Nova Montana estreia em quatro versões de acabamento

A Nova Montana começa a chegar às concessionárias Chevrolet de todo país a partir da terceira semana de fevereiro.

Considerada o lançamento comercial mais esperado de 2023, a picape será ofertada em quatro opções de acabamento.

A novidade fica por conta da revelação das versões de entrada, a 1.2 Turbo MT e a LT, já que apenas as versões LTZ e Premier, as mais sofisticadas, haviam sido apresentadas até então.

 

 

 

 

 

 

 

A lista de preços sugeridos assim como a relação dos equipamentos de cada modelo estão disponíveis no website da marca.

Foram mantidos os valores dos produtos ofertados na ação de pré-venda, realizada no início de dezembro.

Os clientes que concretizaram a compra da Nova Montana naquele período, além de serem os primeiros a receber o carro, ganham um acessório inovador: as exclusivas divisórias Multi-Board, que ajudam na organização e acomodação da carga na caçamba.

 

 

 

 

 

O grande diferencial da Nova Montana é que ela une o conforto e a dirigibilidade de um SUV, com a robustez e a versatilidade de uma verdadeira picape.

Tudo isso com a proposta inédita da caçamba inteligente Multi-Flex, projetada para funcionar como uma espécie de porta-malas gigante.

O veículo conta ainda com uma extensa linha de acessórios customizados, que permitem centenas de soluções inclusive para o transporte de carga, numa combinação que nenhum outro tipo de carro oferece.

Um dos diferenciais estratégicos da Nova Montana é que ela entrega desde a versão de entrada seu mais avançado pacote de tecnologias: motor 1.2 turbo de alto rendimento e eficiência energética, 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), acendimento automático dos faróis, além de conectividade total. 

O destaque fica por conta do MyLink de 8 polegadas com projeção sem fio para Android Auto e Apple Car Play, Wi-Fi nativo, OnStar, atualizações remotas de sistemas eletrônicos e aplicativo para comandar funções do veículo à distância.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Nova Montana foi desenvolvida com base em pesquisas de opinião e de tendências de mercado, o que permitiu a concepção de um produto muito mais conectado com as necessidades e desejos do consumidor moderno.

Este busca não apenas uma picape para o trabalho ou lazer, mas também para servir como o carro do dia a dia da família, mesmo aquela que vive em grandes centros urbanos.

“A Nova Montana traz um conceito inovador com potencial para extrapolar o próprio universo formado pelo público de picapes, movimento semelhante ao que aconteceu com os utilitários nos EUA. E as quatro versões da picape média-compacta da Chevrolet foram pensadas para diferentes perfis, desde aqueles que buscam versatilidade em um veículo com transmissão manual e mais acessível até aqueles que não abrem mão de um automóvel automático com alto nível de sofisticação”, explica Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da GM América do Sul.

 

 

 

 

 

 

 

A Nova Montana também é a picape com a maior economia de combustível da categoria, associada a uma excelente performance.

De acordo com os dados do Inmetro, o modelo manual de 6 marchas percorre com gasolina 13,6 km/l na estrada e 12 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,6 km/l e 8,3 km/l, respectivamente.

Por isso é nota A em eficiência energética pelo Conpet. Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 11,7s, e a retomada 80-120 km/h, em 12,2s.

A versão automática de 6 velocidades traz desempenho igualmente surpreendente.

O modelo nesta configuração percorre com gasolina 13,3 km/l na estrada e 11,1 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,3 km/l e 7,7 km/l, respectivamente.

Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em apenas 10,1s, e a retomada 80-120 km/h, em 8,3s, mostrando grande agilidade também em manobras de ultrapassagens.

Com a produção concentrada no recém atualizado complexo industrial da GM em São Caetano do Sul, a Nova Montana chega para ser o produto de volume mais expressivo dentro do portifólio de picapes da Chevrolet, hoje composto pela S10 e, em breve, também pela Silverado.

Cada uma delas tem tamanho e proposta complementares. Um dos grandes diferenciais estratégicos da marca é a tradição de sucesso no segmento, além de uma rede de concessionárias forte e capilarizada no país.

 

 

 

 

 

 

 

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Nova Montana começa a ser fabricada no Brasil

O processo de produção comercial da Nova Montana foi iniciado no complexo industrial da General Motors em São Caetano do Sul.

As primeiras unidades da picape serão destinadas aos consumidores que já adquiriram o produto em uma ação especial promovida no fim do ano passado.

O modelo começa a chegar às concessionárias Chevrolet de todo país a partir de meados de fevereiro.

“A Nova Montana é considerada o lançamento mais aguardado de 2023, tanto por seu conceito inovador como por seu grande potencial de mercado. Além do lote inaugural de dois mil veículos ter sido adquirido logo na fase de pré-venda, temos outros milhares de pedidos registrados na rede Chevrolet. Vamos trabalhar em ritmo acelerado para conseguir atender a todos no menor tempo possível”, explica Kleusner Lopes, diretor de vendas nacional da GM.

 

 

 

 

 

O grande diferencial da Nova Montana é que ela une o conforto e a dirigibilidade de um SUV, com a robustez e a versatilidade de uma verdadeira picape.

Tudo isso com a proposta inédita da caçamba inteligente Multi-Flex, projetada para funcionar como uma espécie de porta-malas gigante por trazer um sistema avançado de vedação da capota marítima, que oferece a melhor proteção contra a intrusão de água do segmento.

O veículo conta ainda com uma extensa linha de acessórios customizados, que permitem centenas de soluções inclusive para o transporte de carga, numa combinação que nenhum outro tipo de carro oferece.

A nova picape da Chevrolet será ofertada em quatro opções de acabamento. Todas muito bem equipadas, o que inclui motor turbo, seis airbags, Wi-Fi e OnStar de série, por exemplo. Serão duas versões com transmissão automática (Premier e LTZ) e duas com transmissão manual (LT e LS).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Linha de montagem renovada

Mesmo já tendo alcançado elevado nível tecnológico dentro do conceito da indústria 4.0, o complexo industrial da General Motors em São Caetano do Sul passou por atualizações que agregaram ainda mais qualidade, produtividade e eficiência.

As obras para receber a Nova Montana levaram mais de um ano para ficar pronta e foram executadas em etapas, no intuito de evitar prolongadas interrupções na linha, que já montava o Tracker e o Spin.

A fábrica recebeu 4 mil m² de novas instalações. Isso permitiu uma completa readequação do fluxo fabril, que tem cerca de quatro quilômetros de extensão e onde operam 274 novos robôs, elevando o nível de automação e a segurança dos operadores.

Além disso foi instalada uma espécie de scanner no fim da linha que faz a conferência da montagem da carroceria usando um protocolo de inteligência artificial.

A principal novidade, porém, foi a instalação da mais rápida prensa da GM nas Américas. Apenas esta máquina ocupa quase um quarteirão. São 96 metros de comprimento, por 12 metros de largura e 18 metros de altura, sendo sete deles no subsolo.

A nova prensa tem capacidade para estampar até 30 mil peças ao dia, como capô, para-lamas, portas e tampa traseira. Este volume representa duas vezes mais do que modelos tradicionais de geração anterior, consumindo aproximadamente metade da energia elétrica.

Aliás, importante foco da reformulação foi o aumento dos índices de sustentabilidade nos mais variados processos.

Outra novidade é o carrinho autônomo específico para o transporte de peças de grande porte, que foi desenvolvido pela própria GM no Brasil.

Tudo isso permitiu que a fábrica de automóveis há mais tempo em operação no país, com mais de nove décadas de história, se transformasse numa das mais modernas e competitivas do mundo.

Tanto a atualização da fábrica de São Caetano do Sul como o desenvolvimento da Nova Montana fazem parte do atual ciclo de investimento de R$ 10 bilhões da empresa a ser aplicado até meados da década no país.

 

 

 

 

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Produção do Jeep Compass ultrapassa marca de 400 mil unidades produzidas no Brasil

O Jeep Compass, que é sucesso no Brasil e América Latina, líder isolado entre os SUVs médios e um dos modelos mais vendidos do país, acaba de garantir mais uma conquista importante: 400 mil unidades produzidas no Brasil. 

O modelo que começou a ser produzido no mercado brasileiro em outubro de 2016, no Polo Automotivo de Goiana (PE), tornou-se rapidamente uma referência entre os SUVs no país e em 2017 já era o SUV mais vendido do Brasil.

 

 

 

 

 

Desde o seu lançamento, o Compass continua sendo um sucesso de vendas e ao longo dos anos se consolidou como líder absoluto em vendas entre os C-SUVs.

Segundo dados da Fenabrave, somente no mês de outubro foram emplacadas 5.307 unidades do veículo, mantendo-se como líder no segmento.

No acumulado do ano, foram comercializadas ao todo 51.070 unidades do SUV da Jeep, que caminha para encerrar o ano, mais uma vez, encabeçando o ranking da sua categoria. 

Atualmente, estão disponíveis seis configurações do Jeep Compass, com valores que variam entre R$ 179.990 e R$ 247.290. As opções Longitude, Limited e Serie S, são equipadas com motor 1.3 turboflex, com potência de até 185 cv e 27,5 kgfm de torque.

As outras três versões são a Longitude, Limited e Trailhawk, com motor motor 2.0 turbodiesel e tração 4×4, capaz de render 170 cv de potência e 35,7 kgfm de torque.

O último lançamento no Brasil foi o Compass 4xe, uma versão híbrida plug-in que é importada da Itália. Esse modelo traz o mesmo motor 1.3 turbo a gasolina, com autonomia elétrica de 44 km.

Na atual linha 2023, o modelo ampliou a lista de itens de série e ganhou uma dose extra de proteção com o Jeep Healthy Cabin, uma tecnologia que remove partículas com impurezas do ar e elimina impurezas em até 83%.

Não é só no Brasil que ele faz sucesso, fabricado no Polo Automotivo Goiana (PE) o modelo é exportado para 16 países da América Latina (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela).

 

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Ford celebra 1 milhão de unidades produzidas da Ranger na Argentina

A Ford comemora a marca de um milhão de unidades da Ranger feitas na fábrica em General Pacheco, na Argentina desde que a produção iniciou em 1996.

Durante todo esse período a fábrica exportou o veículo para o Brasil e vários outros países da América do Sul, o que representa 70% da sua produção.

Atualmente realiza a fabricação da segunda geração da picape e se prepara para a produção e lançamento da próxima geração com previsão de chegada em 2023.

“Agradeço e parabenizo especialmente todos os colaboradores da Ford Argentina e América do Sul, e nossa extensa cadeia de valor por atingir esta marca histórica de 1 milhão de Rangers produzidos em nossa fábrica de Pacheco. A qualidade deste produto é fruto do trabalho e dedicação de todos eles”, disse Martín Galdeano, Presidente e CEO da Ford Argentina.

Para atender a demanda da nova geração a montadora realizou um investimento de US$ 580 milhões (R$ 3 bilhões), para reestruturação na sua linha de produção, renovação dos processos de manufatura 4.0 e sistemas avançados aplicados à eficiência, qualidade e sustentabilidade.

Durante os 27 anos de produção na fábrica de General Pacheco, a Ford Ranger passou por diversas mudanças, como a que ocorreu em 1998 quando iniciaram a produção da cabine dupla.

Outras reestilizações ocorreram nos anos 2004 e 2009, até que em 2011 foi lançada a nova (e atual) geração, que também sofreu diversas alterações ao longo dos anos seguintes.

A fábrica da Argentina é a única mantida pela Ford na América Latina, desde o fechamento das linhas de montagem nas unidades de São Bernardo do Campo (SP), Camaçari (BA), Taubaté (SP) e a fábrica da Troller em Horizonte (CE).

Após o fechamento das fábricas no Brasil, a marca voltou a atuar no país no Campo de provas de Tatuí, no interior de São Paulo, onde são realizados testes em todos os modelos da Ford e no Centro de Desenvolvimento de Camaçari, onde funcionam pesquisas para desenvolvimento de tecnologia automotiva. 

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Chevrolet Onix completa 10 anos de mercado com 500 mil unidades produzidas

O Chevrolet Onix está comemorando 10 anos de mercado e a data acontece junto com outro acontecimento importante que é a marca de 500 mil unidades produzidas da nova geração do Onix e Onix Plus na fábrica da General Motors em Gravataí (RS).

O modelo que foi desenvolvido no Brasil e é fabricado na linha de produção de Gravataí desde a sua primeira geração em 2012, concentra nessa fábrica seu maior volume de produção.

Ao todo foram produzidas mais de 2,2 milhões de unidades, o que representa aproximadamente de 80% do volume global acumulado, sendo capas de abastecer não só o Brasil mas vários outros países da América Latina.

“A fábrica de Gravataí é uma referência global em produtividade, segurança, qualidade e sustentabilidade na GM, passando recentemente por mais uma atualização de processos. Também é estratégica para a empresa na região, pois concentra a produção da nova geração do Onix e Onix Plus que é exportada para países como Argentina, Colômbia e Chile”, explica Luiz Peres, diretor de manufatura da GM América do Sul.

Durante o problema de abastecimento de semicondutores que ocorreu devido a pandemia, a produção do Onix foi bastante afetada e precisou ser interrompida. Isso impactou diretamente os números e o fez perder a liderança no ranking de vendas em 2021.

Apesar disso, ainda é o segundo veículo mais emplacado no ano, ficando atrás apenas do Hyundai HB20, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

O Onix sempre foi considerado um sucesso no mercado nacional e atualmente é o veículo de passeio mais emplacado do Brasil. Além disso, é o carro mais vendido da Chevrolet no mundo, excluindo as picapes e SUVs da marca.

 

 

 

 

 

O modelo de número 500 mil, foi um Onix hatch da versão RS na cor branca, que vem  equipado com motor 1.0 turbo e transmissão automática de seis marchas.

Mesmo representando um marco histórico, esse veículo será destinado aleatoriamente para uma das concessionárias Chevrolet espalhadas pelo país, para comercialização.

 

 

 

 

 

O Chevrolet Onix está disponível no Brasil nas versões hatchback e sedã. As configurações hatch de entrada LT, vem com câmbio manual e preços que partem de R$ 80.530, já a versão mais cara, Premier, pode chegar até R$ 105.230.

A versão sedã de entrada LT poderá ser encontrada no valor de R$ 85.470, enquanto a versão topo de linha custa R$ 110.580.

 

 

 

 

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Jeep Commander conquista a marca de 30 mil unidades produzidas no Brasil

O Jeep Commander que foi lançado há pouco mais de um ano no Brasil acaba de atingir a importante marca de 30 mil unidades produzidas.

O modelo que foi projetado e desenvolvido no país, tem toda sua fabricação realizada no Polo Automotivo de Goiana (Pernambuco), e é comercializado em todo território nacional e em diversos países da América Latina.


O Commander foi criado como uma proposta de reinventar o segmento de D-SUVs e tem se destacado por elevar o patamar de sofisticação da gama nacional da marca.

O modelo se tornou um sucesso comercial desde seu lançamento e se tornou líder entre os D-SUVs no mercado brasileiro. Já vendeu cerca de 16 mil unidades no acumulado do mercado brasileiro em 2022 e segue em alta demanda no país mês após mês. 

O Jeep Commander detém atualmente 33,5% da categoria D-SUV, se consolidando no primeiro lugar do ranking no segmento, além de contribuir também para a liderança da marca Jeep no segmento SUV no mercado brasileiro.

 

 

 

 

 

 

Desde o seu ingresso no mercado automotivo, o Commander conquistou premiações importantes na crítica especializada. Dentre elas, o tradicional prêmio da imprensa automotiva brasileira da revista Autoesporte, o “Carro Premium do Ano”, em dezembro de 2021.

Mais recentemente recebeu também a premiação, “Melhor Valor de Revenda”, na categoria SUV Grande da Agência AutoInforme.

O Jeep Commander é um triunfo do Grupo Stellantis desde o seu lançamento e todos os números indicam que esse crescimento vai continuar por muito tempo.

 

 

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Grupo Stellantis anuncia estratégia de eletrificação para o Brasil e diversos lançamentos até 2025

Assim como várias outras montadoras, o Grupo Stellantis, formado pela Fiat, Jeep, Ram, Peugeot e Citroën no Brasil, está ampliando o processo de eletrificação dos seus veículos.

Por se tratar de um processo que exige muito esforço e investimento, o Grupo optou por uma estratégia diferente para a América Latina e assim, o presidente da Stellantis para América do Sul, Antonio Filosa, anunciou que irão investir fortemente nos modelos Mild Hybrid (híbrido leve) combinados com etanol.

“O Mild Hybrid com etanol é tão limpo quanto o conceito elétrico. Isso porque o etanol não emite CO2. Além disso, o plantio da cana-de-açúcar, com a fotossíntese, neutraliza as emissões de de carbono da atividade minerária para extração de metais como lítio e cobalto, que compõem as baterias. É a melhor alternativa para o mercado brasileiro”, afirmou o presidente.

 

O Mild Hybrid funciona com a combinação de um motor a combustão e um módulo elétrico de 48 volts, que substitui o alternador e o motor de arranque. Além disso é responsável por recarregar a bateria de 12 volts que transmite energia para o veículo e fornecer torque às rodas em conjunto com o motor térmico. 

Fabricar esse tipo de veículo é muito mais barato do que um modelo híbrido convencional e mais ainda do que um carro totalmente elétrico, o que contribuiria para o aumento no volume da produção.

Assim, a proposta da Stellantis é chegar em 2030 com 20% da sua frota eletrificada dentre eles utilizando o sistema híbrido leve.

Para isso, a estratégia é focar na a produção nacional de componentes, especialmente os que exigem tecnologia voltada para a eletrificação, afim de evitar atrasos na produção e prazos de entrega. A criação de novas oportunidades de negócios a partir de serviços conectados e ampliação da conectividade de produtos e serviços.

A Stellantis confirmou uma série de lançamentos previstas para os próximos meses e anos. Ao todo serão 51 veículos de diversos segmentos, sendo, 16 novos modelos, 28 reestilizações e 7 modelos elétricos/híbridos.

Os modelos serão divididos por categorias onde 34% serão SUVs, 28% vans, 25% picapes e 13% serão carros de passeio. Para os próximos meses não foram confirmadas, mas são esperadas algumas novidades como o novo Citroën C3, o Fiat Pulse Abarth, a picape Jeep Gladiator e o Fiat Fastback.

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Ford Mustang 2024 e Novo Ranger confirmados juntamente com investimento de produção de US$ 3 bilhões

A Ford confirmou a sétima geração do Mustang e fabricação da nova Ranger, além da produção de um modelo totalmente elétrico entre 2023 e 2024. 

Tudo isso faz parte do investimento significativo nas suas instalações de produção nos Estados Unidos em Michigan, Ohio e Missouri. O aporte de US$ 3,7 bilhões, algo em torno de R$ 17,7 bilhões, será realizado até 2026.

Inclui a criação de 6.200 novos empregos diretos e 74.000 empregos indiretos nos EUA até 2027 e garantirá a produção do novo Mustang na fábrica de Flat Rock, em Michigan, além da nova Ranger e desenvolvimento da produção do novo modelo 100% elétrico. 

A produção do veículo elétrico acontecerá na planta de Ohio, então parte do investimento será destinado para expansão da linha de montagem e para contratação de mais 1.800  funcionários. 

A fábrica de Kansas City no Missouri vai focar no aumento da produção do furgão Transit e sua versão elétrica o E-Transit, além de gerar um terceiro turno, criando mais 1.100 empregos.

“Estamos investindo em empregos americanos e em nossos funcionários para construir uma nova geração de veículos Ford incríveis e continuar nossa transformação Ford+”, afirmou Jim Farley, presidente e CEO da Ford.

O Ford Mustang é um dos carros mais icônicos da marca e estará de volta para uma sétima geração.

Não foram divulgadas muitas informações quanto ao novo modelo, mas a maior especulação estava relacionada a possibilidade de ter o câmbio manual e de acordo com o último teaser postado no twitter deve ser verdade. 

Na letra “O” da palavra “geração” é possível ver o desenho de um câmbio manual de seis marchas, numa clara referência a configuração desse Mustang, que também deverá oferecer opção com transmissão automática de 10 marchas .

Além disso, a trilha sonora do vídeo é claramente o ruído de um V8 acelerando, o motor tradicional do Mustang. Ainda não se sabe, mas é provável que o novo carro manterá o V8 de 5,0 litros naturalmente aspirado da versão atual. 

A estreia completa do novo Mustang deverá acontecer no próximo ano, com as vendas começando apenas em 2024, o que coincidirá com o 60º aniversário do Mustang. 

 

 

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Fiat Mobi alcança a marca de 400 mil unidades produzidas desde seu lançamento em 2016

A Fiat celebra a marca de 400 mil unidades do Mobi produzidas na fábrica de Betim (MG) desde o lançamento em 2016.

Esse número corresponde ao mercado nacional e também aos outros 12 países para onde o modelo é exportado, dentre eles Paraguai, Uruguai e Argentina.

Lançado como uma opção ao Uno, tornou-se o carro de entrada da marca e hoje é o mais barato do Brasil vendido por R$ 62.690 na versão Like, uma das configurações disponíveis, a outra configuração é a Trekking no valor de R$ 65.690. 

O compacto que mede 3.596 mm de comprimento, 1.666 mm de largura e 1.552 mm de altura, atende bem a mobilidade no trânsito das grandes cidades.

Além disso tem como itens de série ar-condicionado, direção hidráulica, monitoramento da pressão dos pneu freios ABS, airbag duplo, vidros e travas elétricas.

Como opcionais oferece alarme, volante multifuncional com regulagem de altura, sistema multimídia UConnect com sistemas Android Auto e Apple Car Play sem fio, rodas de liga leve escurecidas. A linha 2023 traz ainda controles de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

O Mobi vem equipado com motor 1.0 Fire Evo com 71 cv de potência e 9,3 kgfm de torque com gasolina e 74 cv de potência e torque de 9,7 kgfm com etanol e câmbio manual de cinco marchas.

De acordo com a Fiat, é possível rodar até 700 quilômetros com um tanque. O consumo médio na cidade é de 13,5 km/litro e na estrada é de 15 km/litro, quando abastecido com gasolina.

Com etanol o consumo médio reduz um pouco e faz  9,6 km/litro na cidade e 10,4 km/litro na estrada.

De acordo com os dados da Fenabrave, somente em abril foram vendidas 5.911 unidades do Mobi, contra 3.849 unidades vendidas do seu principal rival o Renault Kwid.

No acumulado do ano foram emplacadas 19.236 unidades do hatchback, deixando o Fiat Mobi em quarto lugar no ranking dos carros mais vendidos do Brasil em 2022.

Uma posição que nesse momento já é melhor do que o sétimo lugar que ocupou em 2021 quando teve um total de 65.847 unidades vendidas no ano.

 

 

 

 

 

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Bentley anuncia carro 100% elétrico com potência de 1.400 cv para 2025

A Bentley Motors Limited é uma marca automotiva centenária reconhecida mundialmente por sua experiência em qualidade e luxo.

A marca anunciou no início de 2022 sua estratégia de eletrificação “Beyond100”, prometendo ser totalmente elétrica até 2030 e com isso acabou de apresentar seu primeiro carro totalmente elétrico, que deverá chegar apenas em 2025.

Essa estratégia de eletrificação também inclui um investimento de aproximadamente 3,4 bilhões de dólares nas instalações da fábrica de Crewe, renovando todo o espaço para dar suporte a uma “fábrica dos sonhos” para produção de veículos elétricos. 

O CEO da Bentley, Adrian Hallmark, comentou em entrevista dada à Automotive News Europe, algumas  das especificações ousadas do primeiro veículo elétrico a bateria da montadora de luxo.

O veículo será capaz de entregar até 1.400 cv de potência e acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 1,5 segundos.

Para os futuros clientes que acharem essa velocidade desconfortável, será possível diminuir a força de aceleração do Bentley EV, nesse caso a aceleração se realizará em 2,7 segundos. 

Apesar de descrever a “brutalidade da aceleração” no próximo EV, o chefe da Bentley disse que esse não será seu principal ponto de venda, em vez disso, será a ultrapassagem sem esforço do carro com uma enorme quantidade de torque sob demanda.

Hallmark não compartilhou nenhuma especificação adicional sobre o próximo Bentley EV, mas disse que seu design se basearia na linha atual da montadora do cupê Continental GT, sedã Flying Spur e SUV Bentayga. Também afirmou que “o que não faremos é tentar fazê-los parecer carros elétricos”.

O novo Bentley elétrico será construído na plataforma Premium Performance Electric (PPE), desenvolvida pela Porsche e Audi, divisão de controle da Bentley dentro do Grupo VW.

Essa plataforma oferecerá imediatamente à Bentley a tecnologia de bateria, unidades de acionamento e sistemas de carroceria, além de recursos de carros autônomos e conectados.  

Não foi divulgado nenhum preço oficial para o Bentley EV 2025, o CEO compartilhou que pelo menos uma variação do novo elétrico custará mais de 250.000 euros, aproximadamente R$ 1,29 milhão.

No entanto, o alto preço não se deve ao custo das baterias EV, que geralmente é o caso, porém não houve esclarecimento do motivo de ser tão caro.

As promessas da Bentley são ousadas e empolgantes, se o futuro elétrico da marca trouxer esses números absurdos de desempenho, com certeza vai fazer muito sucesso entre os clientes tradicionais mas também entre aqueles que buscam aliar velocidade e modernidade num único veículo.

 

 

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