Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Testes na Europa revelam imagens do sucessor do Lamborghini Aventador

Algum tempo atrás, a Lamborghini lançou sua última criação, o Lamborghini Aventador, um dos maiores sucessos da marca. Agora o sucessor desse supercarro foi visto durante realização de testes na Europa.

Ainda sem nome e sem muitas informações, o que se sabe é que o novo supercarro virá equipado com motor V12 associado a um sistema híbrido plug-in, levando a Lamborghini para a próxima era. 

O uso de tecnologia híbrida é uma tendência que deverá ser adotada em todos os modelos da marca visando cumprir a nova regulamentação europeia sobre emissões.

Crédito: Drive

Crédito: Drive

 

 

 

 

 

 

Pelas imagens é possível identificar alguns detalhes do carro, que demonstram um design muito mais robusto. Os faróis estão menores e apresentam um arranjo de lâmpadas divididas, já as entradas de ar montadas abaixo são bem amplas.

As proporções são semelhantes às do Aventador, principalmente em relação ao pilar A e à linha do teto.

Nas laterais destacam-se as grandes aberturas de ar em ambos os lados do motor, que são essenciais para garantir o seu resfriamento. As rodas tem acabamento em preto e freios a disco com pinças amarelas.

Na traseira, chamam atenção as lanternas em forma de “Y”, a inspiração parece ter vindo do conceito Terzo Milennio de 2017.

No centro do estão quatro enormes tubos de escape, posicionados logo abaixo do spoiler traseiro. Toda a tampa do motor e o difusor também foram redesenhados.

Crédito: Drive

Crédito: Drive

 

 

 

 

Quanto à motorização, não há certeza se o novo V12 reduzirá os 6,5 litros do Aventador de saída, é esperado que o superesportivo tenha potência de pico para atingir algo em torno de 800 cv, como o híbrido 296 GTB com motor V6 da Ferrari que entrega 818 cv.

Além do trem de força, é esperado que o carro tenha tração nas quatro rodas, direção nas quatro rodas e tecnologia aerodinâmica ativa.

Crédito: Drive

O substituto do Lamborghini Aventador só deverá ser apresentado oficialmente em 2023 com entrega prevista para 2024.

Já o lançamento do primeiro modelo 100% elétrico da Lamborghini só deverá ocorrer entre 2025 e 2030.

 

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Lamborghini lança Urus Performante versão mais extrema do SUV por R$ 1,3 milhão

Em 2018 quando a Lamborghini lançou o Urus SUV muitos estavam céticos, agora os resultados financeiros da empresa provam que é um sucesso.

Foram mais de 20 mil unidades produzidas desde o lançamento e hoje o superesportivo representa 60% das vendas da marca.

Agora foi lançada a versão Performante, um carro ainda mais rápido e potente que recebeu ajustes de motor e suspensão que contribuem para um desempenho ainda mais aprimorado em comparação com o modelo anterior.

Pensando em melhorar o desempenho, o superesportivo está 47 kg mais leve e 20 mm mais baixo, graças a instalação de um capô de fibra de carbono e molas de aço mais leves trocadas pela suspensão a ar da versão regular.

O chassi e o pacote aerodinâmico também foram atualizados para produzir um veículo mais rápido em uma pista de corrida, mas sem prejudicar a dirigibilidade do dia-a-dia.

Além do capô, os para-choques dianteiro e traseiro, divisor, extensões das cavas das rodas e difusor traseiro também são todos fabricados com fibra de carbono, sendo o SUV que mais utiliza esse material em sua composição, segundo a montadora.

As novas entradas de ar dianteiras pretas, permite maior resfriamento do motor, enquanto uma nova cortina de ar atrai o fluxo de ar sobre as rodas dianteiras para reduzir o arrasto. Tudo isso proporciona uma maior eficiência aerodinâmica. 

As rodas são de alumínio forjado com aro 22″, ou 23″ como opcional, com parafusos de titânio e os pneus Pirelli Trofeo R 285/40 R22 na dianteira e 325/35 R22 na traseira, especialmente desenvolvidos para o SUV.

Na traseira se destaca o spoiler inspirado no Aventador SVJ, que aumentou o downforce traseiro em 38%, melhorando em 8% o downforce total quando comparado com o Urus tradicional.

Pouco foi alterado no interior do Performante. O revestimento interno é de Alcantara preto e a costura é na cor da carroceria. Os bancos são de fibra de carbono e agora apresentam uma costura hexagonal.

Também é possível optar pelo pacote Dark, que adiciona elementos na cor preta fosca, além de diversas outras customizações como acabamento em couro, detalhes em alumínio e mais.

O Performante usa o mesmo V-8 biturbo de 4,0 litros que o Urus regular, que foi retrabalhado com potência aumentada em 16 cv em relação à versão padrão, chegando num total de total de 666 cv. O torque permanece o mesmo de 86,7 kgfm, já que é o limite que a caixa automática de oito velocidades pode tolerar.

O tempo de aceleração também diminuiu, agora leva 3,3 segundos para atingir os 100 km/h, enquanto a versão original leva 3,6 segundos. A velocidade máxima é a mesma de 306 km/h. Oferece cinco modos de condução: Strada, Sport, Corsa e os dois novos Rally, feitos para pistas de terra. 

O Performante mostrou todo seu desempenho e potencial ao participar do Pikes Peak International Hill Climb Road, no Colorado (EUA), onde alcançou novo recorde na categoria SUV. Realizando todo o percurso em 10 minutos e 32,064 segundos, contra o recorde anterior que era de 10:49,902, do Bentley Bentayga em 2018.

O CEO da empresa, Stephan Winkelmann, acredita que a nova variante será um grande sucesso e provavelmente representará pelo menos metade das vendas do SUV.

O Lamborghini Urus Performante 2023 começará a ser vendido no final do ano a partir de US$ 260.676, algo equivalente a R$ 1.347.173.

 

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Lamborghini Aventador V12 vai ser substituído por versão híbrida plug-in e seu último modelo a combustão será leiloado

A Lamborghini lança a última edição do Aventador com motor V12 antes da substituição da versão com potência híbrida. Trata-se do Aventador Ultimae, que em latim significa “final ou último” e será limitada a 350 cupês e 250 roadsters. 

O último modelo será leiloado e o vencedor, além de levar esse supercarro, vai poder realizar uma visita particular ao museu da empresa, além de ter acesso aos próximos lançamentos e conversar com os executivos da marca virtualmente. Como o navio de carga Felicity Ace que carregava 15 unidades do modelo, afundou nos Açores, a Lambborgini tem que se concentrar em reproduzir os carros perdidos. Depois disso, eles passarão a produzir o Aventador Ultimae final que será leiloado.

Os modelos Ultimae são alimentados pelo mesmo V12 encontrado em outros Aventadors, no entanto, apresenta algumas peças extras de tecnologia para transcender o padrão já estelar da Lamborghini. O motor 6.5 V12 com  780 cv de potência e 73,4 kgfm de torque, é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos. 

A próxima versão do Aventador será um veículo elétrico híbrido plug-in (PHEV), mas este incrível motor atual não será completamente aposentado, mas será assistido por um trem de força elétrico. 

O interior do Ultimae é o que o diferencia do resto da linha Aventador. Os componentes internos são revestidos em elementos de fibra de carbono e costuras e materiais exclusivos, sinalizando que este é de fato o Aventador final.

Embora o próximo Aventador não seja um carro puramente movido a combustão, a empresa continuará produzindo motores convencionais por enquanto, mas a eletrificação se infiltrará lentamente na arquitetura de muitos modelos até 2028, quando deverá apresentar seu primeiro Lambborgini elétrico.

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Lamborghini lança o Huracán STO por R$ 6,5 milhões, o segundo carro mais caro da marca no Brasil

Chegou ao Brasil a Lamborghini Huracán STO (Super Trofeo Omologato), pelo valor astrônomico de R$ 6,5 milhões, ficando atrás apenas do Aventador SVJ, que é o carro mais caro da marca, vendido no país pelo valor de R$ 8,2 milhões.

O STO é a versão mais potente do esportivo e foi desenvolvido como um carro de pista mas homologado para andar nas ruas.

Equipado com motor V10 de 5.2 litros, aspirado com 640 cv a 8.000 rpm e 57,5 kgfm de torque a 6.500 rpm, câmbio automático de dupla embreagem com sete velocidades e tração traseira. O superesportivo faz de 0 a 100 km/h em apenas 3 segundos e em 9 segundos atinge os 200 km/h. Podendo alcançar velocidade máxima de 310 km/h.

Houve um atualização no sistema de frenagem com uma configuração de carbono-cerâmica Brembo CCM-R, que ajuda a parar completamente o carro em apenas 30 metros quando vindo a 100 km/h. Além disso, foram adicionados três modos de condução: STO (para as ruas), Trophy (para as pistas) e Rain (para pisos molhados).

Um dos destaques do supercarro está na aerodinâmica, que se caracteriza por oferecer inovações pensadas para uso nas pistas mas também nas ruas.

Com peso total de 1.339 kg, é cerca de 43 kg mais leve do que o Performante, isso porque usa fibra de carbono em mais de 75% da carroceria, inclusive no forro das portas e nos tapetes, tudo focado na redução de peso.

Até o design foi pensado para gerar a maior aderência e aerodinâmica possível. A dianteira tem capô, para-lamas e para-choque integrados em um único elemento e grandes entradas de ar que ressaltam a esportividade. Já a traseira apresenta duas saídas de escapamento mais elevadas, um grande aerofólio, além de aleta traseira e spoiler ajustável.

O modelo de lançamento foi apresentado nas cores Blue Laufey e California Orange, com interior em couro e Alcantara que revestem o volante, bancos, teto, painel e portas. Mas, de acordo com a marca é possível personalizar tanto o exterior quanto o interior, com milhares de combinações de pintura e acabamento, através do programa Ad Personam e assim, deixar o STO ainda mais exclusivo.

 

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