Supercarro Aston Martin Valhalla: desenvolvido com tecnologia e experiência da Fórmula 1

O Aston Martin Valhalla, o primeiro ultraluxuoso supercarro de produção em série da marca com motor central, está colhendo os benefícios do laboratório mais rápido do mundo, a Fórmula 1.

O desenvolvimento tecnológico da Fórmula 1 é acelerado pela necessidade de velocidade, confiabilidade e performance.

Metodologias, expertise e tecnologias comprovadas em corridas e utilizadas pela equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 (AMF1) estão sendo adotadas pela Aston Martin para intensificar o desenvolvimento de futuros modelos.

“A visão da Aston Martin é construir uma variedade de carros excepcionais e líderes de classe focados na pilotagem, crucial na expansão de nossa principal linha de produtos. Tal como nosso primeiro supercarro de produção em série com motor central será transformador para esta ultraluxuosa performance da marca, bem como para o segmento de motor central. Valhalla representa a primeira integração conjunta de desenvolvimento entre nossos engenheiros de carros de rua e as capacidades de engenharia da equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 via Aston Martin Performance Technologies, e demonstra a ampliação de capacidades da Aston Martin com o apoio técnico e expertise da Fórmula 1”, Marco Mattiacci, chefe global da marca e diretor comercial da Aston Martin.

O cruzamento técnico entre a Aston Martin e sua equipe homônima de Fórmula 1, que atualmente ocupa a quarta colocação no Mundial de Construtores da FIA, é facilitado pelo braço consultivo da equipe, a Aston Martin Performance Technologies (AMPT).

A AMPT está assistindo diretamente a equipe de engenharia de performance da Aston Martin em três áreas-chave de desenvolvimento: dinâmica, aerodinâmica e materiais.

“É uma grande vantagem para um fabricante de carros ter acesso às habilidades e conhecimentos únicos de uma equipe de Fórmula 1. Os engenheiros de Fórmula 1 estão constantemente indo aos limites na busca por performance e desenvolveram ferramentas para resolver problemas rapidamente. Com esse conhecimento em casa, podemos sem sombra de dúvida trazer a expertise da Fórmula 1 para o desenvolvimento de nossos carros de rua”, Claudio Santoni, diretor de engenharia da Aston Martin Performance Technologies.

Dinâmica de pilotagem

O Aston Martin Valhalla é genuinamente um supercarro de motor central focado na pilotagem, e o grupo de dinâmica de veículos em combinação próxima com a AMPT está trabalhando com o “pé no fundo” para prover a dinâmica exata que fornecerá um engajamento de pilotagem sem precedentes.

Um projeto na Fórmula 1 repousa fortemente nas ferramentas de simulação e os métodos usados para assegurar que cada momento passado no simulador trará o progresso voltado para o Valhalla.

De fato, 90% das características dinâmicas e o acerto do carro foram completadas no simulador, com a fase final de desenvolvimento completada no mundo real, nas ruas e pistas.

Valiosas contribuições dos pilotos da equipe AMF1 acrescentam uma nova intensidade à calibragem do Valhalla.

O nível elevado de habilidades e conhecimentos de pilotos como Lance Stroll e Fernando Alonso leva a dinâmica do carro a um novo patamar, ao mesmo tempo em que eles continuam a conduzir o veículo ao limite extremo de sua capacidade de performance.

A ergonomia do cockpit do Valhalla também se beneficiou das dicas tomadas diretamente da Fórmula 1, como a posição de dirigir otimizada com o apoio da AMPT para fornecer ao motorista o nível de controle de um carro de corrida para maximizar o prazer de dirigir.

Os calcanhares do motorista foram levantados por um piso falso, que também contém módulos eletrônicos, e o exclusivo assento de fibra de carbono pode ser reclinado para um ângulo maior.

Isso vai gerar uma posição de dirigir mais alinhada com o carro de corrida AMR23, embora ainda oferecendo o conforto de um modelo de rua.

Isso ajuda a manter um teto baixo e assegurar que o motorista se sinta realmente conectado ao carro.

Aerodinâmica

A expertise conjunta dos aerodinamicistas da AMPT e da Aston Martin tanto em carros de rua quanto na Fórmula 1 garante à marca a oportunidade de criar carros de rua viciantes, com a mescla perfeita de luxo e performance.

Uma rápida olhada na carroceria do AMR23 e do Valhalla, onde a maioria da pressão aerodinâmica é gerada, ilustra quanto da tecnologia da Fórmula 1 foi transferida para o novo supercarro.

A abordagem aerodinâmica do Valhalla começa de uma forma similar à F1, usando todos os elementos do formato para produzir pressão aerodinâmica e reduzir o arrasto.

No entanto, o Valhalla não é limitado pelas regras da Fórmula 1 e, portanto, pode se beneficiar totalmente dos sistemas aerodinâmicos ativos tanto na frente quanto na traseira do carro, que vai gerar mais de 600 quilos de pressão aerodinâmica a 240 km/h.

Isso possibilita ao Valhalla a adaptar constantemente a pressão aerodinâmica dianteira e traseira, para maximizar a aderência, equilíbrio e consistência, ou reduzir o arrasto, dependendo da situação e o modo de dirigir selecionado.

Isso permite ao motorista extrair o melhor do chassi e dos pneus do Valhalla.

Como o carro de corrida AMR23, o Valhalla apresenta multi-elementos nas asas dianteira e traseira, embora a asa frontal esteja largamente oculta da visão.

A asa frontal pode ficar plana na posição DRS para diminuir o arrasto ou pode ser angulada para gerar uma forte pressão aerodinâmica na frente das rodas dianteiras.

A asa traseira com multi-elementos permanece plana para criar as belas e limpas linhas do carro, enquanto gera a base do nível de pressão aerodinâmica com o mínimo de arrasto.

No entanto, no modo pista a asa é bastante elevada para o fluxo de ar e maximizar sua efetividade.

O carro então administra ativamente o ângulo de ataque da asa para continuamente fazer o balanço entre a pressão aerodinâmica máxima e o DRS, a fim de maximizar a performance.

Inspirado pelos geradores de vórtex e recursos aerodinâmicos da Fórmula 1, logo à frente das rodas traseiras, funcionam como mini-difusores para conduzir o fluxo de ar para fora e debaixo do carro para cima, aumentando a pressão aerodinâmica.

Um snorkel instalado no teto alimenta a tomada de ar do motor, a exemplo da Fórmula 1, mas também serve para abastecer os dutos de refrigeração para os trocadores de calor do turbo e refrescar a configuração do motor Hot-V turbo.

O vasto conhecimento do Computational Fluid Dynamics (CFD) e os testes em túnel de vento na Fórmula 1 junto com a AMPT têm sido de grande benefício para os engenheiros do carro de rua.

As mesmas técnicas ferramentais de aerodinâmica usadas para criar o AMRF23 têm sido usadas para desenvolver a aerodinâmica do Valhalla.

A equipe de engenharia do Valhalla, trabalhando diretamente com a AMPT, utilizou o mesmo software CFD da equipe AMF1, incluindo aprendizados no acerto do modelo.

Como na Fórmula 1, o Valhalla usou um modelo em escala e um túnel de vento móvel para desenvolver o carro.

Materiais

AMPT e a equipe AMF1 vêm construindo carros em fibra de carbono há tantos anos que há muito pouco sobre materiais que eles não conheçam, embora a ideia de fabricar monocoques de fibra de carbono seja uma novidade para uma equipe habituada a produzir apenas um punhado de carros por temporada.

A equipe de tecnologias de carbono da AMPT trabalha no desenvolvimento de ideias que evoluíram da Fórmula 1 e a mesma abordagem foi aplicada no Valhalla.

Isso tem sido de enorme benefício quando envolve áreas como a simulação de rigidez e testes de impacto.

Grandes ganhos podem ser obtidos ao identificar qualquer vulnerabilidade antes de o destrutivo teste de impacto começar.

A estrutura do coração do Valhalla é trabalhada para maximizar a rigidez com o mínimo de peso, garantindo o máximo controle com precisão milimétrica.

Desenhada e projetada pela AMPT, que aplica suas altamente especializadas capacidades técnicas e expertise na Fórmula 1 além do ponto mais alto do automobilismo, a estrutura do Valhalla é produto da tecnologia de ponta em compósitos.

Uma complexa e exótica combinação de materiais em fibra de carbono, a estrutura de carbono do Valhalla foi criada usando uma tecnologia nova e própria desenvolvida para a Aston Martin.

As seções superiores e inferiores da estrutura foram moldadas em fibra de carbono usando uma mescla do processo Resin-Transfer-Moulding (RTM) e tecnologia de autoclave derivada da Fórmula 1.

O resultado é uma célula do passageiro leve, singular, imensamente rígida e forte, que fornece os melhores atributos da classe em estrutura dinâmica e notável segurança, sem comprometer a ergonomia do motorista e do passageiro.

O Valhalla está na vanguarda da transição da Aston Martin da combustão interna para a híbrida e total eletrificação.

Muito foi aprendido dentro do grupo de gerenciamento do motor para otimizar a performance e maximizar as eficiências do motor V8 biturbo.

Este motor é o mais avançado, sensível e de mais alta performance motor V8 já instalado num Aston Martin.

Quando unido aos três e-motors, cria um trem de força híbrido com tração nas quatro rodas.

Dois motores elétricos no eixo frontal possibilitam ao Valhalla não apenas o recurso da tração nas quatro rodas, mas também o total controle independente do torque aplicado em cada uma das rodas dianteiras, uma técnica conhecida como vetorização do torque.

A vetorização do torque permite uma resposta mais positiva da direção nas tomadas de curva, maior aderência nas curvas e tração aumentada nas saídas de curva. Melhora a experiência de pilotagem e performance em todas as fases da curva.

Os e-motors frontais também fornecem a função reversa, possibilitando a economia de peso na transmissão traseira.

Um terceiro e-motor é integrado à transmissão, fornecendo potência adicional às rodas traseiras, bem como atuando como motor de arranque e gerador para o motor ICE.

“O conhecimento e experiência do pessoal da equipe AMF1 na Aston Martin Performance Technologies combinados com a habilidade e capacidade de nossas equipes de desenvolvimento de carros de rua nos possibilitaram trazer diretamente da Fórmula 1 aprendizados para o desenvolvimento de carros esportivos. Nossa meta para o Valhalla é produzir um supercarro que será o melhor da classe nos padrões de performance, dinâmicas e prazer de dirigir. O Valhalla utilizará tecnologias ativas para reduzir a distância entre os gentlemen driver se o profissional na pista. Ter livre acesso ao conhecimento dentro da equipe AMF1 tem sido uma larga vantagem para nós enquanto desenvolvemos este carro incrível”, Carlo Della Casa, diretor de desenvolvimento de produtos da Aston Martin.

O primeiro protótipo de teste irá para as ruas no final deste ano, com o Valhalla pronto para entrar em produção em 2024.

Há unidades encomendadas para o Brasil.

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Novo McLaren 750S Spectrum Theme by MSO: pintura artesanal feita sob encomenda

A McLaren Automotive acaba de anunciar que o Spectrum Theme, um impressionante novo acabamento de pintura multi-tons, será oferecido exclusivamente no novo 750S.

Este é o seu mais leve e potente supercarro de produção em série.

A pintura foi desenvolvida e aplicada pelos técnicos de classe mundial na McLaren Special Operations, serviço de personalização sob encomenda dentro da empresa.

Uma unidade, ainda sem cor definida, brevemente chegará ao Brasil.

Aperfeiçoar o Spectrum Theme exigiu o desenvolvimento de novas técnicas que introduziram uma nova geração de especialidade em pintura, oferecendo aos clientes algo realmente único e inovador.

Mais técnico que qualquer coisa que a MSO já tenha desenvolvido, o Spectrum Theme compartilha sua filosofia de mudanças técnicas de longo alcance introduzidas no 750S.

Tons de cores separadas criam uma mudança de tonalidade definida por artesanato preciso.

A olho nu, a proximidade de várias cores produz uma ilusão de claro-escuro dentro de cada listra individual.

Ela dá a sensação de velocidade e aceleração, mesmo quando o 750S está parado.

 

 

 

 

 

 

“O Spectrum Theme leva ao próximo nível o que podemos fazer na McLaren. Um amplo grau de atenção e precisão é necessário para garantir que as linhas do Spectrum combinem completamente com a superfície da incrível carroceria do 750S, e as novas técnicas que desenvolvemos para chegar lá se coadunam perfeitamente com a ampla variedade de avanços técnicos do supercarro. A crescente complexidade do que podemos oferecer aos clientes, por meio de temas como o Spectrum, é testemunha da incrível experiência e especialização dos nossos técnicos em pintura na MSO”, diz Michael McDonagh, diretor da McLaren Special Operations.

 

 

 

 

 

 

O Spectrum é apresentado em três versões: Spectrum Azul, Spectrum Cinza e Spectrum Laranja.

As variantes de cor podem ser combinadas com outras personalizações sob encomenda da MSO.

Elas incluem um acabamento de couro colorido, uma placa dedicada e o ampliado estribo das portas em fibra de carbono com logotipos MSO de efeito graduado Spectrum pintados à mão.

Os temas Azul, Cinza e Laranja são apenas o começo.

O Spectrum pode também ser especificado em variantes de cor exclusivas, projetadas e produzidas pela MSO.

Os tons do espectro de cores exigem a formulação de novas pinturas que mesclam exatamente a quantidade certa de claro e escuro para criar uma mudança coerente de cor.

Não há uma mudança fixa: ao contrário, cada tema do Spectrum pede uma mescla sob medida dessas misturas para se chegar ao resultado desejado.

Considerar as linhas fechadas e a intrincada escultura aerodinâmica das portas diédricas foi um desafio particular para os técnicos da MSO posicionarem as linhas do Spectrum.

Na traseira do carro, o Spectrum Theme incorpora um reconhecimento visual do popular Velocity Theme também oferecido pela MSO.

O sétimo tom de pintura não é uma faixa sólida, mas um suave esmaecimento que envolve a traseira do 750S.

 

 

 

 

 

 

O tema Azul varia do Spectrum Azul para o Azul Aurora Metálico, o tema Laranja começa com o Spectrum Laranja e avança para um rico e potente Vermelho Gama Metálico.

E as variações do Cinza mudam do Spectrum Cinza para o Cinza Meteorito Metálico.

E, como brilho final, a parte de baixo da asa traseira móvel do 750S pode ter acabamento em cores contrastantes.

 

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Valour: uma espetacular celebração dos 110 anos da Aston Martin

Em comemoração ao seu 110º aniversário, a Aston Martin tem o orgulho de revelar o Valour.

Trata-se de uma espetacular e ultra exclusiva edição especial equipada com motor V12 e transmissão manual construída para honrar a longa tradição da marca em carros esportivos superlativos.

Possui motor dianteiro e agradar aos puristas que almejam uma experiência de pilotagem pura e visceral.

“O Valour é a celebração da paixão da Aston Martin por dirigir e uma extraordinária herança, mas é também emblemático da marca atualmente: vibrante e revitalizada. Ícone moderno que funde o caráter clássico à execução contemporânea, o Valour captura a essência do entusiasmo e exclusividade que definem esta célebre marca automobilística. Uma mostra de nosso design de categoria mundial, engenharia e capacidade de fabricação, o Valour é ainda uma prova da posição da Aston Martin como campeã de pilotos e fabricante dos mais empolgantes, exclusivos e desejados carros de alta performance e superluxo do mundo”, disse Lawrence Stroll, presidente-executivo da Aston Martin.

Destinado diretamente àqueles que querem saborear uma real e envolvente experiência de pilotagem.

O compromisso do Valour com a definitiva performance e estímulo de uma era é inigualável.

Único carro esportivo com motor V12 dianteiro disponível com transmissão manual, seu “approach” purista é único em 2023 e um emocionante tributo aos anos dourados da pilotagem.

Motivado por sua rica herança, o Valour foi concebido usando o que há de mais recente em tecnologia, métodos e materiais.

Da mesma forma, é a união de qualidades essenciais que definem os melhores modelos com motor dianteiro da Aston Martin.

Com origem gloriosa e sendo uma obra de arte contemporânea, o Valour é o melhor do passado e do presente da Aston Martin.

É o antídoto para carros que parecem isolar os motoristas do processo de pilotagem.

A linhagem do Valour é incomparável.

Foi inspirado pelo Vantage V8 original e pelo magnífico Vantage baseado no RHAM/1 “Muncher” Le Mans de corrida de 1980.

Vangloria-se da musculatura imponente tão típica dos mais recentes carros da Aston Martin.

Máquinas como o Vantage V600 biturbo, durante algum tempo o mais potente carro de produção de todo o mundo.

Estilo impecável e execução perfeita ecoam o requintado supercarro One-77, enquanto seu intenso caráter focado no motorista conecta o Valour ao singular Victor.

Com produção global limitada a apenas 110 unidades, a raridade do Valour assegura que ele será um dos mais “colecionáveis” de todos os Aston Martin.

Vem equipado com o épico V12 de 5,2 litros biturbo de 712 cv de potência e 753 Nm de torque à transmissão manual de seis marchas feita sob medida.

Isso garante uma experiência verdadeiramente contagiante e assegura ao Valour um lugar no panteão dos maiores carros para dirigir de todos os tempos.

Tirando proveito da calibração única do trem de força, a enorme potência e o torque do Valour são irrestritos.

Oferecendo ao motorista performance plena e o controle total em cada marcha.

Um diferencial mecânico aumenta o senso de conexão análoga direta entre o carro e o motorista, com o suporte adicionado e reassegurado do controle de sistemas da tração eletrônica e da estabilidade.

O Valour também está equipado com modos de condução (Sport, Sport+ e Track) para oferecer resposta do acelerador, gerenciamento do torque e o som característico.

Destacando suas credenciais dinâmicas, o Valour recebeu uma suspensão sob medida, com amortecedores, molas e barras estabilizadoras ajustáveis, todos pensados especificamente para o carro.

O alinhamento da geometria das rodas cuidou do acerto de câmber, caster e convergência.

Essas características asseguram que o Valour possui distintas e claramente definidas qualidades de rodar e dirigibilidade.

Reforçando ainda mais suas características dinâmicas únicas, a estrutura personalizada da carroceria apresenta painéis reforçados e braçadeiras de suporte da torre da suspensão traseira e do tanque de combustível.

Estes elementos maximizam tanto a rigidez torsional quanto lateral.

Provendo a suspensão com uma plataforma otimizada a fim de entregar o mais preciso controle da carroceria e refinamento ampliado.

Além disso, um novo sistema de direção dá ao condutor ainda maior sensibilidade, conexão e imediatismo.

Com freios de cerâmica de carbono de série, o Valour tem enorme poder de frenagem graças aos discos dianteiros de 410 mm x 38 mm com pinças de seis pistões.

Na traseira, discos de 360 mm x 32 mm fazem par com pinças de quatro pistões.

Oferecendo aumento de performance nas frenagens e significativa redução de 23 kg em massa não suspensa em comparação com os freios de aço.

Estes discos são projetados para resistir à fadiga dos freios a temperaturas de até 800 graus.

Possibilitando ao motorista explorar o pleno potencial de performance do Valour com o máximo de confiança e preciso controle.

Completa o impressionante pacote do Valour um belo jogo de rodas leves de 21 polegadas forjadas em liga de “honeycomb”.

As quais recebem os mais recentes pneus Michelin Sport S 5 produzidos especialmente para a Aston Martin, 275/35 R21 na frente e 325/30 R21 atrás.

Eles são eficientes para assegurar o manuseio inspirado e o controle nas ruas no seco ou no molhado.

“Inspirados pelos nossos carros icônicos e musculosos do passado, dotamos o Valour com uma abundância de potência e torque, ao mesmo tempo usando tecnologia e engenharia modernas para tornar essa performance mais explorável e agradável. Uma grande parcela dessa característica de honrar o prazer de dirigir foi casar nosso fabuloso motor V12 com a transmissão manual. Isso acabou resultando em algo verdadeiramente inesquecível: uma obra de arte em forma de carro, que cresce ao ser exigido até os limites e tem os reais coração e alma de um clássico eterno”, observa Simon Newton, diretor de Desempenho de Veículos da Aston Martin.

Estas imensas capacidades de performance e intensas características de pilotagem são vividamente expressas na postura ampla e no físico altamente desenvolvido.

Produzida inteiramente em fibra de carbono, a carroceria une o design contemporâneo da Aston Martin aos traços imediatamente reconhecíveis do icônico Vantage V8 dos anos 70.

O resultado é audacioso e inconfundível de qualquer ângulo.

O capô em forma de concha apresenta uma grande abertura em ferradura e dois dutos NACA para prover ampla ventilação para o V12 biturbo que fica abaixo.

A icônica forma da grade da Aston Martin evoluiu para melhorar tanto a forma como a função.

Sua seção central é definida por estrias de alumínio, enquanto grandes tomadas de fibra de carbono de ambos os lados alimentam o motor e os freios com ar frio.

Eles também emolduram os classicamente inspirados faróis redondos de LED, exclusivos para o Valour.

Os quais ficam sob a jovial grade lembrando uma sobrancelha com efeito desafiador.

Modernas ideias aerodinâmicas foram incorporadas ao design, com a administração do fluxo de ar otimizando a estabilidade e ao mesmo tempo conquistando um assertivo e exclusivo desenho.

O proeminente difusor traseiro e ventilação do para-choque dianteiro incorporados aos flancos do Valour trabalham em harmonia com o painel traseiro com aberturas geradoras de vórtices.

Tem ainda a cauda elegantemente levantada e o difusor proeminente para alcançar o equilíbrio aerodinâmico.

A extremidade traseira também apresenta um grafismo surpreendente, com um conjunto de luzes de LED (seis de cada lado) repetindo o inovador hipercarro Valkyrie.

Um toque de alumínio polido em toda a largura delineia a parte traseira, separando as seções de cima e de baixo com efeito notável.

Posicionado entre os elementos mais fundos do difusor traseiro está a peça central do extraordinário desenho da traseira do Valour: um triplo cano de escapamento fabricado em aço inoxidável bastante leve.

Com a espessura da parede inferior a 1 mm, essa tubulação especial representa uma economia de 7 kg em relação ao sistema tradicional, e ainda emite um som glorioso e potente.

A celebração da herança da Aston Martin prossegue no interior do Valour, com o atemporal cockpit de dois assentos de simplicidade ímpar e sedutor ao toque.

No centro de tudo está a alavanca de câmbio da transmissão manual.

Com uma variedade de materiais como alumínio, titânio, fibra de carbono ou nogueira para o seletor do câmbio.

Além de um mecanismo de mudança exposto para enfatizar a conexão mecânica, o Valour valoriza a entrega da ligação física e emocional perdida para o progresso.

O magistral uso de materiais tem sido marca da Aston Marton.

O interior do Valour brilhando com a original e efetiva combinação a partir das quais os clientes podem criar suas próprias e originais especificações.

Por exemplo, o tradicional tweed de lã inspirado pela cobertura dos bancos do Aston Martin DBR1 vencedor em Le Mans em 1959.

Ele fornece um maravilhoso contraste com a altamente tecnológica fibra de carbono.

É usada para formar as conchas dos bancos leves do Valour, acabamentos de porta, saídas de ar, console central superior e túnel de transmissão feitos sob medida.

Personalizações adicionais surgem na forma de um método flexível de customização da pintura.

Separando a carroceria do Valour em quatro áreas (dianteira, teto, laterais e traseira), os clientes podem optar a partir de uma extensa variedade de faixas e desenhos gráficos pintados à mão.

Os quais podem ser aplicados com qualquer uma das 21 cores.

Caso o cliente queira ir ainda além da paleta de cores standard opcionais do Valour, ele pode requisitar os serviços da Q by Aston Martin para criar uma especificação realmente sob medida.

Exemplos disso incluem o desenho de uma pintura pontual, a carroceria de fibra de carbono 2 x 2 totalmente exposta, com opções de matizes em vermelho, azul e verde e rodas pintadas.

Além dos detalhes interiores em fibra de carbono Mokune ou uma escolha de tecidos de tweed e cashmere Johnsons of Elgin para os bancos.

“Na Aston Martin nosso design é sempre progressivo, mas na hora de celebrar um marco significativo, como nosso 110º aniversário, nos permitimos certa liberdade. Consequentemente, o Valour é gloriosamente inquestionável; um exemplar dos velhos tempos refinado e repaginado pelas lentes de 2023. Voltando a uma forma esculpida, se afastando de uma forma mais escultural que define os atuais modelos de série da Aston Martin, com detalhes audaciosos e modernos materiais do presente. Estamos ansiosos para assegurar que sua aparência reflita a experiência de pilotar. A fisicalidade bruta da forma deve dizer tudo o que você precisa saber sobre a feroz performance e emoções análogas de domar um carro esporte de 715PS com transmissão manual, embora o evidente uso das últimas tecnologias aponte para um modelo de condutas modernas e excepcionais capacidades dinâmicas”, disse Miles Nurnberger, diretor de design da Aston Martin.

A produção do Valour deve começar no quartel-general da Aston Martin em Gaydon no terceiro trimestre de 2023, com as primeiras entregas previstas para o quarto trimestre.

No Brasil, será vendido mediante encomenda.

O Valour está pronto para se tornar um dos mais cobiçados carros da incomparável lista de icônicos esportivos especiais de série com motor dianteiro.

O veículo é uma peça especial de colecionadores que precisa ser dirigido.

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Jaguar celebra legado de 75 anos de carros esportivos e apresenta a última edição do F-Type

Para celebrar os 75 anos de seus icônicos esportivos, a Jaguar traz ao Brasil a edição definitiva do F-TYPE.

O último carro esporte a combustão a ser lançado antes de se tornar uma marca puramente elétrica, a partir de 2025.

Disponível na opção cabriolet, o F-TYPE 75 oferece o equilíbrio perfeito entre desempenho excepcional e design musculoso e assertivo.

Tem uma cabine definida por materiais luxuosos e detalhes requintados.

Para essa última edição, o F-TYPE passou por uma curadoria profissional, o que resultou em uma versão perfeita.

O carro está mais assertivo do que nunca, com rodas de 20″ de série e mudanças discretas de detalhes, como os centros das rodas e o emblema da grade mudado de vermelho para preto.

“A Jaguar é reconhecida ao longo de sua história pelo seu legado de criar carros esportivos extraordinários e pelo seu sucesso em grandes competições automobilísticas. O F-TYPE 75 chega para coroar toda essa história de sucesso com um veículo extremamente rápido, luxuoso e que entrega uma performance empolgante em todos os sentidos. Estamos ansiosos para celebrar essa história com esta última edição do F-TYPE antes que a Jaguar se torne uma marca totalmente elétrica, a partir de 2025”, diz Paulo Manzano, diretor de Marketing da Jaguar.

O Jaguar F-TYPE 75 chega em sua edição final com um design dramático e marcante, característico dos esportivos da marca, que remete a uma linhagem de 75 anos.

As  proporções esportivas do veículo, com uma estrutura de carroceria esculpida em alumínio leve e rígido, são instantaneamente reconhecíveis.

A presença focada e assertiva faz referência às formas fluidas da rica herança de carros esportivos da Jaguar.

Isso começou com o XK120, lançado em 1948 como o carro de produção mais rápido do mundo.

 

 

 

 

 

 

Conta com faróis LED superfinos, tecnologia Pixel de série e luzes diurnas com assinatura “Calligraphy” J.

Indicadores de direção abrangentes acentuam a largura visual do carro e sugerem seu potencial de desempenho.

Esses itens se misturam perfeitamente ao revestimento de “metal líquido” do capô estilo concha, que varre elegantemente para trás.

Que foi inspirado em modelos icônicos como o C-TYPE e o D-TYPE.

O veículo também recebeu exclusivos emblemas nos para-lamas dianteiros, que retratam a silhueta inconfundível do F-TYPE.

O design da traseira do automóvel realça a forma inerentemente dramática e proposital do F-TYPE.

Fluindo para baixo até as finas luzes traseiras de LED com assinatura “Chicane”.

Completando o pacote exterior, o modelo chega com uma belíssima roda de 20″ criada especificamente para essa versão, com design especial em preto brilhante e cinco raios.

O interior focado no condutor do F-TYPE é pura expressão da elegância e do desempenho do carro.

A combinação de artesanato da Jaguar, detalhes requintados e materiais e acabamentos de altíssima qualidade proporcionam uma sensação elevada de luxo e esportividade.

O cockpit “1+1” apresenta um display interativo de 12,3″, oferecendo uma ampla escolha de temas de exibição, como convém a um verdadeiro carro esportivo.

O modo padrão é caracterizado pelo grande conta-giros central.

Esse recurso e a luz do câmbio transmitem sutilmente o caráter e o potencial de desempenho do F-TYPE.

Aprimorando digitalmente o teatro mecânico do “batimento cardíaco” vermelho pulsante do botão de partida e das saídas de ar centrais.

 

 

 

 

 

 

Os bancos leves e finos combinam uma forma ergonomicamente otimizada com um conforto excepcional, aprimorado pelas opções de aquecimento e resfriamento.

Materiais ricos como o couro Windsor, de série nas edições especiais, dão um toque ainda mais luxuoso.

Ele é complementado por detalhes e acabamentos trabalhados das portas e dos encostos de cabeça.

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 estabelece a referência para carros esportivos verdadeiramente envolventes e focados no motorista.

A suspensão dianteira e traseira, a direção elétrica meticulosamente ajustada e a vetorização de torque por frenagem proporcionam agilidade excepcional e uma sensação verdadeiramente conectada ao veículo.

Esses atributos são fundamentais para as respostas imediatas e intuitivas do carro a cada comando do motorista.

O chassi do F-TYPE 75 é reforçado pelas juntas traseiras feitas em alumínio leve e rígido.

Este chassi juntamente com rolamentos de roda maiores, proporcionam  um controle de precisão absoluta de contato do pneu.

Isso se traduz numa sensação de direção ainda mais conectada.

O modelo oferece ainda diferencial ativo eletrônico traseiro (EAD) para otimizar a tração.

 

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 é equipado de série com o sistema Adaptive Dynamics da Jaguar, com dinâmica configurável.

Usando amortecedores controlados eletronicamente e continuamente variáveis, o Adaptive Dynamics otimiza o conforto de baixa velocidade e o controle de alta velocidade.

Enquanto o Configurable Dynamics permite que o motorista personalize as configurações de rigidez da suspensão, peso da direção, resposta do acelerador e troca de marchas.

O modelo também foi equipado com rodas de 20″ e pneus Pirelli P Zero mais largos e especialmente desenvolvidos para proporcionar níveis excepcionais de aderência.

O F-TYPE 75 chega ao Brasil em uma versão equipada com motor Ingenium 2.0 turbo de quatro cilindros.

Tem 300 cv de potência, gerando torque máximo a partir de apenas 1.500 rpm e oferecendo resposta excepcional em todas as faixas de rotações.

Ele também proporciona o desempenho esperado de um Jaguar, garantindo uma aceleração de 0-100km em apenas 5,9 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h.

O motor é fabricado no Centro de Fabricação de Motores da Jaguar Land Rover em Wolverhampton, no Reino Unido.

O veículo também está equipado com transmissão Quickshift de oito velocidades.

Ela pode ser acionada pelo controle manual no seletor de velocidades SportShift ou nos paddles no volante, oferecendo uma direção dinâmica e altamente esportiva.

 

 

 

 

 

 

O novo F-TYPE 75 chega ao Brasil neste mês de julho e estará disponível somente na opção cabriolet (conversível).

Serão destinadas apenas 12 unidades para o mercado nacional pelo preço de R$ 612.977,00.

 

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Ferrari SF90 XX Stradale e SF90 XX Spider: direto das pistas para as ruas

Os carros da versão especial da Ferrari levam o desempenho de seus modelos de produção a novos extremos. 

O ‘Programa XX’ da marca, oferece a um seleto grupo de pilotos experientes, carros extremos feitos para uso exclusivo nas pistas de corrida.

Baseado nessa experiência, a Ferrari criou os superesportivos para uso na estrada: SF90 XX Stradale, modelo cupê e SF90 XX Spider com carroceria conversível.

A edição especial é mais leve, mais potente, com aerodinâmica revisada e alto desempenho, que pretende “empurrar o carro para o limite” de seu potencial, de acordo com o chefe de desenvolvimento Gianmaria Fulgenzi. 

SF90 XX Stradale

SF90 XX Spider

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, ambos os modelos são movidos pelo mesmo trem de força híbrido plug-in do modelo padrão, que compreende um motor 4.0 V8 biturbo e três motores elétricos.

Essa configuração permite que o carro atinja um máximo de 1.030 cv de potência.

Isso corresponde a 30 cv a mais que o tradicional SF90 Stradale, estabelecendo um novo padrão de desempenho da Ferrari.

O motor V8 produz potência de 797 cv, e ganhou maior taxa de compressão média, obtida através do polimento dos dutos de admissão e escape.

Também recebeu melhorias na câmara de combustão e dos pistões e a remoção do sistema secundário de ar, que reduziu em 3,5 kg o seu peso.

Os dois motores elétricos são independentes localizados no eixo dianteiro e o outro fica localizado entre o motor e a caixa de câmbio na parte traseira e produzem um total de 233 cv.

 

 

 

 

 

Não houve alteração da capacidade da bateria que permanece em 7,9 kWh e sozinha rende autonomia de 25 quilômetros com velocidade máxima de 135 km/h.

Uma nova função Extra Boost está disponível no modo de condução Qualifying e funciona para recuperar rapidamente a velocidade do carro ao sair de uma curva.

O recurso é acionado quando o motorista pisa fundo no acelerador e pode ser usado até 30 vezes antes que a bateria se esgote.

Também foram feitas alterações na caixa de câmbio de dupla embreagem de oito marchas do carro.

A nova lógica de mudança é emprestada do Daytona SP3 e as mudanças de marcha são acompanhadas por uma nota de escape rosnando com uma ultrapassagem de decolagem em rotações mais altas.

Para isso, foi desenvolvida uma nova calibração específica do motor que funciona em sinergia com a lógica de controle da caixa de câmbio.

A afirmação oficial da Ferrari é de que os modelos são capazes de alcançar os 100 km/h em apenas 2,3 segundos e a velocidade máxima é de 320 km/h.

Outra novidade importante é o controlador ABS EVO, que estreou no 296 GTB, e melhora o desempenho na frenagem de alto desempenho no seco.

O sistema permite que o superesportivo freie mais tarde e de maneira mais repetitiva, melhorando assim seu manuseio na pista.

O SF90 XX oferece o desempenho aerodinâmico mais eficiente do que qualquer outro carro de estrada da Ferrari, tornando-o comparável apenas ao supercarro LaFerrari.

Esse resultado foi alcançado ao redesenhar o gerenciamento do fluxo de resfriamento dos componentes térmicos e elétricos, bem como do compartimento do motor.

Em termos de estilo, incorpora os princípios de engenharia que sustentam o SF90 convencional, mas com características mais radicais e extremas.

O estilo foi projetado para destacar seus atributos de desempenho puro-sangue, mantendo as linhas e formas do seu antecessor.

SF90 XX Stradale

SF90 Stradale

 

 

 

 

 

 

O principal destaque do design fica por conta da sua asa traseira.

O volume da cauda foi especificamente desenhado pensando na aerodinâmica, que agora é mais elegante, com a silhueta de cauda longa típica dos carros de corrida.

As entradas de ar para os intercoolers (trocador de calor), agora também são maiores, canalizando o ar para os radiadores de forma mais eficiente.

O conceito de asa dianteira em forma de flecha foi mantido, os faróis agora estão integrados nesta área por dois perfis de asa verticais.

O carro parece mais largo e mais colado ao asfalto devido aos dois imponentes perfis de asa dominando as entradas de ar, que parecem flutuar.

 

 

 

 

 

O design interior foi feito para destacar a vocação de corrida do cockpit que resultaram em economias de peso significativas.

As principais áreas envolvidas foram os painéis das portas, túnel e tapetes, que agora estão mais simples em termos de forma e materiais utilizados.

Enquanto à fibra de carbono foi usada para áreas funcionais.

O assento de corrida foi projetado especialmente para o esportivo com uma estrutura tubular de fibra de carbono e espuma.

Tudo isso focado em fornecer máximo prazer em dirigir sem comprometer o conforto.

Mesmo sendo um assento de peça única, o uso de materiais elásticos permite que sejam realizados movimentos de rotação e ajustes no encosto.

Esse recurso ainda economizou 1,3 kg de peso.

O console central também ostenta menos material e, em vez de couro ou plástico, é coberto por fibra de carbono em acabamento fosco.

Já o painel de instrumentos tem revestimento em Alcantara.

O seletor de marchas cromado da transmissão de oito marchas foi movido para a frente no console central e os interruptores dos vidros elétricos foram realocados mais para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SF90 XX Spider se parece muito com o SF90 XX Stradale e apresenta praticamente as mesmas características quanto ao visual. 

A principal diferença está no teto conversível que pode ser aberto em apenas 14 segundos. 

Devido as alterações para tornar o veículo conversível, o modelo perdeu algumas das passagens de ar na parte traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ambas as variantes do SF90 XX terão uma quantidade limitada de unidades.

Serão produzidas 799 versões do SF90 XX Stradale e 599 do SF90 XX Spider, ambos representando “o exemplo mais recente e extremo de um conceito de versões especiais, que eleva o desempenho dos modelos de rua da Ferrari a novos níveis”.

O preço do cupê é de cerca de US$ 844.000, o que daria pouco mais de R$ 4 milhões, nas taxas de câmbio atuais.

O Spider custa ainda mais, cerca de US$ 932.000, algo em torno de R$ 4,5 milhões.

 

 

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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