Ford Série F completa 47 anos como picape mais vendida da América do Norte

A Ford Série F ampliou o seu legado de liderança em 2023, completando 47 anos como a picape mais vendida da América do Norte, com mais de 700 mil unidades.

Desta vez, a comemoração incluiu uma tríplice coroa, com a conquista do primeiro lugar também nos segmentos de picapes grandes híbridas e elétricas.

Caso raro no mercado, a Ford Série F é um sucesso que atravessa gerações, período no qual muitos produtos de consumo populares nasceram e morreram, como os CDs, os leitores de MP3 e a indústria tradicional de locação de vídeos.

Isso se deve à constante inovação e compreensão das necessidades dos clientes que guiaram a evolução do veículo, mantendo o compromisso com a resistência, confiabilidade e versatilidade que são a essência do conceito Ford Raça Forte.

A Ford F-150 PowerBoost Hybrid foi a picape híbrida grande mais vendida da América do Norte e ficou em segundo lugar entre todas as picapes, atrás da Ford Maverick.

E a F-150 Lightning foi a picape elétrica grande mais vendida dos EUA, mostrando que é possível criar um futuro mais sustentável sem comprometer a potência e o desempenho.

A empresa começa a produzir agora os novos modelos 2024 da F-150.

 “O legado duradouro da Série F não é apenas o resultado da nossa busca incansável por melhorias, mas também um reflexo da confiança dos clientes na nossa marca”, diz Robert Kafll, diretor de Vendas da Ford nos Estados Unidos.

Lançada no Brasil em 2023, a Ford F-150 foi um sucesso imediato, fechando o ano com cerca de 1.000 unidades e 11% do segmento.

Além da exclusiva carroceria feita de alumínio ultrarresistente, ela é equipada com motor V8 5.0 de 405 cv e é a única com transmissão automática de 10 marchas.

O seu pacote off-road inclui tração 4×4, bloqueio eletrônico do diferencial e oito modos de condução.

Na cabine, com acabamento requintado, destacam-se o painel digital de 12 polegadas, o sistema multimídia SYNC 4, o teto solar panorâmico e os bancos, volante e pedais com ajuste elétrico e memória.

A picape traz também um conjunto completo de tecnologias de assistência ao motorista, caçamba de 1.370 litros com tampa de acionamento elétrico e escada de acesso e conta com capacidade de reboque de 3.515 kg. 

 

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GM reduz 35 toneladas de CO² por ano com transporte sustentável de peças

Como parte de sua estratégia de sustentabilidade, a GM iniciou recentemente um projeto que consiste no uso de caminhões elétricos e a gás.

Isso permitirá uma redução na emissão de aproximadamente 35 toneladas de CO² por ano.

Esses veículos circulam no Estado de São Paulo, em trajetos entre as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, o centro de distribuição de Sorocaba e concessionárias da região.

Nesta fase inicial, a empresa está utilizando quatro veículos especiais de transporte de carga pesada, que rodarão aproximadamente 80 mil quilômetros por ano.

A iniciativa é um primeiro passo rumo à transformação das operações logísticas em um modelo de redução de emissões de carbono, e está alinhada à visão da empresa de um futuro elétrico e sustentável.

Vale destacar que a fabricante já anunciou a meta global de atingir a neutralidade de carbono em toda a sua operação até 2035.

Neste momento, a GM está desenvolvendo os fluxos para, oportunamente, avaliar a expansão do projeto.

Tudo isso considerando otimizações e também a evolução da tecnologia, um exemplo é que a companhia já está estudando o uso de caminhões cegonha a gás ainda em 2023.

Os caminhões elétricos e a gás utilizados são fruto de parceria com as empresas JSL, Ceva Logistics e Tegma Gestão Logística.

Esses veículos transportam peças como motores, transmissões e para-choques entre fábricas, além de acessórios e peças de reposição para concessionárias.

Vale destacar que três caminhões elétricos são dirigidos exclusivamente por mulheres, o que segue a estratégia global da companhia de se tornar a mais inclusiva e diversa do mundo.

“Para a GM, sustentabilidade é uma das prioridades dentro da filosofia de evolução contínua da empresa e isso inclui nossos processos logísticos. Portanto, estamos muito orgulhosos por implementar esse projeto, que é mais uma iniciativa para contribuirmos com a redução das emissões de CO² em todas nossas operações globalmente”, comenta Marcio Lucon, diretor-executivo de Compras e Supply Chain da GM América do Sul.

Iniciativas para tornar a logística da GM mais sustentável

Além de iniciar a renovação da frota de transporte com veículos movidos a energias alternativas, como caminhões elétricos, a GM tem uma série de projetos de redução da emissão de CO² em seus processos de logística, como por exemplo:

  • Uso do modal cabotagem (cargas marítimas entre portos de um mesmo país) para o transporte de 100% das peças na região Norte do Brasil, que permite uma redução de 340 toneladas de carbono por ano em comparação ao transporte rodoviário.
  • Instalação de 50 rebocadores que utilizam bateria de lithium de última geração para reduzir a emissão de cerca de 1,5 tonelada de carbono por ano, em comparação ao uso dos rebocadores a gás.
  • Substituição do uso de papel por um sistema eletrônico de rastreabilidade no processo de qualidade dos produtos em todas as etapas da cadeia de suprimentos das operações da GM. Isso permitiu a redução do uso de 2 milhões de folhas de papel por ano, o que equivale à plantação de 267 árvores.

 

 

 

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