Citroën Advanced Comfort®: conheça os pilares e os objetivos do programa da Citroën voltados ao conforto

A escolha de um veículo costuma envolver uma série de fatores, como a configuração, o tipo de motor, o consumo e o valor de revenda.

Nem sempre o conforto é considerado primordial, o que pode ser um problema para uma relação que pode durar muitos anos.

Pensando no bem-estar de motorista e seus passageiros como um item de série, a Citroën desenvolveu há mais de 100 anos o programa Advanced Comfort.

Citroën C3 Aircross

Esse programa tem o propósito de perpetuar as inovações históricas que contribuíram para a reputação de conforto que a marca construiu ao longo de sua história.

Isso porque, lá em 1922, com o lançamento do Type C, André Citroën já pensava que um carro precisava ser de fácil e leve condução, além de oferecer assentos confortáveis.

O Citroën Advanced Comfort® é resultado do pioneirismo da marca em inovar nos conceitos de conforto.

Contempla não só bancos ergonômicos e uma boa suspensão, mas também a ergonomia dos comandos da cabine, a aerodinâmica e novos materiais para a cabine.

Tudo isso por meio de quatro objetivos proteger todos os seus ocupantes das perturbações externas, transformando o veículo em um “casulo” e facilitar a vida a bordo por meio da presença de porta-objetos e layout inteligente.

Além de proporcionar tecnologia intuitiva, assistência útil no dia a dia e continuidade digital entre os ocupantes e o automóvel e garantir tranquilidade e praticidade ao motorista, organizando as informações para exibir apenas aquelas realmente úteis.

 

 

 

 

 

 

A Citroën, desde os seus primórdios, definiu os padrões da indústria em termos de conforto, pregando que uma condução agradável é sinônimo de uma direção segura e descontraída.

E que a comodidade dos passageiros é tão importante quanto a do motorista.

Em 1919, com a chegada do primeiro carro produzido em série na Europa, o Citroën Type A, a marca investiu para oferecer mais comodidades e conforto, como motor de arranque, bancos acolchoados e faróis elétricos.

O veículo apresentava um sistema de suspensão revolucionário, baseado em molas quarto-elípticas invertidas que eram ajustadas para atuar em conjunto umas com as outras, eliminando assim a necessidade de amortecedores.

Citroën Type A (1919)

Com o lançamento do Citroën Type C em 1922, André Citroën procurou tornar o carro ainda mais confortável.

Ele pensou desde a maneira de como acessar o veículo com mais facilidade até na maciez dos assentos.

O resultado disso foi que a reputação de conforto dos carros Citroën ultrapassou as fronteiras da França.

Ainda no início da década de 1920, os veículos da marca eram usados ​​como táxis não apenas em Paris, mas também em Londres.

A Citroën foi a primeira fabricante na Europa a montar os seus motores em coxins de borracha, para reduzir as vibrações no interior do habitáculo, criando assim o “motor flutuante”.

Os modelos C4, C6 e Rosalie não tardaram a adotar esse processo e André Citroën, com toda a sua genialidade mercadológica, decidiu identificar os modelos com motores “flutuantes” com a letra “C”, inicial de cisne, símbolo de serenidade.

Citroën Type C (1922)

No início dos anos 1950, o Traction Avant 15H trouxe a primeira versão de um novo tipo de suspensão, a hidropneumática, cuja característica era proporcionar uma sensação de “tapete mágico” ao absorver as falhas da estrada ou das ruas por onde o veículo passava.

A suspensão hidropneumática possibilitou criar a impressão de uma “almofada de ar” sobre a qual o veículo transita.

Projetada por Paul Magès, ela era composta por uma bomba acionada pelo motor, que enviava óleo mineral sob alta pressão para esferas cheias de gás inerte e suportes autonivelantes em cada roda.

Desprovido de molas, esse sistema eliminou o atrito de um metal contra outro.

O mesmo sistema operava os freios, a direção, trocas de marcha e ainda permitia ao motorista aumentar e diminuir a altura do veículo de acordo com o percurso, em diferentes tipos de piso.

Traction Avant 15H (1950)

O sistema hidropneumático iniciou seu auge com o reforço da eletrônica na década de 1990.

A suspensão ‘Hydractive II’ do Citroën XM proporcionava conforto de condução com controle eletrônico.

Em seguida, já no Xantia Activa, essa suspensão foi aclamada por ter eliminado completamente o rolamento e a inclinação da carroceria.

Em meados dos anos 2000, a suspensão Hydractive III+, disponível no Citroën C5 e no C6, consolidou ainda mais a reputação da Citroën ao estabelecer novos padrões em termos de conforto de condução.

A prova de que uma suspensão confortável é uma das prioridades da Citroën até hoje está no Novo C3.

A variante da plataforma CMP permitiu o desenvolvimento de uma moderna suspensão capaz de entregar conforto, segurança e eficiência graças aos 18 cm de altura livre do solo.

Com balanços dianteiro e traseiro curtos, os ângulos de ataque de 23° e de saída de 39° resultam em mais capacidade para encarar lombadas, valetas, buracos e mesmo estradas de terra no dia a dia ou em viagens.

Essa estratégia continua no Novo SUV C4 Cactus, capaz de unir versatilidade, conforto e performance únicos em seu segmento, impulsionado pelo motor THP de até 173 cv.

E é claro que o “tapete mágico” da Citroën estará nos próximos lançamentos da marca, incluindo o Novo SUV C3 Aircross, que entregará o máximo de conforto para até sete ocupantes.

Citroën C4 Cactus

André Citroën tinha como lema que o aumento do conforto era a chave para o sucesso.

Os modelos mais populares da marca na década de 1920 já eram equipados com um tipo de estofamento mais macio e com uma estrutura pensada para evitar dores nas costas após viagens longas.

O 2CV, por exemplo, já contava nos seus primórdios com bancos confortáveis ​​e removíveis em estilo rede.

Já o CX Prestige foi o primeiro Citroën a oferecer assentos do tipo lounge na parte traseira, inspirando-se na configuração de aviões executivos.

Com a adição de apoios de pés elevados para um conforto ideal, um conceito que continua nos bancos macios e confortáveis presentes em todos os modelos da marca.

CX Prestige

Conforto também é poder escolher o que você mais precisa por meio de uma versatilidade única nos modelos Citroën.

Em 1923 o Type B2 oferecia aos compradores a escolha entre mais assentos ou mais capacidade de bagagem, proporcionando assim um espaço interno flexível e prático.

Essa inovação irá continuar com o Novo SUV C3 Aircross, com a opção de dois assentos removíveis na terceira fileira, entregando uma versatilidade exclusiva em seu segmento.

 

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Renault Kardian: Novo SUV compacto de entrada será apresentado em outubro

A Renault se prepara para apresentar mundialmente no dia 25 de outubro, o Novo Kardian, SUV compacto de entrada da marca.

O nome escolhido, segundo Sylvia dos Santos, head de estratégia de denominações, evoca a proteção e a robustez de um “guardian”, enquanto o som ‘Cardio’ se alinha com valores de dinamismo e prazer de dirigir.

Além disso, a letra “K” se integra com a gama de produtos, como Kwid, Koleos, Kaptur (no Brasil conhecido como Captur).

Foto: Tudo de Carro

O modelo é o primeiro a utilizar a plataforma modular CMF-B e sua estrutura foi baseada no Dacia Stepway de terceira geração vendido na Europa.

Em relação ao visual, na dianteira os faróis são divididos em dois níveis, com luz DRL de LED, para as versões de topo e halógena nas versões básicas, deixando o estilo mais agressivo.

A grade exclusiva traz uma faixa cromada e no meio dela o emblema da marca em preto brilhante se destaca. 

O formato das portas, dos vidros e as barras do teto são semelhantes ao Sandero europeu.

O que mudou principalmente foram os vincos do para-lamas e alguns outros detalhes para dar características distintas ao novo veículo. 

Na traseira, o para-choque está mais robusto e as lanternas divididas aparecem em formato de C e são bastante parecidas com o Captur europeu.

Assim como o Fiat Pulse e o Citroen C3, o teto do Kardian tem a cor diferente do resto da carroceria e essa pintura bitom deixa o seu design ainda mais moderno.

Apesar das informações técnicas ainda não terem sido divulgadas, tudo indica que o novo SUV compacto deverá seguir as medidas do Stepway europeu, mas com altura mais elevada.

O modelo europeu mede 4,08 metros de comprimento, 2 m de altura, 1,49 m de altura e 2,6 m de entre-eixos.

O interior também deve ter o mesmo padrão do irmão vendido na Europa, com alguns itens já utilizados nos carros produzidos no Brasil, como o volante já visto no Duster, por exemplo.

Quanto à motorização, tudo indica que a opção mais viável é o motor 1.0 turboflex com câmbio automático do tipo CVT ou manual.

Também é possível variantes com motor 1.6 híbrido flex, como os futuros modelos da Renault previstos para lançamento no mercado brasileiro entre 2025 e 26.

Foto: Tudo de Carro

O lançamento do Renault Kardian vem como um novo padrão dos carros da marca francesa que está querendo focar em qualidade e chega para competir diretamente com o Fiat Pulse e o VW Nivus.

O Kardian será produzido no Brasil, na fábrica do Paraná e será exportado por toda América Latina.

As vendas do Novo Renault Kardian estão previstas para começar a partir do primeiro bimestre de 2024.

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Peugeot e Santos Dumont, dois mundos que se cruzam pelo pioneirismo

“Minha experiência de automobilista serviu muito para as minhas aeronaves”, diz Alberto Santos Dumont na autobiografia “Os Meus Balões”.

É nesse livro que o aviador, nascido há 150 anos, conta seus sonhos e aventuras na terra e no ar.

E a Peugeot faz parte da história desse inventor brasileiro.

A saga da marca no mundo da mobilidade carrega mais de 150 anos.

No Brasil, apesar de ter recentemente completado 30 anos de atuação oficial no setor automotivo, há registros bem mais antigos.

Começando pelas bicicletas da empresa, que se tornaram famosas por aqui logo após o lançamento na Europa, no fim do século XIX.

Mas o assombro desembarcou sobre quatro rodas em 1891, quando Santos Dumont, então com 18 anos, viajou com a família para a França.

Foi lá que conheceu as primeiras criações de Armand Peugeot (1849-1915), o empresário que levou seu sobrenome à indústria automobilística.

“Os automóveis eram ainda raros em Paris em 1891. Tive de ir à fábrica de Valentigney para comprar minha primeira máquina, uma Peugeot de estrada de três e meio cavalos de força”, conta o pai da aviação em seu livro.

O carro em questão é o Peugeot Type 3 Vis-à-Vis, modelo que teve apenas 64 unidades produzidas entre 1891 e 1894.

“Era uma curiosidade. Nesse tempo não existia ainda nem licença de automóvel nem exame de motorista. Quando alguém dirigia a nova invenção pelas ruas da capital, era por sua própria conta e risco”, relata Santos Dumont sobre suas primeiras voltas de carro pela França.

A família do então jovem aviador foi uma das primeiras a receber o automóvel Peugeot.

Isso comprova o prestígio daqueles que, na época, figuravam entre os maiores produtores de café do Brasil.

Type 3 Vis-à-Vis

Conhecido na França como Voiturette, o Type 3 era movido a gasolina e 3,5 cv de potência máxima.

Essa configuração permitia ao carro alcançar os 18 km/h de velocidade máxima.

Segundo os registros da própria Peugeot, esse foi, de fato, o primeiro automóvel que o futuro pai da aviação trouxe para o Brasil, em novembro de 1891.

Veio em um navio que atracou no Porto de Santos.

Tem-se registro ainda de outro Peugeot  importado por Santos Dumont, o icônico Phaeton Type 15, datado de 1897.

O modelo não possuía volante, apenas uma alavanca para virar à direita e à esquerda.

Para garantir a combustão dentro do motor, possuía duas barras de metal na traseira que eram aquecidas até ficarem incandescentes.

“Daí em diante, tornei-me adepto fervoroso do automóvel. Entretive-me a estudar os seus diversos órgãos e a ação de cada um. Aprendi a tratar e consertar a máquina. E quando, ao fim de sete meses, minha família voltou ao Brasil, levei comigo a minha Peugeot”, diz Santos Dumont em sua autobiografia.

Phaeton Type 15 de 1897

 

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Audi inaugura na Áustria o seu quarto complexo de carregamento ultrarrápido na Europa

A Audi inaugurou recentemente a sua estação de recarga ultrarrápida para veículos elétricos na cidade de Salzburgo, na Áustria.

O local possui quatro pontos de carregamento de alta potência (HPC) de até 320 kW.

Está situado próximo ao Mooncity, complexo de mobilidade elétrica que fornece infraestrutura e comodidades aos clientes que aguardam o carregamento de seus veículos.

O novo local representa o quarto hub global da marca das quatro argolas para carregamento de veículos elétricos.

Já existem estações análogas nas cidades de Zurique (Suíça), Berlim e Nuremberg (Alemanha).

Com funcionamento integral sete dias por semana, 24 horas por dia, o local oferece uma série de serviços e permite pagamentos via cartão de crédito, Apple Pay e Google Pay.

“A rápida expansão da infraestrutura de carregamento para veículos elétricos na Europa e em todo o mundo é essencial para o sucesso da mobilidade elétrica. Nós enxergamos esse movimento como uma tarefa conjunta da política e da indústria. Nesse contexto, os hubs de carregamento da Audi são a nossa forma de complementar a infraestrutura de carregamento público”, afirma Markus Duesmann, CEO da Audi.

O hub de carregamento Audi se diferencia das demais estações de carregamento rápido porque não requer uma conexão de média tensão, o que normalmente é necessário.

O conceito é baseado em “cubos de carregamento” contêineres modulares equipados com baterias de íon-lítio recondicionadas (baterias de segunda vida).

Elas são usadas em veículos de testes da Audi que foram desmontados.

Com esse conceito, o hub de carregamento não requer uma infraestrutura cara e elaborada.

O hub de carregamento da Audi em Salzburgo possui quatro pontos de carregamento com uma unidade de armazenamento intermediário.

Ele permite o carregamento constante com até 320 kW de saída em cada um deles, mesmo que estejam todos em uso ao mesmo tempo.

Em plena capacidade, ou seja, quando todos os quatro pontos de carregamento estão sendo utilizados ​​simultaneamente.

Cada ponto de carregamento sempre pode fornecer 320 kW.

O hub de Salzburgo foi projetado para proporcionar uma acessibilidade sem barreiras.

Os usuários de cadeiras de rodas, principalmente, encontram espaço suficiente para abrir as portas e se movimentar no veículo graças às dimensões espaçosas.

Os terminais de pagamento podem ser movidos para uma altura adequada para cadeiras de rodas ao apertar de um botão.

O carregamento torna-se ainda mais fácil se o veículo utilizar Plug & Charge.

Esse recurso permite que o veículo troque informações de pagamento diretamente com o ponto de carregamento, eliminando assim a necessidade de pagamento físico ou verificação.

Além disso, os cabos de carregamento são montados em um braço giratório inovador para que o plugue de carregamento possa ser movido sem esforço para qualquer posição no veículo.

Isso permite que o usuário alcance convenientemente a porta de carregamento, não importa onde esteja, independentemente do modelo do veículo.

Os resultados já alcançados em Nuremberg e Zurique atestam a adesão dos motoristas ao novo conceito de carregamento rápido urbano.

Em Nuremberg, onde a Audi opera o grande hub de carregamento Audi com seis pontos de carregamento e um lounge de 200 metros quadrados desde dezembro de 2021, a taxa de retorno do cliente é de 70%.

“Os clientes agora integraram o carregamento em nosso hub em sua rotina diária”, afirma Ralph Hollmig, gerente de projeto do hub de carregamento da Audi.

A Audi contabilizou 62 cargas por dia em Nuremberg, em média. Já o primeiro hub de carregamento Audi registra 36 cargas diárias.

Cerca de metade dos usuários chega ao hub em um modelo elétrico da Audi.

“Quando lançamos o hub de carregamento da Audi em dezembro de 2021, quase ninguém previu esse nível de sucesso. No início de 2023, já tínhamos nosso 10.000º visitante do hub. Também em Zurique estamos observando uma demanda igualmente crescente. Esses números validam completamente o nosso conceito de carregamento urbano em vez de carregamento domiciliar”, relata Hollmig.

O controle de carga dinâmico e inteligente que a Audi desenvolveu  garante o uso eficiente da infraestrutura de energia existente.

Ao selecionar o local, a Audi contou com uma análise de dados interna para verificar a demanda no local com antecedência.

O parceiro da Audi na operação do hub de carregamento Audi MOON POWER lida com toda a parte técnica do gerenciamento do projeto.

Como operadora de pontos de recarga (CPO), a MOON POWER compra a eletricidade e administra o sistema de cobrança.

A localização ao lado do MOONCITY Salzburg com sua infraestrutura preexistente e perfeita (incluindo comodidades locais e restaurantes adjacentes ao local) é ideal para esse projeto.

“Estamos entusiasmados em inaugurar em Salzburgo o nosso quarto centro de carregamento da Audi. Infraestrutura flexível e premium de carregamento rápido em áreas urbanas está se tornando cada vez mais importante devido ao crescente número de veículos elétricos em nossas ruas. A alta conveniência de nossos modelos Audi e-tron está fazendo sua parte para aumentar as necessidades de carregamento em cidades como Salzburgo, criando demanda por estações de carregamento premium, além das estações de carregamento convencionais com as quais estamos familiarizados”, disse Thomas Beran, diretor de marca da Audi Áustria.

 

 

 

 

 

 

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Stellantis relata aumento de 14% na receita líquida do primeiro trimestre de 2023 e todos os segmentos contribuem positivamente

A Stellantis continua a energizar seu esforço para oferecer mobilidade limpa, segura e acessível em todo o mundo e cumprir os compromissos desafiadores do plano estratégico Dare Forward 2030.

Relatou um aumento da receita líquida de 14% na comparação ano a ano no primeiro trimestre de 2023, com todos os segmentos do negócio contribuindo positivamente para o resultado.

As vendas globais de veículos elétricos a bateria (BEV) aumentaram 22% ano a ano.

Estão programados nove BEVs adicionais a serem lançados em 2023, ampliando a oferta para 47 modelos BEV até o final de 2024.

A ofensiva de eletrificação na América do Norte está se aproximando rapidamente, com destaque para a apresentação da novíssima Ram 1500 REV totalmente elétrica no Salão Internacional do Automóvel de Nova York.

O Jeep Avenger, o primeiro BEV da marca, foi eleito “Carro Europeu do Ano de 2023” e também foi reconhecido como “Melhor SUV Familiar do Mundo em 2023” pelo Women’s World Car of the Year Awards.

A Stellantis está focada na execução dos três pilares descritos no plano estratégico Dare Forward 2030:

Care: A Stellantis enfatizou seu compromisso com a igualdade global de gênero por meio da adoção dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da Organização das Nações Unidas (ONU).

Na marcha em direção à neutralidade de carbono, a Companhia assinou um termo de compromisso vinculante com a Vulcan para desenvolver novos projetos geotérmicos destinados a descarbonizar o mix de energia do site industrial de Rüsselsheim, na Alemanha.

Tech: A Stellantis manteve um ritmo acelerado na transformação da eletrificação.

Anúncios de investimentos em manufatura foram feitos em Mangualde, Portugal; Eisenach, Alemanha; Cassino, Itália; e, Kokomo, Indiana, EUA.

Continuando a construir sua rede de parcerias para garantir o fornecimento de materiais essenciais para baterias, a empresa assinou acordos estratégicos com McEwen Copper, Terrafame Ltd. e Element 25.

A Stellantis também expandiu sua rede de engenharia e desenvolvimento de software para oito hubs com uma nova operação em Gliwice, na Polônia.

Valor: A Stellantis realizou várias ações de apoio ao crescimento na região do Oriente Médio e África, incluindo a assinatura de um acordo-quadro com as autoridades sul-africanas para desenvolver uma fábrica no país.

Firmando um acordo com a Koç Holding para expandir ainda mais a joint venture Tofaş na Turquia, e, na Argélia, o lançamento da marca Fiat, que pretende ter seis carros no mercado.

Na Europa, a implementação do Novo Modelo Varejista começará a partir de meados de 2023 nos países-piloto após um acordo com as associações europeias de revendedores.

A América do Sul registrou bom desempenho no trimestre, com 191 mil unidades vendidas na região, com avanço de 10% em relação a igual período do ano anterior, e uma receita equivalente a € 3,5 bilhões.

O relatório trimestral atribui o bom resultado ao sucesso inicial do novo Fiat Fastback e maiores volumes de comercialização dos modelos Fiat Argo, Citroën C3 e Peugeot 208.

A receita líquida aumentou 20%, principalmente devido ao aumento de volumes, melhor mix de produtos e preços médios favoráveis, bem como efeitos positivos de conversão cambial.

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Citroën e-C4 e e-C4 X ficam ainda mais potentes e com maior autonomia

A Citroën segue acelerando a sua posição no mercado eletrificado com a chegada de uma oferta adicional nas gamas ë-C4 e ë-C4 X, com um motor mais potente e autonomia para até 421 km.

Com a novidade, a Citroën passa a ser a única marca generalista da Europa a oferecer dois veículos elétricos complementares neste segmento.

A Citroën abriu na Europa as encomendas para o ë-C4 e o ë-C4 X, com um novo motor de alto desempenho que pode atingir até 421 km de autonomia de acordo com o ciclo WLTP.

Este aumento de quase 17% em comparação com a primeira geração é baseado na combinação de uma nova bateria de química avançada de 54 kWh e um motor mais eficiente e poderoso desenvolvendo 156 cv (115 kW). Isso dá ao cliente mais versatilidade e conveniência.

Esta nova oferta complementa a gama elétrica atual.

Essas novidades estão no centro da estratégia de eletrificação da Citroën, que visa tornar a transição para veículos elétricos mais fácil e segura.

Eles compartilham a mesma filosofia de uma escolha racional do tamanho da bateria e uma capacidade de carregamento rápida de 100 kW.

Isso favorece um posicionamento de preço competitivo e oferecendo grande versatilidade de uso.

Com essas novidades a Citroën reforça o seu apelo no segmento.

O pacote de melhorias permite ao ë-C4 e ë-C4 X ultrapassarem o valor simbólico de 400 km (no ciclo combinado WLTP).

O motor elétrico síncrono híbrido de 156 cavalos produz 20 cv a mais mantendo um alto nível de eficiência.

Esse motor é capaz de desenvolver 260 Nm de torque que está instantaneamente disponível, proporcionando resposta imediata e prazer de condução.

A nova bateria de 54 kWh (4 kWh mais do que a oferta elétrica atual) é compacta, com refrigeração líquida e 102 células distribuídas em 17 módulos.

Em vez de 60% de níquel, 20% de manganês e 20% de cobalto, essa bateria de íon de lítio de alta tensão tem uma relação de níquel maior (80% de níquel, 10% de manganês e 10% de cobalto).

Tudo isso resulta em maior densidade de energia e maior vida útil do acumulador.

Além da autonomia foi prolongada para até 421 km (de acordo com o ciclo combinado WLTP), a maior eficiência da bateria reduziu o consumo médio de energia para 12 kW/h.

A eficiência do motor elétrico, sua bateria e sua capacidade de recuperar energia contribuem para aumentar a faixa de operação.

A eficiência também é alcançada através da estrutura do ë-C4 e do ë-C4 X, devido a fatores como o tamanho de bateria que é limitado e isso significa menos peso, que resulta em menor consumo.

Os tempos de carregamento otimizados graças à capacidade de carregamento rápido de 100 kW e os pneus de 18″ que reduzem a resistência ao rolamento e minimizam a perda de energia por fricção.

Até a silhueta do C4 X, que flui para a porta traseira, tem um perfil de teto limpo e dinâmico que otimiza a aerodinâmica, são elementos que garantem essa efetividade.

Apesar do aumento da capacidade da bateria, os tempos de recarga não se tornaram maiores, garantindo assim conforto no uso.

Dois tipos de carregadores de bordo estão disponíveis com este novo motor elétrico no ë-C4 e no ë-C4 X, para todos os usos e todas as soluções: um carregador monofásico de 7,4 kW como padrão e, como opção, um carregador trifásico de 11 kW.

Além disso, ë-C4 e ë-C4 X são compatíveis com carregamento rápido: usando um terminal público de 100 kW, é possível ir de 20% a 80% de carga em menos de 30 minutos.

Respondendo às utilizações diárias, a oferta elétrica ampliada do ë-C4 e do ë-C4 X torna possível propor uma solução de mobilidade elétrica acessível e relevante para todos os tipos de viagens.

Com esta novidade, o conceito ë-comfort da Citroën cumpre suas promessas e oferece uma condução suave e sem emissões, também não tem vibrações e ruído do motor.

Além de ser reforçada pela assinatura Advanced Comfort da Citroën a bordo, incluindo um sistema de suspensão inovador e assentos macios.

Tudo isso garante uma direção divertida e responsiva graças a 260 Nm de torque imediatamente disponível.

 

 

 

 

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Peugeot apresenta o 408X e o Peugeot Inception Concept no Salão de Xangai 2023

Tão inesperado e inovador na Ásia quanto na Europa, o novo 408X é uma das estrelas da 20ª Exposição Internacional de Xangai (Auto Shanghai 2023).

Um carro com ambições globais, o novo 408X demonstra a criatividade dos designers e engenheiros da Peugeot que entregaram, no topo do segmento C, uma silhueta sem precedentes na história da marca e no atual mercado automotivo mundial.

Na China e na Ásia, tal como na Europa, o Peugeot 408X é o primeiro do gênero.

O Peugeot 408X é também um testemunho da excelência da engenharia Peugeot, focada na eficiência e eletrificação inteligente, com duas motorizações híbridas plug-in, de 180 cv e 225 cv, a par do motor a gasolina PureTech de 130 cv, como na Europa.

Com a última geração do Peugeot i-Cockpit, o 408X estimula as emoções geradas por tecnologias de ponta dedicadas à emoção de condução e ao uso instintivo.

O Peugeot 408X é produzido na fábrica da Peugeot Dongfeng, em Chengdu, no centro da China.

Comercializado no país desde janeiro, o Peugeot 408X vem despertando a curiosidade e o interesse de muitos clientes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No Salão de Xangai 2023, a Peugeot também expõe, pela primeira vez na Ásia, o PEUGEOT INCEPTION CONCEPT.

Revelado em estreia mundial na CES de Las Vegas, e posteriormente apresentado fisicamente na Europa, este concept car é uma expressão realista da visão otimista da Peugeot para o futuro.

Com uma linguagem de design totalmente nova, que exalta a sua atitude felina e atrativa, o seu interior revolucionário e a promessa de sensações de condução sem precedentes, o PEUGEOT INCEPTION CONCEPT inaugura uma nova era e concretiza a visão da marca para os seus futuros veículos elétricos.

“O Peugeot 408X e o PEUGEOT INCEPTION CONCEPT demonstram perfeitamente a capacidade de inovação da Peugeot e são uma ilustração brilhante dos três valores da marca: Allure, Emotion, Excellence. Com o seu design espetacular e o famoso allure, estes dois veículos apresentam a Peugeot sob uma nova ótica”, disse Linda Jackson, CEO da marca Peugeot, durante a Auto Xangai 2023.

 

 

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Novo Citroën C3 conquista o prêmio de melhor carro urbano no World Car Awards 2023

O Novo Citroën C3 recebeu o prestigioso prêmio “2023 WORLD URBAN CAR” (melhor carro urbano) no 19º WORLD CAR AWARDS.

O anúncio veio nesta quarta-feira, 5 de abril, durante a abertura do Salão do Automóvel de Nova York, após votação de mais de 100 jornalistas internacionais de 32 países.

O hatch com atitude SUV ganhou um título na categoria Carro Urbano, aberto a todos os carros que estejam à venda em grandes mercados e dois continentes distintos.

“Estamos particularmente honrados em receber este prêmio pelo Novo Citroën C3. Além do sucesso comercial desse veículo, ele reconhece a relevância de nossa estratégia de crescimento na América do Sul e Ásia.  Como primeiro modelo de uma família de três carros, ele combina um estilo forte e moderno com um alto nível de conforto, sem mencionar a conectividade e a tecnologia que os clientes dessas regiões esperam”, disse Thierry Koskas, CEO Global da Citroën.

O Novo Citroën C3 tem conquistado corações por sua modernidade e por seu visual assertivo e personalizável.

Entre seus atributos que consolidaram seu sucesso estão amplo vão livre do solo, espaço interno generoso e o melhor porta-malas da categoria no Brasil.

O conforto continua com a exclusiva central multimídia Citroën Connect Touchscreen 10” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.


O Novo C3 marca o início de um novo capítulo para a Citroën, com a criação de modelos que são tanto fiéis ao espírito da marca quanto cuidadosamente pesquisados e desenvolvidos por equipes locais, a fim de fornecer uma resposta prática às necessidades específicas de cada mercado.

A incorporação do conhecimento da sociedade, cultura e necessidades das duas regiões, faz do Novo C3 um modelo projetado, desenvolvido e produzido por e para a Ásia e América do Sul.

Essa estratégia tem sido elogiada comercialmente e o resultado é um C3 que tem tido um grande impacto nos negócios da Citroën nestas duas regiões.

Na América do Sul, onde o Novo C3 está disponível desde setembro de 2022, foram emplacadas mais de 17 mil unidades.

No mercado brasileiro, que diminuiu 1% em 2022, a Citroën teve um crescimento de 37% impulsionado pelo Novo C3.

Na Ásia, o Novo C3 desempenha um papel importante. Com quase 7.000 unidades vendidas desde seu lançamento no verão de 2022, ajudou a marca a aumentar as vendas em quase 880% no ano passado.

Este sucesso também se reflete na excelente recepção dada ao ë-C3, a versão elétrica do C3 produzida na Índia e desenvolvida exclusivamente para aquela região.

O sucesso do Novo C3 nestes dois continentes é um verdadeiro impulso para o crescimento da Citroën e consolida o sucesso de uma estratégia que visa aumentar os volumes globais da marca e reduzir sua dependência da Europa.

Em 2022, a América do Sul teve um crescimento de 21,2%, enquanto a Índia e a própria região da Ásia-Pacífico registraram um aumento nas vendas de quase 57%.

Na América do Sul o modelo ganhou seu primeiro prêmio no Brasil, sendo eleito “Melhor Carro Nacional” em novembro de 2022, apenas dois meses após seu lançamento.

Esta é a categoria mais privilegiada do “Car Awards Brazil 2023”, promovido pela Car Magazine.

Nesta décima terceira edição, os critérios de seleção para o melhor lançamento comercial foram participação de mercado, inovações tecnológicas e design.

Também ganhou o prêmio de “Melhor Carro Nacional até 1,2 L”, concedido pela associação de jornalistas (Abiauto), e o de Melhor Hatch Compacto no Prêmio Mobilidade Estadão 2023.

Na Argentina o Novo Citroën C3 conquistou o prêmio de “Melhor Carro Regional” no Prêmio Auto Test da Motorpress.

Na Índia, o Novo C3 ganhou nada menos que 12 prêmios desde seu lançamento comercial, incluindo o “‘Hatchback of the 2023 Year” de publicações de renome como Top Gear India, Car India, Indian Vehicle Awards e Motorscribes.

Eles são unânimes em elogiar sua aparência original e sua capacidade de impressionar em diferentes tipos de piso, graças à uma suspensão robusta e confortável.

O prêmio “Compact SUV of the 2023 Year” da revista Motor Vikatan reconhece seu melhor conforto de classe e seu interior soberbo com uma posição de condução semelhante à de um SUV.

Também foi premiado como “Carro do Ano 2023” no Jagran HiTech Awards para os melhores produtos de tecnologia.

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Fiat foi a marca número um da Stellantis no mundo em 2022 e líder incontestável no Brasil, Itália e Turquia

A Stellantis anunciou os seus resultados referentes ao ano de 2022 e entre os principais destaques do período está a marca Fiat, que conseguiu firmar a sua liderança global com resultados significativos.

“A Fiat confirmou mais uma vez o seu sucesso global, contribuindo substancialmente para os resultados do grupo. Em termos de volume, a Fiat é a marca líder na Stellantis com mais de 1,2 milhão de unidades registradas em 2022, incluindo os veículos Fiat, Abarth e Fiat Professional. Somos o líder absoluto do mercado no Brasil, Itália e Turquia, e estamos acelerando rumo a um futuro sustentável com o Novo 500 elétrico, modelo que registrou quase 120 mil unidades vendidas em 2022 desde o seu lançamento. Graças às sinergias incorporadas na Stellantis, em 2023 a Fiat continuará a oferecer soluções socialmente relevantes, apresentando quatro novos produtos”, afirma Olivier Francois, CEO da Fiat e CMO Global da Stellantis.

A Fiat é, de longe, a marca mais vendida na América do Sul, com uma participação de 13,6%, sendo também líder absoluta no Brasil, o mercado mais importante para a marca.

Em 2022, registrou no país mais de 430 mil unidades vendidas, bem como uma participação de 21,9%, o seu melhor desempenho anual e o melhor de qualquer marca na última década no Brasil.

Estes resultados extraordinários foram alcançados devido aos modelos que conquistaram os corações dos brasileiros nos diferentes segmentos: 24,7% de participação entre os hatches, quase 50% no segmento de picapes e 37,1% na categoria dos furgões.

E, pelo segundo ano consecutivo, a Fiat Strada foi o veículo mais vendido, tal como a Fiat Toro foi a picape de segmento C mais comprada no Brasil.

O Cronos tem tido igualmente um bom desempenho, com um crescimento de 49% relativamente a 2021, bem como o SUV compacto Pulse, que ultrapassou os 50 mil exemplares comercializados no ano. 

Na Europa, a Fiat tem sido sempre líder no mercado dos automóveis urbanos.

Em um contexto de crescente atenção às questões ambientais, o Novo 500, ícone elétrico da Fiat, registrou no ano passado mais de 66 mil unidades vendidas, em um total de 120 mil exemplares comercializados a nível mundial desde o seu lançamento.

Este incrível sucesso faz do Novo 500 o elétrico mais vendido no mercado italiano, segundo classificado em Espanha e terceiro na Alemanha.

Além disso, é o terceiro BEV mais vendido nos 10 maiores mercados europeus e é o veículo elétrico mais vendido da Stellantis.

No segmento dos automóveis urbanos, é também digno de nota o desempenho dos Fiat 500 e Panda, os dois ícones, o primeiro e o segundo classificados no segmento, respectivamente, alcançaram em conjunto uma participação de mercado de 43,8% durante o ano, reafirmando a liderança europeia da Fiat.

Por fim, a marca foi igualmente a primeira classificada em Itália com uma participação de mercado de 15,1%.

O desempenho na região MEA é notável, especialmente no mercado turco, onde a Fiat, pelo quarto ano consecutivo, foi a marca mais vendida, representando 18,7% do mercado.

A estrela absoluta foi definitivamente o Fiat Tipo, modelo que garantiu o título de carro mais vendido no país, reunindo mais de 50% da preferência dos clientes no seu segmento.

 

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