Peugeot revela o 9X8 estrela da WEC 2024, com destaques para pintura e novos contornos

A PEUGEOT revelou na manhã desta segunda-feira (25.03) uma de suas grandes estrelas para o Campeonato Mundial de Endurance (WEC) da FIA de 2024, que começou no início deste mês e terá uma de suas etapas a ser realizada no Brasil: o Hypercar 9×8 versão 2024.

Depois de uma primeira temporada completa no Campeonato Mundial de Endurance da FIA, pontuada em particular por um desempenho encorajador em Le Mans e um primeiro pódio (3º) em Monza, depois uma primeira corrida de 2024 na vanguarda em Losail, o PEUGEOT 9X8 recebeu desenvolvimentos significativos para desempenhar papéis de liderança em 2024 em uma categoria de hipercarros particularmente competitiva, com nove fabricantes e dezenove protótipos.

 

 

 

 

 

Em sua primeira versão, o PEUGEOT 9X8 foi projetado de acordo com especificações que atendiam aos regulamentos técnicos estabelecidos para 2020/2021.

No entanto, entre sua fase de projeto e sua estreia na competição em 2022, os regulamentos evoluíram, liberando novas áreas de desempenho e certos parâmetros de projeto foram revisados para aproveitá-los ao máximo e atingir os ambiciosos objetivos estabelecidos pela Equipe PEUGEOT TotalEnergies.

“Sabemos que a competição será ainda mais difícil, mas nossa equipe trabalhou muito para desenvolver um PEUGEOT 9X8 Evolution 2024 que reflete perfeitamente os valores da marca. A energia e o trabalho árduo da equipe PEUGEOT TotalEnergies são inestimáveis. Estamos orgulhosos de fazer parte dessa nova era das corridas de resistência e queremos deixar nossa marca nela”, afirmou Linda Jackson, CEO da PEUGEOT.

 

 

 

 

 

O 9×8 é equipado com um sistema de motor híbrido: um V6 2,6l, bi turbo, 500 kW e um motor elétrico no eixo dianteiro, de 200 kW e equipado com uma bateria de alta tensão (900 V). Ele estreará a partir das 6 Horas de Ímola, que acontecerá no 21 de abril, na Itália.

Para a edição deste ano da WEC, a equipe Peugeot TotalEnergies é formada por Mikkel Jensen, Nico Müller e Jean-Eric Vergne no PEUGEOT 9X8 nº 93.

Paul Di Resta, Loïc Duval e Stoffel Vandoorne irão partilhar as tarefas de condução no carro nº 94.

A versão 2023 do 9×8 encerrou sua trajetória na primeira etapa da competição, durante os 1812 km do Catar, que ocorreu no último dia 2.

Foi uma história de 30.970 km de distância percorrida em competições no período de um ano.

No Brasil, o carro poderá ser conferido de perto entre os dias 12 e 14 de julho, durante as 6 Horas de São Paulo, no Autódromo de Interlagos.

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Valour: uma espetacular celebração dos 110 anos da Aston Martin

Em comemoração ao seu 110º aniversário, a Aston Martin tem o orgulho de revelar o Valour.

Trata-se de uma espetacular e ultra exclusiva edição especial equipada com motor V12 e transmissão manual construída para honrar a longa tradição da marca em carros esportivos superlativos.

Possui motor dianteiro e agradar aos puristas que almejam uma experiência de pilotagem pura e visceral.

“O Valour é a celebração da paixão da Aston Martin por dirigir e uma extraordinária herança, mas é também emblemático da marca atualmente: vibrante e revitalizada. Ícone moderno que funde o caráter clássico à execução contemporânea, o Valour captura a essência do entusiasmo e exclusividade que definem esta célebre marca automobilística. Uma mostra de nosso design de categoria mundial, engenharia e capacidade de fabricação, o Valour é ainda uma prova da posição da Aston Martin como campeã de pilotos e fabricante dos mais empolgantes, exclusivos e desejados carros de alta performance e superluxo do mundo”, disse Lawrence Stroll, presidente-executivo da Aston Martin.

Destinado diretamente àqueles que querem saborear uma real e envolvente experiência de pilotagem.

O compromisso do Valour com a definitiva performance e estímulo de uma era é inigualável.

Único carro esportivo com motor V12 dianteiro disponível com transmissão manual, seu “approach” purista é único em 2023 e um emocionante tributo aos anos dourados da pilotagem.

Motivado por sua rica herança, o Valour foi concebido usando o que há de mais recente em tecnologia, métodos e materiais.

Da mesma forma, é a união de qualidades essenciais que definem os melhores modelos com motor dianteiro da Aston Martin.

Com origem gloriosa e sendo uma obra de arte contemporânea, o Valour é o melhor do passado e do presente da Aston Martin.

É o antídoto para carros que parecem isolar os motoristas do processo de pilotagem.

A linhagem do Valour é incomparável.

Foi inspirado pelo Vantage V8 original e pelo magnífico Vantage baseado no RHAM/1 “Muncher” Le Mans de corrida de 1980.

Vangloria-se da musculatura imponente tão típica dos mais recentes carros da Aston Martin.

Máquinas como o Vantage V600 biturbo, durante algum tempo o mais potente carro de produção de todo o mundo.

Estilo impecável e execução perfeita ecoam o requintado supercarro One-77, enquanto seu intenso caráter focado no motorista conecta o Valour ao singular Victor.

Com produção global limitada a apenas 110 unidades, a raridade do Valour assegura que ele será um dos mais “colecionáveis” de todos os Aston Martin.

Vem equipado com o épico V12 de 5,2 litros biturbo de 712 cv de potência e 753 Nm de torque à transmissão manual de seis marchas feita sob medida.

Isso garante uma experiência verdadeiramente contagiante e assegura ao Valour um lugar no panteão dos maiores carros para dirigir de todos os tempos.

Tirando proveito da calibração única do trem de força, a enorme potência e o torque do Valour são irrestritos.

Oferecendo ao motorista performance plena e o controle total em cada marcha.

Um diferencial mecânico aumenta o senso de conexão análoga direta entre o carro e o motorista, com o suporte adicionado e reassegurado do controle de sistemas da tração eletrônica e da estabilidade.

O Valour também está equipado com modos de condução (Sport, Sport+ e Track) para oferecer resposta do acelerador, gerenciamento do torque e o som característico.

Destacando suas credenciais dinâmicas, o Valour recebeu uma suspensão sob medida, com amortecedores, molas e barras estabilizadoras ajustáveis, todos pensados especificamente para o carro.

O alinhamento da geometria das rodas cuidou do acerto de câmber, caster e convergência.

Essas características asseguram que o Valour possui distintas e claramente definidas qualidades de rodar e dirigibilidade.

Reforçando ainda mais suas características dinâmicas únicas, a estrutura personalizada da carroceria apresenta painéis reforçados e braçadeiras de suporte da torre da suspensão traseira e do tanque de combustível.

Estes elementos maximizam tanto a rigidez torsional quanto lateral.

Provendo a suspensão com uma plataforma otimizada a fim de entregar o mais preciso controle da carroceria e refinamento ampliado.

Além disso, um novo sistema de direção dá ao condutor ainda maior sensibilidade, conexão e imediatismo.

Com freios de cerâmica de carbono de série, o Valour tem enorme poder de frenagem graças aos discos dianteiros de 410 mm x 38 mm com pinças de seis pistões.

Na traseira, discos de 360 mm x 32 mm fazem par com pinças de quatro pistões.

Oferecendo aumento de performance nas frenagens e significativa redução de 23 kg em massa não suspensa em comparação com os freios de aço.

Estes discos são projetados para resistir à fadiga dos freios a temperaturas de até 800 graus.

Possibilitando ao motorista explorar o pleno potencial de performance do Valour com o máximo de confiança e preciso controle.

Completa o impressionante pacote do Valour um belo jogo de rodas leves de 21 polegadas forjadas em liga de “honeycomb”.

As quais recebem os mais recentes pneus Michelin Sport S 5 produzidos especialmente para a Aston Martin, 275/35 R21 na frente e 325/30 R21 atrás.

Eles são eficientes para assegurar o manuseio inspirado e o controle nas ruas no seco ou no molhado.

“Inspirados pelos nossos carros icônicos e musculosos do passado, dotamos o Valour com uma abundância de potência e torque, ao mesmo tempo usando tecnologia e engenharia modernas para tornar essa performance mais explorável e agradável. Uma grande parcela dessa característica de honrar o prazer de dirigir foi casar nosso fabuloso motor V12 com a transmissão manual. Isso acabou resultando em algo verdadeiramente inesquecível: uma obra de arte em forma de carro, que cresce ao ser exigido até os limites e tem os reais coração e alma de um clássico eterno”, observa Simon Newton, diretor de Desempenho de Veículos da Aston Martin.

Estas imensas capacidades de performance e intensas características de pilotagem são vividamente expressas na postura ampla e no físico altamente desenvolvido.

Produzida inteiramente em fibra de carbono, a carroceria une o design contemporâneo da Aston Martin aos traços imediatamente reconhecíveis do icônico Vantage V8 dos anos 70.

O resultado é audacioso e inconfundível de qualquer ângulo.

O capô em forma de concha apresenta uma grande abertura em ferradura e dois dutos NACA para prover ampla ventilação para o V12 biturbo que fica abaixo.

A icônica forma da grade da Aston Martin evoluiu para melhorar tanto a forma como a função.

Sua seção central é definida por estrias de alumínio, enquanto grandes tomadas de fibra de carbono de ambos os lados alimentam o motor e os freios com ar frio.

Eles também emolduram os classicamente inspirados faróis redondos de LED, exclusivos para o Valour.

Os quais ficam sob a jovial grade lembrando uma sobrancelha com efeito desafiador.

Modernas ideias aerodinâmicas foram incorporadas ao design, com a administração do fluxo de ar otimizando a estabilidade e ao mesmo tempo conquistando um assertivo e exclusivo desenho.

O proeminente difusor traseiro e ventilação do para-choque dianteiro incorporados aos flancos do Valour trabalham em harmonia com o painel traseiro com aberturas geradoras de vórtices.

Tem ainda a cauda elegantemente levantada e o difusor proeminente para alcançar o equilíbrio aerodinâmico.

A extremidade traseira também apresenta um grafismo surpreendente, com um conjunto de luzes de LED (seis de cada lado) repetindo o inovador hipercarro Valkyrie.

Um toque de alumínio polido em toda a largura delineia a parte traseira, separando as seções de cima e de baixo com efeito notável.

Posicionado entre os elementos mais fundos do difusor traseiro está a peça central do extraordinário desenho da traseira do Valour: um triplo cano de escapamento fabricado em aço inoxidável bastante leve.

Com a espessura da parede inferior a 1 mm, essa tubulação especial representa uma economia de 7 kg em relação ao sistema tradicional, e ainda emite um som glorioso e potente.

A celebração da herança da Aston Martin prossegue no interior do Valour, com o atemporal cockpit de dois assentos de simplicidade ímpar e sedutor ao toque.

No centro de tudo está a alavanca de câmbio da transmissão manual.

Com uma variedade de materiais como alumínio, titânio, fibra de carbono ou nogueira para o seletor do câmbio.

Além de um mecanismo de mudança exposto para enfatizar a conexão mecânica, o Valour valoriza a entrega da ligação física e emocional perdida para o progresso.

O magistral uso de materiais tem sido marca da Aston Marton.

O interior do Valour brilhando com a original e efetiva combinação a partir das quais os clientes podem criar suas próprias e originais especificações.

Por exemplo, o tradicional tweed de lã inspirado pela cobertura dos bancos do Aston Martin DBR1 vencedor em Le Mans em 1959.

Ele fornece um maravilhoso contraste com a altamente tecnológica fibra de carbono.

É usada para formar as conchas dos bancos leves do Valour, acabamentos de porta, saídas de ar, console central superior e túnel de transmissão feitos sob medida.

Personalizações adicionais surgem na forma de um método flexível de customização da pintura.

Separando a carroceria do Valour em quatro áreas (dianteira, teto, laterais e traseira), os clientes podem optar a partir de uma extensa variedade de faixas e desenhos gráficos pintados à mão.

Os quais podem ser aplicados com qualquer uma das 21 cores.

Caso o cliente queira ir ainda além da paleta de cores standard opcionais do Valour, ele pode requisitar os serviços da Q by Aston Martin para criar uma especificação realmente sob medida.

Exemplos disso incluem o desenho de uma pintura pontual, a carroceria de fibra de carbono 2 x 2 totalmente exposta, com opções de matizes em vermelho, azul e verde e rodas pintadas.

Além dos detalhes interiores em fibra de carbono Mokune ou uma escolha de tecidos de tweed e cashmere Johnsons of Elgin para os bancos.

“Na Aston Martin nosso design é sempre progressivo, mas na hora de celebrar um marco significativo, como nosso 110º aniversário, nos permitimos certa liberdade. Consequentemente, o Valour é gloriosamente inquestionável; um exemplar dos velhos tempos refinado e repaginado pelas lentes de 2023. Voltando a uma forma esculpida, se afastando de uma forma mais escultural que define os atuais modelos de série da Aston Martin, com detalhes audaciosos e modernos materiais do presente. Estamos ansiosos para assegurar que sua aparência reflita a experiência de pilotar. A fisicalidade bruta da forma deve dizer tudo o que você precisa saber sobre a feroz performance e emoções análogas de domar um carro esporte de 715PS com transmissão manual, embora o evidente uso das últimas tecnologias aponte para um modelo de condutas modernas e excepcionais capacidades dinâmicas”, disse Miles Nurnberger, diretor de design da Aston Martin.

A produção do Valour deve começar no quartel-general da Aston Martin em Gaydon no terceiro trimestre de 2023, com as primeiras entregas previstas para o quarto trimestre.

No Brasil, será vendido mediante encomenda.

O Valour está pronto para se tornar um dos mais cobiçados carros da incomparável lista de icônicos esportivos especiais de série com motor dianteiro.

O veículo é uma peça especial de colecionadores que precisa ser dirigido.

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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BYD apresenta YangWang U9, o mais novo supercarro elétrico do mundo

A BYD, gigante automotiva chinesa e principal fabricante mundial de veículos elétricos, que vendeu quase dois milhões de carros totalmente elétricos e híbridos em 2022, acaba de lançar o YangWang U9, um supercarro elétrico totalmente focado em luxo e desempenho.

O veículo é o segundo modelo lançado pela submarca YangWang, o primeiro foi o SUV elétrico Yangwang U8. Ambos utilizam a nova plataforma e4, que usa quatro motores elétricos independentes. 

Em sintonia com as tendências automotivas atuais, a YangWang foi lançada como uma nova submarca sob a bandeira BYD, voltada para o ramo premium.

 

 

 

 

 

Yangwang U9 aposta na alta performance e apresenta-se como um superesportivo de duas portas, com uma carroçaria de linhas muito marcadas.

Sua frente projetada com faróis em forma de “C” e uma traseira afunilada, com uma área de extração muito evidente. Visto de lado, também é possível ver a “barbatana” transparente posicionada no vidro traseiro.

Molduras pretas ao redor da carroceria, assim como as próximas às aberturas laterais, criam um acabamento bicolor que contrasta com o tom amarelo brilhante usado para colorir a carroceria sinuosa. 

 

 

 

 

Nenhuma especificação de desempenho foi revelada, mas a BYD diz que o hipercarro da marca YangWang contará com um sistema de transmissão elétrico, com a tecnologia “Yisifang”, com configuração de quatro motores. 

Esta será uma característica comum a todos os modelos Yangwang, com motores elétricos controlados de forma independente que também garantem sofisticadas funções de vetorização de torque.

A BYD diz que o U9 será capaz de ir de 0 a 100 km/h em menos de 2,0 segundos. Segundo informações do fabricante, cada motor seria capaz de render uma potência entre 220 e 240 kW, ou seja, entre 295 e 322 CV. 

Supondo que o superesportivo virá equipado com quatro motores iguais, estamos falando de uma potência total entre 880 e 960 kW, aproximadamente entre 1.200 e 1.300 cv de potência.

 O Yangwang U9 da BYD não é um conceito, mas um veículo de produção, ainda assim, nenhuma data de lançamento foi mencionada. 

Outro ponto importante é que a BYD está tentando reduzir os preços visando uma forma de enfrentar o mercado europeu onde os preços continuam a subir e as vendas de veículos novos estão em baixa. 

Sendo assim, o U9 deverá ser vendido na China por um valor em torno de um milhão de yuans, que corresponde a aproximadamente 138.000 euros e equivale a algo em torno de R$ 760.000,00. 

 

 

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Chiron Profilée é uma edição única da Bugatti que será leiloada

A Bugatti acaba de apresentar seu novo superesportivo, a edição única Chiron Profilée, que será leiloado pela RM Sotheby’s, em Paris, França, em 1º de fevereiro de 2023, com parte dos lucros revertido para causas beneficentes.

O desenvolvimento do Profilée começou no outono de 2020 e a proposta dos executivos era limitar a produção da Profilée a 30 unidades, mas acabaram cancelando o projeto.

Assim, o modelo exclusivo, baseado no Chiron Pur Sport, mas com um ângulo ligeiramente diferente em termos de design exterior, é praticamente a última chance de comprar um novo supercarro com motor W-16.

Já o nome Profilée foi escolhido em homenagem a uma das primeiras criações de Jean Bugatti, o Type 46 Profilée, um aerofólio fastback de 1931, que também apresentava um movimento elegante em sua traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro exclusivo apresenta um design sob medida, com um novo perfil aerodinâmico caracterizado por entradas de ar mais largas e uma grade de ferradura Bugatti ampliada para auxiliar na refrigeração do radiador, além de um divisor dianteiro revisado. 

Na traseira o destaque fica por conta da asa fixa mais compacta com uma seção intermediária oca, substituindo a versão de quase dois metros de largura do Pur Sport.

A forma distinta da asa foi escolhida porque adiciona estabilidade em alta velocidade ao fornecer força descendente à extremidade traseira, ao mesmo tempo em que  tira o ar quente do compartimento do motor.

O spoiler integrado é mais eficiente e ainda consegue desenvolver 80% da força descendente do Pur Sport. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O novo Chiron Profilée tem um acabamento exclusivo em um tom de prata chamado Argent Atlantique que foi criado especificamente para ele, combinado com a parte inferior do carro em fibra de carbono na cor Bleu Royal Carbon. 

O visual é complementado pelo conjunto exclusivo de rodas com acabamento em um tom de Le Patron, além de detalhes em alumínio polido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No interior, combinam-se materiais de alta qualidade como alumínio, carbono e couro, assim como em todos os outros modelos Chiron, mas o Profilée é o primeiro Chiron equipado com acabamento em couro trançado. 

A Bugatti usou mais de 2.500 metros de tiras de couro para criar este acabamento exclusivo para o painel, painéis das portas e console central.

A cabine é equipada com um par de assentos confortáveis, revestidos em couro nas cores Gris Rafale e Deep Blue como padrão.

“Com o desejo do cliente em mente, incorporamos uma cauda elegante e fixa que é otimizada tanto aerodinâmica quanto termodinamicamente para o desempenho incomparável disponível para o proprietário do Chiron Profilée, ao mesmo tempo em que criamos uma elegante e atemporal em vez da asa traseira hidráulica do Chiron ou da asa fixa de um metro e oitenta de largura do Pur Sport”, Frank Heyl, vice-diretor de design da Bugatti Automobiles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Bugatti também fez mudanças nos sistemas de direção e suspensão e deu à transmissão automática de dupla embreagem e sete marchas relações de marcha 15% mais curtas.

O modelo vem equipado com um motor W16 turbo de 8 litros com 16 cilindros montado no meio com quatro turbocompressores e rende uma potência de 1.500 cv, que é cerca de 100 cavalos a menos do que versões como o Centodieci e o Super Sport 300+. 

A nova edição única do Profilée possui aceleração mais rápida da linha Chiron, vai de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos e de 0 a 200 km/h em 5,5 segundos. O que difere o novo Profilée do Pur Sport é sua velocidade máxima, que é de 380 km/h, cerca de 30 km/h a mais do que no Pur Sport.

O chassi foi ajustado, colocando sua configuração geral entre Sport e Pur Sport. As molas são 10% mais rígidas que no Sport e o eixo traseiro ganha 50% mais cambagem negativa. O objetivo é uma melhor aderência sem perda de conforto.

O Bugatti Chiron Profilée será o último Chiron com motor W-16 vendido pela marca, embora nenhuma estimativa de preço tenha sido divulgada ainda o modelo deverá ser vendido por muito mais do que um Chiron padrão.

 

 

 

 

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Lotus Evija Fittipaldi: edição especial é o carro de produção mais potente do mundo

A Lotus está iniciando a fabricação do Evija Fittipaldi, o carro de produção mais potente do mundo. Trata-se de uma edição especial para comemorar o 50º aniversário do título do piloto brasileiro Emerson Fittipaldi e do Team Lotus na F1 em 1972.

O piloto ajudou a estabelecer a Team Lotus como uma lenda do automobilismo, garantindo o quinto dos seis campeonatos de F1 da equipe durante seu período mais dominante nas décadas de 1960 e 1970.

 

 

 

 

 

O icônico carro de corrida Lotus Type 72 utilizado por Fittipaldi influenciou fortemente a estética do Evija Fittipaldi.

Apresentando o mesmo esquema de cores preto e dourado, que também completa 50 anos em 2022, traz o exterior pintado à mão e vários outros recursos de design exclusivos que foram criados para comemorar essa colaboração.

Inclui ainda uma vista plana pintada à mão do Type 72 gravada no teto de fibra de carbono, decalques comemorando as vitórias de corrida do Type 72 na asa traseira ativa e o emblema nº 8 de Fittipaldi no Pilar B, a mesma designação que ele usava quando levou a Lotus para uma vitória em casa no Grande Prêmio em 1972.

As rodas Type 72 pretas e douradas apresentam contornos de trava central anodizados em vermelho no lado direito do carro e verde no lado esquerdo, com mais preto e dourado aplicados nas pinças de freio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior também mantém o esquema de cores em dois tons. O couro preto é acentuado com costuras douradas, os pedais, os contornos das saídas de ar e o botão start-stop são todos dourados.

Além disso, destaques são encontrados no volante e nos encostos dos bancos, onde a costura dourada contrasta com o couro preto e a fibra de carbono visível. 

Um destaques fica por conta de um mostrador giratório central com acabamento dourado, feito de alumínio reciclado do Type 72 original, garantindo que uma peça genuína do icônico piloto de F1 faça parte de cada Evija Fittipaldi.

Outros detalhes incluem a assinatura de Fittipaldi bordada à mão no painel, uma representação esquemática do Type 72 no forro do teto interno e o elevador do seletor de marchas, feito de alumínio reciclado do monoposto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro elétrico possui potente conjunto mecânico formado por quatro motores elétricos, que juntos rendem impressionantes 2040 cv de potência e 173,8 kgfm de torque.

Isso permite que o Evija Fittipaldi atinja 100 km/h em menos de três segundos e 300 km/h em apenas nove segundos, além de alcançar velocidade máxima limitada eletronicamente de 350 km/h.

A bateria de 93 kWh oferece até 400 km de autonomia em condução normal, e uma carga de 80% leva apenas 18 minutos usando um carregador rápido de 350 kW DC.

 

 

 

 

 

A apresentação do carro super exclusivo, aconteceu na semana passada na sede da empresa em Hethel, Reino Unido, com Fittipaldi como convidado de honra. 

“Gostei muito de fazer parte deste projeto e foi uma experiência maravilhosa revelar o carro a alguns dos novos proprietários. Ter a oportunidade de pilotar o Evija Fittipaldi e meu carro vencedor do campeonato Type 72 de Fórmula 1 na pista de testes de Hethel foi uma experiência incrível”, disse Emerson Fittipaldi.

O Lotus Evija Fittipaldi terá apenas 8 unidades produzidas e todas já foram vendidas. As primeiras entregas estão programadas para o início de 2023. 

A Lotus não anunciou publicamente um preço, mas provavelmente foi maior do que o preço já impressionante do Evija de mais de US $ 2 milhões, aproximadamente R$ 10.482.400,00.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Bugatti Mistral o supercarro lançado para a despedida do lendário W-16

A Bugatti se prepara para uma nova era eletrificada e se despede em breve do seu motor W-16, que estreou com o Veyron em 2005, em grande estilo com o lançamento do Mistral.

É um carro de corrida baseado em Chiron de 1.600 HP, que possui exclusividade, elegância, potência e velocidade. Serão produzidos em uma edição limitada de 99 exemplares, com preço de 5 milhões de euros cada, algo em torno de R$ 25,9 milhões. 

“Para a aparência final do lendário motor W-16 da Bugatti, sabíamos que tínhamos que criar um roadster. Bem mais de 40% de todos os veículos Bugatti já criados têm design aberto, estabelecendo uma longa linhagem de ícones de desempenho que, até hoje, são reverenciados em todo o mundo”, disse o CEO da Bugatti Rimac, Mate Rimac, em comunicado. 

 

O design e engenharia é totalmente feito sob medida e teve como principal inspiração o Type 57 Roadster Grand Raid, de 1934, projetado pelo filho de Ettore Bugatti, Jean.

O para-brisa é inclinado e em forma de V e há duas entradas de ar sobre as cabeças do motorista e do passageiro, feitas em fibra de carbono que além de ajudar a manter a temperatura do motor também funcionam como proteção contra capotamento. os faróis dianteiros aparecem em quatro frisos horizontais.

A traseira é ainda mais impactante, com lanternas de LEDs em forma de “X”, com o nome “Bugatti” no centro, dá o Mistral uma aparência distinta e moderna e também proporcionam ventilação para o imenso calor gerado pelo trem de força.

O interior é muito parecido com o Bugatti Chiron com alguns novos detalhes, incluindo couro acolchoado nos painéis das portas e uma recriação da famosa escultura de elefante de Rembrandt Bugatti dentro do câmbio que é de madeira e âmbar.

Além disso as possibilidades de personalização são praticamente infinitas e cada cliente poderá escolher o design de interiores do seu Mistral.

O Mistral oferece um desempenho diferente de qualquer outro carro aberto da marca. Vem equipado com motor 8.0 quadriturbo de 16 cilindros que rende potência de 1.600 cv, acoplado a um câmbio de dupla embreagem de sete marchas, com tração integral.

Isso permite ao Mistral acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de 2 segundos e atingir uma velocidade máxima de 420 km/h.

O objetivo da Bugatti é conquistar o título de roadster (carro de dois lugares e conversível) mais rápido do mundo. Esse recorde atualmente é do modelo americano Hennessey Venom GT com seus 427 km/h. 

O Bugatti Mistral tem entrega prevista para o início de  2024 e já está com todas as unidades vendidas, provando o sucesso desse que é um dos motores mais especiais da história automotiva.

 

 

 

 

 

 

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Lamborghini lança Urus Performante versão mais extrema do SUV por R$ 1,3 milhão

Em 2018 quando a Lamborghini lançou o Urus SUV muitos estavam céticos, agora os resultados financeiros da empresa provam que é um sucesso.

Foram mais de 20 mil unidades produzidas desde o lançamento e hoje o superesportivo representa 60% das vendas da marca.

Agora foi lançada a versão Performante, um carro ainda mais rápido e potente que recebeu ajustes de motor e suspensão que contribuem para um desempenho ainda mais aprimorado em comparação com o modelo anterior.

Pensando em melhorar o desempenho, o superesportivo está 47 kg mais leve e 20 mm mais baixo, graças a instalação de um capô de fibra de carbono e molas de aço mais leves trocadas pela suspensão a ar da versão regular.

O chassi e o pacote aerodinâmico também foram atualizados para produzir um veículo mais rápido em uma pista de corrida, mas sem prejudicar a dirigibilidade do dia-a-dia.

Além do capô, os para-choques dianteiro e traseiro, divisor, extensões das cavas das rodas e difusor traseiro também são todos fabricados com fibra de carbono, sendo o SUV que mais utiliza esse material em sua composição, segundo a montadora.

As novas entradas de ar dianteiras pretas, permite maior resfriamento do motor, enquanto uma nova cortina de ar atrai o fluxo de ar sobre as rodas dianteiras para reduzir o arrasto. Tudo isso proporciona uma maior eficiência aerodinâmica. 

As rodas são de alumínio forjado com aro 22″, ou 23″ como opcional, com parafusos de titânio e os pneus Pirelli Trofeo R 285/40 R22 na dianteira e 325/35 R22 na traseira, especialmente desenvolvidos para o SUV.

Na traseira se destaca o spoiler inspirado no Aventador SVJ, que aumentou o downforce traseiro em 38%, melhorando em 8% o downforce total quando comparado com o Urus tradicional.

Pouco foi alterado no interior do Performante. O revestimento interno é de Alcantara preto e a costura é na cor da carroceria. Os bancos são de fibra de carbono e agora apresentam uma costura hexagonal.

Também é possível optar pelo pacote Dark, que adiciona elementos na cor preta fosca, além de diversas outras customizações como acabamento em couro, detalhes em alumínio e mais.

O Performante usa o mesmo V-8 biturbo de 4,0 litros que o Urus regular, que foi retrabalhado com potência aumentada em 16 cv em relação à versão padrão, chegando num total de total de 666 cv. O torque permanece o mesmo de 86,7 kgfm, já que é o limite que a caixa automática de oito velocidades pode tolerar.

O tempo de aceleração também diminuiu, agora leva 3,3 segundos para atingir os 100 km/h, enquanto a versão original leva 3,6 segundos. A velocidade máxima é a mesma de 306 km/h. Oferece cinco modos de condução: Strada, Sport, Corsa e os dois novos Rally, feitos para pistas de terra. 

O Performante mostrou todo seu desempenho e potencial ao participar do Pikes Peak International Hill Climb Road, no Colorado (EUA), onde alcançou novo recorde na categoria SUV. Realizando todo o percurso em 10 minutos e 32,064 segundos, contra o recorde anterior que era de 10:49,902, do Bentley Bentayga em 2018.

O CEO da empresa, Stephan Winkelmann, acredita que a nova variante será um grande sucesso e provavelmente representará pelo menos metade das vendas do SUV.

O Lamborghini Urus Performante 2023 começará a ser vendido no final do ano a partir de US$ 260.676, algo equivalente a R$ 1.347.173.

 

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