Jaguar celebra legado de 75 anos de carros esportivos e apresenta a última edição do F-Type

Para celebrar os 75 anos de seus icônicos esportivos, a Jaguar traz ao Brasil a edição definitiva do F-TYPE.

O último carro esporte a combustão a ser lançado antes de se tornar uma marca puramente elétrica, a partir de 2025.

Disponível na opção cabriolet, o F-TYPE 75 oferece o equilíbrio perfeito entre desempenho excepcional e design musculoso e assertivo.

Tem uma cabine definida por materiais luxuosos e detalhes requintados.

Para essa última edição, o F-TYPE passou por uma curadoria profissional, o que resultou em uma versão perfeita.

O carro está mais assertivo do que nunca, com rodas de 20″ de série e mudanças discretas de detalhes, como os centros das rodas e o emblema da grade mudado de vermelho para preto.

“A Jaguar é reconhecida ao longo de sua história pelo seu legado de criar carros esportivos extraordinários e pelo seu sucesso em grandes competições automobilísticas. O F-TYPE 75 chega para coroar toda essa história de sucesso com um veículo extremamente rápido, luxuoso e que entrega uma performance empolgante em todos os sentidos. Estamos ansiosos para celebrar essa história com esta última edição do F-TYPE antes que a Jaguar se torne uma marca totalmente elétrica, a partir de 2025”, diz Paulo Manzano, diretor de Marketing da Jaguar.

O Jaguar F-TYPE 75 chega em sua edição final com um design dramático e marcante, característico dos esportivos da marca, que remete a uma linhagem de 75 anos.

As  proporções esportivas do veículo, com uma estrutura de carroceria esculpida em alumínio leve e rígido, são instantaneamente reconhecíveis.

A presença focada e assertiva faz referência às formas fluidas da rica herança de carros esportivos da Jaguar.

Isso começou com o XK120, lançado em 1948 como o carro de produção mais rápido do mundo.

 

 

 

 

 

 

Conta com faróis LED superfinos, tecnologia Pixel de série e luzes diurnas com assinatura “Calligraphy” J.

Indicadores de direção abrangentes acentuam a largura visual do carro e sugerem seu potencial de desempenho.

Esses itens se misturam perfeitamente ao revestimento de “metal líquido” do capô estilo concha, que varre elegantemente para trás.

Que foi inspirado em modelos icônicos como o C-TYPE e o D-TYPE.

O veículo também recebeu exclusivos emblemas nos para-lamas dianteiros, que retratam a silhueta inconfundível do F-TYPE.

O design da traseira do automóvel realça a forma inerentemente dramática e proposital do F-TYPE.

Fluindo para baixo até as finas luzes traseiras de LED com assinatura “Chicane”.

Completando o pacote exterior, o modelo chega com uma belíssima roda de 20″ criada especificamente para essa versão, com design especial em preto brilhante e cinco raios.

O interior focado no condutor do F-TYPE é pura expressão da elegância e do desempenho do carro.

A combinação de artesanato da Jaguar, detalhes requintados e materiais e acabamentos de altíssima qualidade proporcionam uma sensação elevada de luxo e esportividade.

O cockpit “1+1” apresenta um display interativo de 12,3″, oferecendo uma ampla escolha de temas de exibição, como convém a um verdadeiro carro esportivo.

O modo padrão é caracterizado pelo grande conta-giros central.

Esse recurso e a luz do câmbio transmitem sutilmente o caráter e o potencial de desempenho do F-TYPE.

Aprimorando digitalmente o teatro mecânico do “batimento cardíaco” vermelho pulsante do botão de partida e das saídas de ar centrais.

 

 

 

 

 

 

Os bancos leves e finos combinam uma forma ergonomicamente otimizada com um conforto excepcional, aprimorado pelas opções de aquecimento e resfriamento.

Materiais ricos como o couro Windsor, de série nas edições especiais, dão um toque ainda mais luxuoso.

Ele é complementado por detalhes e acabamentos trabalhados das portas e dos encostos de cabeça.

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 estabelece a referência para carros esportivos verdadeiramente envolventes e focados no motorista.

A suspensão dianteira e traseira, a direção elétrica meticulosamente ajustada e a vetorização de torque por frenagem proporcionam agilidade excepcional e uma sensação verdadeiramente conectada ao veículo.

Esses atributos são fundamentais para as respostas imediatas e intuitivas do carro a cada comando do motorista.

O chassi do F-TYPE 75 é reforçado pelas juntas traseiras feitas em alumínio leve e rígido.

Este chassi juntamente com rolamentos de roda maiores, proporcionam  um controle de precisão absoluta de contato do pneu.

Isso se traduz numa sensação de direção ainda mais conectada.

O modelo oferece ainda diferencial ativo eletrônico traseiro (EAD) para otimizar a tração.

 

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 é equipado de série com o sistema Adaptive Dynamics da Jaguar, com dinâmica configurável.

Usando amortecedores controlados eletronicamente e continuamente variáveis, o Adaptive Dynamics otimiza o conforto de baixa velocidade e o controle de alta velocidade.

Enquanto o Configurable Dynamics permite que o motorista personalize as configurações de rigidez da suspensão, peso da direção, resposta do acelerador e troca de marchas.

O modelo também foi equipado com rodas de 20″ e pneus Pirelli P Zero mais largos e especialmente desenvolvidos para proporcionar níveis excepcionais de aderência.

O F-TYPE 75 chega ao Brasil em uma versão equipada com motor Ingenium 2.0 turbo de quatro cilindros.

Tem 300 cv de potência, gerando torque máximo a partir de apenas 1.500 rpm e oferecendo resposta excepcional em todas as faixas de rotações.

Ele também proporciona o desempenho esperado de um Jaguar, garantindo uma aceleração de 0-100km em apenas 5,9 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h.

O motor é fabricado no Centro de Fabricação de Motores da Jaguar Land Rover em Wolverhampton, no Reino Unido.

O veículo também está equipado com transmissão Quickshift de oito velocidades.

Ela pode ser acionada pelo controle manual no seletor de velocidades SportShift ou nos paddles no volante, oferecendo uma direção dinâmica e altamente esportiva.

 

 

 

 

 

 

O novo F-TYPE 75 chega ao Brasil neste mês de julho e estará disponível somente na opção cabriolet (conversível).

Serão destinadas apenas 12 unidades para o mercado nacional pelo preço de R$ 612.977,00.

 

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Ferrari SF90 XX Stradale e SF90 XX Spider: direto das pistas para as ruas

Os carros da versão especial da Ferrari levam o desempenho de seus modelos de produção a novos extremos. 

O ‘Programa XX’ da marca, oferece a um seleto grupo de pilotos experientes, carros extremos feitos para uso exclusivo nas pistas de corrida.

Baseado nessa experiência, a Ferrari criou os superesportivos para uso na estrada: SF90 XX Stradale, modelo cupê e SF90 XX Spider com carroceria conversível.

A edição especial é mais leve, mais potente, com aerodinâmica revisada e alto desempenho, que pretende “empurrar o carro para o limite” de seu potencial, de acordo com o chefe de desenvolvimento Gianmaria Fulgenzi. 

SF90 XX Stradale

SF90 XX Spider

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, ambos os modelos são movidos pelo mesmo trem de força híbrido plug-in do modelo padrão, que compreende um motor 4.0 V8 biturbo e três motores elétricos.

Essa configuração permite que o carro atinja um máximo de 1.030 cv de potência.

Isso corresponde a 30 cv a mais que o tradicional SF90 Stradale, estabelecendo um novo padrão de desempenho da Ferrari.

O motor V8 produz potência de 797 cv, e ganhou maior taxa de compressão média, obtida através do polimento dos dutos de admissão e escape.

Também recebeu melhorias na câmara de combustão e dos pistões e a remoção do sistema secundário de ar, que reduziu em 3,5 kg o seu peso.

Os dois motores elétricos são independentes localizados no eixo dianteiro e o outro fica localizado entre o motor e a caixa de câmbio na parte traseira e produzem um total de 233 cv.

 

 

 

 

 

Não houve alteração da capacidade da bateria que permanece em 7,9 kWh e sozinha rende autonomia de 25 quilômetros com velocidade máxima de 135 km/h.

Uma nova função Extra Boost está disponível no modo de condução Qualifying e funciona para recuperar rapidamente a velocidade do carro ao sair de uma curva.

O recurso é acionado quando o motorista pisa fundo no acelerador e pode ser usado até 30 vezes antes que a bateria se esgote.

Também foram feitas alterações na caixa de câmbio de dupla embreagem de oito marchas do carro.

A nova lógica de mudança é emprestada do Daytona SP3 e as mudanças de marcha são acompanhadas por uma nota de escape rosnando com uma ultrapassagem de decolagem em rotações mais altas.

Para isso, foi desenvolvida uma nova calibração específica do motor que funciona em sinergia com a lógica de controle da caixa de câmbio.

A afirmação oficial da Ferrari é de que os modelos são capazes de alcançar os 100 km/h em apenas 2,3 segundos e a velocidade máxima é de 320 km/h.

Outra novidade importante é o controlador ABS EVO, que estreou no 296 GTB, e melhora o desempenho na frenagem de alto desempenho no seco.

O sistema permite que o superesportivo freie mais tarde e de maneira mais repetitiva, melhorando assim seu manuseio na pista.

O SF90 XX oferece o desempenho aerodinâmico mais eficiente do que qualquer outro carro de estrada da Ferrari, tornando-o comparável apenas ao supercarro LaFerrari.

Esse resultado foi alcançado ao redesenhar o gerenciamento do fluxo de resfriamento dos componentes térmicos e elétricos, bem como do compartimento do motor.

Em termos de estilo, incorpora os princípios de engenharia que sustentam o SF90 convencional, mas com características mais radicais e extremas.

O estilo foi projetado para destacar seus atributos de desempenho puro-sangue, mantendo as linhas e formas do seu antecessor.

SF90 XX Stradale

SF90 Stradale

 

 

 

 

 

 

O principal destaque do design fica por conta da sua asa traseira.

O volume da cauda foi especificamente desenhado pensando na aerodinâmica, que agora é mais elegante, com a silhueta de cauda longa típica dos carros de corrida.

As entradas de ar para os intercoolers (trocador de calor), agora também são maiores, canalizando o ar para os radiadores de forma mais eficiente.

O conceito de asa dianteira em forma de flecha foi mantido, os faróis agora estão integrados nesta área por dois perfis de asa verticais.

O carro parece mais largo e mais colado ao asfalto devido aos dois imponentes perfis de asa dominando as entradas de ar, que parecem flutuar.

 

 

 

 

 

O design interior foi feito para destacar a vocação de corrida do cockpit que resultaram em economias de peso significativas.

As principais áreas envolvidas foram os painéis das portas, túnel e tapetes, que agora estão mais simples em termos de forma e materiais utilizados.

Enquanto à fibra de carbono foi usada para áreas funcionais.

O assento de corrida foi projetado especialmente para o esportivo com uma estrutura tubular de fibra de carbono e espuma.

Tudo isso focado em fornecer máximo prazer em dirigir sem comprometer o conforto.

Mesmo sendo um assento de peça única, o uso de materiais elásticos permite que sejam realizados movimentos de rotação e ajustes no encosto.

Esse recurso ainda economizou 1,3 kg de peso.

O console central também ostenta menos material e, em vez de couro ou plástico, é coberto por fibra de carbono em acabamento fosco.

Já o painel de instrumentos tem revestimento em Alcantara.

O seletor de marchas cromado da transmissão de oito marchas foi movido para a frente no console central e os interruptores dos vidros elétricos foram realocados mais para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SF90 XX Spider se parece muito com o SF90 XX Stradale e apresenta praticamente as mesmas características quanto ao visual. 

A principal diferença está no teto conversível que pode ser aberto em apenas 14 segundos. 

Devido as alterações para tornar o veículo conversível, o modelo perdeu algumas das passagens de ar na parte traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ambas as variantes do SF90 XX terão uma quantidade limitada de unidades.

Serão produzidas 799 versões do SF90 XX Stradale e 599 do SF90 XX Spider, ambos representando “o exemplo mais recente e extremo de um conceito de versões especiais, que eleva o desempenho dos modelos de rua da Ferrari a novos níveis”.

O preço do cupê é de cerca de US$ 844.000, o que daria pouco mais de R$ 4 milhões, nas taxas de câmbio atuais.

O Spider custa ainda mais, cerca de US$ 932.000, algo em torno de R$ 4,5 milhões.

 

 

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Audi do Brasil apresenta lançamentos e oferece testes em pista na 2ª edição do Catarina Aviation Show

A Audi do Brasil anuncia a sua participação na segunda edição do Catarina Aviation Show, evento que ocorre entre os dias 1 e 3 de junho.

O evento reúne lançamentos do mercado de aviação, exposição de supercarros, experiências de pilotagem em pista, gastronomia do Grupo Fasano e ativações de marcas do segmento de alto luxo.

“Nós tivemos uma experiência inesquecível na primeira edição do evento. Houve uma sinergia incrível com os nossos clientes, que puderam conhecer de perto os últimos lançamentos da marca e desfrutar de test-drives exclusivos, acompanhados de pilotos profissionais em um ambiente de pista seguro e controlado. Estamos orgulhosos em apoiar desde o início este evento que, já nesta segunda edição, está consolidado como um dos principais eventos de alto luxo do país, reunindo negócios, gastronomia e experiências”, afirma Cláudio Rawicz, Diretor de Comunicação e Marketing na Audi do Brasil.

Na edição deste ano, a Audi do Brasil irá disponibilizar ao público três veículos para test-drive: o superesportivo elétrico Audi RS e-tron GT, a stationwagon Audi RS 6 Avant e o novíssimo Audi RS 5 Competition Plus Track.

Também haverá unidades desses modelos também em exposição.

Estarão disponíveis ainda shuttle de clientes para os clientes que visitarem o evento de helicóptero, com o Audi Q5 TFSIe (híbrido plug-in). 

Além dos test-drives, a marca das quatro argolas oferecerá em seu estande uma exposição especial da Audi Collection, a grife de roupas e acessórios da montadora.

Com itens das novas coleções, entre eles roupas, acessórios, mochilas, bonés, guarda-chuvas e chaveiros, entre outros produtos para todas as idades.

A Audi terá à disposição do público o Audi Exclusive, o seu programa de personalização de veículos, que permite aos clientes customizar os modelos da linha esportiva RS.

A customização inclui tonalidades exclusivas na carroceria e no interior, oferecendo até 1 quintilhão de possibilidades de combinações conforme suas preferências e necessidades.

Os atendimentos são realizados de forma exclusiva e personalizada com especialistas de produto da Audi do Brasil. 

A Audi do Brasil participou da primeira edição do evento, em 2022, com a presença de concessionários e exposição de dois veículos, RS e-tron GT e Q3 Sportback.

Mais de 300 clientes foram atraídos ao estande da marca, que realizou 171 test-drives dos modelos RS e-tron GT, Q3 Sportback, RS 5, RS 6 Avant, e-tron Sportback e e-tron S Sportback.

Foto: Amaro Aviation

Audi RS e-tron GT

O Audi RS e-tron GT é o primeiro esportivo 100% elétrico da Audi, oferecendo desempenho dinâmico e altamente esportivo.

Ele  precisa de somente 3,3 segundos para acelerar de zero a 100 km/h, com  velocidade máxima de 250 km/h.

O motor elétrico no eixo dianteiro também libera 175 kW, enquanto o motor na traseira libera 335 kW.

A potência total é 440 kW e o torque total é 830 Nm. No modo boost, a potência aumenta brevemente para 475 kW ou 646 cv.

Lançado em maio de 2021, o modelo teve todas as unidades disponibilizadas vendidas em menos de 24 horas de pré-venda.

Audi RS 5 Competition Plus Track

O novo RS 5 Competition Plus Track desembarcou no Brasil em março deste ano ainda mais potente, tecnológico e eficiente.

A nova linha esportiva é equipada com o propulsor 2.9 V6 Biturbo, que recebeu nova calibração e oferece 450 cv de potência entre 5.700 rpm e 6.700 rpm, e 600 Nm de torque de 1.900 rpm a 5.000 rpm.

Ele atua em conjunto com a transmissão Tiptronic de oito velocidade, que também recebeu nova calibração para oferecer trocas ainda mais ágeis e precisas.

Com isso, a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,8 segundos e a velocidade máxima aumentou para 290 km/h.

Audi RS 6 Avant

O RS 6 Avant é equipado com propulsor 4.0 V8 biturbo, de 600 cv de potência e 800 Nm de torque, acoplado à transmissão automática de oito velocidades.

O conjunto garante um desempenho formidável: a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,6 segundos, enquanto a aceleração de 0 a 200 km/h é feita em 12 segundos.

Além disso, a motorização ganhou, pela primeira vez, um sistema híbrido leve de 48 volts, melhorando ainda mais a sua eficiência.

A velocidade máxima é de 280 km/h.

O desempenho em retas e curvas também estabelece um novo parâmetro.

Enquanto a nova tração integral melhora a estabilidade em altas velocidades, quando as rodas traseiras giram na mesma direção que as rodas dianteiras.

Ao manobrar em baixas velocidades, elas giram no sentido oposto às rodas dianteiras para reduzir o raio de giro e facilitar o estacionamento.

Audi Q5 TFSI e

Moderno e eficiente, o novo Audi Q5 TFSIe iniciou as vendas no Brasil em julho de 2022 como o primeiro veículo híbrido da marca no mundo.

O modelo é equipado com motor 2.0 TFSI à combustão de 252 cv de potência e 370 Nm de torque.

Atuando em conjunto com um propulsor elétrico síncrono de imãs permanentes (PSM), com 105 kW (143 cv) de potência máxima e até 350Nm de torque máximo já disponível em baixas rotações.

O conjunto é acoplado à transmissão S tronic de sete velocidades com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em apenas 5,3 segundos.

A velocidade máxima (limitada eletronicamente) é de 210 km/h.

Com a potência combinada, o Audi Q5 TFSIe quattro desenvolve 367 cv e 500 Nm de torque.

A autonomia puramente elétrica atinge 62 km/h.

Catarina Aviation Show 2023

Data: 01 a 03 de junho

Horário: 9h às 19h

Endereço: Rodovia Castello Branco, km 62 – São Roque / SP

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McLaren São Paulo completa cinco anos e atinge 100 carros entregues

A McLaren São Paulo teve dois motivos para comemorações na segunda semana de maio.

No dia 8, a empresa completou cinco anos da inauguração da concessionária em São Paulo.

Dois dias depois, a empresa chegou à marca de cem automóveis entregues com a entrega das chaves de um modelo Artura Malvine Blue a seu comprador.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

O Artura é o mais recente lançamento da McLaren, sendo o primeiro modelo híbrido de produção em série da marca (antes dele houve o P1, feito em edição limitada de 375 unidades).

As primeiras unidades do Artura chegaram ao Brasil no fim do ano passado e doze delas já estão com seus clientes (incluindo a que fez a McLaren São Paulo chegar às 100 unidades entregues).

Essas 12 unidades fazem o Artura, com apenas cinco meses de presença no mercado, ser o segundo McLaren mais vendido no Brasil.

Ele só fica atrás do McLaren 720S Coupé, que teve 21 unidades comercializadas entre 2018 e 2022.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

Outros destaques da lista de McLaren vendidos no Brasil são os modelos Senna (quatro, todos entregues em 2019) e Senna GTR (uma unidade entregue em 2020).

Do primeiro, foram fabricadas 500 unidades. O GTR, ainda mais exclusivo, teve apenas 75 unidades produzidas.

“Ao longo desses cinco anos, a McLaren ganhou um grande número de adeptos no Brasil. Boa parte deles chegou à marca atraída pelo histórico vitorioso em competições e constatou que, além de vencer corridas, a McLaren produz carros esporte de primeira linha. Chegar a cem carros ao completar cinco anos de operações é algo extremamente gratificante. Quando inauguramos a concessionária, nossa previsão era entregar cerca de 25 carros por ano. Essa média foi mantida ou mesmo superada até a chegada da pandemia. Mas agora estamos começando a entregar os Artura e deveremos encerrar 2023 com um novo recorde de entregas a clientes”, analisa Henry Visconde, presidente da McLaren São Paulo.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

Formada em 2010, a McLaren Automotive é hoje a maior parte do McLaren Group. Sua origem remonta a 1964, quando o piloto neozelandês Bruce McLaren iniciou a fabricação de carros de corrida (bipostos e monopostos).

Em 1966, a McLaren fez sua estreia na Fórmula 1, iniciando uma trajetória que resultou em oito títulos mundiais de construtores e doze de pilotos.

A McLaren tem vitórias também nas 24 Horas de Le Mans e nas 500 Milhas de Indianápolis.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

O atual portfolio de produtos da empresa (modelos das linhas GT, Supercar, Motorsport e Ultimate) é vendido por meio de mais de 85 concessionários em 40 mercados no mundo.

O primeiro carro de rua com a marca McLaren, o M6GT, foi construído pelo próprio Bruce McLaren em 1969. 

Em 1993, a McLaren projetou e construiu o carro de rua McLaren F1, em produção limitada. 

Em 2020, a McLaren lançou o 765LT e revelou a nova arquitetura de baixo peso fabricada no McLaren Composites Technology Centre de £ 50 milhões.

Foi inaugurado na região de Sheffield, no norte da Inglaterra, que sustentará a próxima década do futuro eletrificado da McLaren.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

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Audi TT celebra 25 anos como ícone de design atemporal

Vinte e cinco anos, três gerações: a marca das quatro argolas estabeleceu uma nova referência na história do design com o Audi TT.

Desde o seu lançamento e produção em série em 1998, o esportivo conquistou fãs em todo o mundo.

Tudo isso, graças à diversão proporcionada ao volante e ao seu estilo único inspirado na escola Bauhaus, que mistura linhas marcantes e  geométricas com foco na funcionalidade.

Não por acaso, o modelo ganhou inúmeros prêmios nos anos seguintes, entre eles o de melhor carro de 1999 pela “Auto Europe”.

Foi em meados da década de 1990 que o modelo de alto luxo Audi A8 elevou o patamar da Audi e gradualmente provocou a renomeação do portfólio de veículos: o Audi 80 tornou-se o Audi A4, e o Audi 100 foi chamado de Audi A6.

Introduzido em 1994, o Audi A4 foi o primeiro modelo a incorporar a nova linguagem de design da Audi.

Em seguida veio o compacto premium Audi A3, lançado em 1996, e a segunda geração do Audi A6, lançada em 1997.

Ao atribuir significado à marca por meio de um design novo e progressivo, o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou um carro esportivo purista nomeado como Audi TT Coupé.

A Audi apresentou o projeto para um público entusiasta no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995.

O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos.

O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.

 

 

 

 

 

Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. 

“Para nós, o maior elogio foi quando a imprensa especializada notou que havia muitas mudanças do projeto para o modelo de série, embora tenha sido necessário, é claro, adaptar muitos detalhes devido às especificações técnicas da versão de série, incluindo as proporções”, lembra Torsten Wenzel, o designer de exteriores da Audi.

O mais notável foi a integração de uma janela lateral traseira, que alongou o perfil do carro e aumentou a dinâmica do esportivo.

Para Wenzel, o Audi TT continua sendo “uma escultura em movimento, com superfícies e linhas da mais alta qualidade”.

A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpa,  sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante.

Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo, ou “a forma gráfica perfeita”, como Wenzel o descreve.

Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.

Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster.

Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV.

Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final.

Esse método de produção entre Ingolstadt e Győr foi único na indústria automotiva da época.

A Audi Hungria, uma subsidiária integral da AUDI AG, também comemora seu 30º aniversário em 2023.

Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998 em cooperação com a fábrica de Ingolstadt.

Em 2013, a empresa evoluiu para uma fábrica automotiva completa. Desde a sua fundação, a Audi Hugaria construiu mais de 43 milhões de motores e quase dois milhões de veículos.

A gama de motores da primeira geração do Audi TT era ampla e naturalmente esportiva.

O TT de primeira geração, por exemplo, veio com motores turbo de quatro cilindros com potência de 150 a 225 cv e uma unidade V6 com 250 cv.

Um destaque da gama de motores foi o quatro cilindros do Audi TT quattro Sport, que foi aumentado para 240 cv e teve 1.168 unidades entregues.

Os clientes de TT de primeira geração tinham muitas opções quando se tratava de selecionar equipamentos especiais.

Além de cores exclusivas como Laranja Papaya ou Azul Nogaro, os clientes poderiam equipar o TT com acessórios especiais instalados de fábrica.

Por exemplo, o design de “luva de beisebol” para os assentos de couro no Audi TT Roadster, originalmente um atrativo no show car, passou para a produção em série.

Ao longo de oito anos de produção, um total de 178.765 Audi TT Coupés de primeira geração tinham saído da linha de produção até meados de 2006.

Exatamente 90.733 Audi TT Roadsters foram construídos entre 1999 e 2006.

Nas duas gerações seguintes, os designers mantiveram a “redução ao essencial” como princípio de design dominante, o que se evidencia, por exemplo, no design minimalista do exterior e no interior elegante e orientado para o condutor.

A forma arredondada e o motivo circular permaneceram típicos do portfólio TT e foram elementos unificadores no design externo e interno.

Por exemplo, na tampa do tanque de combustível de alumínio, nas saídas de ar arredondadas, no arremate do câmbio e na manopla de câmbio diferenciada.

A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3.

Amortecedores adaptativos com condução magnética Audi foram usados pela primeira vez.

Disponível como opcional, esta tecnologia adapta continuamente os amortecedores ao perfil da estrada e ao estilo individual do condutor.

Em 2008, o modelo esportivo TTS foi lançado com um motor turbo de 2 litros e 272 cv, seguido um ano depois pelo TT RS com um motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros com 340 cv e 360 cv no Audi TT RS plus.

Em 2008, a marca das quatro argolas lançou o TT 2.0 TDI quattro, o primeiro carro esportivo de produção do mundo com motor a diesel.

A terceira geração do Audi TT foi lançada em 2014, e mais uma vez a Audi usou a nova geração para reduzir seu peso.

O TT Coupé: com motor 2.0 TFSI e transmissão manual, pesava apenas 1.230 quilos, até 50 quilos mais leve do que antes.

Para os novos TT e TT RS, os designers reinterpretaram as linhas inconfundíveis do TT original de 1998 para a era moderna.

Eles as enriqueceram com inúmeras facetas dinâmicas, enquanto a tampa redonda do tanque de combustível com as típicas letras TT permaneceu fiel ao longo das gerações.

Muitos detalhes também lembram deliberadamente o clássico design de primeira geração.

Em termos técnicos, o TT de terceira geração ofereceu várias inovações.

O modelo marcou a estreia do cockpit virtual Audi, um painel de instrumentos totalmente digital com telas altamente detalhadas e versáteis que substituiu os instrumentos analógicos e o monitor MMI.

Em 2016, uma nova era para a tecnologia de iluminação automotiva começou no Audi TT RS, quando a Audi usou LEDs orgânicos, conhecidos como tecnologia OLED, pela primeira vez.

O modelo de topo foi inicialmente o Audi TTS, com motor turbo de 2 litros e 310 cv; seguido em 2016 pelo TT RS, com motor turbo de cinco cilindros e 2,5 litros, uma das unidades mais emocionantes que a marca tem a oferecer.

Com seus 400 cavalos, o propulsor ostentava um ruído esportivo e, ainda por cima, foi eleito “Motor Internacional do Ano” nove vezes consecutivas.

 

 

 

 

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Novo McLaren 750S: pura emoção e desempenho máximo de supercarro

Com o novo 750S, a McLaren define uma nova referência para desempenho de supercarros e satisfação do motorista.

O McLaren de produção em série mais leve e potente é, sem inibição, um supercarro para os puristas.

Projetado e desenvolvido após uma análise meticulosa do renomado McLaren 720S, o novo 750S combina avanços em economia de peso, desempenho do trem de força, aerodinâmica e excelência dinâmica.

Isso tudo para elevar a novos patamares uma experiência de direção que já era referência.

Cerca de 30% dos componentes do 750S são novos ou alterados para oferecer essas melhorias e, com elas, uma conexão emocional ainda maior com o carro.

 

 

 

 

 

 

“Quando você tem um carro reconhecido por tantos pilotos como referência, é preciso examinar cada detalhe e realmente pressionar muito por melhorias para fazer algo ainda melhor. Isso é o que fizemos com o novo 750S. O baixo peso, o desempenho do motor V8 e as excelentes habilidades dinâmicas se combinam para oferecer uma experiência de direção de supercarro que atinge novos patamares, com níveis verdadeiramente emocionantes de conexão emocional”, afirmou Michael Leiters, CEO, McLaren Automotive.

Com 1.389 kg (DIN), o McLaren 750S cupê já é 30 kg mais leve que o 720S.

Com todas as opções disponíveis de fibra de carbono e baixo peso selecionadas, o cupê “emagrece” para 1.277 kg a seco.

O que oferece uma relação peso-potência líder do segmento de 1,70 kg/cv ou 587 cv por tonelada.

São 193 kg menos do que seu concorrente mais próximo.

O 750S Spider foi projetado com o mesmo foco em minimizar o peso.

Possui capota rígida retrátil (RHT), sistema de proteção contra capotamento e estrutura superior traseira feita sob medida para o monocoque construído de fibra de carbono.

Tal é a resistência desse monocoque que nenhum reforço adicional é necessário, uma vantagem inerente sobre os supercarros conversíveis rivais construídos em alumínio e aço.

Isso garante que o Spider, na configuração padrão, pese 1.438 kg. Na configuração mais leve (1.326 kg), ele é líder do segmento com 1,81 kg/cv (566 cv por tonelada).

Os níveis extraordinários de prazer, precisão, agilidade, sensação e feedback que o 750S oferece são imediatamente aparentes para o motorista.

Mesmo em velocidades mais baixas, e o baixo peso é um fator chave em seu desempenho dinâmico.

Com apenas 1.389 kg (DIN), ele pesa 30 kg a menos que um 720S, um exemplo claro da dedicação da McLaren à engenharia leve.

As novas rodas forjadas de 10 raios são as mais leves já instaladas como padrão em um McLaren de produção em série e economizam 13,8 kg em relação às do 720S.

O novo painel de instrumentos do motorista é 1,8 kg mais leve.

Até o vidro do para-brisa contribui para a redução de peso em 1,6 kg.

O motor V8 biturbo de 4,0 litros com potência de 750 cv e torque de 800 Nm oferece desempenho feroz, com o 750S sendo capaz de ir de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Acelera de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos (no caso do Spider, 7,3 segundos) e de 0 a 300 km/h em menos de 20 segundos (no Spyder, 20,4 segundos).

Os números dão conta dos fatos, mas é a sensação visceral de desempenho e velocidade que surpreende e emociona.

Desde o momento em que o V8 ganha vida, passando pela imensa entrega de torque na faixa intermediária do motor biturbo e pela emocionante subida até o limitador de rotações a 8.500 rpm, a conexão emocional do motorista com o 750S é extraordinária e uma experiência que é tornando-se cada vez mais raros e procurados.

“Todos os McLaren são projetados com precisão e notavelmente rápidos, mas com o novo 750S nos concentramos em enriquecer toda a gama de características que proporcionam a alegria experimentada ao dirigir o carro, aquela conexão emocional pura tão procurada pelos entusiastas”, disse Ben Gulliver, chefe de desenvolvimento de veículos, McLaren Automotive.

 

 

 

 

 

 

A suspensão hidráulica vinculada ao Proactive Chassis Control, agora na geração “PCC III”, é conhecida por combinar controle surpreendentemente preciso com um ritmo de passeio notavelmente compatível.

O sistema de nova geração oferece níveis ainda mais altos de desempenho da suspensão e é parte integrante das habilidades dinâmicas do 750S.

As molas da suspensão são mais macias na frente e mais rígidas na traseira do que no 720S, o que, juntamente com a reconfiguração dos elementos passivo e ativo sob medida e uma nova abordagem para ajustar a suspensão (ajustando os acumuladores nos suportes, o que é usado pela primeira vez no 750S), beneficia o conforto de condução, o controle de rolagem, a sensibilidade da direção e o equilíbrio nas curvas.

Além disso, o novo design de mola e amortecedor reduz o peso em 2 kg.

As alterações combinadas de hardware e software feitas para o PCC III significam que a amplitude dinâmica do 750S é ainda maior do que o do 720S.

Isso mantém os níveis de conforto do antecessor enquanto oferece desempenho significativamente melhorado.

Um circuito de rolagem hidráulico substitui as barras estabilizadoras mecânicas convencionais.

 

 

 

 

 

 

O 750S também é mais ágil do que o carro de referência que substitui, com melhor aderência frontal (ajudada por uma bitola dianteira 6 mm mais larga e nova geometria da suspensão).

A direção eletro-hidráulica da McLaren, amplamente reconhecida por sua precisão e clareza de reações, agora possui uma relação de direção mais rápida e uma nova bomba de assistência elétrica.

E oferece um veículo ainda mais ágil, que contorna as curvas com mais precisão e inspiram ainda mais confiança ao piloto.

“Nós nos propusemos um desafio extremamente difícil com o 750S, ou seja, trazer um grau significativo de agilidade, sensação e resposta do McLaren ‘Longtail’, ao mesmo tempo em que garantimos que o conforto e a usabilidade não sejam comprometidos – a combinação ‘melhor de ambos’ que nossos clientes nos dizem querer. O resultado é uma enorme variedade de habilidades para um desempenho dinâmico de supercarro de referência”, comentou Jamie Corstorphine, Diretor de Estratégia de Produto, McLaren Automotive.

O interior do 750S combina tecnologia inovadora com materiais requintados, mas o mais importante é um design ainda mais focado no motorista.

No centro da experiência do motorista estão os novos visores cujo movimento acompanha o da coluna de direção.

Este monitor centrado no motorista é montado em uma bitácula que possui os controles para selecionar os modos Powertrain e Handling localizados em ambos os lados.

Isso significa que o motorista pode se mover sem esforço entre as configurações Comfort, Sport e Track Active Dynamic enquanto mantém as mãos no volante e foco total na estrada à frente.

Ao mesmo tempo, o controle variável de derrapagem (VDC, Variable Drift Control) permite ajustar o nível de intervenção do sistema de controle de tração independentemente da configuração do Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, na sigla em inglês).

Essa capacidade de ajuste significa que o motorista pode mover-se perfeitamente do estágio em que os sistemas eletrônicos do carro intervêm regularmente para um estágio em que eles não intervêm.

Novos bancos de corrida de fibra de carbono, com 17,5 kg a menos que os assentos esportivos de série do 720S, estão disponíveis como opção, assim como pneus Pirelli P ZERO Trofeo R de pista e parafusos de roda leves, feitos de titânio.

 

 

 

 

 

 

O Controle de Largada McLaren (MCL, McLaren Control Launcher) é outra nova tecnologia da marca que estreia no 750S e adiciona outra dimensão à interface do motorista com o carro.

Ativado por meio de um botão com o famoso McLaren Speedmark, o MCL permite que o motorista personalize sua experiência de dirigir na McLaren.

As preferências dinâmicas selecionadas (sua combinação favorita de configurações aerodinâmicas, manuseio, powertrain e transmissão) podem ser recuperadas instantaneamente com um toque do botão MCL.

Os pilotos também se beneficiarão de novos recursos, como o Apple CarPlay e a nova tela central de informações (CIS, Central Information Screen), que apresenta gráficos mais ricos e detalhados para aprimorar ainda mais a experiência do motorista.

O sistema de câmera Rear View e Surround View (visão traseira e do entorno) também foi atualizado para maior definição e clareza.

Um novo sistema de elevação do veículo levanta a frente do 750S em apenas quatro segundos, em comparação com os 10 segundos que leva em um 720S.

Uma conexão física e emocional intensificada entre o motorista e o carro é auxiliada pelo ajuste personalizado do suporte do motor.

Um novo layout de escapamento de saída central inspirado no McLaren P1 que é acusticamente ajustado para dar um tom claro e distinto e um crescendo nítido à medida em que o motor atinge rotações mais altas.

O formidável desempenho de frenagem é aprimorado pela maior área de superfície da asa traseira ativa, que se abre totalmente em menos de meio segundo.

Isso aumenta a força descendente traseira para melhorar a estabilidade em alta velocidade durante a frenagem e reduzir as distâncias de frenagem. 

Os clientes do 750S que planejam dirigir em circuitos de corrida podem optar por uma atualização de freio usando discos de cerâmica de carbono com 390 mm de diâmetro e pinças monobloco derivadas do sistema do McLaren Senna.

Juntamente com um novo servo freio e bomba de vácuo e tecnologia de resfriamento de pinças integrado inspirado no da Fórmula 1. 

Visualmente, o 750S refina o design de seu antecessor com uma nova seção inferior do nariz com divisor dianteiro estendido.

Tem também entradas de ar mais estreitas que envolvem os faróis, novas entradas de ar nas soleiras e saídas de ar dos para-lamas traseiros.

As revisões aerodinâmicas traseiras incorporam um deck traseiro redesenhado e alongado, que canaliza o ar para uma asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.

Os contornos dos faróis agora podem ser opcionalmente na cor da carroceria ou em fibra de carbono.

O novo para-choque traseiro e as aberturas do para-choque dianteiro também estão disponíveis no material leve característico da McLaren.

 

 

 

 

 

A área de superfície da asa traseira ativa alongada é 20% maior do que a da asa do 720S, mas o componente é 1,6 kg mais leve devido à sua construção em fibra de carbono.

Um recorte na seção central mantém a visibilidade traseira e também garante que as altas temperaturas do escapamento não afetem a asa quando o veículo está parado após um circuito prolongado.

Acionada hidraulicamente, a asa possui configurações de ângulo e velocidades de veículo distintas para o cupê e o Spider.

Apresenta três posições operacionais principais: Driver Downforce, asa ativa parcialmente acionada, aumentando os níveis de carga aerodinâmica durante as curvas; o DRS que fornece automaticamente a funcionalidade de redução de arrasto ao acelerar em linha reta, até a velocidade máxima do veículo e a frenagem de alta velocidade que proporcionando uma força descendente traseira significativamente maior que melhora a estabilidade de frenagem.

A construção monocoque de fibra de carbono facilita a visibilidade de quase 360 graus, com uma escotilha baixa, pilares A ultrafinos e, no coupé, pilares C envidraçados, todos se beneficiando da propagação de luz natural na cabine.

A iluminação ambiente nítida, nova e personalizável destaca os detalhes do design da cabine à noite.

No cupê, o motor V8 pode ser visível de dentro da cabine por meio de um painel de vidro duplo situado no porta-malas traseiro, expondo a parte superior do trem de força por trás dos ombros do motorista.

O 750S Spider apresenta contrafortes laterais envidraçados que, além de guiar o fluxo de ar sobre a cobertura traseira, aumentam a visibilidade lateral.

Para incidir luz adicional para a cabine, o teto rígido retrátil (Retractable Hard Top, RHT) está disponível opcionalmente com vidro eletrocrômico, aumentando a sensação de ambiente ao ar livre, mesmo quando fechado.

O RHT pode ser aberto em menos de 11 segundos com o veículo em movimento a velocidades até 50 km/h.

A remoção do teto fixo para o 750S Spider requer uma revisão da posição do amortecedor a gás e do sistema de dobradiça da porta, mas nesta área, as únicas diferenças externas visíveis para o coupé 750S são uma asa dianteira mais longa, porta mais curta e janela sem moldura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como em todos os McLaren, o volante do 750S é deliberadamente livre de quaisquer botões ou interruptores, permitindo que o motorista se concentre na sensação e reação do chassi e da estrada.

Os detalhes de informações e entretenimento são acessados por meio da nova tela do motorista e da tela central de infoentretenimento aprimorada por gráficos mais sofisticados e maior sensibilidade ao toque.

Interior totalmente revestido em couro Nappa ou uma combinação de Alcantara e couro Nappa estão disponíveis com os novos temas internos TechLux e Performance.

A Bowers & Wilkins, parceira de áudio da McLaren, desenvolveu um novo sistema para o 750S, com um amplificador mais potente e os alto-falantes de cone Continuum.

 

 

 

 

 

Além da seleção de acabamentos de pintura exterior padrão, uma variedade de cores Elite está disponível.

A McLaren Special Operations (MSO), o braço de personalização da McLaren Automotive, pode colaborar com os clientes em opções adicionais ou trabalhar com eles para criar uma pintura personalizada própria.

Garantia abrangente de três anos para o veículo e um plano de serviço e manutenção programada de três anos estão incluídos como padrão no novo 750S, que já está disponível para pedido, inclusive no Brasil.

As primeiras unidades deverão chegar ao país no último trimestre de 2023.

 

 

 

 

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Ferrari apresenta o Roma Spider 2024 com teto conversível e motor V8

A Ferrari revelou no Palácio El Badi, no Marrocos, uma atualização verdadeiramente notável, o Roma Spider 2024, que é a versão contemporânea da marca do “estilo de vida italiano chique e prazeroso dos anos 1950 e 60”.

O Roma Spider marcou o retorno das capotas de lona à linha GT com motor dianteiro da Ferrari. 

A marca italiana não fabrica uma capota com motor dianteiro desde a Ferrari 365 GTS4 de 1969.

O lançamento do Roma Spider também marcou a aposentadoria da Ferrari Portofino M conversível.

 

 

 

 

 

O novo modelo não se afasta muito de seu irmão cupê, pois ambos compartilham as mesmas linhas e recursos de design, além de manter o estilo, o manuseio e o desempenho adorados do cupê Roma. Todo o protagonismo é tomado pelo teto de lona. 

Segundo a própria marca, o novo conversível, que foi desenhado pelo Centro Stile da Ferrari sob a direção de Flavio Manzoni, pretende “levar o conceito do Novo Dolce Vita para além do contexto da cidade, para um ambiente de elegância e indiferença ao ar livre”.

A Ferrari anunciou um tempo de abertura e fechamento do teto de apenas 13,5 segundos em uma operação que pode ser realizada a uma velocidade máxima de 60 km/h.

Uma vez dobrada no compartimento traseiro, a capota ocupa 220 mm de espaço, deixando ainda uma capacidade útil de 225 litros. Com a tampa aberta a capacidade total do porta-malas do cupê é de 255 litros.

Além disso, a capota é totalmente personalizável com tonalidades vermelhas e é feita num total de cinco camadas que servem para reduzir o som vindo do exterior. 

Toda a geometria da traseira precisou ser modificada devido ao teto removível.

A traseira foi projetada para esconder a capota em viagens ao ar livre e existe um spoiler traseiro móvel, que pode ser inclinado em até três posições para otimizar o desempenho aerodinâmico.

O veículo também é 84kg mais pesado devido aos mecanismos extras envolvidos na abertura e fechamento do teto junto com o novo defletor de vento que está integrado no encosto do banco traseiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A cabine apresenta o mesmo visual sofisticado do Roma original, com o cockpit sendo separado em dois espaços para o motorista e o passageiro da frente.

Apresenta um painel de instrumentos digitais e uma central multimídia de 8,4″ que controla as funções de infoentretenimento, com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio e controle climático do veículo.

Há ainda um volante diferente graças a um novo design dos comandos secundários, ​​para facilitar o uso e o botão Iniciar agora brilha em vermelho. 

Conta ainda com uma placa seletora de marchas de metal cercada por couro exuberante e camurça sintética. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mecanicamente, o Ferrari Roma Spider tem o mesmo motor do Roma Cupê. Trata-se do motor V8 biturbo de 3,9 litros que fornece potência de 620 cv e 77,5 kgfm de torque, combinado com uma caixa de câmbio de dupla embreagem DCT de oito velocidades. 

O conversível é capaz de acelerar de 0 aos 100 km/h em apenas 3,2 segundos e registar uma velocidade máxima de 320 km/h. 

Entre as inovações está uma nova bomba de óleo que diminui em 70% o tempo necessário para atingir os valores ideais a frio e oferece maior vazão na faixa intermediária. 

Nenhum preço para a Ferrari Roma Spider foi fornecido, mas em comparação com o preço base do cupê de US$ 247.310 (algo em torno de R$ 1.295.162,470), estima-se que começará em torno de US$ 280.000, aproximadamente R$ 1.466.332,00.

A Ferrari também não especificou quando o Roma Spider estará à venda nos principais mercados automotivos, a previsão é de que seja perto do final do ano.

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DBS 770 Ultimate: a despedida do Super GT da Aston Martin

Há muito associada a carros de estilo exótico e performance alucinante, o logo DBS tem sido ligado a vários dos mais prestigiados modelos da Aston Martin.

Desde 2018 o DBS figura no topo da linha de produtos da marca: um potente Twin-Turbo V12 agraciado com desempenho feroz e estilo incomparável.

Com a produção da atual geração DBS se aproximando do fim, a Aston Martin se orgulha de apresentar a novidade para ultrapassar a todos os demais: o DBS 770 Ultimate.

A produção do DBS 770 Ultimate será iniciada no primeiro quadrimestre de 2023 e as entregas estão previstas para começar a partir de setembro, inclusive para o Brasil.

Como o nome sugere, o DBS 770 Ultimate é uma eloquente última palavra. O mais potente Aston Martin de rua da história, e o mais rápido e potente DBS até hoje.

Amplas melhorias de desenho e engenharia tornaram o DBS 770 Ultimate uma memorável e altamente colecionável celebração da grife Aston Martin Super GT.

Disponível nas versões Cupê e Volante (conversível), o DBS 770 Ultimate será produzido em edição estritamente limitada (330 Coupe e 199 Volante), com todas as unidades já estando antecipadamente vendidas.

 

 

 

 

 

 

O DBS 770 Ultimate é uma feroz reprodução do motor V12 (60 graus) de 5,2 litros com quatro eixos de comando da Aston Martin.

Agora desenvolvendo 770 cv a 6.500 rotações por minuto e colossais 900 Nm de torque entre 1.800 e 5.000 rpm, levando o DBS 770 à velocidade máxima de 340 km/h, este magnífico motor é beneficiado pelas modificações nas vias de ar e ignição, juntamente com o aumento de 7% na pressão máxima do turbo.

A precisa sintonia das curvas de potência e torque garante ao motorista a sensação de desempenho ilimitado, com uma excitante mescla de resposta, notável aceleração e o autêntico ronco de um V12.

A potência é enviada às rodas pela transmissão automática ZF de oito marchas e o diferencial mecânico LSD (Limited-Slip Differential) montado na traseira do carro.

Além disso, o DBS 770 Ultimate recebeu uma calibragem exclusiva na transmissão para tornar as mudanças de marcha ainda mais rápidas e aumentar a interação com o piloto contribuindo para uma experiência de dirigir real e conectada.

Tal é capacidade própria do sistema de frenagem do CCB (Carbon Ceramic Braking) que o DBS 770 Ultimate utiliza os mesmos discos do DBS (dianteiros de 410 mm x 38 e traseiros 360 mm x 32 mm.

Para ampliar ainda mais a resposta do volante e o nível de detalhamento das reações, o DBS 770 Ultimate apresenta uma nova coluna de direção.

Isso permite ao condutor aproveitar uma conexão mais precisa com as vias à frente e sentir que os pneus dianteiros estão rodando com o máximo de confiança e a mais perfeita aderência.

Importante para garantir o engajamento e a sensação de dirigir do DBS 770 Ultimate, a rigidez frontal e lateral foi reforçada em 25% para assegurar o máximo de prazer de pilotagem e resposta.

Esse aumento foi possibilitado por uma travessa dianteira aumentada, uma bandeja traseira mais grossa, o que também amplia a rigidez da torsão global em cerca de 3% para um perfeito equilíbrio do balanço dinâmico.

Evoluções também foram introduzidas no ADS (Adaptive Damping System). O DBS 770 Ultimate ganhou calibragem exclusiva de amortecedores e uma configuração de software focando no controle e no comportamento, sem comprometer a qualidade da pilotagem.

Ao melhorar a conexão do piloto e preservar o seu inconfundível caráter de condução, o DBS 770 Ultimate eleva o exemplar Super GT da Aston Martin a patamares ainda mais altos.

Assim como o DBS 770 Ultimate foi mecanicamente ajustado, seu visual teve de ser desenvolvido para resultar em um desenho assertivo e uma estética toda particular, adequada a um modelo criado para celebrar o fim de uma era.

Sendo um Aston Martin, este formato melhorado haveria também de ter um autêntico nível de função. A ideia foi amplificar o fluxo de ar para os radiadores, ampliar o gerenciamento térmico e reforçar a presença visual nas ruas.

Para aumentar o fluxo de ar para os radiadores do motor, o capô possui aberturas de ventilação e um novo divisor frontal integrando duas novas entradas de ar.

Juntos, eles melhoram a refrigeração e reproduzem a assinatura do desenho dos modelos DBS e motores V12 anteriores.

Outros detalhes de estilo alterados no DBS 770 Ultimate incluem acabamento em carbono como spoilers dianteiro e traseiro, cobertura dos espelhos retrovisores e saídas de ar nos paralamas dianteiros.

 Um novo elemento lateral de fibra de carbono na altura das soleiras das portas baixa o perfil lateral rumo à roda traseira, criando uma posição equilibrada que acentua a musculatura dos DBS.

O desenho exclusivo do difusor traseiro sustenta o equilíbrio aerodinâmico da dianteira à traseira e realça como o DBS 770 Ultimate é inconfundível tanto de frente quanto por trás.

O DBS 770 Ultimate também recebeu uma nova e exclusiva roda de 21 polegadas disponível em três acabamentos.

Inspirada nos formidáveis Aston Martin Valkyrie e Victor, este novo desenho de 21″ está disponível em acabamento em Prata Acetinado para dar uma aparência de joia reluzente.

Outra opção é totalmente em Preto Acetinado para uma aparência contemporânea e esportiva, ou a opcional Preto Acetinado Diamantada para dar um visual ao mesmo tempo mais escuro e sofisticado para o carro.

Qualquer que seja a roda escolhida, são de série os pneus Pirelli P Zero de alta performance, 265/35 R21 dianteiros e 305/30 R21 traseiros.

Por dentro, o DBS 770 Ultimate proporciona deslumbrante e novo arranjo de cuidados que são um caso à parte, ao mesmo tempo em que conserva o reconhecido ambiente interno do atual DBS.

Significando sua posição de halo, o DBS 770 Ultimate vem com bancos Sport Plus totalmente decorados em couro semi-anilina e Alcantara, apresentando um revestimento canelado e perfurado de série.

O assento de performance da Aston Martin pode ser selecionado como opção.

 Acabamentos sob medida foram introduzidos, com cores contrastantes ligadas a costura, juntamente com o cinto de segurança feito à mão e a fivela com o logo “DBS 770 Ultimate” gravado a laser no centro do descanso de braço.

As borboletas de troca de marchas no volante feitas de fibra de carbono também são de série.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Finalmente, o DBS 770 Ultimate é equipado com um jogo exclusivo de plaquetas, destacando as asas da Aston Martin, o logo “DBS 770 Ultimate” e o número da edição limitada, significando que ali está um dos únicos 330 Coupe ou 199 Volante.

Como todos os Aston Martin, o escopo de uma verdadeira personificação exclusiva é virtualmente ilimitado.

Uma gama diversa de opções Q by Aston Martin sob medida está disponível no DBS 770 Ultimate, incluindo pinturas Q com diversas ideias gráficas, rodas pintadas para combinar com o carro ou com o grafismo, fibra de carbono pintada e detalhes em couro nos bancos, incrustrações no acabamento e volante de fibra de carbono.

“Quando o modelo-símbolo de uma geração chega ao fim de produção, é importante marcar a ocasião com algo especial. No caso do DBS 770 Ultimate, nada economizamos para assegurar que a versão final do carro-chefe de nossa linha atual seja a melhor em todos os aspectos. É o mais rápido e potente DBS de nossa história, graças à abrangente sequência de melhorias na transmissão, dirigibilidade, suspensão e inferior da carroceria, e é também o melhor de pilotar”, afirmou Roberto Fedeli, Executivo-Chefe de Tecnologia da Aston Martin.

 

 

 

 

 

 

“O DBS sempre pairou no topo da lista dos modelos da AstonMartin. E agora estamos chegando com ainda mais no DBS 770 Ultimate… Mais potência, mais performance pura, e tudo com mais sofisticação, mais sabor, da melhor maneira possível. Algo tão cru, mas ao mesmo tempo tão bonito, dá até um choque de olhar. É por essa abordagem que chegamos às formas, começando com a dianteira amplificada, e a partir daí tudo segue o fluxo no equilíbrio do desenho com o aumento da performance”, acrescentou Marek Reichman, Executivo-Chefe de Criação da Aston Martin.

O DBS atual é o segundo de duas gerações do modelo com motor V12 introduzidas durante a “era Gaydon” (local da sede atual Aston Martin).

Lançado em 2018, seu design imaculado, físico musculoso e potência de tirar o fôlego rapidamente se tornaram sinônimos da marca exclusiva de Super GT da Aston Martin e cunhou o termo “Brute In A Suit” (“o bruto de terno”).

Tanto ele quanto seu antecessor (que foi lançado em 2007 e permaneceu em produção até 2018) tiveram papéis em três filmes de James Bond.

Com um protótipo inicial do DBS de primeira geração no centro das atenções em “Casino Royale”, de 2006, seguido por um exemplar de produção aparecendo em “Quantum of Solace”, de 2008.

O DBS de segunda geração foi usado em “No Time To Die”, de 2021, garantindo que a Aston Martin preenchesse perfeitamente o tempo de Daniel Craig interpretando o agente secreto mais famoso do mundo.

A placa de identificação Ultimate tem sua própria e rica história.

Reservada apenas para os modelos de produção em série topo de linha da Aston Martin, foi usada em duas gerações do DBS e também em ambas as gerações do Vanquish, sempre celebrando o fim de uma era com a produção de uma versão de despedida.

Devido à sua raridade e importância, os carros que levam o nome Ultimate estão entre os mais premiados de todos os modelos contemporâneos da Aston Martin.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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BYD apresenta YangWang U9, o mais novo supercarro elétrico do mundo

A BYD, gigante automotiva chinesa e principal fabricante mundial de veículos elétricos, que vendeu quase dois milhões de carros totalmente elétricos e híbridos em 2022, acaba de lançar o YangWang U9, um supercarro elétrico totalmente focado em luxo e desempenho.

O veículo é o segundo modelo lançado pela submarca YangWang, o primeiro foi o SUV elétrico Yangwang U8. Ambos utilizam a nova plataforma e4, que usa quatro motores elétricos independentes. 

Em sintonia com as tendências automotivas atuais, a YangWang foi lançada como uma nova submarca sob a bandeira BYD, voltada para o ramo premium.

 

 

 

 

 

Yangwang U9 aposta na alta performance e apresenta-se como um superesportivo de duas portas, com uma carroçaria de linhas muito marcadas.

Sua frente projetada com faróis em forma de “C” e uma traseira afunilada, com uma área de extração muito evidente. Visto de lado, também é possível ver a “barbatana” transparente posicionada no vidro traseiro.

Molduras pretas ao redor da carroceria, assim como as próximas às aberturas laterais, criam um acabamento bicolor que contrasta com o tom amarelo brilhante usado para colorir a carroceria sinuosa. 

 

 

 

 

Nenhuma especificação de desempenho foi revelada, mas a BYD diz que o hipercarro da marca YangWang contará com um sistema de transmissão elétrico, com a tecnologia “Yisifang”, com configuração de quatro motores. 

Esta será uma característica comum a todos os modelos Yangwang, com motores elétricos controlados de forma independente que também garantem sofisticadas funções de vetorização de torque.

A BYD diz que o U9 será capaz de ir de 0 a 100 km/h em menos de 2,0 segundos. Segundo informações do fabricante, cada motor seria capaz de render uma potência entre 220 e 240 kW, ou seja, entre 295 e 322 CV. 

Supondo que o superesportivo virá equipado com quatro motores iguais, estamos falando de uma potência total entre 880 e 960 kW, aproximadamente entre 1.200 e 1.300 cv de potência.

 O Yangwang U9 da BYD não é um conceito, mas um veículo de produção, ainda assim, nenhuma data de lançamento foi mencionada. 

Outro ponto importante é que a BYD está tentando reduzir os preços visando uma forma de enfrentar o mercado europeu onde os preços continuam a subir e as vendas de veículos novos estão em baixa. 

Sendo assim, o U9 deverá ser vendido na China por um valor em torno de um milhão de yuans, que corresponde a aproximadamente 138.000 euros e equivale a algo em torno de R$ 760.000,00. 

 

 

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Chiron Profilée é uma edição única da Bugatti que será leiloada

A Bugatti acaba de apresentar seu novo superesportivo, a edição única Chiron Profilée, que será leiloado pela RM Sotheby’s, em Paris, França, em 1º de fevereiro de 2023, com parte dos lucros revertido para causas beneficentes.

O desenvolvimento do Profilée começou no outono de 2020 e a proposta dos executivos era limitar a produção da Profilée a 30 unidades, mas acabaram cancelando o projeto.

Assim, o modelo exclusivo, baseado no Chiron Pur Sport, mas com um ângulo ligeiramente diferente em termos de design exterior, é praticamente a última chance de comprar um novo supercarro com motor W-16.

Já o nome Profilée foi escolhido em homenagem a uma das primeiras criações de Jean Bugatti, o Type 46 Profilée, um aerofólio fastback de 1931, que também apresentava um movimento elegante em sua traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro exclusivo apresenta um design sob medida, com um novo perfil aerodinâmico caracterizado por entradas de ar mais largas e uma grade de ferradura Bugatti ampliada para auxiliar na refrigeração do radiador, além de um divisor dianteiro revisado. 

Na traseira o destaque fica por conta da asa fixa mais compacta com uma seção intermediária oca, substituindo a versão de quase dois metros de largura do Pur Sport.

A forma distinta da asa foi escolhida porque adiciona estabilidade em alta velocidade ao fornecer força descendente à extremidade traseira, ao mesmo tempo em que  tira o ar quente do compartimento do motor.

O spoiler integrado é mais eficiente e ainda consegue desenvolver 80% da força descendente do Pur Sport. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O novo Chiron Profilée tem um acabamento exclusivo em um tom de prata chamado Argent Atlantique que foi criado especificamente para ele, combinado com a parte inferior do carro em fibra de carbono na cor Bleu Royal Carbon. 

O visual é complementado pelo conjunto exclusivo de rodas com acabamento em um tom de Le Patron, além de detalhes em alumínio polido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No interior, combinam-se materiais de alta qualidade como alumínio, carbono e couro, assim como em todos os outros modelos Chiron, mas o Profilée é o primeiro Chiron equipado com acabamento em couro trançado. 

A Bugatti usou mais de 2.500 metros de tiras de couro para criar este acabamento exclusivo para o painel, painéis das portas e console central.

A cabine é equipada com um par de assentos confortáveis, revestidos em couro nas cores Gris Rafale e Deep Blue como padrão.

“Com o desejo do cliente em mente, incorporamos uma cauda elegante e fixa que é otimizada tanto aerodinâmica quanto termodinamicamente para o desempenho incomparável disponível para o proprietário do Chiron Profilée, ao mesmo tempo em que criamos uma elegante e atemporal em vez da asa traseira hidráulica do Chiron ou da asa fixa de um metro e oitenta de largura do Pur Sport”, Frank Heyl, vice-diretor de design da Bugatti Automobiles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Bugatti também fez mudanças nos sistemas de direção e suspensão e deu à transmissão automática de dupla embreagem e sete marchas relações de marcha 15% mais curtas.

O modelo vem equipado com um motor W16 turbo de 8 litros com 16 cilindros montado no meio com quatro turbocompressores e rende uma potência de 1.500 cv, que é cerca de 100 cavalos a menos do que versões como o Centodieci e o Super Sport 300+. 

A nova edição única do Profilée possui aceleração mais rápida da linha Chiron, vai de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos e de 0 a 200 km/h em 5,5 segundos. O que difere o novo Profilée do Pur Sport é sua velocidade máxima, que é de 380 km/h, cerca de 30 km/h a mais do que no Pur Sport.

O chassi foi ajustado, colocando sua configuração geral entre Sport e Pur Sport. As molas são 10% mais rígidas que no Sport e o eixo traseiro ganha 50% mais cambagem negativa. O objetivo é uma melhor aderência sem perda de conforto.

O Bugatti Chiron Profilée será o último Chiron com motor W-16 vendido pela marca, embora nenhuma estimativa de preço tenha sido divulgada ainda o modelo deverá ser vendido por muito mais do que um Chiron padrão.

 

 

 

 

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