Virtus Cabrio: carro-conceito feito pela VW do Brasil

O Virtus carrega em sua essência a função de ser um carro espaçoso, luxuoso e confortável.

Por essas características tão marcantes, o três-volumes foi o escolhido para um projeto especial da Volkswagen, que o transformou em um veículo exclusivo para a visita presidencial na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo.

O modelo foi usado na ocasião do anúncio sobre o novo ciclo de investimentos da marca no Brasil.

 

 

 

 

 

 

Trata-se de uma unidade que mescla atributos das versões Highline e Exclusive.

Um carro com exterior pintado na cor Azul Biscay, rodas 18 polegadas com acabamento escurecido, interior com bancos, painel e apliques de porta em preto e motor 250 TSI atrelado ao câmbio automático de seis marchas.

Cerca de trinta profissionais da área de Desenvolvimento do Produto, com suporte da área de Qualidade, tiveram seis semanas para a entrega do veículo. O tempo, aliás, foi um dos principais desafios do time.

“Tínhamos de proporcionar um bom espaço traseiro para os ocupantes, garantindo segurança e conforto para o propósito de uso do veículo. Também foi preciso garantir resistência e rigidez estrutural suficientemente boas. Tudo num período extremamente curto”, detalha Antonio Carnielli Jr., Diretor de Desenvolvimento Técnico da VW.

Para a criação do carro-conceito foi feita a remoção do conjunto do teto.

A partir daí, com a ausência das continuações das colunas B e C, foi preciso reforçar outros pontos do veículo, no sentido de alcançar uma boa rigidez.

Já para proporcionar um espaço mais amplo entre os bancos dianteiro e traseiro, o assoalho foi alongado promovendo modificações inclusive no tamanho do tanque de combustível alojado na parte inferior do assoalho.

Além disso, o banco traseiro também sofreu modificações com um design exclusivo para este modelo especial. “A cada etapa de construção do veículo crescia o entusiasmo do time em ver a obra de arte concluída“, relembra Carnielli.

Foram desenvolvidas novas peças de acabamento externo, como partes de fechamento das colunas e portas, bancos e tanque de combustível.

Também foi acrescentada uma barra transversal na região da coluna B, para que os ocupantes traseiros, quando de pé, tivessem apoio e segurança.

Por fim, foram modificados alguns sistemas eletrônicos de gerenciamento do veículo.

Conceitos conversíveis

O Virtus é o quinto showcar conversível que a Volkswagen do Brasil confecciona para ocasiões de visitas presidenciais em sua planta.

Já foram construídos Fusca, em 1959 e em 1993, Polo Sedan, em 2003, e Fox, em 2005.

O Virtus Cabrio já tem destino certo. A unidade será destinada ao acervo da Garagem VW e ficará ao lado de demais veículos especiais, esportivos e protótipos da marca.

Dividirá espaço com outras relíquias como o projeto BT e o VEMP, que nunca chegaram às ruas, além de Polo Sedan e Fox conversíveis, que também estão por lá.

 

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Ferrari SF90 XX Stradale e SF90 XX Spider: direto das pistas para as ruas

Os carros da versão especial da Ferrari levam o desempenho de seus modelos de produção a novos extremos. 

O ‘Programa XX’ da marca, oferece a um seleto grupo de pilotos experientes, carros extremos feitos para uso exclusivo nas pistas de corrida.

Baseado nessa experiência, a Ferrari criou os superesportivos para uso na estrada: SF90 XX Stradale, modelo cupê e SF90 XX Spider com carroceria conversível.

A edição especial é mais leve, mais potente, com aerodinâmica revisada e alto desempenho, que pretende “empurrar o carro para o limite” de seu potencial, de acordo com o chefe de desenvolvimento Gianmaria Fulgenzi. 

SF90 XX Stradale

SF90 XX Spider

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, ambos os modelos são movidos pelo mesmo trem de força híbrido plug-in do modelo padrão, que compreende um motor 4.0 V8 biturbo e três motores elétricos.

Essa configuração permite que o carro atinja um máximo de 1.030 cv de potência.

Isso corresponde a 30 cv a mais que o tradicional SF90 Stradale, estabelecendo um novo padrão de desempenho da Ferrari.

O motor V8 produz potência de 797 cv, e ganhou maior taxa de compressão média, obtida através do polimento dos dutos de admissão e escape.

Também recebeu melhorias na câmara de combustão e dos pistões e a remoção do sistema secundário de ar, que reduziu em 3,5 kg o seu peso.

Os dois motores elétricos são independentes localizados no eixo dianteiro e o outro fica localizado entre o motor e a caixa de câmbio na parte traseira e produzem um total de 233 cv.

 

 

 

 

 

Não houve alteração da capacidade da bateria que permanece em 7,9 kWh e sozinha rende autonomia de 25 quilômetros com velocidade máxima de 135 km/h.

Uma nova função Extra Boost está disponível no modo de condução Qualifying e funciona para recuperar rapidamente a velocidade do carro ao sair de uma curva.

O recurso é acionado quando o motorista pisa fundo no acelerador e pode ser usado até 30 vezes antes que a bateria se esgote.

Também foram feitas alterações na caixa de câmbio de dupla embreagem de oito marchas do carro.

A nova lógica de mudança é emprestada do Daytona SP3 e as mudanças de marcha são acompanhadas por uma nota de escape rosnando com uma ultrapassagem de decolagem em rotações mais altas.

Para isso, foi desenvolvida uma nova calibração específica do motor que funciona em sinergia com a lógica de controle da caixa de câmbio.

A afirmação oficial da Ferrari é de que os modelos são capazes de alcançar os 100 km/h em apenas 2,3 segundos e a velocidade máxima é de 320 km/h.

Outra novidade importante é o controlador ABS EVO, que estreou no 296 GTB, e melhora o desempenho na frenagem de alto desempenho no seco.

O sistema permite que o superesportivo freie mais tarde e de maneira mais repetitiva, melhorando assim seu manuseio na pista.

O SF90 XX oferece o desempenho aerodinâmico mais eficiente do que qualquer outro carro de estrada da Ferrari, tornando-o comparável apenas ao supercarro LaFerrari.

Esse resultado foi alcançado ao redesenhar o gerenciamento do fluxo de resfriamento dos componentes térmicos e elétricos, bem como do compartimento do motor.

Em termos de estilo, incorpora os princípios de engenharia que sustentam o SF90 convencional, mas com características mais radicais e extremas.

O estilo foi projetado para destacar seus atributos de desempenho puro-sangue, mantendo as linhas e formas do seu antecessor.

SF90 XX Stradale

SF90 Stradale

 

 

 

 

 

 

O principal destaque do design fica por conta da sua asa traseira.

O volume da cauda foi especificamente desenhado pensando na aerodinâmica, que agora é mais elegante, com a silhueta de cauda longa típica dos carros de corrida.

As entradas de ar para os intercoolers (trocador de calor), agora também são maiores, canalizando o ar para os radiadores de forma mais eficiente.

O conceito de asa dianteira em forma de flecha foi mantido, os faróis agora estão integrados nesta área por dois perfis de asa verticais.

O carro parece mais largo e mais colado ao asfalto devido aos dois imponentes perfis de asa dominando as entradas de ar, que parecem flutuar.

 

 

 

 

 

O design interior foi feito para destacar a vocação de corrida do cockpit que resultaram em economias de peso significativas.

As principais áreas envolvidas foram os painéis das portas, túnel e tapetes, que agora estão mais simples em termos de forma e materiais utilizados.

Enquanto à fibra de carbono foi usada para áreas funcionais.

O assento de corrida foi projetado especialmente para o esportivo com uma estrutura tubular de fibra de carbono e espuma.

Tudo isso focado em fornecer máximo prazer em dirigir sem comprometer o conforto.

Mesmo sendo um assento de peça única, o uso de materiais elásticos permite que sejam realizados movimentos de rotação e ajustes no encosto.

Esse recurso ainda economizou 1,3 kg de peso.

O console central também ostenta menos material e, em vez de couro ou plástico, é coberto por fibra de carbono em acabamento fosco.

Já o painel de instrumentos tem revestimento em Alcantara.

O seletor de marchas cromado da transmissão de oito marchas foi movido para a frente no console central e os interruptores dos vidros elétricos foram realocados mais para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SF90 XX Spider se parece muito com o SF90 XX Stradale e apresenta praticamente as mesmas características quanto ao visual. 

A principal diferença está no teto conversível que pode ser aberto em apenas 14 segundos. 

Devido as alterações para tornar o veículo conversível, o modelo perdeu algumas das passagens de ar na parte traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ambas as variantes do SF90 XX terão uma quantidade limitada de unidades.

Serão produzidas 799 versões do SF90 XX Stradale e 599 do SF90 XX Spider, ambos representando “o exemplo mais recente e extremo de um conceito de versões especiais, que eleva o desempenho dos modelos de rua da Ferrari a novos níveis”.

O preço do cupê é de cerca de US$ 844.000, o que daria pouco mais de R$ 4 milhões, nas taxas de câmbio atuais.

O Spider custa ainda mais, cerca de US$ 932.000, algo em torno de R$ 4,5 milhões.

 

 

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Citroën comemora 20 anos do C3 Pluriel

A Citroën comemora o 20º aniversário do C3 Pluriel, o único de sua categoria no mundo.

Lançado em maio de 2003, o icônico hatch de três portas teve 115.097 unidades produzidas na fábrica de Villaverde (Espanha) ao longo de sete anos.

O C3 Pluriel é um carro único, se apoiando no sucesso e versatilidade do recém-lançado C3.

A carroceria do Pluriel foi preparada para que seus ocupantes tenham o mesmo nível de segurança em qualquer configuração.

Tudo isso com a mesma qualidade do modelo do qual derivava.

Por dentro, todo o conforto com quatro assentos individuais e sofisticado isolamento acústico e térmico, tudo em um veículo altamente original.

Com seu amplo para-brisa e janelas de proporções generosas, o C3 Pluriel oferecia uma visão panorâmica em todas as suas configurações.

E os encostos de cabeça abertos proporcionavam excelente visibilidade, ao mesmo tempo em que contribuíam para o design original do carro.

Com esse novo veículo, a Citroën reforçava seu foco em inovação acessível.

O resultado começou já em 2003, quando ele ganhou o título de Conversível do Ano.

Um prêmio que brilha ainda mais ao considerarmos que o vencedor também podia ser um hatch ou mesmo uma picape.

O C3 Pluriel foi inspirado no conceito Pluriel, que foi apresentado no Salão do Automóvel de Frankfurt (Alemanha) em 1999.

Após o sucesso com o público, a Citroën buscou fazer a transição do conceito para o veículo de produção.

Mas isso sem perder o caráter original e fazendo o mínimo possível de concessões.

Para fazer isso, cerca de 150 pessoas trabalharam juntas no desenvolvimento de soluções técnicas que reunissem o maior número possível de opções em um único veículo.

Com o C3 Pluriel, a Citroën deu mais um passo à frente, ampliando os limites da modularidade automotiva.

O modelo veio em uma gama sem precedentes de variações, com um total de cinco opções.

Em sua configuração original, destacavam-se suas linhas fluidas e volumes generosos.

Ao abrir o teto, a cabine ficava panorâmica, criando uma sensação de ar livre. 

Graças à capota flexível, ele se transformava rapidamente em um conversível.

Essa configuração destaca os arcos e mostra a verdadeira personalidade do C3 Pluriel, criando a sensação de liberdade.

Ao remover os arcos, o C3 Pluriel adotava um estilo spider, configuração inesperada que enfatiza as linhas puras desse modelo.

Por fim, sem os arcos e rebatendo os assentos traseiros, o C3 Pluriel pode ser convertido em uma picape spider com apenas dois bancos e uma caçamba aberta.

Essa ampla variedade de opções deu ao carro uma personalidade única que se adaptava a todos os seus caprichos.

Um carro para uma aventura de um dia inteiro.

Versátil, o veículo foi o foco de várias campanhas da Citroën.

Uma delas foi um evento realizado em junho de 2003, no qual o C3 Pluriel foi o assunto da cidade.

A marca organizou um festival de curtas-metragens de cinco dias no Parvis de la Défense, chamado de “Courts Singuliers, Courts Pluriels”.

Na forma de um cinema drive-in, 20 versões e configurações distintas do C3 Pluriel foram exibidas no pátio: os visitantes podiam entrar, sentar e assistir a um curta-metragem.

Outra ideia marcante da Citroën foi a de casar-se em um C3 Pluriel.

De março a outubro de 2004, a marca deu a futuros noivos a chance de pegar emprestado um C3 Pluriel gratuitamente durante o fim de semana de seu casamento.

Esse conceito foi renovado por vários anos e envolveu outros modelos da marca.

Finalmente, o C3 Pluriel prestou homenagem a seus ancestrais.

Em 2008, para marcar o 60º aniversário do 2CV, a Citroën lançou uma edição limitada do C3 Pluriel, o Charleston, em homenagem ao 2CV Charleston, lançado em 1980.

 

 

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