaca Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil.

 

 

 

 

 

A Toyota utilizou sua experiência como líder mundial em eletrificação para desenvolver um veículo que combina eficiência e desempenho.

O RAV4 Plug-in Hybrid tem excelente autonomia de 55 km no modo totalmente elétrico e potência combinada de 306 cv.

Outras novidades da versão XSE Plug-in Hybrid são o cluster com tela TFT de 12,3 polegadas, a nova multimídia com tela de 10,5 polegadas e um head-up display com informações sobre trajeto, velocidade e piloto automático.

 

 

 

 

 

A Toyota é líder global em eletrificados com mais de 20 milhões de veículos comercializados, que contribuíram cumulativamente para uma redução de mais de 160 milhões de toneladas de CO2.

No Brasil, a fabricante celebra em 2024 onze anos da introdução do primeiro veículo híbrido do mercado nacional.

O Prius, lançado em 2013, colaborou para a popularização de uma tecnologia até então desconhecida no País.

Seguindo uma trajetória de pioneirismo e evolução no desenvolvimento de novas tecnologias, a Toyota também foi a primeira a lançar, em 2019, o consagrado sistema híbrido flex, apresentado oficialmente no Corolla sedã, e que também equipa o SUV Corolla Cross desde 2021.

Atualmente, a Toyota e a Lexus correspondem por 40% dos modelos eletrificados em circulação nas ruas do Brasil.

Até 2026, a fabricante investirá R$ 5 bilhões na produção de um novo veículo compacto híbrido flex, com produção prevista para 2025, e desenvolverá outro modelo com a mesma tecnologia especialmente para o Brasil.

Paralelamente, a montadora realiza no País testes pioneiros com a tecnologia híbrida plug-in utilizando etanol, que estão associados a uma possível futura produção nacional de veículos PHEV-FFV (híbridos plug-in flex fuel).

Tais iniciativas reforçam o compromisso da Toyota com a inovação e a sustentabilidade no mercado brasileiro.

O RAV4, um ícone global com mais de 10 milhões de unidades comercializadas, continua a evoluir com a tecnologia híbrida plug-in.

O novo RAV4 Plug-in Hybrid redefine os padrões de desempenho e eficiência com seu conjunto Hybrid Dynamic Force, que une um motor a combustão de 2.5 litros, com 185 cv e 223 Nm, a dois motores elétricos, o dianteiro de 182 cv e 270 Nm, e o traseiro de 54 cv e 121 Nm.

Este conjunto entrega uma potência combinada de 306 cv e, aliado à transmissão CVT, leva o RAV4 de 0 a 100 km/h em apenas 6,0 segundos. Sua autonomia é de 55 km no modo totalmente elétrico. 

“O híbrido plug-in complementa nossa oferta de veículos eletrificados atendendo a um segmento de clientes que deseja uma atuação maior do veículo no modo EV”, comenta José Ricardo Gomes, Diretor Comercial da Toyota do Brasil.

 

 

 

 

 

Outro grande destaque do RAV4 Plug-in Hybrid é sua economia de combustível: o modelo alcança uma média estimada de 35 km/l em ambientes urbanos e 30 km/l em estradas, números impressionantes para um veículo desse porte.

O RAV4 possui quatro modos de operação diferentes para seu sistema híbrido plug-in: Modo Normal, Modo ECO, Modo EV (elétrico) e Modo Sport.

O SUV vem equipado com um carregador portátil convencional 2,3Kw e um wallbox de 7,4Kw, que permite a recarga das baterias em 2,5 horas.

A facilidade de carregamento é uma característica dos veículos híbridos plug-in da Toyota.

A tomada está localizada no para-lama traseiro direito, sendo acessível através de uma tampa que trava e destrava automaticamente com a abertura ou fechamento do veículo.

O compartimento possui proteção térmica e uma luz indicadora para mostrar quando o carregamento está em andamento ou concluído.

 

 

 

 

 

O SUV apresenta novidades em relação à versão SX Connect Hybrid.

A linha 2024 chega com tela áudio de alta resolução HD de 10,5 polegadas, com conexão para smartphones e tablets, por meio do espelhamento com Android Auto ou Apple CarPlay, com visualização da câmera de ré traseira com linha guia dinâmica.

O computador de bordo tem tela TFT colorida de 12,3 polegadas, que facilita a visualização do condutor.

O modelo ainda conta Head-up display colorido que apresenta informações de velocidade, TSS, reconhecimento de placa, informação central multimídia.

No quesito itens de conveniência, o SUV dispõe de ar-condicionado digital de duas zonas, e acionamento remoto, com abertura e fechamento da tampa do porta-malas usando remotamente a chave do veículo.

O RAV4 nesta versão híbrida plug-in ainda oferece espelhos retrovisores externos autorretrateis com ajustes elétricos, indicador de direção, e sistema de aquecimento (desembaçador) welcome light.

Em seu compromisso contínuo com a segurança, a Toyota equipou o SUV com uma série de novos recursos.

O RAV4 possui Assistência de Permanência de Faixa e Alerta de Oscilação (LTA, LDA e SWS), projetada para monitorar as marcações da estrada e ajustar automaticamente a direção para ajudar o motorista a permanecer na faixa, fornecendo suporte de direção adicional e alertas sonoros.

Além disso, o sistema LTA traz câmera de reconhecimento frontal, radar e sensor de monitoramento de ponto cego (BSM), auxiliando o condutor em diferentes situações.

Traz ainda assistência de Farol Alto Automático (AHB) e possui aviso de saída de faixa com opção de som e/ou vibração do volante.

Esses avançados recursos de segurança garantem uma experiência de condução mais segura e tranquila para os motoristas do RAV4 Plug-in Hybrid.

O Toyota Safety Sense (TSS) segue presente no SUV, com o Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS), que também detecta pedestres e ciclistas, com frenagem automática de emergência.

O Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) foi melhorado e pode ser ajustado em todas as velocidades, com reconhecimento de placas de trânsito e redução de velocidade em curvas.

Vale ressaltar que todos esses sistemas são projetados para auxiliar o motorista em situações adversas de direção, e não para substituí-lo.

A lista de segurança do veículo inclui ainda sete airbags: dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho, para o motorista.

Também estão presentes Controle de Estabilidade (VSC), Assistente de Partida em Rampa (HAC), freios ABS com EBD, Assistência à Frenagem de Emergência (BAS), Luzes de Freio de Emergência (EBS) e dois pontos de ancoragem Isofix, com dois pontos de amarração superior e controle de Tração (TRC).

Como empresa provedora de soluções de mobilidade, a Toyota também oferece o novo RAV4 Plug-in Hybrid para aluguel, inicialmente, por meio da KINTO e seu serviço KINTO One Fleet, focado em gestão de frotas corporativas.

Para saber mais, acesse https://kintomobility.com.br/.

Como todos os produtos da marca Toyota no Brasil, o RAV4 Plug-in Hybrid tem garantia de 5 anos, com o acréscimo de 3 anos em garantia para o sistema híbrido/elétrico, ou 100 mil km (o que ocorrer primeiro).

Os clientes brasileiros também contam com o apoio e os serviços do melhor pós-venda do país, que tem como objetivo proporcionar experiência completa e de excelência na compra, manutenção e recompra de um modelo Toyota.

O SUV chega ao mercado em cinco opções de cores: Branco Lunar, Prata Névoa , Cinza Granito, Azul Topázio e Vermelho Emoção.

Independentemente da cor escolhida, o teto do RAV4 Plug-in Hybrid sempre é na cor preta (Dual Tone).

O RAV4 Plug-in Hybrid na versão XSE estará disponível em concessionárias selecionadas da Toyota a partir deste mês de abril por R$ 399.990,00.

 

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Renault vende 200 Kangoo E-Tech 100% elétricos para a Vivo

A Renault do Brasil concluiu a venda de 200 Kangoo E-Tech 100% elétricos que irão compor a frota de veículos operacionais da Vivo.

Os veículos serão utilizados na operação da Vivo em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e no Distrito Federal, como parte da estratégia de conectar negócio, inovação e sustentabilidade.

Com a iniciativa, a Vivo torna-se a primeira empresa do setor no país em eletrificação da frota.

“Estamos muito felizes em oferecer o Kangoo E-Tech 100% elétrico como uma solução para a Vivo eletrificar a sua frota. A Renault possui grande experiência no desenvolvimento, fabricação e comercialização de veículos elétricos. Esse pioneirismo nos permite oferecer soluções para empresas que têm objetivos de redução do impacto ambiental, por meio da eletrificação da frota”, afirma Alex Dias, diretor para vendas a empresas da Renault do Brasil.

A inovação trazida pelos carros elétricos chamou a atenção da Vivo ainda em 2019, quando a empresa incorporou à sua frota, em São Paulo, os três primeiros carros elétricos.

Naquele momento, os pontos de recarga ainda eram um desafio para as empresas.

Com o avanço do mercado, maior disponibilidade de veículos e estações de abastecimento, o momento é considerado promissor para a empresa ampliar a frota.

“O uso dos carros elétricos faz parte de nossas iniciativas pelo desenvolvimento sustentável. Iniciamos nos grandes centros para assegurar que o abastecimento da frota seja proveniente de energia renovável, o que é uma premissa para a Vivo, pois todo no nosso consumo de energia elétrica provém de fontes 100% renováveis desde 2018. A iniciativa pode evoluir à medida em que as opções de recarga avancem”, revela o diretor de Patrimônio, Logística e Compras da Vivo, Caio Guimarães.

Para o abastecimento, a Vivo mantém parceria com as principais redes privadas. Os veículos possuem autonomia de 300 quilômetros e necessidade de uma recarga média semanal.

Os veículos elétricos também conferem um menor custo operacional e de manutenção.

Além dos novos automóveis a Vivo também possui 35 bikes elétricas para mobilidade em curtas distâncias.

Ao todo, cinco mil automóveis integram a frota da Vivo em todo o Brasil e todos os veículos flex usam exclusivamente etanol, considerado também um combustível com menor potencial ofensor em termos de emissão de CO2 se comparado a outros combustíveis fósseis.

O uso de biocombustível também está entre as medidas que contribuíram para que a Vivo chegasse a uma redução de 88% em emissões diretas nos últimos sete anos, além de medidas de eficiência, energia renovável e modernização de equipamentos.

Em seu Plano de Ação Climática, a Vivo tem como meta zero emissões líquidas até 2040.

Para isso, mantém ações para boas práticas também junto à sua cadeia de valor, o chamado escopo 3.

O novo Kangoo E-Tech traz a solução de mobilidade elétrica para empresas que têm objetivos de redução do impacto ambiental.

Tudo isso por meio da eletrificação da frota, e chega com a proposta de oferecer uma entrega ágil e 100% elétrica, trazendo praticidade, segurança e baixo custo por quilômetro rodado.

Equipado com um motor de 90 kW (120 cv) e 25 kgfm (245 Nm) de torque instantâneo, permite uma experiência de condução suave e sem stress em todas as circunstâncias.

Graças à sua nova bateria de íons de lítio de 45 kWh, composta por oito módulos independentes e facilmente reparáveis, o novo Kangoo E-Tech 100% elétrico possui autonomia de 210 km, segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).

Além de autonomia no ciclo urbano de até 329 km e de 300 km no ciclo combinado, de acordo com a norma do INMETRO (SAE J1634).

Com isso, os motoristas podem ficar tranquilos ao realizar um dia inteiro de viagens de trabalho, por um custo imbatível de operação.

O novo Kangoo E-Tech 100% elétrico oferece um espaço de carga de 4,3 m³.

A sua carga útil máxima é de 800 kg e a capacidade de reboque, de 1.500 kg.

A sua porta lateral deslizante extralarga (864 mm) permite a acomodação de grandes objetos e facilidade de carga e descarga em centros urbanos.

Seu espaço de armazenamento traz dimensões generosas, de 2,2 metros de comprimento, 1,5 metro de largura e 1.3 metro de altura.

A área de carga possui portas traseiras 1/3 – 2/3 que podem abrir de 90° a 180°, facilitando o acesso mesmo que haja pouco espaço atrás do veículo.

Com mais de 4,4 milhões de unidades produzidas em 50 países em todo o mundo, o Kangoo é o veículo mais vendido do segmento na versão elétrica desde 2011, com uma incrível história de sucesso.

No Brasil, foi o pioneiro do segmento de veículos comerciais elétricos e líder até os dias atuais com mais de 600 unidades comercializadas, estando presente em diversas empresas referências no setor logístico e last-mile.

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Volvo anuncia produção do seu último veículo a diesel no início de 2024

A Volvo tem o compromisso de, até 2030, produzir e comercializar apenas carros elétricos e, até 2040, ser uma empresa 100% neutra para o clima.

Para se aproximar desses objetivos, a empresa anunciou, durante a Semana do Clima de Nova York (entre os dias 17 e 24 de setembro), que irá produzir no início de 2024 seu último carro a diesel. 

Com esse anúncio, a Volvo se torna uma das primeiras empresas do setor automotivo a dar esse passo e comprova que os objetivos da companhia de se tornar 100% elétrica não são apenas ambiciosos, mas estão em pleno desenvolvimento.

O anúncio segue a decisão do ano passado de parar o desenvolvimento de novos motores à combustão.

“Motores elétricos são o futuro, e são superiores a motores a combustão: eles geram menos barulho, menos vibração e menos custos de manutenção e zero emissões. Nós estamos 100% focados em criar um vasto portfólio de carros premium 100% elétricos que entregam tudo o que nossos consumidores esperam de um Volvo – e são uma parte importante da nossa resposta à mudança climática”, afirmou Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

A Volvo optou por mergulhar de cabeça na estratégia da eletrificação para se tornar parte da solução de um problema causado pela própria indústria automotiva, onde ela se inclui.

O último relatório do Clima Global, divulgado pela Organização das Nações Unidas, ressaltou a emergência climática que a humanidade enfrenta, assim como a necessidade de ações urgentes. 

“O que o mundo precisa agora, nesse momento crítico para a humanidade e para o nosso planeta, é de liderança. Já passou da hora dos líderes da política e da indústria de serem fortes e decisivos, e entregarem políticas e ações relevantes para combater a mudança climática. Estamos comprometidos em fazer nossa parte e encorajar nossos colegas de setor e líderes políticos ao redor do mundo a fazer a parte deles”, disse Jim Rowan.

Para tentar convencer mais empresas a entrar nessa luta, o diretor de sustentabilidade global da Volvo, Anders Kärrberg, fez parte de um evento organizado pela Accelerating to Zero (A2Z) na Semana do Clima de Nova York.

Lançada durante a COP27, a A2Z reúne os principais signatários da Declaração de Glasgow para veículos de emissão zero, da qual a Volvo faz parte. 

Embora os objetivos da eletrificação da companhia sejam mais ambiciosos do que isso, a intenção de participar do evento é inspirar outras companhias a serem mais audaciosas para tomar ações contra a mudança climática. 

A decisão da Volvo de parar completamente de produzir carros a diesel no início de 2024 demonstra quão rápido a indústria e os consumidores estão mudando devido à crise climática. 

Apenas há quatro anos, o motor a diesel era o produto mais popular da empresa na Europa.

A grande maioria dos carros vendidos no continente em 2019 eram movidos a diesel, uma vez que os modelos elétricos estavam apenas começando a se inserir no mercado.

A tendência se inverteu rapidamente desde então, movida por uma demanda de mercado, leis de emissão de carbono mais rigorosas e o foco da companhia em eletrificação.

A maioria das vendas na Europa, agora, consistem de carros eletrificados, sejam eles híbridos ou 100% elétricos.

Menos carros a diesel nas ruas tem também um efeito positivo na qualidade do ar das cidades; enquanto os motores a diesel emitem menos CO2 que os motores a gasolina, eles emitem mais gases como óxidos de nitrogênio (NOx) que tem um efeito adverso na qualidade do ar, especialmente em áreas urbanizadas.

 

 

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VW comemora os 20 anos do Total Flex com adesivo exclusivo

Neste ano a Volkswagen comemora os 20 anos da tecnologia Total Flex, que revolucionou o mercado com a mistura livre de etanol e gasolina.

Os modelos produzidos nas fábricas brasileiras (Anchieta, Taubaté e São José dos Pinhais) receberam um adesivo comemorativo com produção limitada até dezembro de 2023.

Aplicado no vidro traseiro de Polo, Virtus, Nivus, T‑Cross e Saveiro, o selo exclusivo traz o logotipo da tecnologia Total Flex revitalizado para a observação.

Ao lado, um QR Code direciona o novo proprietário de um VW ao aplicativo do programa Abasteça Consciente.

Lançado durante o Rock in Rio de 2022, o programa Abasteça Consciente tem uma função: incentivar a escolha do etanol no momento que o cliente abastecer o seu Volkswagen.

No aplicativo, o consumidor pode fazer as contas com a calculadora digital para saber qual combustível é mais compatível: etanol ou gasolina. 

Muito além da questão financeira, a ferramenta mostra qual será a emissão de CO2 (dióxido de carbono).

Tudo isso de acordo com o combustível escolhido, considerando a metodologia “poço-à-roda”. 

Assim, o cliente pode olhar, ao mesmo tempo, para o bolso e para o meio ambiente.

Foi em março de 2003 que a marca alemã mostrou ao público o Gol Power 1.6 Total Flex.

Ele foi o primeiro modelo no país capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. 

Substituto do Gol, o recém-lançado Polo Track é o mais novo modelo da marca a ser equipado com a tecnologia. 

E mais do que toda a sua gama de veículos nacionais com propulsores flexíveis, a Volkswagen oferece ainda o Taos, fabricado na Argentina, também com motor flex.

A investigação da possibilidade de usar misturas de etanol e gasolina começou em 1992.

Juntamente com o desenvolvimento do sistema de injeção de combustível com controle digital. 

Já no início dos anos 2000, a decisão da Volkswagen em implementar o Total Flex foi suportada pela existência de infraestrutura estabelecida para o etanol.

Também pelo interesse do consumidor, e pela maturidade da tecnologia de controle digital dos motores, desenvolvida ao longo da década de 1990.

De lá para cá, muito mudou em termos de tecnologia. 

A Volkswagen lançou a primeira versão de um carro Flex sem o “tanquinho” no “Polo eFlex”, em 2009.

As rotinas de software ficaram mais sofisticadas, identificando de forma mais segura o combustível e adaptando rapidamente o motor.

Há duas décadas, os motores flexíveis continuaram a ser utilizados, visando sempre a maior eficiência energética e, consequentemente, a redução de emissões.

Inaugurado recentemente, o Way to Zero Center, localizado na fábrica da Anchieta, é o local de pesquisa que abrange projetos e tecnologias.

Elas irão contribuir com a descarbonização do automotivo, o que inclui a pesquisa em etanol.

Desde o lançamento do primeiro modelo Total Flex, a Volkswagen do Brasil já comercializou mais de 8 milhões de veículos flexíveis.

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Stellantis participa do maior evento do Brasil sobre mobilidade elétrica

O futuro da mobilidade elétrica no Brasil foi tema de debate realizado em Brasília na última quarta-feira, 14 de junho, pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

A Stellantis, maior fabricante de veículos do Brasil e da América do Sul, é uma das participantes do evento.

Este evento aborda os desafios da eletrificação no cenário brasileiro comparativamente com as experiências de países da Europa, Ásia, e América do Norte.

 O seminário, denominado “Anfavea: Conduzindo o Futuro da Eletrificação no Brasil”, acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.  

A Stellantis é uma das fabricantes que oferece uma das maiores gamas de modelos eletrificados no Brasil, abrangendo carros de passeio e veículos comerciais leves.

Durante a programação do evento, a empresa está expondo sete veículos: o híbrido Jeep Compass 4xe, os elétricos Fiat 500e, Peugeot e-208 GT e Peugeot e-2008.

Além dos comerciais Fiat e-Scudo, Citroën ë-Jumpy e Peugeot e-EXPERT.  

“A eletrificação é um dos caminhos para se alcançar a descarbonização da mobilidade e os veículos elétricos se tornam uma tendência global, tanto para uso diário quanto para as atividades profissionais. A Stellantis foi constituída com uma visão de mobilidade sustentável e acredita que a combinação do etanol com eletrificação é o caminho mais rápido e apropriado para o Brasil, por oferecer uma alternativa sustentável e acessível para uma crescente eletrificação da frota brasileira”, afirma o presidente da Stellantis para América do Sul, Antonio Filosa.  

Além da exposição de carros elétricos, o evento da Anfavea conta também com painéis de debates sobre experiências internacionais da mobilidade elétrica veicular.

Conta também com produção local de veículos elétricos e baterias, cadeia de fornecimento de peças, componentes e tecnologia.

Tem ainda infraestrutura de geração, transmissão e distribuição de energia e novas tecnologias e materiais usados na eletrificação.

Portfólio Stellantis 

Jeep Compass 4xe

O Jeep Compass S 4xe híbrido plug-in chegou ao mercado com a importante missão de estrear a gama eletrificada da Jeep no Brasil.

Reunindo performance, tecnologia e sofisticação, o modelo impressiona por onde passa.

Com eficiência e performance únicas, seus motores permitem aceleração de 0 a 100 km/h que ocorre em 6,8 segundos.

A velocidade máxima é de até 206 km/h, além de consumo de até 30 km pelo ciclo Inmetro (44 km pelo padrão WLTP).

Jeep Compass 4xe

Fiat 500e

O 500e, um dos veículos mais icônicos da indústria automotiva mundial foi o primeiro modelo 100% elétrico da Fiat comercializado no Brasil.

O modelo é histórico, responsável pela mobilidade inteligente desde seu lançamento na Europa do pós-guerra, em 1957.

Ele apresentou aos consumidores brasileiros como a Fiat está atenta às demandas da sociedade atual, que busca uma mobilidade sustentável, urbana, conectada e autônoma.

Vale destacar que o modelo possui autonomia de 227 quilômetros (ciclo Inmetro) / 320 quilômetros (ciclo WLTP).

Fiat 500e

Fiat e-Scudo

O e-Scudo, primeiro utilitário 100% elétrico no Brasil da Fiat, possui impressionante autonomia de 289 km (ciclo Inmetro).

Equipado com motor elétrico com 136 cv de potência (100 kW) e 260 Nm de torque imediato.

Ele não emite CO2, ruídos e vibrações, promovendo uma condução suave e com torque disponível instantaneamente.

Outro destaque é o fácil carregamento com carga rápida de até 80% em 48 minutos.

Fiat e-Scudo

Peugeot e-208 GT

O hatch elétrico e-208 GT trouxe ainda mais sofisticação e tecnologia para a Peugeot.

A versão simboliza a proposta da marca do Leão, em se destacar, especialmente, nos pilares do design e da eletrificação.

O modelo pode ter 80% da bateria carregada em menos de 30 minutos, caso o usuário utilize uma estação de recarga rápida de 100 kW (corrente contínua).

Os dados de utilização e consumo da bateria e do powertrain elétrico são ilustrados no painel.

Peugeot e-208 GT

Peugeot e-2008 

O Peugeot e-2008 oferece muita performance, graças a um motor que entrega 26,5 kgfm de torque de forma quase instantânea e 136 cv (kw) de potência.

Tem três diferentes modos de condução e uma bateria de alta performance que garante 345 km de autonomia, segundo Inmetro.

A recarga rápida de 80% em até 30 minutos (estações de 100 kW).

Peugeot e-2008

Peugeot e-EXPERT

O Peugeot e-EXPERT é o segundo veículo elétrico da marca e representa a continuação da ofensiva de eletrificação da Peugeot para América do Sul.

O utilitário chega ao mercado brasileiro em versão única, com conjunto de baterias de íons de lítio de 75 kWh e OBC de 11kW trifásico.

É capaz de garantir até 330km de autonomia em consumo de ciclo urbano no Brasil, segundo Inmetro.

Peugeot e-EXPERT

Citroën ë-Jumpy

Protagonista no mercado de Veículos Utilitários Leves, a Citroën materializa todo seu know how global no ë-Jumpy.

Ele é o primeiro furgão médio 100% elétrico da marca no Brasil.

Com uma autonomia de até 289 km (padrão Inmetro), o utilitário elétrico pode ser conduzido por pessoas habilitadas com CNH de categoria B.

O veículo segue conquistando o mercado com sua versatilidade.

Citroën ë-Jumpy

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EVs são estratégicos para descarbonização do Brasil

Relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o aquecimento global é mais alarmante do que se imaginava.

O reflexo disso são eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Diante da urgência de medidas para a descarbonização do planeta, diversos países estão estabelecendo ações de contenção.

Um exemplo disso seria estipular uma data limite para o comércio de veículos à combustão já nas próximas décadas.

Entre os grandes mercados de automóveis, o Brasil se destaca pela baixa emissão de gás carbônico (CO2) pelo setor de transporte, que tem o etanol como alternativa à gasolina.

O combustível vegetal representa hoje aproximadamente 30% da escolha do consumidor no abastecimento de veículos flex no país.

“Apesar da notabilidade do papel do etanol, o Brasil não pode deixar de buscar alternativas mais eficientes, como o carro elétrico, o único que não emite gás carbônico ou poluentes por onde roda. Por isso nem escapamento tem”, observa Elbi Kremer, diretor de Engenharia e Planejamento de Produto da GM América do Sul.

Para especialistas, a melhor maneira de calcular a emissão de CO2 de um automóvel na atmosfera é somando o que ele emite durante o seu uso mais o impacto que a produção do seu combustível provoca no meio ambiente.

É a famosa equação do poço à roda, cujo parâmetros variam de mercado para mercado, de acordo com a matriz energética.

Por isso a emissão de um veículo elétrico num país no qual a matriz energética está baseada na queima de carvão mineral ou de outros combustíveis fosseis vai ser bem diferente da emissão de um EV utilizado no Brasil.

Hoje 86% de energia elétrica do país vem de fonte renovável, hidroelétricas, parques solares e eólicos.

Encomendada pelo Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), a metodologia de cálculo do poço à roda no Brasil foi desenvolvida por técnicos da indústria, governo, fornecedores e acadêmicos.

Ela considera a intensidade de carbono da matriz energética nacional e os cálculos de eficiência energética dos veículos do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE) do Inmetro.

Neste contexto, nota-se uma gradualidade entre modelos de mesma categoria, sendo um EV, em média, 50% mais sustentável que um híbrido flex.

O modelo híbrido é abastecido somente com etanol e quase dez vezes mais sustentável que um carro tradicional movido apenas a gasolina.

A fórmula para cálculo da equação do poço à roda com dados da matriz energética brasileira está no site da AEA.

As informações de eficiência energética dos veículos disponíveis no país são publicados pelo Inmetro.

“Pela perspectiva da convergência global e potencial futuro de exportação da indústria nacional é indiscutível que o EV é a melhor solução”, complementa Kremer.

De acordo com o executivo, o etanol ainda pode ser aproveitado lá na frente de forma estratégica para a produção de hidrogênio verde, por exemplo.

É consenso que não existe apenas uma solução à questão da descarbonização.

Por isso a GM vai continuar investindo em tecnologias para reduzir a emissão dos seus veículos a combustão e ampliando sua linha de EVs no país.

Já em relação a América do Sul, a região tem potencial para se transformar em polo de produção e exportação de tecnologias e de veículos elétricos.

A começar pelas grandes reservas de matérias-primas, essenciais para a produção de baterias.

Outro fator estratégico é o talento da engenharia local, referência global no desenvolvimento de veículos de sucesso.

A região conta ainda com um amplo parque industrial e um grande mercado consumidor em potencial.

Para aproveitar esta janela de oportunidade mundial, o país precisa estabelecer regras claras e políticas públicas de fomento que permitam a adoção em massa dos EVs e, consequentemente, a sua industrialização.

 

 

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General Motors lança relatório de sustentabilidade de 2022

A General Motors divulgou seu Relatório de Sustentabilidade de 2022, focado no progresso da empresa em direção à sua visão de um futuro totalmente elétrico.

No documento, a companhia ressalta os investimentos para escalar rapidamente a capacidade de produção de veículos elétricos e as parcerias para melhorar a sustentabilidade da cadeia de suprimentos da GM.

Além dos esforços feitos para garantir a energia renovável necessária para abastecer suas instalações nos Estados Unidos até 2025.

A companhia se comprometeu com a neutralidade de carbono em suas produções e operações globais até 2040.

Também tem metas aprovadas pela iniciativa Science Based Targets para reduções de gases de efeito estufa.

O relatório detalha como a GM está trabalhando em direção a essas metas em suas áreas prioritárias de inovação, meio ambiente, responsabilidade social e governança.

“Na GM, o nosso foco é ajudar a criar um futuro totalmente elétrico que funcione para todos. Além de fabricar EVs acessíveis, estamos trabalhando para melhorar nossa cadeia de suprimentos, investindo em comunidades e promovendo soluções de energia limpa. É uma grande missão e estou orgulhosa do progresso que fizemos e de nossa perseverança em liderar o caminho”, disse Kristen Siemen, diretora de sustentabilidade da GM.

Por meio de investimentos na fabricação de EVs e células de bateria, a GM está ampliando rapidamente sua produção para atingir a capacidade de produzir 1 milhão de EVs na América do Norte em 2025.

A companhia abriu sua primeira fábrica de baterias Ultium Cells LLC em Warren, Ohio, em agosto de 2022.

Também está planejando abrir instalações adicionais em meados de 2023 (Spring Hill, Tennessee) e no fim de 2024 (Lansing, Michigan).

Em abril, a GM também anunciou um plano para um investimento conjunto de mais de US$ 3 bilhões com a Samsung SDI.

Tudo isso para construir uma nova fábrica de células de bateria nos EUA que deve iniciar as operações em 2026 (local a ser divulgado posteriormente).

A GM e a Samsung SDI operarão juntas a instalação, projetada para ter linhas de produção para construir células prismáticas e cilíndricas ricas em níquel.

Como continua expandindo seu portfólio de EV’s, a GM está trabalhando para incorporar materiais de origem responsável em veículos.

No ano passado, juntou-se à First Movers Coalition para concreto, cimento, aço e alumínio, para trabalhar em busca de uma solução e sinalizar seu apoio ao desenvolvimento de materiais com menor emissão de CO2.

A GM também está apoiando o crescimento da geração de energia renovável por meio de investimentos diretos, geração de energia em suas unidades, tarifas ecológicas e contratos de compra.

No fim de 2022, a GM finalizou acordos de fornecimento para garantir 100% da energia necessária para abastecer todas as instalações dos EUA com energia renovável até 2025.

Demonstrando um progresso tangível na redução de emissões em suas operações comerciais.

Alguns destaques do relatório são:

  • A Cruise, subsidiária de direção autônoma da GM, lançou o primeiro serviço pago de carona sem motorista em uma grande cidade dos Estados Unidos, São Francisco, seguida pela expansão comercial nas áreas de Phoenix, Arizona e Austin, no Texas.
  • A GM garantiu todas as matérias-primas de bateria para apoiar sua meta de aumentar a capacidade para 1 milhão de unidades de EVs na América do Norte em 2025.
  • A GM Energy foi lançada – uma nova unidade de negócios que visa fornecer um ecossistema holístico de soluções de gerenciamento de energia conectada para clientes residenciais, comerciais e EVs.
  • A GM alcançou sua meta de desviar mais de 90% de seu total de resíduos operacionais de aterros sanitários, incineradores e instalações de recuperação de energia, três anos antes de sua meta de 2025.

A GM relata seus dados anuais a várias estruturas de relatórios, incluindo a Iniciativa de Relatórios Globais, Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima, Conselho de Padrões de Contabilidade de Sustentabilidade, Pacto Global da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os destaques do Relatório de Sustentabilidade mostram que no Brasil:

  • A companhia trabalhou para extrair o conteúdo de metal do filtro gerado nos processos de tratamento de efluentes em suas unidades no país. Todos os materiais com pelo menos 5 mg de metal por quilo são processados e, até o momento, quase 618 toneladas de metais foram extraídas e recicladas em aço.
  • Na unidade de São José dos Campos, foram reaproveitadas aproximadamente 60 toneladas de estrutura de aço de uma antiga linha de prensagem e uma antiga área de armazenamento de matrizes, retrabalhando para serem reinstaladas na nova linha de prensagem. Esse processo reduziu custos, evitou a compra de novas estruturas de aço e reduziu o impacto de CO2.
  • Na fábrica de São Caetano do Sul, foi construído um telhado verde, para beneficiar o meio ambiente e nossos funcionários. O espaço contém plantas e árvores nativas, um sistema de energia solar que gera eletricidade para todo o espaço e um sistema de rega automática que capta a água da chuva. Além disso, o material utilizado para proteger o entorno vem de conteúdo 100% reciclado e reaproveitado.
  • Foram realizados investimentos em diversos projetos estratégicos de conservação e restauração, como a parceria da GM com a Conservation International na região amazônica, que abrange o trabalho tanto no Brasil quanto Colômbia, Equador e Peru. Em 2022, o apoio geral para a conservação da Amazônia totalizou aproximadamente US$ 500.000.

 

 

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