GT3 RS Timeline: uma celebração à esportividade na Stuttgart Porsche

A Stuttgart Porsche promoveu no último dia 3 de maio a GT3 RS Timeline, uma verdadeira celebração à esportividade pura no Porsche Center São Paulo.

Os clientes que compareceram tiveram o privilégio de conferir a evolução da linha RS ao longo de cinco décadas por meio da exposição de sete carros.

Estavam presentes o mitológico 911 Carrera RS 2.7 de 1973 e as várias gerações do 911 GT3 RS até chegar à atual, com a apresentação do primeiro 911 GT3 RS 2023 a chegar ao Brasil.

 

 

 

 

 

 

A sigla RS (“rennsport”, esportivo de corrida em alemão) tornou-se uma autêntica “medalha” concedida pela Porsche às versões de carros de rua que mais se aproximam da essência de um bólido de competição.

“Os 911 RS tiveram produção limitada e por isso é muito raro ter a oportunidade de ver reunidos sete deles, cada um de uma época. Fico contente por ter proporcionado aos clientes uma oportunidade única de acompanhar a evolução desses carros, coincidindo com a chegada da primeira unidade do novo 911 GT3 RS”, explica Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche

 

 

 

 

 

 

 

O novo 911 GT3 RS é da atual geração “992” (código interno da Porsche para definir o número de projeto).

Possui motor de 6 cilindros contrapostos com 4 litros e entrega 525 cv de potência, podendo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e chegar à velocidade máxima de 296 km/h.

O habitáculo é praticamente o de um carro de competição. Todos os 911 GT3 RS possuem gaiola de segurança.

Opcionalmente, o carro pode ter pacotes Clubsport (que inclui banco de competição com cinto de segurança de seis pontos) e Weissach (redução de peso).

Como grande novidade, o novo 911 GT3 RS possui DRS (asa móvel) para diminuir o arrasto aerodinâmico nas retas.

Os demais carros expostos na GT3 RS Timeline foram o 911 Carrera RS 2.7 de 1973, 911 GT3 RS “996” (2004), 911 GT3 RS “997.1” (2007), 911 GT3 RS 4.0 “997.2”(2011), 911 GT3 RS “991.1” (2016) e 911 GT3 RS “991.2” (2019).

A partir da esquerda: 911 GT3 RS 2007 e 2004 e o 911 Carrera RS 2.7 de 1973

A partir da esquerda, os 911 GT3 RS de 2019 e 2016 e o 911 GT3 RS 4.0 de 2011

 

 

 

 

 

 

 

A Stuttgart atuou entre outubro de 1997 e junho de 2015 como importadora oficial da marca Porsche no Brasil.

Nesse período, a Porsche aumentou significativamente sua presença no País.

Atualmente, a Stuttgart Porsche opera oito lojas em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e Recife.

O Stuttgart Service | Body & Paint, localizado em São Paulo, é o mais moderno centro de serviços de reparo e manutenção de carros da marca.

É o único da América Latina capacitado a fazer reparos em carrocerias de alumínio e o único do Brasil apto a fazer manutenção e reparos em baterias de alta tensão para veículos híbridos e elétricos.

O histórico, a presença em seis estados e a alta qualidade de seu atendimento e de seus serviços fazem da Stuttgart ser referência em Porsche no Brasil.

 

Read More

Novo McLaren 750S: pura emoção e desempenho máximo de supercarro

Com o novo 750S, a McLaren define uma nova referência para desempenho de supercarros e satisfação do motorista.

O McLaren de produção em série mais leve e potente é, sem inibição, um supercarro para os puristas.

Projetado e desenvolvido após uma análise meticulosa do renomado McLaren 720S, o novo 750S combina avanços em economia de peso, desempenho do trem de força, aerodinâmica e excelência dinâmica.

Isso tudo para elevar a novos patamares uma experiência de direção que já era referência.

Cerca de 30% dos componentes do 750S são novos ou alterados para oferecer essas melhorias e, com elas, uma conexão emocional ainda maior com o carro.

 

 

 

 

 

 

“Quando você tem um carro reconhecido por tantos pilotos como referência, é preciso examinar cada detalhe e realmente pressionar muito por melhorias para fazer algo ainda melhor. Isso é o que fizemos com o novo 750S. O baixo peso, o desempenho do motor V8 e as excelentes habilidades dinâmicas se combinam para oferecer uma experiência de direção de supercarro que atinge novos patamares, com níveis verdadeiramente emocionantes de conexão emocional”, afirmou Michael Leiters, CEO, McLaren Automotive.

Com 1.389 kg (DIN), o McLaren 750S cupê já é 30 kg mais leve que o 720S.

Com todas as opções disponíveis de fibra de carbono e baixo peso selecionadas, o cupê “emagrece” para 1.277 kg a seco.

O que oferece uma relação peso-potência líder do segmento de 1,70 kg/cv ou 587 cv por tonelada.

São 193 kg menos do que seu concorrente mais próximo.

O 750S Spider foi projetado com o mesmo foco em minimizar o peso.

Possui capota rígida retrátil (RHT), sistema de proteção contra capotamento e estrutura superior traseira feita sob medida para o monocoque construído de fibra de carbono.

Tal é a resistência desse monocoque que nenhum reforço adicional é necessário, uma vantagem inerente sobre os supercarros conversíveis rivais construídos em alumínio e aço.

Isso garante que o Spider, na configuração padrão, pese 1.438 kg. Na configuração mais leve (1.326 kg), ele é líder do segmento com 1,81 kg/cv (566 cv por tonelada).

Os níveis extraordinários de prazer, precisão, agilidade, sensação e feedback que o 750S oferece são imediatamente aparentes para o motorista.

Mesmo em velocidades mais baixas, e o baixo peso é um fator chave em seu desempenho dinâmico.

Com apenas 1.389 kg (DIN), ele pesa 30 kg a menos que um 720S, um exemplo claro da dedicação da McLaren à engenharia leve.

As novas rodas forjadas de 10 raios são as mais leves já instaladas como padrão em um McLaren de produção em série e economizam 13,8 kg em relação às do 720S.

O novo painel de instrumentos do motorista é 1,8 kg mais leve.

Até o vidro do para-brisa contribui para a redução de peso em 1,6 kg.

O motor V8 biturbo de 4,0 litros com potência de 750 cv e torque de 800 Nm oferece desempenho feroz, com o 750S sendo capaz de ir de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Acelera de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos (no caso do Spider, 7,3 segundos) e de 0 a 300 km/h em menos de 20 segundos (no Spyder, 20,4 segundos).

Os números dão conta dos fatos, mas é a sensação visceral de desempenho e velocidade que surpreende e emociona.

Desde o momento em que o V8 ganha vida, passando pela imensa entrega de torque na faixa intermediária do motor biturbo e pela emocionante subida até o limitador de rotações a 8.500 rpm, a conexão emocional do motorista com o 750S é extraordinária e uma experiência que é tornando-se cada vez mais raros e procurados.

“Todos os McLaren são projetados com precisão e notavelmente rápidos, mas com o novo 750S nos concentramos em enriquecer toda a gama de características que proporcionam a alegria experimentada ao dirigir o carro, aquela conexão emocional pura tão procurada pelos entusiastas”, disse Ben Gulliver, chefe de desenvolvimento de veículos, McLaren Automotive.

 

 

 

 

 

 

A suspensão hidráulica vinculada ao Proactive Chassis Control, agora na geração “PCC III”, é conhecida por combinar controle surpreendentemente preciso com um ritmo de passeio notavelmente compatível.

O sistema de nova geração oferece níveis ainda mais altos de desempenho da suspensão e é parte integrante das habilidades dinâmicas do 750S.

As molas da suspensão são mais macias na frente e mais rígidas na traseira do que no 720S, o que, juntamente com a reconfiguração dos elementos passivo e ativo sob medida e uma nova abordagem para ajustar a suspensão (ajustando os acumuladores nos suportes, o que é usado pela primeira vez no 750S), beneficia o conforto de condução, o controle de rolagem, a sensibilidade da direção e o equilíbrio nas curvas.

Além disso, o novo design de mola e amortecedor reduz o peso em 2 kg.

As alterações combinadas de hardware e software feitas para o PCC III significam que a amplitude dinâmica do 750S é ainda maior do que o do 720S.

Isso mantém os níveis de conforto do antecessor enquanto oferece desempenho significativamente melhorado.

Um circuito de rolagem hidráulico substitui as barras estabilizadoras mecânicas convencionais.

 

 

 

 

 

 

O 750S também é mais ágil do que o carro de referência que substitui, com melhor aderência frontal (ajudada por uma bitola dianteira 6 mm mais larga e nova geometria da suspensão).

A direção eletro-hidráulica da McLaren, amplamente reconhecida por sua precisão e clareza de reações, agora possui uma relação de direção mais rápida e uma nova bomba de assistência elétrica.

E oferece um veículo ainda mais ágil, que contorna as curvas com mais precisão e inspiram ainda mais confiança ao piloto.

“Nós nos propusemos um desafio extremamente difícil com o 750S, ou seja, trazer um grau significativo de agilidade, sensação e resposta do McLaren ‘Longtail’, ao mesmo tempo em que garantimos que o conforto e a usabilidade não sejam comprometidos – a combinação ‘melhor de ambos’ que nossos clientes nos dizem querer. O resultado é uma enorme variedade de habilidades para um desempenho dinâmico de supercarro de referência”, comentou Jamie Corstorphine, Diretor de Estratégia de Produto, McLaren Automotive.

O interior do 750S combina tecnologia inovadora com materiais requintados, mas o mais importante é um design ainda mais focado no motorista.

No centro da experiência do motorista estão os novos visores cujo movimento acompanha o da coluna de direção.

Este monitor centrado no motorista é montado em uma bitácula que possui os controles para selecionar os modos Powertrain e Handling localizados em ambos os lados.

Isso significa que o motorista pode se mover sem esforço entre as configurações Comfort, Sport e Track Active Dynamic enquanto mantém as mãos no volante e foco total na estrada à frente.

Ao mesmo tempo, o controle variável de derrapagem (VDC, Variable Drift Control) permite ajustar o nível de intervenção do sistema de controle de tração independentemente da configuração do Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, na sigla em inglês).

Essa capacidade de ajuste significa que o motorista pode mover-se perfeitamente do estágio em que os sistemas eletrônicos do carro intervêm regularmente para um estágio em que eles não intervêm.

Novos bancos de corrida de fibra de carbono, com 17,5 kg a menos que os assentos esportivos de série do 720S, estão disponíveis como opção, assim como pneus Pirelli P ZERO Trofeo R de pista e parafusos de roda leves, feitos de titânio.

 

 

 

 

 

 

O Controle de Largada McLaren (MCL, McLaren Control Launcher) é outra nova tecnologia da marca que estreia no 750S e adiciona outra dimensão à interface do motorista com o carro.

Ativado por meio de um botão com o famoso McLaren Speedmark, o MCL permite que o motorista personalize sua experiência de dirigir na McLaren.

As preferências dinâmicas selecionadas (sua combinação favorita de configurações aerodinâmicas, manuseio, powertrain e transmissão) podem ser recuperadas instantaneamente com um toque do botão MCL.

Os pilotos também se beneficiarão de novos recursos, como o Apple CarPlay e a nova tela central de informações (CIS, Central Information Screen), que apresenta gráficos mais ricos e detalhados para aprimorar ainda mais a experiência do motorista.

O sistema de câmera Rear View e Surround View (visão traseira e do entorno) também foi atualizado para maior definição e clareza.

Um novo sistema de elevação do veículo levanta a frente do 750S em apenas quatro segundos, em comparação com os 10 segundos que leva em um 720S.

Uma conexão física e emocional intensificada entre o motorista e o carro é auxiliada pelo ajuste personalizado do suporte do motor.

Um novo layout de escapamento de saída central inspirado no McLaren P1 que é acusticamente ajustado para dar um tom claro e distinto e um crescendo nítido à medida em que o motor atinge rotações mais altas.

O formidável desempenho de frenagem é aprimorado pela maior área de superfície da asa traseira ativa, que se abre totalmente em menos de meio segundo.

Isso aumenta a força descendente traseira para melhorar a estabilidade em alta velocidade durante a frenagem e reduzir as distâncias de frenagem. 

Os clientes do 750S que planejam dirigir em circuitos de corrida podem optar por uma atualização de freio usando discos de cerâmica de carbono com 390 mm de diâmetro e pinças monobloco derivadas do sistema do McLaren Senna.

Juntamente com um novo servo freio e bomba de vácuo e tecnologia de resfriamento de pinças integrado inspirado no da Fórmula 1. 

Visualmente, o 750S refina o design de seu antecessor com uma nova seção inferior do nariz com divisor dianteiro estendido.

Tem também entradas de ar mais estreitas que envolvem os faróis, novas entradas de ar nas soleiras e saídas de ar dos para-lamas traseiros.

As revisões aerodinâmicas traseiras incorporam um deck traseiro redesenhado e alongado, que canaliza o ar para uma asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.

Os contornos dos faróis agora podem ser opcionalmente na cor da carroceria ou em fibra de carbono.

O novo para-choque traseiro e as aberturas do para-choque dianteiro também estão disponíveis no material leve característico da McLaren.

 

 

 

 

 

A área de superfície da asa traseira ativa alongada é 20% maior do que a da asa do 720S, mas o componente é 1,6 kg mais leve devido à sua construção em fibra de carbono.

Um recorte na seção central mantém a visibilidade traseira e também garante que as altas temperaturas do escapamento não afetem a asa quando o veículo está parado após um circuito prolongado.

Acionada hidraulicamente, a asa possui configurações de ângulo e velocidades de veículo distintas para o cupê e o Spider.

Apresenta três posições operacionais principais: Driver Downforce, asa ativa parcialmente acionada, aumentando os níveis de carga aerodinâmica durante as curvas; o DRS que fornece automaticamente a funcionalidade de redução de arrasto ao acelerar em linha reta, até a velocidade máxima do veículo e a frenagem de alta velocidade que proporcionando uma força descendente traseira significativamente maior que melhora a estabilidade de frenagem.

A construção monocoque de fibra de carbono facilita a visibilidade de quase 360 graus, com uma escotilha baixa, pilares A ultrafinos e, no coupé, pilares C envidraçados, todos se beneficiando da propagação de luz natural na cabine.

A iluminação ambiente nítida, nova e personalizável destaca os detalhes do design da cabine à noite.

No cupê, o motor V8 pode ser visível de dentro da cabine por meio de um painel de vidro duplo situado no porta-malas traseiro, expondo a parte superior do trem de força por trás dos ombros do motorista.

O 750S Spider apresenta contrafortes laterais envidraçados que, além de guiar o fluxo de ar sobre a cobertura traseira, aumentam a visibilidade lateral.

Para incidir luz adicional para a cabine, o teto rígido retrátil (Retractable Hard Top, RHT) está disponível opcionalmente com vidro eletrocrômico, aumentando a sensação de ambiente ao ar livre, mesmo quando fechado.

O RHT pode ser aberto em menos de 11 segundos com o veículo em movimento a velocidades até 50 km/h.

A remoção do teto fixo para o 750S Spider requer uma revisão da posição do amortecedor a gás e do sistema de dobradiça da porta, mas nesta área, as únicas diferenças externas visíveis para o coupé 750S são uma asa dianteira mais longa, porta mais curta e janela sem moldura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como em todos os McLaren, o volante do 750S é deliberadamente livre de quaisquer botões ou interruptores, permitindo que o motorista se concentre na sensação e reação do chassi e da estrada.

Os detalhes de informações e entretenimento são acessados por meio da nova tela do motorista e da tela central de infoentretenimento aprimorada por gráficos mais sofisticados e maior sensibilidade ao toque.

Interior totalmente revestido em couro Nappa ou uma combinação de Alcantara e couro Nappa estão disponíveis com os novos temas internos TechLux e Performance.

A Bowers & Wilkins, parceira de áudio da McLaren, desenvolveu um novo sistema para o 750S, com um amplificador mais potente e os alto-falantes de cone Continuum.

 

 

 

 

 

Além da seleção de acabamentos de pintura exterior padrão, uma variedade de cores Elite está disponível.

A McLaren Special Operations (MSO), o braço de personalização da McLaren Automotive, pode colaborar com os clientes em opções adicionais ou trabalhar com eles para criar uma pintura personalizada própria.

Garantia abrangente de três anos para o veículo e um plano de serviço e manutenção programada de três anos estão incluídos como padrão no novo 750S, que já está disponível para pedido, inclusive no Brasil.

As primeiras unidades deverão chegar ao país no último trimestre de 2023.

 

 

 

 

Read More

DBS 770 Ultimate: a despedida do Super GT da Aston Martin

Há muito associada a carros de estilo exótico e performance alucinante, o logo DBS tem sido ligado a vários dos mais prestigiados modelos da Aston Martin.

Desde 2018 o DBS figura no topo da linha de produtos da marca: um potente Twin-Turbo V12 agraciado com desempenho feroz e estilo incomparável.

Com a produção da atual geração DBS se aproximando do fim, a Aston Martin se orgulha de apresentar a novidade para ultrapassar a todos os demais: o DBS 770 Ultimate.

A produção do DBS 770 Ultimate será iniciada no primeiro quadrimestre de 2023 e as entregas estão previstas para começar a partir de setembro, inclusive para o Brasil.

Como o nome sugere, o DBS 770 Ultimate é uma eloquente última palavra. O mais potente Aston Martin de rua da história, e o mais rápido e potente DBS até hoje.

Amplas melhorias de desenho e engenharia tornaram o DBS 770 Ultimate uma memorável e altamente colecionável celebração da grife Aston Martin Super GT.

Disponível nas versões Cupê e Volante (conversível), o DBS 770 Ultimate será produzido em edição estritamente limitada (330 Coupe e 199 Volante), com todas as unidades já estando antecipadamente vendidas.

 

 

 

 

 

 

O DBS 770 Ultimate é uma feroz reprodução do motor V12 (60 graus) de 5,2 litros com quatro eixos de comando da Aston Martin.

Agora desenvolvendo 770 cv a 6.500 rotações por minuto e colossais 900 Nm de torque entre 1.800 e 5.000 rpm, levando o DBS 770 à velocidade máxima de 340 km/h, este magnífico motor é beneficiado pelas modificações nas vias de ar e ignição, juntamente com o aumento de 7% na pressão máxima do turbo.

A precisa sintonia das curvas de potência e torque garante ao motorista a sensação de desempenho ilimitado, com uma excitante mescla de resposta, notável aceleração e o autêntico ronco de um V12.

A potência é enviada às rodas pela transmissão automática ZF de oito marchas e o diferencial mecânico LSD (Limited-Slip Differential) montado na traseira do carro.

Além disso, o DBS 770 Ultimate recebeu uma calibragem exclusiva na transmissão para tornar as mudanças de marcha ainda mais rápidas e aumentar a interação com o piloto contribuindo para uma experiência de dirigir real e conectada.

Tal é capacidade própria do sistema de frenagem do CCB (Carbon Ceramic Braking) que o DBS 770 Ultimate utiliza os mesmos discos do DBS (dianteiros de 410 mm x 38 e traseiros 360 mm x 32 mm.

Para ampliar ainda mais a resposta do volante e o nível de detalhamento das reações, o DBS 770 Ultimate apresenta uma nova coluna de direção.

Isso permite ao condutor aproveitar uma conexão mais precisa com as vias à frente e sentir que os pneus dianteiros estão rodando com o máximo de confiança e a mais perfeita aderência.

Importante para garantir o engajamento e a sensação de dirigir do DBS 770 Ultimate, a rigidez frontal e lateral foi reforçada em 25% para assegurar o máximo de prazer de pilotagem e resposta.

Esse aumento foi possibilitado por uma travessa dianteira aumentada, uma bandeja traseira mais grossa, o que também amplia a rigidez da torsão global em cerca de 3% para um perfeito equilíbrio do balanço dinâmico.

Evoluções também foram introduzidas no ADS (Adaptive Damping System). O DBS 770 Ultimate ganhou calibragem exclusiva de amortecedores e uma configuração de software focando no controle e no comportamento, sem comprometer a qualidade da pilotagem.

Ao melhorar a conexão do piloto e preservar o seu inconfundível caráter de condução, o DBS 770 Ultimate eleva o exemplar Super GT da Aston Martin a patamares ainda mais altos.

Assim como o DBS 770 Ultimate foi mecanicamente ajustado, seu visual teve de ser desenvolvido para resultar em um desenho assertivo e uma estética toda particular, adequada a um modelo criado para celebrar o fim de uma era.

Sendo um Aston Martin, este formato melhorado haveria também de ter um autêntico nível de função. A ideia foi amplificar o fluxo de ar para os radiadores, ampliar o gerenciamento térmico e reforçar a presença visual nas ruas.

Para aumentar o fluxo de ar para os radiadores do motor, o capô possui aberturas de ventilação e um novo divisor frontal integrando duas novas entradas de ar.

Juntos, eles melhoram a refrigeração e reproduzem a assinatura do desenho dos modelos DBS e motores V12 anteriores.

Outros detalhes de estilo alterados no DBS 770 Ultimate incluem acabamento em carbono como spoilers dianteiro e traseiro, cobertura dos espelhos retrovisores e saídas de ar nos paralamas dianteiros.

 Um novo elemento lateral de fibra de carbono na altura das soleiras das portas baixa o perfil lateral rumo à roda traseira, criando uma posição equilibrada que acentua a musculatura dos DBS.

O desenho exclusivo do difusor traseiro sustenta o equilíbrio aerodinâmico da dianteira à traseira e realça como o DBS 770 Ultimate é inconfundível tanto de frente quanto por trás.

O DBS 770 Ultimate também recebeu uma nova e exclusiva roda de 21 polegadas disponível em três acabamentos.

Inspirada nos formidáveis Aston Martin Valkyrie e Victor, este novo desenho de 21″ está disponível em acabamento em Prata Acetinado para dar uma aparência de joia reluzente.

Outra opção é totalmente em Preto Acetinado para uma aparência contemporânea e esportiva, ou a opcional Preto Acetinado Diamantada para dar um visual ao mesmo tempo mais escuro e sofisticado para o carro.

Qualquer que seja a roda escolhida, são de série os pneus Pirelli P Zero de alta performance, 265/35 R21 dianteiros e 305/30 R21 traseiros.

Por dentro, o DBS 770 Ultimate proporciona deslumbrante e novo arranjo de cuidados que são um caso à parte, ao mesmo tempo em que conserva o reconhecido ambiente interno do atual DBS.

Significando sua posição de halo, o DBS 770 Ultimate vem com bancos Sport Plus totalmente decorados em couro semi-anilina e Alcantara, apresentando um revestimento canelado e perfurado de série.

O assento de performance da Aston Martin pode ser selecionado como opção.

 Acabamentos sob medida foram introduzidos, com cores contrastantes ligadas a costura, juntamente com o cinto de segurança feito à mão e a fivela com o logo “DBS 770 Ultimate” gravado a laser no centro do descanso de braço.

As borboletas de troca de marchas no volante feitas de fibra de carbono também são de série.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Finalmente, o DBS 770 Ultimate é equipado com um jogo exclusivo de plaquetas, destacando as asas da Aston Martin, o logo “DBS 770 Ultimate” e o número da edição limitada, significando que ali está um dos únicos 330 Coupe ou 199 Volante.

Como todos os Aston Martin, o escopo de uma verdadeira personificação exclusiva é virtualmente ilimitado.

Uma gama diversa de opções Q by Aston Martin sob medida está disponível no DBS 770 Ultimate, incluindo pinturas Q com diversas ideias gráficas, rodas pintadas para combinar com o carro ou com o grafismo, fibra de carbono pintada e detalhes em couro nos bancos, incrustrações no acabamento e volante de fibra de carbono.

“Quando o modelo-símbolo de uma geração chega ao fim de produção, é importante marcar a ocasião com algo especial. No caso do DBS 770 Ultimate, nada economizamos para assegurar que a versão final do carro-chefe de nossa linha atual seja a melhor em todos os aspectos. É o mais rápido e potente DBS de nossa história, graças à abrangente sequência de melhorias na transmissão, dirigibilidade, suspensão e inferior da carroceria, e é também o melhor de pilotar”, afirmou Roberto Fedeli, Executivo-Chefe de Tecnologia da Aston Martin.

 

 

 

 

 

 

“O DBS sempre pairou no topo da lista dos modelos da AstonMartin. E agora estamos chegando com ainda mais no DBS 770 Ultimate… Mais potência, mais performance pura, e tudo com mais sofisticação, mais sabor, da melhor maneira possível. Algo tão cru, mas ao mesmo tempo tão bonito, dá até um choque de olhar. É por essa abordagem que chegamos às formas, começando com a dianteira amplificada, e a partir daí tudo segue o fluxo no equilíbrio do desenho com o aumento da performance”, acrescentou Marek Reichman, Executivo-Chefe de Criação da Aston Martin.

O DBS atual é o segundo de duas gerações do modelo com motor V12 introduzidas durante a “era Gaydon” (local da sede atual Aston Martin).

Lançado em 2018, seu design imaculado, físico musculoso e potência de tirar o fôlego rapidamente se tornaram sinônimos da marca exclusiva de Super GT da Aston Martin e cunhou o termo “Brute In A Suit” (“o bruto de terno”).

Tanto ele quanto seu antecessor (que foi lançado em 2007 e permaneceu em produção até 2018) tiveram papéis em três filmes de James Bond.

Com um protótipo inicial do DBS de primeira geração no centro das atenções em “Casino Royale”, de 2006, seguido por um exemplar de produção aparecendo em “Quantum of Solace”, de 2008.

O DBS de segunda geração foi usado em “No Time To Die”, de 2021, garantindo que a Aston Martin preenchesse perfeitamente o tempo de Daniel Craig interpretando o agente secreto mais famoso do mundo.

A placa de identificação Ultimate tem sua própria e rica história.

Reservada apenas para os modelos de produção em série topo de linha da Aston Martin, foi usada em duas gerações do DBS e também em ambas as gerações do Vanquish, sempre celebrando o fim de uma era com a produção de uma versão de despedida.

Devido à sua raridade e importância, os carros que levam o nome Ultimate estão entre os mais premiados de todos os modelos contemporâneos da Aston Martin.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More

Bugatti Chiron Profilée se torna o carro novo mais valioso já vendido em leilão

O Bugatti Chiron Profilée 2022, modelo exclusivo e único se tornou o carro novo mais caro a ser vendido em leilão.

O supercarro foi arrematado por 9.792.500 de euros, cerca de R$ 54 milhões, em um leilão da RM Sotheby’s em Paris em 1º de fevereiro, o preço final foi significativamente maior do que a estimativa de pré-venda que era de 5.500.000 de euros.

O Profilée superou o modelo La Ferrari Aperta, leiloada em 2017 por 8,3 milhões de euros, aproximadamente R$ 46 milhões, na conversão direta, que até então era o carro leiloado mais caro.

 

 

 

 

 

“Com apenas um Chiron Profilée definido para existir, era importante para nós da Bugatti oferecer a oportunidade de adquirir este pedaço da história para o maior número possível de pessoas e estamos entusiasmados com o entusiasmo da comunidade automotiva global por este carro muito especial”, disse Hendrik Malinowski, diretor administrativo da Bugatti Automobiles.

O Profilée também é o último Bugatti a ser vendido com o icônico motor W16 turbo de 8 litros com 16 cilindros da marca.

Esse motor monstruoso produz 1.500 cv de potência e é capaz de levar o carro de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos e de 0 a 300 km/h em 12,4 segundos e até uma velocidade máxima limitada eletronicamente de 380 km/h.

Ele combina com uma caixa de câmbio automática de dupla embreagem de sete marchas revisada e todas as novas configurações de direção e suspensão para melhorar o manuseio e o desempenho.

O hipercarro também possui sua própria suspensão e ajuste de direção exclusivos, enquanto itens escolhidos a dedo do Pur Sport (paddle shifts, botões seletores de modo e assim por diante) ficam entre o console central de couro tecido personalizado.

 

 

 

 

 

O raro Chiron também possui uma série de detalhes de design exclusivos e ainda traz uma lista de itens únicos impressionante.

Na frente, o Profilée recebe entradas de ar mais largas e uma grade em forma de ferradura Bugatti ampliada que combina com um divisor dianteiro revisado para aumentar a força descendente e o fluxo de ar.

Na traseira o que mais chama atenção fica por conta da cauda exclusiva, do splitter dianteiro revisado e dos dutos de ar maiores, feitos para conciliar sua natureza GT e esportiva.

A cor exterior, chamada ‘Argent Atlantique’, foi desenvolvida exclusivamente para o hipercarro, assim como a proeminente forma de ferradura das rodas de liga leve.

A combinação da cor da carroceria com aquele carbono azul profundo, faz um trabalho bastante impressionante ao destacar a forma única do Profilée.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No interior, as raridades continuam com acabamento em couro trançado ao redor do console central, painel, painéis das portas e incrustações na parede traseira. 

Foram utilizados 2.665 metros de tiras de couro, que foram aplicados à mão e esse detalhamento de couro também é inédito em um modelo Chiron.

A parte interna conta também com assentos de couro com o padrão acolchoado ‘air parade’ da Bugatti nas cores Gris Rafale e Deep Blue como padrão.

Apresenta ainda o familiar painel de instrumentos Chiron, composto por um trio de monitores compactos ao lado de um velocímetro analógico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Embora este seja o último carro vendido com o motor a gasolina W16, não será o último entregue a um cliente. 

De acordo com um representante da empresa, A Bugatti, que fabrica cerca de 80 carros por ano, ainda tem uma carteira de pedidos pagos até 2025.

A ainda informou que uma porcentagem do lucro da venda será destinada a causas beneficentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More

BMW estreia o super sedã M3 CS BMW M3 CS 2024

O M3 CS 2024 é a versão mais potente, mais extrema e mais radical da gama BMW Série 3.

O supercarro ostenta um visual musculoso com apêndices aerodinâmicos de fibra de carbono que dão uma aparência ainda mais brutal e agressiva, além de estar mais leve e potente.

A fabricação desse carro será limitada, mas não há informação de quantas unidades serão feitas.

A produção iniciará a partir de março em Munique (Alemanha) e o seu preço deverá ser algo em torno de 177.650 euros, aproximadamente R$ 982.000.

 

 

 

 

 

Sob o capô encontra-se essencialmente o mesmo motor do M4 CSL, o S58 3.0 biturbo de seis cilindros em linha, que passou por inúmeras intervenções.

Todas essas mudanças resultaram em uma potência de 550 cv a 6.250 rpm, superando os 510 cv de potência do M3 Competition, o torque é o mesmo de  66,3 kgfm de torque entre 2.750 e 5.950 rpm, mas em uma faixa de rotações mais alta.

Pode acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, uma vantagem de dois décimos de segundo em comparação com o M3 Competition xDrive do qual deriva.

A velocidade máxima é de 303 km/h, 52 km/h a mais que o outro  modelo e em ambos os casos, as velocidades são limitadas eletronicamente.

 

 

 

 

 

A caixa de câmbio é automática com conversos de torque de oito marchas, igual às outras versões da linha M3 e M4, e o sistema de acionamento é o que a BMW chama de M xDrive. 

Este último possui três modos de operação: 4WD, 4WD Sport e 2WD (desconecta o eixo dianteiro e passa a ter tração traseira, para selecioná-lo, é necessário primeiro desativar o controle de estabilidade).

Como no restante da linha M3 e M4, a BMW instalou o diferencial de deslizamento limitado “Active M” no eixo traseiro.

O chassi e muitos dos componentes que afetam diretamente a direção foram modificados para tornar a sensação mais direta e precisa, especialmente ao dirigir no circuito. 

O ângulo de cambagem das rodas é diferente, a suspensão tem um ajuste mais firme (ainda possui amortecedores controlados eletronicamente), as barras estabilizadoras têm uma taxa de mola menor, os coxins do motor são mais rígidos e tanto a direção quanto o controle de estabilidade têm uma configuração diferente.

Para reduzir o peso do veículo, a BMW utilizou plástico reforçado com fibra de carbono em muitas partes da carroceria e da cabine, como teto, capô, avental inferior dianteiro, entradas de ar dos para-lamas, tampas dos para-lamas, espelhos exteriores, spoiler traseiro, difusos aerodinâmico traseiro, molduras decorativas do tablier e da consola e as patilhas para a mudança.

Os bancos são o que a BMW chama de “baquet M” e também incluem esse material em muitos pontos de sua estrutura, além de estofamento em couro, ajustes elétricos e sistema de aquecimento.

Ainda com o objetivo de redução de peso, a BMW também instalou um sistema de escapamento com silenciador traseiro feito de titânio que pesa 4 quilos a menos que o das versões “convencionais” do M3 e M4. 

Complementam a diminuição do peso os outros ajustes de chassi da BMW, que incluem uma base de suporte de alumínio fundido, amortecedores adaptativos, novas barras estabilizadoras e ângulos de curvatura, e as rodas escalonada de 19″ na dianteira e de 20″ na traseira.

No total, o peso que a marca afirma ter economizado com esse tipo de material leve é ​​de 34 kg.

 

 

 

 

 

Os pneus são Michelin Pilot Sport Cup 2, os dianteiros são 275/35 e os traseiros são 285/30. São especialmente desenhados para ter um bom desempenho em circuito, mas se o cliente desejar, podem ser escolhidos outros menos esportivos e mais adequados para rodar em estradas abertas ao trânsito. 

O sistema de freio padrão é o que a BMW chama de “M Compound”, com discos dianteiros de duas peças (o próprio disco é feito de ferro fundido e a peça central é feita de alumínio) e pinças fixas de seis pistões.

Opcionalmente, pode ser encomendado outro sistema com discos de carbono-cerâmica, que têm melhor desempenho.

 

 

 

 

 

Quanto ao design o modelo também recebe a grade aberta inspirada no CSL GT3, que sem dúvida ainda é tema de muito debate entre os fiéis da BMW.

Além das rodas e da grade, ele também ganha um divisor frontal mais agressivo, marcado por aletas que foram adicionadas aos seus flancos.

O M3 CS também distingue-se das restantes versões da gama pelas jantes, que apresentam um design diferenciado, são de série na cor “Gold bronze” e opcionalmente preto mate. 

Os faróis trazem luzes diurnas amarelas quando o carro é destrancado ou quando a iluminação principal está ativa (em outras versões é branca).

Já a carroceria estará disponível nas cores Signal Green (das imagens), as metalizadas Black Sapphire e Brooklyn Grey e a cor exclusiva chamada “Frozen Solid White”. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por dentro o veículo apresenta um visual muito mais esportivo do que em um M3 clássico. O volante coberto com Alcântara e adornado com um marcador vermelho contribui para isso.

As soleiras das portas trazem o emblema “M3 CS” e os bancos dianteiros que são elétricos e aquecidos tem revestimento em couro Merino e detalhes em vermelho Mugello e complementam a esportividade do carro.

O painel do M3 CS possui duas telas unidas sob o mesmo vidro curvo que servem para exibir o painel de instrumentos com tela de 12,3″ e o sistema de infoentretenimento tem tela de 14,9″.

Ambos tem menus específicos que são úteis na prática da condução desportiva como dados do motor e do próprio veículo, do funcionamento das ajudas eletrônicas, pressão e temperatura dos pneus, entre outros.

Outros itens que também fazem parte da lista de equipamentos padrão incluem faróis a laser, sistema de som Harman/Kardon, alarme ou acesso e partida sem chave. 

Opcionalmente pode encomendar um sistema de informação projetado no para-brisas, sistema de abertura e fechamento automático da tampa do porta-malas e sistema de estacionamento semi-automático.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More

BYD apresenta YangWang U9, o mais novo supercarro elétrico do mundo

A BYD, gigante automotiva chinesa e principal fabricante mundial de veículos elétricos, que vendeu quase dois milhões de carros totalmente elétricos e híbridos em 2022, acaba de lançar o YangWang U9, um supercarro elétrico totalmente focado em luxo e desempenho.

O veículo é o segundo modelo lançado pela submarca YangWang, o primeiro foi o SUV elétrico Yangwang U8. Ambos utilizam a nova plataforma e4, que usa quatro motores elétricos independentes. 

Em sintonia com as tendências automotivas atuais, a YangWang foi lançada como uma nova submarca sob a bandeira BYD, voltada para o ramo premium.

 

 

 

 

 

Yangwang U9 aposta na alta performance e apresenta-se como um superesportivo de duas portas, com uma carroçaria de linhas muito marcadas.

Sua frente projetada com faróis em forma de “C” e uma traseira afunilada, com uma área de extração muito evidente. Visto de lado, também é possível ver a “barbatana” transparente posicionada no vidro traseiro.

Molduras pretas ao redor da carroceria, assim como as próximas às aberturas laterais, criam um acabamento bicolor que contrasta com o tom amarelo brilhante usado para colorir a carroceria sinuosa. 

 

 

 

 

Nenhuma especificação de desempenho foi revelada, mas a BYD diz que o hipercarro da marca YangWang contará com um sistema de transmissão elétrico, com a tecnologia “Yisifang”, com configuração de quatro motores. 

Esta será uma característica comum a todos os modelos Yangwang, com motores elétricos controlados de forma independente que também garantem sofisticadas funções de vetorização de torque.

A BYD diz que o U9 será capaz de ir de 0 a 100 km/h em menos de 2,0 segundos. Segundo informações do fabricante, cada motor seria capaz de render uma potência entre 220 e 240 kW, ou seja, entre 295 e 322 CV. 

Supondo que o superesportivo virá equipado com quatro motores iguais, estamos falando de uma potência total entre 880 e 960 kW, aproximadamente entre 1.200 e 1.300 cv de potência.

 O Yangwang U9 da BYD não é um conceito, mas um veículo de produção, ainda assim, nenhuma data de lançamento foi mencionada. 

Outro ponto importante é que a BYD está tentando reduzir os preços visando uma forma de enfrentar o mercado europeu onde os preços continuam a subir e as vendas de veículos novos estão em baixa. 

Sendo assim, o U9 deverá ser vendido na China por um valor em torno de um milhão de yuans, que corresponde a aproximadamente 138.000 euros e equivale a algo em torno de R$ 760.000,00. 

 

 

Read More

Chiron Profilée é uma edição única da Bugatti que será leiloada

A Bugatti acaba de apresentar seu novo superesportivo, a edição única Chiron Profilée, que será leiloado pela RM Sotheby’s, em Paris, França, em 1º de fevereiro de 2023, com parte dos lucros revertido para causas beneficentes.

O desenvolvimento do Profilée começou no outono de 2020 e a proposta dos executivos era limitar a produção da Profilée a 30 unidades, mas acabaram cancelando o projeto.

Assim, o modelo exclusivo, baseado no Chiron Pur Sport, mas com um ângulo ligeiramente diferente em termos de design exterior, é praticamente a última chance de comprar um novo supercarro com motor W-16.

Já o nome Profilée foi escolhido em homenagem a uma das primeiras criações de Jean Bugatti, o Type 46 Profilée, um aerofólio fastback de 1931, que também apresentava um movimento elegante em sua traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro exclusivo apresenta um design sob medida, com um novo perfil aerodinâmico caracterizado por entradas de ar mais largas e uma grade de ferradura Bugatti ampliada para auxiliar na refrigeração do radiador, além de um divisor dianteiro revisado. 

Na traseira o destaque fica por conta da asa fixa mais compacta com uma seção intermediária oca, substituindo a versão de quase dois metros de largura do Pur Sport.

A forma distinta da asa foi escolhida porque adiciona estabilidade em alta velocidade ao fornecer força descendente à extremidade traseira, ao mesmo tempo em que  tira o ar quente do compartimento do motor.

O spoiler integrado é mais eficiente e ainda consegue desenvolver 80% da força descendente do Pur Sport. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O novo Chiron Profilée tem um acabamento exclusivo em um tom de prata chamado Argent Atlantique que foi criado especificamente para ele, combinado com a parte inferior do carro em fibra de carbono na cor Bleu Royal Carbon. 

O visual é complementado pelo conjunto exclusivo de rodas com acabamento em um tom de Le Patron, além de detalhes em alumínio polido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No interior, combinam-se materiais de alta qualidade como alumínio, carbono e couro, assim como em todos os outros modelos Chiron, mas o Profilée é o primeiro Chiron equipado com acabamento em couro trançado. 

A Bugatti usou mais de 2.500 metros de tiras de couro para criar este acabamento exclusivo para o painel, painéis das portas e console central.

A cabine é equipada com um par de assentos confortáveis, revestidos em couro nas cores Gris Rafale e Deep Blue como padrão.

“Com o desejo do cliente em mente, incorporamos uma cauda elegante e fixa que é otimizada tanto aerodinâmica quanto termodinamicamente para o desempenho incomparável disponível para o proprietário do Chiron Profilée, ao mesmo tempo em que criamos uma elegante e atemporal em vez da asa traseira hidráulica do Chiron ou da asa fixa de um metro e oitenta de largura do Pur Sport”, Frank Heyl, vice-diretor de design da Bugatti Automobiles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Bugatti também fez mudanças nos sistemas de direção e suspensão e deu à transmissão automática de dupla embreagem e sete marchas relações de marcha 15% mais curtas.

O modelo vem equipado com um motor W16 turbo de 8 litros com 16 cilindros montado no meio com quatro turbocompressores e rende uma potência de 1.500 cv, que é cerca de 100 cavalos a menos do que versões como o Centodieci e o Super Sport 300+. 

A nova edição única do Profilée possui aceleração mais rápida da linha Chiron, vai de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos e de 0 a 200 km/h em 5,5 segundos. O que difere o novo Profilée do Pur Sport é sua velocidade máxima, que é de 380 km/h, cerca de 30 km/h a mais do que no Pur Sport.

O chassi foi ajustado, colocando sua configuração geral entre Sport e Pur Sport. As molas são 10% mais rígidas que no Sport e o eixo traseiro ganha 50% mais cambagem negativa. O objetivo é uma melhor aderência sem perda de conforto.

O Bugatti Chiron Profilée será o último Chiron com motor W-16 vendido pela marca, embora nenhuma estimativa de preço tenha sido divulgada ainda o modelo deverá ser vendido por muito mais do que um Chiron padrão.

 

 

 

 

Read More

Audi apresenta os novos RS6 Avant e RS7 Sportback Performance com mais potência e desempenho

A Audi apresenta as novas edições do RS6 Avant 2024 e RS7 Sportback Performance 2024, que receberam um novo acabamento “Performance”, trazendo uma grande dose de potência extra, alguns ajustes de direção, mais equipamentos e design aprimorado.

A proposta da marca é fornecer um veículo bom o suficiente para uma família e poderoso o suficiente para agradar ao motorista.

Audi RS6 Avant Performance 2023

Audi RS7 Sportback Performance 2023

 

 

 

 

 

 

A modificação mais significativa está sob o capô, onde o motor V8 4.0 TFSi biturbo recebeu uma atualização de potência, que inclui turbos maiores que foram ajustados para maior pressão de turbo, resultando em 630 cv de potência e 86,68 kgfm de torque, o que representa um aumento de 30 cv em relação aos modelos padrão.

Atinge de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, reduzindo o tempo de aceleração em 0,2 segundos. Mesmo com o aumento de potência, mantêm a transmissão automática Tiptronic padrão de oito marchas dos modelos regulares, a versão da Audi do ZF 8HP.

A caixa de câmbio possui uma programação diferente que permite subir ou descer marchas mais rapidamente, melhorando não apenas o tempo de reação, mas também as sensações ao volante, algo que atingiu limites de desempenho inexploráveis ​​na maioria das situações.

Os modelos de desempenho também recebem uma nova versão de seu diferencial central “autotravante”, que a Audi diz ser mais leve, mais compacto e fornece “curvas visivelmente mais precisas”.

A divisão do torque ainda é 40:60 frente:traseira em direção normal, mas até 85% da potência do carro pode ir para as rodas traseiras se for detectado deslizamento.

O pacote RS Dynamic, que inclui direção nas quatro rodas, um diferencial esportivo Quattro no eixo traseiro e uma velocidade máxima de 280 km/h, vem de fábrica. Também está disponível o pacote RS Dynamic Plus que aumenta o limitador de velocidade para 305 km/h e inclui freios de carbono-cerâmica 34 kg mais leves que os tradicionais.

 

 

 

 

 

Outra melhoria realizada para reduzir o peso dos modelos, foi o isolamento acústico reduzido entre o motor e o interior, bem como um escapamento esportivo mais leve para economizar 8 kg.

Além disso, como opcional, os clientes podem optar pelas exclusivas rodas de liga leve de 22″, com pneus 285/30 Continental SportContact 7, em forma de Y, que são 5kg mais leves que as dos carros padrão e também permitem um melhor resfriamento dos freios.

De série recebem rodas de alumínio exclusivas de 21″ com pneus 273/35 padrão. E as pinças de freio podem ser nas cores vermelho, azul ou cinza.

 

 

 

 

 

Quanto ao visual, os novos RS 6 Avant e RS 7 Sportback Performance possuem elementos diferenciadores no exterior, como a caixa externa dos espelhos, o spoiler e defletores na área frontal, as barras de teto, difusor traseiro, soleiras laterais, entre outros elementos, pintados em cinza fosco. 

Como opcionais, é possível ter as barras do teto, frisos das portas e emblemas na cor preta, além de novos acabamentos em azul para o interior.

As duas versões estão disponíveis em duas cores: Ascari Blue, em acabamento fosco ou metálico e a Dew Silver em acabamento fosco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior é moderno, confortável e luxuoso. Os bancos são revestidos em couro Valcona perfurado com costura contrastante azul Mercato, que também está presente no volante, tapetes, lateral do console central e no seletor de marchas. O logotipo “RS” são costurados nas costas dos bancos e tapetes. 

O console central e a alavanca de câmbio é revestido em microfibra Dinamica, feito com 45% de fibras de garrafas PET recicladas e o volante é revestido por Alcantara.

Os cintos de segurança também são exclusivos do RS Performance em sua coloração Ocean Blue e ao abrir as portas dianteiras, um logotipo “RS Performance”  de LED é projetado no chão.

Conta ainda com um painel de instrumentos digital de 12,3”, que cria a experiência do cockpit virtual da Audi e usa uma luz de mudança inspirada no automobilismo que muda de verde para amarelo e para vermelho quando a transmissão está no modo manual para indicar os tempos ideais de mudança. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os novos Audi RS6 Avant e Audi RS7 Sportback Performance estarão à venda a partir de 8 de dezembro na Europa por 135.000 euros, o que equivale a aproximadamente R$ 730.000.

As primeiras entregas estão previstas para abril de 2023, mas não há informações se os modelos serão disponibilizados para o mercado brasileiro.

 

 

 

Read More

Chega ao Brasil o novo Jaguar F-TYPE, unindo luxo e esportividade na edição limitada BRG

A Jaguar apresenta ao mercado brasileiro o novo F-TYPE edição especial BRG, que chegou com unidades limitadas no final do mês de outubro.

O nome BRG remete a cor British Racing Green utilizada nas pistas de corrida e celebra o histórico de vitórias e a tradição da Jaguar em competições incluindo sete vezes vencedora da icônica corrida de Le Mans.

“O novo F-TYPE British Racing Green é uma verdadeira celebração à nosso histórico nas pistas, reunindo atributos que oferecem aos clientes uma autêntica experiência Jaguar. Sua combinação de cores, interior luxuoso e motorização esportiva o levam a um patamar de desejo ainda mais elevado e ele promete surpreender até os clientes mais exigentes da marca”, diz Paulo Manzano, diretor de marketing da Jaguar Land Rover.

O novo esportivo traduz a verdadeira essência da marca Jaguar, oferecendo desempenho surpreendente e design ainda mais imponente e assertivo. A nova versão BRG chega com uma combinação exclusiva de itens e acessórios, com capota e interior na cor Marrom Tan, que garante um tom ainda mais esportivo e luxuoso ao veículo.

Também recebeu o pacote Black Pack externo e interno, novas rodas de 20’’ de 5 raios Gloss Black, pinças de freio exclusivas em preto, teto elétrico retrátil em marrom além da já mencionada pintura externa metálica na cor British Racing Green.

Atributos que definem a essência do design premiado do F-TYPE são a atenção aos detalhes e o foco na disciplina e na pureza das linhas de carroceria. Com faróis pixel LED refinados com assinatura em J que se integram ao capô, o veículo exibe um visual mais largo e acentuado.

O para-choque dianteiro e a grade levemente aumentados destacam a presença e o impacto visual do modelo. Na traseira, as lanternas em LED com assinatura em chicane, inspiradas no SUV Jaguar I-PACE, ressaltam a linha horizontal do conjunto.

 

 

 

 

No interior da edição limitada, os clientes desfrutam do Luxury Pack Plus, uma combinação de materiais únicos da Jaguar que oferece charme e requinte aos ocupantes.

Os bancos de alta performance com ajuste elétrico de 12 posições, revestidos com o refinado couro Windsor na cor Marrom Tan, a costura nos bancos e painéis de porta, o encosto de cabeça e o entorno do botão para abertura do porta-luvas realçam a riqueza de detalhes da cabine.

A experiência tecnológica dentro do novo F-TYPE BRG também é um dos pontos fortes do modelo, que possui um belíssimo painel de instrumentos totalmente digital e configurável de 12,3 polegadas com sistema de entretenimento Touch Pro, com conectividade Apple CarPlay e Android Auto de série, além do sistema de som premium Meridian Surround.

O painel de instrumentos Interactive Driver Display de 12,3 polegadas configurável, de série no modelo, oferece diferentes modos de visualização, incluindo o mapa em tela cheia.

O modo padrão é caracterizado pelo conta-giros posicionado ao centro da tela, com grafismo exclusivo para o F-TYPE. Essa característica e a luz de indicação de mudança de marcha conduzem ao caráter e ao desempenho totalmente focados no motorista.

O F-TYPE BRG conta ainda com ar-condicionado inteligente de duas zonas, assistente de monitoramento de ponto cego, sistema de abertura do veículo sem chave, assistente de tráfego traseiro, coluna de direção com ajuste elétrico, logotipo Jaguar iluminado nas soleiras e espelhos retrovisores com sistema de aquecimento.

 

 

 

 

 

 

Motorização esportiva

O novo Jaguar F-TYPE BRG está equipado com motor Ingenium turbo de quatro cilindros 2.0, produzindo 300 cv e 40,8 mkgf de torque a partir de 1.500 rpm, e câmbio automático Quickshift de oito marchas.

Com uma calibração extremamente afinada, o veículo entrega trocas mais responsivas e imediatas, tanto pela alavanca SportShift no console quanto pelas borboletas atrás do volante.

Complementando sua motorização esportiva, possui ainda escapamento ativo variável, possibilitando uma condução mais refinada ou, com as válvulas abertas, com som mais grave e potente, ressaltando sua esportividade.

A motorização P300 mantém o desempenho esperado de um F-TYPE, acelerando de 0 a 100 km/h em apenas 5,7s e alcançando a velocidade final de 250 km/h. E, mesmo com a entrega dessa potência, essa é a versão de menor consumo de combustível da história do F-TYPE, com média de 14,8 km/l e emitindo apenas 184 g/km de CO2 (de acordo com o ciclo NEDC).

Somado a todas as características que compõem o novo F-TYPE, o modelo faz parte da linha de sucessão dos carros de alto desempenho da Jaguar, com mais de 70 anos de história, iniciada com o Jaguar C-TYPE vencendo a 24 Horas de Le Mans duas vezes, em 1951 e 1953.

A herança seguiu com o D-TYPE a partir de 1955, vencendo outras três vezes a mesma prova. Com o E-TYPE, em 1961, antecessor ao F-TYPE, a Jaguar apresentou o carro considerado o mais bonito já produzido até hoje.

O F-TYPE BRG é produzido na fábrica da Jaguar em Castle Bromwich e chega ao Brasil com o preço de R$ 600.680,00. 

Read More

Lotus Evija Fittipaldi: edição especial é o carro de produção mais potente do mundo

A Lotus está iniciando a fabricação do Evija Fittipaldi, o carro de produção mais potente do mundo. Trata-se de uma edição especial para comemorar o 50º aniversário do título do piloto brasileiro Emerson Fittipaldi e do Team Lotus na F1 em 1972.

O piloto ajudou a estabelecer a Team Lotus como uma lenda do automobilismo, garantindo o quinto dos seis campeonatos de F1 da equipe durante seu período mais dominante nas décadas de 1960 e 1970.

 

 

 

 

 

O icônico carro de corrida Lotus Type 72 utilizado por Fittipaldi influenciou fortemente a estética do Evija Fittipaldi.

Apresentando o mesmo esquema de cores preto e dourado, que também completa 50 anos em 2022, traz o exterior pintado à mão e vários outros recursos de design exclusivos que foram criados para comemorar essa colaboração.

Inclui ainda uma vista plana pintada à mão do Type 72 gravada no teto de fibra de carbono, decalques comemorando as vitórias de corrida do Type 72 na asa traseira ativa e o emblema nº 8 de Fittipaldi no Pilar B, a mesma designação que ele usava quando levou a Lotus para uma vitória em casa no Grande Prêmio em 1972.

As rodas Type 72 pretas e douradas apresentam contornos de trava central anodizados em vermelho no lado direito do carro e verde no lado esquerdo, com mais preto e dourado aplicados nas pinças de freio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior também mantém o esquema de cores em dois tons. O couro preto é acentuado com costuras douradas, os pedais, os contornos das saídas de ar e o botão start-stop são todos dourados.

Além disso, destaques são encontrados no volante e nos encostos dos bancos, onde a costura dourada contrasta com o couro preto e a fibra de carbono visível. 

Um destaques fica por conta de um mostrador giratório central com acabamento dourado, feito de alumínio reciclado do Type 72 original, garantindo que uma peça genuína do icônico piloto de F1 faça parte de cada Evija Fittipaldi.

Outros detalhes incluem a assinatura de Fittipaldi bordada à mão no painel, uma representação esquemática do Type 72 no forro do teto interno e o elevador do seletor de marchas, feito de alumínio reciclado do monoposto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro elétrico possui potente conjunto mecânico formado por quatro motores elétricos, que juntos rendem impressionantes 2040 cv de potência e 173,8 kgfm de torque.

Isso permite que o Evija Fittipaldi atinja 100 km/h em menos de três segundos e 300 km/h em apenas nove segundos, além de alcançar velocidade máxima limitada eletronicamente de 350 km/h.

A bateria de 93 kWh oferece até 400 km de autonomia em condução normal, e uma carga de 80% leva apenas 18 minutos usando um carregador rápido de 350 kW DC.

 

 

 

 

 

A apresentação do carro super exclusivo, aconteceu na semana passada na sede da empresa em Hethel, Reino Unido, com Fittipaldi como convidado de honra. 

“Gostei muito de fazer parte deste projeto e foi uma experiência maravilhosa revelar o carro a alguns dos novos proprietários. Ter a oportunidade de pilotar o Evija Fittipaldi e meu carro vencedor do campeonato Type 72 de Fórmula 1 na pista de testes de Hethel foi uma experiência incrível”, disse Emerson Fittipaldi.

O Lotus Evija Fittipaldi terá apenas 8 unidades produzidas e todas já foram vendidas. As primeiras entregas estão programadas para o início de 2023. 

A Lotus não anunciou publicamente um preço, mas provavelmente foi maior do que o preço já impressionante do Evija de mais de US $ 2 milhões, aproximadamente R$ 10.482.400,00.

 

 

 

 

 

 

 

 

Read More