A Lamborghini lança a última edição do Aventador com motor V12 antes da substituição da versão com potência híbrida. Trata-se do Aventador Ultimae, que em latim significa “final ou último” e será limitada a 350 cupês e 250 roadsters.
O último modelo será leiloado e o vencedor, além de levar esse supercarro, vai poder realizar uma visita particular ao museu da empresa, além de ter acesso aos próximos lançamentos e conversar com os executivos da marca virtualmente. Como o navio de carga Felicity Ace que carregava 15 unidades do modelo, afundou nos Açores, a Lambborgini tem que se concentrar em reproduzir os carros perdidos. Depois disso, eles passarão a produzir o Aventador Ultimae final que será leiloado.
Os modelos Ultimae são alimentados pelo mesmo V12 encontrado em outros Aventadors, no entanto, apresenta algumas peças extras de tecnologia para transcender o padrão já estelar da Lamborghini. O motor 6.5 V12 com 780 cv de potência e 73,4 kgfm de torque, é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos.
A próxima versão do Aventador será um veículo elétrico híbrido plug-in (PHEV), mas este incrível motor atual não será completamente aposentado, mas será assistido por um trem de força elétrico.
O interior do Ultimae é o que o diferencia do resto da linha Aventador. Os componentes internos são revestidos em elementos de fibra de carbono e costuras e materiais exclusivos, sinalizando que este é de fato o Aventador final.
Embora o próximo Aventador não seja um carro puramente movido a combustão, a empresa continuará produzindo motores convencionais por enquanto, mas a eletrificação se infiltrará lentamente na arquitetura de muitos modelos até 2028, quando deverá apresentar seu primeiro Lambborgini elétrico.
A Renault realizou o lançamento do Kwid E-Tech, que já chega como o carro elétrico mais barato do Brasil. O modelo que vem importado da China, já está disponível por R$ 142.990, valor que será mantido durante toda pré-venda que vai até o mês de julho e as entregas começarão a partir de agosto.
O hatchbach vem com motor mais potente e boa autonomia, excelentes atrativos para seu público alvo, que são os chamados early adopters, famílias com dois ou mais veículos em casa, clientes corporativos e consumidores mais jovens e mais abertos a novas experiências e tecnologias.
Outra vantagem da versão elétrica é compartilhar componentes com a sua versão a combustão, o que reduz o custo da manutenção. Além de apresentar menor custo por quilômetro rodado, que é de R$ 0,06 contra R$ 0,48 de um modelo equivalente que usa gasolina.
O Kwid E-Tech manteve praticamente o mesmo visual da versão chinesa, chamada City K-ZE. A maior diferença está na nova grade dianteira fechada, que traz o logotipo da marca e serve como tampa do bocal de carregamento, elementos cromados se unem às luzes diurnas de LED e na parte debaixo ficam os faróis duplos.
Nas laterais foram adicionados apliques plásticos com o nome “E-Tech” e a traseira vem com lanternas com grafismos diferentes da versão a gasolina. O para-choque também mudou e agora tem um desenho distinto do refletor. Estará disponível em três cores: verde Noronha, exclusiva do modelo, branco Glacier Polar e prata Diamond. Quanto as dimensões, tem 3,68 metros de comprimento, 2,42 m de entre-eixos, 1,57 m de largura e 1,47 m de altura e o porta-malas tem capacidade de 290 litros.
Entre as novidades estão uma extensa lista de equipamentos que inclui central multimídia Media Evolution, com tela de 7” com conexão Android Auto e Apple CarPlay, painel de instrumentos com mostradores digitais, seis airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, direção elétrica, suspensão elevada, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, freios ABS com BAS (Braking Assist System), entre outros.
A principal diferença do Kwid E-Tech vendido no Brasil está no conjunto mecânico. Essa versão vem equipada com um motor de 65 cv de potência e não de 44 cv, que vai de 0 a 50 km/h em 4,1 segundos e velocidade máxima limitada de 130 km/h. Conta com uma bateria de lítio de 26,8 kWh, que garante autonomia de até 298 km na cidade e de 265 km em um circuito misto.
A recarga da bateria pode ser feita numa tomada convencional de 220V, onde leva cerca de nove horas para recuperar 190 km de autonomia, num carregador do tipo Wallbox de 7 kW precisa de 2h45 para carregar de 15% a 80% da bateria e o carregamento mais rápido é usando uma fonte de recarga rápida DC, que leva apenas 40 minutos para chegar aos mesmos 190 km.
Outra função importante para otimização da autonomia da bateria está no modo de condução ECO, um recurso que usa um sistema de regeneração de energia, que limita a potência em 33kW, a velocidade em 100 km/h e ativa a frenagem regenerativa. Segundo informações do fabricante, esse modo é capaz de otimizar até 9% o consumo da bateria.
Com a chegada do novo Renault Kwid E-Tech, a marca garante mais um modelo com o menor preço do país, assim como sua versão a combustão, para tentar conquistar mais uma fatia do mercado nacional, dessa vez com uma versão eletrificada e cheia de novidades.
A BMW apresenta a nova linha 2023 do X7, o maior SUV da marca, que recebe um novo design, mudanças no interior e trens de força revisados com mais potência e assistência híbrida. Essas atualizações buscam melhorar ainda mais seu posicionamento no segmento de SUVs de luxo.
Inicialmente serão apresentadas em três versões: xDrive40i, xDrive40d e M60i xDrive, todos equipados com sistema híbrido leve de 48V. A BMW diz que a versão Alpina XB7 se juntará à linha logo depois no início do próximo ano.
O modelo xDrive40 padrão é alimentado por um motor TwinPower Turbo de 3.0 de 6 cilindros em linha, que ganhou 40 cv e agora conta com 380 cv de potência e 52,9 kgfm de torque e atinge de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos. A versão X7 M60i, conta com motor 4.4 V8 biturbo, com potência de 530 cv e 76,4 kgfm de torque, que faz de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos. Esse modelo também recebe molas pneumáticas padrão e a direção do eixo traseiro.
A BMW diz que o próximo Alpina XB7 contará com motor M TwinTurbo V8 de 4,4 litros, com 630 cv de potência e 81,5 kgfm de torque e aceleração de 0 a 96 km/h em apenas 4 segundos.
Todas as versões ganharam auxílio elétrico em sistema de 48 volts, que fornece a cada motor 12 cv de potência adicionais. Os motores combinam com um câmbio automático de oito velocidades que agora possui uma função Sprint que muda a transmissão para a marcha mais baixa disponível e coloca todos os modos de condução nas configurações mais esportivas.
Quanto ao visual, uma das maiores mudanças está na nova frente do BMW X7, que muda o design do para-choque, agora com vincos mais recortados, mas mantém a enorme grade dianteira de duplo rim, iluminada no modelo M60i e opcional nas demais versões.
Dividiu a iluminação em duas partes, com filas horizontais na parte superior para circulação diurna de LED e os faróis principais um pouco mais baixos.
A traseira permanece praticamente a mesma, com as lanternas traseiras divididas pela tampa do porta-malas, mas agora elas têm elementos 3D triangulares. Na versão de topo o para-choque tem quatro saídas de escape, enquanto nas demais versões só tem duas saídas.
Serão disponibilizadas 40 opções individuais de cores que incluem acabamentos não metálicos e foscos. O pacote opcional M Sport adiciona acabamento em preto brilhante, rodas de 21″ com raios duplos e bicolores e ponteiras de escape trapezoidais.
O modelo M60i tem um logotipo M na grade, espelhos retrovisores mais aerodinâmicos e rodas de 22″. Além disso, pela primeira vez rodas de até 23″ poderão ser escolhidas como padrão.
No interior, a mudança mais importante foi tecnológica, com a presença do Live Cockpit Plus com BMW Curved Display que utiliza o sistema iDrive 8, onde uma nova tela curva é a peça central da parte interna.
O painel de instrumentos e a central multimídia estão agrupadas na tela horizontal única de 12,3″ e de 14,9″, respectivamente, a partir das quais praticamente todas as funções são controladas. A manopla de câmbio foi substituída por um seletor de marchas giratório e uma nova peça de iluminação ambiente abrange o painel redesenhado.
O BMW X7 também tem diversas funções, assistência à condução, conectividade e conforto, equipando praticamente tudo em cada um desses segmentos. Com sistema de frenagem automática, suspensão pneumática com amortecedores adaptativos e sistema de estacionamento automático, que armazena memória dos últimos 200 metros percorridos, um benefício na hora de realizar manobras.
A produção do BMW X7 ocorrerá na fábrica de Spartanburg, Carolina do Sul, EUA. O modelo estará disponível para vendas a partir de agosto nos Estados Unidos e Europa com preços entre US$ 78.845 a US$ 104.0 95, algo entre R$ 370 mil e R$ 488 mil, na cotação atual
A Porsche lançou mais uma versão de um dos seus modelos no Brasil, dessa vez é o Panamera 4 e-Hybrid Platinum Edition. Trata-se de uma edição limitada que já está disponível para pré-venda pelo valor de R$ 655 mil e que se destaca pela variedade de itens de luxo e também de conforto.
Entre os equipamentos, destacam-se: suspensão pneumática adaptativa com Porsche Active Suspension Management (PASM), retrovisores exteriores com anti-ofuscamento automático, faróis de matriz de LED com Porsche Dynamic Light System Plus (PDLS Plus), teto panorâmico, Park Assist com câmera de ré e carregador AC integrado com 7,2 kW de potência de carregamento.
Conta ainda com rodas Exclusive Design Sport de 21 polegadas pintadas em Platinum, saídas de escape desportivas na cor preta, vidros escurecidos, detalhes laterais em High Gloss Black e lanternas dos elementos exclusivos.
A parte interna traz acabamento luxuoso, confortável e clássico com bancos dianteiros com ajustes elétricos de 14 memórias, bancos traseiros aquecidos, portas com fechamento suave Comfort Entry, detalhes como o escudo da Porsche bordado no encosto de cabeça, acabamentos da cabine em alumínio escovado, volante esportivo GT, Platinum Edition e relógio analógico no painel. Além de tudo isso, ainda oferece assistente de mudança de faixa, central multimídia e sistema de som Bose.
Quanto ao conjunto mecânico, o novo Panamera 4 vem equipado com motor 2.9 V6 biturbo a gasolina, com 330 cv de potência e 45,8 kgfm de torque e também um propulsor elétrico com 136 cv de potência. Combinados entregam 462 cv de potência e 71,3 kgfm de torque máximo. Vai de 0 a 100 km/h em apenas 4,4 segundos e tem velocidade máxima de 280 km/h. Tem autonomia de rodar até 56 km usando apenas o modo elétrico.
A nova Renault Oroch chegou hoje (12) às lojas de todo país trazendo mudanças no visual, alterações mecânicas e até com a perda do nome “Duster”, para romper as ligações e comparações com o SUV.
Uma reestilização completa que marca o interesse de melhorar o posicionamento da picape no mercado, para competir com a Fiat Toro e a Chrevrolet Montana. Disponível em três versões de acabamento e com duas opções de motorização, a nova Oroch será vendida com preços entre R$ 105.800 e R$ 137.100.
Quanto as mudanças no conjunto mecânico, a versão topo de linha Outsider, recebeu motor TCe 1.3 turbo de até 170 cv de potência e 27,5 kgfm de torque entre 1.600 e 3.7189 km/h.50 rpm, com câmbio automático CVT com simulação de 8 marchas e vai de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e velocidade máxima de 189 km/h.
As demais versões mantiveram o motor 1.6 SCe aspirado com 120 cv de potência e 16,2 kgfm de torque a 4.000 rpm, o que mudou foi o novo câmbio manual de 6 marchas, que nunca foi utilizado no Brasil e e velocidade máxima de 166 km/h. Também não tem a opção CVT, como o Duster e a Captur. Ambos os motores vem com start-stop de série e o modo ECO de condução, além disso, toda a suspensão também foi recalibrada.
Em relação ao consumo, a versão de topo apresenta média de 10,5 km/l (gasolina) e 7,4 km/l (etanol), enquanto na estrada faz média de 11 km/l (gasolina) e 7,8 km/l (etanol). As outras versões tem média de 11 km/l com gasolina e de 7,7 km/l com etanol, na estrada muda pouco com 11,4 km/l (gasolina) e 7,9 km/l (etanol).
A Oroch tem uma caçamba com capacidade de 683 litros (650 kg nas versões Intense e Outsider e de 680 kg na versão Pro), com 1,175 m de largura e 1,350 m de profundidade. A tampa do compartimento de cargas suporta até 80 kg. A picape tem ângulo de entrada de 27,5º, saída de 22,4º e altura livre do solo de 212 mm (6 mm a mais) e não há possibilidade de ter uma versão 4×4, segundo o próprio fabricante.
O visual da Oroch 2023 sofreu mudanças pontuais, como o novo parachoque dianteiro e uma nova grade. Na traseira, o nome “Oroch” vem escrito com letras cromadas, as lanternas são novas e escurecidas mas continuam com o mesmo formato, além de um novo santantônio. As capas dos retrovisores e maçanetas são preto brilhante e as rodas de liga leve tem 16″.
Se na parte externa não houve muitas mudanças, o destaque fica na parte interna. A cabine é uma mistura do Duster e do Captur. O painel de instrumentos com velocímetro digital e a central multimídia de 8″, são os mesmos do Captur, essa central tem conexão a Android Auto e Apple CarPlay sem fio, sendo a única na linha Renault a apresentar esse diferencial. O volante é o mesmo do Sandero e as saídas de ar e os comandos do ar-condicionado automático são os do Duster. A versão Outsider apresenta detalhes na cor laranja por dentro da cabine.
Todas as versões contam com controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e sistema anti-capotamento, tem também direção eletrohidráulica, travas e vidros dianteiros elétricos, protetor de caçamba, pneus de uso misto, alarme e airbag duplo.
A partir da versão PRO são equipados com central multimídia com tela de 8″, computador de bordo, sensor de ré, espelhos retrovisores elétricos, faróis de neblina, barras no teto e para-choque na cor da carroceria.
Os equipamentos exclusivos da versão mais cara incluem ar-condicionado automático digital, sensor crepuscular e de chuva, capota marítima, alargadores de para-lama, faróis de milha, câmera de ré, bancos em revestimento premium, grade no vidro traseiro e roda com acabamento diamantado biton.
A nova Renault Oroch entra no mercado nacional com diversas atualizações no visual, motor e nos equipamentos para competir com a Fiat Toro e a Strada, enquanto aguarda a chegada da Chrevrolet Montana.
A BMW anunciou o lançamento para o Brasil do X4 M40i M Sport Edition. A versão exclusiva contará com apenas 30 unidades do SUV cupê, que será importado da fábrica em Spartanburg, nos Estados Unidos.
Esta série especial do X4 tem como destaque a pintura exclusiva na cor Frozen Deep Grey, tom cinza fosco que reveste a carroceria e acabamentos na parte interna, além oferecer motor de 387 cv, tudo isso pelo valor de R$ 626.950.
O visual é complementado por para-choque dianteiro com entradas de ar maiores, faróis duplos a laser, a grade com o duplo rim integrado com acabamento preto brilhante, capas dos retrovisores de fibra de carbono, pinças dos freios vermelhas e rodas exclusivas com aros de 21”.
A parte interna oferece luxo e conforto com bancos de couro vermelho, ar-condicionado automático de três zonas e teto solar panorâmico. Acompanham também duas telas de 12,3”, uma para o painel de instrumentos e a outra para a central multimídia, esta compatível com Apple Car Play e Android Auto. Possuem botões para o sistema start/stop e partida do motor e sistema de auxílio ao motorista da versão topo M40 como, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré, alertas de tráfego cruzado, aviso de colisão frontal, entre outros.
O conjunto mecânico é o mesmo dos modelos feitos no Brasil. Com motor biturbo 3.0 de seis cilindros (2.998 cm³), com transmissão automática de oito velocidades que trabalha com tração integral e gera 387cv de potência e 50,9 kgfm de torque máximo. Faz de 0 a 100km/h em 4,5 segundos e tem velocidade máxima limitada eletronicamente de 250 km/h.
A Nissan lançou a nova linha da Frontier 2023 totalmente repaginada. O lançamento traz novo visual, mais tecnologia e equipamentos, além de seis versões, sendo três delas inéditas, inclusive a topo de linha, Pro-4X.
A nova Frontier é fabricada em Córboba (Argentina) e será distribuída para toda América Latina.
A previsão de chegada ao Brasil é até o final do mês de abril, com valores entre R$ 230.197 e R$ 314.590.
O novo design é muito mais arrojado e robusto, especialmente na dianteira. A grade frontal “Interlok” que traz o novo logo da marca ao centro, ficou maior para cooperar com o sistema de arrefecimento e também para deixar a peça com visual mais esportivo e mais próxima ao visual dos carros mais recentes da marca.
Os faróis tem o mesmo formato do modelo anterior mas exibem um conjunto full-LED em forma de C com quatro projetores para a luzes alta e baixa. O para-choque também mudou para usar luzes de neblina menores e com um acabamento na vertical. A caçamba ganhou bordas mais altas com 48 mm, aumentando seu volume em 10,5%, com capacidade de carga de 1.043 kg.
As lanternas traseiras também foram redesenhadas com um “C” em LED, o para-choque vem pintado na cor do veículo, a tampa vem com o nome do modelo em relevo e ficou 60% mais leve depois de receber um novo sistema de molas para redução de esforço.
A parte interna apresenta menos alterações. As principais são o volante, que agora é igual ao do Kicks e o novo e maior painel de instrumentos com computador de bordo completo de 7”.
O ar-condicionado é digital de duas zonas e a central multimídia com tela de 8” e conexão Android Auto e Apple CarPlay.
A picape manteve o motor 2.3 turbodiesel, com um ou dois turbos. A versão de entrada vem com um turbo e desenvolve 163 cv de potência e 43,3 kgfm de torque, com câmbio manual de 6 marchas.
As demais configurações tem motor biturbo com 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque e o câmbio é automático de 7 velocidades.
Esse motor garante a força necessária para a picape arrastar 3.500 kg ou realizar o transporte de cargas pesadas na caçamba, tornando-a uma ótima opção tanto no asfalto quanto fora de estrada.
Todas as versões foram atualizadas de acordo com as novas determinações do Proconve, visando a redução de poluentes e também tem tração 4×4. A novidade mecânica é que a picape agora traz freios a disco na traseira, ao invés dos tambores que eram usados antes.
Outra inovação é o seletor de modo de condução com quatro modos de direção: Standard, Off Road, Sport e Tow. Esse sistema muda a programação da transmissão, onde no Off Road aumenta a tração nas quatro rodas e aciona as câmeras 360° permitindo melhor visibilidade, já o Tow é para reboque.
A Nissan investiu em tecnologia nessa nova linha da Frontier, principalmente relacionados à segurança. Entre eles o destaque está no sistema Nissan Safety Shield. Trata-se de um pacote com itens de segurança ativa e passiva, que conta com uma câmera no centro do para-brisas e três radares e inclui recursos como: frenagem automática de emergência, alertas de saída de faixa, de colisão frontal, de ponto cego e de tráfego cruzado, faróis automáticos inteligentes, entre outros.
Também ganhou reforços estruturais no chassi, isolamento acústico aperfeiçoado, além dos controles de estabilidade e tração e seis airbags de série. Conta ainda com rodas de liga leve, acesso por chave presencial, partida por botão, bancos de couro e teto solar para as versões de topo.
Mas a grande novidade da linha foi a adição da versão topo de linha Pro-4X, projetada para o segmento “off road”. Tem um visual exclusivo com estribos laterais, santantônio e molduras plásticas nos para-lamas e traz a inscrição “Pro-4X” nas cores vermelha e preta. Além disso, vem equipada com o bloqueio de diferencial traseiro e o exclusivo sistema de Visão 360º Inteligente, com os melhores ângulos de ataque e saída da categoria: 32° e 26°, respectivamente.
A Jeep confirmou hoje (04), a chegada do novo Jeep Grand Cherokee 4xe. A confirmação foi feita pelo chefe da marca Jeep no Brasil, Alexandre Aquino, e ocorreu durante a apresentação do novo Jeep Compass 4xe, o primeiro modelo híbrido da marca. O modelo vem para dar continuidade à estratégia da montadora para eletrificação de mais veículos no mercado nacional.
“O Compass 4xe importado híbrido é o primeiro passo em direção à eletrificação (no Brasil). Temos um segundo passo, com um modelo maior, o Grand Cherokee, que pretendemos apresentar ainda este ano”, declara Aquino.
Não foram divulgados detalhes, como configurações mecânicas, sobre o novo Cherokee, mas deverá vir equipado com um motor 2.0 turbo a gasolina, de 274 cv de potência e transmissão automática de oito marchas.
Além de um propulsor elétrico que fica no eixo traseiro, alimentado por um conjunto de baterias de 17 kWh que entrega 40 km de autonomia 100% elétrica e que combinados oferecem um total de 380 cv de potência e 64,9 kgfm e 756 km autonomia, com rendimento médio de 23,8 km/litro.
Quanto aos itens de série, podemos contar com ar-condicionado de quatro zonas, câmera 360°, controle de cruzeiro adaptativo, rodas de 20”, entre outros.
Baseado no lançamento do híbrido mais recente da Jeep, tudo indica que deverão trazer a versão Summit ao país, para ser a versão topo de linha e com isso deverá ser vendido por um preço médio de R$ 500 mil, com previsão de lançamento para o 2º semestre desse ano.
A Jeep fez hoje (04) o lançamento do Compass 4xe no mercado brasileiro. Esse é primeiro modelo híbrido da marca no Brasil e chegou para dar início à estratégia de eletrificação no país.
O novo Compass 4xe vem na versão topo de linha Série S e não será produzido na fábrica de Goiana (PE), sendo importado de Melfi na Itália. Tudo isso somado ao motor híbrido plug-in e aos novos recursos oferecidos, justificam o valor de R$ 349.990.
A principal diferença e novidade do SUV híbrido está no conjunto mecânico. Seu motor a combustão é o 1.3 turbo T270, com 180 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, instalado na dianteira e movido apenas a gasolina. O câmbio é automático de seis marchas, com tração nas quatro rodas independente: 4WD Low, 4WD Lock e HDC.
O outro motor é elétrico com 60 cv de potência e 25,49 kgfm de torque e está no eixo traseiro. A potência combinada é de 240 cv e a aceleração vai de 0 a 100 km em 6,8 segundos e a velocidade máxima é de 206 km/h. O motor elétrico é alimentado por uma bateria de 11,4 KW, com autonomia de 44 km no modo elétrico e de impressionantes 927 km no sistema híbrido. A média de consumo é de 25,4 km/litro na cidade e 24,2 km/litro na estrada. O tanque tem 36,5 litros e o porta-malas manteve a capacidade de 420 litros.
O 4xe tem ainda os seletores de terreno já conhecidos: Auto, Snow (Neve), Sand/Mud (Areia/Lama) e o Sport. Este último mantém a direção mais firme e com melhor a oferta do torque. Há também o seletor do modo híbrido, com três opções de modos de condução: Hybrid, Electric e e-Save. O modo e-Save destaca-se por desligar o motor elétrico e otimizar o térmico, permitindo recarregar a bateria enquanto o carro anda com motor a gasolina.
O tempo de recarga da bateria varia de acordo com a fonte de alimentação. O carregador Wallbox de 7,4 kW, é o modo mais eficiente e rápido, com carregamento em até 100 minutos, aumentando o tempo de carregamento para até 4 horas e 20 minutos quando realizado em uma tomada convencional. A Jeep vai presentear os 40 primeiros compradores com um carregador Wallbox (1 por ponto de venda), além de disponibilizar para venda aos demais clientes.
Visualmente não há muitas diferenças entre a versão híbrida e a versão com motor a combustão. As mudanças principais são os logotipos pretos com contornos azuis e o nome da versão 4xe, onde a letra “e” aparece em destaque na cor azul. Os faróis também são Full-led mas com elementos internos diferentes por vir da Europa e as rodas são de liga-leve de 19″ com pneus 235/45, agora são pretas e não cinzas, como na versão produzida nacionalmente. Além disso virá disponível em quatro opções de cores exclusivas para a carroceria: Azul Shade, Prata Glacier, Branco Alpine e Black.
A parte interna é igual as demais versões, mas o quadro de instrumentos digital de 10,25″ e a central multimídia de 10,1″ vem com novas funções específicas para o sistema híbrido plug-in, conectado ao sistema Adventure Intelligence, onde é possível ter informações da carga da bateria, pesquisar pontos de recarga e ver o histórico de direção, entre outros.
Tem também conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay, GPS nativo, carregador de celular wireless e sistema Uconnect, que torna possível ligar o ar-condicionado e ajustar a temperatura a bordo antes de embarcar. A lista de equipamentos traz outros recursos exclusivos, como o sistema de câmera com visão 360º e sistema de som Alpine com oito alto-falantes e subwoofer.
Também vem com ar-condicionado de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos de couro com ajustes elétricos, chave presencial, retrovisores com rebatimento automático e porta-malas com sensor de presença. O pacote de segurança conta com sete airbags, piloto automático adaptativo com frenagem automática, assistente de permanência em faixa, monitor de manutenção em faixa e ponto cego, detector de fadiga do motorista e reconhecimento de placas de trânsito.
O Jeep Compass 4xe tem tudo para fazer tanto ou até mais sucesso do que a versão tradicional do SUV mais vendido do país, sendo uma boa opção para quem busca conforto e esportividade num veículo eletrificado.
Terá garantia de 3 anos para o veículo e de 5 anos para a bateria. As revisões vão custar cerca de R$ 652 para a primeira com 15 mil km, R$ 1.056 para a segunda com 30 mil km, R$ 652 para a terceira com 45 mil km, R$ 1.982 para a quarta com 60 mil km e R$ 890 para a quinta com75 mil km.
A Hyundai ampliou sua série de versões dos compactos HB20 e HB20S, trazendo ao mercado nacional a versão Vision TGDI. Esta versão vem com motor turbo automático de seis velocidades e é opção mais barata da gama sem o pedal da embreagem.
Essa nova opção chega no valor de R$ 90.690 para o HB20 Vision 1.0 TGDI, ficando posicionada entre as versões hatch Evolution manual (R$ 78.090) e Platinum manual (R$ 91.290). Já o sedã HB20S Vision 1.0 TGDI será vendido por R$ 94.690, ficando posicionado entre as versões HB20S Evolution manual (R$ 82.490) e HB20S Platinum (R$ 100.590).
Apresentam um bom desempenho com motor de três cilindros 1.0 TGDI turbo, que também equipa o novo Creta e que entrega até 120 cv de potência, com torque máximo de 17,5 kgfm e câmbio automático de seis marchas.
Quanto ao visual, as duas versões contam com grade frontal em preto fosco e contorno em black piano, faróis com máscara negra, acabamento nas molduras das portas e coluna “B” em preto fosco e rodas de ferro com calotas de 15″ e pneus 185/60. As lanternas se diferenciam, no hatch tem acabamento “Black Bezel” e no sedã o acabamento é “Clear Vision”. Na parte interna do hatch os bancos vem na cor preta e no sedã os bancos são pretos.
O pacote de equipamentos mantêm o mesmo nível de itens das demais versões. Trazem ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas nas portas e também porta-malas, retrovisores elétricos, banco do motorista com ajuste em altura, central multimídia blueMedia de 8″ com conexão com Android Auto e Apple CarPlay, USB para carregar smartphone.Conta ainda com quatro airbags, controles de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa, entre outros.
O Novo HB20 é produzido em Piracicaba (SP) e continua sendo um produto exclusivo para o Brasil. O HB20 vendeu 11.795 unidades no primeiro bimestre, ficando na liderança de mercado entre os automóveis, enquanto o HB20S ficou 16º lugar com 4.446 unidades vendidas no mesmo período.
Ambos atuam numa faixa importante do segmento nacional e devem ganhar ainda mais destaque com essas novas opções incluídas na gama de versões da Hyundai.