Supercarro Aston Martin Valhalla: desenvolvido com tecnologia e experiência da Fórmula 1

O Aston Martin Valhalla, o primeiro ultraluxuoso supercarro de produção em série da marca com motor central, está colhendo os benefícios do laboratório mais rápido do mundo, a Fórmula 1.

O desenvolvimento tecnológico da Fórmula 1 é acelerado pela necessidade de velocidade, confiabilidade e performance.

Metodologias, expertise e tecnologias comprovadas em corridas e utilizadas pela equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 (AMF1) estão sendo adotadas pela Aston Martin para intensificar o desenvolvimento de futuros modelos.

“A visão da Aston Martin é construir uma variedade de carros excepcionais e líderes de classe focados na pilotagem, crucial na expansão de nossa principal linha de produtos. Tal como nosso primeiro supercarro de produção em série com motor central será transformador para esta ultraluxuosa performance da marca, bem como para o segmento de motor central. Valhalla representa a primeira integração conjunta de desenvolvimento entre nossos engenheiros de carros de rua e as capacidades de engenharia da equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 via Aston Martin Performance Technologies, e demonstra a ampliação de capacidades da Aston Martin com o apoio técnico e expertise da Fórmula 1”, Marco Mattiacci, chefe global da marca e diretor comercial da Aston Martin.

O cruzamento técnico entre a Aston Martin e sua equipe homônima de Fórmula 1, que atualmente ocupa a quarta colocação no Mundial de Construtores da FIA, é facilitado pelo braço consultivo da equipe, a Aston Martin Performance Technologies (AMPT).

A AMPT está assistindo diretamente a equipe de engenharia de performance da Aston Martin em três áreas-chave de desenvolvimento: dinâmica, aerodinâmica e materiais.

“É uma grande vantagem para um fabricante de carros ter acesso às habilidades e conhecimentos únicos de uma equipe de Fórmula 1. Os engenheiros de Fórmula 1 estão constantemente indo aos limites na busca por performance e desenvolveram ferramentas para resolver problemas rapidamente. Com esse conhecimento em casa, podemos sem sombra de dúvida trazer a expertise da Fórmula 1 para o desenvolvimento de nossos carros de rua”, Claudio Santoni, diretor de engenharia da Aston Martin Performance Technologies.

Dinâmica de pilotagem

O Aston Martin Valhalla é genuinamente um supercarro de motor central focado na pilotagem, e o grupo de dinâmica de veículos em combinação próxima com a AMPT está trabalhando com o “pé no fundo” para prover a dinâmica exata que fornecerá um engajamento de pilotagem sem precedentes.

Um projeto na Fórmula 1 repousa fortemente nas ferramentas de simulação e os métodos usados para assegurar que cada momento passado no simulador trará o progresso voltado para o Valhalla.

De fato, 90% das características dinâmicas e o acerto do carro foram completadas no simulador, com a fase final de desenvolvimento completada no mundo real, nas ruas e pistas.

Valiosas contribuições dos pilotos da equipe AMF1 acrescentam uma nova intensidade à calibragem do Valhalla.

O nível elevado de habilidades e conhecimentos de pilotos como Lance Stroll e Fernando Alonso leva a dinâmica do carro a um novo patamar, ao mesmo tempo em que eles continuam a conduzir o veículo ao limite extremo de sua capacidade de performance.

A ergonomia do cockpit do Valhalla também se beneficiou das dicas tomadas diretamente da Fórmula 1, como a posição de dirigir otimizada com o apoio da AMPT para fornecer ao motorista o nível de controle de um carro de corrida para maximizar o prazer de dirigir.

Os calcanhares do motorista foram levantados por um piso falso, que também contém módulos eletrônicos, e o exclusivo assento de fibra de carbono pode ser reclinado para um ângulo maior.

Isso vai gerar uma posição de dirigir mais alinhada com o carro de corrida AMR23, embora ainda oferecendo o conforto de um modelo de rua.

Isso ajuda a manter um teto baixo e assegurar que o motorista se sinta realmente conectado ao carro.

Aerodinâmica

A expertise conjunta dos aerodinamicistas da AMPT e da Aston Martin tanto em carros de rua quanto na Fórmula 1 garante à marca a oportunidade de criar carros de rua viciantes, com a mescla perfeita de luxo e performance.

Uma rápida olhada na carroceria do AMR23 e do Valhalla, onde a maioria da pressão aerodinâmica é gerada, ilustra quanto da tecnologia da Fórmula 1 foi transferida para o novo supercarro.

A abordagem aerodinâmica do Valhalla começa de uma forma similar à F1, usando todos os elementos do formato para produzir pressão aerodinâmica e reduzir o arrasto.

No entanto, o Valhalla não é limitado pelas regras da Fórmula 1 e, portanto, pode se beneficiar totalmente dos sistemas aerodinâmicos ativos tanto na frente quanto na traseira do carro, que vai gerar mais de 600 quilos de pressão aerodinâmica a 240 km/h.

Isso possibilita ao Valhalla a adaptar constantemente a pressão aerodinâmica dianteira e traseira, para maximizar a aderência, equilíbrio e consistência, ou reduzir o arrasto, dependendo da situação e o modo de dirigir selecionado.

Isso permite ao motorista extrair o melhor do chassi e dos pneus do Valhalla.

Como o carro de corrida AMR23, o Valhalla apresenta multi-elementos nas asas dianteira e traseira, embora a asa frontal esteja largamente oculta da visão.

A asa frontal pode ficar plana na posição DRS para diminuir o arrasto ou pode ser angulada para gerar uma forte pressão aerodinâmica na frente das rodas dianteiras.

A asa traseira com multi-elementos permanece plana para criar as belas e limpas linhas do carro, enquanto gera a base do nível de pressão aerodinâmica com o mínimo de arrasto.

No entanto, no modo pista a asa é bastante elevada para o fluxo de ar e maximizar sua efetividade.

O carro então administra ativamente o ângulo de ataque da asa para continuamente fazer o balanço entre a pressão aerodinâmica máxima e o DRS, a fim de maximizar a performance.

Inspirado pelos geradores de vórtex e recursos aerodinâmicos da Fórmula 1, logo à frente das rodas traseiras, funcionam como mini-difusores para conduzir o fluxo de ar para fora e debaixo do carro para cima, aumentando a pressão aerodinâmica.

Um snorkel instalado no teto alimenta a tomada de ar do motor, a exemplo da Fórmula 1, mas também serve para abastecer os dutos de refrigeração para os trocadores de calor do turbo e refrescar a configuração do motor Hot-V turbo.

O vasto conhecimento do Computational Fluid Dynamics (CFD) e os testes em túnel de vento na Fórmula 1 junto com a AMPT têm sido de grande benefício para os engenheiros do carro de rua.

As mesmas técnicas ferramentais de aerodinâmica usadas para criar o AMRF23 têm sido usadas para desenvolver a aerodinâmica do Valhalla.

A equipe de engenharia do Valhalla, trabalhando diretamente com a AMPT, utilizou o mesmo software CFD da equipe AMF1, incluindo aprendizados no acerto do modelo.

Como na Fórmula 1, o Valhalla usou um modelo em escala e um túnel de vento móvel para desenvolver o carro.

Materiais

AMPT e a equipe AMF1 vêm construindo carros em fibra de carbono há tantos anos que há muito pouco sobre materiais que eles não conheçam, embora a ideia de fabricar monocoques de fibra de carbono seja uma novidade para uma equipe habituada a produzir apenas um punhado de carros por temporada.

A equipe de tecnologias de carbono da AMPT trabalha no desenvolvimento de ideias que evoluíram da Fórmula 1 e a mesma abordagem foi aplicada no Valhalla.

Isso tem sido de enorme benefício quando envolve áreas como a simulação de rigidez e testes de impacto.

Grandes ganhos podem ser obtidos ao identificar qualquer vulnerabilidade antes de o destrutivo teste de impacto começar.

A estrutura do coração do Valhalla é trabalhada para maximizar a rigidez com o mínimo de peso, garantindo o máximo controle com precisão milimétrica.

Desenhada e projetada pela AMPT, que aplica suas altamente especializadas capacidades técnicas e expertise na Fórmula 1 além do ponto mais alto do automobilismo, a estrutura do Valhalla é produto da tecnologia de ponta em compósitos.

Uma complexa e exótica combinação de materiais em fibra de carbono, a estrutura de carbono do Valhalla foi criada usando uma tecnologia nova e própria desenvolvida para a Aston Martin.

As seções superiores e inferiores da estrutura foram moldadas em fibra de carbono usando uma mescla do processo Resin-Transfer-Moulding (RTM) e tecnologia de autoclave derivada da Fórmula 1.

O resultado é uma célula do passageiro leve, singular, imensamente rígida e forte, que fornece os melhores atributos da classe em estrutura dinâmica e notável segurança, sem comprometer a ergonomia do motorista e do passageiro.

O Valhalla está na vanguarda da transição da Aston Martin da combustão interna para a híbrida e total eletrificação.

Muito foi aprendido dentro do grupo de gerenciamento do motor para otimizar a performance e maximizar as eficiências do motor V8 biturbo.

Este motor é o mais avançado, sensível e de mais alta performance motor V8 já instalado num Aston Martin.

Quando unido aos três e-motors, cria um trem de força híbrido com tração nas quatro rodas.

Dois motores elétricos no eixo frontal possibilitam ao Valhalla não apenas o recurso da tração nas quatro rodas, mas também o total controle independente do torque aplicado em cada uma das rodas dianteiras, uma técnica conhecida como vetorização do torque.

A vetorização do torque permite uma resposta mais positiva da direção nas tomadas de curva, maior aderência nas curvas e tração aumentada nas saídas de curva. Melhora a experiência de pilotagem e performance em todas as fases da curva.

Os e-motors frontais também fornecem a função reversa, possibilitando a economia de peso na transmissão traseira.

Um terceiro e-motor é integrado à transmissão, fornecendo potência adicional às rodas traseiras, bem como atuando como motor de arranque e gerador para o motor ICE.

“O conhecimento e experiência do pessoal da equipe AMF1 na Aston Martin Performance Technologies combinados com a habilidade e capacidade de nossas equipes de desenvolvimento de carros de rua nos possibilitaram trazer diretamente da Fórmula 1 aprendizados para o desenvolvimento de carros esportivos. Nossa meta para o Valhalla é produzir um supercarro que será o melhor da classe nos padrões de performance, dinâmicas e prazer de dirigir. O Valhalla utilizará tecnologias ativas para reduzir a distância entre os gentlemen driver se o profissional na pista. Ter livre acesso ao conhecimento dentro da equipe AMF1 tem sido uma larga vantagem para nós enquanto desenvolvemos este carro incrível”, Carlo Della Casa, diretor de desenvolvimento de produtos da Aston Martin.

O primeiro protótipo de teste irá para as ruas no final deste ano, com o Valhalla pronto para entrar em produção em 2024.

Há unidades encomendadas para o Brasil.

Read More

Valour: uma espetacular celebração dos 110 anos da Aston Martin

Em comemoração ao seu 110º aniversário, a Aston Martin tem o orgulho de revelar o Valour.

Trata-se de uma espetacular e ultra exclusiva edição especial equipada com motor V12 e transmissão manual construída para honrar a longa tradição da marca em carros esportivos superlativos.

Possui motor dianteiro e agradar aos puristas que almejam uma experiência de pilotagem pura e visceral.

“O Valour é a celebração da paixão da Aston Martin por dirigir e uma extraordinária herança, mas é também emblemático da marca atualmente: vibrante e revitalizada. Ícone moderno que funde o caráter clássico à execução contemporânea, o Valour captura a essência do entusiasmo e exclusividade que definem esta célebre marca automobilística. Uma mostra de nosso design de categoria mundial, engenharia e capacidade de fabricação, o Valour é ainda uma prova da posição da Aston Martin como campeã de pilotos e fabricante dos mais empolgantes, exclusivos e desejados carros de alta performance e superluxo do mundo”, disse Lawrence Stroll, presidente-executivo da Aston Martin.

Destinado diretamente àqueles que querem saborear uma real e envolvente experiência de pilotagem.

O compromisso do Valour com a definitiva performance e estímulo de uma era é inigualável.

Único carro esportivo com motor V12 dianteiro disponível com transmissão manual, seu “approach” purista é único em 2023 e um emocionante tributo aos anos dourados da pilotagem.

Motivado por sua rica herança, o Valour foi concebido usando o que há de mais recente em tecnologia, métodos e materiais.

Da mesma forma, é a união de qualidades essenciais que definem os melhores modelos com motor dianteiro da Aston Martin.

Com origem gloriosa e sendo uma obra de arte contemporânea, o Valour é o melhor do passado e do presente da Aston Martin.

É o antídoto para carros que parecem isolar os motoristas do processo de pilotagem.

A linhagem do Valour é incomparável.

Foi inspirado pelo Vantage V8 original e pelo magnífico Vantage baseado no RHAM/1 “Muncher” Le Mans de corrida de 1980.

Vangloria-se da musculatura imponente tão típica dos mais recentes carros da Aston Martin.

Máquinas como o Vantage V600 biturbo, durante algum tempo o mais potente carro de produção de todo o mundo.

Estilo impecável e execução perfeita ecoam o requintado supercarro One-77, enquanto seu intenso caráter focado no motorista conecta o Valour ao singular Victor.

Com produção global limitada a apenas 110 unidades, a raridade do Valour assegura que ele será um dos mais “colecionáveis” de todos os Aston Martin.

Vem equipado com o épico V12 de 5,2 litros biturbo de 712 cv de potência e 753 Nm de torque à transmissão manual de seis marchas feita sob medida.

Isso garante uma experiência verdadeiramente contagiante e assegura ao Valour um lugar no panteão dos maiores carros para dirigir de todos os tempos.

Tirando proveito da calibração única do trem de força, a enorme potência e o torque do Valour são irrestritos.

Oferecendo ao motorista performance plena e o controle total em cada marcha.

Um diferencial mecânico aumenta o senso de conexão análoga direta entre o carro e o motorista, com o suporte adicionado e reassegurado do controle de sistemas da tração eletrônica e da estabilidade.

O Valour também está equipado com modos de condução (Sport, Sport+ e Track) para oferecer resposta do acelerador, gerenciamento do torque e o som característico.

Destacando suas credenciais dinâmicas, o Valour recebeu uma suspensão sob medida, com amortecedores, molas e barras estabilizadoras ajustáveis, todos pensados especificamente para o carro.

O alinhamento da geometria das rodas cuidou do acerto de câmber, caster e convergência.

Essas características asseguram que o Valour possui distintas e claramente definidas qualidades de rodar e dirigibilidade.

Reforçando ainda mais suas características dinâmicas únicas, a estrutura personalizada da carroceria apresenta painéis reforçados e braçadeiras de suporte da torre da suspensão traseira e do tanque de combustível.

Estes elementos maximizam tanto a rigidez torsional quanto lateral.

Provendo a suspensão com uma plataforma otimizada a fim de entregar o mais preciso controle da carroceria e refinamento ampliado.

Além disso, um novo sistema de direção dá ao condutor ainda maior sensibilidade, conexão e imediatismo.

Com freios de cerâmica de carbono de série, o Valour tem enorme poder de frenagem graças aos discos dianteiros de 410 mm x 38 mm com pinças de seis pistões.

Na traseira, discos de 360 mm x 32 mm fazem par com pinças de quatro pistões.

Oferecendo aumento de performance nas frenagens e significativa redução de 23 kg em massa não suspensa em comparação com os freios de aço.

Estes discos são projetados para resistir à fadiga dos freios a temperaturas de até 800 graus.

Possibilitando ao motorista explorar o pleno potencial de performance do Valour com o máximo de confiança e preciso controle.

Completa o impressionante pacote do Valour um belo jogo de rodas leves de 21 polegadas forjadas em liga de “honeycomb”.

As quais recebem os mais recentes pneus Michelin Sport S 5 produzidos especialmente para a Aston Martin, 275/35 R21 na frente e 325/30 R21 atrás.

Eles são eficientes para assegurar o manuseio inspirado e o controle nas ruas no seco ou no molhado.

“Inspirados pelos nossos carros icônicos e musculosos do passado, dotamos o Valour com uma abundância de potência e torque, ao mesmo tempo usando tecnologia e engenharia modernas para tornar essa performance mais explorável e agradável. Uma grande parcela dessa característica de honrar o prazer de dirigir foi casar nosso fabuloso motor V12 com a transmissão manual. Isso acabou resultando em algo verdadeiramente inesquecível: uma obra de arte em forma de carro, que cresce ao ser exigido até os limites e tem os reais coração e alma de um clássico eterno”, observa Simon Newton, diretor de Desempenho de Veículos da Aston Martin.

Estas imensas capacidades de performance e intensas características de pilotagem são vividamente expressas na postura ampla e no físico altamente desenvolvido.

Produzida inteiramente em fibra de carbono, a carroceria une o design contemporâneo da Aston Martin aos traços imediatamente reconhecíveis do icônico Vantage V8 dos anos 70.

O resultado é audacioso e inconfundível de qualquer ângulo.

O capô em forma de concha apresenta uma grande abertura em ferradura e dois dutos NACA para prover ampla ventilação para o V12 biturbo que fica abaixo.

A icônica forma da grade da Aston Martin evoluiu para melhorar tanto a forma como a função.

Sua seção central é definida por estrias de alumínio, enquanto grandes tomadas de fibra de carbono de ambos os lados alimentam o motor e os freios com ar frio.

Eles também emolduram os classicamente inspirados faróis redondos de LED, exclusivos para o Valour.

Os quais ficam sob a jovial grade lembrando uma sobrancelha com efeito desafiador.

Modernas ideias aerodinâmicas foram incorporadas ao design, com a administração do fluxo de ar otimizando a estabilidade e ao mesmo tempo conquistando um assertivo e exclusivo desenho.

O proeminente difusor traseiro e ventilação do para-choque dianteiro incorporados aos flancos do Valour trabalham em harmonia com o painel traseiro com aberturas geradoras de vórtices.

Tem ainda a cauda elegantemente levantada e o difusor proeminente para alcançar o equilíbrio aerodinâmico.

A extremidade traseira também apresenta um grafismo surpreendente, com um conjunto de luzes de LED (seis de cada lado) repetindo o inovador hipercarro Valkyrie.

Um toque de alumínio polido em toda a largura delineia a parte traseira, separando as seções de cima e de baixo com efeito notável.

Posicionado entre os elementos mais fundos do difusor traseiro está a peça central do extraordinário desenho da traseira do Valour: um triplo cano de escapamento fabricado em aço inoxidável bastante leve.

Com a espessura da parede inferior a 1 mm, essa tubulação especial representa uma economia de 7 kg em relação ao sistema tradicional, e ainda emite um som glorioso e potente.

A celebração da herança da Aston Martin prossegue no interior do Valour, com o atemporal cockpit de dois assentos de simplicidade ímpar e sedutor ao toque.

No centro de tudo está a alavanca de câmbio da transmissão manual.

Com uma variedade de materiais como alumínio, titânio, fibra de carbono ou nogueira para o seletor do câmbio.

Além de um mecanismo de mudança exposto para enfatizar a conexão mecânica, o Valour valoriza a entrega da ligação física e emocional perdida para o progresso.

O magistral uso de materiais tem sido marca da Aston Marton.

O interior do Valour brilhando com a original e efetiva combinação a partir das quais os clientes podem criar suas próprias e originais especificações.

Por exemplo, o tradicional tweed de lã inspirado pela cobertura dos bancos do Aston Martin DBR1 vencedor em Le Mans em 1959.

Ele fornece um maravilhoso contraste com a altamente tecnológica fibra de carbono.

É usada para formar as conchas dos bancos leves do Valour, acabamentos de porta, saídas de ar, console central superior e túnel de transmissão feitos sob medida.

Personalizações adicionais surgem na forma de um método flexível de customização da pintura.

Separando a carroceria do Valour em quatro áreas (dianteira, teto, laterais e traseira), os clientes podem optar a partir de uma extensa variedade de faixas e desenhos gráficos pintados à mão.

Os quais podem ser aplicados com qualquer uma das 21 cores.

Caso o cliente queira ir ainda além da paleta de cores standard opcionais do Valour, ele pode requisitar os serviços da Q by Aston Martin para criar uma especificação realmente sob medida.

Exemplos disso incluem o desenho de uma pintura pontual, a carroceria de fibra de carbono 2 x 2 totalmente exposta, com opções de matizes em vermelho, azul e verde e rodas pintadas.

Além dos detalhes interiores em fibra de carbono Mokune ou uma escolha de tecidos de tweed e cashmere Johnsons of Elgin para os bancos.

“Na Aston Martin nosso design é sempre progressivo, mas na hora de celebrar um marco significativo, como nosso 110º aniversário, nos permitimos certa liberdade. Consequentemente, o Valour é gloriosamente inquestionável; um exemplar dos velhos tempos refinado e repaginado pelas lentes de 2023. Voltando a uma forma esculpida, se afastando de uma forma mais escultural que define os atuais modelos de série da Aston Martin, com detalhes audaciosos e modernos materiais do presente. Estamos ansiosos para assegurar que sua aparência reflita a experiência de pilotar. A fisicalidade bruta da forma deve dizer tudo o que você precisa saber sobre a feroz performance e emoções análogas de domar um carro esporte de 715PS com transmissão manual, embora o evidente uso das últimas tecnologias aponte para um modelo de condutas modernas e excepcionais capacidades dinâmicas”, disse Miles Nurnberger, diretor de design da Aston Martin.

A produção do Valour deve começar no quartel-general da Aston Martin em Gaydon no terceiro trimestre de 2023, com as primeiras entregas previstas para o quarto trimestre.

No Brasil, será vendido mediante encomenda.

O Valour está pronto para se tornar um dos mais cobiçados carros da incomparável lista de icônicos esportivos especiais de série com motor dianteiro.

O veículo é uma peça especial de colecionadores que precisa ser dirigido.

Read More

Jaguar celebra legado de 75 anos de carros esportivos e apresenta a última edição do F-Type

Para celebrar os 75 anos de seus icônicos esportivos, a Jaguar traz ao Brasil a edição definitiva do F-TYPE.

O último carro esporte a combustão a ser lançado antes de se tornar uma marca puramente elétrica, a partir de 2025.

Disponível na opção cabriolet, o F-TYPE 75 oferece o equilíbrio perfeito entre desempenho excepcional e design musculoso e assertivo.

Tem uma cabine definida por materiais luxuosos e detalhes requintados.

Para essa última edição, o F-TYPE passou por uma curadoria profissional, o que resultou em uma versão perfeita.

O carro está mais assertivo do que nunca, com rodas de 20″ de série e mudanças discretas de detalhes, como os centros das rodas e o emblema da grade mudado de vermelho para preto.

“A Jaguar é reconhecida ao longo de sua história pelo seu legado de criar carros esportivos extraordinários e pelo seu sucesso em grandes competições automobilísticas. O F-TYPE 75 chega para coroar toda essa história de sucesso com um veículo extremamente rápido, luxuoso e que entrega uma performance empolgante em todos os sentidos. Estamos ansiosos para celebrar essa história com esta última edição do F-TYPE antes que a Jaguar se torne uma marca totalmente elétrica, a partir de 2025”, diz Paulo Manzano, diretor de Marketing da Jaguar.

O Jaguar F-TYPE 75 chega em sua edição final com um design dramático e marcante, característico dos esportivos da marca, que remete a uma linhagem de 75 anos.

As  proporções esportivas do veículo, com uma estrutura de carroceria esculpida em alumínio leve e rígido, são instantaneamente reconhecíveis.

A presença focada e assertiva faz referência às formas fluidas da rica herança de carros esportivos da Jaguar.

Isso começou com o XK120, lançado em 1948 como o carro de produção mais rápido do mundo.

 

 

 

 

 

 

Conta com faróis LED superfinos, tecnologia Pixel de série e luzes diurnas com assinatura “Calligraphy” J.

Indicadores de direção abrangentes acentuam a largura visual do carro e sugerem seu potencial de desempenho.

Esses itens se misturam perfeitamente ao revestimento de “metal líquido” do capô estilo concha, que varre elegantemente para trás.

Que foi inspirado em modelos icônicos como o C-TYPE e o D-TYPE.

O veículo também recebeu exclusivos emblemas nos para-lamas dianteiros, que retratam a silhueta inconfundível do F-TYPE.

O design da traseira do automóvel realça a forma inerentemente dramática e proposital do F-TYPE.

Fluindo para baixo até as finas luzes traseiras de LED com assinatura “Chicane”.

Completando o pacote exterior, o modelo chega com uma belíssima roda de 20″ criada especificamente para essa versão, com design especial em preto brilhante e cinco raios.

O interior focado no condutor do F-TYPE é pura expressão da elegância e do desempenho do carro.

A combinação de artesanato da Jaguar, detalhes requintados e materiais e acabamentos de altíssima qualidade proporcionam uma sensação elevada de luxo e esportividade.

O cockpit “1+1” apresenta um display interativo de 12,3″, oferecendo uma ampla escolha de temas de exibição, como convém a um verdadeiro carro esportivo.

O modo padrão é caracterizado pelo grande conta-giros central.

Esse recurso e a luz do câmbio transmitem sutilmente o caráter e o potencial de desempenho do F-TYPE.

Aprimorando digitalmente o teatro mecânico do “batimento cardíaco” vermelho pulsante do botão de partida e das saídas de ar centrais.

 

 

 

 

 

 

Os bancos leves e finos combinam uma forma ergonomicamente otimizada com um conforto excepcional, aprimorado pelas opções de aquecimento e resfriamento.

Materiais ricos como o couro Windsor, de série nas edições especiais, dão um toque ainda mais luxuoso.

Ele é complementado por detalhes e acabamentos trabalhados das portas e dos encostos de cabeça.

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 estabelece a referência para carros esportivos verdadeiramente envolventes e focados no motorista.

A suspensão dianteira e traseira, a direção elétrica meticulosamente ajustada e a vetorização de torque por frenagem proporcionam agilidade excepcional e uma sensação verdadeiramente conectada ao veículo.

Esses atributos são fundamentais para as respostas imediatas e intuitivas do carro a cada comando do motorista.

O chassi do F-TYPE 75 é reforçado pelas juntas traseiras feitas em alumínio leve e rígido.

Este chassi juntamente com rolamentos de roda maiores, proporcionam  um controle de precisão absoluta de contato do pneu.

Isso se traduz numa sensação de direção ainda mais conectada.

O modelo oferece ainda diferencial ativo eletrônico traseiro (EAD) para otimizar a tração.

 

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 é equipado de série com o sistema Adaptive Dynamics da Jaguar, com dinâmica configurável.

Usando amortecedores controlados eletronicamente e continuamente variáveis, o Adaptive Dynamics otimiza o conforto de baixa velocidade e o controle de alta velocidade.

Enquanto o Configurable Dynamics permite que o motorista personalize as configurações de rigidez da suspensão, peso da direção, resposta do acelerador e troca de marchas.

O modelo também foi equipado com rodas de 20″ e pneus Pirelli P Zero mais largos e especialmente desenvolvidos para proporcionar níveis excepcionais de aderência.

O F-TYPE 75 chega ao Brasil em uma versão equipada com motor Ingenium 2.0 turbo de quatro cilindros.

Tem 300 cv de potência, gerando torque máximo a partir de apenas 1.500 rpm e oferecendo resposta excepcional em todas as faixas de rotações.

Ele também proporciona o desempenho esperado de um Jaguar, garantindo uma aceleração de 0-100km em apenas 5,9 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h.

O motor é fabricado no Centro de Fabricação de Motores da Jaguar Land Rover em Wolverhampton, no Reino Unido.

O veículo também está equipado com transmissão Quickshift de oito velocidades.

Ela pode ser acionada pelo controle manual no seletor de velocidades SportShift ou nos paddles no volante, oferecendo uma direção dinâmica e altamente esportiva.

 

 

 

 

 

 

O novo F-TYPE 75 chega ao Brasil neste mês de julho e estará disponível somente na opção cabriolet (conversível).

Serão destinadas apenas 12 unidades para o mercado nacional pelo preço de R$ 612.977,00.

 

Read More

Audi do Brasil lança série especial A5 carbon edition no país

A Audi do Brasil anuncia o lançamento do A5 2.0 Sportback carbon edition.

Trata-se de uma série especial desenvolvida para o mercado brasileiro e limitada a somente 50 unidades.

Os modelos estarão disponíveis a partir desde mês, por R$ 397.990, na rede de concessionárias autorizadas da marca em todo Brasil.

“A edição limitada A5 carbon edition reflete o posicionamento da marca no mercado brasileiro dentro da estratégia global da Audi AG. Estamos consolidados como uma das fabricantes premium mais desejadas do país e queremos oferecer produtos cada vez mais exclusivos. É o caso do carbon edition, desenvolvido especialmente para atender às demandas e preferências do consumidor local”, resume Diego Borghi, Diretor de Vendas da Audi do Brasil.

A edição especial é desenvolvida com um design exclusivo que confere ao modelo ainda mais esportividade.

O modelo vem com spoiler traseiro e as capas dos retrovisores externos compostos em fibra de carbono, material altamente resistente, leve e tecnológico.

O visual traz ainda um adesivo com o logotipo das quatro argolas na parte inferior da porta traseira e a tonalidade preto brilhante aplicada no logotipo da marca, em elementos da cabine e na moldura da grade hexagonal dianteira.

As novas rodas Audi Sport de 19 polegadas com pinças de freio vermelhas completam o visual arrebatador.

No interior, o veículo recebe ainda um badge exclusivo com o nome e o número da edição, aplicado no console.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O modelo é equipado com o propulsor 2.0 Turbo FSI, que desenvolve 204 cavalos de potência entre 4.475 rpm e 6.000 rpm e 320 Nm de torque entre 1.450 e 4.475.

O conjunto mecânico é auxiliado pela transmissão S tronic de sete velocidades que garante um desempenho esportivo.

A aceleração é de 0 a 100km/h em apenas 7,2 segundos e a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 210 km/h.

 

 

 

 

 

 

Entre os equipamentos de série do Audi A5 carbon edition estão ar-condicionado automático de três zonas, faróis LED Matrix, controle de Cruzeiro Adaptativo e sistema de aviso de saída de faixa (Lane Departure Warning).

Além disso, estão presentes como itens de série bancos em couro napa fina com logotipo S estampado, logotipo S no volante e pedaleiras esportivas em aço inoxidável.

Conta ainda com acabamento interno central da cabine em preto brilhante e teto moldado em tecido na cor preta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A edição especial oferece ainda espelhos retrovisores externos rebatíveis (exclusivos desta versão).

O único opcional é o sistema de Sistema de som premium Bang & Olufsen 3D.

As cores externas disponíveis, sem custo adicional, são: Azul Navarra, Branco Geleira, Branco Íbis, Cinza Daytona, Preto Mito, Verde District, Vermelho Tango e Azul Ascari.

Na cabine, as opções de tonalidade para revestimento dos bancos e portas são Cinza e Preto.

Read More

Audi TT celebra 25 anos como ícone de design atemporal

Vinte e cinco anos, três gerações: a marca das quatro argolas estabeleceu uma nova referência na história do design com o Audi TT.

Desde o seu lançamento e produção em série em 1998, o esportivo conquistou fãs em todo o mundo.

Tudo isso, graças à diversão proporcionada ao volante e ao seu estilo único inspirado na escola Bauhaus, que mistura linhas marcantes e  geométricas com foco na funcionalidade.

Não por acaso, o modelo ganhou inúmeros prêmios nos anos seguintes, entre eles o de melhor carro de 1999 pela “Auto Europe”.

Foi em meados da década de 1990 que o modelo de alto luxo Audi A8 elevou o patamar da Audi e gradualmente provocou a renomeação do portfólio de veículos: o Audi 80 tornou-se o Audi A4, e o Audi 100 foi chamado de Audi A6.

Introduzido em 1994, o Audi A4 foi o primeiro modelo a incorporar a nova linguagem de design da Audi.

Em seguida veio o compacto premium Audi A3, lançado em 1996, e a segunda geração do Audi A6, lançada em 1997.

Ao atribuir significado à marca por meio de um design novo e progressivo, o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou um carro esportivo purista nomeado como Audi TT Coupé.

A Audi apresentou o projeto para um público entusiasta no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995.

O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos.

O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.

 

 

 

 

 

Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. 

“Para nós, o maior elogio foi quando a imprensa especializada notou que havia muitas mudanças do projeto para o modelo de série, embora tenha sido necessário, é claro, adaptar muitos detalhes devido às especificações técnicas da versão de série, incluindo as proporções”, lembra Torsten Wenzel, o designer de exteriores da Audi.

O mais notável foi a integração de uma janela lateral traseira, que alongou o perfil do carro e aumentou a dinâmica do esportivo.

Para Wenzel, o Audi TT continua sendo “uma escultura em movimento, com superfícies e linhas da mais alta qualidade”.

A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpa,  sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante.

Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo, ou “a forma gráfica perfeita”, como Wenzel o descreve.

Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.

Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster.

Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV.

Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final.

Esse método de produção entre Ingolstadt e Győr foi único na indústria automotiva da época.

A Audi Hungria, uma subsidiária integral da AUDI AG, também comemora seu 30º aniversário em 2023.

Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998 em cooperação com a fábrica de Ingolstadt.

Em 2013, a empresa evoluiu para uma fábrica automotiva completa. Desde a sua fundação, a Audi Hugaria construiu mais de 43 milhões de motores e quase dois milhões de veículos.

A gama de motores da primeira geração do Audi TT era ampla e naturalmente esportiva.

O TT de primeira geração, por exemplo, veio com motores turbo de quatro cilindros com potência de 150 a 225 cv e uma unidade V6 com 250 cv.

Um destaque da gama de motores foi o quatro cilindros do Audi TT quattro Sport, que foi aumentado para 240 cv e teve 1.168 unidades entregues.

Os clientes de TT de primeira geração tinham muitas opções quando se tratava de selecionar equipamentos especiais.

Além de cores exclusivas como Laranja Papaya ou Azul Nogaro, os clientes poderiam equipar o TT com acessórios especiais instalados de fábrica.

Por exemplo, o design de “luva de beisebol” para os assentos de couro no Audi TT Roadster, originalmente um atrativo no show car, passou para a produção em série.

Ao longo de oito anos de produção, um total de 178.765 Audi TT Coupés de primeira geração tinham saído da linha de produção até meados de 2006.

Exatamente 90.733 Audi TT Roadsters foram construídos entre 1999 e 2006.

Nas duas gerações seguintes, os designers mantiveram a “redução ao essencial” como princípio de design dominante, o que se evidencia, por exemplo, no design minimalista do exterior e no interior elegante e orientado para o condutor.

A forma arredondada e o motivo circular permaneceram típicos do portfólio TT e foram elementos unificadores no design externo e interno.

Por exemplo, na tampa do tanque de combustível de alumínio, nas saídas de ar arredondadas, no arremate do câmbio e na manopla de câmbio diferenciada.

A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3.

Amortecedores adaptativos com condução magnética Audi foram usados pela primeira vez.

Disponível como opcional, esta tecnologia adapta continuamente os amortecedores ao perfil da estrada e ao estilo individual do condutor.

Em 2008, o modelo esportivo TTS foi lançado com um motor turbo de 2 litros e 272 cv, seguido um ano depois pelo TT RS com um motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros com 340 cv e 360 cv no Audi TT RS plus.

Em 2008, a marca das quatro argolas lançou o TT 2.0 TDI quattro, o primeiro carro esportivo de produção do mundo com motor a diesel.

A terceira geração do Audi TT foi lançada em 2014, e mais uma vez a Audi usou a nova geração para reduzir seu peso.

O TT Coupé: com motor 2.0 TFSI e transmissão manual, pesava apenas 1.230 quilos, até 50 quilos mais leve do que antes.

Para os novos TT e TT RS, os designers reinterpretaram as linhas inconfundíveis do TT original de 1998 para a era moderna.

Eles as enriqueceram com inúmeras facetas dinâmicas, enquanto a tampa redonda do tanque de combustível com as típicas letras TT permaneceu fiel ao longo das gerações.

Muitos detalhes também lembram deliberadamente o clássico design de primeira geração.

Em termos técnicos, o TT de terceira geração ofereceu várias inovações.

O modelo marcou a estreia do cockpit virtual Audi, um painel de instrumentos totalmente digital com telas altamente detalhadas e versáteis que substituiu os instrumentos analógicos e o monitor MMI.

Em 2016, uma nova era para a tecnologia de iluminação automotiva começou no Audi TT RS, quando a Audi usou LEDs orgânicos, conhecidos como tecnologia OLED, pela primeira vez.

O modelo de topo foi inicialmente o Audi TTS, com motor turbo de 2 litros e 310 cv; seguido em 2016 pelo TT RS, com motor turbo de cinco cilindros e 2,5 litros, uma das unidades mais emocionantes que a marca tem a oferecer.

Com seus 400 cavalos, o propulsor ostentava um ruído esportivo e, ainda por cima, foi eleito “Motor Internacional do Ano” nove vezes consecutivas.

 

 

 

 

Read More

Ferrari apresenta o Roma Spider 2024 com teto conversível e motor V8

A Ferrari revelou no Palácio El Badi, no Marrocos, uma atualização verdadeiramente notável, o Roma Spider 2024, que é a versão contemporânea da marca do “estilo de vida italiano chique e prazeroso dos anos 1950 e 60”.

O Roma Spider marcou o retorno das capotas de lona à linha GT com motor dianteiro da Ferrari. 

A marca italiana não fabrica uma capota com motor dianteiro desde a Ferrari 365 GTS4 de 1969.

O lançamento do Roma Spider também marcou a aposentadoria da Ferrari Portofino M conversível.

 

 

 

 

 

O novo modelo não se afasta muito de seu irmão cupê, pois ambos compartilham as mesmas linhas e recursos de design, além de manter o estilo, o manuseio e o desempenho adorados do cupê Roma. Todo o protagonismo é tomado pelo teto de lona. 

Segundo a própria marca, o novo conversível, que foi desenhado pelo Centro Stile da Ferrari sob a direção de Flavio Manzoni, pretende “levar o conceito do Novo Dolce Vita para além do contexto da cidade, para um ambiente de elegância e indiferença ao ar livre”.

A Ferrari anunciou um tempo de abertura e fechamento do teto de apenas 13,5 segundos em uma operação que pode ser realizada a uma velocidade máxima de 60 km/h.

Uma vez dobrada no compartimento traseiro, a capota ocupa 220 mm de espaço, deixando ainda uma capacidade útil de 225 litros. Com a tampa aberta a capacidade total do porta-malas do cupê é de 255 litros.

Além disso, a capota é totalmente personalizável com tonalidades vermelhas e é feita num total de cinco camadas que servem para reduzir o som vindo do exterior. 

Toda a geometria da traseira precisou ser modificada devido ao teto removível.

A traseira foi projetada para esconder a capota em viagens ao ar livre e existe um spoiler traseiro móvel, que pode ser inclinado em até três posições para otimizar o desempenho aerodinâmico.

O veículo também é 84kg mais pesado devido aos mecanismos extras envolvidos na abertura e fechamento do teto junto com o novo defletor de vento que está integrado no encosto do banco traseiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A cabine apresenta o mesmo visual sofisticado do Roma original, com o cockpit sendo separado em dois espaços para o motorista e o passageiro da frente.

Apresenta um painel de instrumentos digitais e uma central multimídia de 8,4″ que controla as funções de infoentretenimento, com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio e controle climático do veículo.

Há ainda um volante diferente graças a um novo design dos comandos secundários, ​​para facilitar o uso e o botão Iniciar agora brilha em vermelho. 

Conta ainda com uma placa seletora de marchas de metal cercada por couro exuberante e camurça sintética. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mecanicamente, o Ferrari Roma Spider tem o mesmo motor do Roma Cupê. Trata-se do motor V8 biturbo de 3,9 litros que fornece potência de 620 cv e 77,5 kgfm de torque, combinado com uma caixa de câmbio de dupla embreagem DCT de oito velocidades. 

O conversível é capaz de acelerar de 0 aos 100 km/h em apenas 3,2 segundos e registar uma velocidade máxima de 320 km/h. 

Entre as inovações está uma nova bomba de óleo que diminui em 70% o tempo necessário para atingir os valores ideais a frio e oferece maior vazão na faixa intermediária. 

Nenhum preço para a Ferrari Roma Spider foi fornecido, mas em comparação com o preço base do cupê de US$ 247.310 (algo em torno de R$ 1.295.162,470), estima-se que começará em torno de US$ 280.000, aproximadamente R$ 1.466.332,00.

A Ferrari também não especificou quando o Roma Spider estará à venda nos principais mercados automotivos, a previsão é de que seja perto do final do ano.

Read More

Bugatti Chiron Profilée se torna o carro novo mais valioso já vendido em leilão

O Bugatti Chiron Profilée 2022, modelo exclusivo e único se tornou o carro novo mais caro a ser vendido em leilão.

O supercarro foi arrematado por 9.792.500 de euros, cerca de R$ 54 milhões, em um leilão da RM Sotheby’s em Paris em 1º de fevereiro, o preço final foi significativamente maior do que a estimativa de pré-venda que era de 5.500.000 de euros.

O Profilée superou o modelo La Ferrari Aperta, leiloada em 2017 por 8,3 milhões de euros, aproximadamente R$ 46 milhões, na conversão direta, que até então era o carro leiloado mais caro.

 

 

 

 

 

“Com apenas um Chiron Profilée definido para existir, era importante para nós da Bugatti oferecer a oportunidade de adquirir este pedaço da história para o maior número possível de pessoas e estamos entusiasmados com o entusiasmo da comunidade automotiva global por este carro muito especial”, disse Hendrik Malinowski, diretor administrativo da Bugatti Automobiles.

O Profilée também é o último Bugatti a ser vendido com o icônico motor W16 turbo de 8 litros com 16 cilindros da marca.

Esse motor monstruoso produz 1.500 cv de potência e é capaz de levar o carro de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos e de 0 a 300 km/h em 12,4 segundos e até uma velocidade máxima limitada eletronicamente de 380 km/h.

Ele combina com uma caixa de câmbio automática de dupla embreagem de sete marchas revisada e todas as novas configurações de direção e suspensão para melhorar o manuseio e o desempenho.

O hipercarro também possui sua própria suspensão e ajuste de direção exclusivos, enquanto itens escolhidos a dedo do Pur Sport (paddle shifts, botões seletores de modo e assim por diante) ficam entre o console central de couro tecido personalizado.

 

 

 

 

 

O raro Chiron também possui uma série de detalhes de design exclusivos e ainda traz uma lista de itens únicos impressionante.

Na frente, o Profilée recebe entradas de ar mais largas e uma grade em forma de ferradura Bugatti ampliada que combina com um divisor dianteiro revisado para aumentar a força descendente e o fluxo de ar.

Na traseira o que mais chama atenção fica por conta da cauda exclusiva, do splitter dianteiro revisado e dos dutos de ar maiores, feitos para conciliar sua natureza GT e esportiva.

A cor exterior, chamada ‘Argent Atlantique’, foi desenvolvida exclusivamente para o hipercarro, assim como a proeminente forma de ferradura das rodas de liga leve.

A combinação da cor da carroceria com aquele carbono azul profundo, faz um trabalho bastante impressionante ao destacar a forma única do Profilée.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No interior, as raridades continuam com acabamento em couro trançado ao redor do console central, painel, painéis das portas e incrustações na parede traseira. 

Foram utilizados 2.665 metros de tiras de couro, que foram aplicados à mão e esse detalhamento de couro também é inédito em um modelo Chiron.

A parte interna conta também com assentos de couro com o padrão acolchoado ‘air parade’ da Bugatti nas cores Gris Rafale e Deep Blue como padrão.

Apresenta ainda o familiar painel de instrumentos Chiron, composto por um trio de monitores compactos ao lado de um velocímetro analógico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Embora este seja o último carro vendido com o motor a gasolina W16, não será o último entregue a um cliente. 

De acordo com um representante da empresa, A Bugatti, que fabrica cerca de 80 carros por ano, ainda tem uma carteira de pedidos pagos até 2025.

A ainda informou que uma porcentagem do lucro da venda será destinada a causas beneficentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More

BMW estreia o super sedã M3 CS BMW M3 CS 2024

O M3 CS 2024 é a versão mais potente, mais extrema e mais radical da gama BMW Série 3.

O supercarro ostenta um visual musculoso com apêndices aerodinâmicos de fibra de carbono que dão uma aparência ainda mais brutal e agressiva, além de estar mais leve e potente.

A fabricação desse carro será limitada, mas não há informação de quantas unidades serão feitas.

A produção iniciará a partir de março em Munique (Alemanha) e o seu preço deverá ser algo em torno de 177.650 euros, aproximadamente R$ 982.000.

 

 

 

 

 

Sob o capô encontra-se essencialmente o mesmo motor do M4 CSL, o S58 3.0 biturbo de seis cilindros em linha, que passou por inúmeras intervenções.

Todas essas mudanças resultaram em uma potência de 550 cv a 6.250 rpm, superando os 510 cv de potência do M3 Competition, o torque é o mesmo de  66,3 kgfm de torque entre 2.750 e 5.950 rpm, mas em uma faixa de rotações mais alta.

Pode acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, uma vantagem de dois décimos de segundo em comparação com o M3 Competition xDrive do qual deriva.

A velocidade máxima é de 303 km/h, 52 km/h a mais que o outro  modelo e em ambos os casos, as velocidades são limitadas eletronicamente.

 

 

 

 

 

A caixa de câmbio é automática com conversos de torque de oito marchas, igual às outras versões da linha M3 e M4, e o sistema de acionamento é o que a BMW chama de M xDrive. 

Este último possui três modos de operação: 4WD, 4WD Sport e 2WD (desconecta o eixo dianteiro e passa a ter tração traseira, para selecioná-lo, é necessário primeiro desativar o controle de estabilidade).

Como no restante da linha M3 e M4, a BMW instalou o diferencial de deslizamento limitado “Active M” no eixo traseiro.

O chassi e muitos dos componentes que afetam diretamente a direção foram modificados para tornar a sensação mais direta e precisa, especialmente ao dirigir no circuito. 

O ângulo de cambagem das rodas é diferente, a suspensão tem um ajuste mais firme (ainda possui amortecedores controlados eletronicamente), as barras estabilizadoras têm uma taxa de mola menor, os coxins do motor são mais rígidos e tanto a direção quanto o controle de estabilidade têm uma configuração diferente.

Para reduzir o peso do veículo, a BMW utilizou plástico reforçado com fibra de carbono em muitas partes da carroceria e da cabine, como teto, capô, avental inferior dianteiro, entradas de ar dos para-lamas, tampas dos para-lamas, espelhos exteriores, spoiler traseiro, difusos aerodinâmico traseiro, molduras decorativas do tablier e da consola e as patilhas para a mudança.

Os bancos são o que a BMW chama de “baquet M” e também incluem esse material em muitos pontos de sua estrutura, além de estofamento em couro, ajustes elétricos e sistema de aquecimento.

Ainda com o objetivo de redução de peso, a BMW também instalou um sistema de escapamento com silenciador traseiro feito de titânio que pesa 4 quilos a menos que o das versões “convencionais” do M3 e M4. 

Complementam a diminuição do peso os outros ajustes de chassi da BMW, que incluem uma base de suporte de alumínio fundido, amortecedores adaptativos, novas barras estabilizadoras e ângulos de curvatura, e as rodas escalonada de 19″ na dianteira e de 20″ na traseira.

No total, o peso que a marca afirma ter economizado com esse tipo de material leve é ​​de 34 kg.

 

 

 

 

 

Os pneus são Michelin Pilot Sport Cup 2, os dianteiros são 275/35 e os traseiros são 285/30. São especialmente desenhados para ter um bom desempenho em circuito, mas se o cliente desejar, podem ser escolhidos outros menos esportivos e mais adequados para rodar em estradas abertas ao trânsito. 

O sistema de freio padrão é o que a BMW chama de “M Compound”, com discos dianteiros de duas peças (o próprio disco é feito de ferro fundido e a peça central é feita de alumínio) e pinças fixas de seis pistões.

Opcionalmente, pode ser encomendado outro sistema com discos de carbono-cerâmica, que têm melhor desempenho.

 

 

 

 

 

Quanto ao design o modelo também recebe a grade aberta inspirada no CSL GT3, que sem dúvida ainda é tema de muito debate entre os fiéis da BMW.

Além das rodas e da grade, ele também ganha um divisor frontal mais agressivo, marcado por aletas que foram adicionadas aos seus flancos.

O M3 CS também distingue-se das restantes versões da gama pelas jantes, que apresentam um design diferenciado, são de série na cor “Gold bronze” e opcionalmente preto mate. 

Os faróis trazem luzes diurnas amarelas quando o carro é destrancado ou quando a iluminação principal está ativa (em outras versões é branca).

Já a carroceria estará disponível nas cores Signal Green (das imagens), as metalizadas Black Sapphire e Brooklyn Grey e a cor exclusiva chamada “Frozen Solid White”. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por dentro o veículo apresenta um visual muito mais esportivo do que em um M3 clássico. O volante coberto com Alcântara e adornado com um marcador vermelho contribui para isso.

As soleiras das portas trazem o emblema “M3 CS” e os bancos dianteiros que são elétricos e aquecidos tem revestimento em couro Merino e detalhes em vermelho Mugello e complementam a esportividade do carro.

O painel do M3 CS possui duas telas unidas sob o mesmo vidro curvo que servem para exibir o painel de instrumentos com tela de 12,3″ e o sistema de infoentretenimento tem tela de 14,9″.

Ambos tem menus específicos que são úteis na prática da condução desportiva como dados do motor e do próprio veículo, do funcionamento das ajudas eletrônicas, pressão e temperatura dos pneus, entre outros.

Outros itens que também fazem parte da lista de equipamentos padrão incluem faróis a laser, sistema de som Harman/Kardon, alarme ou acesso e partida sem chave. 

Opcionalmente pode encomendar um sistema de informação projetado no para-brisas, sistema de abertura e fechamento automático da tampa do porta-malas e sistema de estacionamento semi-automático.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More

Primeiras unidades do Novo Haval H6 GT 2024 desembarcam no Brasil

A marca chinesa Great Wall Motors, uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, está pronta para iniciar a comercialização dos seus veículos no Brasil e também pretende abrir 50 concessionárias no país até o fim do primeiro semestre.

A GWM iniciará as suas vendas com o SUV Haval H6 GT ou H6S como é chamado na China. O carro foi apresentado em novembro, no Rio de Janeiro (RJ), além de ter sido feito um teaser mais recente com o DJ Alok apresentando o modelo.

desembarcaram no Porto de Vitória, no Espírito Santo, as primeiras 41 unidades do H6 GT que apresenta design cupê e um powertrain desenvolvido especialmente para o país, com propulsão HPEV.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O H6 GT tenta refletir a evolução da marca, com um estilo próprio e um design que transmite esportividade.

A frente do carro destaca-se por seus faróis trapezoidais, junto com uma enorme entrada de ar dianteira mais duas adicionais localizadas nas extremidades como moldura para os faróis de neblina. 

O para-choque e a grade são específicos para esta versão GT, então eles parecem diferentes do H6 convencional. A lateral apresenta a maior diferença, com a traseira mais inclinada e mais alta, tipo fastback, com a adoção de uma terceira janela triangular no pilar C/D. 

Como todos os SUVs, também possui barras de teto e proteções de plástico preto nas cavas das rodas. Na traseira, o destaque fica por conta do duplo spoiler, um no vidro traseiro e outro na porta traseira, dos faróis em forma de C e da dupla saída de escape simulada.

As rodas de liga leve de 19″ que complementam o visual esportivo do SUV-cupê, serão exclusivas para o mercado nacional e não estarão disponíveis para vendas no exterior. Conta ainda com pinças de freio e emblema “GT” na cor vermelha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior é confortável e tecnológico, com acabamento que imita fibra de carbono e tecido suede revestindo os bancos, portas, o console e o painel. 

Alguns recursos de condução ativa e o sistema de conectividade também sofreram modificações para atender as demandas do mercado brasileiro.

Um dos destaques fica por conta da central multimídia com tela TFT full-HD de 12,3″ com tratamento antirreflexo e conexão sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, o H6 terá tecnologia híbrida, com um conjunto de motor a combustão 1.5 turbo combinado com dois elétricos (um em cada eixo).

A marca ainda não há divulgou todos os números oficiais de desempenho, mas se mantiver as características do modelo apresentado na China, poderá oferecer até 480 cv de potência.

O que já foi confirmado pela GWM é que o veículos é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. O modelo é equipado com uma bateria de 34 kWh, atingindo uma autonomia de 170 km em modo 100% elétrico (ciclo NBR).

Essa autonomia tornará o H6 GT, o veículo híbrido plug-in de maior desempenho no mercado brasileiro atualmente.

 

 

 

 

 

A GWM vai disponibilizar no Brasil uma linha que contará com três variantes, ou seja, além do Haval H6 GT também será possível adquirir o Haval H6 Premium nas versões HEV (tradicional) e PHEV (híbrido plug-in).

Os preços ainda não foram divulgados, mas acredita-se que o Haval H6 HEV deverá ser o mais a barato e deverá ser vendido a partir de R$ 230 mil, já a configuração H6 PHEV deverá ter valor em torno de R$ 280 mil e a versão esportiva, topo de linha, Haval H6 GT, deve ficar na faixa dos R$ 310 mil. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More

Lotus Evija Fittipaldi: edição especial é o carro de produção mais potente do mundo

A Lotus está iniciando a fabricação do Evija Fittipaldi, o carro de produção mais potente do mundo. Trata-se de uma edição especial para comemorar o 50º aniversário do título do piloto brasileiro Emerson Fittipaldi e do Team Lotus na F1 em 1972.

O piloto ajudou a estabelecer a Team Lotus como uma lenda do automobilismo, garantindo o quinto dos seis campeonatos de F1 da equipe durante seu período mais dominante nas décadas de 1960 e 1970.

 

 

 

 

 

O icônico carro de corrida Lotus Type 72 utilizado por Fittipaldi influenciou fortemente a estética do Evija Fittipaldi.

Apresentando o mesmo esquema de cores preto e dourado, que também completa 50 anos em 2022, traz o exterior pintado à mão e vários outros recursos de design exclusivos que foram criados para comemorar essa colaboração.

Inclui ainda uma vista plana pintada à mão do Type 72 gravada no teto de fibra de carbono, decalques comemorando as vitórias de corrida do Type 72 na asa traseira ativa e o emblema nº 8 de Fittipaldi no Pilar B, a mesma designação que ele usava quando levou a Lotus para uma vitória em casa no Grande Prêmio em 1972.

As rodas Type 72 pretas e douradas apresentam contornos de trava central anodizados em vermelho no lado direito do carro e verde no lado esquerdo, com mais preto e dourado aplicados nas pinças de freio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior também mantém o esquema de cores em dois tons. O couro preto é acentuado com costuras douradas, os pedais, os contornos das saídas de ar e o botão start-stop são todos dourados.

Além disso, destaques são encontrados no volante e nos encostos dos bancos, onde a costura dourada contrasta com o couro preto e a fibra de carbono visível. 

Um destaques fica por conta de um mostrador giratório central com acabamento dourado, feito de alumínio reciclado do Type 72 original, garantindo que uma peça genuína do icônico piloto de F1 faça parte de cada Evija Fittipaldi.

Outros detalhes incluem a assinatura de Fittipaldi bordada à mão no painel, uma representação esquemática do Type 72 no forro do teto interno e o elevador do seletor de marchas, feito de alumínio reciclado do monoposto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro elétrico possui potente conjunto mecânico formado por quatro motores elétricos, que juntos rendem impressionantes 2040 cv de potência e 173,8 kgfm de torque.

Isso permite que o Evija Fittipaldi atinja 100 km/h em menos de três segundos e 300 km/h em apenas nove segundos, além de alcançar velocidade máxima limitada eletronicamente de 350 km/h.

A bateria de 93 kWh oferece até 400 km de autonomia em condução normal, e uma carga de 80% leva apenas 18 minutos usando um carregador rápido de 350 kW DC.

 

 

 

 

 

A apresentação do carro super exclusivo, aconteceu na semana passada na sede da empresa em Hethel, Reino Unido, com Fittipaldi como convidado de honra. 

“Gostei muito de fazer parte deste projeto e foi uma experiência maravilhosa revelar o carro a alguns dos novos proprietários. Ter a oportunidade de pilotar o Evija Fittipaldi e meu carro vencedor do campeonato Type 72 de Fórmula 1 na pista de testes de Hethel foi uma experiência incrível”, disse Emerson Fittipaldi.

O Lotus Evija Fittipaldi terá apenas 8 unidades produzidas e todas já foram vendidas. As primeiras entregas estão programadas para o início de 2023. 

A Lotus não anunciou publicamente um preço, mas provavelmente foi maior do que o preço já impressionante do Evija de mais de US $ 2 milhões, aproximadamente R$ 10.482.400,00.

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More