Os furgões Peugeot e-Expert e Citroën e-Jumpy são destaque entre os carros elétricos mais vendidos em agosto

O Grupo Stellantis segue firme na estratégia de eletrificação dos seus veículos e em agosto celebrou o sucesso nas vendas da categoria de veículos elétricos comerciais.

Dos cinco carros elétricos mais vendidos no Brasil, dois são do segmento de furgões, o Peugeot e-Expert que lidera o ranking e o Citroën e-Jumpy que aparece na 5ª colocação da lista.

Entre os meses de janeiro e agosto de 2022, a indústria automotiva registrou uma queda de 9% no volume total em comparação com o mesmo período de 2021.

Ainda assim, a Peugeot conseguiu vender 29.513 unidades, um crescimento 69% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Peugeot e-Expert emplacou 120 unidades apenas no mês de agosto, o que representa a liderança com 89% de participação no segmento de veículos elétricos comerciais. Ao todo foram realizadas 198 vendas do veículo no ano.

 

Mesmo com a queda no volume total da indústria, a Citroën se destacou ao apresentar um crescimento de 14%, com 15.652 emplacamentos contra 13.767 nos oito primeiros meses do ano passado.

Considerando apenas o mês de agosto, a indústria apresentou crescimento de 15% nos emplacamentos, quando foram vendidos 195.030 veículos, enquanto em julho foram comercializadas 169.634 unidades.

A Citroën também compartilhou desse crescimento e em agosto cresceu 138% comparado ao mês anterior, emplacando o terceiro maior volume do ano nesse mês.

Citando apenas o segmento de Veículos Utilitários Leves, das 300 unidades da linha Citroën Jumpy comercializadas em agosto, 83 correspondem à versão 100% elétrica. Com isso, a marca alcançou o segundo melhor volume do ano no segmento.

Diante do êxito dessas marcas, já foi confirmada a ampliação da rede de concessionárias habilitadas para a venda dos seus veículos elétricos no mercado brasileiro.

Desde julho a Citroën tem mais cinco novos e-Centers, em funcionamento junto com as unidades em São Paulo e no Rio de Janeiro, nas cidades de: Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Recife (PE), Campinas (SP) e Brasília (DF).

A Peugeot abriu mais três e-Centers no estado de São Paulo, um deles em Campinas e os outros dois na capital. Além do Rio de Janeiro as demais lojas da marca estão localizadas em Recife, Brasília, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis.

 

 

 

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Novo Citroën C3 2023 é a aposta da marca francesa para América Latina

A Citroën acaba de lançar o Novo C3 2023, que chega totalmente reestilizado, “com atitude de SUV” e a proposta de se posicionar entre os hatches subcompactos e compactos, se tornando mais popular para competir pela liderança de mercado.

A criação do Grupo Stellantis e o investimento na fábrica de Porto Real (RJ), favoreceram o projeto global do novo C3, que é voltado para mercados emergentes, como o Brasil, especialmente focado no consumidor que busca o primeiro carro ou famílias jovens.

A estratégia da montadora é aumentar a participação no mercado latino americano dos atuais 1% para 4% até 2024. Para isso conta com o sucesso do C3 no Brasil como “um novo capítulo na história da marca”, segundo Antonio Filosa, presidente (COO) da Stellantis para a América do Sul. 

O novo C3 é construído sobre a plataforma CMP com 86% de aço de ultra resistência em sua estrutura. Mede 3,98 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,60 m de altura e entre-eixos de 2,54 m.

A altura em relação ao solo é de 18 cm, com ângulos de 23º (entrada) e 39º (saída), além de ter um dos maiores porta-malas com 315 litros de capacidade.

Mesmo não podendo ser classificado como um SUV, apresenta características interessantes e bem próximas desta categoria, sendo o carro mais alto e o mais largo comparada a concorrência, garantindo maior conforto durante a sua condução.

O design é um dos pontos altos do C3 2023 que tem inspiração nos modelos europeus com um estilo aventureiro e moderno. A frente é mais alta, com capô alto vincado e para-brisa mais inclinado. 

O destaque fica para a nova assinatura luminosa com DRL em LED e em forma de Y presente na dianteira e traseira, servindo de luz de condução diurna.

O conjunto óptico é duplo, com a parte superior como luz de posição e a debaixo atua como farol principal. A entrada de ar frontal se funde com o para-choque e os faróis de neblina estão localizados nas extremidades.

Na traseira, as lanternas invadem as laterais e a tampa do porta-malas que está mais curta e com vincos acentuados.

O modelo será disponibilizado nas cores: Branco Banquise, Cinza Artense, Cinza Grafito, Azul Spring e Preto Perla Nera. A partir da versão Feel, as faixas longitudinais no teto são de série e o teto bi-tom aparece nas versões de topo First Edition 1.0 e 1.6.

Por dentro apresenta um bom espaço interno, com bancos dianteiros instalados em posição alta, passando a sensação de um SUV. O acabamento é em plástico rígido e escuro, com detalhes em cores diferentes no painel a partir da versão Feel. 

O ar-condicionado é manual com molduras cromadas, o volante é multifuncional e ainda oferece duas entradas USB no banco traseiro.

A central multimídia Citroën Connect Touchscreen tem tela de 10″ inédita na categoria, que além de oferecer suporte para Apple CarPlay e Android Auto, permite espelhamento 100% sem fio com a tela do celular.

Não há carregamento do celular por indução, na parte dianteira do console o motorista tem uma entrada USB de recarga rápida e uma tomada de 12V.

Através de aplicativo é possível utilizar o sistema My Citroën, que envia alertas e lembretes das revisões, além de monitorar o consumo e muito mais.

O novo C3 traz duas opções de motorização. A primeira equipa as versões de entrada e traz motor 1.0 Firefly três cilindros aspirado, com potência de 75 cv e 10,7 kgfm de torque, quando abastecido com etanol e de 71 cv e 10 kgfm de torque com gasolina. O câmbio é manual de de 5 marchas. 

Esse motor tem consumo médio de 12,9 km/l na cidade e de 14,1 km/l na estrada, com gasolina. Quando abastecido com etanol, o consumo no ciclo urbano é de 9,3 km/l e de 10,0 km/l na rodovia.

As versões intermediárias e topo de linha são equipadas com motor 1.6 aspirado EC5 de quatro cilindros, que rende potência máxima de 120 cv e 15,7kgfm. A transmissão pode ser manual de 5 marchas ou automático de 6 marchas.

Quanto ao consumo do motor 1.6 e câmbio manual, na cidade faz 10,9 km/l e na estrada 12,8 km/l, com gasolina. Ao usar etanol o consumo é de 7,8 km/l no perímetro urbano e de 9,0 km/l na estrada. 

Versões, preço e equipamentos do Novo Citroën C3 2023:
  • C3 Live 1.0 (R$ 68.990): airbag duplo,ar-condicionado, direção e travas elétricas, vidros dianteiros elétricos, monitor de pressão dos pneus, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, indicador de trocas de marcha e rodas de 15″ com calotas;
  • C3 Live Pack 1.0 (R$ 74.990): Todos os equipamentos da Live mais sistema multimídia com tela de 10″ e espelhamento sem fio,  conector USB dianteiro, volante com comandos do sistema de som e bluetooth, chave com telecomando, banco do motorista com ajuste de altura e limpador e desembaçador traseiros; 
  • C3 Feel 1.0 (R$ 78.990): os equipamentos da Pack mais vidros traseiros elétricos, alarme, 2 portas USB traseiras, luzes diurnas de LEDs, rodas de liga-leve de 15″, painel com faixa azul metálica, barras longitudinais no teto, volante com ajuste de altura e maçanetas na cor do carro; 
  • Citroën C3 Feel 1.6 (R$ 86.990): Todos os equipamentos da Feel 1.0 mais motor 1.6 de até 120 cv;
  • C3 Feel Pack 1.6 (R$ 93.990): equipamentos da Feel 1.6 mais câmbio automático de seis marchas com opção de trocas sequenciais, modo ECO, rodas de 15″ diamantadas, câmera de ré e volante em couro;
  • C3 1.0 First Edition (R$ 83.990): Todos os equipamentos da Feel 1.0 mais faróis de neblina, pintura em dois tons, faixas no  teto na cor Alu Shadow, airbumps laterais e moldura no farol de neblina;
  • C3 1.6 First Editon (R$ 97.990): equipamentos da Feel Pack 1.6 e mais pintura bitom, barras de teto, airbumps, moldura no farol de neblina, tapetes exclusivos, badges “First Edition” nas laterais e tampa do porta-malas.

 

 

 

 

 

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Jeep Renegade bate 500 mil unidades produzidas no Brasil desde o lançamento em 2015

A Jeep comemora um marco especial, a produção de 500 mil unidades do Renegade, todas produzidas na fábrica de Goiana (PE), desde abril de 2015. 

A marca está passando por um momento muito importante no mercado nacional. Na última semana foi anunciada a chegada da nova Linha 2023 do Jeep Renegade e no começo de agosto a marca celebrou 400 mil unidades do modelo vendidas.

Foram comercializadas 29.141 unidades do SUV no período de janeiro a julho deste ano, segundo dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Neste ano o Renegade passou por diversas reestilizações com alterações no design externo e interno, além da mudança para o motor 1.3 turbo T270 flex, que entrega potência de 185 cv e 27,5 kgfm de torque. 

Houve também acréscimo de equipamentos de segurança e auxílio ao condutor, como frenagem autônoma de emergência.

De acordo com a montadora, desse meio milhão de veículos produzidos, aproximadamente 100 mil unidades (20%) são exportadas para diversos países como México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai e mais.

Atualmente o Jeep Renegade está disponível no mercado brasileiro em quatro versões: Sport, Longitude, Série S e Trailhawk, com preços que variam entre R$ 127.590 e R$ 176.012.

 

 

 

 

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Jeep Renegade alcança a marca de 400 mil unidades vendidas no Brasil

O Grupo Stellantis divulgou essa semana que o Jeep Renegade atingiu a marca de 400 mil unidades vendidas no Brasil desde o seu lançamento em 2015, o que faz dele o modelo mais comercializado da marca no país.

A Jeep continua sendo a líder na categoria de SUVs no mercado brasileiro e de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foi o SUV compacto mais vendido no Brasil em 2021 com 73.913 unidades emplacadas.

Dados do primeiro semestre desse ano informam que foram vendidas 24.880 unidades, fazendo do Renegade o quarto SUV compacto mais vendido da categoria.

“Chegar em 400 mil unidades vendidas é uma marca incrível. Desde o início de sua comercialização, o Jeep Renegade encantou o mercado com atributos que o tornaram tão desejado, como tecnologia, capacidade off-road e toda a autenticidade Jeep. Sua performance comercial sempre foi excelente, ano após ano, garantindo os primeiros lugares em vendas ao modelo ao longo de sua história no Brasil”, disse Everton Kurdejak, Vice-Presidente de Operações Comerciais da Jeep para o Brasil.

 

Desde o seu lançamento, o veículo ganhou duas reestilizações, uma em 2018 em que ocorreram mudanças no para-choque para melhorar o ângulo de ataque nas versões flex, e a outra mais recente em fevereiro deste ano, quando atualizou a grade que agora está mais estreita, faróis full-LED, lanternas e o painel 100% digital. Além de melhorias na tecnologia e itens de segurança.

Mas o grande destaque ficou por conta da troca do motor 1.8 aspirado pelo motor 1.3 turbo T270 flex com potência de até 185 cv e 27,5 kgfm de torque e câmbio automático de 6 marchas. O que representou um ganho de 46 cv em comparação com a versão anterior.

O Jeep Renegade é produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE) e é oferecido no mercado nacional em quatro versões: Sport, Longitude, Série S e Trailhawk com preços a partir de R$ 127.590.

Além disso também é exportado para diversos países como México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai, entre outros. 

 

 

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Caoa Chery anuncia o encerramento da linha de produção e demissão de 485 funcionários

A montadora Caoa Chery surpreendeu com a notícia da suspensão das atividades na sua fábrica em Jacareí, no inteior de São Paulo e a demissão de cerca de 480 trabalhadores.

De acordo com a montadora, a decisão foi tomada porque um dos modelos, o Arrizo 6, vai ser importado da China e os modelos Tiggo 2 e Tiggo 3X saíram de linha. Além disso, ocorrerá uma atualização das linhas de montagem para fabricar modelos híbridos e elétricos, que deverá começar em 2025.

“Para que as mudanças ocorram de forma efetiva, a Caoa Chery informa a parada temporária da unidade fabril de Jacareí (SP). A suspensão das atividades tem como objetivo ajustar os processos produtivos da planta para novos modelos com tecnologias híbridas e elétricas, visando a modernização e atualização das linhas de produção”, informou a nota. 

A fábrica da Chery iniciou suas atividades em Jacareí no ano de 2014 e em 2017 a Caoa comprou metade da operação da montadora chinesa no Brasil e foi quando a produção dos modelos mais caros da marca chinesa passaram a ser realizadas na fábrica da Caoa em Anápolis (GO). 

O fechamento da unidade ocorreu devido uma série de fatores importantes, dentre eles, a alta do dólar, o aumento dos custos logísticos que surgiram com a pandemia, além da queda na venda de veículos. A fábrica tinha capacidade total de produção de 150 mil unidades/ano e no ano passado produziu pouco mais de 14 mil unidades.

Também parece que havia interesse em concentrar a produção dos veículos apenas na fábrica de Goiás, principalmente devido a incentivos fiscais. Estes foram prorrogados em 2020 por mais cinco anos e incluem mais 31% de desconto no IPI dos veículos fabricados.

Após isso foi anunciado um investimento de R$ 1,5 bilhão até 2025 na fábrica de Anápolis para melhorias e também fabricação de novos produtos.

“Devido a incentivos fiscais, é muito mais barato produzir em Anápolis do que em Jacareí. Além disso, é mais vantajoso concentrar a produção em um só local para cortar gastos. Custa muito dinheiro manter tamanha capacidade ociosa em São Paulo, não compensa, não tem como sobreviver”, informa Cassio Pagliarini, sócio da consultoria Bright Consulting e ex-diretor de Renault e Hyundai.

No momento o Sindicato dos Metalúrgicos tenta um acordo com a Caoa Chery para que os 485 funcionários não sejam demitidos. A proposta prevê cinco meses de layoff e estabilidade até janeiro de 2023.

A empresa não confirmou esse acordo mas mantém as negociações e enquanto isso, os trabalhadores protestam em frente da fábrica e solicitam apoio junto à Prefeitura e à Câmara Municipal da cidade.

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