Supercarro Aston Martin Valhalla: desenvolvido com tecnologia e experiência da Fórmula 1

O Aston Martin Valhalla, o primeiro ultraluxuoso supercarro de produção em série da marca com motor central, está colhendo os benefícios do laboratório mais rápido do mundo, a Fórmula 1.

O desenvolvimento tecnológico da Fórmula 1 é acelerado pela necessidade de velocidade, confiabilidade e performance.

Metodologias, expertise e tecnologias comprovadas em corridas e utilizadas pela equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 (AMF1) estão sendo adotadas pela Aston Martin para intensificar o desenvolvimento de futuros modelos.

“A visão da Aston Martin é construir uma variedade de carros excepcionais e líderes de classe focados na pilotagem, crucial na expansão de nossa principal linha de produtos. Tal como nosso primeiro supercarro de produção em série com motor central será transformador para esta ultraluxuosa performance da marca, bem como para o segmento de motor central. Valhalla representa a primeira integração conjunta de desenvolvimento entre nossos engenheiros de carros de rua e as capacidades de engenharia da equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 via Aston Martin Performance Technologies, e demonstra a ampliação de capacidades da Aston Martin com o apoio técnico e expertise da Fórmula 1”, Marco Mattiacci, chefe global da marca e diretor comercial da Aston Martin.

O cruzamento técnico entre a Aston Martin e sua equipe homônima de Fórmula 1, que atualmente ocupa a quarta colocação no Mundial de Construtores da FIA, é facilitado pelo braço consultivo da equipe, a Aston Martin Performance Technologies (AMPT).

A AMPT está assistindo diretamente a equipe de engenharia de performance da Aston Martin em três áreas-chave de desenvolvimento: dinâmica, aerodinâmica e materiais.

“É uma grande vantagem para um fabricante de carros ter acesso às habilidades e conhecimentos únicos de uma equipe de Fórmula 1. Os engenheiros de Fórmula 1 estão constantemente indo aos limites na busca por performance e desenvolveram ferramentas para resolver problemas rapidamente. Com esse conhecimento em casa, podemos sem sombra de dúvida trazer a expertise da Fórmula 1 para o desenvolvimento de nossos carros de rua”, Claudio Santoni, diretor de engenharia da Aston Martin Performance Technologies.

Dinâmica de pilotagem

O Aston Martin Valhalla é genuinamente um supercarro de motor central focado na pilotagem, e o grupo de dinâmica de veículos em combinação próxima com a AMPT está trabalhando com o “pé no fundo” para prover a dinâmica exata que fornecerá um engajamento de pilotagem sem precedentes.

Um projeto na Fórmula 1 repousa fortemente nas ferramentas de simulação e os métodos usados para assegurar que cada momento passado no simulador trará o progresso voltado para o Valhalla.

De fato, 90% das características dinâmicas e o acerto do carro foram completadas no simulador, com a fase final de desenvolvimento completada no mundo real, nas ruas e pistas.

Valiosas contribuições dos pilotos da equipe AMF1 acrescentam uma nova intensidade à calibragem do Valhalla.

O nível elevado de habilidades e conhecimentos de pilotos como Lance Stroll e Fernando Alonso leva a dinâmica do carro a um novo patamar, ao mesmo tempo em que eles continuam a conduzir o veículo ao limite extremo de sua capacidade de performance.

A ergonomia do cockpit do Valhalla também se beneficiou das dicas tomadas diretamente da Fórmula 1, como a posição de dirigir otimizada com o apoio da AMPT para fornecer ao motorista o nível de controle de um carro de corrida para maximizar o prazer de dirigir.

Os calcanhares do motorista foram levantados por um piso falso, que também contém módulos eletrônicos, e o exclusivo assento de fibra de carbono pode ser reclinado para um ângulo maior.

Isso vai gerar uma posição de dirigir mais alinhada com o carro de corrida AMR23, embora ainda oferecendo o conforto de um modelo de rua.

Isso ajuda a manter um teto baixo e assegurar que o motorista se sinta realmente conectado ao carro.

Aerodinâmica

A expertise conjunta dos aerodinamicistas da AMPT e da Aston Martin tanto em carros de rua quanto na Fórmula 1 garante à marca a oportunidade de criar carros de rua viciantes, com a mescla perfeita de luxo e performance.

Uma rápida olhada na carroceria do AMR23 e do Valhalla, onde a maioria da pressão aerodinâmica é gerada, ilustra quanto da tecnologia da Fórmula 1 foi transferida para o novo supercarro.

A abordagem aerodinâmica do Valhalla começa de uma forma similar à F1, usando todos os elementos do formato para produzir pressão aerodinâmica e reduzir o arrasto.

No entanto, o Valhalla não é limitado pelas regras da Fórmula 1 e, portanto, pode se beneficiar totalmente dos sistemas aerodinâmicos ativos tanto na frente quanto na traseira do carro, que vai gerar mais de 600 quilos de pressão aerodinâmica a 240 km/h.

Isso possibilita ao Valhalla a adaptar constantemente a pressão aerodinâmica dianteira e traseira, para maximizar a aderência, equilíbrio e consistência, ou reduzir o arrasto, dependendo da situação e o modo de dirigir selecionado.

Isso permite ao motorista extrair o melhor do chassi e dos pneus do Valhalla.

Como o carro de corrida AMR23, o Valhalla apresenta multi-elementos nas asas dianteira e traseira, embora a asa frontal esteja largamente oculta da visão.

A asa frontal pode ficar plana na posição DRS para diminuir o arrasto ou pode ser angulada para gerar uma forte pressão aerodinâmica na frente das rodas dianteiras.

A asa traseira com multi-elementos permanece plana para criar as belas e limpas linhas do carro, enquanto gera a base do nível de pressão aerodinâmica com o mínimo de arrasto.

No entanto, no modo pista a asa é bastante elevada para o fluxo de ar e maximizar sua efetividade.

O carro então administra ativamente o ângulo de ataque da asa para continuamente fazer o balanço entre a pressão aerodinâmica máxima e o DRS, a fim de maximizar a performance.

Inspirado pelos geradores de vórtex e recursos aerodinâmicos da Fórmula 1, logo à frente das rodas traseiras, funcionam como mini-difusores para conduzir o fluxo de ar para fora e debaixo do carro para cima, aumentando a pressão aerodinâmica.

Um snorkel instalado no teto alimenta a tomada de ar do motor, a exemplo da Fórmula 1, mas também serve para abastecer os dutos de refrigeração para os trocadores de calor do turbo e refrescar a configuração do motor Hot-V turbo.

O vasto conhecimento do Computational Fluid Dynamics (CFD) e os testes em túnel de vento na Fórmula 1 junto com a AMPT têm sido de grande benefício para os engenheiros do carro de rua.

As mesmas técnicas ferramentais de aerodinâmica usadas para criar o AMRF23 têm sido usadas para desenvolver a aerodinâmica do Valhalla.

A equipe de engenharia do Valhalla, trabalhando diretamente com a AMPT, utilizou o mesmo software CFD da equipe AMF1, incluindo aprendizados no acerto do modelo.

Como na Fórmula 1, o Valhalla usou um modelo em escala e um túnel de vento móvel para desenvolver o carro.

Materiais

AMPT e a equipe AMF1 vêm construindo carros em fibra de carbono há tantos anos que há muito pouco sobre materiais que eles não conheçam, embora a ideia de fabricar monocoques de fibra de carbono seja uma novidade para uma equipe habituada a produzir apenas um punhado de carros por temporada.

A equipe de tecnologias de carbono da AMPT trabalha no desenvolvimento de ideias que evoluíram da Fórmula 1 e a mesma abordagem foi aplicada no Valhalla.

Isso tem sido de enorme benefício quando envolve áreas como a simulação de rigidez e testes de impacto.

Grandes ganhos podem ser obtidos ao identificar qualquer vulnerabilidade antes de o destrutivo teste de impacto começar.

A estrutura do coração do Valhalla é trabalhada para maximizar a rigidez com o mínimo de peso, garantindo o máximo controle com precisão milimétrica.

Desenhada e projetada pela AMPT, que aplica suas altamente especializadas capacidades técnicas e expertise na Fórmula 1 além do ponto mais alto do automobilismo, a estrutura do Valhalla é produto da tecnologia de ponta em compósitos.

Uma complexa e exótica combinação de materiais em fibra de carbono, a estrutura de carbono do Valhalla foi criada usando uma tecnologia nova e própria desenvolvida para a Aston Martin.

As seções superiores e inferiores da estrutura foram moldadas em fibra de carbono usando uma mescla do processo Resin-Transfer-Moulding (RTM) e tecnologia de autoclave derivada da Fórmula 1.

O resultado é uma célula do passageiro leve, singular, imensamente rígida e forte, que fornece os melhores atributos da classe em estrutura dinâmica e notável segurança, sem comprometer a ergonomia do motorista e do passageiro.

O Valhalla está na vanguarda da transição da Aston Martin da combustão interna para a híbrida e total eletrificação.

Muito foi aprendido dentro do grupo de gerenciamento do motor para otimizar a performance e maximizar as eficiências do motor V8 biturbo.

Este motor é o mais avançado, sensível e de mais alta performance motor V8 já instalado num Aston Martin.

Quando unido aos três e-motors, cria um trem de força híbrido com tração nas quatro rodas.

Dois motores elétricos no eixo frontal possibilitam ao Valhalla não apenas o recurso da tração nas quatro rodas, mas também o total controle independente do torque aplicado em cada uma das rodas dianteiras, uma técnica conhecida como vetorização do torque.

A vetorização do torque permite uma resposta mais positiva da direção nas tomadas de curva, maior aderência nas curvas e tração aumentada nas saídas de curva. Melhora a experiência de pilotagem e performance em todas as fases da curva.

Os e-motors frontais também fornecem a função reversa, possibilitando a economia de peso na transmissão traseira.

Um terceiro e-motor é integrado à transmissão, fornecendo potência adicional às rodas traseiras, bem como atuando como motor de arranque e gerador para o motor ICE.

“O conhecimento e experiência do pessoal da equipe AMF1 na Aston Martin Performance Technologies combinados com a habilidade e capacidade de nossas equipes de desenvolvimento de carros de rua nos possibilitaram trazer diretamente da Fórmula 1 aprendizados para o desenvolvimento de carros esportivos. Nossa meta para o Valhalla é produzir um supercarro que será o melhor da classe nos padrões de performance, dinâmicas e prazer de dirigir. O Valhalla utilizará tecnologias ativas para reduzir a distância entre os gentlemen driver se o profissional na pista. Ter livre acesso ao conhecimento dentro da equipe AMF1 tem sido uma larga vantagem para nós enquanto desenvolvemos este carro incrível”, Carlo Della Casa, diretor de desenvolvimento de produtos da Aston Martin.

O primeiro protótipo de teste irá para as ruas no final deste ano, com o Valhalla pronto para entrar em produção em 2024.

Há unidades encomendadas para o Brasil.

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Audi do Brasil lança Audi Q8 e-tron no país, modelo elétrico com novo padrão global da marca

A Audi do Brasil anuncia o lançamento do Audi Q8 e-tron, o mais novo utilitário 100% elétrico de alto luxo da marca das quatro argolas no país.

O modelo está disponível nas versões Performance Black e Launch Edition na rede completa de concessionários da fabricante.

Os preços sugeridos são de R$ 669.990,00 para a carroceria SUV e de R$ 699.990,00 para a versão Sportback na versão Performance Black.

Já na versão Launch Edition os valores são de R$ 681.990 para o SUV e de R$ 711.990,00 para o Sportback.

O modelo também está disponível por assinatura no programa Audi Signature a partir de R$ 15.050,00, no plano de 36 meses.

Os novos Audi Q8 e-tron e Audi Q8 Sportback e-tron representam a primeira atualização da linha e-tron desde 2019.

Isso foi quando ocorreu o lançamento global do modelo totalmente elétrico da marca das quatro argolas, o lançamento no mercado nacional ocorreu no ano seguinte. 

O modelo introduz no país o novo padrão global de nomenclatura da linha e-tron.

A partir de agora, os próximos lançamentos das linhas A e Q com número final par receberão a motorização elétrica, enquanto os modelos com dígito final ímpar seguirão com a motorização a combustão ou híbrida.

Outra novidade do modelo é a inauguração no Brasil da nova linguagem visual da marca, mais elegante e minimalista.

Ela conta com logotipo bidimensional em tonalidade fosca e a identificação do modelo e versão situada de maneira discreta na coluna central com tonalidade preto brilhante.

“O novo Audi Q8 e-tron estabelece um marco temporal na história da Audi no Brasil. Estamos iniciando uma nova fase com foco total na progressividade e eletrificação da mobilidade. Os nossos produtos serão guiados pela busca contínua de tecnologias que permitam acessar distâncias cada vez mais amplas com maior velocidade de carregamento e regeneração de energia”, afirma Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

As novidades estéticas incluem ainda os novos para-choques dianteiro e traseiro.

Além da grade frontal com linhas mais envolventes e um filete iluminado separando os faróis dianteiros em LED Matrix, que foram aprimorados.

O modelo recebeu melhorias aerodinâmicas, incluindo elementos no interior do para-choque frontal que otimizam o fluxo de ar que entra no veículo e reduz a resistência do ar.

Tudo isso combinado ao baixo centro de gravidade, que garante maior estabilidade em todas as condições e terrenos.

 

 

 

 

 

 

O novo Audi Q8 e-tron ganhou uma nova bateria com célula química avançada, com capacidade aumentada em 20% em relação à bateria anterior, indo de 95 kWh para 114 kWh.

A capacidade de carregamento, por sua vez, foi ampliada em +20 kW, para 170 kW, permitindo a recarga elétrica de 10% a 80% em apenas 31 minutos.

O modelo é equipado com dois propulsores elétricos com potência combinada de 408 cavalos de potência e 664 Nm de torque, atuando em sintonia com a consagrada tração integral quattro.

O conjunto mecânico confere ao utilitário um desempenho altamente esportivo.

A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 5,6 segundos, e a velocidade máxima é de 200 km/h (limitada eletronicamente).

O condutor pode ainda escolher entre sete modos de condução pelo Audi Drive Select.

Internamente, a cabine recebeu isolamento acústico aprimorado e materiais ainda mais nobres.

Os revestimentos dos bancos em ambas as versões é de couro e tecido Dinamica, com o volante e apoio de braço das portas em couro.

Na versão Performance Black as costuras são cinza rocha com detalhes do painel em cinza vulcão.

Já na versão Launch Edition as costuras são vermelhas, assim como as bordas dos cintos (padrão Audi Sport) e detalhes em fibra de carbono no painel.

 

 

 

 

 

 

Entre os equipamentos de segurança, estão controle de cruzeiro adaptativo, aviso de saída de faixa com assistente de emergência e câmera 360° com sistema Parking Assist Plus.

Conta ainda com faróis Matrix LED com setas dinâmicas e Audi Side Assist, composto por monitor de ponto cego.

Além de monitor de tráfego reverso e exit warning que identifica a aproximação de algum objeto nas laterais do veículo, retardando a abertura das portas para evitar acidentes.

A lista de itens de entretenimento e comodidade incluem ar-condicionado de quatro zonas, sistema de som Bang & Olufsen 3D e teto solar panorâmico.

Traz ainda o volante de três raios multifuncional com regulagem elétrica.

A versão Launch Edition conta ainda com o Pacote Black Plus exterior, que agrega frisos externos em preto brilhante, Audi rings na cor cinza escurecido e capa dos retrovisores na cor preta.

Além de grade singleframe na cor do veículo, rodas de 22″ Audi Sport com design exclusivo e polidas na cor cinza titânio, Audi Beam exclusivo “e-tron edition” e capacidade de carga 22kW no modo AC.

Entre os itens opcionais de ambas as versões estão faróis digitais Matrix LED, incluindo projeções e animações (R$ 25.000,00) e Retrovisores virtuais (R$ 15.000,00).

Já a capacidade de carga AC 22 kW (R$ 16.500) é item opcional da versão Performance Black.

As dimensões externas do modelo Audi Q8 Sportback e-tron são 4.915 mm (comprimento), 2.189 mm (largura), 1.619 mm (altura) e 2.928 mm (entreeixos).

A capacidade do porta-malas é de 528 litros e o peso total do veículo é de 2.715 quilos.

Já na versão SUV, a altura é um pouco maior, de 1.633 mm.

Nessa carroceria, a capacidade do porta-malas sobe para 569 litros e o peso total é de 2.720 quilos. As duas carrocerias possuem o porta-malas dianteiro de 60 litros.

Já as cores de pintura externa disponíveis na versão Launch Edition são Branco Geleira, Cinza Cronos, Cinza Daytona, Preto Mito e Cinza Imã (Sólida).

Já na versão Performance Black, as opções são Cinza Imã (Sólida), Azul Ultra, Cinza Cronos, Branco Geleira, Marrom Madeira, Preto Mito, Azul Plasma e Vermelho Soneira (metálicas), e Cinza Daytona (perolizada).

 

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Novo McLaren 750S Spectrum Theme by MSO: pintura artesanal feita sob encomenda

A McLaren Automotive acaba de anunciar que o Spectrum Theme, um impressionante novo acabamento de pintura multi-tons, será oferecido exclusivamente no novo 750S.

Este é o seu mais leve e potente supercarro de produção em série.

A pintura foi desenvolvida e aplicada pelos técnicos de classe mundial na McLaren Special Operations, serviço de personalização sob encomenda dentro da empresa.

Uma unidade, ainda sem cor definida, brevemente chegará ao Brasil.

Aperfeiçoar o Spectrum Theme exigiu o desenvolvimento de novas técnicas que introduziram uma nova geração de especialidade em pintura, oferecendo aos clientes algo realmente único e inovador.

Mais técnico que qualquer coisa que a MSO já tenha desenvolvido, o Spectrum Theme compartilha sua filosofia de mudanças técnicas de longo alcance introduzidas no 750S.

Tons de cores separadas criam uma mudança de tonalidade definida por artesanato preciso.

A olho nu, a proximidade de várias cores produz uma ilusão de claro-escuro dentro de cada listra individual.

Ela dá a sensação de velocidade e aceleração, mesmo quando o 750S está parado.

 

 

 

 

 

 

“O Spectrum Theme leva ao próximo nível o que podemos fazer na McLaren. Um amplo grau de atenção e precisão é necessário para garantir que as linhas do Spectrum combinem completamente com a superfície da incrível carroceria do 750S, e as novas técnicas que desenvolvemos para chegar lá se coadunam perfeitamente com a ampla variedade de avanços técnicos do supercarro. A crescente complexidade do que podemos oferecer aos clientes, por meio de temas como o Spectrum, é testemunha da incrível experiência e especialização dos nossos técnicos em pintura na MSO”, diz Michael McDonagh, diretor da McLaren Special Operations.

 

 

 

 

 

 

O Spectrum é apresentado em três versões: Spectrum Azul, Spectrum Cinza e Spectrum Laranja.

As variantes de cor podem ser combinadas com outras personalizações sob encomenda da MSO.

Elas incluem um acabamento de couro colorido, uma placa dedicada e o ampliado estribo das portas em fibra de carbono com logotipos MSO de efeito graduado Spectrum pintados à mão.

Os temas Azul, Cinza e Laranja são apenas o começo.

O Spectrum pode também ser especificado em variantes de cor exclusivas, projetadas e produzidas pela MSO.

Os tons do espectro de cores exigem a formulação de novas pinturas que mesclam exatamente a quantidade certa de claro e escuro para criar uma mudança coerente de cor.

Não há uma mudança fixa: ao contrário, cada tema do Spectrum pede uma mescla sob medida dessas misturas para se chegar ao resultado desejado.

Considerar as linhas fechadas e a intrincada escultura aerodinâmica das portas diédricas foi um desafio particular para os técnicos da MSO posicionarem as linhas do Spectrum.

Na traseira do carro, o Spectrum Theme incorpora um reconhecimento visual do popular Velocity Theme também oferecido pela MSO.

O sétimo tom de pintura não é uma faixa sólida, mas um suave esmaecimento que envolve a traseira do 750S.

 

 

 

 

 

 

O tema Azul varia do Spectrum Azul para o Azul Aurora Metálico, o tema Laranja começa com o Spectrum Laranja e avança para um rico e potente Vermelho Gama Metálico.

E as variações do Cinza mudam do Spectrum Cinza para o Cinza Meteorito Metálico.

E, como brilho final, a parte de baixo da asa traseira móvel do 750S pode ter acabamento em cores contrastantes.

 

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Ferrari SF90 XX Stradale e SF90 XX Spider: direto das pistas para as ruas

Os carros da versão especial da Ferrari levam o desempenho de seus modelos de produção a novos extremos. 

O ‘Programa XX’ da marca, oferece a um seleto grupo de pilotos experientes, carros extremos feitos para uso exclusivo nas pistas de corrida.

Baseado nessa experiência, a Ferrari criou os superesportivos para uso na estrada: SF90 XX Stradale, modelo cupê e SF90 XX Spider com carroceria conversível.

A edição especial é mais leve, mais potente, com aerodinâmica revisada e alto desempenho, que pretende “empurrar o carro para o limite” de seu potencial, de acordo com o chefe de desenvolvimento Gianmaria Fulgenzi. 

SF90 XX Stradale

SF90 XX Spider

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, ambos os modelos são movidos pelo mesmo trem de força híbrido plug-in do modelo padrão, que compreende um motor 4.0 V8 biturbo e três motores elétricos.

Essa configuração permite que o carro atinja um máximo de 1.030 cv de potência.

Isso corresponde a 30 cv a mais que o tradicional SF90 Stradale, estabelecendo um novo padrão de desempenho da Ferrari.

O motor V8 produz potência de 797 cv, e ganhou maior taxa de compressão média, obtida através do polimento dos dutos de admissão e escape.

Também recebeu melhorias na câmara de combustão e dos pistões e a remoção do sistema secundário de ar, que reduziu em 3,5 kg o seu peso.

Os dois motores elétricos são independentes localizados no eixo dianteiro e o outro fica localizado entre o motor e a caixa de câmbio na parte traseira e produzem um total de 233 cv.

 

 

 

 

 

Não houve alteração da capacidade da bateria que permanece em 7,9 kWh e sozinha rende autonomia de 25 quilômetros com velocidade máxima de 135 km/h.

Uma nova função Extra Boost está disponível no modo de condução Qualifying e funciona para recuperar rapidamente a velocidade do carro ao sair de uma curva.

O recurso é acionado quando o motorista pisa fundo no acelerador e pode ser usado até 30 vezes antes que a bateria se esgote.

Também foram feitas alterações na caixa de câmbio de dupla embreagem de oito marchas do carro.

A nova lógica de mudança é emprestada do Daytona SP3 e as mudanças de marcha são acompanhadas por uma nota de escape rosnando com uma ultrapassagem de decolagem em rotações mais altas.

Para isso, foi desenvolvida uma nova calibração específica do motor que funciona em sinergia com a lógica de controle da caixa de câmbio.

A afirmação oficial da Ferrari é de que os modelos são capazes de alcançar os 100 km/h em apenas 2,3 segundos e a velocidade máxima é de 320 km/h.

Outra novidade importante é o controlador ABS EVO, que estreou no 296 GTB, e melhora o desempenho na frenagem de alto desempenho no seco.

O sistema permite que o superesportivo freie mais tarde e de maneira mais repetitiva, melhorando assim seu manuseio na pista.

O SF90 XX oferece o desempenho aerodinâmico mais eficiente do que qualquer outro carro de estrada da Ferrari, tornando-o comparável apenas ao supercarro LaFerrari.

Esse resultado foi alcançado ao redesenhar o gerenciamento do fluxo de resfriamento dos componentes térmicos e elétricos, bem como do compartimento do motor.

Em termos de estilo, incorpora os princípios de engenharia que sustentam o SF90 convencional, mas com características mais radicais e extremas.

O estilo foi projetado para destacar seus atributos de desempenho puro-sangue, mantendo as linhas e formas do seu antecessor.

SF90 XX Stradale

SF90 Stradale

 

 

 

 

 

 

O principal destaque do design fica por conta da sua asa traseira.

O volume da cauda foi especificamente desenhado pensando na aerodinâmica, que agora é mais elegante, com a silhueta de cauda longa típica dos carros de corrida.

As entradas de ar para os intercoolers (trocador de calor), agora também são maiores, canalizando o ar para os radiadores de forma mais eficiente.

O conceito de asa dianteira em forma de flecha foi mantido, os faróis agora estão integrados nesta área por dois perfis de asa verticais.

O carro parece mais largo e mais colado ao asfalto devido aos dois imponentes perfis de asa dominando as entradas de ar, que parecem flutuar.

 

 

 

 

 

O design interior foi feito para destacar a vocação de corrida do cockpit que resultaram em economias de peso significativas.

As principais áreas envolvidas foram os painéis das portas, túnel e tapetes, que agora estão mais simples em termos de forma e materiais utilizados.

Enquanto à fibra de carbono foi usada para áreas funcionais.

O assento de corrida foi projetado especialmente para o esportivo com uma estrutura tubular de fibra de carbono e espuma.

Tudo isso focado em fornecer máximo prazer em dirigir sem comprometer o conforto.

Mesmo sendo um assento de peça única, o uso de materiais elásticos permite que sejam realizados movimentos de rotação e ajustes no encosto.

Esse recurso ainda economizou 1,3 kg de peso.

O console central também ostenta menos material e, em vez de couro ou plástico, é coberto por fibra de carbono em acabamento fosco.

Já o painel de instrumentos tem revestimento em Alcantara.

O seletor de marchas cromado da transmissão de oito marchas foi movido para a frente no console central e os interruptores dos vidros elétricos foram realocados mais para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SF90 XX Spider se parece muito com o SF90 XX Stradale e apresenta praticamente as mesmas características quanto ao visual. 

A principal diferença está no teto conversível que pode ser aberto em apenas 14 segundos. 

Devido as alterações para tornar o veículo conversível, o modelo perdeu algumas das passagens de ar na parte traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ambas as variantes do SF90 XX terão uma quantidade limitada de unidades.

Serão produzidas 799 versões do SF90 XX Stradale e 599 do SF90 XX Spider, ambos representando “o exemplo mais recente e extremo de um conceito de versões especiais, que eleva o desempenho dos modelos de rua da Ferrari a novos níveis”.

O preço do cupê é de cerca de US$ 844.000, o que daria pouco mais de R$ 4 milhões, nas taxas de câmbio atuais.

O Spider custa ainda mais, cerca de US$ 932.000, algo em torno de R$ 4,5 milhões.

 

 

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Audi do Brasil apresenta lançamentos e oferece testes em pista na 2ª edição do Catarina Aviation Show

A Audi do Brasil anuncia a sua participação na segunda edição do Catarina Aviation Show, evento que ocorre entre os dias 1 e 3 de junho.

O evento reúne lançamentos do mercado de aviação, exposição de supercarros, experiências de pilotagem em pista, gastronomia do Grupo Fasano e ativações de marcas do segmento de alto luxo.

“Nós tivemos uma experiência inesquecível na primeira edição do evento. Houve uma sinergia incrível com os nossos clientes, que puderam conhecer de perto os últimos lançamentos da marca e desfrutar de test-drives exclusivos, acompanhados de pilotos profissionais em um ambiente de pista seguro e controlado. Estamos orgulhosos em apoiar desde o início este evento que, já nesta segunda edição, está consolidado como um dos principais eventos de alto luxo do país, reunindo negócios, gastronomia e experiências”, afirma Cláudio Rawicz, Diretor de Comunicação e Marketing na Audi do Brasil.

Na edição deste ano, a Audi do Brasil irá disponibilizar ao público três veículos para test-drive: o superesportivo elétrico Audi RS e-tron GT, a stationwagon Audi RS 6 Avant e o novíssimo Audi RS 5 Competition Plus Track.

Também haverá unidades desses modelos também em exposição.

Estarão disponíveis ainda shuttle de clientes para os clientes que visitarem o evento de helicóptero, com o Audi Q5 TFSIe (híbrido plug-in). 

Além dos test-drives, a marca das quatro argolas oferecerá em seu estande uma exposição especial da Audi Collection, a grife de roupas e acessórios da montadora.

Com itens das novas coleções, entre eles roupas, acessórios, mochilas, bonés, guarda-chuvas e chaveiros, entre outros produtos para todas as idades.

A Audi terá à disposição do público o Audi Exclusive, o seu programa de personalização de veículos, que permite aos clientes customizar os modelos da linha esportiva RS.

A customização inclui tonalidades exclusivas na carroceria e no interior, oferecendo até 1 quintilhão de possibilidades de combinações conforme suas preferências e necessidades.

Os atendimentos são realizados de forma exclusiva e personalizada com especialistas de produto da Audi do Brasil. 

A Audi do Brasil participou da primeira edição do evento, em 2022, com a presença de concessionários e exposição de dois veículos, RS e-tron GT e Q3 Sportback.

Mais de 300 clientes foram atraídos ao estande da marca, que realizou 171 test-drives dos modelos RS e-tron GT, Q3 Sportback, RS 5, RS 6 Avant, e-tron Sportback e e-tron S Sportback.

Foto: Amaro Aviation

Audi RS e-tron GT

O Audi RS e-tron GT é o primeiro esportivo 100% elétrico da Audi, oferecendo desempenho dinâmico e altamente esportivo.

Ele  precisa de somente 3,3 segundos para acelerar de zero a 100 km/h, com  velocidade máxima de 250 km/h.

O motor elétrico no eixo dianteiro também libera 175 kW, enquanto o motor na traseira libera 335 kW.

A potência total é 440 kW e o torque total é 830 Nm. No modo boost, a potência aumenta brevemente para 475 kW ou 646 cv.

Lançado em maio de 2021, o modelo teve todas as unidades disponibilizadas vendidas em menos de 24 horas de pré-venda.

Audi RS 5 Competition Plus Track

O novo RS 5 Competition Plus Track desembarcou no Brasil em março deste ano ainda mais potente, tecnológico e eficiente.

A nova linha esportiva é equipada com o propulsor 2.9 V6 Biturbo, que recebeu nova calibração e oferece 450 cv de potência entre 5.700 rpm e 6.700 rpm, e 600 Nm de torque de 1.900 rpm a 5.000 rpm.

Ele atua em conjunto com a transmissão Tiptronic de oito velocidade, que também recebeu nova calibração para oferecer trocas ainda mais ágeis e precisas.

Com isso, a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,8 segundos e a velocidade máxima aumentou para 290 km/h.

Audi RS 6 Avant

O RS 6 Avant é equipado com propulsor 4.0 V8 biturbo, de 600 cv de potência e 800 Nm de torque, acoplado à transmissão automática de oito velocidades.

O conjunto garante um desempenho formidável: a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,6 segundos, enquanto a aceleração de 0 a 200 km/h é feita em 12 segundos.

Além disso, a motorização ganhou, pela primeira vez, um sistema híbrido leve de 48 volts, melhorando ainda mais a sua eficiência.

A velocidade máxima é de 280 km/h.

O desempenho em retas e curvas também estabelece um novo parâmetro.

Enquanto a nova tração integral melhora a estabilidade em altas velocidades, quando as rodas traseiras giram na mesma direção que as rodas dianteiras.

Ao manobrar em baixas velocidades, elas giram no sentido oposto às rodas dianteiras para reduzir o raio de giro e facilitar o estacionamento.

Audi Q5 TFSI e

Moderno e eficiente, o novo Audi Q5 TFSIe iniciou as vendas no Brasil em julho de 2022 como o primeiro veículo híbrido da marca no mundo.

O modelo é equipado com motor 2.0 TFSI à combustão de 252 cv de potência e 370 Nm de torque.

Atuando em conjunto com um propulsor elétrico síncrono de imãs permanentes (PSM), com 105 kW (143 cv) de potência máxima e até 350Nm de torque máximo já disponível em baixas rotações.

O conjunto é acoplado à transmissão S tronic de sete velocidades com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em apenas 5,3 segundos.

A velocidade máxima (limitada eletronicamente) é de 210 km/h.

Com a potência combinada, o Audi Q5 TFSIe quattro desenvolve 367 cv e 500 Nm de torque.

A autonomia puramente elétrica atinge 62 km/h.

Catarina Aviation Show 2023

Data: 01 a 03 de junho

Horário: 9h às 19h

Endereço: Rodovia Castello Branco, km 62 – São Roque / SP

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McLaren São Paulo completa cinco anos e atinge 100 carros entregues

A McLaren São Paulo teve dois motivos para comemorações na segunda semana de maio.

No dia 8, a empresa completou cinco anos da inauguração da concessionária em São Paulo.

Dois dias depois, a empresa chegou à marca de cem automóveis entregues com a entrega das chaves de um modelo Artura Malvine Blue a seu comprador.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

O Artura é o mais recente lançamento da McLaren, sendo o primeiro modelo híbrido de produção em série da marca (antes dele houve o P1, feito em edição limitada de 375 unidades).

As primeiras unidades do Artura chegaram ao Brasil no fim do ano passado e doze delas já estão com seus clientes (incluindo a que fez a McLaren São Paulo chegar às 100 unidades entregues).

Essas 12 unidades fazem o Artura, com apenas cinco meses de presença no mercado, ser o segundo McLaren mais vendido no Brasil.

Ele só fica atrás do McLaren 720S Coupé, que teve 21 unidades comercializadas entre 2018 e 2022.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

Outros destaques da lista de McLaren vendidos no Brasil são os modelos Senna (quatro, todos entregues em 2019) e Senna GTR (uma unidade entregue em 2020).

Do primeiro, foram fabricadas 500 unidades. O GTR, ainda mais exclusivo, teve apenas 75 unidades produzidas.

“Ao longo desses cinco anos, a McLaren ganhou um grande número de adeptos no Brasil. Boa parte deles chegou à marca atraída pelo histórico vitorioso em competições e constatou que, além de vencer corridas, a McLaren produz carros esporte de primeira linha. Chegar a cem carros ao completar cinco anos de operações é algo extremamente gratificante. Quando inauguramos a concessionária, nossa previsão era entregar cerca de 25 carros por ano. Essa média foi mantida ou mesmo superada até a chegada da pandemia. Mas agora estamos começando a entregar os Artura e deveremos encerrar 2023 com um novo recorde de entregas a clientes”, analisa Henry Visconde, presidente da McLaren São Paulo.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

Formada em 2010, a McLaren Automotive é hoje a maior parte do McLaren Group. Sua origem remonta a 1964, quando o piloto neozelandês Bruce McLaren iniciou a fabricação de carros de corrida (bipostos e monopostos).

Em 1966, a McLaren fez sua estreia na Fórmula 1, iniciando uma trajetória que resultou em oito títulos mundiais de construtores e doze de pilotos.

A McLaren tem vitórias também nas 24 Horas de Le Mans e nas 500 Milhas de Indianápolis.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

O atual portfolio de produtos da empresa (modelos das linhas GT, Supercar, Motorsport e Ultimate) é vendido por meio de mais de 85 concessionários em 40 mercados no mundo.

O primeiro carro de rua com a marca McLaren, o M6GT, foi construído pelo próprio Bruce McLaren em 1969. 

Em 1993, a McLaren projetou e construiu o carro de rua McLaren F1, em produção limitada. 

Em 2020, a McLaren lançou o 765LT e revelou a nova arquitetura de baixo peso fabricada no McLaren Composites Technology Centre de £ 50 milhões.

Foi inaugurado na região de Sheffield, no norte da Inglaterra, que sustentará a próxima década do futuro eletrificado da McLaren.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

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GT3 RS Timeline: uma celebração à esportividade na Stuttgart Porsche

A Stuttgart Porsche promoveu no último dia 3 de maio a GT3 RS Timeline, uma verdadeira celebração à esportividade pura no Porsche Center São Paulo.

Os clientes que compareceram tiveram o privilégio de conferir a evolução da linha RS ao longo de cinco décadas por meio da exposição de sete carros.

Estavam presentes o mitológico 911 Carrera RS 2.7 de 1973 e as várias gerações do 911 GT3 RS até chegar à atual, com a apresentação do primeiro 911 GT3 RS 2023 a chegar ao Brasil.

 

 

 

 

 

 

A sigla RS (“rennsport”, esportivo de corrida em alemão) tornou-se uma autêntica “medalha” concedida pela Porsche às versões de carros de rua que mais se aproximam da essência de um bólido de competição.

“Os 911 RS tiveram produção limitada e por isso é muito raro ter a oportunidade de ver reunidos sete deles, cada um de uma época. Fico contente por ter proporcionado aos clientes uma oportunidade única de acompanhar a evolução desses carros, coincidindo com a chegada da primeira unidade do novo 911 GT3 RS”, explica Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche

 

 

 

 

 

 

 

O novo 911 GT3 RS é da atual geração “992” (código interno da Porsche para definir o número de projeto).

Possui motor de 6 cilindros contrapostos com 4 litros e entrega 525 cv de potência, podendo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e chegar à velocidade máxima de 296 km/h.

O habitáculo é praticamente o de um carro de competição. Todos os 911 GT3 RS possuem gaiola de segurança.

Opcionalmente, o carro pode ter pacotes Clubsport (que inclui banco de competição com cinto de segurança de seis pontos) e Weissach (redução de peso).

Como grande novidade, o novo 911 GT3 RS possui DRS (asa móvel) para diminuir o arrasto aerodinâmico nas retas.

Os demais carros expostos na GT3 RS Timeline foram o 911 Carrera RS 2.7 de 1973, 911 GT3 RS “996” (2004), 911 GT3 RS “997.1” (2007), 911 GT3 RS 4.0 “997.2”(2011), 911 GT3 RS “991.1” (2016) e 911 GT3 RS “991.2” (2019).

A partir da esquerda: 911 GT3 RS 2007 e 2004 e o 911 Carrera RS 2.7 de 1973

A partir da esquerda, os 911 GT3 RS de 2019 e 2016 e o 911 GT3 RS 4.0 de 2011

 

 

 

 

 

 

 

A Stuttgart atuou entre outubro de 1997 e junho de 2015 como importadora oficial da marca Porsche no Brasil.

Nesse período, a Porsche aumentou significativamente sua presença no País.

Atualmente, a Stuttgart Porsche opera oito lojas em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife.

O Stuttgart Service | Body & Paint, localizado em São Paulo, é o mais moderno centro de serviços de reparo e manutenção de carros da marca.

É o único da América Latina capacitado a fazer reparos em carrocerias de alumínio e o único do Brasil apto a fazer manutenção e reparos em baterias de alta tensão para veículos híbridos e elétricos.

O histórico, a presença em seis estados e a alta qualidade de seu atendimento e de seus serviços fazem da Stuttgart ser referência em Porsche no Brasil.

 

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Novo McLaren 750S: pura emoção e desempenho máximo de supercarro

Com o novo 750S, a McLaren define uma nova referência para desempenho de supercarros e satisfação do motorista.

O McLaren de produção em série mais leve e potente é, sem inibição, um supercarro para os puristas.

Projetado e desenvolvido após uma análise meticulosa do renomado McLaren 720S, o novo 750S combina avanços em economia de peso, desempenho do trem de força, aerodinâmica e excelência dinâmica.

Isso tudo para elevar a novos patamares uma experiência de direção que já era referência.

Cerca de 30% dos componentes do 750S são novos ou alterados para oferecer essas melhorias e, com elas, uma conexão emocional ainda maior com o carro.

 

 

 

 

 

 

“Quando você tem um carro reconhecido por tantos pilotos como referência, é preciso examinar cada detalhe e realmente pressionar muito por melhorias para fazer algo ainda melhor. Isso é o que fizemos com o novo 750S. O baixo peso, o desempenho do motor V8 e as excelentes habilidades dinâmicas se combinam para oferecer uma experiência de direção de supercarro que atinge novos patamares, com níveis verdadeiramente emocionantes de conexão emocional”, afirmou Michael Leiters, CEO, McLaren Automotive.

Com 1.389 kg (DIN), o McLaren 750S cupê já é 30 kg mais leve que o 720S.

Com todas as opções disponíveis de fibra de carbono e baixo peso selecionadas, o cupê “emagrece” para 1.277 kg a seco.

O que oferece uma relação peso-potência líder do segmento de 1,70 kg/cv ou 587 cv por tonelada.

São 193 kg menos do que seu concorrente mais próximo.

O 750S Spider foi projetado com o mesmo foco em minimizar o peso.

Possui capota rígida retrátil (RHT), sistema de proteção contra capotamento e estrutura superior traseira feita sob medida para o monocoque construído de fibra de carbono.

Tal é a resistência desse monocoque que nenhum reforço adicional é necessário, uma vantagem inerente sobre os supercarros conversíveis rivais construídos em alumínio e aço.

Isso garante que o Spider, na configuração padrão, pese 1.438 kg. Na configuração mais leve (1.326 kg), ele é líder do segmento com 1,81 kg/cv (566 cv por tonelada).

Os níveis extraordinários de prazer, precisão, agilidade, sensação e feedback que o 750S oferece são imediatamente aparentes para o motorista.

Mesmo em velocidades mais baixas, e o baixo peso é um fator chave em seu desempenho dinâmico.

Com apenas 1.389 kg (DIN), ele pesa 30 kg a menos que um 720S, um exemplo claro da dedicação da McLaren à engenharia leve.

As novas rodas forjadas de 10 raios são as mais leves já instaladas como padrão em um McLaren de produção em série e economizam 13,8 kg em relação às do 720S.

O novo painel de instrumentos do motorista é 1,8 kg mais leve.

Até o vidro do para-brisa contribui para a redução de peso em 1,6 kg.

O motor V8 biturbo de 4,0 litros com potência de 750 cv e torque de 800 Nm oferece desempenho feroz, com o 750S sendo capaz de ir de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Acelera de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos (no caso do Spider, 7,3 segundos) e de 0 a 300 km/h em menos de 20 segundos (no Spyder, 20,4 segundos).

Os números dão conta dos fatos, mas é a sensação visceral de desempenho e velocidade que surpreende e emociona.

Desde o momento em que o V8 ganha vida, passando pela imensa entrega de torque na faixa intermediária do motor biturbo e pela emocionante subida até o limitador de rotações a 8.500 rpm, a conexão emocional do motorista com o 750S é extraordinária e uma experiência que é tornando-se cada vez mais raros e procurados.

“Todos os McLaren são projetados com precisão e notavelmente rápidos, mas com o novo 750S nos concentramos em enriquecer toda a gama de características que proporcionam a alegria experimentada ao dirigir o carro, aquela conexão emocional pura tão procurada pelos entusiastas”, disse Ben Gulliver, chefe de desenvolvimento de veículos, McLaren Automotive.

 

 

 

 

 

 

A suspensão hidráulica vinculada ao Proactive Chassis Control, agora na geração “PCC III”, é conhecida por combinar controle surpreendentemente preciso com um ritmo de passeio notavelmente compatível.

O sistema de nova geração oferece níveis ainda mais altos de desempenho da suspensão e é parte integrante das habilidades dinâmicas do 750S.

As molas da suspensão são mais macias na frente e mais rígidas na traseira do que no 720S, o que, juntamente com a reconfiguração dos elementos passivo e ativo sob medida e uma nova abordagem para ajustar a suspensão (ajustando os acumuladores nos suportes, o que é usado pela primeira vez no 750S), beneficia o conforto de condução, o controle de rolagem, a sensibilidade da direção e o equilíbrio nas curvas.

Além disso, o novo design de mola e amortecedor reduz o peso em 2 kg.

As alterações combinadas de hardware e software feitas para o PCC III significam que a amplitude dinâmica do 750S é ainda maior do que o do 720S.

Isso mantém os níveis de conforto do antecessor enquanto oferece desempenho significativamente melhorado.

Um circuito de rolagem hidráulico substitui as barras estabilizadoras mecânicas convencionais.

 

 

 

 

 

 

O 750S também é mais ágil do que o carro de referência que substitui, com melhor aderência frontal (ajudada por uma bitola dianteira 6 mm mais larga e nova geometria da suspensão).

A direção eletro-hidráulica da McLaren, amplamente reconhecida por sua precisão e clareza de reações, agora possui uma relação de direção mais rápida e uma nova bomba de assistência elétrica.

E oferece um veículo ainda mais ágil, que contorna as curvas com mais precisão e inspiram ainda mais confiança ao piloto.

“Nós nos propusemos um desafio extremamente difícil com o 750S, ou seja, trazer um grau significativo de agilidade, sensação e resposta do McLaren ‘Longtail’, ao mesmo tempo em que garantimos que o conforto e a usabilidade não sejam comprometidos – a combinação ‘melhor de ambos’ que nossos clientes nos dizem querer. O resultado é uma enorme variedade de habilidades para um desempenho dinâmico de supercarro de referência”, comentou Jamie Corstorphine, Diretor de Estratégia de Produto, McLaren Automotive.

O interior do 750S combina tecnologia inovadora com materiais requintados, mas o mais importante é um design ainda mais focado no motorista.

No centro da experiência do motorista estão os novos visores cujo movimento acompanha o da coluna de direção.

Este monitor centrado no motorista é montado em uma bitácula que possui os controles para selecionar os modos Powertrain e Handling localizados em ambos os lados.

Isso significa que o motorista pode se mover sem esforço entre as configurações Comfort, Sport e Track Active Dynamic enquanto mantém as mãos no volante e foco total na estrada à frente.

Ao mesmo tempo, o controle variável de derrapagem (VDC, Variable Drift Control) permite ajustar o nível de intervenção do sistema de controle de tração independentemente da configuração do Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, na sigla em inglês).

Essa capacidade de ajuste significa que o motorista pode mover-se perfeitamente do estágio em que os sistemas eletrônicos do carro intervêm regularmente para um estágio em que eles não intervêm.

Novos bancos de corrida de fibra de carbono, com 17,5 kg a menos que os assentos esportivos de série do 720S, estão disponíveis como opção, assim como pneus Pirelli P ZERO Trofeo R de pista e parafusos de roda leves, feitos de titânio.

 

 

 

 

 

 

O Controle de Largada McLaren (MCL, McLaren Control Launcher) é outra nova tecnologia da marca que estreia no 750S e adiciona outra dimensão à interface do motorista com o carro.

Ativado por meio de um botão com o famoso McLaren Speedmark, o MCL permite que o motorista personalize sua experiência de dirigir na McLaren.

As preferências dinâmicas selecionadas (sua combinação favorita de configurações aerodinâmicas, manuseio, powertrain e transmissão) podem ser recuperadas instantaneamente com um toque do botão MCL.

Os pilotos também se beneficiarão de novos recursos, como o Apple CarPlay e a nova tela central de informações (CIS, Central Information Screen), que apresenta gráficos mais ricos e detalhados para aprimorar ainda mais a experiência do motorista.

O sistema de câmera Rear View e Surround View (visão traseira e do entorno) também foi atualizado para maior definição e clareza.

Um novo sistema de elevação do veículo levanta a frente do 750S em apenas quatro segundos, em comparação com os 10 segundos que leva em um 720S.

Uma conexão física e emocional intensificada entre o motorista e o carro é auxiliada pelo ajuste personalizado do suporte do motor.

Um novo layout de escapamento de saída central inspirado no McLaren P1 que é acusticamente ajustado para dar um tom claro e distinto e um crescendo nítido à medida em que o motor atinge rotações mais altas.

O formidável desempenho de frenagem é aprimorado pela maior área de superfície da asa traseira ativa, que se abre totalmente em menos de meio segundo.

Isso aumenta a força descendente traseira para melhorar a estabilidade em alta velocidade durante a frenagem e reduzir as distâncias de frenagem. 

Os clientes do 750S que planejam dirigir em circuitos de corrida podem optar por uma atualização de freio usando discos de cerâmica de carbono com 390 mm de diâmetro e pinças monobloco derivadas do sistema do McLaren Senna.

Juntamente com um novo servo freio e bomba de vácuo e tecnologia de resfriamento de pinças integrado inspirado no da Fórmula 1. 

Visualmente, o 750S refina o design de seu antecessor com uma nova seção inferior do nariz com divisor dianteiro estendido.

Tem também entradas de ar mais estreitas que envolvem os faróis, novas entradas de ar nas soleiras e saídas de ar dos para-lamas traseiros.

As revisões aerodinâmicas traseiras incorporam um deck traseiro redesenhado e alongado, que canaliza o ar para uma asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.

Os contornos dos faróis agora podem ser opcionalmente na cor da carroceria ou em fibra de carbono.

O novo para-choque traseiro e as aberturas do para-choque dianteiro também estão disponíveis no material leve característico da McLaren.

 

 

 

 

 

A área de superfície da asa traseira ativa alongada é 20% maior do que a da asa do 720S, mas o componente é 1,6 kg mais leve devido à sua construção em fibra de carbono.

Um recorte na seção central mantém a visibilidade traseira e também garante que as altas temperaturas do escapamento não afetem a asa quando o veículo está parado após um circuito prolongado.

Acionada hidraulicamente, a asa possui configurações de ângulo e velocidades de veículo distintas para o cupê e o Spider.

Apresenta três posições operacionais principais: Driver Downforce, asa ativa parcialmente acionada, aumentando os níveis de carga aerodinâmica durante as curvas; o DRS que fornece automaticamente a funcionalidade de redução de arrasto ao acelerar em linha reta, até a velocidade máxima do veículo e a frenagem de alta velocidade que proporcionando uma força descendente traseira significativamente maior que melhora a estabilidade de frenagem.

A construção monocoque de fibra de carbono facilita a visibilidade de quase 360 graus, com uma escotilha baixa, pilares A ultrafinos e, no coupé, pilares C envidraçados, todos se beneficiando da propagação de luz natural na cabine.

A iluminação ambiente nítida, nova e personalizável destaca os detalhes do design da cabine à noite.

No cupê, o motor V8 pode ser visível de dentro da cabine por meio de um painel de vidro duplo situado no porta-malas traseiro, expondo a parte superior do trem de força por trás dos ombros do motorista.

O 750S Spider apresenta contrafortes laterais envidraçados que, além de guiar o fluxo de ar sobre a cobertura traseira, aumentam a visibilidade lateral.

Para incidir luz adicional para a cabine, o teto rígido retrátil (Retractable Hard Top, RHT) está disponível opcionalmente com vidro eletrocrômico, aumentando a sensação de ambiente ao ar livre, mesmo quando fechado.

O RHT pode ser aberto em menos de 11 segundos com o veículo em movimento a velocidades até 50 km/h.

A remoção do teto fixo para o 750S Spider requer uma revisão da posição do amortecedor a gás e do sistema de dobradiça da porta, mas nesta área, as únicas diferenças externas visíveis para o coupé 750S são uma asa dianteira mais longa, porta mais curta e janela sem moldura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como em todos os McLaren, o volante do 750S é deliberadamente livre de quaisquer botões ou interruptores, permitindo que o motorista se concentre na sensação e reação do chassi e da estrada.

Os detalhes de informações e entretenimento são acessados por meio da nova tela do motorista e da tela central de infoentretenimento aprimorada por gráficos mais sofisticados e maior sensibilidade ao toque.

Interior totalmente revestido em couro Nappa ou uma combinação de Alcantara e couro Nappa estão disponíveis com os novos temas internos TechLux e Performance.

A Bowers & Wilkins, parceira de áudio da McLaren, desenvolveu um novo sistema para o 750S, com um amplificador mais potente e os alto-falantes de cone Continuum.

 

 

 

 

 

Além da seleção de acabamentos de pintura exterior padrão, uma variedade de cores Elite está disponível.

A McLaren Special Operations (MSO), o braço de personalização da McLaren Automotive, pode colaborar com os clientes em opções adicionais ou trabalhar com eles para criar uma pintura personalizada própria.

Garantia abrangente de três anos para o veículo e um plano de serviço e manutenção programada de três anos estão incluídos como padrão no novo 750S, que já está disponível para pedido, inclusive no Brasil.

As primeiras unidades deverão chegar ao país no último trimestre de 2023.

 

 

 

 

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Jaguar vai investir 15 bilhões de euros nos próximos 5 anos em eletrificação

A Jaguar Land Rover (JLR) anunciou seus planos para acelerar sua transição para se tornar a principal fabricante de carros, alinhados ao padrão Modern Luxury do mundo.

Sua fábrica de Halewood, no Reino Unido, se tornará uma instalação de produção totalmente elétrica e sua próxima geração de arquitetura SUV de médio porte, arquitetura modular eletrificada (EMA), agora será puramente elétrica.

Em uma atualização para a mídia global no centro da JLR em Gaydon, o CEO, Adrian Mardell, reafirmou o compromisso da empresa com a estratégia Reimagine.

Essa estratégia reposicionará a empresa como uma montadora de carros de luxo moderna e elétrica até 2030, à medida que a JLR avança em direção às suas metas financeiras de alcançar uma posição positiva de caixa líquido no AF25 e EBIT de dois dígitos até 2026.

“Há dois anos, lançamos nossa estratégia Reimaginee, desde então, fizemos grandes progressos, incluindo o lançamento de dois novos modelos, o Range Rover e o Range Rover Sport, aclamados pela crítica, juntando-se à família Defender, para a qual há uma demanda recorde. Conseguimos isso enquanto navegávamos pelos ventos contrários da pandemia e da escassez de chips e aumentamos com sucesso a produção de nossos modelos mais lucrativos para gerar lucro no 3º trimestre. Hoje tenho o orgulho de anunciar que estamos acelerando nosso caminho de eletrificação, tornando totalmente elétrica uma de nossas fábricas no Reino Unido e nossa arquitetura de SUV de luxo de tamanho médio de próxima geração. Esse investimento nos permite oferecer nosso futuro elétrico de luxo moderno, desenvolvendo novas habilidades e reafirmando nosso compromisso de zerar as emissões líquidas de carbono até 2039″, disse Adrian Mardell, CEO da JLR.

Ao divulgar a notícia sobre seus novos esforços na área de eletrificação de próxima geração, a JLR confirmou que começará a receber pedidos de clientes para o Range Rover totalmente elétrico a partir do final deste ano.

O primeiro de seus SUVs de luxo moderno de tamanho médio de próxima geração será um modelo totalmente elétrico da família Range Rover.

Será lançado em 2025 e construído em Halewood, em Merseyside, em um movimento que afirma ainda mais o compromisso da JLR com o futuro da indústria automobilística do Reino Unido.

E enquanto a EMA agora será apenas elétrica, à medida que a tendência para a eletrificação em certos mercados aumenta, a JLR manterá a arquitetura longitudinal modular flexível (MLA) na qual o Range Rover e o Range Rover Sport são construídos, oferecendo opções de motor de combustão interna (ICE), HYBRID e veículo elétrico a bateria (BEV).

Isso dá à JLR flexibilidade para adaptar sua linha de veículos para atender às necessidades de diferentes mercados em todo o mundo, que estão se movendo em diferentes velocidades em direção a metas de zero carbono.

Como próximo passo dentro da estratégia Reimagine, foi revelado que a JLR mudará para a abordagem House of Brands, para amplificar o caráter único de cada uma de suas marcas, Range Rover, Defender, Discovery e Jaguar.

E também acelerar a entrega da visão da empresa, para se tornarem orgulhosos criadores das marcas automotivas de luxo modernas mais desejáveis do mundo para os clientes mais exigentes.

“É fundamental para a nossa estratégia Reimagine a formação da House of Brands, que é uma evolução natural, com o objetivo de elevar e amplificar a singularidade de nossas marcas características britânicas. Nossa ambição final é construir experiências verdadeiramente emocionais e envolventes para nossos clientes que, ao longo do tempo, construirão alta equidade de longo prazo para nossas marcas e sustentabilidade de longo prazo para a JLR. Reinventamos radicalmente a Jaguar como uma marca de luxo moderno. A chave para a transformação da Jaguar é que os projetos transmitem que eles são uma cópia de nada”, Gerry McGovern OBE, diretor criativo da JLR.

A JLR também anunciou que o primeiro de três Jaguares alinhado ao padrão Modern Luxury será um GT de 4 portas construído em Solihull, em West Midlands, Reino Unido.

Com potência maior do que qualquer Jaguar anterior, uma alcance de até 700 km (430 milhas) e com preços indicativos de £100.000, o novo Jaguar será construído em sua própria arquitetura única, chamada JEA.

Mais detalhes do novo GT Jaguar de 4 portas serão divulgados ainda este ano, antes de começar a ser vendido em mercados selecionados em 2024, para entregas a clientes em 2025.

“Com o Range Rover, o SUV de luxo original, disponível para pré-encomenda em forma puramente elétrica no final deste ano, e o primeiro de três modelos elétricos reimaginados da Jaguar a serem lançados em 2025, estamos entrando em uma nova era elétrica incrivelmente emocionante para a JLR como um negócio de luxo moderno”, complementa Adrian Mardell.

A JLR também revelou que seu Centro de Fabricação de Motores em Wolverhampton, no Reino Unido, atualmente produzindo motores de combustão interna Ingenium para seus veículos, terá um futuro elétrico.

Serão produzidas unidades de acionamento elétrico e baterias para os veículos de próxima geração da JLR. Ele será renomeado para “Centro de Fabricação de Propulsão Elétrica”, refletindo o movimento.

A marca finalizou com outra notícia positiva para o futuro do histórico local de Castle Bromwich, confirmando que suas instalações de estampagem que preparam a metalurgia da carroceria prensada para os veículos da JLR serão expandidas.

Isso para desempenhar um papel fundamental no futuro elétrico da empresa, fornecendo carroceria para veículos elétricos de próxima geração.

A Jaguar Land Rover continuará explorando opções para outras partes do Castelo de Bromwich.

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Ferrari apresenta o Roma Spider 2024 com teto conversível e motor V8

A Ferrari revelou no Palácio El Badi, no Marrocos, uma atualização verdadeiramente notável, o Roma Spider 2024, que é a versão contemporânea da marca do “estilo de vida italiano chique e prazeroso dos anos 1950 e 60”.

O Roma Spider marcou o retorno das capotas de lona à linha GT com motor dianteiro da Ferrari. 

A marca italiana não fabrica uma capota com motor dianteiro desde a Ferrari 365 GTS4 de 1969.

O lançamento do Roma Spider também marcou a aposentadoria da Ferrari Portofino M conversível.

 

 

 

 

 

O novo modelo não se afasta muito de seu irmão cupê, pois ambos compartilham as mesmas linhas e recursos de design, além de manter o estilo, o manuseio e o desempenho adorados do cupê Roma. Todo o protagonismo é tomado pelo teto de lona. 

Segundo a própria marca, o novo conversível, que foi desenhado pelo Centro Stile da Ferrari sob a direção de Flavio Manzoni, pretende “levar o conceito do Novo Dolce Vita para além do contexto da cidade, para um ambiente de elegância e indiferença ao ar livre”.

A Ferrari anunciou um tempo de abertura e fechamento do teto de apenas 13,5 segundos em uma operação que pode ser realizada a uma velocidade máxima de 60 km/h.

Uma vez dobrada no compartimento traseiro, a capota ocupa 220 mm de espaço, deixando ainda uma capacidade útil de 225 litros. Com a tampa aberta a capacidade total do porta-malas do cupê é de 255 litros.

Além disso, a capota é totalmente personalizável com tonalidades vermelhas e é feita num total de cinco camadas que servem para reduzir o som vindo do exterior. 

Toda a geometria da traseira precisou ser modificada devido ao teto removível.

A traseira foi projetada para esconder a capota em viagens ao ar livre e existe um spoiler traseiro móvel, que pode ser inclinado em até três posições para otimizar o desempenho aerodinâmico.

O veículo também é 84kg mais pesado devido aos mecanismos extras envolvidos na abertura e fechamento do teto junto com o novo defletor de vento que está integrado no encosto do banco traseiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A cabine apresenta o mesmo visual sofisticado do Roma original, com o cockpit sendo separado em dois espaços para o motorista e o passageiro da frente.

Apresenta um painel de instrumentos digitais e uma central multimídia de 8,4″ que controla as funções de infoentretenimento, com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio e controle climático do veículo.

Há ainda um volante diferente graças a um novo design dos comandos secundários, ​​para facilitar o uso e o botão Iniciar agora brilha em vermelho. 

Conta ainda com uma placa seletora de marchas de metal cercada por couro exuberante e camurça sintética. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mecanicamente, o Ferrari Roma Spider tem o mesmo motor do Roma Cupê. Trata-se do motor V8 biturbo de 3,9 litros que fornece potência de 620 cv e 77,5 kgfm de torque, combinado com uma caixa de câmbio de dupla embreagem DCT de oito velocidades. 

O conversível é capaz de acelerar de 0 aos 100 km/h em apenas 3,2 segundos e registar uma velocidade máxima de 320 km/h. 

Entre as inovações está uma nova bomba de óleo que diminui em 70% o tempo necessário para atingir os valores ideais a frio e oferece maior vazão na faixa intermediária. 

Nenhum preço para a Ferrari Roma Spider foi fornecido, mas em comparação com o preço base do cupê de US$ 247.310 (algo em torno de R$ 1.295.162,470), estima-se que começará em torno de US$ 280.000, aproximadamente R$ 1.466.332,00.

A Ferrari também não especificou quando o Roma Spider estará à venda nos principais mercados automotivos, a previsão é de que seja perto do final do ano.

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