Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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BMW finalmente revela o Série 5 2024 que terá uma versão totalmente elétrica

Após 51 anos de história do modelo, a BMW acaba de lançar a oitava geração do Série 5 2024.

O Série 5 chegará primeiro nos mercados europeu, chinês e americano.

O veículo será o primeiro a ser oferecido com um sistema de transmissão totalmente elétrico, além das versões a gasolina, diesel e híbrido plug-in.

 

 

 

 

 

O sedã ganhou um design exterior mais arrojado, um interior mais espaçoso e está maior em todas as dimensões principais, principalmente em comprimento.

O novo BMW mede 5,06 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,51 metro de altura e 2,99 metros de entre eixos, com coeficiente de arrasto de 0,23. 

O porta-malas dispõe de 520 litros de capacidade nas versões a combustão e híbridas e a opção elétrica tem capacidade de 490 litros.

 

 

 

 

 

O novo Série 5 apresenta as duas grandes grades bipartidas em forma de rim, já usual da marca, agora levemente maiores e inclinadas.

Os faróis são angulares, tem um para-choque esculpido com várias entradas de ar e um capuz abaulado.

A linha do teto do sedã se inclina suavemente para um pilar C e a traseira é dominada por um par de luzes horizontais. 

O novo BMW agora traz maçanetas embutidas, que otimizam a aerodinâmica.

Todos esses detalhes tornam o design mais moderno e elegante do que o antigo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior foi atualizado, está mais tecnológico e traz um novo pacote de sistema de infoentretenimento.

O destaque fica por conta do painel que traz uma tela curva independente que consiste em um painel de instrumentos digital de 12,3″ e uma tela sensível ao toque de 14,9″, equipado com o sistema de infoentretenimento BMW Operating System 8.5.

As saídas de ar ficam quase escondidas no painel, o que cria um visual limpo e organizado.

Os interruptores no console central são semelhantes aos encontrados em modelos como o iX.

Várias opções de acabamento e estofamento estão disponíveis.

Há uma nova plataforma de jogos para carros chamada AirConsole que transforma o smartphone do usuário em um controlador.

Traz também um sistema de estacionamento automatizado e a tecnologia Highway Assistant que permite o que a BMW chama de “condução atenta com as mãos livres” a velocidades de até 85 mph (135 km/hr).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, o novo Série 5 2024 oferecerá diversas opções que variam de acordo com o mercado em que será vendido. 

O modelo 530i é alimentado por um motor turbo de 2,0 litros de quatro cilindros, com potência de 258 cv e 40,7 kgfm de torque, com aceleração de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos.

A tração é traseira e  transmissão automática de oito marchas como padrão.

A configuração 540i vem com motor 3.0 de 6 cilindros em linha, potência de 380 cv e torque de 53 kgfm e vai de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos.

A versão elétrica i5 será comercializado nas versões eDrive40 e M60. A primeira versão traz motor elétrico na traseira com potência de 340 cv e 43,8 kgfm de torque e a aceleração é de 5,7 segundos.

A versão M60 tem motor elétrico duplo de 600 cv de potência e 83,6 kgfm de torque.

O modelo faz de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos e a velocidade máxima é de 230 km/h.

Ambas as versões utilizam uma bateria de íon-lítio de 84,3 kWh, com autonomia de 412 km para as versões de tração integral e de 475 km para as variantes de tração traseira, segundo dados da fabricante.

 

 

 

 

 

A lista de itens de série inclui rodas de 19″, teto solar, bancos esportivos dianteiros e carregador de dispositivos sem fio.

Traz também sistema de som Harman Kardon e sistema de navegação. Inclui ainda os pacotes Convenience, Driving Assistance Professional e M Sport.

O novo BMW Série 5 2024 será comercializado no mercado global a partir de outubro mas ainda não há informações da chegada do sedã no Brasil.

 

 

 

 

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BMW estreia o super sedã M3 CS BMW M3 CS 2024

O M3 CS 2024 é a versão mais potente, mais extrema e mais radical da gama BMW Série 3.

O supercarro ostenta um visual musculoso com apêndices aerodinâmicos de fibra de carbono que dão uma aparência ainda mais brutal e agressiva, além de estar mais leve e potente.

A fabricação desse carro será limitada, mas não há informação de quantas unidades serão feitas.

A produção iniciará a partir de março em Munique (Alemanha) e o seu preço deverá ser algo em torno de 177.650 euros, aproximadamente R$ 982.000.

 

 

 

 

 

Sob o capô encontra-se essencialmente o mesmo motor do M4 CSL, o S58 3.0 biturbo de seis cilindros em linha, que passou por inúmeras intervenções.

Todas essas mudanças resultaram em uma potência de 550 cv a 6.250 rpm, superando os 510 cv de potência do M3 Competition, o torque é o mesmo de  66,3 kgfm de torque entre 2.750 e 5.950 rpm, mas em uma faixa de rotações mais alta.

Pode acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, uma vantagem de dois décimos de segundo em comparação com o M3 Competition xDrive do qual deriva.

A velocidade máxima é de 303 km/h, 52 km/h a mais que o outro  modelo e em ambos os casos, as velocidades são limitadas eletronicamente.

 

 

 

 

 

A caixa de câmbio é automática com conversos de torque de oito marchas, igual às outras versões da linha M3 e M4, e o sistema de acionamento é o que a BMW chama de M xDrive. 

Este último possui três modos de operação: 4WD, 4WD Sport e 2WD (desconecta o eixo dianteiro e passa a ter tração traseira, para selecioná-lo, é necessário primeiro desativar o controle de estabilidade).

Como no restante da linha M3 e M4, a BMW instalou o diferencial de deslizamento limitado “Active M” no eixo traseiro.

O chassi e muitos dos componentes que afetam diretamente a direção foram modificados para tornar a sensação mais direta e precisa, especialmente ao dirigir no circuito. 

O ângulo de cambagem das rodas é diferente, a suspensão tem um ajuste mais firme (ainda possui amortecedores controlados eletronicamente), as barras estabilizadoras têm uma taxa de mola menor, os coxins do motor são mais rígidos e tanto a direção quanto o controle de estabilidade têm uma configuração diferente.

Para reduzir o peso do veículo, a BMW utilizou plástico reforçado com fibra de carbono em muitas partes da carroceria e da cabine, como teto, capô, avental inferior dianteiro, entradas de ar dos para-lamas, tampas dos para-lamas, espelhos exteriores, spoiler traseiro, difusos aerodinâmico traseiro, molduras decorativas do tablier e da consola e as patilhas para a mudança.

Os bancos são o que a BMW chama de “baquet M” e também incluem esse material em muitos pontos de sua estrutura, além de estofamento em couro, ajustes elétricos e sistema de aquecimento.

Ainda com o objetivo de redução de peso, a BMW também instalou um sistema de escapamento com silenciador traseiro feito de titânio que pesa 4 quilos a menos que o das versões “convencionais” do M3 e M4. 

Complementam a diminuição do peso os outros ajustes de chassi da BMW, que incluem uma base de suporte de alumínio fundido, amortecedores adaptativos, novas barras estabilizadoras e ângulos de curvatura, e as rodas escalonada de 19″ na dianteira e de 20″ na traseira.

No total, o peso que a marca afirma ter economizado com esse tipo de material leve é ​​de 34 kg.

 

 

 

 

 

Os pneus são Michelin Pilot Sport Cup 2, os dianteiros são 275/35 e os traseiros são 285/30. São especialmente desenhados para ter um bom desempenho em circuito, mas se o cliente desejar, podem ser escolhidos outros menos esportivos e mais adequados para rodar em estradas abertas ao trânsito. 

O sistema de freio padrão é o que a BMW chama de “M Compound”, com discos dianteiros de duas peças (o próprio disco é feito de ferro fundido e a peça central é feita de alumínio) e pinças fixas de seis pistões.

Opcionalmente, pode ser encomendado outro sistema com discos de carbono-cerâmica, que têm melhor desempenho.

 

 

 

 

 

Quanto ao design o modelo também recebe a grade aberta inspirada no CSL GT3, que sem dúvida ainda é tema de muito debate entre os fiéis da BMW.

Além das rodas e da grade, ele também ganha um divisor frontal mais agressivo, marcado por aletas que foram adicionadas aos seus flancos.

O M3 CS também distingue-se das restantes versões da gama pelas jantes, que apresentam um design diferenciado, são de série na cor “Gold bronze” e opcionalmente preto mate. 

Os faróis trazem luzes diurnas amarelas quando o carro é destrancado ou quando a iluminação principal está ativa (em outras versões é branca).

Já a carroceria estará disponível nas cores Signal Green (das imagens), as metalizadas Black Sapphire e Brooklyn Grey e a cor exclusiva chamada “Frozen Solid White”. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por dentro o veículo apresenta um visual muito mais esportivo do que em um M3 clássico. O volante coberto com Alcântara e adornado com um marcador vermelho contribui para isso.

As soleiras das portas trazem o emblema “M3 CS” e os bancos dianteiros que são elétricos e aquecidos tem revestimento em couro Merino e detalhes em vermelho Mugello e complementam a esportividade do carro.

O painel do M3 CS possui duas telas unidas sob o mesmo vidro curvo que servem para exibir o painel de instrumentos com tela de 12,3″ e o sistema de infoentretenimento tem tela de 14,9″.

Ambos tem menus específicos que são úteis na prática da condução desportiva como dados do motor e do próprio veículo, do funcionamento das ajudas eletrônicas, pressão e temperatura dos pneus, entre outros.

Outros itens que também fazem parte da lista de equipamentos padrão incluem faróis a laser, sistema de som Harman/Kardon, alarme ou acesso e partida sem chave. 

Opcionalmente pode encomendar um sistema de informação projetado no para-brisas, sistema de abertura e fechamento automático da tampa do porta-malas e sistema de estacionamento semi-automático.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BMW lança novo X1 2023 em três versões, com produção nacional e preço a partir de R$ 296.950

Chegou ao Brasil a nova geração do BMW X1, que foi lançado pela marca alemã ano passado no mercado global.

O modelo foi repaginado, está maior, com novo design, ainda mais moderno e tecnológico, além de contar com duas opções de motorização.

O SUV que é produzido na fábrica de Araquari (SC), está disponível em três versões: X1 sDrive18i GP, X1 sDrive20i X-Line e X1 sDrive20i M Sport, com preços que partem de R$ 296.950.

 

 

 

 

 

O X1 está 7 cm maior, passando a medir 4,50 m de comprimento, a largura foi de de 1,82m para 1,84m, ganhou 5 cm a mais de altura de 1,59m para 1,64m e 2 cm a mais de entre-eixos que agora mede 2,69 m.

Sendo assim, o carro está ainda mais confortável e espaçoso para os ocupantes. O porta-malas tem capacidade para 476 litros, que aumenta para 1.527 litros com os bancos rebatidos.

Visualmente o X1 está mais robusto e agressivo, com para-choque redesenhado com novas entradas de ar.

O destaque frontal fica por conta da grade em forma de duplo rim e dos faróis full LEDs adaptativos com as luzes diurnas (DRL) em LED em todas as versões.

A traseira mantém o estilo esportivo e o interior das lanternas apresentam novo visual. Já as rodas aparecem com design e tamanho exclusivos: 18″ para a versão de entrada sDrive18i, 19″ na versão sDrive20i X-Line e 20″ na versão sDrive20i M Sport.

O X1 estará disponível nas cores: Branco Alpino, Preto Safira, Azul Phytonic, Verde Cape York, Prata Space e Azul Portimão. O acabamento interno aparece em três opções de cores: Preto/Preto, Mocha/Preto e Oyster/Preto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior do X1 tem o mesmo conceito do BMW iX, modelo topo de gama da marca.

O destaque fica por conta da tela curvada em TFT de alta resolução composta por duas peças, uma tela de 10,2″ que corresponde ao painel de instrumentos e outra da multimídia com 10,7”.

O veículo é capaz de se conectar com o app My BMW e ao BMW ConnectedDrive, que fornecem diversos serviços como chamada de emergência inteligente, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, trancar e destrancar as portas, clima, aplicativos e mais.

Além disso, ainda tem conexão com Android Auto e CarPlay sem fio. Conta ainda com uma vasta lista de equipamentos tais como ar-condicionado com controle digital automático de três zonas, sistema de som Harman Kardon e carregador de smartphone sem fio.

Traz também os sistemas Parking Assistant Plus, BMW Comfort Access 2.0, que trava e destrava o veículo sem chave e abre o porta-malas através da aproximação do pé, Driving Assistant Plus, Head-Up Display, Assistente Pessoal Inteligente BMW e teto solar panorâmico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A nova geração do X1 oferece duas motorizações, a versão sDrive18i GP conta com motor 1.5 TwinPower Turbo de três cilindros com potência de 156 cv e 23,4 kgfm de torque. A transmissão é Steptronic de 7 velocidades.

Já em relação ao consumo, a média informada pelo fabricante é de 11,4km/l em perímetro urbano e 13,5km/l na estrada.

As versões sDrive20i X-Line e M Sport são equipadas com motor TwinPower Turbo 2.0 litros de quatro cilindros, com 204 cv de potência e torque de 30,6 kgfm e o câmbio também é o Steptronic de 7 marchas.

Entrega aceleração de 0 km/h a 100 km/h em 7,6 segundos e tem velocidade máxima de 236 km/h. O consumo médio é de 10,7 km/l na cidade e de 13 km/l na rodovia.

 

 

 

 

 

Versões e Preços do Novo BMW X1:
  • X1 sDrive18i GP: R$ 296.950
  • X1 sDrive20i X-Line: R$ 328.950
  • X1 sDrive20i M Sport: R$ 349.950

 

 

 

 

 

 

 

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BMW apresenta o esportivo M2 2023 que chega com novo design, mais potência e equipamentos

A segunda geração do novo BMW M2 2023 foi oficialmente revelada e encanta com o conjunto de habilidades de um carro esportivo clássico de alto desempenho.

O novo M2 está ainda mais intenso, com dimensões compactas, tecnologia de ponta e um conceito avançado de controle e operação focados no motorista que desejar explorar os limites do cupê.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O BMW M2 tem um visual muito expressivo com proporção compacta, poderosa e maior que a versão anterior. Mede 4,580 mm, sendo 119 milímetros mais longo, 1,887 m de largura, 16 mm mais largo, 1,403 m de altura, 11 mm mais baixo e a distância entre eixos é de 2.747 mm.

A BMW mudou a dianteira do M2, a grande grade em forma de duplo rim, horizontal e sem moldura, apresentam barras horizontais inspiradas no automobilismo.

Os elementos da entrada de ar tem contornos quase retangulares e otimizam o resfriamento dos componentes do trem de força e freios. Os faróis são de full-LED e remetem ao BMW 2002, as luzes diurnas assumem a forma de U na borda inferior dos faróis.

Será possível optar pelo teto M Carbon, um material de alta tecnologia extremamente leve, que ajuda a reduzir o peso do veículo, deixando o centro de gravidade do carro mais baixo, o que aumenta ainda mais a agilidade de manuseio. 

A cor escura da estrutura exposta que é de plástico reforçado com fibra de carbono, também causa uma impressão visual impressionante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A traseira apresenta superfícies e bordas bastante ousadas. O para-choque e spoiler traseiros foram projetados para gerar força descendente adicional no eixo traseiro. 

O difusor é mais pronunciado com dois pares de saídas de escape, que junto com os refletores montados verticalmente, compõem uma visão traseira poderosamente compacta e marcante.

As rodas são de liga leve de raios duplos com design exclusivo e acabamento bicolor, aro 19″ no eixo dianteiro e de 20″ na traseira.

O M2 estará disponível em e dois tons de pintura externa sólida e três metálicas, são elas: Branco Alpino, Branco Safira metálico, Cinza Brooklyn metálico, Vermelho Toronto metálico e Zandvoort Azul, cor exclusiva dessa versão. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior do novo BMW M2 apresenta semelhanças com o Série 2, mas com algumas mudanças significativas, como os novos bancos e o software iDrive 8 da BMW de última geração, na forma do BMW Live Cockpit Plus com display curvo composto por painel de instrumentos com tela de 12,3″ e outro display de controle com diagonal com tela de 14,9″.

O sistema BMW iDrive oferece navegação, infoentretenimento e funções de comunicação, além de usar serviços digitais.

Conta ainda com conexão Apple CarPlay e Android Auto, carregamento sem fio, assistente controlado por voz Siri ou Google Assistant, aplicativos de mapas, streaming de música e mensagens de WhatsApp, entre outros.

Também inclui o BMW Intelligent Personal Assistant, onde ajustes no veículo como controle do ar condicionado, abrir e fechar as janelas e funções do sistema de assistência ao motorista podem ser controlados por voz.

Há ainda o My BMW App que funciona como uma interface digital universal, que permite a operação remota de funções como localização do veículo, travamento e destravamento das portas, entre outros. Outras opções incluem Personal eSIM 5G, com funções de comunicação e conectividade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O M2 tem duas opções para os bancos dianteiros. O primeiro são os bancos desportivos M Sport com reforços laterais e emblema “M2” em relevo na parte superior do encosto, vem com ajuste elétrico e aquecimento. 

O segundo são os bancos de corrida tipo concha M Carbono. Também são totalmente elétricos e aquecidos, possuem apoios de cabeça integrados e um emblema do modelo iluminado e revestidos com couro Merino. São 10,8 kg mais leves em relação aos assentos M Sport e contribuem para a redução do peso do carro.

Para os clientes que desejarem um visual ainda mais esportivo, é possível optar por frisos internos em alumínio como alternativa aos frisos padrão em preto brilhante. Acabamento interior em fibra de carbono também estão disponíveis opcionalmente.

 

 

 

 

 

Sob o capô encontra-se o motor S58 da BMW a gasolina M TwinPower Turbo de 3,0 litros com seis cilindros. que desenvolve uma potência de 453 cv e 56,1 kgfm de torque máximo, o que representa um acréscimo de 48 cv em relação a versão anterior.

Pode ser acoplado a um câmbio manual de seis velocidades ou a uma transmissão automática M Steptronic com Drivelogic de oito velocidades. Em ambos os casos, a potência é enviada para o eixo traseiro.

Com o câmbio de velocidades manual pode acelerar dos 0 aos 100 km/h em 4,3 segundos, já ao usar a transmissão automática, alcança a mesma marca em 4,1 segundos.

A velocidade máxima é limitada a 250 km/h como padrão. Opcionalmente, com o pacote M Driver’s Package, a velocidade máxima pode ser aumentada para 285 km/h.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O BMW M2 2023 será produzido exclusivamente na fábrica da BMW em San Luis Potosí, no México, com lançamento global confirmado para abril de 2023.

Nos Estados Unidos, o preço sugerido partirá de US$ 62.200, equivalente a algo em torno de R$ 327.227,73.

Ainda não há previsão da chegada do modelo no Brasil, mas o acordo de importação com o México deverá facilitar sua entrada no mercado brasileiro.

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Chega ao Brasil o novo BMW 320i Linha 2023 com preços a partir de R$ 307.950

A BMW iniciou as vendas do novo 320i Linha 2023 no mercado brasileiro.

O sedã, que passou por uma reestilização no início do ano, está sendo produzido na fábrica de Araquari (SC) e chega com algumas alterações no visual e nos equipamentos.

O novo Série 3 linha 2023 é disponibilizado em três versões e todas receberam um aumento de R$ 9 mil: 320i GP vendido por R$ 307.950, 320i Sport GP com preço de R$ 327.950 e o 320i M Sport por R$ 347.950. Uma versão chamada 320i Active deverá ser comercializada posteriormente.

 

 

 

 

 

Visual e Design

As mudanças não foram muito grandes mas suficientes para chamar atenção. A marca continua a oferecer uma ampla variedade de cores, couros, acabamentos e outros enfeites.

Além disso, foram realizados alguns ajustes estéticos e tecnológicos mais modernos a bordo. 

No visual, as principais alterações ocorreram na dianteira com os faróis de LED e o para-choque redesenhados. Este último recebeu nova entrada de ar e moldura para luzes de neblina.

A maior mudança foi uma ligeira modificação no perfil da grade de duplo rim, porém não houve aumento em termos de área.

Na traseira, o novo para-choque vem equipado com elementos na cor da carroceria, novo layout das lanternas e também há novas saídas de escape trapezoidais de maior diâmetro. As rodas são de 18″ e 19″ aprimoradas.

Tudo isso deixa o sedã com uma aparência mais moderna e robusta mas sem perder sua elegância.

Quanto as dimensões externas e internas do Série 3 atualizado, mede 4.709 mm de comprimento, 1.827 mm de largura e 1.435 mm de altura. Com os bancos traseiros levantados, a capacidade total de bagagem é de 480L em todos os modelos de sedã da Série 3.

O BMW Série 3 está disponível com cinco opções de cores para a carroceria: Branco Alpino, Preto Safira, Cinza Skyscraper, Azul Phytonic e Azul Portimão. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Interior e Tecnologia

O interior do Série 3 apresentou mudanças mais significativas do que as externas. A arquitetura básica permaneceu intacta, mas a BMW agora instalou seu sistema de infotainment touchscreen de última geração equipado com o BMW Live Cockpit Professional.

Trata-se do BMW Curved Display padrão, uma enorme tela dupla curvada que cobre dois terços do painel.

O sistema combina um painel de instrumentos digital com tela de 12,3″ e um sistema de infoentretenimento com tela sensível ao toque de 14,9″, executando o mais recente software BMW Operating System 8 com um conjunto maior de comandos de voz.

Conta ainda com o sistema BMW ConnectedDrive, que oferece recursos como  camada de emergência inteligente, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, serviços de concierge 24h, portais de notícias, clima e aplicativos.

Outros serviços remotos podem ser realizados através do app My BMW, como para trancar e destrancar as portas, localização do veículo, enviar destinos direto ao sistema de navegação, entre outros. Ainda tem conexão Apple CarPlay e Android Auto.

Dispõe de sete opções de cores para o acabamento interno: Sensatec Preto, Sensatec Cognac/Preto, Sensatec Tacora Red/Preto, Couro Vernasca Preto/Preto, Couro Vernasca Mocha/Preto, Couro Vernasca Preto com costura Azul e Couro Vernasca Oyster/Preto.

 

 

 

 

 

Equipamentos de série e Segurança

A lista de equipamentos do sedã BMW é bem completa e conta com faróis Full LED adaptativos, ar-condicionado digital automático de três zonas, assistente de estacionamento, sistema de condução inteligente e assistente pessoal ativado por comando de voz.

Possui ainda o BMW Comfort Access 2.0, que permite destravar e acender luzes ao se aproximar do carro e também a abrir o porta-malas pela aproximação do pé e muito mais.

Os recursos de segurança padrão em toda a linha da Série 3 incluem: oito airbags, assistente de frenagem autônoma, aviso de saída de faixa, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, monitoramento de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo, câmera de ré, entre outros.

 

 

 

 

 

Motorização e Desempenho

Não houve alteração em relação ao motor, sendo assim, o 320i manteve seu motor turbo de quatro cilindros de 2,0 litros que produz potência de  84 cv e 30,6 kgfm de torque. 

Uma transmissão automática ZF com conversor de torque de oito velocidades é padrão em toda a gama, assim como a tração nas rodas traseiras.

A aceleração até os 100 km/h acontece em 7,1 segundos e a velocidade máxima é de 235 km/h. O consumo médio é de 6,3 L/100 km no ciclo combinado. 

A BMW não fez nenhuma mudança notável na suspensão ou na direção, então o carro atualizado ainda se comporta tão bem quanto seu antecessor. 

 

 

 

 

 

 

O Novo BMW 320i 2023 combina desempenho, economia e qualidade, além de ter focado ainda mais em tecnologia.

Com certeza vai agradar ainda mais os clientes que já estão acostumados com o alto nível oferecido pela marca.

 

 

 

 

 

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Edição especial BMW M3 e BMW X6 M 50 Years lançada no Brasil esgota em apenas 12 minutos

A BMW lançou mundialmente dois modelos, o BMW M3 Competition M 50 Years e o BMW X6 M Competition M 50 Years, como edição especial em comemoração aos 50 anos da BMW M.

Para o Brasil foram reservadas 25 unidades apenas para clientes “especiais”, disponibilizadas para venda em um website fechado por por R$ 869.950 (M3) e R$ 1.150.950 (X6 M) e levou apenas 12 minutos para esgotar.

“Os modelos foram oferecidos, na última segunda-feira, em um website fechado com exclusividade para os clientes de relacionamento BMW M do Brasil e Rede de Concessionárias antes de sua produção ser confirmada na Alemanha, as vendas esgotaram em 12 minutos, de forma a confirmar a paixão do brasileiro pela BMW como a marca premium automobilística favorita do país”, afirma Michele Menchini, Diretora Comercial da BMW Brasil.

 

Há muitas diferenças entre o BMW M3 Competition M 50 Years e a versão padrão. A carroceria está disponível em cinco cores, todas da gama BMW Individual, são elas: Velvet Blue, Imola Red, Green Mantis, Voodooblue e Speed ​​​​Yellow.

Conta ainda com pinças de freio vermelhas, acabamentos em fibra de carbono no para-choque dianteiro e saias laterais, além de aros com design exclusivo.

Tudo isso reforça ainda mais o caráter esportivo e exclusivo do carro. 

 

Sob o capô, o novo BMW M3 apresenta um motor biturbo de seis cilindros em linha com tecnologia M Twin Power, que transmite toda a sua potência ao eixo traseiro através da transmissão M Steptronic com Drivelogic.

O motor rende potência de 510 cv a 6.250 rpm e 66,3 kgfm de torque máximo entre 2.750 e 5.500 rpm.  O câmbio é automático de 8 velocidades e a tração é traseira.

O sedã esportivo vai de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e atinge velocidade máxima de 290 km/h.

O BMW X6 M Competition M 50 Years, segue o mesmo padrão do M3. A carroceria pode ser estofada em oito cores, todas da linha BMW Individual. São elas: British Green, Velvet Blue, Le Mans Blue, Toronto Red, Frozen Marina Bay Blue, Nardo Gray, Gunmetal II e Frozen White.

Também traz os emblemas M 50 Years, pinças de freio vermelhas, acabamentos externos e spoiler de fibra de carbono.

O desempenho dessa versão especial deriva de um motor V8 4.4 biturbo que gera 625 cv de potência às 6.000 rpm e 76,48 kgfm de torque máximo entre 1.800 e 5.860 rpm. 

 O câmbio é automático M Steptronic de 8 marchas, enquanto a tração é integral M XDrive. Acelera de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e atinge velocidade máxima de 290 km/h.

A BMW do Brasil irá presentear cada um dos compradores que adquirirem uma das 50 unidades, com a participação no evento especial e exclusivo BMW M Day.

Será realizado em outubro no Circuito Pan-Americano e os clientes poderão conhecer e aproveitar na pista os modelos BMW M3 Competition 50 Years e BMW X6M Competition 50 Years.

 

 

 

 

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Venda de carros elétricos da BMW dobraram no 1º semestre de 2022

O BMW Group apresentou excelentes resultados no primeiro semestre de 2022 com um total de 75.891 veículos eletrificados das marcas BMW e MINI vendidos nesse período. Esse número não foi apenas superior, mas sim o dobro do volume obtido ano passado, representando um crescimento de 110,3%.

Somente no Brasil houve um crescimento de 42% nas vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in no primeiro semestre, com 1.315 unidades emplacadas em comparação com os 925 modelos vendidos. 

Considerando apenas os números do mês de junho de 2021 e 2022, esse ano foram vendidas 472 unidades contra 236 unidades no mesmo período do ano anterior.

Segundo dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), no primeiro semestre do ano foram vendidas 217 unidades do Mini Cooper SE, 52 unidades do BMW iX.

Apesar de apresentar uma queda de 13,3% em comparação com a mesma época em 2021, o BMW Group se mantém líder na venda de veículos premium com um total de 1.160.443 de carros das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce vendidos apenas no primeiro semestre desse ano.

Já a BMW ficou em primeiro lugar em vendas no segmento premium em todo o mundo, com 1.016.541 de veículos vendidos. O destaque fica para o Série 4, que cresceram mais de 50% em vendas em relação ao primeiro semestre de 2021.

Os resultados do primeiro semestre deixam a BMW ainda mais confiante sobre o que pode esperar para o final de 2022 e também em relação as metas dos próximos anos.

A estratégia do grupo é vender mais de 2 milhões de carros eletrificados no mundo todo até o final de 2025, para isso o processo de eletrificação da marca será ainda mais intensivo.

Será usada uma plataforma dedicada apenas para os novos carros elétricos (Neue Klasse, nova classe), além disso, a partir de 2030 as marcas Mini e Rolls-Royce serão totalmente elétricas. 

Os planos da marca para o Brasil indicam que até o final de 2030, pelo menos 50% dos carros da BMW vendidos no mercado nacional será composto por veículos totalmente elétricos.

 

 

 

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BMW Série 5 530e Luxury chega ao Brasil com tecnologia híbrida por R$ 464.950

A BMW acaba de lançar no Brasil o sedã 530e Luxury, versão híbrida plug-in, equipado com motor a combustão e outro elétrico.

Com suas opções de motores potentes, tecnologias avançadas e interior espaçoso, o BMW Série 5 2023 é uma excelente escolha para o segmento de carros executivos de luxo de médio porte.

Essa configuração apresenta acabamento mais luxuoso do que o 530e M Sport, sendo a opção topo de linha da Série 5 e está sendo vendida por R$ 464.950.

O BMW 530e Luxury, que é produzido nas fábricas da BMW em Dingolfing na Alemanha, recebeu acabamento ainda mais sofisticado com destaque para os detalhes cromados na grade dianteira e nos para-choques dianteiro e traseiro.

Além do design exclusivo nas rodas de liga-leve de 19″ e dos faróis que tem tecnologia a laser, chamada de BMW Laserlight, enquanto os de neblina são de LED.

São oferecidas sete opções de cores para a carroceria externa: Branco Alpino, Preto Safira, Cinza Sophisto, Branco Minera, Azul Phytonic, Bluestone e Cinza Bernina.

O interior também apresentou mudanças e agora vem com bancos dianteiros do tipo Comfort com sistema de ventilação, o acabamento do painel é todo em alumínio e ainda conta com tela de entretenimento para os passageiros do banco traseiro.

Tem ainda duas telas de 12,3″, sendo uma do painel de instrumentos e a outra da central multimídia com conexão Android Auto e Apple CarPlay.

O revestimento interno será oferecido em três opções de cores: Couro Nappa Ivory/Preto, Couro Nappa Preto/Preto e Couro Nappa Mocha/Preto.

O sedã vem equipado com motor quatro cilindros 2.0 turbo a gasolina, com 184 cv de potência e 30,59 kgfm de torque, associado ao propulsor elétrico BMW eDrive, que entregam potência combinada de 292 cv e 42,83 kgfm de torque.

O câmbio é automático Steptronic de 8 velocidades e a tração é traseira. Segundo dados do Inmetro, o consumo médio na cidade é de 24km/l e na estrada faz 25,8 km/l.

O 530e Luxury tem autonomia elétrica de 56 quilômetros no ciclo WLTP apenas com motor elétrico.

A bateria de íons de lítio tem capacidade total de 12 kWh, já o cabo extra Flexible Fast Charger, que vem como cortesia, aumenta a potência de recarga para 3.7 kW e o carregamento completo da bateria ocorre em 3h e 36 minutos.

O sedã de luxo oferece um pacote completo de itens de série e avançados sistemas de condução semiautônomos da BMW, como o Driving Assistant, que proporciona condução inteligente durante congestionamentos, trânsito lento ou viagens longas. 

Outro recurso é o Parking Assistant e o Live Cockpit Professional, com monitoramento da condução através das telas de infoentretenimento.

O Assistente Pessoal Inteligente BMW é ativado pela frase “olá, BMW”, já o sistema My BMW App, realiza comandos à distância, como localização do veículo e checar se todas as portas estão fechadas. 

Conta também com notificação de necessidade de manutenção, chamada de emergência e serviços de concierge 24 horas. Já o Vehicle Sound Generator (VSG), é um serviço de segurança que gera um som durante o uso do modo de condução elétrico de até 30 km/h, para que os pedestres possam ouvir o veículo se aproximando.

 

 

 

 

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BMW M2 2023 tem lançamento previsto para outubro e receberá vários elementos do M4

O novo BMW M2 oferece tecnologia de corrida para a estrada e faltando apenas alguns meses para sua estreia mundial, a fase final de testes no desenvolvimento da segunda geração deste modelo está em pleno andamento. 

O M2 será o último modelo da divisão esportiva a usar apenas um motor de combustão interna da BMW Motorsport.

Segundo a montadora, o cupê impressionou com seu “desempenho excepcional, demonstrando que pode alcançar em qualquer condição, mesmo no limite, desempenho semelhante ao do o BMW M2 CS”.

Sob o capô do BMW M2, é fornecido o motor familiar do M4 mas não se deve esperar exatamente a mesma potência.

Ainda não há dados oficiais, mas sabe-se que o motor de seis cilindros em linha de 3 litros terá um turbocompressor duplo e poderá desenvolver cerca de 450 cavalos de potência.

Haverá duas opções de transmissão, uma caixa manual clássica de seis velocidades, que deverá agradar os entusiastas da “velha escola” e um M Steptronic automático de oito velocidades. Eles garantem que a potência é aplicada de forma extremamente dinâmica.

As características de condução desportivas são intensificadas pelo chassis M adaptativo e pela tração nas rodas traseiras.

O BMW M4 também emprestou, entre outras coisas, o sistema de freio, que dado o menor tamanho e peso da carroceria do carro, garantirá altíssimo desempenho com menor esforço dos componentes.

Além de componentes de suspensão e rodas com pneus 275/35 R19 na frente e 285/30 R20 na traseira. 

A aparência esportiva do novo BMW M2 é complementada por uma seleção de opções de equipamentos especiais, como o teto que será feito de fibra de carbono, com o objetivo claro de tornar o carro o mais leve possível. 

No interior, os bancos dianteiros também em carbono, realçam o aspecto desportivo do carro.

Também haverá um novo painel de instrumentos e uma grande tela curva que consiste em vários monitores, que vão oferecer o sistema iDrive 8.

A estreia do BMW M2 G87 está prevista para outubro de 2022. No entanto, os primeiros carros não chegarão aos showrooms até abril de 2023, então ainda temos que esperar um pouco mais por eles.

 

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