GM anuncia Cadillac na Fórmula 1

A General Motors anunciou o seu ingresso na Fórmula 1, a mais famosa competição de automobilismo do mundo.

A estreia está prevista para acontecer em 2026 com uma equipe própria: a Cadillac, marca de automóveis de luxo e de alta performance.

No atual cenário, a equipe Cadillac será a primeira nova escuderia a estrear na F1 desde 2016 e a décima primeira a participar do grid.

Seu plano é ser uma equipe completa até o fim da década, desenvolvendo seu próprio carro de corrida além dos motores.

As inovações projetadas para a F1 irão contribuir para impulsionar a empresa em sua missão de moldar o futuro da mobilidade em todo o mundo, aproveitando avanços no campo da eletrificação, de softwares e de propulsores a combustão interna, por exemplo.

O lançamento da nova equipe também destacará a marca Cadillac para um público internacional diversificado, mostrando as capacidades tecnológicas e de design da GM.

“Por ser uma referência do automobilismo, a F1 exige inovação de ponta e excelência. É uma honra para a General Motors e a Cadillac se juntarem à principal categoria do gênero. Vamos competir com paixão e integridade para elevar o esporte aos fãs de corridas ao redor do mundo. Este é um palco global para nós demonstrarmos a expertise em engenharia e a liderança tecnológica da GM em um nível sem precedentes”, disse Mark Reuss, presidente da General Motors.

A TWG Global está junto com a GM neste ingresso à Fórmula 1. 

“Estamos empolgados em fazer parceria com a General Motors para trazer uma presença dinâmica para a categoria. Juntos, estamos montando uma equipe de classe mundial que irá incorporar a inovação norte-americana e proporcionar momentos inesquecíveis para os entusiastas. Agradecemos o apoio da FIA e da FOM em nossa chegada e o reconhecimento do valor que podemos trazer para o campeonato”, afirmou Dan Towriss, CEO dos negócios de automobilismo da empresa.

Desde janeiro de 2023, quando solicitou à organização seu ingresso na categoria, a Cadillac Fórmula 1 montou um time experiente para trabalhar em aerodinâmica, desenvolvimento de chassis e componentes, software e simulação de dinâmica veicular.

A escuderia tem operações nos Estados Unidos (Fishers, Charlotte e Warren) e na Inglaterra (Silverstone).

Mario Andretti, o último campeão norte-americano de F1, atuará como diretor no conselho da equipe.

“A Fórmula 1 foi minha primeira paixão e agora – 70 anos depois – o paddock da F1 ainda é o lugar que me empolga. Estou absolutamente emocionado com a Cadillac, a Fórmula 1, Mark Walter e Dan Towriss,” destacou Andretti.

Mario Andretti

A GM tem um longo histórico de sucesso nas pistas e um legado no desenvolvimento de motores de alto desempenho, com mais de 3.000 vitórias e mais de 100 campeonatos no automobilismo.

Além da parceria com a GM na F1 pela equipe Cadillac, a TWG Global é proprietária e opera a Andretti Global, Wayne Taylor Racing e Spire Motorsports.

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Aston Martin DBX707 AMR24: a emoção da Fórmula 1 no supercarro dos SUV

A Aston Martin está mais uma vez celebrando a Aston Martin Aramco Formula One Team com o lançamento de uma edição AMR24 exclusiva para o SUV ultraluxuoso mais potente do mundo: o DBX707.

Nomeado em homenagem ao carro de Fórmula 1 da marca, o Aston Martin DBX707 AMR24 Edition compartilha uma identidade de corrida tanto com o carro AMR24 de F1 quanto com o Carro Médico Oficial da Fórmula 1.

O carro AMR24 F1 é o culminar de inúmeras horas de trabalho e de uma arte intransigente, construído com base nos pontos fortes do seu antecessor e com os aprendizados da temporada de maior sucesso da Aston Martin Aramco até hoje.

O primeiro carro a ser projetado e construído no moderno AMR Technology Campus em Silverstone, o AMR 24 representa uma forte evolução, projetado para fornecer a plataforma perfeita para o desenvolvimento durante a temporada durante a busca incansável pelo progresso.

Em comemoração à presença da Aston Martin Aramco na F1, o DBX707 AMR24 Edition aumenta ainda mais a intensidade e a presença na estrada do SUV ultraluxuoso e de alto desempenho da marca, aclamado pela crítica.

Uma combinação de cores e recursos de acabamento exclusivos cria um DBX707 que unifica o mundo emocionante da F1 com o SUV de luxo mais dinâmico e potente do mundo, proporcionando um visual de corrida verdadeiramente dinâmico.

A edição AMR24 oferece conteúdo exclusivo para o interior e exterior do DBX707: pintura Podium Green, Onyx Black ou Neutron White, complementada por pinças de freio Aston Martin Racing Green ou AMR Lime e combinadas com a roda Fortis de 23” em preto acetinado ou brilhante, além da exclusiva placa do motor AMR24.

 A adição de detalhes em Lime Green ou Silver Trophy às esculturas em preto brilhante ou carbono, reminiscentes daqueles do AMR24 F1 e do Carro Médico Oficial da Fórmula 1, sublinha a conexão entre o carro de F1 e os de pista.

Dentro da edição AMR24, o acabamento Inspire Sport está disponível em duas cores, melhorando ainda mais a cabine revisada: Preto Onyx (Monotone) com costura e debrum marcantes em Lime, ou Preto Onyx/Verde Eifel Duotone com costura contrastante em Lime.

Detalhes mais finos podem ser especificados com fibra de carbono estendida e joalheria em cromo escuro ou malha de titânio complementadas por cromo acetinado.

O logotipo da Aston Martin também é aplicado em folha no painel de instrumentos e a inscrição “AMR24” está gravada nas soleiras das portas, deixando os ocupantes sem dúvidas sobre a linhagem de corrida da Aston Martin.

Esta identificação também é apoiada pela aplicação de uma alça exclusiva, costurada à mão, na estação de carregamento sem fio.

A intensidade dentro do DBX707 AMR24 combina com o exterior com um novo sistema de som desenvolvido com a Bowers & Wilkins, parceira de áudio da Aston Martin.

Projetado acusticamente de acordo com o volume e formato interno do DBX707, este sistema excepcional utiliza tecnologias e inovações encontradas nos aclamados alto-falantes de classe mundial da Bowers & Wilkins.

A combinação única de imenso desempenho, dinâmica excepcional, estilo incomparável e verdadeiro luxo do Aston Martin DBX707 fez com que ele ascendesse rapidamente ao auge do segmento como o verdadeiro supercarro dos SUVs.

Os destaques são o V8 biturbo de 4,0 litros e 707 cv/900 Nm e a caixa automática de 9 velocidades.

Acoplado a um sofisticado sistema de tração integral capaz de enviar até 100% do torque para o eixo traseiro sob demanda, o DBX707 AMR24 pode acelerar de 0 a 100 km/h em 3,1 segundos e atingir uma velocidade máxima de 300 km/h.

Como tal, o DBX707 é agora o único trem de força no portfólio de SUVs da marca.

Atualizações abrangentes no interior, anunciadas no início deste ano, são fundamentais para o novo DBX707, com a adoção do sistema de infoentretenimento de última geração desenvolvido internamente pela Aston Martin e uma nova e impressionante arquitetura de cabine.

A adição da edição AMR24 proporciona um verdadeiro visual de corrida, sublinhando as credenciais focadas no motorista do DBX707.

O DBX707 AMR24 Edition já está disponível para clientes sob encomenda, com data de chegada a ser definida.

 

 

 

 

 

 

 

 

“Agora com um interior tecnicamente avançado para corresponder ao seu desempenho líder na classe, o DBX707 AMR24 Edition é um SUV ultraluxuoso de destaque com incrível presença nas ruas. A Aston Martin está competindo no auge do automobilismo mundial, o que representa um pilar fundamental em nossa marca e estratégia de produto para nossos carros de estrada, e é um verdadeiro prazer oferecer esta edição especial em comemoração à Aston Martin Aramco Formula 1 Team”, disse Marco Mattiacci, Diretor Global de Marca e Comercial da Aston Martin.

 

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Nosso Senna Collection é destaque em exposição na McLaren São Paulo

A partir do último sábado (23 de março), Lalalli Senna e McLaren São Paulo apresentam uma exposição inédita da série especial “Nosso Senna Collection”, com obras produzidas pela artista multiplataforma e sobrinha do tricampeão mundial de F1.

A exposição, acolhida pela McLaren São Paulo como homenagem ao ano temático do legado de 30 anos de Ayrton Senna, poderá ser vista até o dia 25 de abril, das 10:00 às 17:00 de segunda a sexta-feira e das 10:00 às 13:00 aos sábados.

“É uma honra para a McLaren São Paulo receber uma exposição em homenagem a Ayrton Senna,  um dos maiores pilotos da história e que conquistou seus três títulos mundiais ao volante de carros McLaren”, afirma Rodrigo Soares, diretor de operações da McLaren São Paulo.

Foto: YO! Studio

Na ocasião, além das obras de Lalalli e de itens pessoais do piloto cedidos pela Senna Brands, como macacão, troféu, garrafa de champanhe e capacete, o showroom da McLaren São Paulo exibiu dois exemplares do McLaren Senna, um superesportivo com motor V8 biturbo de 4 litros com 800 cv de potência.

Com inspiração na versão monumental de “Nosso Senna”, inaugurada em 2022 no Autódromo de Interlagos em comemoração aos 50 anos do GP do Brasil, “Nosso Senna Collection” tem três edições limitadas do busto de Ayrton Senna, com peças exclusivas e numeradas, destacando feitos da carreira do piloto brasileiro: Victory Edition (41 peças), Speed Edition (333) e Champion Edition (1991).

Foto: YO! Studio

Foto: YO! Studio

 

 

 

 

 

 

 

O projeto, que é uma parceria com a Senna Brands, tem percentual dos royalties dedicados ao Instituto Ayrton Senna, organização sem fins lucrativos que atua como centro de inovação.

A organização promove pesquisas sobre educação e desenvolvimento humano, desenha soluções educacionais e as implementa em escolas públicas de todo o Brasil, além de advogar em defesa de uma educação de qualidade para todos.

Foto: YO! Studio

“Nosso Senna” é uma obra de arte que nasce de uma história em família. Por muito tempo, Neyde Senna, mãe de Ayrton, teve o anseio de relembrar seu filho do jeito que ele era na intimidade, em seu aspecto mais humano. 

Por isso, decidiu fazer uma encomenda para sua neta e artista multiplataforma, Lalalli Senna, sobrinha do piloto, confiante de que seu talento e sua técnica, associados à memória afetiva do convívio frequente, poderiam dar forma a uma obra de arte definitiva: uma peça capaz de evocar tanto o tricampeão do mundo e ídolo de milhões quanto o jovem querido por aqueles que o conheceram de perto.

Lalalli atendeu a esse grande desafio, e o resultado teve um profundo impacto emocional na família, surpreendendo até mesmo para a própria artista.

“Foi uma experiência inexplicável. Em um certo momento da modelagem, foi como ter o próprio Ayrton olhando para mim. Como se eu estivesse revendo o ‘Becão’ pela primeira vez, exatamente como na última vez em que o vi”, diz Lalalli.

Lalalli Senna (Foto: YO! Studio)

Retrato de Lalalli com o tio Ayrton (Foto: YO! Studio)

 

 

 

 

 

 

 

Diante da percepção de que o resultado era muito maior do que um projeto familiar, a família Senna, através da Senna Brands, decidiu ampliar a peça, a fim de compartilhá-la de forma acessível e gratuita com os fãs de Ayrton, retribuindo dessa forma o carinho constante com que o piloto e sua família sempre foram acolhidos desde 1984 – quando ele fez sua estreia na Fórmula 1 com a equipe Toleman – até hoje.

Ao sair do plano familiar e ganhar dimensões públicas, o busto foi enfim batizado como “Nosso Senna” – o que, para Lalalli, materializa as dimensões de personalidade, identidade e valor simbólico da figura pública do Ayrton.

Foto: YO! Studio

Logo após a comoção gerada pela inauguração do “Nosso Senna”, surgiram diversos pedidos para que, de alguma forma, a obra fosse tornada acessível aos fãs – não apenas como ponto turístico em Interlagos, mas como uma peça colecionável.

Para atender tal pedido, Lalalli e a Senna Brands, com aprovação da família, criaram a coleção Nosso Senna, a fim de que os admiradores tivessem a oportunidade de adquirir a obra numa escala perfeita para o acervo pessoal. Conheça um pouco mais sobre cada série limitada:

Nosso Senna Collection – Victory Edition

A Victory Edition é uma série de 41 peças totalmente exclusivas que representam cada uma das 41 vitórias de Ayrton Senna na F1.

Elas possuem 39 cm de altura, são feitas de alumínio facetado, em uma reprodução perfeita em escala menor da obra original monumental inaugurada no Autódromo de Interlagos.

Cada busto terá o nome do GP e numeração da vitória que remete ao seu número de série. Além de extremamente exclusivo, as 41 peças da Victory Edition serão marcadas pelo luxo e requinte em cada detalhe da obra.

A começar pela caixa, que tem acabamento inspirado nas que são entregues com troféus especiais como da F1 em Mônaco e Copa do Mundo, com sofisticação e luxo já no primeiro contato do colecionador com a peça.

Foto: YO! Studio

Além disso, cada busto da Victory Edition será acompanhado de um livro especial com capítulo dedicado especialmente para aquela vitória: sendo assim, cada livro será único, garantindo ainda mais exclusividade a esta peça.

A obra vem acompanhada de um par de luvas para manuseio, e de um certificado de autenticidade, com chip, selo holográfico numerado e assinado individualmente tanto pela artista Lalalli Senna quanto por Neyde Senna, mãe de Ayrton.

Essa edição, por conta de alta demanda e exclusividade, será vendida num formato especial, sob consulta direta com a artista através do site.

Nosso Senna Collection – Speed Edition

Edição limitada premium da obra “Nosso Senna”, essa peça tem 36,5 cm de altura, com aspecto característico de mármore branco gerado pela composição única da fundição em resina com carga de calcita.

A obra também tem caráter facetado, assim como a escultura Nosso Senna de Interlagos, mas com um tom mais clássico pela natureza do material.

Essa edição contará com 333 unidades, distribuídas mundialmente, em série que remete à velocidade máxima oficial de 333 km/h registrada por Ayrton Senna no ano de seu primeiro título mundial, em 1988 – a marca foi obtida no GP da Alemanha, no circuito de Hockenheim, onde o brasileiro também venceu a corrida.

As peças serão disponibilizadas em uma caixa especial, oferecida com certificado de autenticidade, chip exclusivo, selo holográfico numerado e assinatura a mão da artista Lalalli Senna, além de uma brochura com fotos marcantes do processo de criação da obra.

Foto: YO! Studio

Nosso Senna Collection – Champion Edition

A Champion Edition é praticamente idêntica com a obra Speed Edition, mas em menor escala, com 25 cm de altura.

Dentro do hall das obras de arte, essa edição é a mais democrática das séries, contando com 1991 unidades, distribuídas mundialmente, com numeração relacionada ao ano em que Ayrton Senna conquistou o tricampeonato mundial de F1 no Japão.

Seu porte menor tem a finalidade de ser facilmente ajustada para locais como escritórios ou no lar dos fãs.

Assim como a Speed Edition, essa edição contará com caixa especial em formato “porta-joias”, laminada em madeira natural de tonalidade prateada, e interior forrado em camurça cinza.

A obra é acompanhada de um material gráfico estilo “folder” contando brevemente a história da obra e detalhando seus cuidados, e de um certificado com o número de série da peça com selo holográfico numerado, assinado digitalmente pela artista.

Garrafa de champanhe recebida por Senna após vencer o GP do Canadá de 1988 (Foto: YO! Studio)

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GP Wilson Fittipaldi Júnior: Stock Car homenageia o vice-campeão de 1991

A temporada 2024 da Stock Car Pro Series começa neste fim de semana (02 e 03/03), com uma homenagem a um dos grandes nomes da história do automobilismo brasileiro.

A etapa que marca o início do campeonato levará o nome de GP Wilson Fittipaldi Júnior, em tributo ao ex-piloto, idealizador e líder da única equipe brasileira da história do Mundial de Fórmula 1, a Copersucar-Fittipaldi, e vice-campeão da Stock Car, em 1991.

O Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO), será o palco deste tributo em lembrança ao membro da família Fittipaldi que nos anos 60, 70 e 80, ao lado do irmão mais novo, Emerson, deu início a um movimento que encerrou uma fase menos profissional do esporte a motor do país.

Wilsinho, ou Tigrão, como era conhecido nos autódromos, faleceu na última sexta-feira (23/03) em São Paulo, aos 80 anos.

Wilson Fittipaldi Júnior (Foto: Sergio Sanderson)

Wilsinho deixa um enorme legado para o automobilismo brasileiro.

Filho do ‘Barão’ Wilson Fittipaldi, um jornalista e incentivador do esporte que criou uma das mais importantes competições do automobilismo brasileiro, as Mil Milhas de Interlagos, realizadas até hoje.

Inteligente e irrequieto, Wilsinho desenvolveu o primeiro kart e promoveu a primeira corrida deste micro-monoposto no Brasil.

Depois de desenvolver vários carros de corrida no país, partiu para um projeto impensável para a época: a criação da Fittipaldi, a primeira e única equipe baseada fora da Europa que disputou o Mundial de Fórmula 1 entre 1975 e 1982.

Além de Emerson, outros pilotos do país também representaram o time, como Ingo Hoffmann e Chico Serra, que depois se tornaram ícones da Stock Car.

Filho de Wilsinho, Christian Fittipaldi também competiu na principal categoria brasileira, entre 2005 e 2006.

Wilson (primeiro à dir.) com a equipe Action Power de Stock Car e F-Chevrolet
(Foto: Sergio Sanderson)

Programação e transmissão

As atividades de pista em Goiânia para a primeira etapa do campeonato começam nesta sexta-feira, 1º de março, dia reservado para treinos livres. O sábado será bastante movimentado no Autódromo Internacional Ayrton Senna.

Às 11h está marcada a sessão classificatória que vai definir o primeiro pole position de 2024. Pouco depois, a partir de 13h, os fãs terão uma grande novidade com a visitação aos boxes, que neste ano vai acontecer também aos sábados.

O dia será completado com a primeira corrida Sprint da Stock Car, com largada prevista para 14h40.

O cronograma será completado no domingo. A visitação aos boxes está marcada para 10h, e pouco depois, ao meio-dia, os pilotos vão largar para a corrida principal do GP Wilson Fittipaldi.

A Stock Car Pro Series é transmitida ao vivo pela Band na TV aberta, SporTV e BandSports na TV por assinatura, além do canal oficial da categoria no YouTube; Motorsport.tv, atingindo mais de 150 países em cinco idiomas diferentes a cada etapa, canal da Tribo do Gaules na Twitch, MAVTV Brasil Motorsports Network e MAVTV América do Norte.

(Foto: Duda Bairros/Stock Car)

WILSON FITTIPALDI JÚNIOR
Nascimento: 25/12/1943, em São Paulo (SP). Faleceu em 23/02/2024, aos 80 anos
Filho de jornalista especializado Wilson ‘Barão’ Fittipaldi e Josefa ‘Juzy’ Wojciechowska
Irmão mais velho de Emerson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1
Pai do ex-piloto de Fórmula 1, F-Indy e Stock Car, Christian Fittipaldi
Construtor do primeiro kart no Brasil e organizador da primeira corrida da categoria no país
Idealizador da primeira equipe do Mundial de Fórmula 1 baseada fora da Europa
Pela Copersucar-Fittipaldi, ou apenas Fittipaldi, correram pilotos que tornaram-se lendas do automobilismo brasileiro, como o próprio Emerson e também Ingo Hoffmann e Chico Serra

Em família: o jovem Christian brinca com o pai durante etapa da Stock Car
(Foto: Sergio Sanderson)

Fórmula 1
Corridas disputadas: 35 (entre 1972 e 1975)
Melhor resultado: 5º lugar no GP da Alemanha de 1973
Líder do projeto da Copersucar-Fittipaldi, única equipe brasileira a correr no Mundial de Fórmula 1, com estreia no GP da Argentina de 1975.

Stock Car
Corridas disputadas: 50
Temporadas: 6
Melhor resultado: vice-campeão em 1991
Vitórias: 2 (Curitiba, 1991; Jacarepaguá, 1995)
Pódios: 20
Poles: 1
Voltas mais rápidas: 4

GP WILSON FITTIPALDI JÚNIOR
Programação em Goiânia
Sexta-feira, 1º de março
08h00 – Treino de Rookie
09h00 – Shakedown
11h00 – Treino Livre 1
15h00 – Treino Livre 2

Sábado, 2 de março
11h00 – Classificação
13h00 – Visitação aos boxes
14h40 – Corrida Sprint (30 minutos + 1 volta)

Domingo, 3 de março
10h00 – Visitação aos boxes
12h00 – Corrida principal (50 minutos + 1 volta)

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Complexo Airton Senna: 25 anos de legado e o início de uma nova era no Brasil

Em 12 de março de 1996, o Renault Group escolheu o estado do Paraná para construir sua nova fábrica, dando início a um novo capítulo na história da indústria automobilística no Brasil.

Em 4 de dezembro de 1998, o Complexo Industrial Ayrton Senna era inaugurado em Curitiba, tornando-se uma das principais plantas industriais do Renault Group na América do Sul.

Nos últimos 25 anos, a fábrica alcançou sucesso industrial, produzindo veículos icônicos e se tornando parte do ecossistema socioeconômico local.

Hoje, o Complexo Ayrton Sena está dando início a uma nova fase em sua história.

O Complexo foi batizado em homenagem ao lendário piloto brasileiro tricampeão da Fórmula 1, que conquistou suas primeiras vitórias ao volante de uma Lotus propulsionada por um motor turbo Renault V6.

O legado industrial em solo brasileiro começou em 1996, quando o Renault Group decidiu construir uma planta no país.

Inaugurada em 1998, a planta está comemorando seus 25 anos de atividade, de olho em um futuro ainda mais promissor.

Com duas fábricas dedicadas à produção de carros de passeio e veículos comerciais leves, o Complexo emprega mais de 5.300 colaboradores.

O ano de 2023 marca uma etapa decisiva na integração da fábrica de motores e da fábrica de injeção de alumínio na HORSE, a empresa do Renault Group dedicada ao desenvolvimento, produção e fornecimento da nova geração de motores de combustão interna e híbridos, todos de baixas emissões.

Nos últimos vinte e cinco anos, o Complexo já produziu mais de 3,5 milhões de veículos e 5 milhões de motores, atingindo sucesso tanto no mercado local como internacional.

Uma nova era começou em 2023, com o anúncio do Renault International Game Plan 2027, o novo plano estratégico do Grupo.

Como parte deste plano, o Complexo Ayrton Senna vai produzir dois novos veículos, o Renault Kardian e um novo SUV do segmento C.

Para completar a base industrial do Grupo e satisfazer as necessidades do mercado local, o motor que equipará este novo SUV será produzido localmente pela HORSE.

Paralelamente à apresentação do Renault International Game Plan 2027, o Renault Group também inaugurou um novo centro de design, o Renault Design Center LatAm, dentro do Complexo Industrial Ayrton Senna.

Este centro vai desenvolver futuros conceitos e modelos para os mercados brasileiro e latino-americano.

O Complexo Ayrton Senna tem se reinventado continuamente com o passar dos anos, enfrentando os desafios da digitalização, baixas emissões de carbono e performance competitiva.

Esta transformação abrangente começou em 2016, com uma série de iniciativas relacionadas à Indústria 4.0.

Em primeiro lugar, o Complexo implementou uma infraestrutura sem fio cobrindo uma área de 6.000m2, permitindo conectar toda a planta.

O Complexo aboliu o uso de papel com a distribuição de tablets para todo o pessoal de manufatura, gerando uma economia de 2,5 milhões de folhas, o que equivale a 21 toneladas de CO2.

Outro grande marco nesta história na transformação digital das fábricas foi o lançamento do Metaverso Industrial.

Hoje, o Complexo Ayrton Senna está entrando em uma nova era, com mais de 700 robôs controlados por esta tecnologia de ponta.

A introdução da tecnologia de gêmeos digitais (representações digitais de objetos físicos) nas linhas de produção está revolucionando a análise de dados em tempo real, alavancando a performance da produção e melhorando a qualidade.

Todos os dias, o número impressionante de 26 mil imagens é submetido ao processo de inteligência artificial, alimentando um fluxo contínuo de dados utilizados para controlar a qualidade e segurança dos motores. 

Já o centro de impressão 3D produz mais de 10 mil peças por ano. Estas peças são utilizadas tanto no processo de fabricação como em inúmeros testes, antes do início da produção em série. 

E para aumentar a agilidade e a performance, nada menos que 346 AGVs (veículos guiados automaticamente) percorrem toda a linha de produção diariamente.

Em 2020, o Complexo Ayrton Senna foi reconhecido como Farol da Indústria 4.0 pelo Fórum Econômico Mundial.

Assim, a renomada instituição destacou mais uma vez o compromisso contínuo da Renault em tornar suas plantas ainda mais conectadas, com uma produção ainda mais sustentável.

 

 

 

 

 

 

Seguindo o firme compromisso ambiental do Renault Group, as fábricas de Curitiba estão na vanguarda da transição de baixo carbono da indústria automotiva brasileira.

Quarenta por cento de sua área total é coberta por mata nativa, que se mantém preservada desde a construção do Complexo, o que demonstra o compromisso de proteger a biodiversidade.

Também como parte desta estratégia, têm sido implementadas várias ações para reduzir os poluentes, como no setor de pintura.

Em 1998, o Renault Group se tornou a primeira montadora brasileira a adotar a pintura automotiva a base de água.

A política de zero aterro foi introduzida em 2016, criando um importante marco.

A partir de então, as fábricas do complexo passaram a gerenciar todos os seus resíduos.

Por exemplo, em 2022 o complexo realizou o tratamento de mais de 47 mil toneladas de resíduos sólidos.

As ambições do Renault Group no Brasil não param por aí. Até o final de 2023, 100% da eletricidade utilizada para fornecer energia às fábricas será proveniente de origem fotovoltaica limpa, um aumento de 85% em comparação com os números atuais.

Em julho deste ano, o complexo iniciou uma nova era ao ser alimentado por energia proveniente de uma usina solar fotovoltaica de 50 MW, localizada no município de Castilho, no estado de São Paulo.

O legado do Complexo Ayrton Senna não é apenas seu sucesso industrial, mas também uma emocionante história de inovação, envolvimento com a comunidade e crescimento contínuo.

Uma história que evolui para refletir a visão do Renault Group e seu profundo impacto no ecossistema socioeconômico do Brasil.

E para marcar as comemorações dos 25 anos de atividade do Renault Group no Brasil, também foi inaugurado um museu no ano de 2023.

 

 

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Supercarro Aston Martin Valhalla: desenvolvido com tecnologia e experiência da Fórmula 1

O Aston Martin Valhalla, o primeiro ultraluxuoso supercarro de produção em série da marca com motor central, está colhendo os benefícios do laboratório mais rápido do mundo, a Fórmula 1.

O desenvolvimento tecnológico da Fórmula 1 é acelerado pela necessidade de velocidade, confiabilidade e performance.

Metodologias, expertise e tecnologias comprovadas em corridas e utilizadas pela equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 (AMF1) estão sendo adotadas pela Aston Martin para intensificar o desenvolvimento de futuros modelos.

“A visão da Aston Martin é construir uma variedade de carros excepcionais e líderes de classe focados na pilotagem, crucial na expansão de nossa principal linha de produtos. Tal como nosso primeiro supercarro de produção em série com motor central será transformador para esta ultraluxuosa performance da marca, bem como para o segmento de motor central. Valhalla representa a primeira integração conjunta de desenvolvimento entre nossos engenheiros de carros de rua e as capacidades de engenharia da equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 via Aston Martin Performance Technologies, e demonstra a ampliação de capacidades da Aston Martin com o apoio técnico e expertise da Fórmula 1”, Marco Mattiacci, chefe global da marca e diretor comercial da Aston Martin.

O cruzamento técnico entre a Aston Martin e sua equipe homônima de Fórmula 1, que atualmente ocupa a quarta colocação no Mundial de Construtores da FIA, é facilitado pelo braço consultivo da equipe, a Aston Martin Performance Technologies (AMPT).

A AMPT está assistindo diretamente a equipe de engenharia de performance da Aston Martin em três áreas-chave de desenvolvimento: dinâmica, aerodinâmica e materiais.

“É uma grande vantagem para um fabricante de carros ter acesso às habilidades e conhecimentos únicos de uma equipe de Fórmula 1. Os engenheiros de Fórmula 1 estão constantemente indo aos limites na busca por performance e desenvolveram ferramentas para resolver problemas rapidamente. Com esse conhecimento em casa, podemos sem sombra de dúvida trazer a expertise da Fórmula 1 para o desenvolvimento de nossos carros de rua”, Claudio Santoni, diretor de engenharia da Aston Martin Performance Technologies.

Dinâmica de pilotagem

O Aston Martin Valhalla é genuinamente um supercarro de motor central focado na pilotagem, e o grupo de dinâmica de veículos em combinação próxima com a AMPT está trabalhando com o “pé no fundo” para prover a dinâmica exata que fornecerá um engajamento de pilotagem sem precedentes.

Um projeto na Fórmula 1 repousa fortemente nas ferramentas de simulação e os métodos usados para assegurar que cada momento passado no simulador trará o progresso voltado para o Valhalla.

De fato, 90% das características dinâmicas e o acerto do carro foram completadas no simulador, com a fase final de desenvolvimento completada no mundo real, nas ruas e pistas.

Valiosas contribuições dos pilotos da equipe AMF1 acrescentam uma nova intensidade à calibragem do Valhalla.

O nível elevado de habilidades e conhecimentos de pilotos como Lance Stroll e Fernando Alonso leva a dinâmica do carro a um novo patamar, ao mesmo tempo em que eles continuam a conduzir o veículo ao limite extremo de sua capacidade de performance.

A ergonomia do cockpit do Valhalla também se beneficiou das dicas tomadas diretamente da Fórmula 1, como a posição de dirigir otimizada com o apoio da AMPT para fornecer ao motorista o nível de controle de um carro de corrida para maximizar o prazer de dirigir.

Os calcanhares do motorista foram levantados por um piso falso, que também contém módulos eletrônicos, e o exclusivo assento de fibra de carbono pode ser reclinado para um ângulo maior.

Isso vai gerar uma posição de dirigir mais alinhada com o carro de corrida AMR23, embora ainda oferecendo o conforto de um modelo de rua.

Isso ajuda a manter um teto baixo e assegurar que o motorista se sinta realmente conectado ao carro.

Aerodinâmica

A expertise conjunta dos aerodinamicistas da AMPT e da Aston Martin tanto em carros de rua quanto na Fórmula 1 garante à marca a oportunidade de criar carros de rua viciantes, com a mescla perfeita de luxo e performance.

Uma rápida olhada na carroceria do AMR23 e do Valhalla, onde a maioria da pressão aerodinâmica é gerada, ilustra quanto da tecnologia da Fórmula 1 foi transferida para o novo supercarro.

A abordagem aerodinâmica do Valhalla começa de uma forma similar à F1, usando todos os elementos do formato para produzir pressão aerodinâmica e reduzir o arrasto.

No entanto, o Valhalla não é limitado pelas regras da Fórmula 1 e, portanto, pode se beneficiar totalmente dos sistemas aerodinâmicos ativos tanto na frente quanto na traseira do carro, que vai gerar mais de 600 quilos de pressão aerodinâmica a 240 km/h.

Isso possibilita ao Valhalla a adaptar constantemente a pressão aerodinâmica dianteira e traseira, para maximizar a aderência, equilíbrio e consistência, ou reduzir o arrasto, dependendo da situação e o modo de dirigir selecionado.

Isso permite ao motorista extrair o melhor do chassi e dos pneus do Valhalla.

Como o carro de corrida AMR23, o Valhalla apresenta multi-elementos nas asas dianteira e traseira, embora a asa frontal esteja largamente oculta da visão.

A asa frontal pode ficar plana na posição DRS para diminuir o arrasto ou pode ser angulada para gerar uma forte pressão aerodinâmica na frente das rodas dianteiras.

A asa traseira com multi-elementos permanece plana para criar as belas e limpas linhas do carro, enquanto gera a base do nível de pressão aerodinâmica com o mínimo de arrasto.

No entanto, no modo pista a asa é bastante elevada para o fluxo de ar e maximizar sua efetividade.

O carro então administra ativamente o ângulo de ataque da asa para continuamente fazer o balanço entre a pressão aerodinâmica máxima e o DRS, a fim de maximizar a performance.

Inspirado pelos geradores de vórtex e recursos aerodinâmicos da Fórmula 1, logo à frente das rodas traseiras, funcionam como mini-difusores para conduzir o fluxo de ar para fora e debaixo do carro para cima, aumentando a pressão aerodinâmica.

Um snorkel instalado no teto alimenta a tomada de ar do motor, a exemplo da Fórmula 1, mas também serve para abastecer os dutos de refrigeração para os trocadores de calor do turbo e refrescar a configuração do motor Hot-V turbo.

O vasto conhecimento do Computational Fluid Dynamics (CFD) e os testes em túnel de vento na Fórmula 1 junto com a AMPT têm sido de grande benefício para os engenheiros do carro de rua.

As mesmas técnicas ferramentais de aerodinâmica usadas para criar o AMRF23 têm sido usadas para desenvolver a aerodinâmica do Valhalla.

A equipe de engenharia do Valhalla, trabalhando diretamente com a AMPT, utilizou o mesmo software CFD da equipe AMF1, incluindo aprendizados no acerto do modelo.

Como na Fórmula 1, o Valhalla usou um modelo em escala e um túnel de vento móvel para desenvolver o carro.

Materiais

AMPT e a equipe AMF1 vêm construindo carros em fibra de carbono há tantos anos que há muito pouco sobre materiais que eles não conheçam, embora a ideia de fabricar monocoques de fibra de carbono seja uma novidade para uma equipe habituada a produzir apenas um punhado de carros por temporada.

A equipe de tecnologias de carbono da AMPT trabalha no desenvolvimento de ideias que evoluíram da Fórmula 1 e a mesma abordagem foi aplicada no Valhalla.

Isso tem sido de enorme benefício quando envolve áreas como a simulação de rigidez e testes de impacto.

Grandes ganhos podem ser obtidos ao identificar qualquer vulnerabilidade antes de o destrutivo teste de impacto começar.

A estrutura do coração do Valhalla é trabalhada para maximizar a rigidez com o mínimo de peso, garantindo o máximo controle com precisão milimétrica.

Desenhada e projetada pela AMPT, que aplica suas altamente especializadas capacidades técnicas e expertise na Fórmula 1 além do ponto mais alto do automobilismo, a estrutura do Valhalla é produto da tecnologia de ponta em compósitos.

Uma complexa e exótica combinação de materiais em fibra de carbono, a estrutura de carbono do Valhalla foi criada usando uma tecnologia nova e própria desenvolvida para a Aston Martin.

As seções superiores e inferiores da estrutura foram moldadas em fibra de carbono usando uma mescla do processo Resin-Transfer-Moulding (RTM) e tecnologia de autoclave derivada da Fórmula 1.

O resultado é uma célula do passageiro leve, singular, imensamente rígida e forte, que fornece os melhores atributos da classe em estrutura dinâmica e notável segurança, sem comprometer a ergonomia do motorista e do passageiro.

O Valhalla está na vanguarda da transição da Aston Martin da combustão interna para a híbrida e total eletrificação.

Muito foi aprendido dentro do grupo de gerenciamento do motor para otimizar a performance e maximizar as eficiências do motor V8 biturbo.

Este motor é o mais avançado, sensível e de mais alta performance motor V8 já instalado num Aston Martin.

Quando unido aos três e-motors, cria um trem de força híbrido com tração nas quatro rodas.

Dois motores elétricos no eixo frontal possibilitam ao Valhalla não apenas o recurso da tração nas quatro rodas, mas também o total controle independente do torque aplicado em cada uma das rodas dianteiras, uma técnica conhecida como vetorização do torque.

A vetorização do torque permite uma resposta mais positiva da direção nas tomadas de curva, maior aderência nas curvas e tração aumentada nas saídas de curva. Melhora a experiência de pilotagem e performance em todas as fases da curva.

Os e-motors frontais também fornecem a função reversa, possibilitando a economia de peso na transmissão traseira.

Um terceiro e-motor é integrado à transmissão, fornecendo potência adicional às rodas traseiras, bem como atuando como motor de arranque e gerador para o motor ICE.

“O conhecimento e experiência do pessoal da equipe AMF1 na Aston Martin Performance Technologies combinados com a habilidade e capacidade de nossas equipes de desenvolvimento de carros de rua nos possibilitaram trazer diretamente da Fórmula 1 aprendizados para o desenvolvimento de carros esportivos. Nossa meta para o Valhalla é produzir um supercarro que será o melhor da classe nos padrões de performance, dinâmicas e prazer de dirigir. O Valhalla utilizará tecnologias ativas para reduzir a distância entre os gentlemen driver se o profissional na pista. Ter livre acesso ao conhecimento dentro da equipe AMF1 tem sido uma larga vantagem para nós enquanto desenvolvemos este carro incrível”, Carlo Della Casa, diretor de desenvolvimento de produtos da Aston Martin.

O primeiro protótipo de teste irá para as ruas no final deste ano, com o Valhalla pronto para entrar em produção em 2024.

Há unidades encomendadas para o Brasil.

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Audi apresenta protótipo do Audi Q6 e-tron com nova tecnologia OLED digital e pintura exclusiva

A contagem regressiva começou, e o desenvolvimento do primeiro modelo baseado na nova Premium Platform Electric (PPE) está na reta final.

Nos testes finais, jornalistas do mundo inteiro sentaram ao volante do protótipo do Audi Q6 e-tron e compartilharam as suas impressões com a equipe de desenvolvimento técnico da AUDI AG.

Na ocasião, foram apresentadas as novas tecnologias de iluminação, como a segunda geração do OLED Digital.

Esta inovação mudará de forma permanente o design da iluminação automotiva.

Com as luzes de OLED digitais de segunda geração, o Audi Q6 e-tron levará o design de iluminação e a gama de funções e a segurança na via para um novo patamar.

Além das tecnologias, a pintura exclusiva do protótipo, criada pelo projetista brasileiro Maurício dos Santos, traz uma perspectiva ainda mais ampla do novo modelo.

O Audi Q6 e-tron marca o início da maior ofensiva de modelos da história da Audi.

É também o primeiro veículo a utilizar a recém-desenvolvida Premium Platform Electric (PPE).

Essa plataforma tecnológica, criada em conjunto pela Audi e Porsche, é projetada exclusivamente para veículos elétricos.

É escalável para acomodar uma ampla gama de modelos nos segmentos de tamanho médio e luxo.

O tamanho da bateria e a distância entre-eixos dos veículos também são escaláveis.

Isso permite incluir modelos SUV e CUV, bem como modelos Sportback ou Avant, que fazem parte do segmento principal da gama da Audi.

Diante de todas essas novidades, a Audi está preparando o lançamento do modelo com todo o cuidado.

Como parte da campanha de comunicação da Audi antes do lançamento do modelo, a primeira experiência com o protótipo do Audi Q6 e-tron ocorreu na primeira quinzena deste mês de julho, nas ilhas Faroé, um arquipélago situado entre a Escócia e a Islândia.

Desta forma, a marca dos quatro argolas revelou, em fase experimental, uma prévia de várias tecnologias inovadoras do veículo e do trabalho da equipe de desenvolvimento.

O novo modelo redefinirá as referências da indústria em termos de desempenho, autonomia e carregamento.

É também o primeiro modelo totalmente elétrico a sair da linha de produção em Ingolstadt, na Alemanha.

Além disso, a sede da Audi em Ingolstadt se tornará a primeira fábrica da AUDI AG com sua própria instalação de montagem de baterias.

O próximo Audi Q6 e-tron representa, portanto, a transformação global da marca em um fornecedor de mobilidade elétrica premium.

O Q6 e-tron não somente marca um novo capítulo em mobilidade elétrica na Audi.

A tecnologia de iluminação é uma parte importante do DNA da Audi.

Com a primeira assinatura de luz digital do mundo, o Audi Q6 e-tron anuncia uma nova era caracterizada por design e estética diferenciada e exclusiva da Audi. 

Desde o lançamento do Audi e-tron em 2018, a marca das quatro argolas tem montado protótipos e modelos únicos com pinturas individuais.

Isso é o chamado “design de pintura” da Audi, mais recentemente o S1 Hoonitron e o show car de Fórmula 1.

A fabricante já apresentou mais de 20 veículos com este exterior especial, todos desenhados por Maurício dos Santos, responsável pelo Design Branding da Audi.

Sua visão mais recente agora decora o protótipo Audi Q6 e-tron.

Dos Santos usa suas últimas pinturas para explicar a filosofia por trás do design expressivo e mostra como os ternos masculinos influenciam e o que deixa até mesmo um designer nervoso.

“A linguagem de design da Audi está dando o próximo passo com o Q6 e-tron, e queríamos deixar isso claro nas pinturas exclusivas. A arquitetura e o caráter de um veículo são sempre únicos, assim como o design de cada pintura individual. Tudo começa sempre com a decisão de quais elementos do veículo você deseja destacar e enfatizar”, afirma Maurício.

O novo projeto também se baseia em elementos de design anteriores, como a cor vermelha neon também usada no Audi Q6 e-tron.

Que é amplamente familiar das memoráveis pinturas do Audi e-tron 2018, cada novo modelo também abre um novo capítulo.

“Na Audi, tecnologia e design estão intrinsecamente ligados e formam uma única entidade. À medida que nossas tecnologias se tornam mais poderosas e precisas, isso também é visível em nosso design, escolha de materiais e narrativa”, explica dos Santos.

Segundo Maurício Dos Santos, as pinturas exclusivas traduzem os elementos técnicos do veículo em uma linguagem visual memorável.

“Basicamente, queremos iniciar uma conversa com as pinturas. O que torna a linguagem de design única é que essa conversa pode ser realizada globalmente. Certas coisas são percebidas de forma diferente em diferentes países, mas, no final, o design funciona em qualquer lugar”, completa dos Santos.

Os faróis e as lanternas traseiras parecem vívidos à primeira vista, isso é como os clientes devem imaginar assinatura de luz digital ativa, uma estreia mundial da marca dos quatro argolas.

Ela faz parte do pacote opcional de assinaturas de luzes digitais.

“O Audi Q6 e-tron marca a estreia de um modelo de produção no qual estamos projetando tanto a forma das luzes como todo o seu movimento. Graças a uma simbiose perfeita entre o design de iluminação e a nova tecnologia, as luzes do novo Audi Q6 e-tron parecem mais vibrantes e inteligentes do que nunca. Provemos as assinaturas de luz com sua própria personalidade e o mundo digital com sua própria estética ao mesmo tempo. Com a primeira assinatura de luz digital do mundo, o Q6 e-tron está anunciando uma nova era de design e estética diferenciados e exclusivos da Audi”, explica César Muntada, Chefe de Design de Iluminação.

 

 

 

 

 

Um módulo de software em um dos computadores de domínio do Audi Q6 e-tron, possibilita este tipo de assinatura de luz.

Eles foram desenvolvidos em conjunto pela Audi e pela empresa de software do grupo, CARIAD.

No caso da lanternas traseiras de OLED digitais de segunda geração, os painéis de OLED de 360 segmentos geram uma nova imagem a cada dez milissegundos.

Fazem isso utilizando um algoritmo especialmente desenvolvido.

Este algoritmo permite que a assinatura de luz digital ativa demonstre a vibração do carro e a habilidade de interagir pessoalmente.

Isso torna a “atividade cerebral” do Q6 e-tron visível por meio de movimento constante.

A assinatura de luz digital ativa na parte dianteira é criada via interação do algoritmo com 12 segmentos de luz com atenuação controlada.

Ao passo que na parte traseira, todos os segmentos OLED são utilizados.

Os segmentos de luz individuais interagem de modo que toda a imagem da assinatura de luz não apresente variações da intensidade luminosa.

 

 

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Famílias promovem renovação no automobilismo

Ver dois membros de uma mesma família em um pódio no automobilismo não é um fato dos mais comuns.

E é ainda mais raro quando se trata de pai e filha.

Na Turismo Nacional, categoria que reúne alguns dos carros mais vendidos do Brasil, Ewerson Dias (56 anos) e sua filha, Bruna (29), travaram no último domingo (28/05) uma valente disputa por posição.

Eles terminaram na quarta e quinta colocações da divisão B, compartilhando pela primeira vez o mesmo pódio.

Um banho de champanhe literalmente em família.

Bruna e Ewerson Dias: duelo entre filha e pai na Turismo Nacional em Tarumã
(Duda Bairros/Vicar)

A prova foi disputada no Autódromo Internacional de Tarumã, na gaúcha Viamão, região da Grande Porto Alegre.

A façanha em família foi também a estreia de Bruna na Turismo Nacional.

A mineira nascida em Coromandel é a única competidora no grid da categoria nesta temporada, e integra com o pai a equipe Ricco Motorsport.

O automobilismo brasileiro vive um momento em que as famílias promovem uma renovação.

Os pilotos mais experientes, alguns de grande renome, incentivam a nova geração a entrar na pista e buscar uma carreira profissional.

É o caso também dos clãs Baptista, Barrichello, Giaffone e Lopes (veja detalhes abaixo).

O caso da família Dias é o mais recente.

Bruna Dias foi ao pódio em sua etapa de estreia na Turismo Nacional
(Duda Bairros/Vicar)

“Fico muito feliz por dividir a equipe com a Bruna, mas quando colocamos o capacete é cada um por si. Realmente, estou muito grato por ela estar aqui. Que em breve tenhamos muito mais mulheres conosco, o que é muito importante. Na corrida, nós andamos juntos por algumas voltas e deixei uma emoção extra para o finalzinho. Dei o pé [no acelerador] e passei por ela. Até para provar que aqui é uma competição, independentemente de ser pai e filha, e é assim que funciona”, incentivou Ewerson Dias.

“Aqui dentro do box, nós somos família. Lá na pista, é diferente. Mas aconselho pais pilotos e suas filhas a fazerem o mesmo. Poder correr e ter o pai ao nosso lado não tem preço”, disse Bruna.

Rubens Barrichello (51) é o patriarca de uma das famílias de maior destaque recente no automobilismo nacional.

Bicampeão da Stock Car, Rubinho é pai de Eduardo (21 anos) e Fernando (17), ou Dudu e Fefo, como também são conhecidos.

Com Dudu, Rubens forma em 2023 a primeira dupla de pai e filho da principal categoria do automobilismo nacional, na equipe Full Time Sports.

Na última etapa, em Tarumã, Barrichello (pai) foi do drama à glória: depois da preocupação com o forte acidente sofrido pelo filho na sexta-feira.

O duas vezes vice-campeão mundial de Fórmula 1 comemorou com Dudu a vitória emblemática na Corrida 2 no autódromo gaúcho após ter largado em 19º no domingo, 21 de maio.

Rubens, Fefo e Dudu no emocionante pódio no BRB Fórmula 4 Brasil em Interlagos
(Duda Bairros/Vicar)

No ano passado, Barrichello foi a grande referência para o caçula, Fefo, na estreia pelo BRB Fórmula 4 Brasil Credenciado pela FIA.

Não foram raras as vezes em que Rubinho se emocionou com as conquistas do filho, que registrou duas vitórias na categoria, ambas em Interlagos.

Rubens ainda comemorou os feitos do sobrinho Felipe Bartz, filho de Renata, sua irmã.

Depois de ter vencido duas provas na F-4 Brasil ano passado, atualmente ‘Pipe’ Barrichello Bartz corre na Stock Series, categoria de acesso à Stock Car.

Já Fefo disputa a Fórmula 4 da Espanha.

Rubens e Dudu formam a única dupla pai e filho na Stock Car
(Duda Bairros/Stock Car)

Quem também se emocionou com os feitos do filho foi Felipe Giaffone (48).

Ex-piloto da Indy e atualmente em ação no grid da Copa Truck, o comentarista de Fórmula 1 e Stock Car viu de perto as três vitórias do filho Nicolas (18 anos) na Fórmula 4 Brasil.

Ele fez questão de entregar o troféu nas mãos de Nic.

Nicolas é a terceira geração de uma família que se destaca nas pistas do Brasil há décadas.

Tio de Felipe, Affonso Giaffone Filho foi o primeiro piloto a vencer uma corrida da Stock Car, em 22 de abril de 1979, em Tarumã, e foi campeão da categoria em 1981.

O irmão de Affonso, Zeca Giaffone, pai de Felipe e avô de Nic, faturou o título da Pro em 1987.

Depois de fazer carreira na F-Indy, Felipe foi campeão da Copa Truck em 2017 e está entre os protagonistas da categoria dos caminhões.

Nic e Felipe Giaffone: 2ª e 3ª gerações de uma família vitoriosa nas pistas
(Duda Bairros/Vicar)

Outra família que trouxe a nova geração para a pista é o clã Lopes.

Filho do piloto da Copa Truck Luiz Lopes (58), Luan competiu em 2022 no BRB Fórmula 4 Brasil.

O paulista de 18 anos agora se dedica à sua segunda temporada na categoria-escola brasileira e foi um dos destaques da primeira etapa, com dois pódios em três corridas em Interlagos.

Piloto da Copa Truck, Luiz Lopes é pai de Luan, que corre na Fórmula 4 Brasil
(Arquivo Pessoal/Luan Lopes)

A Stock Car possui uma incrível coincidência: o grid conta com duas famílias Baptista distintas.

O primeiro Baptista a entrar no campeonato foi Bruno (26 anos), em 2018, filho de Adalberto (54), que atualmente compete no TCR South America.

Os dois fizeram dupla no FIA Motorsport Games de 2022, evento realizado na França.

Outro membro da família na Stock Car é Rodrigo (26), ou ‘Digo’ Baptista, primo de Bruno.

Já Ricardo Baptista (46) é irmão de Adalberto (e, portanto, tio de Bruno e Digo) e está em ação atualmente no Endurance Brasil.

Irmãos Felipe e Vitor Baptista conquistaram os últimos títulos na Stock Series
(Rodrigo Guimarães/KTF Sports)

Vitor (25) e Felipe Baptista (20) integram outra família de campeões das pistas.

Os dois conquistaram títulos da Stock Series nos últimos anos.

O mais velho faturou o campeonato da divisão de acesso em 2022, exatamente um ano depois de Felipe consolidar a conquista na Series.

O caçula dos Baptista venceu sua primeira corrida na Pro na etapa final do ano passado, no Autódromo de Interlagos.

Mas uma coisa todos os Baptista da Stock têm em comum: todos são jovens de grande talento desta nova geração.

Bruno e Adalberto Baptista em ação no FIA Motorsport Games, em 2022
(Akkodis/ASP Team)

Família Baptista
Pai: Adalberto Baptista, 54 anos, TCR South America
Filho: Bruno Baptista, 26, Stock Car
Sobrinho: Rodrigo Baptista, 26, Stock Car
Irmão/tio: Ricardo Baptista, 46, Endurance Brasil

Família Barrichello
Pai: Rubens Barrichello, 51 anos, Stock Car
Filhos: Dudu Barrichello, 21, Stock Car; Fefo Barrichello, 17, Fórmula 4 Espanhola
Sobrinho: Felipe Barrichello Bartz, 18, Stock Series

Família Dias

Pai: Ewerson Dias, 56 anos, Turismo Nacional
Filha: Bruna Dias, 29, Turismo Nacional

Família Giaffone
Pai:
 Felipe Giaffone, 48 anos, Copa Truck
Filho: Nicolas Giaffone, 18, USF Juniors

Família Lopes
Pai:
 Luiz Lopes, 58 anos, Copa Truck
Filho: Luan Lopes, 18, BRB Fórmula 4 Brasil

Família Rodrigues Baptista
Irmãos: Vitor Baptista, 25 anos, atual campeão da Stock Series, e Felipe Baptista, 20, Stock Car

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McLaren revela decoração da Tríplice Coroa para o Grande Prêmio de Mônaco

A McLaren Formula 1 Team está levando às ruas de Monte Carlo uma decoração especial que remete à conquista da Tríplice Coroa.

Ela poderá ser vista nos MCL60 durante o Grande Prêmio de Mônaco, no próximo domingo (28 de maio) como parte das comemorações do 60º aniversário da equipe.

“Tendo conquistado o maior feito do automobilismo com a Tríplice Coroa, temos orgulho de celebrar a rica história da McLaren com a decoração especial para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023. Em consonância com as comemorações pelo nosso 60º aniversário e honrando o legado de Bruce McLaren, a decoração exclusiva homenageia as três vitórias que formaram a Tríplice Coroa”, disse Zak Brown, o CEO da equipe McLaren.

 

 

 

 

 

 

 

 

A decoração lembra e homenageia a Tríplice Coroa obtida pela McLaren ao vencer as três mais renomadas corridas do automobilismo.

Foram elas: as 500 Milhas de Indianapolis de 1974 com Johnny Rutherford, o Grande Prêmio de Mônaco de 1984 com Alain Prost e as 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Elementos na cor papaia retirados da vitoriosa estreia do MC16C/D da McLaren na Indy 500 cobrem a traseira do MCL60 de Lando Norris e Oscar Piastri.

Isso antes de encontrarem com o branco-gelo da parte central, lembrando o MP4/2 de Alain Prost que ganhou o Grande Prêmio de Mônaco de 1984.

A dianteira do carro do Grande Prêmio de Mônaco de 2023 foi finalizada em preto para homenagear o F1 GTR.

O  carro que deu a vitória à McLaren logo em sua primeira participação nas 24 Horas de Le Mans.

“É um privilégio estar envolvido nas comemorações do 60º aniversário da McLaren. Combinar as três icônicas decorações vencedoras em uma única para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023 será um momento especial para toda a equipe”, acrescentou Lando Norris, piloto da McLaren Formula 1.

No halo do MCL60, as estrelas referentes à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Sob a tomada de ar do MCL60, os anos das vitórias celebradas: 1974, 1984 e 1995 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Lando e Oscar comemorarão as conquistas e legado da equipe de Bruce McLaren ao levar o MCL60 à pista do Grande Prêmio de Mônaco entre os dias 26 e 28 próximos.

A McLaren tem uma rica história em Monte Carlo com 15 vitórias registradas desde 1984, é a equipe com mais triunfos nesse circuito.

A equipe continuará usando a decoração especial da Tríplice Coroa no Grande Prêmio da Espanha, marcado para o circuito de Barcelona-Catalunha apenas uma semana depois, entre os dias 2 e 4 de junho.

A Arrow McLaren também jogará luzes no legado da equipe fundada por Bruce McLaren ao exibir quatro decorações diferentes em cada um dos carros inscritos nas 500 Milhas de Indianapolis neste domingo.

McLaren com os carros da Tríplice Coroa: MCL60, M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

McLarens M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Como parte das celebrações pela Tríplice Coroa, a McLaren mergulhou no seu notável arquivo para produzir cinco filmes.

Todos eles com quatro personagens sublinhando as primeiras vitórias nestas três corridas tão especiais.

Diálogos exclusivos com alguns dos maiores nomes do esporte, como Johnny Rutherford, Alain Prost, J. J. Lehto, Sir Jackie Stewart e Mario Andretti, destacarão a luminosa história da equipe que Bruce McLaren construiu.

Ainda abrilhantarão a incrível façanha que é a conquista da Tríplice Coroa.

Os fãs poderão se unir à equipe na celebração desta campanha com os limitados artigos de merchandise disponíveis online na McLaren Store.

Essa coleção especial é o resultado da colaboração com marcas populares como Mitchell & Ness, New Era e Castore.

Inclui bonés, malhas e agasalhos com capuz sob medida no estilo Tríplice Coroa.

“A decoração da Tríplice Coroa ficou incrível, e não posso imaginar melhor forma de fazer meu primeiro Grande Prêmio de Mônaco como piloto de Fórmula 1 pela equipe McLaren. Bruce McLaren ganhou em Monte Carlo de 1962 e a McLaren tem uma história riquíssima no Grande Prêmio de Mônaco. Sinto-me muito orgulhoso de alinhar no grid com o MCL60 com as mesmas cores dos carros vencedores da Tríplice Coroa”, concluiu Oscar Piastri, também piloto da McLaren Formula 1.

McLaren M16C/D de Johnny Rutherford nas 500 Milhas de Indianápolis de 1974 (McLaren Racing)

McLaren MP4/2 de Alain Prost vitorioso no GP de Mônaco de F1 de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

McLaren F1 GTR foi pilotado por Yannick Dalmas, J.J. Lehto e Masanori Sekiya (McLaren Racing)

 

 

 

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