Audi inaugura na Áustria o seu quarto complexo de carregamento ultrarrápido na Europa

A Audi inaugurou recentemente a sua estação de recarga ultrarrápida para veículos elétricos na cidade de Salzburgo, na Áustria.

O local possui quatro pontos de carregamento de alta potência (HPC) de até 320 kW.

Está situado próximo ao Mooncity, complexo de mobilidade elétrica que fornece infraestrutura e comodidades aos clientes que aguardam o carregamento de seus veículos.

O novo local representa o quarto hub global da marca das quatro argolas para carregamento de veículos elétricos.

Já existem estações análogas nas cidades de Zurique (Suíça), Berlim e Nuremberg (Alemanha).

Com funcionamento integral sete dias por semana, 24 horas por dia, o local oferece uma série de serviços e permite pagamentos via cartão de crédito, Apple Pay e Google Pay.

“A rápida expansão da infraestrutura de carregamento para veículos elétricos na Europa e em todo o mundo é essencial para o sucesso da mobilidade elétrica. Nós enxergamos esse movimento como uma tarefa conjunta da política e da indústria. Nesse contexto, os hubs de carregamento da Audi são a nossa forma de complementar a infraestrutura de carregamento público”, afirma Markus Duesmann, CEO da Audi.

O hub de carregamento Audi se diferencia das demais estações de carregamento rápido porque não requer uma conexão de média tensão, o que normalmente é necessário.

O conceito é baseado em “cubos de carregamento” contêineres modulares equipados com baterias de íon-lítio recondicionadas (baterias de segunda vida).

Elas são usadas em veículos de testes da Audi que foram desmontados.

Com esse conceito, o hub de carregamento não requer uma infraestrutura cara e elaborada.

O hub de carregamento da Audi em Salzburgo possui quatro pontos de carregamento com uma unidade de armazenamento intermediário.

Ele permite o carregamento constante com até 320 kW de saída em cada um deles, mesmo que estejam todos em uso ao mesmo tempo.

Em plena capacidade, ou seja, quando todos os quatro pontos de carregamento estão sendo utilizados ​​simultaneamente.

Cada ponto de carregamento sempre pode fornecer 320 kW.

O hub de Salzburgo foi projetado para proporcionar uma acessibilidade sem barreiras.

Os usuários de cadeiras de rodas, principalmente, encontram espaço suficiente para abrir as portas e se movimentar no veículo graças às dimensões espaçosas.

Os terminais de pagamento podem ser movidos para uma altura adequada para cadeiras de rodas ao apertar de um botão.

O carregamento torna-se ainda mais fácil se o veículo utilizar Plug & Charge.

Esse recurso permite que o veículo troque informações de pagamento diretamente com o ponto de carregamento, eliminando assim a necessidade de pagamento físico ou verificação.

Além disso, os cabos de carregamento são montados em um braço giratório inovador para que o plugue de carregamento possa ser movido sem esforço para qualquer posição no veículo.

Isso permite que o usuário alcance convenientemente a porta de carregamento, não importa onde esteja, independentemente do modelo do veículo.

Os resultados já alcançados em Nuremberg e Zurique atestam a adesão dos motoristas ao novo conceito de carregamento rápido urbano.

Em Nuremberg, onde a Audi opera o grande hub de carregamento Audi com seis pontos de carregamento e um lounge de 200 metros quadrados desde dezembro de 2021, a taxa de retorno do cliente é de 70%.

“Os clientes agora integraram o carregamento em nosso hub em sua rotina diária”, afirma Ralph Hollmig, gerente de projeto do hub de carregamento da Audi.

A Audi contabilizou 62 cargas por dia em Nuremberg, em média. Já o primeiro hub de carregamento Audi registra 36 cargas diárias.

Cerca de metade dos usuários chega ao hub em um modelo elétrico da Audi.

“Quando lançamos o hub de carregamento da Audi em dezembro de 2021, quase ninguém previu esse nível de sucesso. No início de 2023, já tínhamos nosso 10.000º visitante do hub. Também em Zurique estamos observando uma demanda igualmente crescente. Esses números validam completamente o nosso conceito de carregamento urbano em vez de carregamento domiciliar”, relata Hollmig.

O controle de carga dinâmico e inteligente que a Audi desenvolveu  garante o uso eficiente da infraestrutura de energia existente.

Ao selecionar o local, a Audi contou com uma análise de dados interna para verificar a demanda no local com antecedência.

O parceiro da Audi na operação do hub de carregamento Audi MOON POWER lida com toda a parte técnica do gerenciamento do projeto.

Como operadora de pontos de recarga (CPO), a MOON POWER compra a eletricidade e administra o sistema de cobrança.

A localização ao lado do MOONCITY Salzburg com sua infraestrutura preexistente e perfeita (incluindo comodidades locais e restaurantes adjacentes ao local) é ideal para esse projeto.

“Estamos entusiasmados em inaugurar em Salzburgo o nosso quarto centro de carregamento da Audi. Infraestrutura flexível e premium de carregamento rápido em áreas urbanas está se tornando cada vez mais importante devido ao crescente número de veículos elétricos em nossas ruas. A alta conveniência de nossos modelos Audi e-tron está fazendo sua parte para aumentar as necessidades de carregamento em cidades como Salzburgo, criando demanda por estações de carregamento premium, além das estações de carregamento convencionais com as quais estamos familiarizados”, disse Thomas Beran, diretor de marca da Audi Áustria.

 

 

 

 

 

 

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Audi do Brasil anuncia pré-venda do novo esportivo 100% elétrico e-tron GT no país por R$ 699.990,00

A Audi do Brasil anuncia o início da pré-venda do e-tron GT no país neste mês de junho.

O esportivo elétrico chega para ampliar o portfólio de versões da família 100% elétrica da Audi.

Está disponível para encomendas na rede autorizada de concessionárias da marca no Brasil, com condição válida somente até o dia 17 de junho, pelo valor de R$ 699.990,00.

O novo veículo elétrico da marca também estará disponível no programa por assinatura Audi Luxury Signature com mensalidades a partir de R$ 15.999,00 no plano de 36 meses.

“O RS e-tron GT revolucionou o mercado de veículos elétricos ao reunir performance superesportiva, dinâmica de condução impecável e elevada eficiência elétrica com muito mais conforto que a concorrência. Após a excelente receptividade no mercado brasileiro, estamos ampliando o portfólio de versões com o novo e-tron GT, que agrega à da atual versão com um viés mais urbano, sem abrir mão da esportividade”, afirma Diego Borghi, Diretor de Vendas da Audi do Brasil.

 

 

 

 

 

 

Externamente, o modelo exibe o design consagrado que destaca a esportividade com proporções largas, silhueta plana, ampla distância entre eixos e centro de gravidade baixo.

Na dianteira, os faróis full LED Matrix separados pela grade frontal Singleframe exibem um visual harmônico e envolvente.

O novo e-tron GT tem como destaques no visual as rodas exclusivas de 20″ com detalhes em preto brilhante, frisos decorativos na cor preta e grade singleframe na cor Cinza Heckla.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por dentro, a cabine do Audi e-tron GT proporciona uma atmosfera de monoposto.

Tem posição baixa de assento, painel de instrumentos levemente apontado para o motorista e amplo console central.

Os materiais utilizados seguem conceitos sustentáveis: não utilizam couro e possuem alto porcentual de material reciclado feito de garrafas plásticas usadas ou fibras residuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os designers e engenheiros aerodinâmicos trabalharam em colaboração no projeto.

Assim, trouxeram ao modelo um coeficiente de arrasto de apenas 0,24, o qual permite alta eficiência e longo alcance.

A aerodinâmica é reforçada pelas entradas que direcionam o ar para freios e radiadores, suspensão adaptativa a ar e spoiler traseiro que se estende em vários estágios.

Por fim, as aberturas laterais no para-choque dianteiro criam uma cortina de ar em toda a lateral do veículo.

O esportivo elétrico possui um propulsor elétrico com potência de 476 cv (até 530 cv no modo overboost) e torque de 640 Nm.

Juntos, atuam em sintonia com a tração integral quattro, proporcionando uma dinâmica de condução incomparável.

O desempenho é altamente esportivo com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em apenas 4,1 segundos.

Já a velocidade máxima é de 245 km/h.

 

 

 

 

 

 

As baterias de alta tensão situadas sob o assoalho da cabine têm capacidade de carga de 93 kWh (capacidade de carga AC de 22 kW).

Proporcionam uma autonomia de 458 a 501 quilômetros, pelo ciclo WLTP ou 308 quilômetros, pela medição do Inmetro.

A bateria de alta tensão integra 33 módulos, cada um deles compreendendo 12 células com revestimento externo flexível.

As conexões, fusíveis e a principal unidade de controle estão localizados embaixo do console central.

A tensão de 800 Volts do sistema permite alta potência contínua e abrevia o tempo de recarga.

Além disso, reduz o peso e espaço necessário para a fiação.

As entradas de recarga do gran turismo estão localizadas acima das rodas dianteiras.

Os dois lados apresentam conexões para corrente alternada (AC) e também existe uma conexão para corrente direta (DC) do lado direito.

O e-tron GT pode carregar com 22 kW AC como padrão, o que permite que ele recarregue uma bateria por completo durante a noite.

Em um terminal DC com potência adequada, o gran turismo elétrico atinge um pico de capacidade de carga de até 270 kW.

Isto permite que ele recarregue até 100 km em pouco mais de cinco minutos.

A carga até 80% demora menos de 22,5 minutos em condições ideais.

 

 

 

 

 

 

O modelo possui uma gama extensa de equipamentos de série.

Entre os itens de segurança estão faróis Matrix LED com setas dinâmicas, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e monitor de ponto cego (Lane Change assistant).

Conta ainda com aviso de mudança de faixa (Lane Keeping Assist – LKAS, com emergency assist) e câmera 360° com Sistema Parking Assist.

Já entre os equipamentos de tecnologia e conectividade, destaque para o Audi Phone box, sistema de som Bang & Olufsen 3D 710W.

O volante de três raios multifuncional com base reta e regulagem elétrica.

O conforto e comodidade são garantidos pelo teto panorâmico em vidro, que confere iluminação natural ao interior do veículos.

Além de bancos esportivos plus com revestimento em couro Dinâmica.

 

 

 

 

 

 

O modelo oferece como opcional as rodas de 20″ com design “Aero” (R$ 5.000,00), Head-up display (R$ 16.000,00) e o Pacote Black Plus (R$ 15.000,00).

O Pacote Black Plus acrescenta frisos externos em preto brilhante, Audi rings na cor preta, logotipos na cor preta, capa dos retrovisores na cor preta e grade Singleframe na cor do veículo.

O modelo é fabricado na linha de Böllinger Höfe, localizada na planta de Neckarsulm, Alemanha, produção 100% neutra em carbono.

Ao lado do RS e-tron GT quattro, é o primeiro modelo totalmente elétrico fabricado em solo alemão, os Audi e-tron, e-tron Sportack e e-tron S Sportback são fabricados em Bruxelas, na Bélgica.

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Audi TT celebra 25 anos como ícone de design atemporal

Vinte e cinco anos, três gerações: a marca das quatro argolas estabeleceu uma nova referência na história do design com o Audi TT.

Desde o seu lançamento e produção em série em 1998, o esportivo conquistou fãs em todo o mundo.

Tudo isso, graças à diversão proporcionada ao volante e ao seu estilo único inspirado na escola Bauhaus, que mistura linhas marcantes e  geométricas com foco na funcionalidade.

Não por acaso, o modelo ganhou inúmeros prêmios nos anos seguintes, entre eles o de melhor carro de 1999 pela “Auto Europe”.

Foi em meados da década de 1990 que o modelo de alto luxo Audi A8 elevou o patamar da Audi e gradualmente provocou a renomeação do portfólio de veículos: o Audi 80 tornou-se o Audi A4, e o Audi 100 foi chamado de Audi A6.

Introduzido em 1994, o Audi A4 foi o primeiro modelo a incorporar a nova linguagem de design da Audi.

Em seguida veio o compacto premium Audi A3, lançado em 1996, e a segunda geração do Audi A6, lançada em 1997.

Ao atribuir significado à marca por meio de um design novo e progressivo, o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou um carro esportivo purista nomeado como Audi TT Coupé.

A Audi apresentou o projeto para um público entusiasta no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995.

O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos.

O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.

 

 

 

 

 

Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. 

“Para nós, o maior elogio foi quando a imprensa especializada notou que havia muitas mudanças do projeto para o modelo de série, embora tenha sido necessário, é claro, adaptar muitos detalhes devido às especificações técnicas da versão de série, incluindo as proporções”, lembra Torsten Wenzel, o designer de exteriores da Audi.

O mais notável foi a integração de uma janela lateral traseira, que alongou o perfil do carro e aumentou a dinâmica do esportivo.

Para Wenzel, o Audi TT continua sendo “uma escultura em movimento, com superfícies e linhas da mais alta qualidade”.

A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpa,  sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante.

Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo, ou “a forma gráfica perfeita”, como Wenzel o descreve.

Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.

Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster.

Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV.

Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final.

Esse método de produção entre Ingolstadt e Győr foi único na indústria automotiva da época.

A Audi Hungria, uma subsidiária integral da AUDI AG, também comemora seu 30º aniversário em 2023.

Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998 em cooperação com a fábrica de Ingolstadt.

Em 2013, a empresa evoluiu para uma fábrica automotiva completa. Desde a sua fundação, a Audi Hugaria construiu mais de 43 milhões de motores e quase dois milhões de veículos.

A gama de motores da primeira geração do Audi TT era ampla e naturalmente esportiva.

O TT de primeira geração, por exemplo, veio com motores turbo de quatro cilindros com potência de 150 a 225 cv e uma unidade V6 com 250 cv.

Um destaque da gama de motores foi o quatro cilindros do Audi TT quattro Sport, que foi aumentado para 240 cv e teve 1.168 unidades entregues.

Os clientes de TT de primeira geração tinham muitas opções quando se tratava de selecionar equipamentos especiais.

Além de cores exclusivas como Laranja Papaya ou Azul Nogaro, os clientes poderiam equipar o TT com acessórios especiais instalados de fábrica.

Por exemplo, o design de “luva de beisebol” para os assentos de couro no Audi TT Roadster, originalmente um atrativo no show car, passou para a produção em série.

Ao longo de oito anos de produção, um total de 178.765 Audi TT Coupés de primeira geração tinham saído da linha de produção até meados de 2006.

Exatamente 90.733 Audi TT Roadsters foram construídos entre 1999 e 2006.

Nas duas gerações seguintes, os designers mantiveram a “redução ao essencial” como princípio de design dominante, o que se evidencia, por exemplo, no design minimalista do exterior e no interior elegante e orientado para o condutor.

A forma arredondada e o motivo circular permaneceram típicos do portfólio TT e foram elementos unificadores no design externo e interno.

Por exemplo, na tampa do tanque de combustível de alumínio, nas saídas de ar arredondadas, no arremate do câmbio e na manopla de câmbio diferenciada.

A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3.

Amortecedores adaptativos com condução magnética Audi foram usados pela primeira vez.

Disponível como opcional, esta tecnologia adapta continuamente os amortecedores ao perfil da estrada e ao estilo individual do condutor.

Em 2008, o modelo esportivo TTS foi lançado com um motor turbo de 2 litros e 272 cv, seguido um ano depois pelo TT RS com um motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros com 340 cv e 360 cv no Audi TT RS plus.

Em 2008, a marca das quatro argolas lançou o TT 2.0 TDI quattro, o primeiro carro esportivo de produção do mundo com motor a diesel.

A terceira geração do Audi TT foi lançada em 2014, e mais uma vez a Audi usou a nova geração para reduzir seu peso.

O TT Coupé: com motor 2.0 TFSI e transmissão manual, pesava apenas 1.230 quilos, até 50 quilos mais leve do que antes.

Para os novos TT e TT RS, os designers reinterpretaram as linhas inconfundíveis do TT original de 1998 para a era moderna.

Eles as enriqueceram com inúmeras facetas dinâmicas, enquanto a tampa redonda do tanque de combustível com as típicas letras TT permaneceu fiel ao longo das gerações.

Muitos detalhes também lembram deliberadamente o clássico design de primeira geração.

Em termos técnicos, o TT de terceira geração ofereceu várias inovações.

O modelo marcou a estreia do cockpit virtual Audi, um painel de instrumentos totalmente digital com telas altamente detalhadas e versáteis que substituiu os instrumentos analógicos e o monitor MMI.

Em 2016, uma nova era para a tecnologia de iluminação automotiva começou no Audi TT RS, quando a Audi usou LEDs orgânicos, conhecidos como tecnologia OLED, pela primeira vez.

O modelo de topo foi inicialmente o Audi TTS, com motor turbo de 2 litros e 310 cv; seguido em 2016 pelo TT RS, com motor turbo de cinco cilindros e 2,5 litros, uma das unidades mais emocionantes que a marca tem a oferecer.

Com seus 400 cavalos, o propulsor ostentava um ruído esportivo e, ainda por cima, foi eleito “Motor Internacional do Ano” nove vezes consecutivas.

 

 

 

 

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GT3 RS Timeline: uma celebração à esportividade na Stuttgart Porsche

A Stuttgart Porsche promoveu no último dia 3 de maio a GT3 RS Timeline, uma verdadeira celebração à esportividade pura no Porsche Center São Paulo.

Os clientes que compareceram tiveram o privilégio de conferir a evolução da linha RS ao longo de cinco décadas por meio da exposição de sete carros.

Estavam presentes o mitológico 911 Carrera RS 2.7 de 1973 e as várias gerações do 911 GT3 RS até chegar à atual, com a apresentação do primeiro 911 GT3 RS 2023 a chegar ao Brasil.

 

 

 

 

 

 

A sigla RS (“rennsport”, esportivo de corrida em alemão) tornou-se uma autêntica “medalha” concedida pela Porsche às versões de carros de rua que mais se aproximam da essência de um bólido de competição.

“Os 911 RS tiveram produção limitada e por isso é muito raro ter a oportunidade de ver reunidos sete deles, cada um de uma época. Fico contente por ter proporcionado aos clientes uma oportunidade única de acompanhar a evolução desses carros, coincidindo com a chegada da primeira unidade do novo 911 GT3 RS”, explica Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche

 

 

 

 

 

 

 

O novo 911 GT3 RS é da atual geração “992” (código interno da Porsche para definir o número de projeto).

Possui motor de 6 cilindros contrapostos com 4 litros e entrega 525 cv de potência, podendo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e chegar à velocidade máxima de 296 km/h.

O habitáculo é praticamente o de um carro de competição. Todos os 911 GT3 RS possuem gaiola de segurança.

Opcionalmente, o carro pode ter pacotes Clubsport (que inclui banco de competição com cinto de segurança de seis pontos) e Weissach (redução de peso).

Como grande novidade, o novo 911 GT3 RS possui DRS (asa móvel) para diminuir o arrasto aerodinâmico nas retas.

Os demais carros expostos na GT3 RS Timeline foram o 911 Carrera RS 2.7 de 1973, 911 GT3 RS “996” (2004), 911 GT3 RS “997.1” (2007), 911 GT3 RS 4.0 “997.2”(2011), 911 GT3 RS “991.1” (2016) e 911 GT3 RS “991.2” (2019).

A partir da esquerda: 911 GT3 RS 2007 e 2004 e o 911 Carrera RS 2.7 de 1973

A partir da esquerda, os 911 GT3 RS de 2019 e 2016 e o 911 GT3 RS 4.0 de 2011

 

 

 

 

 

 

 

A Stuttgart atuou entre outubro de 1997 e junho de 2015 como importadora oficial da marca Porsche no Brasil.

Nesse período, a Porsche aumentou significativamente sua presença no País.

Atualmente, a Stuttgart Porsche opera oito lojas em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife.

O Stuttgart Service | Body & Paint, localizado em São Paulo, é o mais moderno centro de serviços de reparo e manutenção de carros da marca.

É o único da América Latina capacitado a fazer reparos em carrocerias de alumínio e o único do Brasil apto a fazer manutenção e reparos em baterias de alta tensão para veículos híbridos e elétricos.

O histórico, a presença em seis estados e a alta qualidade de seu atendimento e de seus serviços fazem da Stuttgart ser referência em Porsche no Brasil.

 

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Novo Honda Civic Type R, o mais potente da marca, já desembarcou no Brasil

O Honda Civic Type R que foi apresentado pela primeira vez no Salão do Automóvel 2022 de Tóquio, no Japão e anunciado no Brasil no segundo semestre do mesmo ano, finalmente desembarcou no país.

O flagra aconteceu no porto de Vitória (ES), onde foi possível ver as primeira unidades do hatchback esportivo.

Os modelos fotografados apareceram nas seguintes cores: Championship White (branca), Racing Blue (azul) e Rallye Red (vermelha).

Apesar de ter mais opções de tonalidade disponíveis, como a Crystal Black (preto) e a Sonic Grey Pearls (cinza), as três cores citadas anteriormente é que deverão estar disponíveis nos veículos comercializados no mercado nacional.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 

 

 

 

 

Foto: Reprodução

Quanto ao visual, baseia-se na 11ª geração do Civic de carroceria hatchback, com um visual esportivo com linhas mais dinâmicas.

Entre os destaques na dianteira estão para-choques exclusivos com desenho inédito, a entrada de ar no capô, grade redesenhada e arcos de rodas com entradas de ar maiores.

Na traseira chamam atenção o aerofólio fixo e o difusor, que além de trazer esportividade ao visual também melhora a aerodinâmica do veículo. 

A saída tripla de escapamento e as rodas aro 19″ com design exclusivo e pneus Michelin Pilot Sport 4S complementam a aparência do Civic Type R.

Por dentro, conta com diversos detalhes nas cores vermelha e preta, inclusive os bancos do tipo concha, tornando o interior mais atraente e extravagante, o que combina com o aspecto desportivo do modelo.

A lista de equipamentos é bastante completa e traz painel de instrumentos digital, central multimídia com tela de 9″ com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio, sistema de som Bose e carregador de celular por indução.

Ainda tem  ar-condicionado de duas zonas, chave presencial, piloto automático adaptativo, frenagem autônoma de emergência, sistema de manutenção em faixa, entre outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Civic Type R vem equipado com motor 2.0 turbo a gasolina com potência de 330 cv e 42,8 kgfm de torque (configuração oferecida no Japão) e a transmissão manual de seis marchas, o que faz dele o único carro da Honda com pedal de embreagem no Brasil.

Acelera de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos e a velocidade máxima é de 275 km/h. A tração é exclusivamente dianteira com tem freios a disco da Brembo de quatro pistões com discos ventilados.

O hatch esportivo bateu um novo recorde de tempo de volta para um carro de tração dianteira em Nürburgring Nordschleife, na Alemanha , durante os seus testes de desempenho.

Um novo turbocompressor com lâminas otimizadas canalizam o fluxo de ar e entregam mais potência.

A suspensão também foi alterada e o veículo está mais largo do que o modelo anterior em 25 mm e distância entre-eixos de 35 mm.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A chegada do Honda Civic Type R em todas as concessionárias brasileiras está prevista para acontecer ainda no primeiro semestre, porém os preços ainda não foram divulgados.

Na Europa o veículo é vendido a partir de 55.500 euros, que equivale a R$ 309.000.

No Brasil é esperado que o valor fique em torno de algo entre R$ 350 mil e R$ 400.000.

O alto valor desse modelo também está relacionado com o fato da quantidade limitada da produção.

Ao todo serão fabricados apenas 99.999 unidades para serem distribuídas em todo o mundo.

 

 

 

 

 

 

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Nova Toyota Hilux GR-Sport Linha 2024 chega mais esportiva e mais cara

A Toyota Hilux é um verdadeiro ícone utilitário. Lançada em 1968, gradualmente conquistou clientes que adoram a resistência e a durabilidade geral do modelo.

Como foi produzido por várias décadas, passou por muitas gerações e ganhou merecidamente o status de carro icônico.

Atualmente a Linha 2024 do GR-Sport, criada pela Gazoo Racing, divisão de automobilismo da marca, chega um ano após seu lançamento com uma versão ainda mais esportiva, além de trazer algumas mudanças mecânicas e de segurança.

 

 

 

 

 

 

A quarta geração da picape mantém a mesma motorização 2.8 turbodiesel que produz potência de 224 cv e 55 kgfm de torque, com câmbio automático de 6 marchas e tração 4×4 integral com reduzida.

Os paddle shifters de alumínio permitem que o motorista selecione as marchas manualmente.

A seleção do modo de condução oferece os modos Power e Eco que alteram a entrega de potência e a resposta do motor do GR Sport.

Uma mudança importante na nova Hilux GR Sport foi ter recebido bitolas mais largas, o eixo dianteiro aumentou 14 cm e o traseiro 15,5 cm.

A principal diferença no chassi foi a atualização com novos amortecedores monotubos emparelhados com molas helicoidais mais rígidas e novos freios.

A suspensão, foi desenvolvida para melhorar a capacidade off-road, também foi elevada em 20 cm, com isso o ângulo de ataque agora é de 30º e de saída é de 24º.

De acordo com o fabricante, todas essas alterações foram realizadas para dar uma maior estabilidade em alta velocidade e um manuseio mais preciso, além de melhorar seu desempenho fora de estrada.

As mudanças são muito perceptíveis e a direção está mais leve e o chassi visivelmente mais confortável. A picape se move muito melhor e não se sente tanto movimento quanto na Hilux clássica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já o visual passou por uma reformulação externa esportiva ao ganhar uma nova grade dianteira preta com uma barra transversal horizontal em fibra de carbono e letras Toyota distintas e cromadas.

 Há um par de faróis de LED e dutos de ar empilhados verticalmente com faróis de neblina de LED integrados.

Parachoque com melhor  ângulo de ataqu, baseado nos usados ​​na Hilux Raider e para-lamas pretos mais largos com inserções contrastantes. 

Conta ainda com capas dos retrovisores pretas, maçanetas das portas pretas, degraus laterais pretos e uma barra de estilo traseira com marca GR proeminente.

A traseira traz santantonio exclusivo, que além de complementar o visual esportivo, ainda ajuda a reduzir turbulências.

Um conjunto personalizado de rodas de liga leve de 17 polegadas são equipadas com pneus 265/65. 

Apresentam quatro cores de pintura disponíveis: Cinza Granito, Preto Attitude, Vermelho Volcano e Branco Lunar, as duas últimas tem teto preto.

Os clientes também podem especificar decalques laterais GR opcionais nas portas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No interior, a reformulação consiste em painel de fibra de carbono e acabamentos de porta, detalhes em vermelho e um painel de instrumentos com molduras metálicas e agulhas vermelhas.

Um volante revestido em couro com costura contrastante vermelha acentua a vibração de alto desempenho, assim como os pedais esportivos de alumínio com inserções de borracha.

Completando o visual que faz o motorista se sentir como um piloto do Dakar, estão os bancos dianteiros inspirados no automobilismo com inserções aderentes em Alcantara e emblema GR nos encostos de cabeça.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A lista de equipamentos traz faróis full LED, sistema de infoentretenimento com tela sensível ao toque com tela de 9″, que possui funcionalidade Apple CarPlay e Android Auto, juntamente com integração de interruptores no volante, Bluetooth e entradas USB.

Tem ainda sistema de som JBL, chave presencial com partida por botão e sistema de visão 360°, que fornece câmera surround e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.

Os recursos de segurança trazem controles de tração e estabilidade, sete airbags, piloto automático adaptativo, assistente de partida em rampa e de controle em descida.

Conta ainda com alerta de colisão dianteiro com frenagem automática, alerta de mudança de faixas, sistema de pré-colisão frontal, controle de cruzeiro adaptativo, entre outros.

 

 

 

 

 

A Toyota Hilux GR-Sport 2024 estará disponível nas concessionárias em todo o Brasil a partir do mês de abril.

O preço da nova GR-Sport será R$ 367.390, isso custa R$ 15.100 a mais do que o valor do modelo atual.

 

 

 

 

 

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Bugatti Chiron Profilée se torna o carro novo mais valioso já vendido em leilão

O Bugatti Chiron Profilée 2022, modelo exclusivo e único se tornou o carro novo mais caro a ser vendido em leilão.

O supercarro foi arrematado por 9.792.500 de euros, cerca de R$ 54 milhões, em um leilão da RM Sotheby’s em Paris em 1º de fevereiro, o preço final foi significativamente maior do que a estimativa de pré-venda que era de 5.500.000 de euros.

O Profilée superou o modelo La Ferrari Aperta, leiloada em 2017 por 8,3 milhões de euros, aproximadamente R$ 46 milhões, na conversão direta, que até então era o carro leiloado mais caro.

 

 

 

 

 

“Com apenas um Chiron Profilée definido para existir, era importante para nós da Bugatti oferecer a oportunidade de adquirir este pedaço da história para o maior número possível de pessoas e estamos entusiasmados com o entusiasmo da comunidade automotiva global por este carro muito especial”, disse Hendrik Malinowski, diretor administrativo da Bugatti Automobiles.

O Profilée também é o último Bugatti a ser vendido com o icônico motor W16 turbo de 8 litros com 16 cilindros da marca.

Esse motor monstruoso produz 1.500 cv de potência e é capaz de levar o carro de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos e de 0 a 300 km/h em 12,4 segundos e até uma velocidade máxima limitada eletronicamente de 380 km/h.

Ele combina com uma caixa de câmbio automática de dupla embreagem de sete marchas revisada e todas as novas configurações de direção e suspensão para melhorar o manuseio e o desempenho.

O hipercarro também possui sua própria suspensão e ajuste de direção exclusivos, enquanto itens escolhidos a dedo do Pur Sport (paddle shifts, botões seletores de modo e assim por diante) ficam entre o console central de couro tecido personalizado.

 

 

 

 

 

O raro Chiron também possui uma série de detalhes de design exclusivos e ainda traz uma lista de itens únicos impressionante.

Na frente, o Profilée recebe entradas de ar mais largas e uma grade em forma de ferradura Bugatti ampliada que combina com um divisor dianteiro revisado para aumentar a força descendente e o fluxo de ar.

Na traseira o que mais chama atenção fica por conta da cauda exclusiva, do splitter dianteiro revisado e dos dutos de ar maiores, feitos para conciliar sua natureza GT e esportiva.

A cor exterior, chamada ‘Argent Atlantique’, foi desenvolvida exclusivamente para o hipercarro, assim como a proeminente forma de ferradura das rodas de liga leve.

A combinação da cor da carroceria com aquele carbono azul profundo, faz um trabalho bastante impressionante ao destacar a forma única do Profilée.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No interior, as raridades continuam com acabamento em couro trançado ao redor do console central, painel, painéis das portas e incrustações na parede traseira. 

Foram utilizados 2.665 metros de tiras de couro, que foram aplicados à mão e esse detalhamento de couro também é inédito em um modelo Chiron.

A parte interna conta também com assentos de couro com o padrão acolchoado ‘air parade’ da Bugatti nas cores Gris Rafale e Deep Blue como padrão.

Apresenta ainda o familiar painel de instrumentos Chiron, composto por um trio de monitores compactos ao lado de um velocímetro analógico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Embora este seja o último carro vendido com o motor a gasolina W16, não será o último entregue a um cliente. 

De acordo com um representante da empresa, A Bugatti, que fabrica cerca de 80 carros por ano, ainda tem uma carteira de pedidos pagos até 2025.

A ainda informou que uma porcentagem do lucro da venda será destinada a causas beneficentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BMW estreia o super sedã M3 CS BMW M3 CS 2024

O M3 CS 2024 é a versão mais potente, mais extrema e mais radical da gama BMW Série 3.

O supercarro ostenta um visual musculoso com apêndices aerodinâmicos de fibra de carbono que dão uma aparência ainda mais brutal e agressiva, além de estar mais leve e potente.

A fabricação desse carro será limitada, mas não há informação de quantas unidades serão feitas.

A produção iniciará a partir de março em Munique (Alemanha) e o seu preço deverá ser algo em torno de 177.650 euros, aproximadamente R$ 982.000.

 

 

 

 

 

Sob o capô encontra-se essencialmente o mesmo motor do M4 CSL, o S58 3.0 biturbo de seis cilindros em linha, que passou por inúmeras intervenções.

Todas essas mudanças resultaram em uma potência de 550 cv a 6.250 rpm, superando os 510 cv de potência do M3 Competition, o torque é o mesmo de  66,3 kgfm de torque entre 2.750 e 5.950 rpm, mas em uma faixa de rotações mais alta.

Pode acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, uma vantagem de dois décimos de segundo em comparação com o M3 Competition xDrive do qual deriva.

A velocidade máxima é de 303 km/h, 52 km/h a mais que o outro  modelo e em ambos os casos, as velocidades são limitadas eletronicamente.

 

 

 

 

 

A caixa de câmbio é automática com conversos de torque de oito marchas, igual às outras versões da linha M3 e M4, e o sistema de acionamento é o que a BMW chama de M xDrive. 

Este último possui três modos de operação: 4WD, 4WD Sport e 2WD (desconecta o eixo dianteiro e passa a ter tração traseira, para selecioná-lo, é necessário primeiro desativar o controle de estabilidade).

Como no restante da linha M3 e M4, a BMW instalou o diferencial de deslizamento limitado “Active M” no eixo traseiro.

O chassi e muitos dos componentes que afetam diretamente a direção foram modificados para tornar a sensação mais direta e precisa, especialmente ao dirigir no circuito. 

O ângulo de cambagem das rodas é diferente, a suspensão tem um ajuste mais firme (ainda possui amortecedores controlados eletronicamente), as barras estabilizadoras têm uma taxa de mola menor, os coxins do motor são mais rígidos e tanto a direção quanto o controle de estabilidade têm uma configuração diferente.

Para reduzir o peso do veículo, a BMW utilizou plástico reforçado com fibra de carbono em muitas partes da carroceria e da cabine, como teto, capô, avental inferior dianteiro, entradas de ar dos para-lamas, tampas dos para-lamas, espelhos exteriores, spoiler traseiro, difusos aerodinâmico traseiro, molduras decorativas do tablier e da consola e as patilhas para a mudança.

Os bancos são o que a BMW chama de “baquet M” e também incluem esse material em muitos pontos de sua estrutura, além de estofamento em couro, ajustes elétricos e sistema de aquecimento.

Ainda com o objetivo de redução de peso, a BMW também instalou um sistema de escapamento com silenciador traseiro feito de titânio que pesa 4 quilos a menos que o das versões “convencionais” do M3 e M4. 

Complementam a diminuição do peso os outros ajustes de chassi da BMW, que incluem uma base de suporte de alumínio fundido, amortecedores adaptativos, novas barras estabilizadoras e ângulos de curvatura, e as rodas escalonada de 19″ na dianteira e de 20″ na traseira.

No total, o peso que a marca afirma ter economizado com esse tipo de material leve é ​​de 34 kg.

 

 

 

 

 

Os pneus são Michelin Pilot Sport Cup 2, os dianteiros são 275/35 e os traseiros são 285/30. São especialmente desenhados para ter um bom desempenho em circuito, mas se o cliente desejar, podem ser escolhidos outros menos esportivos e mais adequados para rodar em estradas abertas ao trânsito. 

O sistema de freio padrão é o que a BMW chama de “M Compound”, com discos dianteiros de duas peças (o próprio disco é feito de ferro fundido e a peça central é feita de alumínio) e pinças fixas de seis pistões.

Opcionalmente, pode ser encomendado outro sistema com discos de carbono-cerâmica, que têm melhor desempenho.

 

 

 

 

 

Quanto ao design o modelo também recebe a grade aberta inspirada no CSL GT3, que sem dúvida ainda é tema de muito debate entre os fiéis da BMW.

Além das rodas e da grade, ele também ganha um divisor frontal mais agressivo, marcado por aletas que foram adicionadas aos seus flancos.

O M3 CS também distingue-se das restantes versões da gama pelas jantes, que apresentam um design diferenciado, são de série na cor “Gold bronze” e opcionalmente preto mate. 

Os faróis trazem luzes diurnas amarelas quando o carro é destrancado ou quando a iluminação principal está ativa (em outras versões é branca).

Já a carroceria estará disponível nas cores Signal Green (das imagens), as metalizadas Black Sapphire e Brooklyn Grey e a cor exclusiva chamada “Frozen Solid White”. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por dentro o veículo apresenta um visual muito mais esportivo do que em um M3 clássico. O volante coberto com Alcântara e adornado com um marcador vermelho contribui para isso.

As soleiras das portas trazem o emblema “M3 CS” e os bancos dianteiros que são elétricos e aquecidos tem revestimento em couro Merino e detalhes em vermelho Mugello e complementam a esportividade do carro.

O painel do M3 CS possui duas telas unidas sob o mesmo vidro curvo que servem para exibir o painel de instrumentos com tela de 12,3″ e o sistema de infoentretenimento tem tela de 14,9″.

Ambos tem menus específicos que são úteis na prática da condução desportiva como dados do motor e do próprio veículo, do funcionamento das ajudas eletrônicas, pressão e temperatura dos pneus, entre outros.

Outros itens que também fazem parte da lista de equipamentos padrão incluem faróis a laser, sistema de som Harman/Kardon, alarme ou acesso e partida sem chave. 

Opcionalmente pode encomendar um sistema de informação projetado no para-brisas, sistema de abertura e fechamento automático da tampa do porta-malas e sistema de estacionamento semi-automático.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Primeiras unidades do Novo Haval H6 GT 2024 desembarcam no Brasil

A marca chinesa Great Wall Motors, uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, está pronta para iniciar a comercialização dos seus veículos no Brasil e também pretende abrir 50 concessionárias no país até o fim do primeiro semestre.

A GWM iniciará as suas vendas com o SUV Haval H6 GT ou H6S como é chamado na China. O carro foi apresentado em novembro, no Rio de Janeiro (RJ), além de ter sido feito um teaser mais recente com o DJ Alok apresentando o modelo.

desembarcaram no Porto de Vitória, no Espírito Santo, as primeiras 41 unidades do H6 GT que apresenta design cupê e um powertrain desenvolvido especialmente para o país, com propulsão HPEV.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O H6 GT tenta refletir a evolução da marca, com um estilo próprio e um design que transmite esportividade.

A frente do carro destaca-se por seus faróis trapezoidais, junto com uma enorme entrada de ar dianteira mais duas adicionais localizadas nas extremidades como moldura para os faróis de neblina. 

O para-choque e a grade são específicos para esta versão GT, então eles parecem diferentes do H6 convencional. A lateral apresenta a maior diferença, com a traseira mais inclinada e mais alta, tipo fastback, com a adoção de uma terceira janela triangular no pilar C/D. 

Como todos os SUVs, também possui barras de teto e proteções de plástico preto nas cavas das rodas. Na traseira, o destaque fica por conta do duplo spoiler, um no vidro traseiro e outro na porta traseira, dos faróis em forma de C e da dupla saída de escape simulada.

As rodas de liga leve de 19″ que complementam o visual esportivo do SUV-cupê, serão exclusivas para o mercado nacional e não estarão disponíveis para vendas no exterior. Conta ainda com pinças de freio e emblema “GT” na cor vermelha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior é confortável e tecnológico, com acabamento que imita fibra de carbono e tecido suede revestindo os bancos, portas, o console e o painel. 

Alguns recursos de condução ativa e o sistema de conectividade também sofreram modificações para atender as demandas do mercado brasileiro.

Um dos destaques fica por conta da central multimídia com tela TFT full-HD de 12,3″ com tratamento antirreflexo e conexão sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, o H6 terá tecnologia híbrida, com um conjunto de motor a combustão 1.5 turbo combinado com dois elétricos (um em cada eixo).

A marca ainda não há divulgou todos os números oficiais de desempenho, mas se mantiver as características do modelo apresentado na China, poderá oferecer até 480 cv de potência.

O que já foi confirmado pela GWM é que o veículos é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. O modelo é equipado com uma bateria de 34 kWh, atingindo uma autonomia de 170 km em modo 100% elétrico (ciclo NBR).

Essa autonomia tornará o H6 GT, o veículo híbrido plug-in de maior desempenho no mercado brasileiro atualmente.

 

 

 

 

 

A GWM vai disponibilizar no Brasil uma linha que contará com três variantes, ou seja, além do Haval H6 GT também será possível adquirir o Haval H6 Premium nas versões HEV (tradicional) e PHEV (híbrido plug-in).

Os preços ainda não foram divulgados, mas acredita-se que o Haval H6 HEV deverá ser o mais a barato e deverá ser vendido a partir de R$ 230 mil, já a configuração H6 PHEV deverá ter valor em torno de R$ 280 mil e a versão esportiva, topo de linha, Haval H6 GT, deve ficar na faixa dos R$ 310 mil. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Audi apresenta os novos RS6 Avant e RS7 Sportback Performance com mais potência e desempenho

A Audi apresenta as novas edições do RS6 Avant 2024 e RS7 Sportback Performance 2024, que receberam um novo acabamento “Performance”, trazendo uma grande dose de potência extra, alguns ajustes de direção, mais equipamentos e design aprimorado.

A proposta da marca é fornecer um veículo bom o suficiente para uma família e poderoso o suficiente para agradar ao motorista.

Audi RS6 Avant Performance 2023

Audi RS7 Sportback Performance 2023

 

 

 

 

 

 

A modificação mais significativa está sob o capô, onde o motor V8 4.0 TFSi biturbo recebeu uma atualização de potência, que inclui turbos maiores que foram ajustados para maior pressão de turbo, resultando em 630 cv de potência e 86,68 kgfm de torque, o que representa um aumento de 30 cv em relação aos modelos padrão.

Atinge de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, reduzindo o tempo de aceleração em 0,2 segundos. Mesmo com o aumento de potência, mantêm a transmissão automática Tiptronic padrão de oito marchas dos modelos regulares, a versão da Audi do ZF 8HP.

A caixa de câmbio possui uma programação diferente que permite subir ou descer marchas mais rapidamente, melhorando não apenas o tempo de reação, mas também as sensações ao volante, algo que atingiu limites de desempenho inexploráveis ​​na maioria das situações.

Os modelos de desempenho também recebem uma nova versão de seu diferencial central “autotravante”, que a Audi diz ser mais leve, mais compacto e fornece “curvas visivelmente mais precisas”.

A divisão do torque ainda é 40:60 frente:traseira em direção normal, mas até 85% da potência do carro pode ir para as rodas traseiras se for detectado deslizamento.

O pacote RS Dynamic, que inclui direção nas quatro rodas, um diferencial esportivo Quattro no eixo traseiro e uma velocidade máxima de 280 km/h, vem de fábrica. Também está disponível o pacote RS Dynamic Plus que aumenta o limitador de velocidade para 305 km/h e inclui freios de carbono-cerâmica 34 kg mais leves que os tradicionais.

 

 

 

 

 

Outra melhoria realizada para reduzir o peso dos modelos, foi o isolamento acústico reduzido entre o motor e o interior, bem como um escapamento esportivo mais leve para economizar 8 kg.

Além disso, como opcional, os clientes podem optar pelas exclusivas rodas de liga leve de 22″, com pneus 285/30 Continental SportContact 7, em forma de Y, que são 5kg mais leves que as dos carros padrão e também permitem um melhor resfriamento dos freios.

De série recebem rodas de alumínio exclusivas de 21″ com pneus 273/35 padrão. E as pinças de freio podem ser nas cores vermelho, azul ou cinza.

 

 

 

 

 

Quanto ao visual, os novos RS 6 Avant e RS 7 Sportback Performance possuem elementos diferenciadores no exterior, como a caixa externa dos espelhos, o spoiler e defletores na área frontal, as barras de teto, difusor traseiro, soleiras laterais, entre outros elementos, pintados em cinza fosco. 

Como opcionais, é possível ter as barras do teto, frisos das portas e emblemas na cor preta, além de novos acabamentos em azul para o interior.

As duas versões estão disponíveis em duas cores: Ascari Blue, em acabamento fosco ou metálico e a Dew Silver em acabamento fosco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior é moderno, confortável e luxuoso. Os bancos são revestidos em couro Valcona perfurado com costura contrastante azul Mercato, que também está presente no volante, tapetes, lateral do console central e no seletor de marchas. O logotipo “RS” são costurados nas costas dos bancos e tapetes. 

O console central e a alavanca de câmbio é revestido em microfibra Dinamica, feito com 45% de fibras de garrafas PET recicladas e o volante é revestido por Alcantara.

Os cintos de segurança também são exclusivos do RS Performance em sua coloração Ocean Blue e ao abrir as portas dianteiras, um logotipo “RS Performance”  de LED é projetado no chão.

Conta ainda com um painel de instrumentos digital de 12,3”, que cria a experiência do cockpit virtual da Audi e usa uma luz de mudança inspirada no automobilismo que muda de verde para amarelo e para vermelho quando a transmissão está no modo manual para indicar os tempos ideais de mudança. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os novos Audi RS6 Avant e Audi RS7 Sportback Performance estarão à venda a partir de 8 de dezembro na Europa por 135.000 euros, o que equivale a aproximadamente R$ 730.000.

As primeiras entregas estão previstas para abril de 2023, mas não há informações se os modelos serão disponibilizados para o mercado brasileiro.

 

 

 

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