Toyota anuncia plano de investimentos no Brasil de R$ 11 bilhões até 2030

O CEO da Toyota para a América Latina e Caribe, Rafael Chang, confirma nesta data o anúncio mais importante dos 66 anos de história da Toyota no Brasil: o plano de investimentos de R$ 11 bilhões no país até 2030.

O aporte ampliará a capacidade de produção de veículos e motores, com a introdução de novos modelos equipados com a inovadora e pioneira tecnologia híbrida flex da marca.

Tudo isso visando consolidar as operações industriais da fabricante e manter seu protagonismo e liderança no país em eletrificação e exportações.

Esses investimentos foram viabilizados por iniciativas favoráveis implementadas pelo Estado de São Paulo, que contribuíram substancialmente para a promoção da competitividade e da previsibilidade das atividades do setor industrial. 

Desse montante, R$ 5 bilhões já estão confirmados até 2026 e incluem a produção de um novo veículo compacto híbrido flex, já anunciado no ano passado e com previsão de produção para 2025.

Além da produção de outro modelo com a mesma tecnologia, desenvolvido especialmente para o Brasil. Ambos serão revelados oportunamente.

Tais iniciativas reforçam a já robusta oferta de produtos eletrificados Toyota de fabricação local, em plena consonância com as diretrizes das políticas Nova Indústria Brasil e Mover, recentemente apresentadas pelo Governo Federal.

“A Toyota está presente no Brasil há 66 anos, investindo continuamente em tecnologia e inovação para oferecer as melhores soluções e atender às necessidades dos consumidores. Um exemplo desse comprometimento foi o pioneirismo no desenvolvimento da tecnologia híbrida flex no país. Estamos muito satisfeitos em poder ampliar nossa produção local, exportar para toda a região e assim gerar e distribuir mais valor para toda a sociedade, em forma de empregos e desenvolvimento econômico”, afirma Rafael Chang, CEO da Toyota para a América Latina e Caribe.

Os novos investimentos viabilizarão a expansão do parque fabril da empresa em Sorocaba (SP), que atualmente funciona a plena capacidade, uma consequência direta da elevada procura, no mercado nacional e internacional, por veículos eletrificados produzidos no país.

Para efetivar essa significativa expansão da capacidade produtiva, será necessário construir novas instalações no local, para as quais serão transferidas as operações produtivas de Indaiatuba (SP).

Isto ocorrerá de forma gradual, a partir de meados de 2025, com conclusão prevista para o final de 2026.

É importante ressaltar que esse movimento visa a manutenção de 100% dos empregos e a criação de 500 novos postos de trabalho na planta de Sorocaba, com o objetivo de apoiar o crescimento da capacidade produtiva.

As contratações terão início em meados de 2026 e, até 2030, deverão alcançar 2 mil novos empregos diretos. Somando-se aos empregos indiretos, essa iniciativa pode representar aproximadamente 10 mil postos de trabalho na cadeia produtiva.

O aumento da capacidade de produção e a introdução de novos modelos eletrificados possibilitarão a localização adicional de peças, componentes e sistemas de alta tecnologia, contribuindo para o adensamento da cadeia produtiva local.

Como resultado, espera-se uma efetiva atração de investimentos para o desenvolvimento de novas tecnologias e fornecedores. 

“Nossos investimentos vão promover o desenvolvimento da cadeia de fornecedores de componentes para veículos eletrificados, apoiando assim o processo de descarbonização da mobilidade no país e em toda a região da América Latina”, afirma Evandro Maggio, Presidente da Toyota do Brasil.

No caso da Toyota do Brasil, o processo de aumento da localização será iniciado com a montagem do motor do sistema híbrido em 2025, na planta de Porto Feliz (SP).

Como próximo passo, a montagem de baterias será realizada na fábrica de Sorocaba a partir de 2026, para equipar os veículos híbridos já produzidos localmente. Isso resultará no aumento do valor agregado e do conteúdo local.

A Toyota investiu intensivamente no Brasil nos últimos anos e tem planos ambiciosos para acelerar ainda mais suas operações no país.

O foco principal é impulsionar a descarbonização por meio de novas tecnologias de eletrificação adaptadas ao contexto local e às necessidades dos clientes.

Além disso, a empresa busca desafiar-se a conquistar novos mercados, indo além dos 22 países para os quais já exporta, posição que a consolida como a maior empresa exportadora de automóveis do Brasil.

 

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VW mais que dobra investimentos para R$ 16 bilhões e lançará 16 carros

A Volkswagen é a marca de automóveis que mais cresce, mais investe e mais confia no Brasil. Prova disso é que a Volkswagen mais que dobra o valor de seus investimentos para R$ 16 bilhões.

Ao atual aporte de investimentos de R$ 7 bilhões na América Latina, de 2022 a 2026, somam-se agora mais R$ 9 bilhões, de 2026 a 2028.

Com o aporte adicional, a Volkswagen se torna a montadora com o maior investimento no Brasil no período pós-pandemia.

A Volkswagen do Brasil lançará 16 novos veículos até 2028, incluindo modelos híbridos, 100% elétricos e Total Flex.

No primeiro momento, o novo aporte contempla o desenvolvimento e a produção de projetos inovadores e com foco em descarbonização para as 4 fábricas da Volkswagen do Brasil: são 4 novos veículos, sendo uma pick-up, 1 novo motor ainda mais inovador e eficiente para veículos híbridos e 1 nova plataforma inovadora, tecnológica, flexível e sustentável.

“A Volkswagen do Brasil tem consolidado uma trajetória de 70 anos de sucesso no país, sendo a marca que mais cresceu em volume de vendas em 2023 e líder nos segmentos mais importantes, de SUVs e carros de passeio, no Brasil no ano passado. A preferência dos consumidores é resultado dos nossos investimentos e da força da nossa ofensiva de produtos, oferecendo o portfólio mais completo do mercado. Agora, a Volkswagen reafirma sua confiança no Brasil e mais que dobra seus investimentos para R$ 16 bilhões. Vamos lançar 16 novos veículos até 2028, incluindo modelos híbridos, 100% elétricos e Total Flex. No primeiro momento, o novo aporte já contempla o desenvolvimento e a produção de projetos inovadores e com foco em descarbonização para as 4 fábricas da Volkswagen do Brasil. Assim, reforçamos o nosso compromisso com o país, com nossos clientes, concessionários, fornecedores e colaboradores”, afirma Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil.

Os novos investimentos anunciados pela Volkswagen do Brasil, totalizando R$ 16 bilhões, impulsionam o desenvolvimento de novas tecnologias ainda mais inovadoras e sustentáveis para a marca no país.

Inéditos no portfólio da Volkswagen do Brasil, os novos modelos serão fundamentais para impulsionar ainda mais a estratégia de descarbonização da marca na Região América do Sul, alinhada à estratégia global Way to Zero, que prevê a neutralidade de carbono em todas as unidades da Volkswagen no mundo, considerando produtos e processos.

Os novos projetos também marcam a chegada de uma nova plataforma no Brasil: o projeto MQB Hybrid.

O novo projeto MQB Hybrid da Volkswagen conta com uma nova arquitetura eletrônica que permite mais conectividade e oferece ainda mais segurança por meio da tecnologia de ADAS (Advanced Driver Assistance System).

Além disso, oferece ainda mais conforto e aumento do espaço interno.

Para impulsionar ainda mais a estratégia de eletrificação da marca no Brasil, os novos modelos eletrificados que chegarão nos próximos anos se somarão aos recém-lançados veículos 100% elétricos ID.4 e ID.Buzz (Kombi elétrica) já oferecidos no país pelo programa VW Sign & Drive desde o ano passado.

A nova ofensiva de produtos inclui 2 veículos inéditos a serem produzidos na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) será produzida uma pick-up inédita. A Volkswagen confirma que a pick-up Amarok continuará sendo produzida na fábrica de Pacheco, na Argentina.

A unidade da marca em Taubaté (SP) fabricará um automóvel inédito, 100% desenvolvido no Brasil.

A fábrica de motores da Volkswagen do Brasil, em São Carlos (SP), vai produzir um novo motor ainda mais inovador e eficiente para veículos híbridos.

Em 2023, a Volkswagen do Brasil concluiu a extensão do prazo até 2028 dos Acordos Coletivos vigentes com os Sindicatos de suas 4 fábricas no país com aprovação da maioria dos colaboradores em todas as plantas.

A conclusão dessa negociação foi fundamental para esses novos investimentos, veículos e sistemas de propulsão que serão desenvolvidos e produzidos pela marca no Brasil.

A Volkswagen do Brasil foi a marca que mais cresceu em volume de vendas (29,5%) no país em 2023. No ano em que completou 70 anos no País, a marca emplacou 345.039 unidades de janeiro e dezembro. 

O resultado positivo de vendas significa 15,8% de participação no mercado em 2023, com a vice-liderança consolidada, e aumento de 2,1 pontos percentuais em market share no acumulado do ano.

Preferido dos brasileiros, o Volkswagen Polo se consolidou em 2023 como o veículo de passeio mais vendido do país: foram 111.247 unidades emplacadas no ano passado. 

A Volkswagen do Brasil também foi líder entre os SUVs no Brasil em 2023, um segmento que representa mais de 45% do mercado nacional.

Sucesso absoluto para o T‑Cross, que foi o SUV mais vendido do Brasil em 2023, com 72.445 unidades emplacadas no ano.

Além disso, ano passado a marca também lançou 9 novos modelos: Polo GTS, Novo Virtus, Polo 1st Edition, Novo Polo Track, T‑Cross The Town, Saveiro 2024, Tiguan Allspace R-Line e os 100% elétricos ID.4 e ID. Buzz.

Volkswagen acelera em sua pauta ESG

Em nível global, a Volkswagen conta com a estratégia Way to Zero, com a meta de ser neutra em carbono em todas as suas unidades no mundo até 2050, em produtos e processos.

A Volkswagen também foi a primeira fabricante de automóveis do mundo a assinar o Acordo de Paris.

No Brasil, a pauta ESG também segue em evolução constante. A Volkswagen do Brasil foi a 1ª fabricante de veículos do país a conquistar o Certificado Lixo Zero multisites, em 2023.

Com suas cinco unidades do Brasil certificadas, a Volkswagen obteve nota média de 94%, acima da exigida pelo Instituto Lixo Zero Brasil. 

Em 2023 a Volkswagen recebeu o Certificado Internacional de Energia Renovável (I-REC) e também conquistou em 2023 o Selo Ouro em seu inventário de emissões atmosféricas GHG Protocol.

Em 2023, a Volkswagen também comemorou 20 anos da tecnologia Total Flex. O feito marcou uma mudança de paradigma na indústria, enquanto o Gol foi o primeiro carro a receber o motor Total Flex.

Mais de 8 milhões de veículos flexíveis Volkswagen já foram vendidos desde março 2003.

São 70 anos de sucesso da Volkswagen do Brasil, que segue com forte presença nos corações e nas garagens dos brasileiros. Os resultados são surpreendentes e muito mais está por vir. 

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Stellantis reforça seu investimento estratégico em produção de cobre na Argentina

Stellantis permanece firme no seu compromisso com a neutralidade de carbono anunciado no seu ambicioso plano Dare Foward 2030.

A Stellantis agora amplia sua participação acionária na McEwen Copper, uma subsidiária da mineradora canadense McEwen Mining, dona do projeto Los Azules na Argentina e do projeto Elder Creek na Nevada, EUA.

Com esta participação, Stellantis se mantém como a segunda maior acionista da McEwen Copper.

Los Azules está projetado para produzir 175.000 toneladas de cátodo de cobre por ano, com uma pureza de 99,9% e com recursos suficientes para garantir a operação por pelo menos 27 anos.

Este anúncio reforça a participação da América do Sul na implementação do plano estratégico de longo prazo Dare Foward 2030, comprometido com a liberdade da mobilidade do futuro, já que o cátodo de cobre é uma matéria-prima estratégica para a produção de veículos elétricos.

 

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GM reduz 35 toneladas de CO² por ano com transporte sustentável de peças

Como parte de sua estratégia de sustentabilidade, a GM iniciou recentemente um projeto que consiste no uso de caminhões elétricos e a gás.

Isso permitirá uma redução na emissão de aproximadamente 35 toneladas de CO² por ano.

Esses veículos circulam no Estado de São Paulo, em trajetos entre as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, o centro de distribuição de Sorocaba e concessionárias da região.

Nesta fase inicial, a empresa está utilizando quatro veículos especiais de transporte de carga pesada, que rodarão aproximadamente 80 mil quilômetros por ano.

A iniciativa é um primeiro passo rumo à transformação das operações logísticas em um modelo de redução de emissões de carbono, e está alinhada à visão da empresa de um futuro elétrico e sustentável.

Vale destacar que a fabricante já anunciou a meta global de atingir a neutralidade de carbono em toda a sua operação até 2035.

Neste momento, a GM está desenvolvendo os fluxos para, oportunamente, avaliar a expansão do projeto.

Tudo isso considerando otimizações e também a evolução da tecnologia, um exemplo é que a companhia já está estudando o uso de caminhões cegonha a gás ainda em 2023.

Os caminhões elétricos e a gás utilizados são fruto de parceria com as empresas JSL, Ceva Logistics e Tegma Gestão Logística.

Esses veículos transportam peças como motores, transmissões e para-choques entre fábricas, além de acessórios e peças de reposição para concessionárias.

Vale destacar que três caminhões elétricos são dirigidos exclusivamente por mulheres, o que segue a estratégia global da companhia de se tornar a mais inclusiva e diversa do mundo.

“Para a GM, sustentabilidade é uma das prioridades dentro da filosofia de evolução contínua da empresa e isso inclui nossos processos logísticos. Portanto, estamos muito orgulhosos por implementar esse projeto, que é mais uma iniciativa para contribuirmos com a redução das emissões de CO² em todas nossas operações globalmente”, comenta Marcio Lucon, diretor-executivo de Compras e Supply Chain da GM América do Sul.

Iniciativas para tornar a logística da GM mais sustentável

Além de iniciar a renovação da frota de transporte com veículos movidos a energias alternativas, como caminhões elétricos, a GM tem uma série de projetos de redução da emissão de CO² em seus processos de logística, como por exemplo:

  • Uso do modal cabotagem (cargas marítimas entre portos de um mesmo país) para o transporte de 100% das peças na região Norte do Brasil, que permite uma redução de 340 toneladas de carbono por ano em comparação ao transporte rodoviário.
  • Instalação de 50 rebocadores que utilizam bateria de lithium de última geração para reduzir a emissão de cerca de 1,5 tonelada de carbono por ano, em comparação ao uso dos rebocadores a gás.
  • Substituição do uso de papel por um sistema eletrônico de rastreabilidade no processo de qualidade dos produtos em todas as etapas da cadeia de suprimentos das operações da GM. Isso permitiu a redução do uso de 2 milhões de folhas de papel por ano, o que equivale à plantação de 267 árvores.

 

 

 

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Chegam ao Brasil as primeiras unidades do SERES 5 BEV

A SERES Brasil recebeu no começo da semana as primeiras unidades do SERES 5 BEV.

Um moderno SUV de propulsão 100% elétrica e desempenho à altura dos melhores carros esportivos: a potência de 585 CV permite acelerar de 0 a 100 km/h em até 3,7 segundos e chegar a 200 km/h.

Os carros chegaram ao Brasil no porto de Vitória (ES) e em seguida foram preparados para entrega aos clientes.

Além do desempenho, o SERES 5 BEV oferece alto nível de conforto e comodidade.

Com 4,710 metros de comprimento, 1,930 metro de largura e 1,620 metro de altura, oferece amplo espaço interno para cinco ocupantes.

É o único da categoria com tela LCD de 12,3 polegadas para controle das funções de direção e tela LCD de 15,6 polegadas no console central para todas as demais funções.

Conta ainda com sistema multimídia que permite conectividade para Apple CarPlay (sem fio) e Android Auto (com fio). 

 

 

 

 

 

 

 

A bateria de lítio ternário de 90 kW pode ser carregada em eletroposto (70 kWh DC) em 36 minutos, de 20 a 90% da capacidade.

O modelo tem preço de tabela de R$ 419.900,00.

Mais informações estão disponíveis no site driveseres.com.br.

 

 

 

 

 

 

 

 

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EVs são estratégicos para descarbonização do Brasil

Relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o aquecimento global é mais alarmante do que se imaginava.

O reflexo disso são eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Diante da urgência de medidas para a descarbonização do planeta, diversos países estão estabelecendo ações de contenção.

Um exemplo disso seria estipular uma data limite para o comércio de veículos à combustão já nas próximas décadas.

Entre os grandes mercados de automóveis, o Brasil se destaca pela baixa emissão de gás carbônico (CO2) pelo setor de transporte, que tem o etanol como alternativa à gasolina.

O combustível vegetal representa hoje aproximadamente 30% da escolha do consumidor no abastecimento de veículos flex no país.

“Apesar da notabilidade do papel do etanol, o Brasil não pode deixar de buscar alternativas mais eficientes, como o carro elétrico, o único que não emite gás carbônico ou poluentes por onde roda. Por isso nem escapamento tem”, observa Elbi Kremer, diretor de Engenharia e Planejamento de Produto da GM América do Sul.

Para especialistas, a melhor maneira de calcular a emissão de CO2 de um automóvel na atmosfera é somando o que ele emite durante o seu uso mais o impacto que a produção do seu combustível provoca no meio ambiente.

É a famosa equação do poço à roda, cujo parâmetros variam de mercado para mercado, de acordo com a matriz energética.

Por isso a emissão de um veículo elétrico num país no qual a matriz energética está baseada na queima de carvão mineral ou de outros combustíveis fosseis vai ser bem diferente da emissão de um EV utilizado no Brasil.

Hoje 86% de energia elétrica do país vem de fonte renovável, hidroelétricas, parques solares e eólicos.

Encomendada pelo Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), a metodologia de cálculo do poço à roda no Brasil foi desenvolvida por técnicos da indústria, governo, fornecedores e acadêmicos.

Ela considera a intensidade de carbono da matriz energética nacional e os cálculos de eficiência energética dos veículos do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE) do Inmetro.

Neste contexto, nota-se uma gradualidade entre modelos de mesma categoria, sendo um EV, em média, 50% mais sustentável que um híbrido flex.

O modelo híbrido é abastecido somente com etanol e quase dez vezes mais sustentável que um carro tradicional movido apenas a gasolina.

A fórmula para cálculo da equação do poço à roda com dados da matriz energética brasileira está no site da AEA.

As informações de eficiência energética dos veículos disponíveis no país são publicados pelo Inmetro.

“Pela perspectiva da convergência global e potencial futuro de exportação da indústria nacional é indiscutível que o EV é a melhor solução”, complementa Kremer.

De acordo com o executivo, o etanol ainda pode ser aproveitado lá na frente de forma estratégica para a produção de hidrogênio verde, por exemplo.

É consenso que não existe apenas uma solução à questão da descarbonização.

Por isso a GM vai continuar investindo em tecnologias para reduzir a emissão dos seus veículos a combustão e ampliando sua linha de EVs no país.

Já em relação a América do Sul, a região tem potencial para se transformar em polo de produção e exportação de tecnologias e de veículos elétricos.

A começar pelas grandes reservas de matérias-primas, essenciais para a produção de baterias.

Outro fator estratégico é o talento da engenharia local, referência global no desenvolvimento de veículos de sucesso.

A região conta ainda com um amplo parque industrial e um grande mercado consumidor em potencial.

Para aproveitar esta janela de oportunidade mundial, o país precisa estabelecer regras claras e políticas públicas de fomento que permitam a adoção em massa dos EVs e, consequentemente, a sua industrialização.

 

 

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General Motors lança relatório de sustentabilidade de 2022

A General Motors divulgou seu Relatório de Sustentabilidade de 2022, focado no progresso da empresa em direção à sua visão de um futuro totalmente elétrico.

No documento, a companhia ressalta os investimentos para escalar rapidamente a capacidade de produção de veículos elétricos e as parcerias para melhorar a sustentabilidade da cadeia de suprimentos da GM.

Além dos esforços feitos para garantir a energia renovável necessária para abastecer suas instalações nos Estados Unidos até 2025.

A companhia se comprometeu com a neutralidade de carbono em suas produções e operações globais até 2040.

Também tem metas aprovadas pela iniciativa Science Based Targets para reduções de gases de efeito estufa.

O relatório detalha como a GM está trabalhando em direção a essas metas em suas áreas prioritárias de inovação, meio ambiente, responsabilidade social e governança.

“Na GM, o nosso foco é ajudar a criar um futuro totalmente elétrico que funcione para todos. Além de fabricar EVs acessíveis, estamos trabalhando para melhorar nossa cadeia de suprimentos, investindo em comunidades e promovendo soluções de energia limpa. É uma grande missão e estou orgulhosa do progresso que fizemos e de nossa perseverança em liderar o caminho”, disse Kristen Siemen, diretora de sustentabilidade da GM.

Por meio de investimentos na fabricação de EVs e células de bateria, a GM está ampliando rapidamente sua produção para atingir a capacidade de produzir 1 milhão de EVs na América do Norte em 2025.

A companhia abriu sua primeira fábrica de baterias Ultium Cells LLC em Warren, Ohio, em agosto de 2022.

Também está planejando abrir instalações adicionais em meados de 2023 (Spring Hill, Tennessee) e no fim de 2024 (Lansing, Michigan).

Em abril, a GM também anunciou um plano para um investimento conjunto de mais de US$ 3 bilhões com a Samsung SDI.

Tudo isso para construir uma nova fábrica de células de bateria nos EUA que deve iniciar as operações em 2026 (local a ser divulgado posteriormente).

A GM e a Samsung SDI operarão juntas a instalação, projetada para ter linhas de produção para construir células prismáticas e cilíndricas ricas em níquel.

Como continua expandindo seu portfólio de EV’s, a GM está trabalhando para incorporar materiais de origem responsável em veículos.

No ano passado, juntou-se à First Movers Coalition para concreto, cimento, aço e alumínio, para trabalhar em busca de uma solução e sinalizar seu apoio ao desenvolvimento de materiais com menor emissão de CO2.

A GM também está apoiando o crescimento da geração de energia renovável por meio de investimentos diretos, geração de energia em suas unidades, tarifas ecológicas e contratos de compra.

No fim de 2022, a GM finalizou acordos de fornecimento para garantir 100% da energia necessária para abastecer todas as instalações dos EUA com energia renovável até 2025.

Demonstrando um progresso tangível na redução de emissões em suas operações comerciais.

Alguns destaques do relatório são:

  • A Cruise, subsidiária de direção autônoma da GM, lançou o primeiro serviço pago de carona sem motorista em uma grande cidade dos Estados Unidos, São Francisco, seguida pela expansão comercial nas áreas de Phoenix, Arizona e Austin, no Texas.
  • A GM garantiu todas as matérias-primas de bateria para apoiar sua meta de aumentar a capacidade para 1 milhão de unidades de EVs na América do Norte em 2025.
  • A GM Energy foi lançada – uma nova unidade de negócios que visa fornecer um ecossistema holístico de soluções de gerenciamento de energia conectada para clientes residenciais, comerciais e EVs.
  • A GM alcançou sua meta de desviar mais de 90% de seu total de resíduos operacionais de aterros sanitários, incineradores e instalações de recuperação de energia, três anos antes de sua meta de 2025.

A GM relata seus dados anuais a várias estruturas de relatórios, incluindo a Iniciativa de Relatórios Globais, Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima, Conselho de Padrões de Contabilidade de Sustentabilidade, Pacto Global da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os destaques do Relatório de Sustentabilidade mostram que no Brasil:

  • A companhia trabalhou para extrair o conteúdo de metal do filtro gerado nos processos de tratamento de efluentes em suas unidades no país. Todos os materiais com pelo menos 5 mg de metal por quilo são processados e, até o momento, quase 618 toneladas de metais foram extraídas e recicladas em aço.
  • Na unidade de São José dos Campos, foram reaproveitadas aproximadamente 60 toneladas de estrutura de aço de uma antiga linha de prensagem e uma antiga área de armazenamento de matrizes, retrabalhando para serem reinstaladas na nova linha de prensagem. Esse processo reduziu custos, evitou a compra de novas estruturas de aço e reduziu o impacto de CO2.
  • Na fábrica de São Caetano do Sul, foi construído um telhado verde, para beneficiar o meio ambiente e nossos funcionários. O espaço contém plantas e árvores nativas, um sistema de energia solar que gera eletricidade para todo o espaço e um sistema de rega automática que capta a água da chuva. Além disso, o material utilizado para proteger o entorno vem de conteúdo 100% reciclado e reaproveitado.
  • Foram realizados investimentos em diversos projetos estratégicos de conservação e restauração, como a parceria da GM com a Conservation International na região amazônica, que abrange o trabalho tanto no Brasil quanto Colômbia, Equador e Peru. Em 2022, o apoio geral para a conservação da Amazônia totalizou aproximadamente US$ 500.000.

 

 

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Volvo EX30: veículo com menor emissão de carbono da marca

O novo Volvo EX30 é um SUV pequeno e totalmente elétrico, projetado para ser seguro e ter uma pegada de CO₂ menor do que qualquer carro produzido pela marca.

Ao abordar as emissões em toda a produção e ciclo de vida do Volvo EX30, foi possível reduzir a sua pegada de carbono total ao longo de 200.000 km de condução para menos de 30 toneladas.

Tudo isso com base na utilização de eletricidade de carregamento da União Europeia.

Será uma redução de 25% em comparação com os modelos totalmente elétricos C40 e XC40.

Um bom passo em direção ao objetivo de reduzir as emissões gerais de CO₂ por carro em 40% entre 2018 e 2025.

Como um carro totalmente elétrico, o Volvo EX30 tem zero emissões de escapamento.

Isso não só contribui para uma menor pegada de CO₂, mas também impacta na qualidade do ar de maneira significativa.

Uma nova pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia descobriu que mesmo um pequeno aumento de carros elétricos em uma determinada área tem um efeito positivo direto na quantidade de visitas ao pronto-socorro devido à asma.

Mas para reduzir a pegada de carbono geral de um carro, a eletrificação não é suficiente.

Um carro não é apenas dirigido, ele também é projetado, desenvolvido, construído e transportado.

Todas essas etapas oferecem oportunidades para reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa.

“Nosso novo EX30 é um grande passo na direção certa para nossas ambições de sustentabilidade. Até 2025, pretendemos reduzir nossas emissões gerais de CO₂ por carro em 40% em relação aos níveis de 2018 por meio de uma redução de 50% nas emissões gerais de escapamento e uma redução de 25% nas emissões de nossas operações, fornecimento de matérias-primas e cadeia de suprimentos, tudo no caminho para nossa ambição de ser uma empresa neutra em termos climáticos até 2040”, disse Anders Kärrberg, nosso head global de sustentabilidade.

Como a Volvo reduziu a pegada de CO₂ do Volvo EX30 para 75% dos modelos elétricos atuais?

Em primeiro lugar, projetar um carro menor significa que precisa de menos material para produzi-lo.

Ao usar menos aço e alumínio ao construir o novo SUV, ele também possui outros materiais que são reciclados.

Cerca de um quarto de todo o alumínio usado na construção do carro é reciclado, assim como aproximadamente 17% de todo o aço usado na produção de um Volvo EX30, reduzindo ainda mais o impacto ambiental desses materiais.

Essa abordagem continua em seu interior, porque o componente mais sustentável é aquele que não existe.

Ao utilizar a otimização como um princípio orientador de design sustentável, os designers da marca conseguiram combinar múltiplas funções dentro do Volvo EX30 num único componente.

Isso reduz o número de peças necessárias no interior sem comprometer a funcionalidade.

O material utilizado para o Volvo EX30 é mais uma contribuição para uma forma mais sustentável de criar carros.

Cerca de 17% de todos os plásticos do carro, desde componentes internos até para-choques externos, são reciclados, a maior porcentagem em qualquer carro Volvo até hoje.

Outra área crucial para a redução de emissões é a cadeia de produção e abastecimento, por exemplo, através do fornecimento de energia limpa.

O Volvo EX30 será construído em uma fábrica alimentada por altos níveis de energia neutra para o clima, incluindo eletricidade.

Quanto à cadeia de suprimentos, a Volvo trabalha com fornecedores de nível 1 para este carro e 95% deles se comprometeram em utilizar energia 100% renovável em sua produção até 2025 e alguns já atingiram esta meta.

Isso reflete a ambição de não apenas reduzir as emissões nas próprias operações, mas também incentivar os parceiros da cadeia de suprimentos mais ampla a fazê-lo.

O processo de produção do Volvo EX30 também foi simplificado de várias maneiras.

Isso significa que o carro representa uma das maiores taxas de utilização de material em partes estampadas da carroceria durante a fabricação.

E à medida que continua a enfrentar o desafio da rastreabilidade do material, especialmente ao produzir as baterias para o Volvo EX30, tem a tecnologia blockchain em vigor.

Essa tecnologia ajuda a rastrear matérias-primas críticas que agora incluem lítio, manganês, cobalto, grafite e níquel.

No seu interior, usa uma ampla gama de materiais reciclados e renováveis para assentos, painel e portas, incluindo materiais como jeans, linho e uma mistura de lã que também contém cerca de 70% de poliéster reciclado.

O jeans, em particular, é um bom exemplo de como usar materiais de maneiras mais inteligentes e sustentáveis.

Para criar o interior de jeans, usaram fibras que seriam resíduos do processo de reciclagem de jeans.

Quando o jeans é reciclado, as fibras trituradas são torcidas em um fio, e as fibras longas se conectam entre si.

As fibras curtas, no entanto, geralmente caem como resíduos e resgataram essas fibras curtas usando-as como nova opção de interior.

Tudo isso se soma a um carro, com o chamado cradle-to-gate, estimado em 18 toneladas.

Cradle-to-gate descreve o impacto de CO₂ desde a extração de matérias-primas até o carro acabado que chega ao revendedor, portanto, antes de ser conduzido.

Em seu fim de vida, o EX30 é projetado para ser recuperado em 95%, reciclando os materiais e recuperando energia.

Em suma, o Volvo EX30 oferece ao cliente mais margem para reduzir o tamanho e o seu impacto pessoal de CO₂.

Tudo isso sem ter de comprometer a segurança, o conforto de condução ou a conveniência.

Isso é bom para o motorista e menos prejudicial ao meio ambiente.

O novo Volvo EX30 será revelado no próximo dia 7 de junho.

 

 

 

 

 

 

 

 

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General Motors atinge nível ouro em certificação de biodiversidade em todas suas unidades na América do Sul

A General Motors atingiu a certificação ouro do Wildlife Habitat Council (WHC) em todas as suas unidades na América do Sul.

Este reconhecimento é resultado do comprometimento da empresa com a conservação da biodiversidade.

As fábricas de Sorocaba e Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo, e Quito, no Equador, foram as mais recentes a receber o reconhecimento no nível mais alto do WHC, realizado em 2023.

A participação da GM no programa é voluntária e está totalmente alinhada à estratégia de Sustentabilidade da companhia.

O WHC é uma ONG internacional que atua no engajamento e conscientização de empresas em relação à conservação do meio ambiente e da biodiversidade.

A certificação reconhece uma série de projetos, como paisagismo nativo, restauração de áreas verdes, monitoramento de insetos, plantas e animais, eventos comunitários, entre outros.

Além de avaliar as iniciativas corporativas a longo prazo que trazem benefícios contínuos.

Uma das iniciativas de destaque, que inclusive foi finalista do concurso global do WHC, é o evento de educação ambiental para escoteiros, realizado pela unidade de Sorocaba.

Com o objetivo de contribuir com a educação das novas gerações, considerando o foco da companhia em um futuro sustentável. 

O projeto contemplou aula teórica para crianças sobre a importância da biodiversidade e a diferença entre biomas e espécies.

Também foi realizada uma etapa prática, na qual os escoteiros foram conhecer as áreas verdes da unidade para identificar o estágio de maturação das espécies das árvores Ipê do local.

Mais um projeto que pode ser destacado é o que foi realizado na fábrica de Mogi das Cruzes, que teve o objetivo de educar mais de 360 alunos das escolas da comunidade ao redor da GM sobre o papel dos insetos para o meio ambiente.

Eles tiveram a oportunidade de aprender o que é o hotel de insetos, construindo o layout de uma versão em miniatura para ser incluída no local.

Outro exemplo de iniciativa de sucesso é o Hotel de Insetos, que está em todas as fábricas da GM da América Latina.

Desenvolvido com a meta de abrigar e preservar diferentes espécies de insetos polinizadores, importantes agentes do equilíbrio do ecossistema, e de promover a interação entre os colaboradores.

O hotel de insetos de São Caetano do Sul, por exemplo, foi desenvolvido sobre a lateral de um automóvel Chevrolet Montana.

Esta ação foi considerada pelo WHC a melhor do mundo em três categorias: Melhor Hotel de Insetos Geral, Melhor Hotel de Insetos Extragrande e Melhor Uso de Materiais Recicláveis na categoria Extragrande.

Mais uma ação de destaque foi o projeto realizado na unidade de Quito, no Equador, de preservação e recuperação do paramos andinos, um ecossistema exclusivo da região que desempenha um importante papel no ciclo da água local.

Foram realizadas iniciativas como a melhora da qualidade da água, a regulação hídrica das bacias hidrográficas relacionadas ao paramos, o aumento do armazenamento de carbono e campanhas de educação ambiental.

Esse foi o projeto mais pontuado da região, contribuindo para atingir o nível ouro na classificação.

Atualmente, a GM América do Sul tem 115 projetos em andamento que são avaliados pelo WHC e contemplam educação ambiental e preservação de habitat e de espécies.

Desde o início da participação da empresa, já foram impactados cerca de 11 mil estudantes e professores por meio de eventos de conscientização.

Também foram mapeadas mais de 500 espécies de plantas e de cerca de 300 animais nas unidades da GM.

A sustentabilidade na GM

Com um papel importante no processo de transformação e evolução do segmento automotivo, a GM está abraçando a oportunidade e a responsabilidade de criar um mundo melhor ao perseguir um futuro com zero acidente, zero emissão e zero congestionamento.

Todo o plano de negócio global da companhia é direcionado a partir de diretrizes da agenda ESG; uma das principais metas, inclusive, é tornar todas as suas operações e produtos neutros em carbono até 2040.

Para isso, está investindo 35 bilhões de dólares em 30 novos modelos elétricos até 2025.

A empresa também já anunciou que irá eliminar as emissões de novos veículos leves até 2035.

A GM já adota uma série de processos sustentáveis nas fábricas.

No Brasil e na América do Sul todas as operações são Zero Aterro, isto é, nenhum resíduo é enviado para aterro sanitário, tudo é reciclado, reaproveitado ou coprocessado.

As unidades de São Caetano do Sul (SP) e de Joinville (SC) contam com painéis solares que geram energia para o aquecimento de água.

Além disso, a GM apoia programas de proteção aos biomas presentes no Brasil.

Em 2022, deu início à parceria com o programa Felinos Pantaneiros, iniciativa do Instituto Homem Pantaneiro dedicado à conservação da onça pintada.

Também passou a colaborar com a Conservation International Amazônia, para recuperação do bioma na região do Tapajós.

Além disso, a GM possui uma parceria que já dura mais de 20 anos com a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), que atua na conservação da Mata Atlântica no litoral norte do Paraná.

 

 

 

 

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Stellantis relata aumento de 14% na receita líquida do primeiro trimestre de 2023 e todos os segmentos contribuem positivamente

A Stellantis continua a energizar seu esforço para oferecer mobilidade limpa, segura e acessível em todo o mundo e cumprir os compromissos desafiadores do plano estratégico Dare Forward 2030.

Relatou um aumento da receita líquida de 14% na comparação ano a ano no primeiro trimestre de 2023, com todos os segmentos do negócio contribuindo positivamente para o resultado.

As vendas globais de veículos elétricos a bateria (BEV) aumentaram 22% ano a ano.

Estão programados nove BEVs adicionais a serem lançados em 2023, ampliando a oferta para 47 modelos BEV até o final de 2024.

A ofensiva de eletrificação na América do Norte está se aproximando rapidamente, com destaque para a apresentação da novíssima Ram 1500 REV totalmente elétrica no Salão Internacional do Automóvel de Nova York.

O Jeep Avenger, o primeiro BEV da marca, foi eleito “Carro Europeu do Ano de 2023” e também foi reconhecido como “Melhor SUV Familiar do Mundo em 2023” pelo Women’s World Car of the Year Awards.

A Stellantis está focada na execução dos três pilares descritos no plano estratégico Dare Forward 2030:

Care: A Stellantis enfatizou seu compromisso com a igualdade global de gênero por meio da adoção dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da Organização das Nações Unidas (ONU).

Na marcha em direção à neutralidade de carbono, a Companhia assinou um termo de compromisso vinculante com a Vulcan para desenvolver novos projetos geotérmicos destinados a descarbonizar o mix de energia do site industrial de Rüsselsheim, na Alemanha.

Tech: A Stellantis manteve um ritmo acelerado na transformação da eletrificação.

Anúncios de investimentos em manufatura foram feitos em Mangualde, Portugal; Eisenach, Alemanha; Cassino, Itália; e, Kokomo, Indiana, EUA.

Continuando a construir sua rede de parcerias para garantir o fornecimento de materiais essenciais para baterias, a empresa assinou acordos estratégicos com McEwen Copper, Terrafame Ltd. e Element 25.

A Stellantis também expandiu sua rede de engenharia e desenvolvimento de software para oito hubs com uma nova operação em Gliwice, na Polônia.

Valor: A Stellantis realizou várias ações de apoio ao crescimento na região do Oriente Médio e África, incluindo a assinatura de um acordo-quadro com as autoridades sul-africanas para desenvolver uma fábrica no país.

Firmando um acordo com a Koç Holding para expandir ainda mais a joint venture Tofaş na Turquia, e, na Argélia, o lançamento da marca Fiat, que pretende ter seis carros no mercado.

Na Europa, a implementação do Novo Modelo Varejista começará a partir de meados de 2023 nos países-piloto após um acordo com as associações europeias de revendedores.

A América do Sul registrou bom desempenho no trimestre, com 191 mil unidades vendidas na região, com avanço de 10% em relação a igual período do ano anterior, e uma receita equivalente a € 3,5 bilhões.

O relatório trimestral atribui o bom resultado ao sucesso inicial do novo Fiat Fastback e maiores volumes de comercialização dos modelos Fiat Argo, Citroën C3 e Peugeot 208.

A receita líquida aumentou 20%, principalmente devido ao aumento de volumes, melhor mix de produtos e preços médios favoráveis, bem como efeitos positivos de conversão cambial.

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