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Jaguar Land Rover e Vibra anunciam parceria de cooperação tecnológica

Na última quarta-feira (10), aconteceu uma cerimônia entre a Jaguar Land Rover e a Vibra, empresa brasileira líder em distribuição de combustíveis e lubrificantes, que contou com a presença de Thierry Bolloré, CEO da Jaguar Land Rover e de Wilson Ferreira, Presidente da Vibra.

O evento foi realizado na fábrica da montadora em Itatiaia (Rio de Janeiro), onde foi assinado um memorando de entendimento (MOU) pelos líderes das duas empresas, concordando em desenvolver projetos e novos negócios relacionados à mobilidade elétrica no Brasil.

“Estamos avançando no nosso processo de consolidação da rede de Recarga VIBRA, como a principal e mais robusta rede conectada do país, com soluções abrangentes para estações públicas e dedicadas, com ênfase nos nossos postos rodoviários e urbanos que somam número superior a 8000 unidades em todo país. Considerando a nossa capilaridade e vocação para entregar ao cliente, a energia que ele desejar consumir, estamos investindo para oferecer a melhor experiência em recarga e conveniência aos usuários de veículos elétricos”, afirmou Alexandre Tavares, Diretor de Gás, Energia e Novos Negócios B2B da Vibra.

 

O memorando inclui diversas iniciativas, incluindo compatibilização de rotas prioritárias para instalação de equipamentos de recarga ultrarrápida, compartilhamento de conhecimento entre as duas empresas e potencial integração de negócios para o desenvolvimento de serviços que colaborem para a experiência dos usuários.

A transição para uma energia mais limpa faz parte dos esforços de sustentabilidade de ambas as empresas.

O plano de negócios da Vibra prevê, implementar o maior corredor elétrico do país, com a instalação de 70 estações de recarga ultrarrápida que conectarão mais de sete estados brasileiros.

O objetivo da empresa é fornecer o serviço de recarga de veículos elétricos em 25% de sua rede de postos até 2030.

Já a Jaguar Land Rover no início desse ano também se comprometeu a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em suas operações e cadeia de valor até 2030 por meio da iniciativa Science Based Targets (SBTi). 

“Acreditamos que o caminho para a inovação, eletrificação e construção de um futuro mais sustentável é coletivo. Desde o início, Jaguar Land Rover e Vibra têm discutido a importância de unir forças para oferecer iniciativas que ajudem nossas empresas a alcançar seus compromissos estratégicos e de sustentabilidade”, disse Gabriel Patini, diretor de Desenvolvimento de Negócios & Inovação Latam da Jaguar Land Rover.

 

 

 

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Versões 1.0 do Novo Peugeot 208 correspondem a 60% das vendas do compacto

Em maio desse ano a marca francesa lançou a Linha 2023 do Novo Peugeot 208 que ganhou duas novas versões Like e Style, com nova motorização 1.0 e um pacote de equipamentos bem recheado.

Segundo a própria montadora, “o novo 208 representa muito bem nossa ambição de garantir uma cobertura de mercado ainda mais ampla”, e foi exatamente isso que conseguiram, visto que, o modelo 1.0 já representa 60% do volume total dos 208 comercializados.

“No acumulado do ano (janeiro a julho), a Peugeot emplacou 133% a mais que o mesmo período de 2021. Foram 17.885 unidades do hatch comercializadas, ou 10.195 veículos a mais. Quando comparado somente ao mês de julho, a alta na comercialização do modelo foi de 71% (Jul/22: 2.803 – Jul/21:1.637)”, informa a Peugeot em comunicado.

 

Esses bons números impactam diretamente na atuação da Peugeot diante do mercado nacional, apresentando 2,5% de market share, com crescimento de 67% tendo 25.180 unidades vendidas no primeiro semestre de 2022, em comparação com os 15.043 veículos emplacados no mesmo período do ano passado.

Esse resultado faz da Peugeot a marca da indústria automotiva brasileira, que mais cresce em volume percentual atualmente, mesmo que o mercado tenha apresentado queda de 13% nas vendas.

Somente no mês de julho 3.495 veículos da Peugeot foram vendidos, o que representa um crescimento de 14% no volume de vendas do mesmo mês do ano anterior, quando emplacou 3.074 unidades, resultando num total de participação de mercado de 2,1%.

A influência do Novo Peugeot 208 1.0 nesse resultado é enorme. De janeiro a julho 10.195 veículos a mais foram vendidos, totalizando 17.885 unidades do hatch emplacadas, 133% a mais que o mesmo período de 2021.

Com isso, o modelo aparece em 5º lugar no ranking dos mais vendidos do segmento B-Hatch, nos resultados do mês e também no acumulado do ano e a tendência é que as vendas continuem subindo.

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Aston Martin DBX foi destaque em evento que reuniu proprietários de aviões executivos

Aconteceu no último sábado (06) o Bonanza Fly-In, encontro de proprietários de aviões executivos realizado no Aeroporto de São Joaquim da Barra, que teve a participação de mais de 400 pessoas e a presença de um Aston Martin DBX como uma das atrações.

O evento que ocorre desde 2013 e foi criado pelo Bonanza Clube do Brasil, presidido por Luiz Gustavo Junqueira Figueiredo, reúne proprietários de aeronaves de pequeno e médio porte, especialmente os modelos Bonanza fabricados pela Beechcraft norte-americana.

O SUV de alto luxo e desempenho, característicos da marca britânica fundada em 1913, foi um dos destaques do dia que contou com 78 aeronaves e mais de trinta automóveis esportivos e de luxo presentes no evento. 

O veículo foi trazido ao Brasil pela UK Motors, que é a representante oficial da Aston Martin e da McLaren no país.

A empresa responde pelas operações dessas que são duas das mais conceituadas fabricantes britânicas de carros esportivos e de luxo do mundo.

Além do Aston Martin DBX levado pela UK Motors, havia outros carros da marca em exposição, modelos Rapide, Vantage e DBS, integrantes de acervos particulares.

A presença do DBX foi um excelente cartão de visitas para a Aston Martin, com diversos clientes potenciais pedindo informações sobre esse e outros modelos da marca britânica.

 

 

 

 

 

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Renault Kwid completa cinco anos no mercado brasileiro com mais de 300 mil unidades vendidas

A Renault comemora os cinco anos do lançamento do Kwid no Brasil com a marca de mais de 300 mil unidades vendidas. O modelo é o veículo de entrada e também o mais vendido da marca. Apenas no primeiro semestre do ano emplacou 27,5 mil unidades, sendo o  décimo quinto modelo mais vendido no país.

O lançamento do primeiro Kwid no mercado nacional ocorreu em agosto de 2017, quando era vendido por 30 mil reais em sua versão mais simples.

Atualmente o modelo é oferecido em três versões Zen, Intense (com ou sem teto em dois tons) e Outsider e vendido a partir de  R$ 65.790, perdendo o título de carro zero mais barato do país para o Fiat Mobi, que é vendido a partir de R$ 63.390.

“O Kwid é o primeiro carro de muitos jovens e de muitas famílias. Atrai muitos consumidores que vinham do mercado de usados e agora estão comprando seu primeiro veículo zero-quilômetro. No último ano, 25% dos clientes de Kwid tiveram acesso à mobilidade, ou seja, eram clientes que não tinham carro anteriormente”, comenta Bruno Hohmann, vice-presidente comercial da Renault do Brasil.

 

Sob o capô de todas as versões está o motor 1.0 SCe com 3 cilindros e 12 válvulas, que opera com duplo comando de válvulas (DOHC) e bloco em alumínio.

Capaz de render potência de 71 cv e torque de 10 kgfm quando abastecido com etanol e de 68 cv de potência e 9,4 kgfm de torque com gasolina. Já o câmbio é manual de 5 velocidades.

Esse ano o Kwid recebeu atualização importante para a Linha 2023 tanto na parte externa, quanto na parte interna e apesar de ser um dos carros mais baratos no mercado brasileiro é bem equipado.

Oferece itens inéditos na sua categoria, como controle eletrônico de estabilidade e quatro airbags de série em todas as versões. Destaca-se ainda pela capacidade do porta-malas de 290 litros e pelo baixo consumo de combustível.

O Renault Kwid é produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná e abastece não só o mercado nacional como para diversos outros países como América Latina como Paraguai, Uruguai, Venezuela, Argentina, além de alguns países da África e América Central, o que já soma mais de 140 mil unidades exportadas.

Para reforçar a gama, em abril a Renault lançou a versão E-Tech, 100% elétrica, no valor de R$ 146.990, que se mostrou um sucesso ao vender em apenas dois meses 750 unidades do modelo. O primeiro lote acabou de desembarcar no Brasil.

 

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Jeep Renegade alcança a marca de 400 mil unidades vendidas no Brasil

O Grupo Stellantis divulgou essa semana que o Jeep Renegade atingiu a marca de 400 mil unidades vendidas no Brasil desde o seu lançamento em 2015, o que faz dele o modelo mais comercializado da marca no país.

A Jeep continua sendo a líder na categoria de SUVs no mercado brasileiro e de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foi o SUV compacto mais vendido no Brasil em 2021 com 73.913 unidades emplacadas.

Dados do primeiro semestre desse ano informam que foram vendidas 24.880 unidades, fazendo do Renegade o quarto SUV compacto mais vendido da categoria.

“Chegar em 400 mil unidades vendidas é uma marca incrível. Desde o início de sua comercialização, o Jeep Renegade encantou o mercado com atributos que o tornaram tão desejado, como tecnologia, capacidade off-road e toda a autenticidade Jeep. Sua performance comercial sempre foi excelente, ano após ano, garantindo os primeiros lugares em vendas ao modelo ao longo de sua história no Brasil”, disse Everton Kurdejak, Vice-Presidente de Operações Comerciais da Jeep para o Brasil.

 

Desde o seu lançamento, o veículo ganhou duas reestilizações, uma em 2018 em que ocorreram mudanças no para-choque para melhorar o ângulo de ataque nas versões flex, e a outra mais recente em fevereiro deste ano, quando atualizou a grade que agora está mais estreita, faróis full-LED, lanternas e o painel 100% digital. Além de melhorias na tecnologia e itens de segurança.

Mas o grande destaque ficou por conta da troca do motor 1.8 aspirado pelo motor 1.3 turbo T270 flex com potência de até 185 cv e 27,5 kgfm de torque e câmbio automático de 6 marchas. O que representou um ganho de 46 cv em comparação com a versão anterior.

O Jeep Renegade é produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE) e é oferecido no mercado nacional em quatro versões: Sport, Longitude, Série S e Trailhawk com preços a partir de R$ 127.590.

Além disso também é exportado para diversos países como México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai, entre outros. 

 

 

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Fiat revela imagens do SUV-cupê Fastback que deverá ser lançado ainda esse ano

A Fiat revelou as primeiras imagens do Fastback após quatro anos desde a primeira apresentação do conceito que foi mostrado no Salão do Automóvel em 2018.

O veículo que se junta ao Pulse para ampliar a gama de SUVs da marca no Brasil, traz um visual cupê mais refinado e deverá ficar posicionado acima do seu irmão.

O Fastback compartilha a mesma plataforma MLA do Pulse, além de seguir a mesma identidade visual porém, com um visual mais esportivo e moderno.

Apresenta linhas de cupê, com a coluna C e o vidro traseiro bastante inclinados. Isso também faz parecer que o modelo é mais longo que o irmão e consequentemente espera-se maior espaço interno e capacidade do porta-malas.

As imagens mostram a carroceria pintada na cor Branco Banchisa em contraste com o teto preto. A grade frontal traz novo desenho em formato de colmeia, com entradas de ar funcionais, frisos de cromo escurecido e faróis de Full-LED.

A traseira traz novos para-choques e lanternas de LED mais finas e em formato horizontal, o que se diferencia muito de outros modelos da marca e se assemelha mais a outros SUVs-cupês como os da BMW.

Apesar de ainda não ter confirmação, é esperado que o modelo ofereça na versão de entrada motor 1.0 turbo de três cilindros com potência de 130 cv e 20,4 kgfm de torque e transmissão automática CVT, simulando sete marchas.

Já as versões de topo deverão vir equipadas com motor 1.3 turbo de quatro cilindros com 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas.

Ainda não há informações de quando será realizado o lançamento do Fiat Fastback, mas uma apresentação oficial é esperada para o mês de outubro.

Também não foram anunciadas maiores informações sobre as versões e preços mas devido ao posicionamento tudo indica que deverá custar por volta de R$ 150 mil.

 

 

 

 

 

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Ferrari F300 de 1998 de Michael Schumacher vai a leilão

Um dos carros de Fórmula 1 invictos de maior sucesso em todas as épocas, a Ferrari F300 de 1998, será leiloada no Monterey Conference Center que acontecerá entre os dias 18 a 20 de agosto de 2022.

Este icônico carro de chassi número 187, é a sétima de nove versões da F300 e é particularmente especial por ter sido pilotado por Michael Schumacher, e venceu todas as quatro corridas consecutivas que disputou: Grande Prêmio do Canadá, GP da França, GP da Grã-Bretanha e GP da Itália. 

O F300 estreou em 1998, depois que mudanças nas regras significaram que um novo carro teve que ser introduzido. Com isso o design do carro foi desenvolvido por Rory Byrne, que fez diversas alterações tornando o carro o mais aerodinâmico possível, comparado ao F310B anterior.

Foram realizadas mudanças na construção e no tamanho dos sistemas de frenagem, também desenvolveram painéis de entrada de ar mais esculpidos.

Além disso, amortecedores dianteiros montados verticalmente foram instalados, barras de torção independentes com sistema push-road, freios a disco compostos de alto carbono e rodas de liga leve Bridgestone de 13″, também foram adicionados.

O F300 era movido por um motor V10 de 3,0 litros que produzia cerca de 800 cv de potência, que chegava a 17.500 rpm, acoplado a um câmbio sequencial de sete marchas. 

Este carro iniciou uma tendência de dominação da Fórmula 1 para a Scuderia Ferrari que durou até os anos 2000.

A Ferrari manteve o chassi 187 até setembro de 1999, quando foi vendido em particular e diretamente para um cliente que o manteve desde então. Ainda está na mesma condição, o carro nunca foi restaurado ou alterado em relação às especificações de 1998.

A Ferrari F300 será leiloada no próximo mês pela RM Sotheby’s e espera-se que seja arrecadado entre US$ 6.000.000 e US$ 8.000.000, algo em torno de R$ 32,9 milhões e R$ 43,9 milhões. 

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Aston Martin revela nova identidade visual e logotipo da marca

A Aston Martin, marca britânica conhecida como sinônimo de luxo, desempenho e exclusividade, acaba de apresentar sua nova identidade visual e o novo logotipo das asas.

Tudo isso faz parte do reposicionamento estratégico da marca e da campanha de marketing global para acelerar ainda mais seu crescimento entre novos públicos.

“Mantendo a elegância e sofisticação pelas quais nossa marca e nossos produtos são reverenciados em todo o mundo, essa direção criativa emocionalmente guiada mostra as características mais ousadas e intensas que sempre sublinharam a Aston Martin. Enquanto engajamos nossa base de clientes ferozmente leais, acreditamos que essa nova dimensão capitalizará a crescente demanda de uma nova geração de clientes da Aston Martin, com mais de 60% de nossas vendas atuais novas para a marca”, disse Renato Bisignani, chefe de marketing e comunicações globais da Aston Martin

A identidade criativa baseia-se na reputação forte e estabelecida da Aston Martin de combinar artesanato luxuoso e design sofisticado com emoção de alta octanagem e intenso prazer de dirigir. Esse é o conceito da ideia da marca “Intensity Driven” (dirigir intensamente). 

O reposicionamento estratégico da marca se baseia no crescente apelo da Aston Martin para um público global mais amplo, ao mesmo tempo em que sustenta seus valores fundamentais.

O visual traz uma atualização das icônicas asas em colaboração com o aclamado diretor de arte e designer gráfico britânico Peter Saville.

O novo design das asas é feito à mão por artesãos no bairro de joias de Birmingham e será aplicado pela primeira vez na próxima geração de carros esportivos da Aston Martin, o que aumentará ainda mais o foco da Aston Martin no luxo e exclusividade.

Esta é a oitava vez nos 109 anos de história da Aston Martin que passa por uma modificação e é a primeira grande atualização da marca desde 2003.

De acordo com Marek Reichman, vice-presidente executivo e diretor de criação da Aston Martin, cada objeto que projetamos na Aston Martin tem profundo significado e intenção e é criado com honestidade e emoção.

Ele também afirmou que ter a participação de Peter Saville, um ícone do design gráfico britânico e uma figura criativa inspiradora elevou ainda mais o nível. Além do orgulho de todos os envolvidos ao ver essa nova identidade ser feita à mão em forma física no bairro de joias de Birmingham.

“À medida em que nos aproximamos de um momento emocionante de evolução do produto, o design das novas asas não foi diferente. Cada milímetro de cada linha, de cada forma dentro das novas asas, tudo isso sai das profundezas de nossa fonte criativa de 109 anos da Aston Martin”, afirmou Reichman.

 

 

 

 

 

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Royal Enfield: a marca que ultrapassou os 120 anos e ainda faz sucesso

A Royal Enfield é uma empresa multinacional indiana de fabricação de motocicletas com sede em Chennai, Tamil Nadu, Índia. A empresa é a marca global de motocicletas mais antiga em produção contínua.

Sua história é antiga e remonta de 1901, quando foi fabricada a primeira moto Royal Enfield, desenhada por R.W. Smith e pelo francês Jules Gotiet, com um motor Minerva de 1,5 cv montado à frente da coluna de direção e uma longa correia de couro a fazer a transmissão à roda traseira.

Em 1909, a Royal Enfield surpreendeu o mundo do motociclismo com o lançamento de uma pequena motocicleta com motor Motosacoche de dois cilindros em “V”, com 2 ¼ HP, de procedência suíça.

Em 1911, o modelo seguinte foi equipado com um motor de 2 ¾ HP e passou a incluir o famoso câmbio Enfield de duas marchas. Já em 1912 foi lançada a JAP, que transformou a Enfield em uma marca conhecida, com motor de dois cilindros em “V”, 770 cc, 6 HP e sidecar. 

As motocicletas de 3 HP, desta vez com motor da própria Enfield, entraram em produção em 1914 e passaram a usar a pintura padrão da Enfield, componentes esmaltados na cor preta e tanque verde com friso dourado.

Nesse mesmo período, à medida que a Inglaterra se envolve na I Guerra Mundial, toda a gama restante de motos deixa de ser produzida, exceto as que equipam este motor e a maior moto da marca, a 770 cc de 6 cv com motor v-twin JAP.

Com o passar do tempo a marca foi se estabelecendo e em 1932 nasce a lendária “Bullet” com três versões disponíveis: 250, 350 e 500 cc, todas com o motor ‘sloper’, inclinado para a frente, seletor de mudanças operado com o pé e pistões de alta compressão.

Entre os anos de 1939 e 1945, a marca produz um grande número de motos e bicicletas para o esforço militar britânico na 2ª Guerra Mundial, sendo a 125 cc, o modelo mais icônico, conhecida como “Flying Flea”.

Essa motocicleta era montada numa estrutura especial para ser lançada de para-quedas e usada para a mobilidade rápida das divisões aerotransportadas atrás das linhas inimigas.

Em 1952, o governo indiano realizou a encomenda de 800 unidades do modelo de 350 cc, por considerá-la a mais adequada para o trabalho de patrulhamento da fronteira do país. De fato, as motos demonstraram ser um grande sucesso, provando-se resistentes e de fácil manutenção.

A partir de 1955, a marca Redditch associa-se com a Madras Motors para fundar a Enfield India. Os trabalhos têm início com a construção de uma fábrica em Tiruvottiyur, perto de Madras (hoje, Chennai).

No ano seguinte a fábrica foi inaugurada e as Bullet começam a ser produzidas sob licença, com um total de 163 unidades fabricadas naquele ano.

Já em 1994 o Eicher Group, uma empresa automotiva na Índia, adquire a Enfield India Limited e altera a sua designação para Royal Enfield Motors Limited.

A Royal Enfield adquire em maio de 2015, a sua antiga colaboradora Harris Performance no Reino Unido, uma conhecida empresa de engenharia e design de motos, para incrementar as suas capacidades de desenvolvimento de produtos.

Em agosto do mesmo ano, abre a sua primeira subsidiária de distribuição direta fora da Índia, em Milwaukee, Wisconsin (EUA), com a estratégia principal de oferecer três motos, Bullet 500, Classic 500 e Continental GT 535 Cafe Racer. Ainda em 2015, a Royal Enfield ultrapassou a Harley-Davidson em vendas globais.

Em 2021 comemorou seus 120 anos de “Motopurismo” com a edição especial das twins Continental GT 650 e Interceptor 650, limitada de apenas 120 unidades (60 de cada). 

O destaque desses modelos fica por conta do emblema circular tridimensional aplicado no tanque de combustível feito à mão e super exclusivo. Além da inscrição “120 Years Edition” nas tampas laterais e do número de série único de cada moto gravado na tampa do tanque. 

A Royal Enfield é uma marca forte e tradicional que continua seu processo de expansão mundial até hoje.

No Brasil, a primeira concessionária Royal Enfield no Brasil foi inaugurada em abril de 2017 em São Paulo e hoje podem ser encontradas em diversas cidades espalhadas por todo o país.

 

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Venda de carros elétricos da BMW dobraram no 1º semestre de 2022

O BMW Group apresentou excelentes resultados no primeiro semestre de 2022 com um total de 75.891 veículos eletrificados das marcas BMW e MINI vendidos nesse período. Esse número não foi apenas superior, mas sim o dobro do volume obtido ano passado, representando um crescimento de 110,3%.

Somente no Brasil houve um crescimento de 42% nas vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in no primeiro semestre, com 1.315 unidades emplacadas em comparação com os 925 modelos vendidos. 

Considerando apenas os números do mês de junho de 2021 e 2022, esse ano foram vendidas 472 unidades contra 236 unidades no mesmo período do ano anterior.

Segundo dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), no primeiro semestre do ano foram vendidas 217 unidades do Mini Cooper SE, 52 unidades do BMW iX.

Apesar de apresentar uma queda de 13,3% em comparação com a mesma época em 2021, o BMW Group se mantém líder na venda de veículos premium com um total de 1.160.443 de carros das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce vendidos apenas no primeiro semestre desse ano.

Já a BMW ficou em primeiro lugar em vendas no segmento premium em todo o mundo, com 1.016.541 de veículos vendidos. O destaque fica para o Série 4, que cresceram mais de 50% em vendas em relação ao primeiro semestre de 2021.

Os resultados do primeiro semestre deixam a BMW ainda mais confiante sobre o que pode esperar para o final de 2022 e também em relação as metas dos próximos anos.

A estratégia do grupo é vender mais de 2 milhões de carros eletrificados no mundo todo até o final de 2025, para isso o processo de eletrificação da marca será ainda mais intensivo.

Será usada uma plataforma dedicada apenas para os novos carros elétricos (Neue Klasse, nova classe), além disso, a partir de 2030 as marcas Mini e Rolls-Royce serão totalmente elétricas. 

Os planos da marca para o Brasil indicam que até o final de 2030, pelo menos 50% dos carros da BMW vendidos no mercado nacional será composto por veículos totalmente elétricos.

 

 

 

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