Jaguar celebra legado de 75 anos de carros esportivos e apresenta a última edição do F-Type

Para celebrar os 75 anos de seus icônicos esportivos, a Jaguar traz ao Brasil a edição definitiva do F-TYPE.

O último carro esporte a combustão a ser lançado antes de se tornar uma marca puramente elétrica, a partir de 2025.

Disponível na opção cabriolet, o F-TYPE 75 oferece o equilíbrio perfeito entre desempenho excepcional e design musculoso e assertivo.

Tem uma cabine definida por materiais luxuosos e detalhes requintados.

Para essa última edição, o F-TYPE passou por uma curadoria profissional, o que resultou em uma versão perfeita.

O carro está mais assertivo do que nunca, com rodas de 20″ de série e mudanças discretas de detalhes, como os centros das rodas e o emblema da grade mudado de vermelho para preto.

“A Jaguar é reconhecida ao longo de sua história pelo seu legado de criar carros esportivos extraordinários e pelo seu sucesso em grandes competições automobilísticas. O F-TYPE 75 chega para coroar toda essa história de sucesso com um veículo extremamente rápido, luxuoso e que entrega uma performance empolgante em todos os sentidos. Estamos ansiosos para celebrar essa história com esta última edição do F-TYPE antes que a Jaguar se torne uma marca totalmente elétrica, a partir de 2025”, diz Paulo Manzano, diretor de Marketing da Jaguar.

O Jaguar F-TYPE 75 chega em sua edição final com um design dramático e marcante, característico dos esportivos da marca, que remete a uma linhagem de 75 anos.

As  proporções esportivas do veículo, com uma estrutura de carroceria esculpida em alumínio leve e rígido, são instantaneamente reconhecíveis.

A presença focada e assertiva faz referência às formas fluidas da rica herança de carros esportivos da Jaguar.

Isso começou com o XK120, lançado em 1948 como o carro de produção mais rápido do mundo.

 

 

 

 

 

 

Conta com faróis LED superfinos, tecnologia Pixel de série e luzes diurnas com assinatura “Calligraphy” J.

Indicadores de direção abrangentes acentuam a largura visual do carro e sugerem seu potencial de desempenho.

Esses itens se misturam perfeitamente ao revestimento de “metal líquido” do capô estilo concha, que varre elegantemente para trás.

Que foi inspirado em modelos icônicos como o C-TYPE e o D-TYPE.

O veículo também recebeu exclusivos emblemas nos para-lamas dianteiros, que retratam a silhueta inconfundível do F-TYPE.

O design da traseira do automóvel realça a forma inerentemente dramática e proposital do F-TYPE.

Fluindo para baixo até as finas luzes traseiras de LED com assinatura “Chicane”.

Completando o pacote exterior, o modelo chega com uma belíssima roda de 20″ criada especificamente para essa versão, com design especial em preto brilhante e cinco raios.

O interior focado no condutor do F-TYPE é pura expressão da elegância e do desempenho do carro.

A combinação de artesanato da Jaguar, detalhes requintados e materiais e acabamentos de altíssima qualidade proporcionam uma sensação elevada de luxo e esportividade.

O cockpit “1+1” apresenta um display interativo de 12,3″, oferecendo uma ampla escolha de temas de exibição, como convém a um verdadeiro carro esportivo.

O modo padrão é caracterizado pelo grande conta-giros central.

Esse recurso e a luz do câmbio transmitem sutilmente o caráter e o potencial de desempenho do F-TYPE.

Aprimorando digitalmente o teatro mecânico do “batimento cardíaco” vermelho pulsante do botão de partida e das saídas de ar centrais.

 

 

 

 

 

 

Os bancos leves e finos combinam uma forma ergonomicamente otimizada com um conforto excepcional, aprimorado pelas opções de aquecimento e resfriamento.

Materiais ricos como o couro Windsor, de série nas edições especiais, dão um toque ainda mais luxuoso.

Ele é complementado por detalhes e acabamentos trabalhados das portas e dos encostos de cabeça.

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 estabelece a referência para carros esportivos verdadeiramente envolventes e focados no motorista.

A suspensão dianteira e traseira, a direção elétrica meticulosamente ajustada e a vetorização de torque por frenagem proporcionam agilidade excepcional e uma sensação verdadeiramente conectada ao veículo.

Esses atributos são fundamentais para as respostas imediatas e intuitivas do carro a cada comando do motorista.

O chassi do F-TYPE 75 é reforçado pelas juntas traseiras feitas em alumínio leve e rígido.

Este chassi juntamente com rolamentos de roda maiores, proporcionam  um controle de precisão absoluta de contato do pneu.

Isso se traduz numa sensação de direção ainda mais conectada.

O modelo oferece ainda diferencial ativo eletrônico traseiro (EAD) para otimizar a tração.

 

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 é equipado de série com o sistema Adaptive Dynamics da Jaguar, com dinâmica configurável.

Usando amortecedores controlados eletronicamente e continuamente variáveis, o Adaptive Dynamics otimiza o conforto de baixa velocidade e o controle de alta velocidade.

Enquanto o Configurable Dynamics permite que o motorista personalize as configurações de rigidez da suspensão, peso da direção, resposta do acelerador e troca de marchas.

O modelo também foi equipado com rodas de 20″ e pneus Pirelli P Zero mais largos e especialmente desenvolvidos para proporcionar níveis excepcionais de aderência.

O F-TYPE 75 chega ao Brasil em uma versão equipada com motor Ingenium 2.0 turbo de quatro cilindros.

Tem 300 cv de potência, gerando torque máximo a partir de apenas 1.500 rpm e oferecendo resposta excepcional em todas as faixas de rotações.

Ele também proporciona o desempenho esperado de um Jaguar, garantindo uma aceleração de 0-100km em apenas 5,9 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h.

O motor é fabricado no Centro de Fabricação de Motores da Jaguar Land Rover em Wolverhampton, no Reino Unido.

O veículo também está equipado com transmissão Quickshift de oito velocidades.

Ela pode ser acionada pelo controle manual no seletor de velocidades SportShift ou nos paddles no volante, oferecendo uma direção dinâmica e altamente esportiva.

 

 

 

 

 

 

O novo F-TYPE 75 chega ao Brasil neste mês de julho e estará disponível somente na opção cabriolet (conversível).

Serão destinadas apenas 12 unidades para o mercado nacional pelo preço de R$ 612.977,00.

 

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Ferrari SF90 XX Stradale e SF90 XX Spider: direto das pistas para as ruas

Os carros da versão especial da Ferrari levam o desempenho de seus modelos de produção a novos extremos. 

O ‘Programa XX’ da marca, oferece a um seleto grupo de pilotos experientes, carros extremos feitos para uso exclusivo nas pistas de corrida.

Baseado nessa experiência, a Ferrari criou os superesportivos para uso na estrada: SF90 XX Stradale, modelo cupê e SF90 XX Spider com carroceria conversível.

A edição especial é mais leve, mais potente, com aerodinâmica revisada e alto desempenho, que pretende “empurrar o carro para o limite” de seu potencial, de acordo com o chefe de desenvolvimento Gianmaria Fulgenzi. 

SF90 XX Stradale

SF90 XX Spider

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, ambos os modelos são movidos pelo mesmo trem de força híbrido plug-in do modelo padrão, que compreende um motor 4.0 V8 biturbo e três motores elétricos.

Essa configuração permite que o carro atinja um máximo de 1.030 cv de potência.

Isso corresponde a 30 cv a mais que o tradicional SF90 Stradale, estabelecendo um novo padrão de desempenho da Ferrari.

O motor V8 produz potência de 797 cv, e ganhou maior taxa de compressão média, obtida através do polimento dos dutos de admissão e escape.

Também recebeu melhorias na câmara de combustão e dos pistões e a remoção do sistema secundário de ar, que reduziu em 3,5 kg o seu peso.

Os dois motores elétricos são independentes localizados no eixo dianteiro e o outro fica localizado entre o motor e a caixa de câmbio na parte traseira e produzem um total de 233 cv.

 

 

 

 

 

Não houve alteração da capacidade da bateria que permanece em 7,9 kWh e sozinha rende autonomia de 25 quilômetros com velocidade máxima de 135 km/h.

Uma nova função Extra Boost está disponível no modo de condução Qualifying e funciona para recuperar rapidamente a velocidade do carro ao sair de uma curva.

O recurso é acionado quando o motorista pisa fundo no acelerador e pode ser usado até 30 vezes antes que a bateria se esgote.

Também foram feitas alterações na caixa de câmbio de dupla embreagem de oito marchas do carro.

A nova lógica de mudança é emprestada do Daytona SP3 e as mudanças de marcha são acompanhadas por uma nota de escape rosnando com uma ultrapassagem de decolagem em rotações mais altas.

Para isso, foi desenvolvida uma nova calibração específica do motor que funciona em sinergia com a lógica de controle da caixa de câmbio.

A afirmação oficial da Ferrari é de que os modelos são capazes de alcançar os 100 km/h em apenas 2,3 segundos e a velocidade máxima é de 320 km/h.

Outra novidade importante é o controlador ABS EVO, que estreou no 296 GTB, e melhora o desempenho na frenagem de alto desempenho no seco.

O sistema permite que o superesportivo freie mais tarde e de maneira mais repetitiva, melhorando assim seu manuseio na pista.

O SF90 XX oferece o desempenho aerodinâmico mais eficiente do que qualquer outro carro de estrada da Ferrari, tornando-o comparável apenas ao supercarro LaFerrari.

Esse resultado foi alcançado ao redesenhar o gerenciamento do fluxo de resfriamento dos componentes térmicos e elétricos, bem como do compartimento do motor.

Em termos de estilo, incorpora os princípios de engenharia que sustentam o SF90 convencional, mas com características mais radicais e extremas.

O estilo foi projetado para destacar seus atributos de desempenho puro-sangue, mantendo as linhas e formas do seu antecessor.

SF90 XX Stradale

SF90 Stradale

 

 

 

 

 

 

O principal destaque do design fica por conta da sua asa traseira.

O volume da cauda foi especificamente desenhado pensando na aerodinâmica, que agora é mais elegante, com a silhueta de cauda longa típica dos carros de corrida.

As entradas de ar para os intercoolers (trocador de calor), agora também são maiores, canalizando o ar para os radiadores de forma mais eficiente.

O conceito de asa dianteira em forma de flecha foi mantido, os faróis agora estão integrados nesta área por dois perfis de asa verticais.

O carro parece mais largo e mais colado ao asfalto devido aos dois imponentes perfis de asa dominando as entradas de ar, que parecem flutuar.

 

 

 

 

 

O design interior foi feito para destacar a vocação de corrida do cockpit que resultaram em economias de peso significativas.

As principais áreas envolvidas foram os painéis das portas, túnel e tapetes, que agora estão mais simples em termos de forma e materiais utilizados.

Enquanto à fibra de carbono foi usada para áreas funcionais.

O assento de corrida foi projetado especialmente para o esportivo com uma estrutura tubular de fibra de carbono e espuma.

Tudo isso focado em fornecer máximo prazer em dirigir sem comprometer o conforto.

Mesmo sendo um assento de peça única, o uso de materiais elásticos permite que sejam realizados movimentos de rotação e ajustes no encosto.

Esse recurso ainda economizou 1,3 kg de peso.

O console central também ostenta menos material e, em vez de couro ou plástico, é coberto por fibra de carbono em acabamento fosco.

Já o painel de instrumentos tem revestimento em Alcantara.

O seletor de marchas cromado da transmissão de oito marchas foi movido para a frente no console central e os interruptores dos vidros elétricos foram realocados mais para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SF90 XX Spider se parece muito com o SF90 XX Stradale e apresenta praticamente as mesmas características quanto ao visual. 

A principal diferença está no teto conversível que pode ser aberto em apenas 14 segundos. 

Devido as alterações para tornar o veículo conversível, o modelo perdeu algumas das passagens de ar na parte traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ambas as variantes do SF90 XX terão uma quantidade limitada de unidades.

Serão produzidas 799 versões do SF90 XX Stradale e 599 do SF90 XX Spider, ambos representando “o exemplo mais recente e extremo de um conceito de versões especiais, que eleva o desempenho dos modelos de rua da Ferrari a novos níveis”.

O preço do cupê é de cerca de US$ 844.000, o que daria pouco mais de R$ 4 milhões, nas taxas de câmbio atuais.

O Spider custa ainda mais, cerca de US$ 932.000, algo em torno de R$ 4,5 milhões.

 

 

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McLaren São Paulo completa cinco anos e atinge 100 carros entregues

A McLaren São Paulo teve dois motivos para comemorações na segunda semana de maio.

No dia 8, a empresa completou cinco anos da inauguração da concessionária em São Paulo.

Dois dias depois, a empresa chegou à marca de cem automóveis entregues com a entrega das chaves de um modelo Artura Malvine Blue a seu comprador.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

O Artura é o mais recente lançamento da McLaren, sendo o primeiro modelo híbrido de produção em série da marca (antes dele houve o P1, feito em edição limitada de 375 unidades).

As primeiras unidades do Artura chegaram ao Brasil no fim do ano passado e doze delas já estão com seus clientes (incluindo a que fez a McLaren São Paulo chegar às 100 unidades entregues).

Essas 12 unidades fazem o Artura, com apenas cinco meses de presença no mercado, ser o segundo McLaren mais vendido no Brasil.

Ele só fica atrás do McLaren 720S Coupé, que teve 21 unidades comercializadas entre 2018 e 2022.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

Outros destaques da lista de McLaren vendidos no Brasil são os modelos Senna (quatro, todos entregues em 2019) e Senna GTR (uma unidade entregue em 2020).

Do primeiro, foram fabricadas 500 unidades. O GTR, ainda mais exclusivo, teve apenas 75 unidades produzidas.

“Ao longo desses cinco anos, a McLaren ganhou um grande número de adeptos no Brasil. Boa parte deles chegou à marca atraída pelo histórico vitorioso em competições e constatou que, além de vencer corridas, a McLaren produz carros esporte de primeira linha. Chegar a cem carros ao completar cinco anos de operações é algo extremamente gratificante. Quando inauguramos a concessionária, nossa previsão era entregar cerca de 25 carros por ano. Essa média foi mantida ou mesmo superada até a chegada da pandemia. Mas agora estamos começando a entregar os Artura e deveremos encerrar 2023 com um novo recorde de entregas a clientes”, analisa Henry Visconde, presidente da McLaren São Paulo.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

Formada em 2010, a McLaren Automotive é hoje a maior parte do McLaren Group. Sua origem remonta a 1964, quando o piloto neozelandês Bruce McLaren iniciou a fabricação de carros de corrida (bipostos e monopostos).

Em 1966, a McLaren fez sua estreia na Fórmula 1, iniciando uma trajetória que resultou em oito títulos mundiais de construtores e doze de pilotos.

A McLaren tem vitórias também nas 24 Horas de Le Mans e nas 500 Milhas de Indianápolis.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

O atual portfolio de produtos da empresa (modelos das linhas GT, Supercar, Motorsport e Ultimate) é vendido por meio de mais de 85 concessionários em 40 mercados no mundo.

O primeiro carro de rua com a marca McLaren, o M6GT, foi construído pelo próprio Bruce McLaren em 1969. 

Em 1993, a McLaren projetou e construiu o carro de rua McLaren F1, em produção limitada. 

Em 2020, a McLaren lançou o 765LT e revelou a nova arquitetura de baixo peso fabricada no McLaren Composites Technology Centre de £ 50 milhões.

Foi inaugurado na região de Sheffield, no norte da Inglaterra, que sustentará a próxima década do futuro eletrificado da McLaren.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

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Audi TT celebra 25 anos como ícone de design atemporal

Vinte e cinco anos, três gerações: a marca das quatro argolas estabeleceu uma nova referência na história do design com o Audi TT.

Desde o seu lançamento e produção em série em 1998, o esportivo conquistou fãs em todo o mundo.

Tudo isso, graças à diversão proporcionada ao volante e ao seu estilo único inspirado na escola Bauhaus, que mistura linhas marcantes e  geométricas com foco na funcionalidade.

Não por acaso, o modelo ganhou inúmeros prêmios nos anos seguintes, entre eles o de melhor carro de 1999 pela “Auto Europe”.

Foi em meados da década de 1990 que o modelo de alto luxo Audi A8 elevou o patamar da Audi e gradualmente provocou a renomeação do portfólio de veículos: o Audi 80 tornou-se o Audi A4, e o Audi 100 foi chamado de Audi A6.

Introduzido em 1994, o Audi A4 foi o primeiro modelo a incorporar a nova linguagem de design da Audi.

Em seguida veio o compacto premium Audi A3, lançado em 1996, e a segunda geração do Audi A6, lançada em 1997.

Ao atribuir significado à marca por meio de um design novo e progressivo, o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou um carro esportivo purista nomeado como Audi TT Coupé.

A Audi apresentou o projeto para um público entusiasta no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995.

O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos.

O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.

 

 

 

 

 

Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. 

“Para nós, o maior elogio foi quando a imprensa especializada notou que havia muitas mudanças do projeto para o modelo de série, embora tenha sido necessário, é claro, adaptar muitos detalhes devido às especificações técnicas da versão de série, incluindo as proporções”, lembra Torsten Wenzel, o designer de exteriores da Audi.

O mais notável foi a integração de uma janela lateral traseira, que alongou o perfil do carro e aumentou a dinâmica do esportivo.

Para Wenzel, o Audi TT continua sendo “uma escultura em movimento, com superfícies e linhas da mais alta qualidade”.

A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpa,  sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante.

Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo, ou “a forma gráfica perfeita”, como Wenzel o descreve.

Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.

Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster.

Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV.

Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final.

Esse método de produção entre Ingolstadt e Győr foi único na indústria automotiva da época.

A Audi Hungria, uma subsidiária integral da AUDI AG, também comemora seu 30º aniversário em 2023.

Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998 em cooperação com a fábrica de Ingolstadt.

Em 2013, a empresa evoluiu para uma fábrica automotiva completa. Desde a sua fundação, a Audi Hugaria construiu mais de 43 milhões de motores e quase dois milhões de veículos.

A gama de motores da primeira geração do Audi TT era ampla e naturalmente esportiva.

O TT de primeira geração, por exemplo, veio com motores turbo de quatro cilindros com potência de 150 a 225 cv e uma unidade V6 com 250 cv.

Um destaque da gama de motores foi o quatro cilindros do Audi TT quattro Sport, que foi aumentado para 240 cv e teve 1.168 unidades entregues.

Os clientes de TT de primeira geração tinham muitas opções quando se tratava de selecionar equipamentos especiais.

Além de cores exclusivas como Laranja Papaya ou Azul Nogaro, os clientes poderiam equipar o TT com acessórios especiais instalados de fábrica.

Por exemplo, o design de “luva de beisebol” para os assentos de couro no Audi TT Roadster, originalmente um atrativo no show car, passou para a produção em série.

Ao longo de oito anos de produção, um total de 178.765 Audi TT Coupés de primeira geração tinham saído da linha de produção até meados de 2006.

Exatamente 90.733 Audi TT Roadsters foram construídos entre 1999 e 2006.

Nas duas gerações seguintes, os designers mantiveram a “redução ao essencial” como princípio de design dominante, o que se evidencia, por exemplo, no design minimalista do exterior e no interior elegante e orientado para o condutor.

A forma arredondada e o motivo circular permaneceram típicos do portfólio TT e foram elementos unificadores no design externo e interno.

Por exemplo, na tampa do tanque de combustível de alumínio, nas saídas de ar arredondadas, no arremate do câmbio e na manopla de câmbio diferenciada.

A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3.

Amortecedores adaptativos com condução magnética Audi foram usados pela primeira vez.

Disponível como opcional, esta tecnologia adapta continuamente os amortecedores ao perfil da estrada e ao estilo individual do condutor.

Em 2008, o modelo esportivo TTS foi lançado com um motor turbo de 2 litros e 272 cv, seguido um ano depois pelo TT RS com um motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros com 340 cv e 360 cv no Audi TT RS plus.

Em 2008, a marca das quatro argolas lançou o TT 2.0 TDI quattro, o primeiro carro esportivo de produção do mundo com motor a diesel.

A terceira geração do Audi TT foi lançada em 2014, e mais uma vez a Audi usou a nova geração para reduzir seu peso.

O TT Coupé: com motor 2.0 TFSI e transmissão manual, pesava apenas 1.230 quilos, até 50 quilos mais leve do que antes.

Para os novos TT e TT RS, os designers reinterpretaram as linhas inconfundíveis do TT original de 1998 para a era moderna.

Eles as enriqueceram com inúmeras facetas dinâmicas, enquanto a tampa redonda do tanque de combustível com as típicas letras TT permaneceu fiel ao longo das gerações.

Muitos detalhes também lembram deliberadamente o clássico design de primeira geração.

Em termos técnicos, o TT de terceira geração ofereceu várias inovações.

O modelo marcou a estreia do cockpit virtual Audi, um painel de instrumentos totalmente digital com telas altamente detalhadas e versáteis que substituiu os instrumentos analógicos e o monitor MMI.

Em 2016, uma nova era para a tecnologia de iluminação automotiva começou no Audi TT RS, quando a Audi usou LEDs orgânicos, conhecidos como tecnologia OLED, pela primeira vez.

O modelo de topo foi inicialmente o Audi TTS, com motor turbo de 2 litros e 310 cv; seguido em 2016 pelo TT RS, com motor turbo de cinco cilindros e 2,5 litros, uma das unidades mais emocionantes que a marca tem a oferecer.

Com seus 400 cavalos, o propulsor ostentava um ruído esportivo e, ainda por cima, foi eleito “Motor Internacional do Ano” nove vezes consecutivas.

 

 

 

 

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Novo McLaren 750S: pura emoção e desempenho máximo de supercarro

Com o novo 750S, a McLaren define uma nova referência para desempenho de supercarros e satisfação do motorista.

O McLaren de produção em série mais leve e potente é, sem inibição, um supercarro para os puristas.

Projetado e desenvolvido após uma análise meticulosa do renomado McLaren 720S, o novo 750S combina avanços em economia de peso, desempenho do trem de força, aerodinâmica e excelência dinâmica.

Isso tudo para elevar a novos patamares uma experiência de direção que já era referência.

Cerca de 30% dos componentes do 750S são novos ou alterados para oferecer essas melhorias e, com elas, uma conexão emocional ainda maior com o carro.

 

 

 

 

 

 

“Quando você tem um carro reconhecido por tantos pilotos como referência, é preciso examinar cada detalhe e realmente pressionar muito por melhorias para fazer algo ainda melhor. Isso é o que fizemos com o novo 750S. O baixo peso, o desempenho do motor V8 e as excelentes habilidades dinâmicas se combinam para oferecer uma experiência de direção de supercarro que atinge novos patamares, com níveis verdadeiramente emocionantes de conexão emocional”, afirmou Michael Leiters, CEO, McLaren Automotive.

Com 1.389 kg (DIN), o McLaren 750S cupê já é 30 kg mais leve que o 720S.

Com todas as opções disponíveis de fibra de carbono e baixo peso selecionadas, o cupê “emagrece” para 1.277 kg a seco.

O que oferece uma relação peso-potência líder do segmento de 1,70 kg/cv ou 587 cv por tonelada.

São 193 kg menos do que seu concorrente mais próximo.

O 750S Spider foi projetado com o mesmo foco em minimizar o peso.

Possui capota rígida retrátil (RHT), sistema de proteção contra capotamento e estrutura superior traseira feita sob medida para o monocoque construído de fibra de carbono.

Tal é a resistência desse monocoque que nenhum reforço adicional é necessário, uma vantagem inerente sobre os supercarros conversíveis rivais construídos em alumínio e aço.

Isso garante que o Spider, na configuração padrão, pese 1.438 kg. Na configuração mais leve (1.326 kg), ele é líder do segmento com 1,81 kg/cv (566 cv por tonelada).

Os níveis extraordinários de prazer, precisão, agilidade, sensação e feedback que o 750S oferece são imediatamente aparentes para o motorista.

Mesmo em velocidades mais baixas, e o baixo peso é um fator chave em seu desempenho dinâmico.

Com apenas 1.389 kg (DIN), ele pesa 30 kg a menos que um 720S, um exemplo claro da dedicação da McLaren à engenharia leve.

As novas rodas forjadas de 10 raios são as mais leves já instaladas como padrão em um McLaren de produção em série e economizam 13,8 kg em relação às do 720S.

O novo painel de instrumentos do motorista é 1,8 kg mais leve.

Até o vidro do para-brisa contribui para a redução de peso em 1,6 kg.

O motor V8 biturbo de 4,0 litros com potência de 750 cv e torque de 800 Nm oferece desempenho feroz, com o 750S sendo capaz de ir de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Acelera de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos (no caso do Spider, 7,3 segundos) e de 0 a 300 km/h em menos de 20 segundos (no Spyder, 20,4 segundos).

Os números dão conta dos fatos, mas é a sensação visceral de desempenho e velocidade que surpreende e emociona.

Desde o momento em que o V8 ganha vida, passando pela imensa entrega de torque na faixa intermediária do motor biturbo e pela emocionante subida até o limitador de rotações a 8.500 rpm, a conexão emocional do motorista com o 750S é extraordinária e uma experiência que é tornando-se cada vez mais raros e procurados.

“Todos os McLaren são projetados com precisão e notavelmente rápidos, mas com o novo 750S nos concentramos em enriquecer toda a gama de características que proporcionam a alegria experimentada ao dirigir o carro, aquela conexão emocional pura tão procurada pelos entusiastas”, disse Ben Gulliver, chefe de desenvolvimento de veículos, McLaren Automotive.

 

 

 

 

 

 

A suspensão hidráulica vinculada ao Proactive Chassis Control, agora na geração “PCC III”, é conhecida por combinar controle surpreendentemente preciso com um ritmo de passeio notavelmente compatível.

O sistema de nova geração oferece níveis ainda mais altos de desempenho da suspensão e é parte integrante das habilidades dinâmicas do 750S.

As molas da suspensão são mais macias na frente e mais rígidas na traseira do que no 720S, o que, juntamente com a reconfiguração dos elementos passivo e ativo sob medida e uma nova abordagem para ajustar a suspensão (ajustando os acumuladores nos suportes, o que é usado pela primeira vez no 750S), beneficia o conforto de condução, o controle de rolagem, a sensibilidade da direção e o equilíbrio nas curvas.

Além disso, o novo design de mola e amortecedor reduz o peso em 2 kg.

As alterações combinadas de hardware e software feitas para o PCC III significam que a amplitude dinâmica do 750S é ainda maior do que o do 720S.

Isso mantém os níveis de conforto do antecessor enquanto oferece desempenho significativamente melhorado.

Um circuito de rolagem hidráulico substitui as barras estabilizadoras mecânicas convencionais.

 

 

 

 

 

 

O 750S também é mais ágil do que o carro de referência que substitui, com melhor aderência frontal (ajudada por uma bitola dianteira 6 mm mais larga e nova geometria da suspensão).

A direção eletro-hidráulica da McLaren, amplamente reconhecida por sua precisão e clareza de reações, agora possui uma relação de direção mais rápida e uma nova bomba de assistência elétrica.

E oferece um veículo ainda mais ágil, que contorna as curvas com mais precisão e inspiram ainda mais confiança ao piloto.

“Nós nos propusemos um desafio extremamente difícil com o 750S, ou seja, trazer um grau significativo de agilidade, sensação e resposta do McLaren ‘Longtail’, ao mesmo tempo em que garantimos que o conforto e a usabilidade não sejam comprometidos – a combinação ‘melhor de ambos’ que nossos clientes nos dizem querer. O resultado é uma enorme variedade de habilidades para um desempenho dinâmico de supercarro de referência”, comentou Jamie Corstorphine, Diretor de Estratégia de Produto, McLaren Automotive.

O interior do 750S combina tecnologia inovadora com materiais requintados, mas o mais importante é um design ainda mais focado no motorista.

No centro da experiência do motorista estão os novos visores cujo movimento acompanha o da coluna de direção.

Este monitor centrado no motorista é montado em uma bitácula que possui os controles para selecionar os modos Powertrain e Handling localizados em ambos os lados.

Isso significa que o motorista pode se mover sem esforço entre as configurações Comfort, Sport e Track Active Dynamic enquanto mantém as mãos no volante e foco total na estrada à frente.

Ao mesmo tempo, o controle variável de derrapagem (VDC, Variable Drift Control) permite ajustar o nível de intervenção do sistema de controle de tração independentemente da configuração do Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, na sigla em inglês).

Essa capacidade de ajuste significa que o motorista pode mover-se perfeitamente do estágio em que os sistemas eletrônicos do carro intervêm regularmente para um estágio em que eles não intervêm.

Novos bancos de corrida de fibra de carbono, com 17,5 kg a menos que os assentos esportivos de série do 720S, estão disponíveis como opção, assim como pneus Pirelli P ZERO Trofeo R de pista e parafusos de roda leves, feitos de titânio.

 

 

 

 

 

 

O Controle de Largada McLaren (MCL, McLaren Control Launcher) é outra nova tecnologia da marca que estreia no 750S e adiciona outra dimensão à interface do motorista com o carro.

Ativado por meio de um botão com o famoso McLaren Speedmark, o MCL permite que o motorista personalize sua experiência de dirigir na McLaren.

As preferências dinâmicas selecionadas (sua combinação favorita de configurações aerodinâmicas, manuseio, powertrain e transmissão) podem ser recuperadas instantaneamente com um toque do botão MCL.

Os pilotos também se beneficiarão de novos recursos, como o Apple CarPlay e a nova tela central de informações (CIS, Central Information Screen), que apresenta gráficos mais ricos e detalhados para aprimorar ainda mais a experiência do motorista.

O sistema de câmera Rear View e Surround View (visão traseira e do entorno) também foi atualizado para maior definição e clareza.

Um novo sistema de elevação do veículo levanta a frente do 750S em apenas quatro segundos, em comparação com os 10 segundos que leva em um 720S.

Uma conexão física e emocional intensificada entre o motorista e o carro é auxiliada pelo ajuste personalizado do suporte do motor.

Um novo layout de escapamento de saída central inspirado no McLaren P1 que é acusticamente ajustado para dar um tom claro e distinto e um crescendo nítido à medida em que o motor atinge rotações mais altas.

O formidável desempenho de frenagem é aprimorado pela maior área de superfície da asa traseira ativa, que se abre totalmente em menos de meio segundo.

Isso aumenta a força descendente traseira para melhorar a estabilidade em alta velocidade durante a frenagem e reduzir as distâncias de frenagem. 

Os clientes do 750S que planejam dirigir em circuitos de corrida podem optar por uma atualização de freio usando discos de cerâmica de carbono com 390 mm de diâmetro e pinças monobloco derivadas do sistema do McLaren Senna.

Juntamente com um novo servo freio e bomba de vácuo e tecnologia de resfriamento de pinças integrado inspirado no da Fórmula 1. 

Visualmente, o 750S refina o design de seu antecessor com uma nova seção inferior do nariz com divisor dianteiro estendido.

Tem também entradas de ar mais estreitas que envolvem os faróis, novas entradas de ar nas soleiras e saídas de ar dos para-lamas traseiros.

As revisões aerodinâmicas traseiras incorporam um deck traseiro redesenhado e alongado, que canaliza o ar para uma asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.

Os contornos dos faróis agora podem ser opcionalmente na cor da carroceria ou em fibra de carbono.

O novo para-choque traseiro e as aberturas do para-choque dianteiro também estão disponíveis no material leve característico da McLaren.

 

 

 

 

 

A área de superfície da asa traseira ativa alongada é 20% maior do que a da asa do 720S, mas o componente é 1,6 kg mais leve devido à sua construção em fibra de carbono.

Um recorte na seção central mantém a visibilidade traseira e também garante que as altas temperaturas do escapamento não afetem a asa quando o veículo está parado após um circuito prolongado.

Acionada hidraulicamente, a asa possui configurações de ângulo e velocidades de veículo distintas para o cupê e o Spider.

Apresenta três posições operacionais principais: Driver Downforce, asa ativa parcialmente acionada, aumentando os níveis de carga aerodinâmica durante as curvas; o DRS que fornece automaticamente a funcionalidade de redução de arrasto ao acelerar em linha reta, até a velocidade máxima do veículo e a frenagem de alta velocidade que proporcionando uma força descendente traseira significativamente maior que melhora a estabilidade de frenagem.

A construção monocoque de fibra de carbono facilita a visibilidade de quase 360 graus, com uma escotilha baixa, pilares A ultrafinos e, no coupé, pilares C envidraçados, todos se beneficiando da propagação de luz natural na cabine.

A iluminação ambiente nítida, nova e personalizável destaca os detalhes do design da cabine à noite.

No cupê, o motor V8 pode ser visível de dentro da cabine por meio de um painel de vidro duplo situado no porta-malas traseiro, expondo a parte superior do trem de força por trás dos ombros do motorista.

O 750S Spider apresenta contrafortes laterais envidraçados que, além de guiar o fluxo de ar sobre a cobertura traseira, aumentam a visibilidade lateral.

Para incidir luz adicional para a cabine, o teto rígido retrátil (Retractable Hard Top, RHT) está disponível opcionalmente com vidro eletrocrômico, aumentando a sensação de ambiente ao ar livre, mesmo quando fechado.

O RHT pode ser aberto em menos de 11 segundos com o veículo em movimento a velocidades até 50 km/h.

A remoção do teto fixo para o 750S Spider requer uma revisão da posição do amortecedor a gás e do sistema de dobradiça da porta, mas nesta área, as únicas diferenças externas visíveis para o coupé 750S são uma asa dianteira mais longa, porta mais curta e janela sem moldura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como em todos os McLaren, o volante do 750S é deliberadamente livre de quaisquer botões ou interruptores, permitindo que o motorista se concentre na sensação e reação do chassi e da estrada.

Os detalhes de informações e entretenimento são acessados por meio da nova tela do motorista e da tela central de infoentretenimento aprimorada por gráficos mais sofisticados e maior sensibilidade ao toque.

Interior totalmente revestido em couro Nappa ou uma combinação de Alcantara e couro Nappa estão disponíveis com os novos temas internos TechLux e Performance.

A Bowers & Wilkins, parceira de áudio da McLaren, desenvolveu um novo sistema para o 750S, com um amplificador mais potente e os alto-falantes de cone Continuum.

 

 

 

 

 

Além da seleção de acabamentos de pintura exterior padrão, uma variedade de cores Elite está disponível.

A McLaren Special Operations (MSO), o braço de personalização da McLaren Automotive, pode colaborar com os clientes em opções adicionais ou trabalhar com eles para criar uma pintura personalizada própria.

Garantia abrangente de três anos para o veículo e um plano de serviço e manutenção programada de três anos estão incluídos como padrão no novo 750S, que já está disponível para pedido, inclusive no Brasil.

As primeiras unidades deverão chegar ao país no último trimestre de 2023.

 

 

 

 

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Ferrari apresenta o Roma Spider 2024 com teto conversível e motor V8

A Ferrari revelou no Palácio El Badi, no Marrocos, uma atualização verdadeiramente notável, o Roma Spider 2024, que é a versão contemporânea da marca do “estilo de vida italiano chique e prazeroso dos anos 1950 e 60”.

O Roma Spider marcou o retorno das capotas de lona à linha GT com motor dianteiro da Ferrari. 

A marca italiana não fabrica uma capota com motor dianteiro desde a Ferrari 365 GTS4 de 1969.

O lançamento do Roma Spider também marcou a aposentadoria da Ferrari Portofino M conversível.

 

 

 

 

 

O novo modelo não se afasta muito de seu irmão cupê, pois ambos compartilham as mesmas linhas e recursos de design, além de manter o estilo, o manuseio e o desempenho adorados do cupê Roma. Todo o protagonismo é tomado pelo teto de lona. 

Segundo a própria marca, o novo conversível, que foi desenhado pelo Centro Stile da Ferrari sob a direção de Flavio Manzoni, pretende “levar o conceito do Novo Dolce Vita para além do contexto da cidade, para um ambiente de elegância e indiferença ao ar livre”.

A Ferrari anunciou um tempo de abertura e fechamento do teto de apenas 13,5 segundos em uma operação que pode ser realizada a uma velocidade máxima de 60 km/h.

Uma vez dobrada no compartimento traseiro, a capota ocupa 220 mm de espaço, deixando ainda uma capacidade útil de 225 litros. Com a tampa aberta a capacidade total do porta-malas do cupê é de 255 litros.

Além disso, a capota é totalmente personalizável com tonalidades vermelhas e é feita num total de cinco camadas que servem para reduzir o som vindo do exterior. 

Toda a geometria da traseira precisou ser modificada devido ao teto removível.

A traseira foi projetada para esconder a capota em viagens ao ar livre e existe um spoiler traseiro móvel, que pode ser inclinado em até três posições para otimizar o desempenho aerodinâmico.

O veículo também é 84kg mais pesado devido aos mecanismos extras envolvidos na abertura e fechamento do teto junto com o novo defletor de vento que está integrado no encosto do banco traseiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A cabine apresenta o mesmo visual sofisticado do Roma original, com o cockpit sendo separado em dois espaços para o motorista e o passageiro da frente.

Apresenta um painel de instrumentos digitais e uma central multimídia de 8,4″ que controla as funções de infoentretenimento, com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio e controle climático do veículo.

Há ainda um volante diferente graças a um novo design dos comandos secundários, ​​para facilitar o uso e o botão Iniciar agora brilha em vermelho. 

Conta ainda com uma placa seletora de marchas de metal cercada por couro exuberante e camurça sintética. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mecanicamente, o Ferrari Roma Spider tem o mesmo motor do Roma Cupê. Trata-se do motor V8 biturbo de 3,9 litros que fornece potência de 620 cv e 77,5 kgfm de torque, combinado com uma caixa de câmbio de dupla embreagem DCT de oito velocidades. 

O conversível é capaz de acelerar de 0 aos 100 km/h em apenas 3,2 segundos e registar uma velocidade máxima de 320 km/h. 

Entre as inovações está uma nova bomba de óleo que diminui em 70% o tempo necessário para atingir os valores ideais a frio e oferece maior vazão na faixa intermediária. 

Nenhum preço para a Ferrari Roma Spider foi fornecido, mas em comparação com o preço base do cupê de US$ 247.310 (algo em torno de R$ 1.295.162,470), estima-se que começará em torno de US$ 280.000, aproximadamente R$ 1.466.332,00.

A Ferrari também não especificou quando o Roma Spider estará à venda nos principais mercados automotivos, a previsão é de que seja perto do final do ano.

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DBS 770 Ultimate: a despedida do Super GT da Aston Martin

Há muito associada a carros de estilo exótico e performance alucinante, o logo DBS tem sido ligado a vários dos mais prestigiados modelos da Aston Martin.

Desde 2018 o DBS figura no topo da linha de produtos da marca: um potente Twin-Turbo V12 agraciado com desempenho feroz e estilo incomparável.

Com a produção da atual geração DBS se aproximando do fim, a Aston Martin se orgulha de apresentar a novidade para ultrapassar a todos os demais: o DBS 770 Ultimate.

A produção do DBS 770 Ultimate será iniciada no primeiro quadrimestre de 2023 e as entregas estão previstas para começar a partir de setembro, inclusive para o Brasil.

Como o nome sugere, o DBS 770 Ultimate é uma eloquente última palavra. O mais potente Aston Martin de rua da história, e o mais rápido e potente DBS até hoje.

Amplas melhorias de desenho e engenharia tornaram o DBS 770 Ultimate uma memorável e altamente colecionável celebração da grife Aston Martin Super GT.

Disponível nas versões Cupê e Volante (conversível), o DBS 770 Ultimate será produzido em edição estritamente limitada (330 Coupe e 199 Volante), com todas as unidades já estando antecipadamente vendidas.

 

 

 

 

 

 

O DBS 770 Ultimate é uma feroz reprodução do motor V12 (60 graus) de 5,2 litros com quatro eixos de comando da Aston Martin.

Agora desenvolvendo 770 cv a 6.500 rotações por minuto e colossais 900 Nm de torque entre 1.800 e 5.000 rpm, levando o DBS 770 à velocidade máxima de 340 km/h, este magnífico motor é beneficiado pelas modificações nas vias de ar e ignição, juntamente com o aumento de 7% na pressão máxima do turbo.

A precisa sintonia das curvas de potência e torque garante ao motorista a sensação de desempenho ilimitado, com uma excitante mescla de resposta, notável aceleração e o autêntico ronco de um V12.

A potência é enviada às rodas pela transmissão automática ZF de oito marchas e o diferencial mecânico LSD (Limited-Slip Differential) montado na traseira do carro.

Além disso, o DBS 770 Ultimate recebeu uma calibragem exclusiva na transmissão para tornar as mudanças de marcha ainda mais rápidas e aumentar a interação com o piloto contribuindo para uma experiência de dirigir real e conectada.

Tal é capacidade própria do sistema de frenagem do CCB (Carbon Ceramic Braking) que o DBS 770 Ultimate utiliza os mesmos discos do DBS (dianteiros de 410 mm x 38 e traseiros 360 mm x 32 mm.

Para ampliar ainda mais a resposta do volante e o nível de detalhamento das reações, o DBS 770 Ultimate apresenta uma nova coluna de direção.

Isso permite ao condutor aproveitar uma conexão mais precisa com as vias à frente e sentir que os pneus dianteiros estão rodando com o máximo de confiança e a mais perfeita aderência.

Importante para garantir o engajamento e a sensação de dirigir do DBS 770 Ultimate, a rigidez frontal e lateral foi reforçada em 25% para assegurar o máximo de prazer de pilotagem e resposta.

Esse aumento foi possibilitado por uma travessa dianteira aumentada, uma bandeja traseira mais grossa, o que também amplia a rigidez da torsão global em cerca de 3% para um perfeito equilíbrio do balanço dinâmico.

Evoluções também foram introduzidas no ADS (Adaptive Damping System). O DBS 770 Ultimate ganhou calibragem exclusiva de amortecedores e uma configuração de software focando no controle e no comportamento, sem comprometer a qualidade da pilotagem.

Ao melhorar a conexão do piloto e preservar o seu inconfundível caráter de condução, o DBS 770 Ultimate eleva o exemplar Super GT da Aston Martin a patamares ainda mais altos.

Assim como o DBS 770 Ultimate foi mecanicamente ajustado, seu visual teve de ser desenvolvido para resultar em um desenho assertivo e uma estética toda particular, adequada a um modelo criado para celebrar o fim de uma era.

Sendo um Aston Martin, este formato melhorado haveria também de ter um autêntico nível de função. A ideia foi amplificar o fluxo de ar para os radiadores, ampliar o gerenciamento térmico e reforçar a presença visual nas ruas.

Para aumentar o fluxo de ar para os radiadores do motor, o capô possui aberturas de ventilação e um novo divisor frontal integrando duas novas entradas de ar.

Juntos, eles melhoram a refrigeração e reproduzem a assinatura do desenho dos modelos DBS e motores V12 anteriores.

Outros detalhes de estilo alterados no DBS 770 Ultimate incluem acabamento em carbono como spoilers dianteiro e traseiro, cobertura dos espelhos retrovisores e saídas de ar nos paralamas dianteiros.

 Um novo elemento lateral de fibra de carbono na altura das soleiras das portas baixa o perfil lateral rumo à roda traseira, criando uma posição equilibrada que acentua a musculatura dos DBS.

O desenho exclusivo do difusor traseiro sustenta o equilíbrio aerodinâmico da dianteira à traseira e realça como o DBS 770 Ultimate é inconfundível tanto de frente quanto por trás.

O DBS 770 Ultimate também recebeu uma nova e exclusiva roda de 21 polegadas disponível em três acabamentos.

Inspirada nos formidáveis Aston Martin Valkyrie e Victor, este novo desenho de 21″ está disponível em acabamento em Prata Acetinado para dar uma aparência de joia reluzente.

Outra opção é totalmente em Preto Acetinado para uma aparência contemporânea e esportiva, ou a opcional Preto Acetinado Diamantada para dar um visual ao mesmo tempo mais escuro e sofisticado para o carro.

Qualquer que seja a roda escolhida, são de série os pneus Pirelli P Zero de alta performance, 265/35 R21 dianteiros e 305/30 R21 traseiros.

Por dentro, o DBS 770 Ultimate proporciona deslumbrante e novo arranjo de cuidados que são um caso à parte, ao mesmo tempo em que conserva o reconhecido ambiente interno do atual DBS.

Significando sua posição de halo, o DBS 770 Ultimate vem com bancos Sport Plus totalmente decorados em couro semi-anilina e Alcantara, apresentando um revestimento canelado e perfurado de série.

O assento de performance da Aston Martin pode ser selecionado como opção.

 Acabamentos sob medida foram introduzidos, com cores contrastantes ligadas a costura, juntamente com o cinto de segurança feito à mão e a fivela com o logo “DBS 770 Ultimate” gravado a laser no centro do descanso de braço.

As borboletas de troca de marchas no volante feitas de fibra de carbono também são de série.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Finalmente, o DBS 770 Ultimate é equipado com um jogo exclusivo de plaquetas, destacando as asas da Aston Martin, o logo “DBS 770 Ultimate” e o número da edição limitada, significando que ali está um dos únicos 330 Coupe ou 199 Volante.

Como todos os Aston Martin, o escopo de uma verdadeira personificação exclusiva é virtualmente ilimitado.

Uma gama diversa de opções Q by Aston Martin sob medida está disponível no DBS 770 Ultimate, incluindo pinturas Q com diversas ideias gráficas, rodas pintadas para combinar com o carro ou com o grafismo, fibra de carbono pintada e detalhes em couro nos bancos, incrustrações no acabamento e volante de fibra de carbono.

“Quando o modelo-símbolo de uma geração chega ao fim de produção, é importante marcar a ocasião com algo especial. No caso do DBS 770 Ultimate, nada economizamos para assegurar que a versão final do carro-chefe de nossa linha atual seja a melhor em todos os aspectos. É o mais rápido e potente DBS de nossa história, graças à abrangente sequência de melhorias na transmissão, dirigibilidade, suspensão e inferior da carroceria, e é também o melhor de pilotar”, afirmou Roberto Fedeli, Executivo-Chefe de Tecnologia da Aston Martin.

 

 

 

 

 

 

“O DBS sempre pairou no topo da lista dos modelos da AstonMartin. E agora estamos chegando com ainda mais no DBS 770 Ultimate… Mais potência, mais performance pura, e tudo com mais sofisticação, mais sabor, da melhor maneira possível. Algo tão cru, mas ao mesmo tempo tão bonito, dá até um choque de olhar. É por essa abordagem que chegamos às formas, começando com a dianteira amplificada, e a partir daí tudo segue o fluxo no equilíbrio do desenho com o aumento da performance”, acrescentou Marek Reichman, Executivo-Chefe de Criação da Aston Martin.

O DBS atual é o segundo de duas gerações do modelo com motor V12 introduzidas durante a “era Gaydon” (local da sede atual Aston Martin).

Lançado em 2018, seu design imaculado, físico musculoso e potência de tirar o fôlego rapidamente se tornaram sinônimos da marca exclusiva de Super GT da Aston Martin e cunhou o termo “Brute In A Suit” (“o bruto de terno”).

Tanto ele quanto seu antecessor (que foi lançado em 2007 e permaneceu em produção até 2018) tiveram papéis em três filmes de James Bond.

Com um protótipo inicial do DBS de primeira geração no centro das atenções em “Casino Royale”, de 2006, seguido por um exemplar de produção aparecendo em “Quantum of Solace”, de 2008.

O DBS de segunda geração foi usado em “No Time To Die”, de 2021, garantindo que a Aston Martin preenchesse perfeitamente o tempo de Daniel Craig interpretando o agente secreto mais famoso do mundo.

A placa de identificação Ultimate tem sua própria e rica história.

Reservada apenas para os modelos de produção em série topo de linha da Aston Martin, foi usada em duas gerações do DBS e também em ambas as gerações do Vanquish, sempre celebrando o fim de uma era com a produção de uma versão de despedida.

Devido à sua raridade e importância, os carros que levam o nome Ultimate estão entre os mais premiados de todos os modelos contemporâneos da Aston Martin.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Primeiras unidades do Novo Haval H6 GT 2024 desembarcam no Brasil

A marca chinesa Great Wall Motors, uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, está pronta para iniciar a comercialização dos seus veículos no Brasil e também pretende abrir 50 concessionárias no país até o fim do primeiro semestre.

A GWM iniciará as suas vendas com o SUV Haval H6 GT ou H6S como é chamado na China. O carro foi apresentado em novembro, no Rio de Janeiro (RJ), além de ter sido feito um teaser mais recente com o DJ Alok apresentando o modelo.

desembarcaram no Porto de Vitória, no Espírito Santo, as primeiras 41 unidades do H6 GT que apresenta design cupê e um powertrain desenvolvido especialmente para o país, com propulsão HPEV.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O H6 GT tenta refletir a evolução da marca, com um estilo próprio e um design que transmite esportividade.

A frente do carro destaca-se por seus faróis trapezoidais, junto com uma enorme entrada de ar dianteira mais duas adicionais localizadas nas extremidades como moldura para os faróis de neblina. 

O para-choque e a grade são específicos para esta versão GT, então eles parecem diferentes do H6 convencional. A lateral apresenta a maior diferença, com a traseira mais inclinada e mais alta, tipo fastback, com a adoção de uma terceira janela triangular no pilar C/D. 

Como todos os SUVs, também possui barras de teto e proteções de plástico preto nas cavas das rodas. Na traseira, o destaque fica por conta do duplo spoiler, um no vidro traseiro e outro na porta traseira, dos faróis em forma de C e da dupla saída de escape simulada.

As rodas de liga leve de 19″ que complementam o visual esportivo do SUV-cupê, serão exclusivas para o mercado nacional e não estarão disponíveis para vendas no exterior. Conta ainda com pinças de freio e emblema “GT” na cor vermelha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior é confortável e tecnológico, com acabamento que imita fibra de carbono e tecido suede revestindo os bancos, portas, o console e o painel. 

Alguns recursos de condução ativa e o sistema de conectividade também sofreram modificações para atender as demandas do mercado brasileiro.

Um dos destaques fica por conta da central multimídia com tela TFT full-HD de 12,3″ com tratamento antirreflexo e conexão sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, o H6 terá tecnologia híbrida, com um conjunto de motor a combustão 1.5 turbo combinado com dois elétricos (um em cada eixo).

A marca ainda não há divulgou todos os números oficiais de desempenho, mas se mantiver as características do modelo apresentado na China, poderá oferecer até 480 cv de potência.

O que já foi confirmado pela GWM é que o veículos é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. O modelo é equipado com uma bateria de 34 kWh, atingindo uma autonomia de 170 km em modo 100% elétrico (ciclo NBR).

Essa autonomia tornará o H6 GT, o veículo híbrido plug-in de maior desempenho no mercado brasileiro atualmente.

 

 

 

 

 

A GWM vai disponibilizar no Brasil uma linha que contará com três variantes, ou seja, além do Haval H6 GT também será possível adquirir o Haval H6 Premium nas versões HEV (tradicional) e PHEV (híbrido plug-in).

Os preços ainda não foram divulgados, mas acredita-se que o Haval H6 HEV deverá ser o mais a barato e deverá ser vendido a partir de R$ 230 mil, já a configuração H6 PHEV deverá ter valor em torno de R$ 280 mil e a versão esportiva, topo de linha, Haval H6 GT, deve ficar na faixa dos R$ 310 mil. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Audi apresenta os novos RS6 Avant e RS7 Sportback Performance com mais potência e desempenho

A Audi apresenta as novas edições do RS6 Avant 2024 e RS7 Sportback Performance 2024, que receberam um novo acabamento “Performance”, trazendo uma grande dose de potência extra, alguns ajustes de direção, mais equipamentos e design aprimorado.

A proposta da marca é fornecer um veículo bom o suficiente para uma família e poderoso o suficiente para agradar ao motorista.

Audi RS6 Avant Performance 2023

Audi RS7 Sportback Performance 2023

 

 

 

 

 

 

A modificação mais significativa está sob o capô, onde o motor V8 4.0 TFSi biturbo recebeu uma atualização de potência, que inclui turbos maiores que foram ajustados para maior pressão de turbo, resultando em 630 cv de potência e 86,68 kgfm de torque, o que representa um aumento de 30 cv em relação aos modelos padrão.

Atinge de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, reduzindo o tempo de aceleração em 0,2 segundos. Mesmo com o aumento de potência, mantêm a transmissão automática Tiptronic padrão de oito marchas dos modelos regulares, a versão da Audi do ZF 8HP.

A caixa de câmbio possui uma programação diferente que permite subir ou descer marchas mais rapidamente, melhorando não apenas o tempo de reação, mas também as sensações ao volante, algo que atingiu limites de desempenho inexploráveis ​​na maioria das situações.

Os modelos de desempenho também recebem uma nova versão de seu diferencial central “autotravante”, que a Audi diz ser mais leve, mais compacto e fornece “curvas visivelmente mais precisas”.

A divisão do torque ainda é 40:60 frente:traseira em direção normal, mas até 85% da potência do carro pode ir para as rodas traseiras se for detectado deslizamento.

O pacote RS Dynamic, que inclui direção nas quatro rodas, um diferencial esportivo Quattro no eixo traseiro e uma velocidade máxima de 280 km/h, vem de fábrica. Também está disponível o pacote RS Dynamic Plus que aumenta o limitador de velocidade para 305 km/h e inclui freios de carbono-cerâmica 34 kg mais leves que os tradicionais.

 

 

 

 

 

Outra melhoria realizada para reduzir o peso dos modelos, foi o isolamento acústico reduzido entre o motor e o interior, bem como um escapamento esportivo mais leve para economizar 8 kg.

Além disso, como opcional, os clientes podem optar pelas exclusivas rodas de liga leve de 22″, com pneus 285/30 Continental SportContact 7, em forma de Y, que são 5kg mais leves que as dos carros padrão e também permitem um melhor resfriamento dos freios.

De série recebem rodas de alumínio exclusivas de 21″ com pneus 273/35 padrão. E as pinças de freio podem ser nas cores vermelho, azul ou cinza.

 

 

 

 

 

Quanto ao visual, os novos RS 6 Avant e RS 7 Sportback Performance possuem elementos diferenciadores no exterior, como a caixa externa dos espelhos, o spoiler e defletores na área frontal, as barras de teto, difusor traseiro, soleiras laterais, entre outros elementos, pintados em cinza fosco. 

Como opcionais, é possível ter as barras do teto, frisos das portas e emblemas na cor preta, além de novos acabamentos em azul para o interior.

As duas versões estão disponíveis em duas cores: Ascari Blue, em acabamento fosco ou metálico e a Dew Silver em acabamento fosco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior é moderno, confortável e luxuoso. Os bancos são revestidos em couro Valcona perfurado com costura contrastante azul Mercato, que também está presente no volante, tapetes, lateral do console central e no seletor de marchas. O logotipo “RS” são costurados nas costas dos bancos e tapetes. 

O console central e a alavanca de câmbio é revestido em microfibra Dinamica, feito com 45% de fibras de garrafas PET recicladas e o volante é revestido por Alcantara.

Os cintos de segurança também são exclusivos do RS Performance em sua coloração Ocean Blue e ao abrir as portas dianteiras, um logotipo “RS Performance”  de LED é projetado no chão.

Conta ainda com um painel de instrumentos digital de 12,3”, que cria a experiência do cockpit virtual da Audi e usa uma luz de mudança inspirada no automobilismo que muda de verde para amarelo e para vermelho quando a transmissão está no modo manual para indicar os tempos ideais de mudança. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os novos Audi RS6 Avant e Audi RS7 Sportback Performance estarão à venda a partir de 8 de dezembro na Europa por 135.000 euros, o que equivale a aproximadamente R$ 730.000.

As primeiras entregas estão previstas para abril de 2023, mas não há informações se os modelos serão disponibilizados para o mercado brasileiro.

 

 

 

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BMW apresenta o esportivo M2 2023 que chega com novo design, mais potência e equipamentos

A segunda geração do novo BMW M2 2023 foi oficialmente revelada e encanta com o conjunto de habilidades de um carro esportivo clássico de alto desempenho.

O novo M2 está ainda mais intenso, com dimensões compactas, tecnologia de ponta e um conceito avançado de controle e operação focados no motorista que desejar explorar os limites do cupê.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O BMW M2 tem um visual muito expressivo com proporção compacta, poderosa e maior que a versão anterior. Mede 4,580 mm, sendo 119 milímetros mais longo, 1,887 m de largura, 16 mm mais largo, 1,403 m de altura, 11 mm mais baixo e a distância entre eixos é de 2.747 mm.

A BMW mudou a dianteira do M2, a grande grade em forma de duplo rim, horizontal e sem moldura, apresentam barras horizontais inspiradas no automobilismo.

Os elementos da entrada de ar tem contornos quase retangulares e otimizam o resfriamento dos componentes do trem de força e freios. Os faróis são de full-LED e remetem ao BMW 2002, as luzes diurnas assumem a forma de U na borda inferior dos faróis.

Será possível optar pelo teto M Carbon, um material de alta tecnologia extremamente leve, que ajuda a reduzir o peso do veículo, deixando o centro de gravidade do carro mais baixo, o que aumenta ainda mais a agilidade de manuseio. 

A cor escura da estrutura exposta que é de plástico reforçado com fibra de carbono, também causa uma impressão visual impressionante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A traseira apresenta superfícies e bordas bastante ousadas. O para-choque e spoiler traseiros foram projetados para gerar força descendente adicional no eixo traseiro. 

O difusor é mais pronunciado com dois pares de saídas de escape, que junto com os refletores montados verticalmente, compõem uma visão traseira poderosamente compacta e marcante.

As rodas são de liga leve de raios duplos com design exclusivo e acabamento bicolor, aro 19″ no eixo dianteiro e de 20″ na traseira.

O M2 estará disponível em e dois tons de pintura externa sólida e três metálicas, são elas: Branco Alpino, Branco Safira metálico, Cinza Brooklyn metálico, Vermelho Toronto metálico e Zandvoort Azul, cor exclusiva dessa versão. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior do novo BMW M2 apresenta semelhanças com o Série 2, mas com algumas mudanças significativas, como os novos bancos e o software iDrive 8 da BMW de última geração, na forma do BMW Live Cockpit Plus com display curvo composto por painel de instrumentos com tela de 12,3″ e outro display de controle com diagonal com tela de 14,9″.

O sistema BMW iDrive oferece navegação, infoentretenimento e funções de comunicação, além de usar serviços digitais.

Conta ainda com conexão Apple CarPlay e Android Auto, carregamento sem fio, assistente controlado por voz Siri ou Google Assistant, aplicativos de mapas, streaming de música e mensagens de WhatsApp, entre outros.

Também inclui o BMW Intelligent Personal Assistant, onde ajustes no veículo como controle do ar condicionado, abrir e fechar as janelas e funções do sistema de assistência ao motorista podem ser controlados por voz.

Há ainda o My BMW App que funciona como uma interface digital universal, que permite a operação remota de funções como localização do veículo, travamento e destravamento das portas, entre outros. Outras opções incluem Personal eSIM 5G, com funções de comunicação e conectividade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O M2 tem duas opções para os bancos dianteiros. O primeiro são os bancos desportivos M Sport com reforços laterais e emblema “M2” em relevo na parte superior do encosto, vem com ajuste elétrico e aquecimento. 

O segundo são os bancos de corrida tipo concha M Carbono. Também são totalmente elétricos e aquecidos, possuem apoios de cabeça integrados e um emblema do modelo iluminado e revestidos com couro Merino. São 10,8 kg mais leves em relação aos assentos M Sport e contribuem para a redução do peso do carro.

Para os clientes que desejarem um visual ainda mais esportivo, é possível optar por frisos internos em alumínio como alternativa aos frisos padrão em preto brilhante. Acabamento interior em fibra de carbono também estão disponíveis opcionalmente.

 

 

 

 

 

Sob o capô encontra-se o motor S58 da BMW a gasolina M TwinPower Turbo de 3,0 litros com seis cilindros. que desenvolve uma potência de 453 cv e 56,1 kgfm de torque máximo, o que representa um acréscimo de 48 cv em relação a versão anterior.

Pode ser acoplado a um câmbio manual de seis velocidades ou a uma transmissão automática M Steptronic com Drivelogic de oito velocidades. Em ambos os casos, a potência é enviada para o eixo traseiro.

Com o câmbio de velocidades manual pode acelerar dos 0 aos 100 km/h em 4,3 segundos, já ao usar a transmissão automática, alcança a mesma marca em 4,1 segundos.

A velocidade máxima é limitada a 250 km/h como padrão. Opcionalmente, com o pacote M Driver’s Package, a velocidade máxima pode ser aumentada para 285 km/h.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O BMW M2 2023 será produzido exclusivamente na fábrica da BMW em San Luis Potosí, no México, com lançamento global confirmado para abril de 2023.

Nos Estados Unidos, o preço sugerido partirá de US$ 62.200, equivalente a algo em torno de R$ 327.227,73.

Ainda não há previsão da chegada do modelo no Brasil, mas o acordo de importação com o México deverá facilitar sua entrada no mercado brasileiro.

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