McLaren São Paulo completa cinco anos e atinge 100 carros entregues

A McLaren São Paulo teve dois motivos para comemorações na segunda semana de maio.

No dia 8, a empresa completou cinco anos da inauguração da concessionária em São Paulo.

Dois dias depois, a empresa chegou à marca de cem automóveis entregues com a entrega das chaves de um modelo Artura Malvine Blue a seu comprador.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

O Artura é o mais recente lançamento da McLaren, sendo o primeiro modelo híbrido de produção em série da marca (antes dele houve o P1, feito em edição limitada de 375 unidades).

As primeiras unidades do Artura chegaram ao Brasil no fim do ano passado e doze delas já estão com seus clientes (incluindo a que fez a McLaren São Paulo chegar às 100 unidades entregues).

Essas 12 unidades fazem o Artura, com apenas cinco meses de presença no mercado, ser o segundo McLaren mais vendido no Brasil.

Ele só fica atrás do McLaren 720S Coupé, que teve 21 unidades comercializadas entre 2018 e 2022.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

Outros destaques da lista de McLaren vendidos no Brasil são os modelos Senna (quatro, todos entregues em 2019) e Senna GTR (uma unidade entregue em 2020).

Do primeiro, foram fabricadas 500 unidades. O GTR, ainda mais exclusivo, teve apenas 75 unidades produzidas.

“Ao longo desses cinco anos, a McLaren ganhou um grande número de adeptos no Brasil. Boa parte deles chegou à marca atraída pelo histórico vitorioso em competições e constatou que, além de vencer corridas, a McLaren produz carros esporte de primeira linha. Chegar a cem carros ao completar cinco anos de operações é algo extremamente gratificante. Quando inauguramos a concessionária, nossa previsão era entregar cerca de 25 carros por ano. Essa média foi mantida ou mesmo superada até a chegada da pandemia. Mas agora estamos começando a entregar os Artura e deveremos encerrar 2023 com um novo recorde de entregas a clientes”, analisa Henry Visconde, presidente da McLaren São Paulo.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

Formada em 2010, a McLaren Automotive é hoje a maior parte do McLaren Group. Sua origem remonta a 1964, quando o piloto neozelandês Bruce McLaren iniciou a fabricação de carros de corrida (bipostos e monopostos).

Em 1966, a McLaren fez sua estreia na Fórmula 1, iniciando uma trajetória que resultou em oito títulos mundiais de construtores e doze de pilotos.

A McLaren tem vitórias também nas 24 Horas de Le Mans e nas 500 Milhas de Indianápolis.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

O atual portfolio de produtos da empresa (modelos das linhas GT, Supercar, Motorsport e Ultimate) é vendido por meio de mais de 85 concessionários em 40 mercados no mundo.

O primeiro carro de rua com a marca McLaren, o M6GT, foi construído pelo próprio Bruce McLaren em 1969. 

Em 1993, a McLaren projetou e construiu o carro de rua McLaren F1, em produção limitada. 

Em 2020, a McLaren lançou o 765LT e revelou a nova arquitetura de baixo peso fabricada no McLaren Composites Technology Centre de £ 50 milhões.

Foi inaugurado na região de Sheffield, no norte da Inglaterra, que sustentará a próxima década do futuro eletrificado da McLaren.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

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Novo McLaren 750S: pura emoção e desempenho máximo de supercarro

Com o novo 750S, a McLaren define uma nova referência para desempenho de supercarros e satisfação do motorista.

O McLaren de produção em série mais leve e potente é, sem inibição, um supercarro para os puristas.

Projetado e desenvolvido após uma análise meticulosa do renomado McLaren 720S, o novo 750S combina avanços em economia de peso, desempenho do trem de força, aerodinâmica e excelência dinâmica.

Isso tudo para elevar a novos patamares uma experiência de direção que já era referência.

Cerca de 30% dos componentes do 750S são novos ou alterados para oferecer essas melhorias e, com elas, uma conexão emocional ainda maior com o carro.

 

 

 

 

 

 

“Quando você tem um carro reconhecido por tantos pilotos como referência, é preciso examinar cada detalhe e realmente pressionar muito por melhorias para fazer algo ainda melhor. Isso é o que fizemos com o novo 750S. O baixo peso, o desempenho do motor V8 e as excelentes habilidades dinâmicas se combinam para oferecer uma experiência de direção de supercarro que atinge novos patamares, com níveis verdadeiramente emocionantes de conexão emocional”, afirmou Michael Leiters, CEO, McLaren Automotive.

Com 1.389 kg (DIN), o McLaren 750S cupê já é 30 kg mais leve que o 720S.

Com todas as opções disponíveis de fibra de carbono e baixo peso selecionadas, o cupê “emagrece” para 1.277 kg a seco.

O que oferece uma relação peso-potência líder do segmento de 1,70 kg/cv ou 587 cv por tonelada.

São 193 kg menos do que seu concorrente mais próximo.

O 750S Spider foi projetado com o mesmo foco em minimizar o peso.

Possui capota rígida retrátil (RHT), sistema de proteção contra capotamento e estrutura superior traseira feita sob medida para o monocoque construído de fibra de carbono.

Tal é a resistência desse monocoque que nenhum reforço adicional é necessário, uma vantagem inerente sobre os supercarros conversíveis rivais construídos em alumínio e aço.

Isso garante que o Spider, na configuração padrão, pese 1.438 kg. Na configuração mais leve (1.326 kg), ele é líder do segmento com 1,81 kg/cv (566 cv por tonelada).

Os níveis extraordinários de prazer, precisão, agilidade, sensação e feedback que o 750S oferece são imediatamente aparentes para o motorista.

Mesmo em velocidades mais baixas, e o baixo peso é um fator chave em seu desempenho dinâmico.

Com apenas 1.389 kg (DIN), ele pesa 30 kg a menos que um 720S, um exemplo claro da dedicação da McLaren à engenharia leve.

As novas rodas forjadas de 10 raios são as mais leves já instaladas como padrão em um McLaren de produção em série e economizam 13,8 kg em relação às do 720S.

O novo painel de instrumentos do motorista é 1,8 kg mais leve.

Até o vidro do para-brisa contribui para a redução de peso em 1,6 kg.

O motor V8 biturbo de 4,0 litros com potência de 750 cv e torque de 800 Nm oferece desempenho feroz, com o 750S sendo capaz de ir de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Acelera de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos (no caso do Spider, 7,3 segundos) e de 0 a 300 km/h em menos de 20 segundos (no Spyder, 20,4 segundos).

Os números dão conta dos fatos, mas é a sensação visceral de desempenho e velocidade que surpreende e emociona.

Desde o momento em que o V8 ganha vida, passando pela imensa entrega de torque na faixa intermediária do motor biturbo e pela emocionante subida até o limitador de rotações a 8.500 rpm, a conexão emocional do motorista com o 750S é extraordinária e uma experiência que é tornando-se cada vez mais raros e procurados.

“Todos os McLaren são projetados com precisão e notavelmente rápidos, mas com o novo 750S nos concentramos em enriquecer toda a gama de características que proporcionam a alegria experimentada ao dirigir o carro, aquela conexão emocional pura tão procurada pelos entusiastas”, disse Ben Gulliver, chefe de desenvolvimento de veículos, McLaren Automotive.

 

 

 

 

 

 

A suspensão hidráulica vinculada ao Proactive Chassis Control, agora na geração “PCC III”, é conhecida por combinar controle surpreendentemente preciso com um ritmo de passeio notavelmente compatível.

O sistema de nova geração oferece níveis ainda mais altos de desempenho da suspensão e é parte integrante das habilidades dinâmicas do 750S.

As molas da suspensão são mais macias na frente e mais rígidas na traseira do que no 720S, o que, juntamente com a reconfiguração dos elementos passivo e ativo sob medida e uma nova abordagem para ajustar a suspensão (ajustando os acumuladores nos suportes, o que é usado pela primeira vez no 750S), beneficia o conforto de condução, o controle de rolagem, a sensibilidade da direção e o equilíbrio nas curvas.

Além disso, o novo design de mola e amortecedor reduz o peso em 2 kg.

As alterações combinadas de hardware e software feitas para o PCC III significam que a amplitude dinâmica do 750S é ainda maior do que o do 720S.

Isso mantém os níveis de conforto do antecessor enquanto oferece desempenho significativamente melhorado.

Um circuito de rolagem hidráulico substitui as barras estabilizadoras mecânicas convencionais.

 

 

 

 

 

 

O 750S também é mais ágil do que o carro de referência que substitui, com melhor aderência frontal (ajudada por uma bitola dianteira 6 mm mais larga e nova geometria da suspensão).

A direção eletro-hidráulica da McLaren, amplamente reconhecida por sua precisão e clareza de reações, agora possui uma relação de direção mais rápida e uma nova bomba de assistência elétrica.

E oferece um veículo ainda mais ágil, que contorna as curvas com mais precisão e inspiram ainda mais confiança ao piloto.

“Nós nos propusemos um desafio extremamente difícil com o 750S, ou seja, trazer um grau significativo de agilidade, sensação e resposta do McLaren ‘Longtail’, ao mesmo tempo em que garantimos que o conforto e a usabilidade não sejam comprometidos – a combinação ‘melhor de ambos’ que nossos clientes nos dizem querer. O resultado é uma enorme variedade de habilidades para um desempenho dinâmico de supercarro de referência”, comentou Jamie Corstorphine, Diretor de Estratégia de Produto, McLaren Automotive.

O interior do 750S combina tecnologia inovadora com materiais requintados, mas o mais importante é um design ainda mais focado no motorista.

No centro da experiência do motorista estão os novos visores cujo movimento acompanha o da coluna de direção.

Este monitor centrado no motorista é montado em uma bitácula que possui os controles para selecionar os modos Powertrain e Handling localizados em ambos os lados.

Isso significa que o motorista pode se mover sem esforço entre as configurações Comfort, Sport e Track Active Dynamic enquanto mantém as mãos no volante e foco total na estrada à frente.

Ao mesmo tempo, o controle variável de derrapagem (VDC, Variable Drift Control) permite ajustar o nível de intervenção do sistema de controle de tração independentemente da configuração do Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, na sigla em inglês).

Essa capacidade de ajuste significa que o motorista pode mover-se perfeitamente do estágio em que os sistemas eletrônicos do carro intervêm regularmente para um estágio em que eles não intervêm.

Novos bancos de corrida de fibra de carbono, com 17,5 kg a menos que os assentos esportivos de série do 720S, estão disponíveis como opção, assim como pneus Pirelli P ZERO Trofeo R de pista e parafusos de roda leves, feitos de titânio.

 

 

 

 

 

 

O Controle de Largada McLaren (MCL, McLaren Control Launcher) é outra nova tecnologia da marca que estreia no 750S e adiciona outra dimensão à interface do motorista com o carro.

Ativado por meio de um botão com o famoso McLaren Speedmark, o MCL permite que o motorista personalize sua experiência de dirigir na McLaren.

As preferências dinâmicas selecionadas (sua combinação favorita de configurações aerodinâmicas, manuseio, powertrain e transmissão) podem ser recuperadas instantaneamente com um toque do botão MCL.

Os pilotos também se beneficiarão de novos recursos, como o Apple CarPlay e a nova tela central de informações (CIS, Central Information Screen), que apresenta gráficos mais ricos e detalhados para aprimorar ainda mais a experiência do motorista.

O sistema de câmera Rear View e Surround View (visão traseira e do entorno) também foi atualizado para maior definição e clareza.

Um novo sistema de elevação do veículo levanta a frente do 750S em apenas quatro segundos, em comparação com os 10 segundos que leva em um 720S.

Uma conexão física e emocional intensificada entre o motorista e o carro é auxiliada pelo ajuste personalizado do suporte do motor.

Um novo layout de escapamento de saída central inspirado no McLaren P1 que é acusticamente ajustado para dar um tom claro e distinto e um crescendo nítido à medida em que o motor atinge rotações mais altas.

O formidável desempenho de frenagem é aprimorado pela maior área de superfície da asa traseira ativa, que se abre totalmente em menos de meio segundo.

Isso aumenta a força descendente traseira para melhorar a estabilidade em alta velocidade durante a frenagem e reduzir as distâncias de frenagem. 

Os clientes do 750S que planejam dirigir em circuitos de corrida podem optar por uma atualização de freio usando discos de cerâmica de carbono com 390 mm de diâmetro e pinças monobloco derivadas do sistema do McLaren Senna.

Juntamente com um novo servo freio e bomba de vácuo e tecnologia de resfriamento de pinças integrado inspirado no da Fórmula 1. 

Visualmente, o 750S refina o design de seu antecessor com uma nova seção inferior do nariz com divisor dianteiro estendido.

Tem também entradas de ar mais estreitas que envolvem os faróis, novas entradas de ar nas soleiras e saídas de ar dos para-lamas traseiros.

As revisões aerodinâmicas traseiras incorporam um deck traseiro redesenhado e alongado, que canaliza o ar para uma asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.

Os contornos dos faróis agora podem ser opcionalmente na cor da carroceria ou em fibra de carbono.

O novo para-choque traseiro e as aberturas do para-choque dianteiro também estão disponíveis no material leve característico da McLaren.

 

 

 

 

 

A área de superfície da asa traseira ativa alongada é 20% maior do que a da asa do 720S, mas o componente é 1,6 kg mais leve devido à sua construção em fibra de carbono.

Um recorte na seção central mantém a visibilidade traseira e também garante que as altas temperaturas do escapamento não afetem a asa quando o veículo está parado após um circuito prolongado.

Acionada hidraulicamente, a asa possui configurações de ângulo e velocidades de veículo distintas para o cupê e o Spider.

Apresenta três posições operacionais principais: Driver Downforce, asa ativa parcialmente acionada, aumentando os níveis de carga aerodinâmica durante as curvas; o DRS que fornece automaticamente a funcionalidade de redução de arrasto ao acelerar em linha reta, até a velocidade máxima do veículo e a frenagem de alta velocidade que proporcionando uma força descendente traseira significativamente maior que melhora a estabilidade de frenagem.

A construção monocoque de fibra de carbono facilita a visibilidade de quase 360 graus, com uma escotilha baixa, pilares A ultrafinos e, no coupé, pilares C envidraçados, todos se beneficiando da propagação de luz natural na cabine.

A iluminação ambiente nítida, nova e personalizável destaca os detalhes do design da cabine à noite.

No cupê, o motor V8 pode ser visível de dentro da cabine por meio de um painel de vidro duplo situado no porta-malas traseiro, expondo a parte superior do trem de força por trás dos ombros do motorista.

O 750S Spider apresenta contrafortes laterais envidraçados que, além de guiar o fluxo de ar sobre a cobertura traseira, aumentam a visibilidade lateral.

Para incidir luz adicional para a cabine, o teto rígido retrátil (Retractable Hard Top, RHT) está disponível opcionalmente com vidro eletrocrômico, aumentando a sensação de ambiente ao ar livre, mesmo quando fechado.

O RHT pode ser aberto em menos de 11 segundos com o veículo em movimento a velocidades até 50 km/h.

A remoção do teto fixo para o 750S Spider requer uma revisão da posição do amortecedor a gás e do sistema de dobradiça da porta, mas nesta área, as únicas diferenças externas visíveis para o coupé 750S são uma asa dianteira mais longa, porta mais curta e janela sem moldura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como em todos os McLaren, o volante do 750S é deliberadamente livre de quaisquer botões ou interruptores, permitindo que o motorista se concentre na sensação e reação do chassi e da estrada.

Os detalhes de informações e entretenimento são acessados por meio da nova tela do motorista e da tela central de infoentretenimento aprimorada por gráficos mais sofisticados e maior sensibilidade ao toque.

Interior totalmente revestido em couro Nappa ou uma combinação de Alcantara e couro Nappa estão disponíveis com os novos temas internos TechLux e Performance.

A Bowers & Wilkins, parceira de áudio da McLaren, desenvolveu um novo sistema para o 750S, com um amplificador mais potente e os alto-falantes de cone Continuum.

 

 

 

 

 

Além da seleção de acabamentos de pintura exterior padrão, uma variedade de cores Elite está disponível.

A McLaren Special Operations (MSO), o braço de personalização da McLaren Automotive, pode colaborar com os clientes em opções adicionais ou trabalhar com eles para criar uma pintura personalizada própria.

Garantia abrangente de três anos para o veículo e um plano de serviço e manutenção programada de três anos estão incluídos como padrão no novo 750S, que já está disponível para pedido, inclusive no Brasil.

As primeiras unidades deverão chegar ao país no último trimestre de 2023.

 

 

 

 

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Lotus Evija Fittipaldi: edição especial é o carro de produção mais potente do mundo

A Lotus está iniciando a fabricação do Evija Fittipaldi, o carro de produção mais potente do mundo. Trata-se de uma edição especial para comemorar o 50º aniversário do título do piloto brasileiro Emerson Fittipaldi e do Team Lotus na F1 em 1972.

O piloto ajudou a estabelecer a Team Lotus como uma lenda do automobilismo, garantindo o quinto dos seis campeonatos de F1 da equipe durante seu período mais dominante nas décadas de 1960 e 1970.

 

 

 

 

 

O icônico carro de corrida Lotus Type 72 utilizado por Fittipaldi influenciou fortemente a estética do Evija Fittipaldi.

Apresentando o mesmo esquema de cores preto e dourado, que também completa 50 anos em 2022, traz o exterior pintado à mão e vários outros recursos de design exclusivos que foram criados para comemorar essa colaboração.

Inclui ainda uma vista plana pintada à mão do Type 72 gravada no teto de fibra de carbono, decalques comemorando as vitórias de corrida do Type 72 na asa traseira ativa e o emblema nº 8 de Fittipaldi no Pilar B, a mesma designação que ele usava quando levou a Lotus para uma vitória em casa no Grande Prêmio em 1972.

As rodas Type 72 pretas e douradas apresentam contornos de trava central anodizados em vermelho no lado direito do carro e verde no lado esquerdo, com mais preto e dourado aplicados nas pinças de freio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior também mantém o esquema de cores em dois tons. O couro preto é acentuado com costuras douradas, os pedais, os contornos das saídas de ar e o botão start-stop são todos dourados.

Além disso, destaques são encontrados no volante e nos encostos dos bancos, onde a costura dourada contrasta com o couro preto e a fibra de carbono visível. 

Um destaques fica por conta de um mostrador giratório central com acabamento dourado, feito de alumínio reciclado do Type 72 original, garantindo que uma peça genuína do icônico piloto de F1 faça parte de cada Evija Fittipaldi.

Outros detalhes incluem a assinatura de Fittipaldi bordada à mão no painel, uma representação esquemática do Type 72 no forro do teto interno e o elevador do seletor de marchas, feito de alumínio reciclado do monoposto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro elétrico possui potente conjunto mecânico formado por quatro motores elétricos, que juntos rendem impressionantes 2040 cv de potência e 173,8 kgfm de torque.

Isso permite que o Evija Fittipaldi atinja 100 km/h em menos de três segundos e 300 km/h em apenas nove segundos, além de alcançar velocidade máxima limitada eletronicamente de 350 km/h.

A bateria de 93 kWh oferece até 400 km de autonomia em condução normal, e uma carga de 80% leva apenas 18 minutos usando um carregador rápido de 350 kW DC.

 

 

 

 

 

A apresentação do carro super exclusivo, aconteceu na semana passada na sede da empresa em Hethel, Reino Unido, com Fittipaldi como convidado de honra. 

“Gostei muito de fazer parte deste projeto e foi uma experiência maravilhosa revelar o carro a alguns dos novos proprietários. Ter a oportunidade de pilotar o Evija Fittipaldi e meu carro vencedor do campeonato Type 72 de Fórmula 1 na pista de testes de Hethel foi uma experiência incrível”, disse Emerson Fittipaldi.

O Lotus Evija Fittipaldi terá apenas 8 unidades produzidas e todas já foram vendidas. As primeiras entregas estão programadas para o início de 2023. 

A Lotus não anunciou publicamente um preço, mas provavelmente foi maior do que o preço já impressionante do Evija de mais de US $ 2 milhões, aproximadamente R$ 10.482.400,00.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Audi anuncia entrada na Fórmula 1 a partir de 2026

A Audi anunciou oficialmente que entrará na Fórmula 1 como fabricante de unidades de potência a partir de 2026. A confirmação aconteceu na última sexta-feira (26), antes do GP da Bélgica deste fim de semana.

Os fatores determinantes para essa entrada ocorreram após a publicação do novo ciclo de regulamentos técnicos das unidades de potência aprovada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), do aumento da potência elétrica e do processo para desenvolver combustíveis 100% sustentáveis pela F1 que a Audi deseja apoiar.

“Em vista dos grandes saltos tecnológicos que a competição está dando em direção à sustentabilidade em 2026, podemos falar de uma nova Fórmula 1. A Fórmula 1 está se transformando e a Audi quer ativamente apoiar esta jornada. Uma estreita ligação entre o nosso projeto de Fórmula 1 e o departamento de Desenvolvimento Técnico da Audi AG permitirá diversas sinergias”, afirma Oliver Hoffmann, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da montadora.

 

A partir de 2026, as unidades de potência de um carro de Fórmula 1 incluirão um motor elétrico, bateria, eletrônica de controle e um motor de combustão (funcionando com combustível sustentável). 

A marca sugere que a unidade de acionamento elétrico pode ser quase tão potente quanto o motor de 1,6 litro de 400 kW encontrado em um carro de F1 hoje.

A fabricação das unidades de potência serão realizadas no Centro de Competência Motorsport de última geração da Audi Sport em Neuburg an der Donau, porém o fabricante com o qual eles se unirão para a tecnologia ainda não foi revelado. Em comunicado de impressa foi informado que a decisão deverá ser anunciada até o final do ano.

“Para o desenvolvimento e fabricação do trem de força da Fórmula 1, vamos nos basear na valiosa experiência de nossos funcionários do automobilismo, continuar investindo em nosso centro de automobilismo e também recrutar profissionais altamente especializados”, disse o diretor administrativo da Audi Sport, Julius Seebach.

 

O carro conceito apresentado pela marca trouxe um visual simular aos carros atuais da F1. As rodas são completamente fechadas, com os aerofólios e carenagens usados para reduzir o atrito do vento nos pneus dianteiros. 

A participação da Audi na Fórmula 1 também trará mudanças relacionadas ao gerenciamento desse projeto, pois a partir de 1º de setembro Julius Seebach, diretor administrativo da Audi Sport GmbH, ingressará na AUDI AG.

Seebach assumirá uma nova área de negócios estratégicos em Desenvolvimento Técnico, reportando-se diretamente ao Conselho Executivo. Sua função atual será assumida por Rolf Michl, atual Chefe de Vendas/Marketing da Audi Sport GmbH.

De acordo com Markus Duesmann, Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG, a Audi fará um investimento maior na F1 do que em qualquer outra série de automobilismo porque eles planejam estar na F1 a longo prazo.

Ao que tudo indica, a Porsche, que também faz parte do Grupo Volkswagen, parece pronta para ingressar no campeonato como fornecedora de unidades de potência. Embora um acordo ainda não tenha sido finalizado, está fortemente ligada a uma parceria com a Red Bull.

Apesar de no momento nenhum outro fabricante estar fazendo uma entrada iminente na Fórmula 1, espera-se que os novos regulamentos, juntamente com o compromisso da Audi e, portanto, a crença nas novas regras, possa levar a mais adesões no futuro.

 

 

 

 

 

 

 

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Nico Rosberg recebe o primeiro hipercarro elétrico Rimac Nevera de US$ 2 milhões

O ex-piloto de F1 Nico Rosberg se tornou a primeira pessoa a receber o hipercarro elétrico Rimac Nevera. O modelo é o primeiro de um total de 150 unidades que a marca pretende fabricar e vender por um valor a partir de US$ 2,4 milhões.

O supercarro que foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel de Genebra de 2018, sob o nome C_Two, serviu de protótipo para o desenvolvimento deste elétrico.

“Desde que conheci Mate e realmente entendi o gênio por trás de Nevera, eu sabia que queria o carro número um. Para mim, este carro representa absolutamente tudo o que eu poderia querer. Apresenta o que há de melhor em tecnologia de eletrificação inovadora, trazendo-o para um carro projetado literalmente desde o início para ser não apenas incrivelmente rápido, ou o mais rápido, mas também muito bom de dirigir. Mal posso esperar para ver o que ele pode fazer”, afirmou Rosberg.

 

O modelo 001 do campeão mundial, produzido na fábrica da Rimac em Zagreb, tem pintura na cor preta metálica Stellar Black, com rodas Vertex de alumínio polido e pneus Michelin Pilot Sport 4S e pinças de freio pretas brilhantes.

No interior, apresenta acabamento totalmente preto em Alcantara, que proporciona uma aparência discreta e refinada, além de incluir uma placa com a assinatura do piloto e o número que o identifica como 001/150. 

O hipercarro vem equipado com quatro motores que desenvolvem 1.914 cv de potência e tem tração integral.

A aceleração vai de 0 a 100 km/h em 1.85 segundos e de 0 a 300 km/h em 9.3 segundos, com velocidade máxima de 412 km/h.

“Estamos todos ansiosos para acompanhar as jornadas de Nico com a Nevera, todos os seus carros são usados ​​e apreciados, que é exatamente o que incentivamos nossos proprietários a fazer. E se alguém pode testar os limites do que construímos, é ele. Estamos orgulhosos de chamar Nico de amigo e o primeiro membro da família de proprietários Rimac Nevera em rápida expansão”, disse Mate Rimac, CEO do Grupo Rimac.

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Ferrari F300 de 1998 de Michael Schumacher vai a leilão

Um dos carros de Fórmula 1 invictos de maior sucesso em todas as épocas, a Ferrari F300 de 1998, será leiloada no Monterey Conference Center que acontecerá entre os dias 18 a 20 de agosto de 2022.

Este icônico carro de chassi número 187, é a sétima de nove versões da F300 e é particularmente especial por ter sido pilotado por Michael Schumacher, e venceu todas as quatro corridas consecutivas que disputou: Grande Prêmio do Canadá, GP da França, GP da Grã-Bretanha e GP da Itália. 

O F300 estreou em 1998, depois que mudanças nas regras significaram que um novo carro teve que ser introduzido. Com isso o design do carro foi desenvolvido por Rory Byrne, que fez diversas alterações tornando o carro o mais aerodinâmico possível, comparado ao F310B anterior.

Foram realizadas mudanças na construção e no tamanho dos sistemas de frenagem, também desenvolveram painéis de entrada de ar mais esculpidos.

Além disso, amortecedores dianteiros montados verticalmente foram instalados, barras de torção independentes com sistema push-road, freios a disco compostos de alto carbono e rodas de liga leve Bridgestone de 13″, também foram adicionados.

O F300 era movido por um motor V10 de 3,0 litros que produzia cerca de 800 cv de potência, que chegava a 17.500 rpm, acoplado a um câmbio sequencial de sete marchas. 

Este carro iniciou uma tendência de dominação da Fórmula 1 para a Scuderia Ferrari que durou até os anos 2000.

A Ferrari manteve o chassi 187 até setembro de 1999, quando foi vendido em particular e diretamente para um cliente que o manteve desde então. Ainda está na mesma condição, o carro nunca foi restaurado ou alterado em relação às especificações de 1998.

A Ferrari F300 será leiloada no próximo mês pela RM Sotheby’s e espera-se que seja arrecadado entre US$ 6.000.000 e US$ 8.000.000, algo em torno de R$ 32,9 milhões e R$ 43,9 milhões. 

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Mercedes-Benz apresenta o AMG One o superesportivo com tecnologia inovadora e motor de Fórmula 1

Cinco anos após seu anúncio inicial, a montadora alemã Mercedes-Benz apresentou o Mercedes-AMG ONE.

O hipercarro não apenas vem com um design exuberante, mas também com tecnologia inovadora.

O supercarro esportivo de dois lugares traz a tecnologia de acionamento híbrido de Fórmula 1 mais moderna e eficiente do mundo da pista de corrida para a estrada pela primeira vez no mundo.

“Com o Mercedes-AMG One, nós ultrapassamos os limites. Os imensos desafios técnicos de tornar uma motorização moderna de Fórmula 1adequada para o uso diário na estrada sem dúvida nos levaram aos limites. Muitos podem ter pensado, durante o período de desenvolvimento, que o projeto era impossível de ser implementado. Entretanto, as equipes em Affalterbach e na Grã-Bretanha nunca desistiram e acreditaram em si mesmas. Tenho o maior respeito por todos os participantes e estou orgulhoso deste trabalho de equipe”, disse Philipp Schiemer, presidente do conselho de administração da Mercedes-AMG.

 

O AMG One é a proposta da Mercedes de um carro de Fórmula 1 para a estrada. Vem equipado com um motor V6 turbo de 1,6 litro, desenvolvido pela Mercedes-AMG High Performance Powertrains em Brixworth, que desenvolve o motor para a equipe de Fórmula 1 da marca. 

Este motor está emparelhado com quatro motores elétricos, um dos quais está no turbocompressor e o outro instalado no motor de combustão. Os dois motores restantes alimentam as rodas dianteiras.

O veículo produz uma potência total de 1063 cv, com uma velocidade máxima limitada a 352 km/h e é capaz de correr de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos e ainda mais impressionante é o tempo de 0-200 km/h em apenas 7 segundos. 

O AMG One recebe tração nas quatro rodas totalmente variável Performance 4MATIC +, tem transmissão manual automatizada de sete velocidades e oferece seis modos de condução, Race Safe, Race, EV, Race Plus, Strat 2 e Individual. 

A carroceria de fibra de carbono foi projetada aerodinamicamente para máxima força descendente e equilíbrio. E foi bem-sucedido, o modelo gera downforce a partir de 50 km/h, que se torna cada vez mais forte à medida que a velocidade aumenta.

Outra característica do One é sua suspensão multi-link com bobinas push-rod e amortecedores adaptativos. 

O AMG One é robusto e tem uma aparência agressiva. Designers e especialistas em aerodinâmica trabalharam juntos no projeto. 

Na dianteira, existem enormes entradas de ar em ambos os lados com defletores de ar em forma de U, separados por um par de aletas pretas e os faróis se fundem com a forma da carroceria.

Os flaps ativos na frente contribuem significativamente para a aerodinâmica, ajudando-o a alcançar um ótimo equilíbrio e as portas são do tipo asa de borboleta.

Na traseira, há um spoiler afiado e um difusor de duas partes que são extremamente benéficos quando se trata de desempenho aerodinâmico e eficiência em velocidades de dobra.

A asa traseira é uma mistura de uma lâmina retrátil e uma aba ajustável integrada. Os conjuntos de lanternas traseiras apresentam três elementos de iluminação com padrão de diamante.

As rodas são de magnésio forjado de nove raios envoltas em pneus Michelin Pilot Sport Cup 2R desenvolvidos especificamente para o AMG One. 

O interior tem menos estilo e mais função, com um cockpit despojado e minimalista com espaço suficiente para dois ocupantes, que se aproxima muito de um verdadeiro carro de corrida.

O volante retangular é semelhante ao de um carro de competição, com airbag integrado e vários comandos como, programas de direção, controle de tração AMG e as configurações da suspensão.

Os bancos são fixos e estofados em Alcântara, material também presente nos painéis das portas.

Há duas telas de 10″, uma para os instrumentos, com funções e displays semelhantes aos de um carro de corrida e a outra para o sistema multimídia, também com muitas informações sobre o funcionamento do carro e sua mecânica.

Abaixo estão as saídas de ar-condicionado retangulares e alto-falantes.

Não está claro quando as entregas do AMG One começarão, embora a produção esteja confirmada para começar ainda em 2022.

Serão produzidas apenas 275 unidades do supercarro, por US$ 2 milhões cada, aproximadamente R$ 9.550.000 e todas já estão vendidas.

 

 

 

 

 

 

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Edição especial do GT 4 é lançado em comemoração aos 55 anos da Mercedes-AMG

A AMG, divisão esportiva da Mercedes-Benz, comemora seu 55º aniversário em 2022 e, para a ocasião, oferece vários de seus modelos emblemáticos em variantes exclusivas.

Agora é a vez do Mercedes-AMG GT 63 S F1 Edition em homenagem à tecnologia híbrida de que se beneficia graças à experiência do fabricante alemão em Fórmula 1.

Os ajustes de desempenho são acompanhados por uma série de atualizações visuais que tornam o modelo mais exclusivo e potente da marca até agora.

Esta edição especial recebeu uma pintura nova e exclusiva cinza alpino não metálica, chamada Manufaktur Alpine Grey, juntamente com um logotipo AMG em escala de cinza. Detalhes em preto brilhante complementam os decalques vermelhos encontrados nas jantes e na parte inferior do carro. 

As rodas de 21″ são inspiradas nas do Medical Car fornecido pela Mercedes-AMG à FIA para o Campeonato Mundial de F1 e apresentam um design de cinco raios duplos com acabamento preto fosco e flange de aro vermelho.

Além desse novo visual, recebe um pacote aerodinâmico da AMG Aerodynamics, que agrega um spoiler traseiro fixo pintado em preto brilhante, um difusor integrado diretamente no para-choque traseiro, um para-choque dianteiro com lâmina mais larga, mas também defletores adicionais nas entradas de ar laterais dos pára-lamas traseiros.

Também está equipado com dois pacotes noturnos o AMG Night Package Exterior e o AMG Night Package II. Esses pacotes adicionam um divisor dianteiro em preto de alto brilho, bem como elementos de acabamento em preto de alto brilho nos para-lamas dianteiros, caixas dos retrovisores externos, bordas laterais e molduras das janelas.

Incluem também a faixa de acabamento no para-choque traseiro, ponteiras de escape duplas (do sistema de escapamento AMG) em cromo preto, vidros escuros com isolamento térmico, grade do radiador escurecida específica da AMG, bem como emblemas de modelo cromados pretos na tampa do porta-malas e asas.

Completando o visual, está uma nova tampa do tanque de combustível AMG cromada prateada com a inscrição “AMG”.

O interior é preto e vermelho marcado com bancos AMG Performance em couro Nappa preto com costura decorativa vermelha. A cabine também possui elementos de acabamento exclusivos em fibra de carbono AMG com fio vermelho.

O volante e os bancos são de couro Nappa e microfibra Dinamica com costura decorativa vermelha. Também apresenta frisos das soleiras das portas AMG com a inscrição “AMG” iluminada em vermelho, os cintos de segurança são vermelhos, tem emblema da edição exclusiva e tapetes AMG exclusivos.

O supercarro é movido por um motor V8 4.0 biturbo combinado com um motor elétrico no eixo traseiro e bateria de 6,1 kWh. Com potência acumulada de 843 cv de potência e 142,4 kgfm de torque. Faz de 0 a 100 km/h em menos de três segundos e velocidade máxima de 316 km/h.

O Mercedes-AMG GT 63 S F1 Edition, já pode ser encomendado, mas não há informação de quantas unidades serão produzidas. O que se sabe é que cada edição virá com uma capa de carro interna AMG personalizada com o logotipo da F1 para proteger seu veículo.

 

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