Bentley anuncia carro 100% elétrico com potência de 1.400 cv para 2025

A Bentley Motors Limited é uma marca automotiva centenária reconhecida mundialmente por sua experiência em qualidade e luxo.

A marca anunciou no início de 2022 sua estratégia de eletrificação “Beyond100”, prometendo ser totalmente elétrica até 2030 e com isso acabou de apresentar seu primeiro carro totalmente elétrico, que deverá chegar apenas em 2025.

Essa estratégia de eletrificação também inclui um investimento de aproximadamente 3,4 bilhões de dólares nas instalações da fábrica de Crewe, renovando todo o espaço para dar suporte a uma “fábrica dos sonhos” para produção de veículos elétricos. 

O CEO da Bentley, Adrian Hallmark, comentou em entrevista dada à Automotive News Europe, algumas  das especificações ousadas do primeiro veículo elétrico a bateria da montadora de luxo.

O veículo será capaz de entregar até 1.400 cv de potência e acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 1,5 segundos.

Para os futuros clientes que acharem essa velocidade desconfortável, será possível diminuir a força de aceleração do Bentley EV, nesse caso a aceleração se realizará em 2,7 segundos. 

Apesar de descrever a “brutalidade da aceleração” no próximo EV, o chefe da Bentley disse que esse não será seu principal ponto de venda, em vez disso, será a ultrapassagem sem esforço do carro com uma enorme quantidade de torque sob demanda.

Hallmark não compartilhou nenhuma especificação adicional sobre o próximo Bentley EV, mas disse que seu design se basearia na linha atual da montadora do cupê Continental GT, sedã Flying Spur e SUV Bentayga. Também afirmou que “o que não faremos é tentar fazê-los parecer carros elétricos”.

O novo Bentley elétrico será construído na plataforma Premium Performance Electric (PPE), desenvolvida pela Porsche e Audi, divisão de controle da Bentley dentro do Grupo VW.

Essa plataforma oferecerá imediatamente à Bentley a tecnologia de bateria, unidades de acionamento e sistemas de carroceria, além de recursos de carros autônomos e conectados.  

Não foi divulgado nenhum preço oficial para o Bentley EV 2025, o CEO compartilhou que pelo menos uma variação do novo elétrico custará mais de 250.000 euros, aproximadamente R$ 1,29 milhão.

No entanto, o alto preço não se deve ao custo das baterias EV, que geralmente é o caso, porém não houve esclarecimento do motivo de ser tão caro.

As promessas da Bentley são ousadas e empolgantes, se o futuro elétrico da marca trouxer esses números absurdos de desempenho, com certeza vai fazer muito sucesso entre os clientes tradicionais mas também entre aqueles que buscam aliar velocidade e modernidade num único veículo.

 

 

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Audi Q3 Sportback chega ao Brasil a partir de R$ 315.990 valor mais barato do que na pré-venda

A pré-venda do Audi Q3 Sportback no Brasil iniciou em fevereiro de 2022 mas só agora aconteceu a chegada oficial no país e a novidade é que vem com preços mais baixos devido ao IPI reduzido.

Será oferecido em duas versões: Performance no valor de R$ 315.990 e Performance Black por R$ 339.990, os mesmos eram oferecidos anteriormente por R$ 322.990 e R$ 347.990, respectivamente.

A produção nacional começará a partir de julho na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR), então as primeiras unidades serão importadas da fábrica de Györ, na Hungria, onde é produzido atualmente. 

“Nós acreditamos no potencial do mercado brasileiro e estamos muito orgulhosos em retomar a produção em São José dos Pinhais (PR) em breve com este belo carro. O Audi Q3 é uma referência no segmento e best-seller global da marca. Ano passado foi o segundo mais vendido, com quase 260 mil unidades comercializadas em todo o mundo”, disse Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

 

Toda a gama apresenta a mesma mecânica, equipados com o motor 2.0 litros TFSi turbo com injeção direta de gasolina, com 231 cv de potência e 34,7 kgfm de torque.

A transmissão é automática de seis marchas e a tração é integral quattro. Faz de 0 a 100 km/h em 7 segundos e tem velocidade máxima de 240 km/h.  

Quanto ao visual apresenta algumas melhorias mas mantém o novo padrão visual da marca com grade dianteira ampla, capô com vincos e faróis angulares.

Na traseira os faróis se sobrepõem a tampa do porta-malas. As rodas são de liga leve de 19” e com desenho exclusivo e teto solar panorâmico.

A lista de equipamentos é bem completa com painel de instrumentos digital de 10,25″ e central multimídia MMI de 8,8″ polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay e quatro saídas USB.

Tem também ar-condicionado digital de duas zonas, pacote de iluminação ambiente, partida por botão, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free, chave presencial e retrovisores elétricos.

A versão topo de linha, Performance Black, além de tudo isso oferece também bancos de couro com microfibra e volante com base plana, além dos opcionais piloto automático adaptativo, alerta de saída de faixa e sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falante e subwoofer e 680W de potência.

Versões e Preços do Audi Q3 e Q3 Sportback:

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI: R$ 273.990
Q3 Performance quattro 2.0 TFSI: R$ 290.990
Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI: R$ 315.990
Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI: R$ 315.990
Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI: R$ 339.990

 

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Vendas de carros importados no Brasil cresceu no mês de abril

O número de carros importados vendidos no Brasil cresceu em abril, segundo dados da Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores).

Ao todo foram 5.033 veículos vendidos das onze montadoras filiadas à entidade. Destes, 3.533 unidades são de produção nacional e 1.500 unidades foram importadas. Esses dados representam um crescimento de 2,5% em comparação com o mês de março que vendeu 4.911 unidades.

A produção nacional cresceu 2,1%, frente as 3.459 unidades vendidas em março, porém reduziu 2,1% em relação a abril do ano passado. Os carros fabricados no país subiram 9,9%, com 13.899 unidades em comparação com as 12.649 unidades vendidas no mesmo período do ano anterior.

Já os carros importados registraram aumento de 3,3% no comparativo com as 1.452 unidades vendidas em março. Ainda assim, apresentaram uma queda de 33,2% quando comparados com as 2.247 unidades importadas vendidas em abril de 2021. 

Ao todo as marcas associadas à Abeifa tiveram 19.304 unidades licenciadas nos primeiros quatro primeiros meses, representando uma queda de 7,7% quando equiparado com o primeiro quadrimestre de 2021.

Entre as marcas importadas a que mais se destacou foi a Volvo com com 1.613 unidades emplacadas nos quatro primeiros meses do ano, representando praticamente 30% das vendas totais.

Foram vendidas 234 unidades do modelo C40, 534 unidades do XC40, 635 unidades do XC60 e 210 do XC 90. Tornando a marca líder com 530 veículos comercializados nesse mês.

Somente em abril o Volvo XC90 vendeu 171 unidades, um crescimento de 78% nas vendas em relação há um ano atrás e um novo recorde quando comparado ao melhor mês que foi novembro de 2020 em que vendeu 126 unidades do modelo.

A Kia também demonstrou crescimento expressivo com 27,55% do totais de vendas. O destaque vai para o caminhão Bongo somando um total de 690 unidades e para o Stonic com 331 unidades vendidas nos quatro meses de 2022. Apenas em abril foram emplacadas com 203 unidades do Bongo.

Para fechar a lista das marcas importadas que mais venderam, vem a Porsche com 18,24% de participação. Tendo os modelos Macan e Cayenne, com 389 e 226 unidades mais vendidas, respectivamente.

Em abril 136.338 veículos foram comercializados, a participação de mercado das associadas da Abeifa representou 3,7% do mercado brasileiro e 1,1% em participação dos veículos importados. 

 

 

 

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Caoa Chery anuncia o encerramento da linha de produção e demissão de 485 funcionários

A montadora Caoa Chery surpreendeu com a notícia da suspensão das atividades na sua fábrica em Jacareí, no inteior de São Paulo e a demissão de cerca de 480 trabalhadores.

De acordo com a montadora, a decisão foi tomada porque um dos modelos, o Arrizo 6, vai ser importado da China e os modelos Tiggo 2 e Tiggo 3X saíram de linha. Além disso, ocorrerá uma atualização das linhas de montagem para fabricar modelos híbridos e elétricos, que deverá começar em 2025.

“Para que as mudanças ocorram de forma efetiva, a Caoa Chery informa a parada temporária da unidade fabril de Jacareí (SP). A suspensão das atividades tem como objetivo ajustar os processos produtivos da planta para novos modelos com tecnologias híbridas e elétricas, visando a modernização e atualização das linhas de produção”, informou a nota. 

A fábrica da Chery iniciou suas atividades em Jacareí no ano de 2014 e em 2017 a Caoa comprou metade da operação da montadora chinesa no Brasil e foi quando a produção dos modelos mais caros da marca chinesa passaram a ser realizadas na fábrica da Caoa em Anápolis (GO). 

O fechamento da unidade ocorreu devido uma série de fatores importantes, dentre eles, a alta do dólar, o aumento dos custos logísticos que surgiram com a pandemia, além da queda na venda de veículos. A fábrica tinha capacidade total de produção de 150 mil unidades/ano e no ano passado produziu pouco mais de 14 mil unidades.

Também parece que havia interesse em concentrar a produção dos veículos apenas na fábrica de Goiás, principalmente devido a incentivos fiscais. Estes foram prorrogados em 2020 por mais cinco anos e incluem mais 31% de desconto no IPI dos veículos fabricados.

Após isso foi anunciado um investimento de R$ 1,5 bilhão até 2025 na fábrica de Anápolis para melhorias e também fabricação de novos produtos.

“Devido a incentivos fiscais, é muito mais barato produzir em Anápolis do que em Jacareí. Além disso, é mais vantajoso concentrar a produção em um só local para cortar gastos. Custa muito dinheiro manter tamanha capacidade ociosa em São Paulo, não compensa, não tem como sobreviver”, informa Cassio Pagliarini, sócio da consultoria Bright Consulting e ex-diretor de Renault e Hyundai.

No momento o Sindicato dos Metalúrgicos tenta um acordo com a Caoa Chery para que os 485 funcionários não sejam demitidos. A proposta prevê cinco meses de layoff e estabilidade até janeiro de 2023.

A empresa não confirmou esse acordo mas mantém as negociações e enquanto isso, os trabalhadores protestam em frente da fábrica e solicitam apoio junto à Prefeitura e à Câmara Municipal da cidade.

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