Renault vende 200 Kangoo E-Tech 100% elétricos para a Vivo

A Renault do Brasil concluiu a venda de 200 Kangoo E-Tech 100% elétricos que irão compor a frota de veículos operacionais da Vivo.

Os veículos serão utilizados na operação da Vivo em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e no Distrito Federal, como parte da estratégia de conectar negócio, inovação e sustentabilidade.

Com a iniciativa, a Vivo torna-se a primeira empresa do setor no país em eletrificação da frota.

“Estamos muito felizes em oferecer o Kangoo E-Tech 100% elétrico como uma solução para a Vivo eletrificar a sua frota. A Renault possui grande experiência no desenvolvimento, fabricação e comercialização de veículos elétricos. Esse pioneirismo nos permite oferecer soluções para empresas que têm objetivos de redução do impacto ambiental, por meio da eletrificação da frota”, afirma Alex Dias, diretor para vendas a empresas da Renault do Brasil.

A inovação trazida pelos carros elétricos chamou a atenção da Vivo ainda em 2019, quando a empresa incorporou à sua frota, em São Paulo, os três primeiros carros elétricos.

Naquele momento, os pontos de recarga ainda eram um desafio para as empresas.

Com o avanço do mercado, maior disponibilidade de veículos e estações de abastecimento, o momento é considerado promissor para a empresa ampliar a frota.

“O uso dos carros elétricos faz parte de nossas iniciativas pelo desenvolvimento sustentável. Iniciamos nos grandes centros para assegurar que o abastecimento da frota seja proveniente de energia renovável, o que é uma premissa para a Vivo, pois todo no nosso consumo de energia elétrica provém de fontes 100% renováveis desde 2018. A iniciativa pode evoluir à medida em que as opções de recarga avancem”, revela o diretor de Patrimônio, Logística e Compras da Vivo, Caio Guimarães.

Para o abastecimento, a Vivo mantém parceria com as principais redes privadas. Os veículos possuem autonomia de 300 quilômetros e necessidade de uma recarga média semanal.

Os veículos elétricos também conferem um menor custo operacional e de manutenção.

Além dos novos automóveis a Vivo também possui 35 bikes elétricas para mobilidade em curtas distâncias.

Ao todo, cinco mil automóveis integram a frota da Vivo em todo o Brasil e todos os veículos flex usam exclusivamente etanol, considerado também um combustível com menor potencial ofensor em termos de emissão de CO2 se comparado a outros combustíveis fósseis.

O uso de biocombustível também está entre as medidas que contribuíram para que a Vivo chegasse a uma redução de 88% em emissões diretas nos últimos sete anos, além de medidas de eficiência, energia renovável e modernização de equipamentos.

Em seu Plano de Ação Climática, a Vivo tem como meta zero emissões líquidas até 2040.

Para isso, mantém ações para boas práticas também junto à sua cadeia de valor, o chamado escopo 3.

O novo Kangoo E-Tech traz a solução de mobilidade elétrica para empresas que têm objetivos de redução do impacto ambiental.

Tudo isso por meio da eletrificação da frota, e chega com a proposta de oferecer uma entrega ágil e 100% elétrica, trazendo praticidade, segurança e baixo custo por quilômetro rodado.

Equipado com um motor de 90 kW (120 cv) e 25 kgfm (245 Nm) de torque instantâneo, permite uma experiência de condução suave e sem stress em todas as circunstâncias.

Graças à sua nova bateria de íons de lítio de 45 kWh, composta por oito módulos independentes e facilmente reparáveis, o novo Kangoo E-Tech 100% elétrico possui autonomia de 210 km, segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).

Além de autonomia no ciclo urbano de até 329 km e de 300 km no ciclo combinado, de acordo com a norma do INMETRO (SAE J1634).

Com isso, os motoristas podem ficar tranquilos ao realizar um dia inteiro de viagens de trabalho, por um custo imbatível de operação.

O novo Kangoo E-Tech 100% elétrico oferece um espaço de carga de 4,3 m³.

A sua carga útil máxima é de 800 kg e a capacidade de reboque, de 1.500 kg.

A sua porta lateral deslizante extralarga (864 mm) permite a acomodação de grandes objetos e facilidade de carga e descarga em centros urbanos.

Seu espaço de armazenamento traz dimensões generosas, de 2,2 metros de comprimento, 1,5 metro de largura e 1.3 metro de altura.

A área de carga possui portas traseiras 1/3 – 2/3 que podem abrir de 90° a 180°, facilitando o acesso mesmo que haja pouco espaço atrás do veículo.

Com mais de 4,4 milhões de unidades produzidas em 50 países em todo o mundo, o Kangoo é o veículo mais vendido do segmento na versão elétrica desde 2011, com uma incrível história de sucesso.

No Brasil, foi o pioneiro do segmento de veículos comerciais elétricos e líder até os dias atuais com mais de 600 unidades comercializadas, estando presente em diversas empresas referências no setor logístico e last-mile.

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BYD produz 1 milhão de carros de energia limpa e ultrapassa a marca de 6 milhões de unidades fabricadas

A greentech BYD, maior fabricante de veículos de energia limpa do mundo, apenas três meses depois de chegar aos 5 milhões de veículos produzidos, já alcançou outro marco histórico ao ultrapassar 6 milhões de unidades fabricadas.

Uma importante conquista que ressalta o compromisso inabalável da BYD em criar veículos eletrificados de alta qualidade, tecnologia e eficiência.

O ritmo acelerado de produção dos veículos BYD é para atender à demanda global pelos carros elétricos e híbridos, que cresce exponencialmente e estabelece novos padrões de referência na indústria automotiva.

O veículo número 6 milhões é um SUV super híbrido FANGCHENGBAO BAO 5, submarca da BYD, e saiu da fábrica de Zhengzhou, na China, nesta sexta-feira, dia 24 de novembro.

Funcionários e convidados da BYD realizaram uma cerimônia para registrar mais esse momento histórico.

Para se ter uma ideia da velocidade do mercado, a BYD demorou 13 anos para produzir 1 milhão de carros, 18 meses para chegar aos 3 milhões, 9 meses para atingir 5 milhões e agora apenas 3 meses para chegar aos 6 milhões de veículos de energia limpa.  

Além da BYD com a linhas Dynasty e Ocean, a empresa também é dona das marcas FANGCHENGBAO, Denza e Yangwang.

No mês passado, o mercado global testemunhou o recorde de vendas mensais alcançado pela greentech, que ultrapassou 300.000 veículos eletrificados.

O compromisso com a liderança tecnológica e uma ampla variedade de produtos permitiram à BYD alcançar as marcas tão expressivas.

Para expandir suas atividades pelo mundo, a BYD intensificou a exportação e vem ampliando a produção localmente para acelerar a presença global de veículos de passageiros elétricos e híbridos.

Atualmente, a BYD atua em 58 países e ultrapassou as vendas acumuladas de 200.000 unidades de veículos de passageiros, liderando com vantagem os mercados de veículos eletrificados na Tailândia, no Brasil e em outros países.

 A BYD está na vanguarda dos avanços tecnológicos e apresentou importantes inovações, como a bateria Blade, sistema DM-i Super Hybrid, e-Platform 3.0, tecnologia Cell to Body (CTB), plataforma e4 e sistema inteligente de controle corporal BYD DiSus.

O Sistema Super Híbrido Off-Road (DMO) estabeleceu novos padrões na indústria.

A BYD permanece fiel à sua aspiração de inovação e sustentabilidade, na busca de experiências de mobilidade que não poluam e assim  contribuir com a ambiciosa e vital missão de ajudar a resfriar o planeta em 1°C.

A cada mês, a BYD conquista novos e expressivos recordes de vendas também no Brasil, pois os modelos da marca vêm superando todas as expectativas da opinião pública e crítica especializada.

Em outubro, a marca registrou o emplacamento de 2.732 veículos no Brasil, chegando à 13ª colocação no ranking geral entre todas as montadoras e já acumula 8.805 carros emplacados em 2023. 

No mercado dos veículos 100% elétricos, a BYD também manteve a sua liderança em outubro pelo terceiro mês consecutivo, com 72% de participação de mercado e 1.632 veículos emplacados.

Esse volume representa mais do que o dobro da soma de todas as demais marcas de carros elétricos concorrentes.

Mais uma vez, o BYD Dolphin foi o modelo elétrico mais emplacado do país em outubro,  com 1.366 unidades.

No segmento de modelo PHEV, a BYD também foi líder com 34% do mercado e 1,1 mil carros emplacados entre os híbridos plug-in com o Song Plus DM-i, que também é o líder geral da marca no acumulado do ano com 4.266 carros emplacados.

 

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E7A é motor elétrico de nova geração desenvolvido em parceria entre Renault e Valeo

Por meio de uma tecnologia de ruptura desenvolvida na França, a nova geração de motores elétricos é ainda mais potente, compacta e verde, cuja criação é resultado da união das expertises do Renault Group e da Valeo.

Graças aos frequentes intercâmbios entre a montadora e o fabricante de componentes automotivos, a parceria iniciada em 2021 rapidamente se transformou em desenvolvimento conjunto.

Cada empresa contribuiu com sua expertise e um componente-chave para o desenvolvimento tecnológico e produção: o Renault Group com o rotor e a Valeo com o estator.

Agora, este motor elétrico de alta tecnologia chamado de E7A está em fase de aprimoramentos e ajustes.

Desde o lançamento do veículo elétrico ZOE, em 2012, a Renault é pioneira e líder em motores elétricos síncronos com rotor bobinado, também conhecidos pela tecnologia EESM (Electrically Excited Synchronous Machine).

O know-how permite que a marca tenha condições de fornecer uma arquitetura completa e integrada para este novo motor elétrico E7A.

Esta tecnologia é 30% mais compacta, mas com uma potência equivalente à dois motores atuais que propulsionam os modelos Megane E-Tech elétrico e Scénic E-Tech elétrico.

Além do fato de o rotor não utilizar terras raras, permitindo reduzir em 30% o impacto nas emissões de carbono.

Optando pelo uso do rotor bobinado em comparação com a tecnologia de motores elétricos com ímãs permanentes, o motor da Renault oferece melhor rendimento.

Assegurando o fornecimento pela supply chain e ainda mantendo sua independência em relação aos países produtores de terras raras e ímãs.

Este motor elétrico de terceira geração também vai contribuir para diminuir o tempo de recarga da bateria, já que a tensão do sistema será de 800 volts, contra o padrão atual de 400 volts.

Graças ao estator fornecido pela Valeo, o novo motor elétrico E7A será mais potente e eficiente, desenvolvendo até 200 kW, o que significa maior potência sem a necessidade de utilizar mais energia elétrica.

Além disso, o motor utiliza o sistema de bobinagem de fios de cobre conhecido como Hairpin, uma tecnologia da Valeo desde 2010.

O motor de nova geração ainda está em fase de desenvolvimento e outras etapas ainda devem ser cumpridas até que seja iniciada a produção em série.

A produção em grande escala está prevista para o final de 2027, na fábrica de Cléon do Renault Group.

Bobinagem de um motor 6AM na fábrica de Cléon, onde serão produzidos os motores elétricos E7A, em 2027.

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Renault anuncia oito novos veículos para um crescimento internacional mais rentável

A Renault é a marca de automóveis francesa mais vendida no mundo, com 43% de suas vendas nos mercados internacionais fora da Europa, o que representou 634.124 unidades em 2022 e está abrindo mais que um novo capítulo em sua história internacional.

Este novo impulso, que faz parte do plano estratégico Renaulution, está se anunciando graças ao lançamento de oito novos modelos até 2027.

Com um investimento de 3 bilhões de euros, esta ofensiva vai permitir que a marca tenha ganhos de performance nas regiões que têm uma importância-chave e histórica.

A Renault ambiciona uma margem operacional de dois dígitos e um preço líquido por veículo vendido multiplicado por dois fora da Europa em 2027, em comparação com 2019.

Assim como na Europa, a marca vai equilibrar o seu mix de segmentos graças a uma ofensiva com cinco novos produtos nos segmentos C e D, nos mercados internacionais.

Ao mesmo tempo, no próximo ano ela vai fortalecer sua posição no segmento B, com a comercialização do Novo Kardian na América Latina e no Marrocos.

A redução das emissões de CO2 dos futuros veículos também é um importante pilar deste plano batizado de “Renault brand international game plan 2027”.

Isso será possível inicialmente graças à hibridização das motorizações da futura gama de produtos, mas também graças ao lançamento comercial de modelos E-Tech elétricos em vários países fora da Europa, como o Megane E-Tech elétrico já lançado no Brasil e na Turquia.

Com isso, a Renault tem a ambição de vender um modelo na versão híbrida ou elétrica a cada três veículos comercializados fora da Europa até 2027. 

“Agora que a renovação dos nossos produtos está dando frutos na Europa, vamos fazer com que nossa marca seja mais global e rentável. Por isso, a Renault está intensificando sua ofensiva nos mercados internacionais com o lançamento de oito novos veículos até 2027, baseados em um número reduzido de plataformas compartilhadas entre diferentes regiões, para aumentar nossas sinergias”, disse Fabrice Cambolive, CEO da marca Renault.

Para aumentar ainda mais a competitividade e maximizar as sinergias nos mercados internacionais, a Renault vai adaptar seu catálogo graças a uma nova plataforma modular do Renault Group com vocação mundial.

Ela será montada em quatro regiões industriais: América Latina, Turquia, Marrocos e Índia.

Com uma arquitetura ajustável e flexível, esta plataforma permite uma diversidade de: comprimentos dos veículos entre 4 e 5 metros, entre eixos, com quatro medidas possíveis de 2,60 m a 3 m, módulos traseiros, com três comprimentos diferentes e fontes de energia e novas motorizações, oferecendo mais eficiência em termos de consumo e emissões de CO2.

A grande flexibilidade desta plataforma vai permitir oferecer aos clientes carrocerias e silhuetas bastante diferentes.

Para compreender as várias possibilidades de veículos baseados nesta nova plataforma do Renault Group, basta olhar o Novo Kardian, um SUV compacto do segmento B, ao lado do Niagara Concept, uma picape equipada com a nova tecnologia de motorização E‑Tech híbrida 4×4.

Esta plataforma vai contar com uma arquitetura elétrica e eletrônica de última geração, compatível com todas as regulamentações em vigor atualmente e em um futuro próximo.

“A própria arquitetura desta nova plataforma modular do Renault Group é extremamente flexível e competitiva. Com ela, poderemos oferecer modelos que agregam muito mais valor, eficiência e tecnologias relevantes aos nossos clientes em todo o mundo. Ela é um diferencial competitivo para que possamos nos destacar e avançar em nossa ofensiva mundial, graças a uma ampla gama de veículos. Estes produtos vão exibir um design fiel à nova identidade de marca da Renault, oferecendo tecnologias de motores adaptados a diferentes necessidades, além de baixo consumo, prazer de dirigir, um alto nível de conforto e comodidade, que fazem parte do DNA da nossa marca”, afirma Bruno Vanel, Vice-Presidente de Performance de Produto da marca Renault.

A plataforma CMA (Compact Modular Architecture) faz parte da parceria firmada entre o Renault Group e o Geely Holding Group, em 2022.

Esta plataforma vai servir de base aos veículos topo de linha dos segmentos D e E, nas versões versão 4×2 e 4×4, comercializados principalmente com motorizações híbridas.

Estes veículos serão desenvolvidos pelo centro de engenharia de Seul e serão produzidos na fábrica de Busan.

O primeiro veículo da Renault Korea Motors desenvolvido com base nesta plataforma será apresentado no fim do primeiro semestre de 2024.

Niagara Concept representa nova ofensiva internacional

Com o Niagara Concept, a Renault está iniciando uma nova etapa de sua história nos mercados internacionais, trazendo um sopro de modernidade.

Com uma forte personalidade bastante forte, linhas exuberantes e decididamente modernas, este conceito antecipa o futuro estilo da gama de veículos Renault baseado na nova plataforma modular do Renault Group.

O Niagara Concept é ao mesmo tempo robusto e potente, sofisticado e repleto de tecnologias, fazendo um convite para viajar sem limites.

Com curvas generosas e detalhes esculpidos, ele representa os valores da Renault e reflete sua nova linguagem de design, ao mesmo tempo emocional e tecnológica.

A grade frontal é robusta e contemporânea, esculpida como se fosse um mineral com efeito único em 3D. As letras que formam o nome Renault têm um acabamento em estilo “pixel art”, fortemente inspirado na cultura pop.

A assinatura luminosa em forma de sobrancelhas é vibrante, expressiva e decididamente tecnológica.

O Niagara Concept mostra logo de cara que tem potencial para as condições de rodagem mais extremas.

Na frente, o protetor de cárter é proeminente e a distância em relação ao solo é mais alta. O veículo também conta com suspensão de longo curso e grandes ângulos tanto na frente como na traseira.

Assim, ele ostenta todas as referências mais características do mundo das picapes. Verticalizada e imponente, a frente exibe uma forte personalidade.

Os ombros largos acompanham a parte superior do contorno da carroceria, reforçando o aspecto de robustez do veículo.

Já na traseira, a ligação entre a inclinação do teto e a coluna traseira recurvada confere ao modelo dinamismo e esportividade.

O Niagara Concept apresenta camuflagem inspirada nas linhas e padrões do logo da marca.

Este envelopamento gráfico destaca a versatilidade do veículo, com a cor verde que simboliza a aventura, o amarelo para a esportividade e cinza claro para o lado técnico, com um fundo na cor preta que simboliza a potência.

“O Niagara Concept materializa o estilo da futura gama internacional da marca Renault. Robusto e potente, com linhas exageradas e exuberantes, este conceito exploratório também é sofisticado e recheado de tecnologias, prometendo uma viagem sem limites”, disse Gilles Vidal, Vice-Presidente de Design da Renault.

Baseado na nova plataforma extremamente flexível do Renault Group, o Niagara Concept oferece um excelente conforto a bordo.

A motorização é eficiente graças à tecnologia E-Tech Hybrid 4×4 e um duplo ajuste técnico: a motorização mild hybrid advanced (48 v) na frente, complementada por um motor elétrico adicional na traseira.

Por isso, o Niagara Concept é um modelo 4×4 com performance off-road otimizada. Esta motorização permite cobrir metade dos trajetos diários no modo 100% elétrico, com redução equivalente nas emissões de CO2.

O Niagara Concept antecipa os futuros modelos de produção em série que serão lançados nos mercados internacionais da Renault até 2027.

 

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JLR inaugura primeira estação de recarga de veículos sustentável do Brasil

 A JLR inaugurou a primeira estação de recarga para veículos elétricos com o conceito de energia limpa, reutilizando baterias de I-PACE que seriam descartadas e dando uma segunda vida sustentável a este material.

O projeto envolve a captação de energia solar utilizando painéis fotovoltaicos já instalados na concessionária Land Rio, primeira concessionária com o conceito Carbono Zero da JLR.

Essa energia é então armazenada em um banco de baterias de Ion-Lítio retiradas de I-Pace’s que já não estavam aptas para atuar no veículo, mas ainda oferecem grande potencial de armazenamento de carga.

“Estamos muito felizes em apresentar um conceito totalmente novo e sustentável, dando sequência em nossa estratégia guiada pelos pilares de sustentabilidade e inovação que regem a JLR. As baterias de produtos eletrificados da JLR que seriam descartadas agora vão novamente fornecer energia para o carregamento de veículos elétricos. Isso nos mostra que com inteligência e trabalho em equipe ainda é possível criar estratégias e alternativas sustentáveis em prol do nosso planeta”, João Oliveira, Presidente da JLR América Latina e Caribe.

Jaguar I-PACE

“Ser a primeira concessionária do Brasil a apresentar esta iniciativa em prol da sustentabilidade é motivo de grande orgulho para nós. Além disso, através de diversas iniciativas como a utilização de painéis solares como principal fonte de energia e o armazenamento de água da chuva, que posteriormente é reutilizada, fomos a primeira concessionária Jaguar Land Rover no mundo a neutralizar 100% das nossas emissões de carbono, concluindo os escopos 1 e 2 no protocolo GHG (Greenhouse Gas)”, Francisco Ferraz Magalhães, Diretor da Land Rio.

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Polo Automotivo de Goiana alcança a marca de 1,5 milhão de veículos produzidos em Pernambuco

O Polo Automotivo Stellantis de Goiana, em Pernambuco, acaba de alcançar a marca de 1,5 milhão de veículos produzidos.

O modelo que marcou essa grande conquista foi a picape Rampage, da marca Ram, quinto veículo a ser produzido na planta.

O Polo Automotivo produz cinco modelos de destaque no mercado: os Jeep Renegade, Compass e Commander, a picape Fiat Toro e, agora, a picape Rampage.

Referência no setor automotivo, o Polo Automotivo Stellantis de Goiana é um dos projetos de industrialização mais bem sucedidos do Brasil, devido à localização da cadeia de suprimentos e capacitação da mão de obra da região em que está instalado.

“Esse marco de 1,5 milhão de unidades produzidas é resultado dos investimentos em inovação e tecnologia e do esforço contínuo na qualificação de mão de obra. Esses são os diferenciais do Polo Stellantis de Goiana. Esse sucesso nos estimula a continuar evoluindo na busca em excelência e qualidade, investindo no desenvolvimento de produtos, na melhoria de processos e, principalmente, nas pessoas”, comemora Jasson Azevedo, plant manager do Polo Automotivo.

Inaugurado em 2015, o Polo de Goiana foi implantado com um investimento inicial de R$ 11 bilhões.

Em 2018 teve início um ciclo adicional de investimentos, que prevê um aporte de R$ 7,5 bilhões até 2025, em desenvolvimento de produtos, Pesquisa & Desenvolvimento, sistemas de produção e capacitação de pessoas. Assim, os investimentos totalizam R$ 18,5 bilhões.

A capacidade de produção é de 280 mil veículos por ano.

Além de abastecer o mercado nacional, o Polo exporta para a Argentina, Chile e México, entre outros países da América Latina.

Desde sua inauguração, já foram exportadas mais de 200 mil unidades.

O Polo se caracteriza também pela localização de fornecedores, reunindo em um mesmo perímetro industrial uma planta de produção de automóveis e um Parque de Fornecedores com 18 empresas, ocupando uma área construída total de 530 mil metros quadrados.

Atualmente, são 38 fornecedores instalados em Pernambuco e há negociações em curso para a ampliação da cadeia de suprimentos na região Nordeste.

As atividades do Polo da Stellantis em Goiana se expandem para além da produção, abrangendo unidades de pesquisa e desenvolvimento, como o Centro de Projetos, Centro de Software e o Campo de Provas, que é o maior laboratório automotivo a céu aberto do país.

Esta estrutura é parte do Ecossistema de Inovação da Stellantis, que incentiva o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias, somando aos próprios recursos a inteligência e as competências de fornecedores, universidades, órgãos de governo e centros de pesquisa e desenvolvimento. 

O Polo em Pernambuco será um protagonista na alocação das novas tecnologias híbridas e elétricas que a Stellantis está desenvolvendo no país.

As três plataformas da família Bio-Hybrid são baseadas em tecnologias diferentes, que apresentam distintos graus de combinação de propulsão térmica flexfuel com eletricidade.

Cada uma destas tecnologias tem sua aplicação específica e, juntas, tornam a eletrificação acessível a amplas faixas de mercado.

As plataformas Bio-Hybrid e BEV (Battery Electric Vehicle) são parte da estratégia global de descarbonização da mobilidade concebida pela Stellantis no plano estratégico Dare Forward 2030.

Este prevê a descarbonização total das operações e produtos da empresa até 2038, e uma redução de 50% das emissões de CO2 já em 2030.

As novas tecnologias estarão disponíveis já a partir do próximo ano.

Desenvolvimento socioeconômico

O Polo Automotivo de Goiana é um importante vetor de transformação socioeconômica da região desde o início do projeto, com a utilização predominante de mão de obra local e investimentos em capacitação profissional.

Hoje, 85% dos trabalhadores são pernambucanos, principalmente residentes no entorno da fábrica.

A planta automotiva e o Parque de Fornecedores empregam 14,7 mil trabalhadores, enquanto ao longo da cadeira produtiva são gerados cerca de 60 mil empregos diretos e indiretos.

De acordo com um estudo realizado pela Ceplan (Consultoria Econômica e Planejamento), desde o processo de instalação do Parque Industrial, Goiana vem apresentando anualmente ganhos de participação na economia de Pernambuco.

O município saiu da 13ª posição em 2010, com 0,83% do PIB estadual, para a 4ª posição em 2019, chegando a 5,17% do PIB pernambucano.

Ainda em relação ao PIB, o índice estadual cresceu, entre 2015 e 2019, a uma média de 0,5% por ano.

Enquanto isso, a área de influência do Polo, formada por 13 municípios, teve taxa anual de crescimento de 6,3%.

Além disso, a instalação do projeto contribuiu também para a redução da criminalidade em 40% e a redução da evasão escolar.

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Chegam ao Brasil as primeiras unidades do SERES 5 BEV

A SERES Brasil recebeu no começo da semana as primeiras unidades do SERES 5 BEV.

Um moderno SUV de propulsão 100% elétrica e desempenho à altura dos melhores carros esportivos: a potência de 585 CV permite acelerar de 0 a 100 km/h em até 3,7 segundos e chegar a 200 km/h.

Os carros chegaram ao Brasil no porto de Vitória (ES) e em seguida foram preparados para entrega aos clientes.

Além do desempenho, o SERES 5 BEV oferece alto nível de conforto e comodidade.

Com 4,710 metros de comprimento, 1,930 metro de largura e 1,620 metro de altura, oferece amplo espaço interno para cinco ocupantes.

É o único da categoria com tela LCD de 12,3 polegadas para controle das funções de direção e tela LCD de 15,6 polegadas no console central para todas as demais funções.

Conta ainda com sistema multimídia que permite conectividade para Apple CarPlay (sem fio) e Android Auto (com fio). 

 

 

 

 

 

 

 

A bateria de lítio ternário de 90 kW pode ser carregada em eletroposto (70 kWh DC) em 36 minutos, de 20 a 90% da capacidade.

O modelo tem preço de tabela de R$ 419.900,00.

Mais informações estão disponíveis no site driveseres.com.br.

 

 

 

 

 

 

 

 

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VW comemora os 20 anos do Total Flex com adesivo exclusivo

Neste ano a Volkswagen comemora os 20 anos da tecnologia Total Flex, que revolucionou o mercado com a mistura livre de etanol e gasolina.

Os modelos produzidos nas fábricas brasileiras (Anchieta, Taubaté e São José dos Pinhais) receberam um adesivo comemorativo com produção limitada até dezembro de 2023.

Aplicado no vidro traseiro de Polo, Virtus, Nivus, T‑Cross e Saveiro, o selo exclusivo traz o logotipo da tecnologia Total Flex revitalizado para a observação.

Ao lado, um QR Code direciona o novo proprietário de um VW ao aplicativo do programa Abasteça Consciente.

Lançado durante o Rock in Rio de 2022, o programa Abasteça Consciente tem uma função: incentivar a escolha do etanol no momento que o cliente abastecer o seu Volkswagen.

No aplicativo, o consumidor pode fazer as contas com a calculadora digital para saber qual combustível é mais compatível: etanol ou gasolina. 

Muito além da questão financeira, a ferramenta mostra qual será a emissão de CO2 (dióxido de carbono).

Tudo isso de acordo com o combustível escolhido, considerando a metodologia “poço-à-roda”. 

Assim, o cliente pode olhar, ao mesmo tempo, para o bolso e para o meio ambiente.

Foi em março de 2003 que a marca alemã mostrou ao público o Gol Power 1.6 Total Flex.

Ele foi o primeiro modelo no país capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. 

Substituto do Gol, o recém-lançado Polo Track é o mais novo modelo da marca a ser equipado com a tecnologia. 

E mais do que toda a sua gama de veículos nacionais com propulsores flexíveis, a Volkswagen oferece ainda o Taos, fabricado na Argentina, também com motor flex.

A investigação da possibilidade de usar misturas de etanol e gasolina começou em 1992.

Juntamente com o desenvolvimento do sistema de injeção de combustível com controle digital. 

Já no início dos anos 2000, a decisão da Volkswagen em implementar o Total Flex foi suportada pela existência de infraestrutura estabelecida para o etanol.

Também pelo interesse do consumidor, e pela maturidade da tecnologia de controle digital dos motores, desenvolvida ao longo da década de 1990.

De lá para cá, muito mudou em termos de tecnologia. 

A Volkswagen lançou a primeira versão de um carro Flex sem o “tanquinho” no “Polo eFlex”, em 2009.

As rotinas de software ficaram mais sofisticadas, identificando de forma mais segura o combustível e adaptando rapidamente o motor.

Há duas décadas, os motores flexíveis continuaram a ser utilizados, visando sempre a maior eficiência energética e, consequentemente, a redução de emissões.

Inaugurado recentemente, o Way to Zero Center, localizado na fábrica da Anchieta, é o local de pesquisa que abrange projetos e tecnologias.

Elas irão contribuir com a descarbonização do automotivo, o que inclui a pesquisa em etanol.

Desde o lançamento do primeiro modelo Total Flex, a Volkswagen do Brasil já comercializou mais de 8 milhões de veículos flexíveis.

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Baterias de EVs da GM já alcançam 95% de reciclabilidade

Os veículos elétricos são considerados os mais sustentáveis e eficientes por serem os únicos zero emissão, tanto que nem escapamento eles têm.

Mas muito se fala que o EV contribui para o meio ambiente de um lado, mas que o descarte da sua bateria não compensaria a adoção deste tipo de tecnologia a longo prazo. 

As baterias dos carros elétricos possuem sistemas próprios de gerenciamento da carga e de controle da temperatura.

Eles contribuem para elevar sua durabilidade, por isso são capazes de durar até mais tempo que a vida útil do próprio veículo.

Após seu uso nos carros, as baterias podem ser reaproveitadas em armazenamento estacionário de energia, como um super power bank para indústrias e para fazendas solares, por exemplo.

Também podem ser recicladas.

Hoje, aproximadamente 95% da matéria-prima das baterias de EVs da GM tem como ser reaproveitada.

Reduzindo em 75% as emissões e 90% o uso de água quando comparado à extração destes materiais através da mineração.

“O gerenciamento do ciclo de vida sustentável da bateria dos veículos elétricos da Chevrolet também faz parte do compromisso da GM em promover uma economia circular e um futuro zero emissão”, conta Glaucia Roveri, gerente de Desenvolvimento de Infraestrutura para EVs da GM América do Sul.

A bateria de um EV tem a mesma função do tanque de combustível de um automóvel a combustão.

Sua capacidade de armazenamento de energia é determinante para a autonomia.

A bateria dos EVs é geralmente composta por módulos e cada um deles contém dezenas de células.

Caso uma apresente alguma não conformidade, é possível fazer a substituição individualizada.

Se isso ocorrer dentro do período de garantia, nos termos descritos pelo contrato, o consumidor não terá nenhum tipo de custo para a reparação.

Na GM, o período de garantia das baterias costuma ser de oito anos ou 160 mil quilômetros, o que ocorrer primeiro.

Além de impulsionarem a sustentabilidade, os veículos elétricos oferecem ainda melhor desempenho e um custo muito menor de utilização.

O quilômetro rodado chega a ser um quarto do valor gasto com um automóvel tradicional de mesmo porte e potência.

O EV é mais eficiente que um modelo a gasolina, diesel ou etanol. 

A confiabilidade e longevidade das baterias estão trazendo tranquilidade para os consumidores adquirirem veículos elétricos.

Não é à toa que o segmento dos carros elétricos é o que mais cresce globalmente.

Representa hoje mais de 10% de todas as vendas de veículos de passeio no mundo, de acordo com a consultoria EV Volumes. 

 

 

 

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Audi creates 500 new electric mobility jobs at its Ingolstadt lo

Audi abre 500 novos postos de trabalho para mobilidade elétrica em Ingolstadt, na Alemanha

A Audi está dando o pontapé inicial na maior iniciativa de sua história ao começar a produção do novo Audi Q6 e-tron.

Que foi baseada em sua Plataforma Elétrica Premium (PPE, na sigla em inglês).

A primeira série de modelos totalmente elétricos será produzida na fábrica da marca em Ingolstadt, na Alemanha.

Ela demonstra como a Audi está preparando e qualificando os seus funcionários para a nova era da mobilidade elétrica.

“Com os novos 500 postos de trabalho para a produção do nosso Q6 e-tron totalmente elétrico, estamos demonstrando que a nossa transição para a mobilidade elétrica é também um impulsionador para a criação de empregos. Ao garantir um elevado volume de empregos e novos cargos, a eletrificação aumentará a segurança no trabalho em nossas instalações alemãs. Este é o motivo pelo qual a Audi também está considerando a utilização de funcionários temporários, que já trabalham em Ingolstadt, no processo de seleção”, afirma Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Além da criação de postos de trabalho especificamente para e-mobility, a transformação da força de trabalho é uma parte essencial da transição da Audi para a mobilidade elétrica.

“Nossos funcionários continuam a obter qualificações e se reinventam em termos profissionais, e isso possibilita a transição para a mobilidade elétrica”, acrescenta Ros.

Para isso, a Audi proporciona inúmeras oportunidades de treinamento e desenvolvimento aos funcionários.

O foco é no desenvolvimento e na qualificação dos funcionários atuais para as novas tarefas.

Nos últimos 18 meses, a Audi qualificou cerca de 8.300 funcionários dos setores de Produção, Desenvolvimento Técnico e Vendas em Ingolstadt, antecipando o lançamento do Q6 e‑tron.

Somente em 2022, a AUDI AG investiu aproximadamente 150 milhões de euros em treinamento e desenvolvimento dos seus funcionários.

E na Audi Hungaria, em Győr, onde se fabrica o conjunto propulsor do Audi Q6 e-tron, cerca de 2.000 funcionários também já foram treinados para eletrificação desde 2022.

A produção em série do Audi Q6 e-tron fará da sede em Ingolstadt a primeira instalação da Audi na Alemanha a possuir sua própria planta de montagem de baterias.

“Estamos moldando ativamente a transição estrutural para e-mobility. Com a montagem das baterias, já criamos 300 postos de trabalho atrativos e voltados para o futuro em nossa planta de Ingolstadt. Ao mesmo tempo, um conhecimento valioso a ser empregado na produção de veículos totalmente elétricos está sendo criado em todas as nossas fábricas. Estamos utilizando a eletrificação para um realinhamento abrangente de nossa rede de produção mundial; e a montagem de baterias em Ingolstadt é uma parte desse esforço”, afirma Gerd Walker, Diretor de Produção da Audi.

Com sua estratégia corporativa Vorsprung 2030, a Audi tomou a decisão de descontinuar os motores a combustão.

Baseada nessa decisão, ela está agora caminhando para preparar todas as suas plantas para produção de veículos elétricos.

Até o final da década, cada instalação da Audi em todo o mundo produzirá no mínimo um modelo totalmente elétrico.

A Audi está utilizando a reformulação de suas instalações para reinventar de forma abrangente suas fábricas e seus processos de produção.

Novo Audi Q6 e-tron

A Produção da Audi estabeleceu metas ambiciosas para a transformação de suas fábricas como parte de sua estratégia 360factory e está realizando uma abordagem holística para a sua implementação.

Processos de produção otimizados, digitalização como a base para ganhos de eficiência e cadeias de fornecimento resilientes.

Além de uma rede de produção altamente flexível e metas de sustentabilidade claras, são alguns dos campos estratégicos sendo alavancados pela área de Produção da Audi.

Como próximo passo, a empresa está preparando sua própria instalação de produção de módulos de bateria em Ingolstadt para a futura série de modelos totalmente elétricos.

“Ao mesmo tempo, estamos criando novas oportunidades de trabalho em nossas instalações. Isto se deve ao fato de estarmos comprometidos em lidar com a transformação juntamente com os funcionários em nossa rede de produção atual”, esclarece Ros.

 

 

 

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