Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Audi do Brasil anuncia pré-venda do novo esportivo 100% elétrico e-tron GT no país por R$ 699.990,00

A Audi do Brasil anuncia o início da pré-venda do e-tron GT no país neste mês de junho.

O esportivo elétrico chega para ampliar o portfólio de versões da família 100% elétrica da Audi.

Está disponível para encomendas na rede autorizada de concessionárias da marca no Brasil, com condição válida somente até o dia 17 de junho, pelo valor de R$ 699.990,00.

O novo veículo elétrico da marca também estará disponível no programa por assinatura Audi Luxury Signature com mensalidades a partir de R$ 15.999,00 no plano de 36 meses.

“O RS e-tron GT revolucionou o mercado de veículos elétricos ao reunir performance superesportiva, dinâmica de condução impecável e elevada eficiência elétrica com muito mais conforto que a concorrência. Após a excelente receptividade no mercado brasileiro, estamos ampliando o portfólio de versões com o novo e-tron GT, que agrega à da atual versão com um viés mais urbano, sem abrir mão da esportividade”, afirma Diego Borghi, Diretor de Vendas da Audi do Brasil.

 

 

 

 

 

 

Externamente, o modelo exibe o design consagrado que destaca a esportividade com proporções largas, silhueta plana, ampla distância entre eixos e centro de gravidade baixo.

Na dianteira, os faróis full LED Matrix separados pela grade frontal Singleframe exibem um visual harmônico e envolvente.

O novo e-tron GT tem como destaques no visual as rodas exclusivas de 20″ com detalhes em preto brilhante, frisos decorativos na cor preta e grade singleframe na cor Cinza Heckla.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por dentro, a cabine do Audi e-tron GT proporciona uma atmosfera de monoposto.

Tem posição baixa de assento, painel de instrumentos levemente apontado para o motorista e amplo console central.

Os materiais utilizados seguem conceitos sustentáveis: não utilizam couro e possuem alto porcentual de material reciclado feito de garrafas plásticas usadas ou fibras residuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os designers e engenheiros aerodinâmicos trabalharam em colaboração no projeto.

Assim, trouxeram ao modelo um coeficiente de arrasto de apenas 0,24, o qual permite alta eficiência e longo alcance.

A aerodinâmica é reforçada pelas entradas que direcionam o ar para freios e radiadores, suspensão adaptativa a ar e spoiler traseiro que se estende em vários estágios.

Por fim, as aberturas laterais no para-choque dianteiro criam uma cortina de ar em toda a lateral do veículo.

O esportivo elétrico possui um propulsor elétrico com potência de 476 cv (até 530 cv no modo overboost) e torque de 640 Nm.

Juntos, atuam em sintonia com a tração integral quattro, proporcionando uma dinâmica de condução incomparável.

O desempenho é altamente esportivo com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em apenas 4,1 segundos.

Já a velocidade máxima é de 245 km/h.

 

 

 

 

 

 

As baterias de alta tensão situadas sob o assoalho da cabine têm capacidade de carga de 93 kWh (capacidade de carga AC de 22 kW).

Proporcionam uma autonomia de 458 a 501 quilômetros, pelo ciclo WLTP ou 308 quilômetros, pela medição do Inmetro.

A bateria de alta tensão integra 33 módulos, cada um deles compreendendo 12 células com revestimento externo flexível.

As conexões, fusíveis e a principal unidade de controle estão localizados embaixo do console central.

A tensão de 800 Volts do sistema permite alta potência contínua e abrevia o tempo de recarga.

Além disso, reduz o peso e espaço necessário para a fiação.

As entradas de recarga do gran turismo estão localizadas acima das rodas dianteiras.

Os dois lados apresentam conexões para corrente alternada (AC) e também existe uma conexão para corrente direta (DC) do lado direito.

O e-tron GT pode carregar com 22 kW AC como padrão, o que permite que ele recarregue uma bateria por completo durante a noite.

Em um terminal DC com potência adequada, o gran turismo elétrico atinge um pico de capacidade de carga de até 270 kW.

Isto permite que ele recarregue até 100 km em pouco mais de cinco minutos.

A carga até 80% demora menos de 22,5 minutos em condições ideais.

 

 

 

 

 

 

O modelo possui uma gama extensa de equipamentos de série.

Entre os itens de segurança estão faróis Matrix LED com setas dinâmicas, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e monitor de ponto cego (Lane Change assistant).

Conta ainda com aviso de mudança de faixa (Lane Keeping Assist – LKAS, com emergency assist) e câmera 360° com Sistema Parking Assist.

Já entre os equipamentos de tecnologia e conectividade, destaque para o Audi Phone box, sistema de som Bang & Olufsen 3D 710W.

O volante de três raios multifuncional com base reta e regulagem elétrica.

O conforto e comodidade são garantidos pelo teto panorâmico em vidro, que confere iluminação natural ao interior do veículos.

Além de bancos esportivos plus com revestimento em couro Dinâmica.

 

 

 

 

 

 

O modelo oferece como opcional as rodas de 20″ com design “Aero” (R$ 5.000,00), Head-up display (R$ 16.000,00) e o Pacote Black Plus (R$ 15.000,00).

O Pacote Black Plus acrescenta frisos externos em preto brilhante, Audi rings na cor preta, logotipos na cor preta, capa dos retrovisores na cor preta e grade Singleframe na cor do veículo.

O modelo é fabricado na linha de Böllinger Höfe, localizada na planta de Neckarsulm, Alemanha, produção 100% neutra em carbono.

Ao lado do RS e-tron GT quattro, é o primeiro modelo totalmente elétrico fabricado em solo alemão, os Audi e-tron, e-tron Sportack e e-tron S Sportback são fabricados em Bruxelas, na Bélgica.

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Audi do Brasil apresenta lançamentos e oferece testes em pista na 2ª edição do Catarina Aviation Show

A Audi do Brasil anuncia a sua participação na segunda edição do Catarina Aviation Show, evento que ocorre entre os dias 1 e 3 de junho.

O evento reúne lançamentos do mercado de aviação, exposição de supercarros, experiências de pilotagem em pista, gastronomia do Grupo Fasano e ativações de marcas do segmento de alto luxo.

“Nós tivemos uma experiência inesquecível na primeira edição do evento. Houve uma sinergia incrível com os nossos clientes, que puderam conhecer de perto os últimos lançamentos da marca e desfrutar de test-drives exclusivos, acompanhados de pilotos profissionais em um ambiente de pista seguro e controlado. Estamos orgulhosos em apoiar desde o início este evento que, já nesta segunda edição, está consolidado como um dos principais eventos de alto luxo do país, reunindo negócios, gastronomia e experiências”, afirma Cláudio Rawicz, Diretor de Comunicação e Marketing na Audi do Brasil.

Na edição deste ano, a Audi do Brasil irá disponibilizar ao público três veículos para test-drive: o superesportivo elétrico Audi RS e-tron GT, a stationwagon Audi RS 6 Avant e o novíssimo Audi RS 5 Competition Plus Track.

Também haverá unidades desses modelos também em exposição.

Estarão disponíveis ainda shuttle de clientes para os clientes que visitarem o evento de helicóptero, com o Audi Q5 TFSIe (híbrido plug-in). 

Além dos test-drives, a marca das quatro argolas oferecerá em seu estande uma exposição especial da Audi Collection, a grife de roupas e acessórios da montadora.

Com itens das novas coleções, entre eles roupas, acessórios, mochilas, bonés, guarda-chuvas e chaveiros, entre outros produtos para todas as idades.

A Audi terá à disposição do público o Audi Exclusive, o seu programa de personalização de veículos, que permite aos clientes customizar os modelos da linha esportiva RS.

A customização inclui tonalidades exclusivas na carroceria e no interior, oferecendo até 1 quintilhão de possibilidades de combinações conforme suas preferências e necessidades.

Os atendimentos são realizados de forma exclusiva e personalizada com especialistas de produto da Audi do Brasil. 

A Audi do Brasil participou da primeira edição do evento, em 2022, com a presença de concessionários e exposição de dois veículos, RS e-tron GT e Q3 Sportback.

Mais de 300 clientes foram atraídos ao estande da marca, que realizou 171 test-drives dos modelos RS e-tron GT, Q3 Sportback, RS 5, RS 6 Avant, e-tron Sportback e e-tron S Sportback.

Foto: Amaro Aviation

Audi RS e-tron GT

O Audi RS e-tron GT é o primeiro esportivo 100% elétrico da Audi, oferecendo desempenho dinâmico e altamente esportivo.

Ele  precisa de somente 3,3 segundos para acelerar de zero a 100 km/h, com  velocidade máxima de 250 km/h.

O motor elétrico no eixo dianteiro também libera 175 kW, enquanto o motor na traseira libera 335 kW.

A potência total é 440 kW e o torque total é 830 Nm. No modo boost, a potência aumenta brevemente para 475 kW ou 646 cv.

Lançado em maio de 2021, o modelo teve todas as unidades disponibilizadas vendidas em menos de 24 horas de pré-venda.

Audi RS 5 Competition Plus Track

O novo RS 5 Competition Plus Track desembarcou no Brasil em março deste ano ainda mais potente, tecnológico e eficiente.

A nova linha esportiva é equipada com o propulsor 2.9 V6 Biturbo, que recebeu nova calibração e oferece 450 cv de potência entre 5.700 rpm e 6.700 rpm, e 600 Nm de torque de 1.900 rpm a 5.000 rpm.

Ele atua em conjunto com a transmissão Tiptronic de oito velocidade, que também recebeu nova calibração para oferecer trocas ainda mais ágeis e precisas.

Com isso, a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,8 segundos e a velocidade máxima aumentou para 290 km/h.

Audi RS 6 Avant

O RS 6 Avant é equipado com propulsor 4.0 V8 biturbo, de 600 cv de potência e 800 Nm de torque, acoplado à transmissão automática de oito velocidades.

O conjunto garante um desempenho formidável: a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,6 segundos, enquanto a aceleração de 0 a 200 km/h é feita em 12 segundos.

Além disso, a motorização ganhou, pela primeira vez, um sistema híbrido leve de 48 volts, melhorando ainda mais a sua eficiência.

A velocidade máxima é de 280 km/h.

O desempenho em retas e curvas também estabelece um novo parâmetro.

Enquanto a nova tração integral melhora a estabilidade em altas velocidades, quando as rodas traseiras giram na mesma direção que as rodas dianteiras.

Ao manobrar em baixas velocidades, elas giram no sentido oposto às rodas dianteiras para reduzir o raio de giro e facilitar o estacionamento.

Audi Q5 TFSI e

Moderno e eficiente, o novo Audi Q5 TFSIe iniciou as vendas no Brasil em julho de 2022 como o primeiro veículo híbrido da marca no mundo.

O modelo é equipado com motor 2.0 TFSI à combustão de 252 cv de potência e 370 Nm de torque.

Atuando em conjunto com um propulsor elétrico síncrono de imãs permanentes (PSM), com 105 kW (143 cv) de potência máxima e até 350Nm de torque máximo já disponível em baixas rotações.

O conjunto é acoplado à transmissão S tronic de sete velocidades com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em apenas 5,3 segundos.

A velocidade máxima (limitada eletronicamente) é de 210 km/h.

Com a potência combinada, o Audi Q5 TFSIe quattro desenvolve 367 cv e 500 Nm de torque.

A autonomia puramente elétrica atinge 62 km/h.

Catarina Aviation Show 2023

Data: 01 a 03 de junho

Horário: 9h às 19h

Endereço: Rodovia Castello Branco, km 62 – São Roque / SP

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Audi do Brasil lança série especial A5 carbon edition no país

A Audi do Brasil anuncia o lançamento do A5 2.0 Sportback carbon edition.

Trata-se de uma série especial desenvolvida para o mercado brasileiro e limitada a somente 50 unidades.

Os modelos estarão disponíveis a partir desde mês, por R$ 397.990, na rede de concessionárias autorizadas da marca em todo Brasil.

“A edição limitada A5 carbon edition reflete o posicionamento da marca no mercado brasileiro dentro da estratégia global da Audi AG. Estamos consolidados como uma das fabricantes premium mais desejadas do país e queremos oferecer produtos cada vez mais exclusivos. É o caso do carbon edition, desenvolvido especialmente para atender às demandas e preferências do consumidor local”, resume Diego Borghi, Diretor de Vendas da Audi do Brasil.

A edição especial é desenvolvida com um design exclusivo que confere ao modelo ainda mais esportividade.

O modelo vem com spoiler traseiro e as capas dos retrovisores externos compostos em fibra de carbono, material altamente resistente, leve e tecnológico.

O visual traz ainda um adesivo com o logotipo das quatro argolas na parte inferior da porta traseira e a tonalidade preto brilhante aplicada no logotipo da marca, em elementos da cabine e na moldura da grade hexagonal dianteira.

As novas rodas Audi Sport de 19 polegadas com pinças de freio vermelhas completam o visual arrebatador.

No interior, o veículo recebe ainda um badge exclusivo com o nome e o número da edição, aplicado no console.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O modelo é equipado com o propulsor 2.0 Turbo FSI, que desenvolve 204 cavalos de potência entre 4.475 rpm e 6.000 rpm e 320 Nm de torque entre 1.450 e 4.475.

O conjunto mecânico é auxiliado pela transmissão S tronic de sete velocidades que garante um desempenho esportivo.

A aceleração é de 0 a 100km/h em apenas 7,2 segundos e a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 210 km/h.

 

 

 

 

 

 

Entre os equipamentos de série do Audi A5 carbon edition estão ar-condicionado automático de três zonas, faróis LED Matrix, controle de Cruzeiro Adaptativo e sistema de aviso de saída de faixa (Lane Departure Warning).

Além disso, estão presentes como itens de série bancos em couro napa fina com logotipo S estampado, logotipo S no volante e pedaleiras esportivas em aço inoxidável.

Conta ainda com acabamento interno central da cabine em preto brilhante e teto moldado em tecido na cor preta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A edição especial oferece ainda espelhos retrovisores externos rebatíveis (exclusivos desta versão).

O único opcional é o sistema de Sistema de som premium Bang & Olufsen 3D.

As cores externas disponíveis, sem custo adicional, são: Azul Navarra, Branco Geleira, Branco Íbis, Cinza Daytona, Preto Mito, Verde District, Vermelho Tango e Azul Ascari.

Na cabine, as opções de tonalidade para revestimento dos bancos e portas são Cinza e Preto.

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Audi TT celebra 25 anos como ícone de design atemporal

Vinte e cinco anos, três gerações: a marca das quatro argolas estabeleceu uma nova referência na história do design com o Audi TT.

Desde o seu lançamento e produção em série em 1998, o esportivo conquistou fãs em todo o mundo.

Tudo isso, graças à diversão proporcionada ao volante e ao seu estilo único inspirado na escola Bauhaus, que mistura linhas marcantes e  geométricas com foco na funcionalidade.

Não por acaso, o modelo ganhou inúmeros prêmios nos anos seguintes, entre eles o de melhor carro de 1999 pela “Auto Europe”.

Foi em meados da década de 1990 que o modelo de alto luxo Audi A8 elevou o patamar da Audi e gradualmente provocou a renomeação do portfólio de veículos: o Audi 80 tornou-se o Audi A4, e o Audi 100 foi chamado de Audi A6.

Introduzido em 1994, o Audi A4 foi o primeiro modelo a incorporar a nova linguagem de design da Audi.

Em seguida veio o compacto premium Audi A3, lançado em 1996, e a segunda geração do Audi A6, lançada em 1997.

Ao atribuir significado à marca por meio de um design novo e progressivo, o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou um carro esportivo purista nomeado como Audi TT Coupé.

A Audi apresentou o projeto para um público entusiasta no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995.

O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos.

O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.

 

 

 

 

 

Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. 

“Para nós, o maior elogio foi quando a imprensa especializada notou que havia muitas mudanças do projeto para o modelo de série, embora tenha sido necessário, é claro, adaptar muitos detalhes devido às especificações técnicas da versão de série, incluindo as proporções”, lembra Torsten Wenzel, o designer de exteriores da Audi.

O mais notável foi a integração de uma janela lateral traseira, que alongou o perfil do carro e aumentou a dinâmica do esportivo.

Para Wenzel, o Audi TT continua sendo “uma escultura em movimento, com superfícies e linhas da mais alta qualidade”.

A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpa,  sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante.

Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo, ou “a forma gráfica perfeita”, como Wenzel o descreve.

Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.

Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster.

Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV.

Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final.

Esse método de produção entre Ingolstadt e Győr foi único na indústria automotiva da época.

A Audi Hungria, uma subsidiária integral da AUDI AG, também comemora seu 30º aniversário em 2023.

Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998 em cooperação com a fábrica de Ingolstadt.

Em 2013, a empresa evoluiu para uma fábrica automotiva completa. Desde a sua fundação, a Audi Hugaria construiu mais de 43 milhões de motores e quase dois milhões de veículos.

A gama de motores da primeira geração do Audi TT era ampla e naturalmente esportiva.

O TT de primeira geração, por exemplo, veio com motores turbo de quatro cilindros com potência de 150 a 225 cv e uma unidade V6 com 250 cv.

Um destaque da gama de motores foi o quatro cilindros do Audi TT quattro Sport, que foi aumentado para 240 cv e teve 1.168 unidades entregues.

Os clientes de TT de primeira geração tinham muitas opções quando se tratava de selecionar equipamentos especiais.

Além de cores exclusivas como Laranja Papaya ou Azul Nogaro, os clientes poderiam equipar o TT com acessórios especiais instalados de fábrica.

Por exemplo, o design de “luva de beisebol” para os assentos de couro no Audi TT Roadster, originalmente um atrativo no show car, passou para a produção em série.

Ao longo de oito anos de produção, um total de 178.765 Audi TT Coupés de primeira geração tinham saído da linha de produção até meados de 2006.

Exatamente 90.733 Audi TT Roadsters foram construídos entre 1999 e 2006.

Nas duas gerações seguintes, os designers mantiveram a “redução ao essencial” como princípio de design dominante, o que se evidencia, por exemplo, no design minimalista do exterior e no interior elegante e orientado para o condutor.

A forma arredondada e o motivo circular permaneceram típicos do portfólio TT e foram elementos unificadores no design externo e interno.

Por exemplo, na tampa do tanque de combustível de alumínio, nas saídas de ar arredondadas, no arremate do câmbio e na manopla de câmbio diferenciada.

A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3.

Amortecedores adaptativos com condução magnética Audi foram usados pela primeira vez.

Disponível como opcional, esta tecnologia adapta continuamente os amortecedores ao perfil da estrada e ao estilo individual do condutor.

Em 2008, o modelo esportivo TTS foi lançado com um motor turbo de 2 litros e 272 cv, seguido um ano depois pelo TT RS com um motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros com 340 cv e 360 cv no Audi TT RS plus.

Em 2008, a marca das quatro argolas lançou o TT 2.0 TDI quattro, o primeiro carro esportivo de produção do mundo com motor a diesel.

A terceira geração do Audi TT foi lançada em 2014, e mais uma vez a Audi usou a nova geração para reduzir seu peso.

O TT Coupé: com motor 2.0 TFSI e transmissão manual, pesava apenas 1.230 quilos, até 50 quilos mais leve do que antes.

Para os novos TT e TT RS, os designers reinterpretaram as linhas inconfundíveis do TT original de 1998 para a era moderna.

Eles as enriqueceram com inúmeras facetas dinâmicas, enquanto a tampa redonda do tanque de combustível com as típicas letras TT permaneceu fiel ao longo das gerações.

Muitos detalhes também lembram deliberadamente o clássico design de primeira geração.

Em termos técnicos, o TT de terceira geração ofereceu várias inovações.

O modelo marcou a estreia do cockpit virtual Audi, um painel de instrumentos totalmente digital com telas altamente detalhadas e versáteis que substituiu os instrumentos analógicos e o monitor MMI.

Em 2016, uma nova era para a tecnologia de iluminação automotiva começou no Audi TT RS, quando a Audi usou LEDs orgânicos, conhecidos como tecnologia OLED, pela primeira vez.

O modelo de topo foi inicialmente o Audi TTS, com motor turbo de 2 litros e 310 cv; seguido em 2016 pelo TT RS, com motor turbo de cinco cilindros e 2,5 litros, uma das unidades mais emocionantes que a marca tem a oferecer.

Com seus 400 cavalos, o propulsor ostentava um ruído esportivo e, ainda por cima, foi eleito “Motor Internacional do Ano” nove vezes consecutivas.

 

 

 

 

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Audi apresenta os novos RS6 Avant e RS7 Sportback Performance com mais potência e desempenho

A Audi apresenta as novas edições do RS6 Avant 2024 e RS7 Sportback Performance 2024, que receberam um novo acabamento “Performance”, trazendo uma grande dose de potência extra, alguns ajustes de direção, mais equipamentos e design aprimorado.

A proposta da marca é fornecer um veículo bom o suficiente para uma família e poderoso o suficiente para agradar ao motorista.

Audi RS6 Avant Performance 2023

Audi RS7 Sportback Performance 2023

 

 

 

 

 

 

A modificação mais significativa está sob o capô, onde o motor V8 4.0 TFSi biturbo recebeu uma atualização de potência, que inclui turbos maiores que foram ajustados para maior pressão de turbo, resultando em 630 cv de potência e 86,68 kgfm de torque, o que representa um aumento de 30 cv em relação aos modelos padrão.

Atinge de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, reduzindo o tempo de aceleração em 0,2 segundos. Mesmo com o aumento de potência, mantêm a transmissão automática Tiptronic padrão de oito marchas dos modelos regulares, a versão da Audi do ZF 8HP.

A caixa de câmbio possui uma programação diferente que permite subir ou descer marchas mais rapidamente, melhorando não apenas o tempo de reação, mas também as sensações ao volante, algo que atingiu limites de desempenho inexploráveis ​​na maioria das situações.

Os modelos de desempenho também recebem uma nova versão de seu diferencial central “autotravante”, que a Audi diz ser mais leve, mais compacto e fornece “curvas visivelmente mais precisas”.

A divisão do torque ainda é 40:60 frente:traseira em direção normal, mas até 85% da potência do carro pode ir para as rodas traseiras se for detectado deslizamento.

O pacote RS Dynamic, que inclui direção nas quatro rodas, um diferencial esportivo Quattro no eixo traseiro e uma velocidade máxima de 280 km/h, vem de fábrica. Também está disponível o pacote RS Dynamic Plus que aumenta o limitador de velocidade para 305 km/h e inclui freios de carbono-cerâmica 34 kg mais leves que os tradicionais.

 

 

 

 

 

Outra melhoria realizada para reduzir o peso dos modelos, foi o isolamento acústico reduzido entre o motor e o interior, bem como um escapamento esportivo mais leve para economizar 8 kg.

Além disso, como opcional, os clientes podem optar pelas exclusivas rodas de liga leve de 22″, com pneus 285/30 Continental SportContact 7, em forma de Y, que são 5kg mais leves que as dos carros padrão e também permitem um melhor resfriamento dos freios.

De série recebem rodas de alumínio exclusivas de 21″ com pneus 273/35 padrão. E as pinças de freio podem ser nas cores vermelho, azul ou cinza.

 

 

 

 

 

Quanto ao visual, os novos RS 6 Avant e RS 7 Sportback Performance possuem elementos diferenciadores no exterior, como a caixa externa dos espelhos, o spoiler e defletores na área frontal, as barras de teto, difusor traseiro, soleiras laterais, entre outros elementos, pintados em cinza fosco. 

Como opcionais, é possível ter as barras do teto, frisos das portas e emblemas na cor preta, além de novos acabamentos em azul para o interior.

As duas versões estão disponíveis em duas cores: Ascari Blue, em acabamento fosco ou metálico e a Dew Silver em acabamento fosco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior é moderno, confortável e luxuoso. Os bancos são revestidos em couro Valcona perfurado com costura contrastante azul Mercato, que também está presente no volante, tapetes, lateral do console central e no seletor de marchas. O logotipo “RS” são costurados nas costas dos bancos e tapetes. 

O console central e a alavanca de câmbio é revestido em microfibra Dinamica, feito com 45% de fibras de garrafas PET recicladas e o volante é revestido por Alcantara.

Os cintos de segurança também são exclusivos do RS Performance em sua coloração Ocean Blue e ao abrir as portas dianteiras, um logotipo “RS Performance”  de LED é projetado no chão.

Conta ainda com um painel de instrumentos digital de 12,3”, que cria a experiência do cockpit virtual da Audi e usa uma luz de mudança inspirada no automobilismo que muda de verde para amarelo e para vermelho quando a transmissão está no modo manual para indicar os tempos ideais de mudança. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os novos Audi RS6 Avant e Audi RS7 Sportback Performance estarão à venda a partir de 8 de dezembro na Europa por 135.000 euros, o que equivale a aproximadamente R$ 730.000.

As primeiras entregas estão previstas para abril de 2023, mas não há informações se os modelos serão disponibilizados para o mercado brasileiro.

 

 

 

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Audi lança edição especial do RS Q3 em comemoração aos 10 anos de lançamento

A Audi comemora o décimo aniversário do Audi RS Q3 com a edição especial RS Q3 Edition 10 Years. O modelo, que desde o seu lançamento em 2013, tornou-se um modelo icônico para a Audi, contará com fabricação limitada a 555 unidades em todo o mundo.

Esta versão especial estará disponível para o RS Q3 e RS Q3 Sportback e contará com detalhes exclusivos tanto no interior como no exterior, incluindo a nova pintura da carroceria e as novas rodas de liga leve.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A edição de aniversário estará disponível em duas cores expressivas: efeito fosco Dew Silver ou metálico Chronos Gray. Este último destina-se exclusivamente à edição especial, enquanto o prata fosco foi adicionado à paleta de cores do Audi RS Q3 pela primeira vez este ano.

Também exclusivas da edição são as rodas de liga leve pretas de 21 polegadas com design de raios duplos e pneus de formato 225/35. 

O sistema de freios de alto desempenho de 19 polegadas com discos de freio cerâmicos reforçados com fibra de carbono está disponível como uma opção da variante mais esportiva.

Peças complementares e detalhes em acabamento preto ou preto brilhante acentuam a aparência exclusiva da edição do 10º aniversário. Como, por exemplo, os faróis Matrix LED escurecidos com piscas dinâmicos, bem como as caixas dos retrovisores exteriores.

Os retrovisores, base das portas, friso dos vidros e para-choques dianteiro e traseiro, também estão disponíveis em preto brilhante. O visual esportivo é complementado com os quatro anéis na grade dianteira e na traseira e a inscrição do modelo em preto brilhante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior também recebeu alterações e agora ostenta os novos bancos RS, com destaque especial para o acabamento traseiro em carbono fosco nos encostos dos bancos, que é usado pela primeira vez no RS Q3.

Os bancos tipo concha são estofados em uma combinação de couro Dinamica em preto e preto azeviche, uma nova mistura que se destaca por ser especialmente esportiva e elegante.

O material Dinamica é uma microfibra composta por cerca de 45% de fibras PET recicladas e também é usado no forro de algumas áreas do painel. 

A costura cor de cobre, aplicada nos bancos, no apoio de braço central e das portas e no volante, cria um contraste especial. Bem como nos tapetes pretos que tem a inscrição RS Q3 bordada em cobre brilhante.  

Conta ainda com uma tela MMI sensível ao toque de 10,1″ que identifica a versão, por exemplo, “1 de 555”. Já as soleiras das portas iluminadas projetam um diamante 3D vermelho no chão quando as portas são abertas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A edição especial vem equipada com motor 2.5 TFSI de cinco cilindros, com potência de 400 cv e 48,9 kgfm de torque e agora possui cerca de 17% mais potência do que na geração anterior do RS Q3.

A transmissão é S tronic de sete velocidades e a tração é integral permanente Quattro.

O RS Q3 e o RS Q3 Sportback atingem 100 km/h em apenas 4,5 segundos. Sua velocidade máxima é limitada a 250 km/h, mas para esta versão, o limite foi aumentado para 280 km/h.

 

 

 

 

 

O Audi RS Q3 Edition 10 Years será lançado globalmente mas não há informações sobre a chegada do modelo ao Brasil.

O mercado alemão será o primeiro a receber algumas das 555 unidades, já no final do mês e será seguido pelos demais países.

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Audi anuncia entrada na Fórmula 1 a partir de 2026

A Audi anunciou oficialmente que entrará na Fórmula 1 como fabricante de unidades de potência a partir de 2026. A confirmação aconteceu na última sexta-feira (26), antes do GP da Bélgica deste fim de semana.

Os fatores determinantes para essa entrada ocorreram após a publicação do novo ciclo de regulamentos técnicos das unidades de potência aprovada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), do aumento da potência elétrica e do processo para desenvolver combustíveis 100% sustentáveis pela F1 que a Audi deseja apoiar.

“Em vista dos grandes saltos tecnológicos que a competição está dando em direção à sustentabilidade em 2026, podemos falar de uma nova Fórmula 1. A Fórmula 1 está se transformando e a Audi quer ativamente apoiar esta jornada. Uma estreita ligação entre o nosso projeto de Fórmula 1 e o departamento de Desenvolvimento Técnico da Audi AG permitirá diversas sinergias”, afirma Oliver Hoffmann, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da montadora.

 

A partir de 2026, as unidades de potência de um carro de Fórmula 1 incluirão um motor elétrico, bateria, eletrônica de controle e um motor de combustão (funcionando com combustível sustentável). 

A marca sugere que a unidade de acionamento elétrico pode ser quase tão potente quanto o motor de 1,6 litro de 400 kW encontrado em um carro de F1 hoje.

A fabricação das unidades de potência serão realizadas no Centro de Competência Motorsport de última geração da Audi Sport em Neuburg an der Donau, porém o fabricante com o qual eles se unirão para a tecnologia ainda não foi revelado. Em comunicado de impressa foi informado que a decisão deverá ser anunciada até o final do ano.

“Para o desenvolvimento e fabricação do trem de força da Fórmula 1, vamos nos basear na valiosa experiência de nossos funcionários do automobilismo, continuar investindo em nosso centro de automobilismo e também recrutar profissionais altamente especializados”, disse o diretor administrativo da Audi Sport, Julius Seebach.

 

O carro conceito apresentado pela marca trouxe um visual simular aos carros atuais da F1. As rodas são completamente fechadas, com os aerofólios e carenagens usados para reduzir o atrito do vento nos pneus dianteiros. 

A participação da Audi na Fórmula 1 também trará mudanças relacionadas ao gerenciamento desse projeto, pois a partir de 1º de setembro Julius Seebach, diretor administrativo da Audi Sport GmbH, ingressará na AUDI AG.

Seebach assumirá uma nova área de negócios estratégicos em Desenvolvimento Técnico, reportando-se diretamente ao Conselho Executivo. Sua função atual será assumida por Rolf Michl, atual Chefe de Vendas/Marketing da Audi Sport GmbH.

De acordo com Markus Duesmann, Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG, a Audi fará um investimento maior na F1 do que em qualquer outra série de automobilismo porque eles planejam estar na F1 a longo prazo.

Ao que tudo indica, a Porsche, que também faz parte do Grupo Volkswagen, parece pronta para ingressar no campeonato como fornecedora de unidades de potência. Embora um acordo ainda não tenha sido finalizado, está fortemente ligada a uma parceria com a Red Bull.

Apesar de no momento nenhum outro fabricante estar fazendo uma entrada iminente na Fórmula 1, espera-se que os novos regulamentos, juntamente com o compromisso da Audi e, portanto, a crença nas novas regras, possa levar a mais adesões no futuro.

 

 

 

 

 

 

 

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Audi inicia pré-venda do Q5 TFSIe híbrido plug-in por R$ 413.990

Assim como outras marcas automotivas, a Audi também está comprometida com o projeto de eletrificação de seus automóveis e com isso traz para o Brasil o Q5 TFSIe, seu primeiro modelo com tecnologia híbrida plug-in.

O veículo que é produzido na fábrica de San José Chiapa, no México, estará disponível nas carrocerias SUV e Sportback, versões Performance e Performance Black, com preços a partir de R$ 413.990, na venda direta para um lote inicial de 300 unidades.

“Estamos comprometidos com a nossa agenda ambiental e acreditamos que a mobilidade sustentável seja um caminho para reduzir impactos no meio ambiente e construir uma sociedade mais equilibrada e saudável. Nesse sentido, usamos toda a nossa expertise na venda de veículos 100% elétricos no Brasil para trazer os novos Audi Q5 TFSIe quattro, um utilitário de luxo com motorização híbrida para atender aos consumidores que preferem realizar uma transição gradual dos modelos à combustão para os totalmente elétricos”, afirma Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

 

O modelo vem equipado com a terceira geração do motor 2.0 TFSI EA888 a gasolina, que entrega potência de 252 cv e 37,7 kgfm de torque, combinado com um propulsor elétrico de 105 kW (143 cv) e 35,7 kgfm de torque. A potência combinada é de 367 cv e torque de 50,9 kgfm. 

A transmissão é automática S tronic de sete marchas, fazendo de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos, com velocidade máxima de 210 km/h. Quando conduzido no modo puramente elétrico a velocidade máxima alcançada é de 135 km/h.

Possui também bateria em íon-lítio de alta tensão, composta por 104 células prismáticas, que está localizada abaixo do piso do porta-malas, que tem capacidade de armazenamento de energia de 17,9 kWh com uma tensão de 381 volts e garantia de oito anos ou 160 mil quilômetros.

No modo puramente elétrico oferece autonomia entre 56 e 62 km, no ciclo WLTP. Acompanha de série um sistema de carregamento compacto para garagem, podendo ser recarregado também em tomadas domésticas ou em tomadas industriais.

Além disso, o TFSIe oferece quatro modos de operação que o motorista pode escolher de acordo com a condição de tráfego. São eles: Híbrido, EV (puramente elétrico), Hold, onde a capacidade da bateria é mantida no estágio atual e Charge, o sistema de gerenciamento de acionamento aumenta a quantidade de energia na bateria com o auxílio do motor à combustão.

O modo elétrico é ativado automaticamente quando acionado o sistema de navegação por satélite, nessa condução, a carga da bateria é distribuída de modo a consumir o mínimo de energia.

Já o modo híbrido é acionado de acordo com vários dados como limites de velocidade, tipos de estradas, distância total até o destino, entre outros.

Quanto ao design, o Audi Q5 TFSIe apresenta linhas dinâmicas e visual esportivo. A dianteira tem um conjunto óptico Full LED Matrix separado pela grade frontal Singleframe octogonal.

A traseira traz lanternas com elementos luminosos OLED tridimensionais e saídas de escape trapezoidais. Além de rodas diamantadas de 20″,  jogo de pedaleiras e descansa pé em aço escovado e retrovisores em carbono.  

Por dentro, oferece revestimento com materiais nobres e sofisticados, os assentos tem posição elevada favorecendo visão panorâmica e o ângulo do encosto pode ser ajustado, com ar-condicionado automático de três zonas.

Destaque para o sistema de entretenimento MMI touch, com tela sensível ao toque, com conexão Android Auto e Apple Carplay e  painel de instrumentos digital Audi Virtual Cockpit, com resolução full HD de 12,3″.

O modelo oferece ainda diversos recursos e equipamentos, como o sistema assistente de eficiência preditiva, que ajusta o comportamento de recuperação por inércia usando informações que constam no banco de dados de navegação e o controle de cruzeiro adaptativo.

Estes possuem integração com o Audi Virtual Cockpit, que exibe informações relativas aos cruzamentos, curvas, rotatórias, saídas de rodovia e tráfego à frente.

A Audi também comercializará a versão à combustão, que conta com motor 2.0 TFSI com 265 cv de potência e 37,7 kgfm de torque. A transmissão é a S-tronic de dupla-embreagem e 7 velocidades, com tração quatto com tecnologia ultra e aceleração de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos.

 

Versões e Preços do Audi Q5 TFSIe:
  • Audi Q5 2.0 TFSI Performance: R$ 344.990
  • Audi Q5 2.0 TFSIe Performance (PHEV): R$ 413.990
  • Audi Q5 2.0 TFSIe Performance Black (PHEV): R$ 439.990
  • Audi Q5 2.0 TFSIe Sportback Performance (PHEV): R$ 443.990
  • Audi Q5 2.0 TFSIe Sportback Performance (PHEV): R$ 469.990

 

 

 

 

 

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Audi Q3 Sportback chega ao Brasil a partir de R$ 315.990 valor mais barato do que na pré-venda

A pré-venda do Audi Q3 Sportback no Brasil iniciou em fevereiro de 2022 mas só agora aconteceu a chegada oficial no país e a novidade é que vem com preços mais baixos devido ao IPI reduzido.

Será oferecido em duas versões: Performance no valor de R$ 315.990 e Performance Black por R$ 339.990, os mesmos eram oferecidos anteriormente por R$ 322.990 e R$ 347.990, respectivamente.

A produção nacional começará a partir de julho na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR), então as primeiras unidades serão importadas da fábrica de Györ, na Hungria, onde é produzido atualmente. 

“Nós acreditamos no potencial do mercado brasileiro e estamos muito orgulhosos em retomar a produção em São José dos Pinhais (PR) em breve com este belo carro. O Audi Q3 é uma referência no segmento e best-seller global da marca. Ano passado foi o segundo mais vendido, com quase 260 mil unidades comercializadas em todo o mundo”, disse Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

 

Toda a gama apresenta a mesma mecânica, equipados com o motor 2.0 litros TFSi turbo com injeção direta de gasolina, com 231 cv de potência e 34,7 kgfm de torque.

A transmissão é automática de seis marchas e a tração é integral quattro. Faz de 0 a 100 km/h em 7 segundos e tem velocidade máxima de 240 km/h.  

Quanto ao visual apresenta algumas melhorias mas mantém o novo padrão visual da marca com grade dianteira ampla, capô com vincos e faróis angulares.

Na traseira os faróis se sobrepõem a tampa do porta-malas. As rodas são de liga leve de 19” e com desenho exclusivo e teto solar panorâmico.

A lista de equipamentos é bem completa com painel de instrumentos digital de 10,25″ e central multimídia MMI de 8,8″ polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay e quatro saídas USB.

Tem também ar-condicionado digital de duas zonas, pacote de iluminação ambiente, partida por botão, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free, chave presencial e retrovisores elétricos.

A versão topo de linha, Performance Black, além de tudo isso oferece também bancos de couro com microfibra e volante com base plana, além dos opcionais piloto automático adaptativo, alerta de saída de faixa e sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falante e subwoofer e 680W de potência.

Versões e Preços do Audi Q3 e Q3 Sportback:

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI: R$ 273.990
Q3 Performance quattro 2.0 TFSI: R$ 290.990
Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI: R$ 315.990
Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI: R$ 315.990
Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI: R$ 339.990

 

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