Ford E-Transit mostra que a eletrificação da frota é um bom negócio

A eletrificação é vista por algumas empresas como uma opção que pode, futuramente, beneficiar a operação da sua frota. Outras, estão descobrindo que hoje ela já é um bom negócio.

A Ford E-Transit foi lançada no Brasil depois de um programa de teste com frotistas e já vendeu 300 unidades, que começam a ser entregues este mês. 

“A E-Transit é líder de mercado na Europa e nos Estados Unidos, onde já vendeu mais de 30.000 unidades. Ela tem características únicas de desempenho e tecnologia. Além disso, a Ford Pro dá total apoio ao cliente da E-Transit para que ele tenha máxima produtividade e retorno financeiro na transição para a eletrificação da sua frota”, diz Guillermo Lastra, diretor de Veículos Comerciais da Ford América do Sul.

O programa piloto da E-Transit contou com a participação de mais de dez grandes empresas de e-commerce e setor logístico, que rodaram mais de 60.000 km com 11 veículos no Brasil, na Argentina e no Chile.

Além de comprovar a qualidade do produto, ele serviu para identificar a melhor configuração para atender as necessidades de cada cliente.

A E-Transit é disponível nas versões furgão e chassi-cabine para atender as diferentes demandas do cliente comercial.

Ambas têm motor de 269 cv (198 kW) e torque de 43,8 kgfm, tração traseira e bateria de lítio com capacidade de 68 kWh, que garante autonomia de 317 km (padrão WLTP).

O carregamento é feito com conector tipo 2, em 34 minutos com corrente contínua (115 kW) ou em 8 horas com corrente alternada (11,5 kW).

“A E-Transit 100% elétrica está equipada com recursos tecnológicos desenvolvidos para reduzir o custo operacional e melhorar a produtividade. Como exemplo, temos as tecnologias semiautônomas de condução para minimizar riscos de incidentes e paradas imprevistas e, por outro lado, um sistema de gerenciamento de carga e regeneração de energia que maximiza a autonomia do veículo e a vida útil da bateria”, explica Matias Guimil, gerente de Estratégia de Veículos Comerciais da Ford América do Sul.

A van elétrica da Ford conta também com outras vantagens importantes para o cliente que busca máxima rentabilidade no seu negócio, mostradas a seguir.

     Tecnologia. A E-Transit é a única da categoria equipada com as tecnologias de piloto automático adaptativo, alerta de tráfego cruzado, assistente de frenagem autônoma, assistente de permanência em faixa, câmera 360º e monitoramento de ponto cego.

Vem também com monitoramento de pressão dos pneus, que ajuda a prolongar sua vida útil, freio de estacionamento eletrônico e controle eletrônico de estabilidade.

     Capacidade volumétrica. A E-Transit é a única van elétrica no mercado capaz de transportar até 15,1 m3 versão furgão e 21 m3 e 1.938 kg de carga na versão chassi.

As outras vans comportam só até 6 m3 e, para ter mais capacidade, o cliente precisava recorrer a caminhões leves com tamanho e custo maior.

     Custo operacional. A E-Transit tem um custo de operação 40% menor para o frotista comparado aos veículos a combustão. Isso se deve tanto ao custo menor da eletricidade frente ao diesel como à simplicidade do sistema de propulsão elétrica.

Com 86% menos peças móveis de desgaste e sem itens como transmissão, eixo cardã, troca de óleo e filtros, sua manutenção se torna bem mais econômica.

     Comunização de implementos. A E-Transit utiliza os mesmos implementos da versão a combustão, o que garante uma ampla variedade de opções já disponíveis para as necessidades de cada cliente.

São mais de 80 projetos desenvolvidos, desde baú, plataforma, carga seca e serviços até ambulância, bombeiros, transporte executivo e escolar, permitindo a comunização da frota no processo de eletrificação.

A Ford Pro dispõe de uma engenharia própria, que trabalha em parceria com uma rede de modificadoras certificadas, através do programa Ford Pro Convertor, para dar assistência ao cliente na implementação do veículo e desenvolvimento de projetos especiais.

     Conectividade sem custo. A conectividade integrada na arquitetura elétrica da E-Transit possibilita recursos exclusivos que aumentam a produtividade.

O monitoramento de dados do veículo, que são compartilhados pelo cliente, pela concessionária e a fábrica, permite antecipar ocorrências, gerar alertas de funcionamento, agilizar os serviços de manutenção e reduzir o tempo do veículo parado.

O frotista conta também com um portal para gestão da frota, com indicadores de desempenho de cada veículo.

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Stellantis mantém o ritmo e lidera o mercado no Brasil, Argentina e Chile em março

A Stellantis encerrou o mês de março na liderança do mercado de automóveis e comerciais leves na América do Sul, ao ocupar a primeira posição nos três maiores mercados da região: Brasil, Argentina e Chile.

A companhia emplacou no terceiro mês do ano 65.841 veículos, o equivalente a 23,2% das vendas totais no mercado sul-americano.

Em março, a empresa garantiu o primeiro lugar no mercado brasileiro ao emplacar mais de 52 mil unidades e 29,5% de participação.

Na Argentina, foram comercializados no mesmo período 7,6 mil veículos, com 31% de market share. Já no Chile, a Stellantis contou com 2,9 mil veículos emplacados, com uma participação de mercado de 12,6%.

No acumulado do ano, a Stellantis continuou como líder no Brasil, Argentina e América do Sul.

De janeiro a março, as vendas da empresa totalizaram 191.420 unidades, com uma participação de mercado de 23,4%.

No Brasil, a Stellantis continua à frente e registrou o emplacamento de mais de 147 mil unidades, alcançando 30,3% de participação de mercado nos três primeiros meses do ano.

Fiat mantém liderança em março

Em março, a Fiat garantiu mais uma vez seu posto de liderança no mercado nacional e registrou 20,6% de market share e 36.336 unidades emplacadas, mais de 5 mil à frente da segunda colocada.

A marca também emplacou três modelos no ranking dos dez mais vendidos do país.

Com 9.990 unidades vendidas, a Strada garantiu seu lugar no ranking, Argo ficou em quarto com 6.850 emplacamentos e Mobi em nono com 4.658 veículos comercializados.

Fiat Strada

No trimestre a Fiat também manteve o título de campeã de vendas. Foram 101.512 unidades emplacadas entre os meses de janeiro e março de 2024, com 20,9% de market share, 24.175 unidades à frente da segunda colocada.

Da mesma forma, a marca mantém o trio entre os mais vendidos do ano: Strada (5,5% share e 26.580 unidades), Argo (3,7% share e 18.053 carros) e Mobi (3% share e 14.665 veículos).

Nos diferentes segmentos, as primeiras posições no acumulado do ano estão garantidas com as picapes, com 36.849 unidades e 38,5% de segment share, os hatches com 32.726 unidades e 23,5% de share, e as vans com 6.234 unidades e 42,5% de participação.

Fiat Mobi

Ram tem crescimento de mais de 200% em vendas

A Ram mantém seu crescimento em 2024 e se destaca ainda mais no mês de março.

Com 2.586 veículos comercializados somente neste mês, a marca registra aumento de 121% na comparação com março de 2023 e 1,5% de market share no mercado total.

Entre os modelos mais vendidos em março, destaque para a Rampage, com 2.133 unidades.

Já em relação aos três primeiros meses no ano, a marca emplacou 206% a mais que primeiro trimestre do ano passado.

No acumulado do ano, a Ram se mantém com 1,5% de participação no mercado total.

A Rampage segue no top 3 de picapes mais vendidas no período, considerando as picapes intermediárias, médias e grandes. No total, dos três primeiros meses do ano, foram comercializadas 5.919 unidades da Rampage.

Ram Rampage

Jeep é a marca que mais cresce no segmento de SUVs

A Jeep encerrou o primeiro trimestre de 2024 como a marca que mais cresceu em participação de mercado no segmento de SUVs quando consideramos os meses de outubro, novembro e dezembro.

Foram 14,3% de market share e mais de 25 mil unidades comercializadas nos três primeiros meses do ano, um crescimento de 1,4 p.p. em comparação com o último trimestre de 2023.

Em março, a marca alcançou 13,7% de participação no segmento de SUVs com 8.907 veículos emplacados, com 5,1% de market share no mercado total.

Jeep Renegade

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Honda CB 650R e CBR 650R 2024: novas opções de cores e acabamento definem a nova versão da naked e da esportiva

A Honda marcou o mundo da motocicleta com a primeira tetracilíndrica produzida em grande escala, a CB 750 Four, apresentada no Salão de Tóquio de 1968.

Desde então, nunca faltaram modelos Honda equipados com a arquitetura “in-line four” no lineup da marca, com capacidades que variaram dos 249 cc da CBR 250RR de 1990 até os 1.284 cc da CB 1300 Super Four.

As Honda de 650cc chegaram ao país em 2014 com a CB 650F e CBR 650F. Em 2020 elas deram lugar para uma nova proposta que aliava modernidade e um conceito inovador.

A Naked CB 650R conciliava o design minimalista com elegância e agressividade, enquanto a CBR 650R trazia a identidade de superesportiva seguindo o conceito “Total Control” herdado da Fireblade. 

Desde então, nada menos do que 25 mil motocicletas desta família saíram das linhas de produção da fábrica da Honda em Manaus, AM.

A cifra respeitável indica tanto o fascínio dos brasileiros pelos “quatro em linha” como a capacidade tecnológica da planta situada na capital amazonense.

Uma vez que as CB 650R e CBR 650R 2024 em nada se diferenciam destes mesmos modelos comercializados em diferentes mercados como o norte-americano, europeu ou asiático.

Para a versão 2024 os modelos se caracterizam por novas cores e acabamentos.

A naked CB 650R, fiel ao estilo Neo Sports Café introduzido pela CB 1000R, será oferecida na nova opção de cor Laranja Perolizado, além da Vermelho Perolizado e Cinza Fosco.

Outra novidade diz respeito a cor do motor, rodas e suspensão dianteira, agora integralmente pretos.

O mesmo se dá com a esportiva CBR 650R, que terá opção a inédita Branco Perolizado, além da Vermelho.

Uma característica marcante destas motocicletas é a especial atenção dada para a ergonomia.

Na CB 650R a triangulação entre guidão plano, pedaleiras e assento bipartido determinam uma posição de pilotagem típica nas naked.

Isso é ideal para trechos urbanos ou estradinhas sinuosas, enquanto na CBR 650R os semi-guidões, mais baixos, assim como a presença da carenagem, direcionam a versão para um uso rodoviário e eventuais sessões em pista nos track-days.

Mesmo assim, a grande versatilidade de CB e CBR 650R é um traço comum, sendo modelos adequados a uma ampla gama de usos.

 

 

 

 

 

Em ambas a mais recente tecnologia está presente: a iluminação é full-LED e o painel digital, tipo blackout, oferece excelente visibilidade e variedade de informações, com destaque para a shift-light configurável, que alerta para o momento adequado para troca de marcha.

Outro dispositivo importante das CB650R e CBR 650R é o ESS – Emergency Stop Signal, que ativa de modo automático as setas traseiras em caso de frenagem brusca.    

O motor da CB e CBR 650R 2024 traz especificações inalteradas: tetracilindro DOHC arrefecido a líquido, câmbio de seis marchas com embreagem assistida, deslizante e sistema HSTC – Honda Selectable Torque Control.

A potência máxima é de 88,4 cv a 11.500 rpm, o torque máximo 6,13 kgf.m a 8.000 rpm. 

A parte ciclística também não recebeu modificações: chassi tubular de aço tipo Diamond com suspensão Showa SFF (Separated Function Fork) invertida à frente.

Enquanto na traseira a balança de suspensão é vinculada ao conjunto mola-amortecedor regulável na pré-carga da mola em sete posições. 

 

 

 

 

 

Os freios a disco dianteiros são do tipo flutuante, com sistema ABS de dois canais que atua nos cálipers de quatro pistões de fixação radial.

O freio a disco traseiro tem cáliper de pinça simples. As rodas de liga-leve são calçadas com pneus 120/70-ZR17 à frente e 180/55-ZR17 atrás.

disponibilidade das CB 650R e CBR 650R na rede de concessionários Honda está prevista para dezembro

A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem e com a comodidade do Honda Assistance, que garante assistência 24 horas no Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai, e Uruguai.

 

 

 

 

 

Versões, Preços e Cores da Linha Honda 2024:
  • CB 650R: R$ 52.590,00 (laranja perolizado, vermelho perolizado e cinza fosco)
  • CBR 650R: R$ 55.360,00 (branco perolizado e vermelho)

 

 

 

 

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SERES assina protocolo de venda de 50.000 veículos de novas energias na América Latina até 2026

O Grupo SERES pretende vender 50.000 veículos de novas energias na América Latina nos próximos três anos.

O protocolo foi assinado na quarta-feira (25) em São Paulo na presença dos senhores Hu Henghua, prefeito da cidade de Chongqing, Lan Qinghua, Diretor Geral da Comissão Municipal de Economia e Tecnologia de Informação de Chongqing e John Zhang, presidente do Grupo SERES.

Também contou com a presença de Sérgio Lucas, presidente da SERES Brasil, de autoridades chinesas e brasileiras e de executivos da SERES do Brasil, Chile, Equador, Peru e Uruguai.

“A assinatura deste protocolo é um marco na entrada da SERES na América Latina. É uma empresa que tem a produção de veículos de novas energias como negócio principal, e o Brasil teve aumento de 76% na venda desse tipo de veículo. Estamos trazendo uma experiência diferenciada e vamos lançar novos modelos SERES e DFSK”, afirmou o Sr. John Zhang, presidente do Grupo SERES.

Autoridades e executivos da SERES durante a assinatura do protocolo

“Estamos entusiasmados com as perspectivas da SERES no Brasil. O mercado de veículos de nova energia vem crescendo e os produtos da SERES são uma ótima solução para as condições brasileiras”, falou Sérgio Lucas, presidente da SERES Brasil.

Arthur Marcial, diretor do Conselho da SERES Brasil, José Augusto Brandimarti, chefe de operações, e Lauro Roberto Campana, chefe de produto, também assinaram o protocolo, que inclui um acordo de cooperação de desenvolvimento de tecnologia automobilística com novos parceiros.

Sr. Lan Qinghua e sr. Sérgio Lucas

“Estou muito feliz por estar no Brasil. A SERES é uma empresa de alta tecnologia, com seis fábricas na China e presente em mais de 70 países. É a marca de veículos de nova energia que mais cresce na China”, discursou Sr. Lan Qinghua, Diretor Geral da Comissão Municipal de Economia e Tecnologia de Informação, em nome das autoridades de Chongqing.

A SERES está na lista das 500 maiores empresas da China e exporta seus produtos para a Europa, Ásia, Estados Unidos e América Latina.

No Brasil, a SERES atua neste momento com uma matriz em Alphaville (Barueri) e um showroom na Avenida Europa.

Em breve, serão anunciados os planos de expansão da marca  no País.

SERES 5, SERES 7 e SERES 3 na entrada do Hotel Renaissance, em São Paulo

Autoridades brasileiras e chinesas e executivos da SERES na América Latina

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Brasil sedia a cerimônia de lançamento da marca SERES na América do Sul

A SERES aprofunda os alicerces de sua presença na América do Sul.

Na última quarta-feira (25 de outubro), aconteceu em São Paulo a cerimônia de lançamento da marca no continente.

Estavam presentes o prefeito de Chongqing, Sr. Hu Henghua, o presidente do Grupo SERES, Sr. John Zhang, autoridades chinesas, executivos da matriz da SERES e dos importadores do Brasil, Uruguai, Chile, Colômbia, Peru e Equador.

John Zhang, presidente do Grupo SERES

O documento assinado é o Acordo de Cooperação Estratégica para Veículos Elétricos e prevê a participação da SERES Brasil no desenvolvimento de novos produtos, adequando-os às necessidades do mercado brasileiro.

O acordo prevê uma série de ações conjuntas entre o Grupo SERES e os importadores sul-americanos, de maneira a ampliar continuamente a presença da marca no continente.

“Estamos muito contentes por sediar esta cerimônia. O fato de ela acontecer em São Paulo tem um significado muito grande para a SERES Brasil. A assinatura destes protocolos demonstra a confiança da matriz da SERES no mercado sul-americano e abre perspectivas muito promissoras para o futuro”, afirma José Augusto Brandimarti, Chefe de Operações da SERES Brasil.

A SERES Brasil já está operando em regime de soft-opening em sua nova matriz (instalações completas, com showroom e assistência técnica) na Avenida Tucunaré, 790, no bairro de Alphaville, em Barueri. 

O showroom de São Paulo (Avenida Europa, 110) está recebendo os últimos trabalhos de infra-estrutura e começará a atender aos clientes no fim de outubro.

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Honda CRF 1100L Africa Twin 2024: nova cor com grafismos atualizados na mais versátil das big trail

Trinta anos atrás surgiu a primeira Honda Africa Twin, a XRV 650, que logo evoluiu para versões de 750 cc que elevaram o padrão das big trail à época.

 Em todas elas, o exato balanceamento entre pesopotência e dimensões foi a característica marcante.

Com a chegada da CRF 1000L em 2017, a Honda retomou o uso do nome Africa Twin, devolvendo ao segmento big trail uma receita de equilíbrio.

A novidade estabeleceu um elevado padrão tecnológico, grande versatilidade e maneabilidade no segmento.  

Agora, na versão 2024 das Honda CRF 1100L Africa Twin, toda a bagagem histórica do modelo está presente.

Qualidades excepcionais determinam superioridade técnica e uma exclusiva oferta de duas versões, diferenciadas basicamente pela dimensão do tanque de combustível, com 18,8 litros na versão normal e 24,8 litros na Adventure Sports.

Em todas há possibilidade de optar entre o câmbio convencional ou o câmbio DCT (Dual Clutch Transmission).

Esse é um diferencial que coloca as CRF 1100L Africa Twin em patamar único no segmento, tanto pela exclusividade do DCT como pela capacidade de atender clientes de demandas distintas.

Desde sua introdução no mercado brasileiro, 5 mil Africa Twin chegaram às ruas, cifra que cresceu exponencialmente a partir de meados de 2021, com a chegada da nova geração equipada com motor de 1.084 cc e opção de câmbio DCT.

Nos primeiros nove meses de 2023, os emplacamentos da CRF 1100L Africa Twin no país cresceram cerca de 40% em relação à média mensal verificada no ano anterior.

Este significativo incremento pode ser atribuído, em boa parte, à nacionalização do câmbio DCT, que desde o início de 2023 é montado em Manaus, tornando o Brasil o primeiro país no mundo a produzir a tecnologia fora do Japão. 

Dotada de comando do acelerador TBC – Throttle By Wire, a CRF 1100L Africa Twin se vale de uma plataforma inercial IMU (Inertial Measurement Unit) de seis eixos, responsável pela gestão do sistema HSTC (Honda Selectable Torque Control) e dos Riding Modes – TOUR, URBAN, GRAVEL e OFFROAD, além do USER 1 e 2, personalizáveis.

motor bicilíndrico paralelo SOHC tem 8 válvulas acionadas pelo comando Unicam.

Arrefecido a líquido, a potência máxima é de 99,3 cv a 7.500 rpm de potência com 10,5 kgfm de torque a 6.000 rpm.

O sistema de lubrificação é forçada por bomba trocoida e a alimentação por injeção eletrônica PGM-FI.

As Africa Twin com transmissão convencional tem câmbio de seis marchas com embreagem deslizante.

Nas Africa Twin com DCT a embreagem é dupla e as marchas também são seis, com acionamento automático ou por teclas no punho esquerdo.

 

 

 

 

 

O chassi de tubos de aço tem arquitetura berço semi-duplo, com sub-chassi de alumínio.

A suspensão dianteira Showa invertida permite curso de 230 mm para a roda e conta com tubos de 45 mmØ, sendo ajustável na pré-carga da mola, extensão e compressão.

O conjunto mola-amortecedor traseiro tem ajuste de pré-carga da mola, extensão e compressão.

Vinculada ao sistema Pro-Link, a balança de suspensão de alumínio dá à roda curso de 220 mm. 

Na versão Adventure Sports ES as suspensões tem controle eletrônico Showa EERATM que ajustam em tempo real o amortecimento.

Quanto aos freios, a função Cornering ABS aprimora o comportamento do sistema em curvas. O disco dianteiro tipo wave de 310 mmØ tem cálipers Nissin de quatro pistões e montagem radial.

O disco traseiro, também de tipo wave, com 256 mmØ, tem cáliper de pistão simples.

As rodas de todas as versões da Africa Twin são raiadas com aros de alumínio, dianteira com 21 polegadas e pneu medida 90/90-21M/C, traseira aro 18″ e pneu medida 150/70B.

Nas versões Adventure Sports os pneus são do tipo Tubless.

O peso em ordem de marcha da CRF 1100L Africa Twin é de 206 kg a seco, a versão Adventure Sports pesa 215 kg a seco.

Em ambas versões, o câmbio DCT acrescenta 10 kg ao peso total.

A refinada ergonomia é destaque nas Africa Twin, e especial atenção foi dedicada a preservar a porção anterior do banco (regulável em altura) o mais estreita possível, facilitando o apoio dos pés no solo em manobras de estacionamento.

A rica dotação destinada informar e auxiliar o piloto na gestão da motocicleta é outro ponto alto, e neste aspecto é relevante mencionar o painel MID (Multi Information Display), com tela TFT de 6,5 polegadas colorida touchscreen, que possibilita o controle dos Riding Modes.

Equipamento padrão das Africa Twin são o Apple CarPlay e Android Auto, idem o sistema ESS (Emergency Stop Signal) e o cruise control.

A iluminação é full LED, com indicadores de direção de desativação automática. 

Exclusividade da versão CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports é o para-brisa mais alto e protetivo, regulável em cinco posições.

 

 

 

 

 

 

 

Para o modelo 2024, a CRF 1100L Africa Twin e CRF 1100L Africa Twin DCT ganham a cor Azul Metálico Glint Wave, além da Preto Fosco Matt Ballistic. 

A versão Adventure Sports será oferecida na Branco Perolizado Pearl Glare. disponibilidade na rede de concessionários Honda está prevista para novembro. 

A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem e com a comodidade do Honda Assistance, que garante assistência 24 horas no Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai, e Uruguai.

 Versões, Preços sugeridos (base DF) e Cores disponíveis para a Linha Honda Africa Twin 2024:
  • CRF 1100L Africa Twin (Azul Metálico Glint Wave e Preto Fosco Matt Ballistic): R$ 81.110,00
  • CRF 1100L Africa Twin DCT (Azul Metálico Glint Wave e Preto Fosco Matt Ballistic): R$ 88.100,00
  • CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES (Branco Perolizado Pearl Glare): R$ 102.130,00
  • CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES DCT (Branco Perolizado Pearl Glare): R$ 109.130,00

 

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Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP ganha nova opção de cor em sua versão 2024

A Honda anuncia a chegada da versão 2024 do modelo CBR 1000RR-R Fireblade ao mercado. 

Desenvolvida pela HRC (Honda Racing Corporation), divisão dedicada a criação das motocicletas de alta performance, a principal novidade é a introdução de mais uma opção de cor Preta (Mat Pearl Morion Black).

Ela contrasta radicalmente com as Fireblade já disponíveis: a Vermelho Grand Prix, inspirada no visual das máquinas da equipe oficial Honda no Mundial de Superbike, e a “30th Anniversary Edition”, com grafismos em fundo branco perolizado, como na Fireblade pioneira de 1992.

Combinar vermelho com azul e branco, as tradicionais “cores Honda”, sempre remete à inigualável história de sucesso da marca nas pistas, a maior vencedora em todas as categorias do motociclismo.

O preto fosco alternado ao preto brilhante, grafismos mínimos em prata e dourado e elementos impactantes como rodas e suspensão dianteira douradas se mesclam ao cinza-titânio da ponteira de escape Akrapovic.

Tal fórmula garante a esta nova opção da Fireblade um ineditismo e exclusividade notável, com resultado estético que se destaca.

Neste conjunto os logos HRC na carenagem frontal e o “badge” Honda em fundo vermelho aplicado ao tanque, elemento exclusivo de modelos de alta performance/tecnologia que são classificadas como flagship, ganham ainda mais destaque, e definem uma das mais atraentes versões de Fireblade jamais produzidas.

No âmbito técnico, a nova opção de cor segue receita idêntica à das Fireblade lançadas no início do ano, aplicando a mais atual tecnologia Honda ao conceito “Total Control”.

Que foi inaugurado com a pioneira das Fireblade de 1992, cuja filosofia em síntese é a de exaltar a extrema maneabilidade e facilidade de pilotagem, visando a performance superior em pista.

O motor tetracilíndrico em linha da Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP oferece 216,2 cv de potência a 14.500rpm e torque de 11,5 kgf.m a 12.500 rpm.

Tal motor tem pistões de alumínio forjado com bielas de titânio e uma arquitetura que privilegia baixo peso e dimensões compactas, qualidade que permite um posicionamento ideal no chassi, o que favorece a obtenção de um centro de gravidade ideal e consequente equilíbrio.

O extensivo uso da eletrônica é evidenciado por sistemas como o controle de tração HSTC – Honda Selectable Torque Control, o acelerador eletrônico TBW – Throttle By Wire, e os decorrentes Riding Modes que regulam os quatro parâmetros: potência (P), freio-motor (EB) e atuação do anti-wheelie (W) e HSTC (T).

Launch-control regulável e o Quickshifter, complementam a sofisticação técnica do motor da Fireblade SP.

O chassi em alumínio de arquitetura Diamond também recebe acabamento em preto fosco, e está vinculado a um requintado aparato de suspensões: atrás o conjunto mola-amortecedor Öhlins TTX36 Smart-EC, totalmente regulável, atua em um braço oscilante de alumínio, cujo desenho foi inspirado na Honda RC 213V da MotoGP.

A suspensão dianteira invertida é uma Öhlins NPX com tubos de 43 mmØ, dotada de sistema Öhlins S-EC – Semi active Electronic Control.

Os freios tem discos dianteiros de 330 mmØ com cálipers Brembo Stylema de quatro pistões e traseiro por disco simples de 220 mmØ.

O moderno sistema ABS permite configuração nos modos Circuito (pista) e Esportivo.

 

 

 

 

 

A plataforma inercial IMU (Inertial Measurement Unit) de seis eixos monitora os parâmetros dinâmicos da Fireblade, ajustando em tempo real os diversos dispositivos destinados ao controle.

Tudo isso incluindo os três níveis do amortecedor de direção eletrônico HESD – Honda Electronic Steering Damper, e o sistema que reduz a tendência da roda traseira se levantar do solo em frenagens.

Destaque em termos estéticos e práticos é o atraente desenho da carenagem, cuja eficiência aerodinâmica recorre à aletas laterais para elevar a carga aerodinâmica vertical descendente, o “downforce”.

Obtendo assim maior estabilidade em alta velocidade, capacidade de aceleração em saída de curvas e controle superior em rápidas mudanças de direção e frenagens extremas.

O cockpit conta com painel de tela TFT de 5 polegadas totalmente personalizável por comando situado no punho esquerdo.

O sistema Smart-Key, a chave presencial, é outro detalhe de praticidade da Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP.

A perfeita ergonomia para uso em pista complementa o modelo que é um verdadeiro “cartão de visitas” tecnológico da maior fabricante de motocicletas do planeta.

A Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP 2024 Preta (Meat estará disponível nas concessionárias Honda Dream a partir de novembro.

A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem e com a comodidade do Honda Assistance que garante assistência 24 horas no Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai, e Uruguai. 

O preço sugerido (base São Paulo-SP) é de R$ 193.500,00 nas cores Preta (Mat Pearl Morion Black) e Vermelha (Grand Prix) e R$ 198.500,00 na versão Branca (Pear Glare – 30th Anniversary Edition).

 

 

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Força, charme e constante renovação: os conceitos da Citroën que se aplicam também às mulheres que fazem a sua história

Ainda é comum – embora não devesse ser – ouvir de algumas pessoas que determinado veículo é um “carro de mulher” por conta do seu design ou de seu apelo familiar.

No entanto, no caso da Citroën, muitos outros fatores já foram pensados e aplicados por e para mulheres, sejam as consumidoras ou colaboradoras da marca, há mais de um século. 

Nos anos 1910 e 1920, uma época em que direitos ainda demandavam uma luta intensa para serem conquistados, André Citroën, fundador da marca e responsável por importantes renovações até hoje reconhecidas e aplicadas na produção de veículos por todo o mundo, teve ideais feministas à frente de seu tempo.  

Em 1915, André Citroën foi o primeiro empregador na França a pagar o décimo terceiro salário, além de incluir a mão-de-obra feminina em uma indústria majoritariamente masculina.

Montou ainda serviços sociais inéditos, como cantinas e creches para as colaboradoras que tinham filhos, e destinou uma espécie de bônus para as que estavam no período pós-parto.

Tudo para dar mais conforto e comodidade às mulheres, que eram maioria no seu quadro de funcionários, já que muitos homens estavam nas trincheiras por conta da Primeira Guerra Mundial. 

Nos últimos meses da guerra, a fábrica empregava mais de 12 mil pessoas.

No entanto, ainda por conta do conflito, era comum que Citroën recebesse visitantes estrangeiros na planta.

Muitos contatos estratégicos foram firmados e o executivo não só optou que esses intercâmbios permanecessem após a restauração da paz como criou um grupo de melhorias nas condições de trabalho, denominado Círculo Sindical Interaliado, com a seguinte condição: que as mulheres fossem admitidas nele. 

Já em 1922, André Citroën seguiu ousando e apresentou, no Salão do Automóvel de Paris, uma de suas criações voltadas para as mulheres: o Citroën 5CV, também conhecido como “Petit Citron”.

Naquelas primeiras décadas do século XX, os carros eram projetados quase que exclusivamente para os homens, sem se preocupar com os desejos de outros públicos.

Mais ainda: uma época em que as mulheres não tinham os mesmos direitos que os homens, e poucas possuíam carteira de motorista. 

Pensando nas mulheres e em uma geração mais jovem que nunca teve a possibilidade de ter o seu próprio carro, o fundador da marca criou um modelo acessível e que fugisse do comum.

O resultado foi o primeiro carro popular produzido em grande escala na Europa, lançado em cores vivas e alegres.

Citroën 5 CV

Leve e ágil, o 5CV tinha manutenção e uso do dia a dia simples.

Seus pneus redesenhados tornavam a condução mais suave e o pedal do freio tinha acionamento progressivo e leve, isso em uma época em que os modelos eram muito mais rústicos.  

Outro exemplo de modelo que se destacou no gosto feminino foi o Novo Citroën C5 X, eleito o MELHOR CARRO FAMILIAR 2023 no Prêmio Women’s World Car of the Year.

Entre tantos atributos, os jurados destacaram que o modelo oferece um conforto excepcional, bom espaço interno e design atraente. 

Em março, a Stellantis, grupo ao qual pertence a Citroën, adotou os Princípios de Empoderamento das Mulheres das Nações Unidas (WEP), significando um compromisso global com a igualdade de gênero.

Até 2030, mais de 35% de seus cargos de liderança deverão ser ocupados por mulheres. 

Também no ano passado, foi criado o Women of Stellantis, o primeiro grupo de afinidade global da empresa e que, na região, é liderado por Vanessa Castanho, Vice-Presidente da Citroën para a América do Sul. 

Vanessa Castanho, Vice-Presidente da Citroën para a América do Sul

Vanessa, que entrou na Citroën em maio de 2020, é a primeira mulher a dirigir a marca no continente.

Hoje, além de Brasil e Argentina, estão sob sua responsabilidade, as operações da marca na Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai. 

Formada em Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior e com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Vanessa já soma mais de 25 anos de experiência no setor automotivo.

Ocupando diversas funções executivas sênior em atividades de Vendas, Marketing, Produto, Relações Governamentais e Desenvolvimento de Negócio.  

Seguindo cada vez mais firme na jornada de Diversidade & Inclusão, o Women of Stellantis representa e apoia cerca de 3 mil integrantes e aliados atuais em 26 países.

O objetivo do grupo é principalmente ampliar os esforços da empresa em melhorar a representação e o avanço das mulheres, dando às colaboradoras a oportunidade de participarem ativamente das estratégias de negócios e de produtos da empresa.

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Polo Automotivo de Goiana alcança a marca de 1,5 milhão de veículos produzidos em Pernambuco

O Polo Automotivo Stellantis de Goiana, em Pernambuco, acaba de alcançar a marca de 1,5 milhão de veículos produzidos.

O modelo que marcou essa grande conquista foi a picape Rampage, da marca Ram, quinto veículo a ser produzido na planta.

O Polo Automotivo produz cinco modelos de destaque no mercado: os Jeep Renegade, Compass e Commander, a picape Fiat Toro e, agora, a picape Rampage.

Referência no setor automotivo, o Polo Automotivo Stellantis de Goiana é um dos projetos de industrialização mais bem sucedidos do Brasil, devido à localização da cadeia de suprimentos e capacitação da mão de obra da região em que está instalado.

“Esse marco de 1,5 milhão de unidades produzidas é resultado dos investimentos em inovação e tecnologia e do esforço contínuo na qualificação de mão de obra. Esses são os diferenciais do Polo Stellantis de Goiana. Esse sucesso nos estimula a continuar evoluindo na busca em excelência e qualidade, investindo no desenvolvimento de produtos, na melhoria de processos e, principalmente, nas pessoas”, comemora Jasson Azevedo, plant manager do Polo Automotivo.

Inaugurado em 2015, o Polo de Goiana foi implantado com um investimento inicial de R$ 11 bilhões.

Em 2018 teve início um ciclo adicional de investimentos, que prevê um aporte de R$ 7,5 bilhões até 2025, em desenvolvimento de produtos, Pesquisa & Desenvolvimento, sistemas de produção e capacitação de pessoas. Assim, os investimentos totalizam R$ 18,5 bilhões.

A capacidade de produção é de 280 mil veículos por ano.

Além de abastecer o mercado nacional, o Polo exporta para a Argentina, Chile e México, entre outros países da América Latina.

Desde sua inauguração, já foram exportadas mais de 200 mil unidades.

O Polo se caracteriza também pela localização de fornecedores, reunindo em um mesmo perímetro industrial uma planta de produção de automóveis e um Parque de Fornecedores com 18 empresas, ocupando uma área construída total de 530 mil metros quadrados.

Atualmente, são 38 fornecedores instalados em Pernambuco e há negociações em curso para a ampliação da cadeia de suprimentos na região Nordeste.

As atividades do Polo da Stellantis em Goiana se expandem para além da produção, abrangendo unidades de pesquisa e desenvolvimento, como o Centro de Projetos, Centro de Software e o Campo de Provas, que é o maior laboratório automotivo a céu aberto do país.

Esta estrutura é parte do Ecossistema de Inovação da Stellantis, que incentiva o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, somando aos próprios recursos a inteligência e as competências de fornecedores, universidades, órgãos de governo e centros de pesquisa e desenvolvimento. 

O Polo em Pernambuco será um protagonista na alocação das novas tecnologias híbridas e elétricas que a Stellantis está desenvolvendo no país.

As três plataformas da família Bio-Hybrid são baseadas em tecnologias diferentes, que apresentam distintos graus de combinação de propulsão térmica flexfuel com eletricidade.

Cada uma destas tecnologias tem sua aplicação específica e, juntas, tornam a eletrificação acessível a amplas faixas de mercado.

As plataformas Bio-Hybrid e BEV (Battery Electric Vehicle) são parte da estratégia global de descarbonização da mobilidade concebida pela Stellantis no plano estratégico Dare Forward 2030.

Este prevê a descarbonização total das operações e produtos da empresa até 2038, e uma redução de 50% das emissões de CO2 já em 2030.

As novas tecnologias estarão disponíveis já a partir do próximo ano.

Desenvolvimento socioeconômico

O Polo Automotivo de Goiana é um importante vetor de transformação socioeconômica da região desde o início do projeto, com a utilização predominante de mão de obra local e investimentos em capacitação profissional.

Hoje, 85% dos trabalhadores são pernambucanos, principalmente residentes no entorno da fábrica.

A planta automotiva e o Parque de Fornecedores empregam 14,7 mil trabalhadores, enquanto ao longo da cadeira produtiva são gerados cerca de 60 mil empregos diretos e indiretos.

De acordo com um estudo realizado pela Ceplan (Consultoria Econômica e Planejamento), desde o processo de instalação do Parque Industrial, Goiana vem apresentando anualmente ganhos de participação na economia de Pernambuco.

O município saiu da 13ª posição em 2010, com 0,83% do PIB estadual, para a 4ª posição em 2019, chegando a 5,17% do PIB pernambucano.

Ainda em relação ao PIB, o índice estadual cresceu, entre 2015 e 2019, a uma média de 0,5% por ano.

Enquanto isso, a área de influência do Polo, formada por 13 municípios, teve taxa anual de crescimento de 6,3%.

Além disso, a instalação do projeto contribuiu também para a redução da criminalidade em 40% e a redução da evasão escolar.

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Honda CB 1000R 2024: novas cores para as versões CB 1000R e CB 1000R Black Edition

A CB 1000R surgiu em 2019 introduzindo o conceito Neo Sport Café, que juntou um design minimalista a um desempenho de referência em seu segmento.

A reconhecida potência de seu motor, 142,8 cv com 10,2 kgf.m de torque, a ciclística dotada de elementos com padrão digno de superesportivas e o baixo peso final, de apenas 200 kg a seco, fazem dela uma motocicleta imbatível em maneabilidade.

Ela supera as expectativas de uma clientela de motociclistas experientes, atentos não apenas ao visual extremo, mas também à performance global.

 

 

 

 

 

 

Para 2024, o modelo continuará sendo comercializada em duas versões, a CB 1000R nas cores Vermelho Metálico e inédita Preto Fosco.

E a versão CB 1000R Black Edition, que chega na versão exclusiva e também inédita cor Azul Fosco. 

Tecnicamente, a Black Edition se diferencia por trazer o sistema quickshifter, que permite mudanças de marchas mais rápidas sem necessidade do acionamento da alavanca de embreagem.

No visual, a versão Black Edition se vale de uma verdadeira customização de fábrica, com extenso uso do preto nas rodas, balança de suspensão e tubos internos da suspensão dianteira.

Além de todo o sistema de escape, apoio do guidão, farol, molduras do radiador, tampas laterais e subchassi.

O mencionado desempenho dinâmico de referência não se deve apenas à alta potência, elevado torque e baixo peso: os técnicos privilegiaram a entrega do torque na faixa de rotação entre 6.000 e 8.000 rpm.

Isso faz com que o motor da CB 1000R ofereça uma “pegada” que transforma a pilotagem, feita de acelerações rápidas e retomadas de velocidade sem o uso intensivo do câmbio.

Dotada de três modos de pilotagem padrão mais um personalizável, a CB 1000R oferece a possibilidade de selecionar diferentes níveis de potência, freio-motor e intervenção do controle de tração HSTC – Honda Selectable Torque Control.

 

 

 

 

 

 

Acopladas ao chassi monotrave tipo Diamond de aço estão suspensões amplamente reguláveis, dianteira invertida e traseira monobraço.

A frenagem com sistema ABS de dois canais tem cálipers de freio com montagem radial que agem sobre discos flutuantes de 310 mm de diâmetro à frente.

Atrás, o disco de 256 mm de diâmetro tem cáliper de dois pistões. As rodas de alumínio fundido calçam pneus 120/70 ZR17 e 190/55 ZR17.

 

 

 

 

 

 

Ambas versões da Honda CB 1000R contam com o exclusivo sistema HSVC – Honda Smartphone Voice Control.

Ele permite ao condutor conectar o smartphone por meio do App Honda RoadSync e atuar no sistema através de botões posicionados do punho esquerdo do guidão.

Sob o banco, uma porta USB permite recarga do smartphone.

O painel tem display TFT a cores de alta visibilidade, com quatro tipos de visualização da velocidade e rotação do motor, selecionáveis.

Idem com relação à indicação do nível/consumo de combustível, seleção do modo de pilotagem/parâmetros do motor e indicador de marcha.

A gestão de preferências se dá por botões no punho esquerdo do guidão.

Uma linha de acessórios dedicados para as CB 1000R está disponível nas Concessionárias Honda, permitindo assim uma personalização mais apurada da naked nº1 do segmento.

As Honda CB 1000R e Honda CB 1000R Black Edition tem garantia de três anos e é sem limite de quilometragem.

Além do Honda Assistance (assistência 24 horas válida em todo o território nacional, além de Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai) durante o período que durar a garantia.

A chegada às concessionárias de todo o Brasil esta prevista para outubro, com preço público sugerido base São Paulo-SP (que não inclui despesas com frete ou seguro).

Versões e Preços da Honda CB 1000R 2024:
  • Honda CB 1000R: R$ 78.870,00
  • Honda CB 1000R Black Edition: R$ 87.730,00

 

 

 

 

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