Ford Maverick Hybrid é destaque de eficiência na nova tabela do Inmetro

A nova tabela do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) divulgada pelo Inmetro, aponta a Ford Maverick Hybrid como a picape de melhor rendimento energético do mercado.

Primeira e única picape com sistema híbrido à venda no Brasil, ela se destaca entre os mais de 80 modelos do segmento avaliados no ranking com um consumo de 15,7 km/l de gasolina na cidade e 13,6 km/l na estrada, ou 1,44 MJ/km, e autonomia de mais de 800 km.

A Maverick Hybrid Lariat também é a única a contar com o Selo CONPET de Eficiência Energética.

A lista do Inmetro inclui uma picape com consumo energético menor, de 0,75 MJ/km, porém é um modelo totalmente elétrico que oferece autonomia de menos de 230 km.

 

 

 

 

 

O sistema avançado de propulsão híbrida da Maverick Hybrid é composto por um motor Atkinson 2.5 a gasolina e um motor elétrico, gerando uma potência combinada de 194 cv.

O freio regenerativo com assistência em rampas, a grade aerodinâmica ativa, o sistema Auto Start-Stop e os pneus de alta eficiência, medida 225/60 R18, contribuem para ela ter um consumo cerca de 30% menor que as picapes e SUVs concorrentes a diesel.

Além disso, entrega alta eficiência sem sacrificar a performance, com aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos, torque instantâneo e rodar silencioso, que proporcionam uma experiência de direção refinada e fortalecem a sua proposta de uso urbano.

A Ford Maverik Hybrid Lariat também é bem equipada.

Entre outros itens, vem com painel digital de 6,5 polegadas, multimídia SYNC com tela de 8 polegadas e acesso a Apple CarPlay e Android Auto, faróis de LED automáticos e abertura da porta por teclado.

Traz ainda ar-condicionado digital dual-zone, assistente de frenagem com detecção de pedestres e ciclistas, controle eletrônico de estabilidade e tração, câmera de ré, assistente de partida em rampa, monitoramento de pressão dos pneus e sete airbags com detecção inteligente de ocupantes.

 

 

 

 

 

A nova tabela PBEV do Inmetro traz as médias de 747 modelos e versões de carros de passeio, utilitários, comerciais leves, picapes e esportivos hoje disponíveis no mercado, produzidos por mais de 30 marcas diferentes.

Ela inclui lançamentos recentes e veículos do ano passado que não tiveram mudanças.

A avaliação segue um padrão de testes controlados, com a atribuição de notas A até E, tanto dentro da categoria como no ranking geral.

 

 

 

 

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Toyota Corolla e Corolla Cross são os veículos flex mais econômicos no Brasil em 2023, revela Inmetro

A Toyota atingiu um marco importante no mercado automobilístico brasileiro, com o Corolla e o Corolla Cross sendo reconhecidos como os veículos mais econômicos segundo a lista atualizada do Inmetro para 2023.

Os modelos destacaram-se pela eficiência da tecnologia híbrida flex que combina um motor elétrico com o convencional, reduzindo o consumo de combustível e as emissões de poluentes. 

“Estamos extremamente orgulhosos pela liderança dos modelos Corolla e Corolla Cross no ranking do Inmetro. O resultado é consequência direta do uso da propulsão híbrida flex, que utiliza o auxílio do motor elétrico, poupando combustível e evitando emissões de poluentes, refletindo nosso compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade. Esta conquista é um testemunho do nosso esforço em promover a descarbonização e oferecer aos nossos clientes veículos eletrificados mais acessíveis, que ofereçam eficiência e praticidade, já que não precisam ser carregados em tomada”, disse Roberto Braun, Diretor de Comunicação, Presidente da Fundação Toyota, e porta-voz da área de ESG da Toyota do Brasil. 

O ranking divulgado, que inclui 975 modelos e versões de carros de passeio e comerciais leves de 35 montadoras diferentes, é parte do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que completou 15 anos em 2023 e mede o consumo energético em MJ/km (megajoules por quilômetro) e em km/l, determinando a eficiência de cada modelo.

Ou seja, quanto menor for o consumo energético a cada km rodado, mais eficiente o automóvel. Os carros são classificados de “A” (mais eficientes) a “E” (menos eficientes), com base em testes padronizados e controlados. 

A tecnologia híbrida flex da Toyota, exclusiva e acessível, se diferencia no mercado por não requerer recarga, adaptando-se com facilidade à rotina dos motoristas.

Além disso, destaca-se por sua eficiência em reduzir emissões de carbono, especialmente quando abastecida com etanol, um combustível renovável nacional.

Ela atende às crescentes demandas por soluções sustentáveis ao oferecer uma redução significativa nas emissões de poluentes, ultrapassando 30% em comparação com veículos flex fuel convencionais. 

A fabricação desses modelos no Brasil tem impacto positivo na economia local, gerando empregos diretos e indiretos (considerando a toda a cadeia produtiva), fomentando o desenvolvimento econômico e social.

É essa junção da tecnologia japonesa com a expertise brasileira que coloca a Toyota na vanguarda da inovação automotiva sustentável no país.

Os modelos híbridos flex da Toyota são soluções práticas, acessíveis e competitivas, que valorizam um recurso nacional renovável, contribuindo para a geração de negócios e riqueza no país.

“Impossível também não destacar a importância do etanol de cana-de-açúcar, biocombustível de baixo carbono, no sucesso da tecnologia híbrida flex ao ver esses resultados. Desde o lançamento dos veículos flex em 2003, o uso do etanol no Brasil tem evitado a emissão de milhões de toneladas de CO2, contribuindo significativamente para a sustentabilidade ambiental e a geração de empregos”, reforça Braun. 

Resultados dos testes

Toyota Corolla

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,21 MJ/km

Consumo cidade – 12,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11,1 km/l (etanol)

Consumo cidade – 18,5 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,7 km/l (gasolina)

Toyota Corolla Cross

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,31 MJ/km

Consumo cidade – 11,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 9,7 km/l (etanol)

Consumo cidade – 17,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 14,7 km/l (gasolina)

 

 

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EVs são estratégicos para descarbonização do Brasil

Relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o aquecimento global é mais alarmante do que se imaginava.

O reflexo disso são eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Diante da urgência de medidas para a descarbonização do planeta, diversos países estão estabelecendo ações de contenção.

Um exemplo disso seria estipular uma data limite para o comércio de veículos à combustão já nas próximas décadas.

Entre os grandes mercados de automóveis, o Brasil se destaca pela baixa emissão de gás carbônico (CO2) pelo setor de transporte, que tem o etanol como alternativa à gasolina.

O combustível vegetal representa hoje aproximadamente 30% da escolha do consumidor no abastecimento de veículos flex no país.

“Apesar da notabilidade do papel do etanol, o Brasil não pode deixar de buscar alternativas mais eficientes, como o carro elétrico, o único que não emite gás carbônico ou poluentes por onde roda. Por isso nem escapamento tem”, observa Elbi Kremer, diretor de Engenharia e Planejamento de Produto da GM América do Sul.

Para especialistas, a melhor maneira de calcular a emissão de CO2 de um automóvel na atmosfera é somando o que ele emite durante o seu uso mais o impacto que a produção do seu combustível provoca no meio ambiente.

É a famosa equação do poço à roda, cujo parâmetros variam de mercado para mercado, de acordo com a matriz energética.

Por isso a emissão de um veículo elétrico num país no qual a matriz energética está baseada na queima de carvão mineral ou de outros combustíveis fosseis vai ser bem diferente da emissão de um EV utilizado no Brasil.

Hoje 86% de energia elétrica do país vem de fonte renovável, hidroelétricas, parques solares e eólicos.

Encomendada pelo Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), a metodologia de cálculo do poço à roda no Brasil foi desenvolvida por técnicos da indústria, governo, fornecedores e acadêmicos.

Ela considera a intensidade de carbono da matriz energética nacional e os cálculos de eficiência energética dos veículos do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE) do Inmetro.

Neste contexto, nota-se uma gradualidade entre modelos de mesma categoria, sendo um EV, em média, 50% mais sustentável que um híbrido flex.

O modelo híbrido é abastecido somente com etanol e quase dez vezes mais sustentável que um carro tradicional movido apenas a gasolina.

A fórmula para cálculo da equação do poço à roda com dados da matriz energética brasileira está no site da AEA.

As informações de eficiência energética dos veículos disponíveis no país são publicados pelo Inmetro.

“Pela perspectiva da convergência global e potencial futuro de exportação da indústria nacional é indiscutível que o EV é a melhor solução”, complementa Kremer.

De acordo com o executivo, o etanol ainda pode ser aproveitado lá na frente de forma estratégica para a produção de hidrogênio verde, por exemplo.

É consenso que não existe apenas uma solução à questão da descarbonização.

Por isso a GM vai continuar investindo em tecnologias para reduzir a emissão dos seus veículos a combustão e ampliando sua linha de EVs no país.

Já em relação a América do Sul, a região tem potencial para se transformar em polo de produção e exportação de tecnologias e de veículos elétricos.

A começar pelas grandes reservas de matérias-primas, essenciais para a produção de baterias.

Outro fator estratégico é o talento da engenharia local, referência global no desenvolvimento de veículos de sucesso.

A região conta ainda com um amplo parque industrial e um grande mercado consumidor em potencial.

Para aproveitar esta janela de oportunidade mundial, o país precisa estabelecer regras claras e políticas públicas de fomento que permitam a adoção em massa dos EVs e, consequentemente, a sua industrialização.

 

 

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Audi do Brasil anuncia pré-venda do novo esportivo 100% elétrico e-tron GT no país por R$ 699.990,00

A Audi do Brasil anuncia o início da pré-venda do e-tron GT no país neste mês de junho.

O esportivo elétrico chega para ampliar o portfólio de versões da família 100% elétrica da Audi.

Está disponível para encomendas na rede autorizada de concessionárias da marca no Brasil, com condição válida somente até o dia 17 de junho, pelo valor de R$ 699.990,00.

O novo veículo elétrico da marca também estará disponível no programa por assinatura Audi Luxury Signature com mensalidades a partir de R$ 15.999,00 no plano de 36 meses.

“O RS e-tron GT revolucionou o mercado de veículos elétricos ao reunir performance superesportiva, dinâmica de condução impecável e elevada eficiência elétrica com muito mais conforto que a concorrência. Após a excelente receptividade no mercado brasileiro, estamos ampliando o portfólio de versões com o novo e-tron GT, que agrega à da atual versão com um viés mais urbano, sem abrir mão da esportividade”, afirma Diego Borghi, Diretor de Vendas da Audi do Brasil.

 

 

 

 

 

 

Externamente, o modelo exibe o design consagrado que destaca a esportividade com proporções largas, silhueta plana, ampla distância entre eixos e centro de gravidade baixo.

Na dianteira, os faróis full LED Matrix separados pela grade frontal Singleframe exibem um visual harmônico e envolvente.

O novo e-tron GT tem como destaques no visual as rodas exclusivas de 20″ com detalhes em preto brilhante, frisos decorativos na cor preta e grade singleframe na cor Cinza Heckla.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por dentro, a cabine do Audi e-tron GT proporciona uma atmosfera de monoposto.

Tem posição baixa de assento, painel de instrumentos levemente apontado para o motorista e amplo console central.

Os materiais utilizados seguem conceitos sustentáveis: não utilizam couro e possuem alto porcentual de material reciclado feito de garrafas plásticas usadas ou fibras residuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os designers e engenheiros aerodinâmicos trabalharam em colaboração no projeto.

Assim, trouxeram ao modelo um coeficiente de arrasto de apenas 0,24, o qual permite alta eficiência e longo alcance.

A aerodinâmica é reforçada pelas entradas que direcionam o ar para freios e radiadores, suspensão adaptativa a ar e spoiler traseiro que se estende em vários estágios.

Por fim, as aberturas laterais no para-choque dianteiro criam uma cortina de ar em toda a lateral do veículo.

O esportivo elétrico possui um propulsor elétrico com potência de 476 cv (até 530 cv no modo overboost) e torque de 640 Nm.

Juntos, atuam em sintonia com a tração integral quattro, proporcionando uma dinâmica de condução incomparável.

O desempenho é altamente esportivo com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em apenas 4,1 segundos.

Já a velocidade máxima é de 245 km/h.

 

 

 

 

 

 

As baterias de alta tensão situadas sob o assoalho da cabine têm capacidade de carga de 93 kWh (capacidade de carga AC de 22 kW).

Proporcionam uma autonomia de 458 a 501 quilômetros, pelo ciclo WLTP ou 308 quilômetros, pela medição do Inmetro.

A bateria de alta tensão integra 33 módulos, cada um deles compreendendo 12 células com revestimento externo flexível.

As conexões, fusíveis e a principal unidade de controle estão localizados embaixo do console central.

A tensão de 800 Volts do sistema permite alta potência contínua e abrevia o tempo de recarga.

Além disso, reduz o peso e espaço necessário para a fiação.

As entradas de recarga do gran turismo estão localizadas acima das rodas dianteiras.

Os dois lados apresentam conexões para corrente alternada (AC) e também existe uma conexão para corrente direta (DC) do lado direito.

O e-tron GT pode carregar com 22 kW AC como padrão, o que permite que ele recarregue uma bateria por completo durante a noite.

Em um terminal DC com potência adequada, o gran turismo elétrico atinge um pico de capacidade de carga de até 270 kW.

Isto permite que ele recarregue até 100 km em pouco mais de cinco minutos.

A carga até 80% demora menos de 22,5 minutos em condições ideais.

 

 

 

 

 

 

O modelo possui uma gama extensa de equipamentos de série.

Entre os itens de segurança estão faróis Matrix LED com setas dinâmicas, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e monitor de ponto cego (Lane Change assistant).

Conta ainda com aviso de mudança de faixa (Lane Keeping Assist – LKAS, com emergency assist) e câmera 360° com Sistema Parking Assist.

Já entre os equipamentos de tecnologia e conectividade, destaque para o Audi Phone box, sistema de som Bang & Olufsen 3D 710W.

O volante de três raios multifuncional com base reta e regulagem elétrica.

O conforto e comodidade são garantidos pelo teto panorâmico em vidro, que confere iluminação natural ao interior do veículos.

Além de bancos esportivos plus com revestimento em couro Dinâmica.

 

 

 

 

 

 

O modelo oferece como opcional as rodas de 20″ com design “Aero” (R$ 5.000,00), Head-up display (R$ 16.000,00) e o Pacote Black Plus (R$ 15.000,00).

O Pacote Black Plus acrescenta frisos externos em preto brilhante, Audi rings na cor preta, logotipos na cor preta, capa dos retrovisores na cor preta e grade Singleframe na cor do veículo.

O modelo é fabricado na linha de Böllinger Höfe, localizada na planta de Neckarsulm, Alemanha, produção 100% neutra em carbono.

Ao lado do RS e-tron GT quattro, é o primeiro modelo totalmente elétrico fabricado em solo alemão, os Audi e-tron, e-tron Sportack e e-tron S Sportback são fabricados em Bruxelas, na Bélgica.

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Pelo 4º ano, Onix Plus é o carro mais econômico do Brasil

O Inmetro divulgou a edição 2023 da relação dos veículos participantes do Programa Brasileiro de Etiquetagem.

A lista conta com quase 750 modelos e versões de veículos nacionais e importados, entre eles os que passaram recentemente por evoluções para atender às novas normas de emissões.

O grande destaque do ranking é o Onix Plus, que foi pelo quarto ano consecutivo o automóvel flex a combustão mais econômico do país.

O sedã da Chevrolet percorre 17,5 kml de gasolina e 12,4 km/l de etanol na estrada em ciclo de condução padrão.

Entre os modelos turbo, o Onix Plus apresenta a melhor eficiência energética ao percorrer 16,9 km/l (g) e 11,8 km/l (e), respectivamente.

A Nova Montana já consta nesta edição do programa, apesar de o produto chegar às concessionárias apenas a partir da metade do mês.

Vale destacar que a picape da Chevrolet é a mais econômica entre os considerados modelos médio-compactos, tanto com transmissão manual como na configuração automática, sem deixar de ter uma excelente performance de aceleração e retomada de velocidade.

De acordo com os dados do Inmetro, com gasolina, a Nova Montana manual percorre 13,6 km/l na estrada e 12 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,6 km/l e 8,3 km/l.

Por isso é nota A em eficiência energética pelo Conpet. A versão automática traz desempenho igualmente surpreendente.

Com gasolina ela faz 13,3 km/l na estrada e 11,1 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,3 km/l e 7,7 km/l, respectivamente.

Mas o que mais impacta a performance de um automóvel? Potência, torque, peso, aerodinâmica?

De acordo com Ricardo Fanucchi, diretor-geral da Engenharia de Produtos da GM América do Sul, a razão que faz um veículo conciliar alto rendimento com eficiência energética é a integração entre todos os sistemas.

“A combinação entre motor de baixo consumo, pneus e rolamentos de atrito reduzido, carroceria aerodinâmica, direção com assistência elétrica, sistema de gerenciamento de cargas elétricas, além de uma calibração otimizada do sistema de propulsão bem como a aplicação de materiais de alta resistência para redução de massa são o que garantem um funcionamento muito mais eficiente do conjunto”, explica o executivo.

 

 

 

 

 

 

Os demais modelos da Chevrolet no mercado também se destacam pelo baixo consumo de combustível e elevada eficiência energética, desde o SUV Tracker até a picape S10.

Entre os elétricos, o Bolt EV é o que apresenta a melhor autonomia entre os carros da sua categoria.

O primeiro modelo zero emissão da marca é capaz de percorrer, em média, 557 km no ciclo SAE chegando a 390 km com o fator de correção aplicado pelo Inmetro.

A meta da GM é ser uma empresa neutra em carbono até 2040.

“Estamos conseguindo reduzir drasticamente a emissão dos nossos veículos a combustão e investimos forte no desenvolvimento e na ampliação do nosso portfólio de elétricos, que terá novidades em breve”, completa Fanucchi.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem existe há mais de uma década e é coordenado pelo Inmetro em parceria com o Conpet, o Ibama, o Ministério de Minas e Energia, o Ministério do Meio Ambiente e a Cetesb.

Este programa trata de informações sobre consumo de combustível, eficiência energética e classificação do veículo e emissões de CO2, funcionando como uma referência para o consumidor tomar sua decisão de compra.

A mais recente edição do relatório do Inmetro reúne 747 configurações de veículos de 35 marcas diferentes, todos habilitados para comercialização no país.

Os dados de consumo e eficiência energética são os mesmos que constam nas etiquetas dos automóveis no showroom das concessionárias. Confira os resultados no link da edição 2023 do PBE.

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