São Paulo vai sediar corrida da Fórmula E a partir de 2023

A Fórmula E é uma categoria de automobilismo organizada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), com emissão zero de carbono e sustentável, que utiliza carros exclusivamente elétricos e teve início em 2014.

A grande novidade do momento está relacionada a confirmação da assinatura de contrato com a cidade de São Paulo para sediar uma das corridas da temporada 2023.

“Estamos felizes em anunciar que aFórmula E vai ao Brasil pela primeira vez, dependendo da aprovação do Conselho Mundial do Esporte a Motor em junho. Este país tem longa e grande paixão pelo esporte a motor, é um grande mercado por ser um dos maiores países do mundo, e São Paulo em si é uma praça histórica das corridas”, afirmou Alberto Longo, cofundador e diretor da Fórmula E.

A notícia foi confirmada por Gustavo Pires, atual presidente da SPTuris, o contrato foi assinado neste final de semana, em Mônaco e terá validade de cinco anos, com opção de renovação. Será a primeira vez que o evento ocorrerá no país e a quarta vez que ocorrerá na América Latina, onde aconteceu no Chile, Argentina e Uruguai.

O primeiro ePrix deve acontecer no final de março, no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte da capital paulista, que já recebeu quatro edições da São Paulo Indy 300, prova da Fórmula Indy, entre 2010 e 2013. Porém a confirmação oficial da realização da etapa de São Paulo da Fórmula E em 2023 será realizada após publicação do calendário oficial da FIA, que tem previsão para ocorrer no próximo mês de junho.

Não é a primeira vez que tentam incluir o Brasil numa das etapas dessa corrida. Já na primeira temporada da categoria em 2014, um contrato foi assinado para realização de uma corrida no Rio de Janeiro mas devido a necessidade de alterações na região tombada pelo patrimônio histórico, não foi possível.

Em 2017, uma das etapas chegou a ser confirmada para 2018, mas devido o processo de privatização do Anhembi, a corrida foi suspensa. A proposta era transferir o evento para 2019, mas também não aconteceu.

A realização da Fórmula E no país será muito importante não apenas para os fãs da categoria mas também para os pilotos, tanto os que já participaram da competição, como Nelsinho Piquet que foi o primeiro campeão da categoria, em 2015, Felipe Massa e Felipe Nasr, quanto para os que ainda fazem parte do grid atual, como Lucas di Grassi, campeão da temporada 2016-17 e Sérgio Sette Câmara.

“Para mim, não há nada como o orgulho e a incrível energia dos fãs de corrida brasileiros. Então seria um sonho para mim correr neste campeonato revolucionário na frente da minha torcida. Sempre quis correr no Brasil, sempre levantei a bandeira do Brasil na Fórmula E. Parabéns a todos os envolvidos”, comemorou Di Grassi.

Essa próxima temporada também será um marco para a competição com a estreia da nova geração de carros da categoria, a era Gen3, que foi apresentada na última semana em Mônaco. A promessa é de que esses carros sejam os mais sustentáveis e os mais velozes de todos os tempos. Os novos modelos terão novo design com mais aerodinâmica para aumentar a velocidade para as corridas. 

O principal destaque dos carros de terceira geração são os motores com maior potência e os novos sistemas de recuperação de energia. O motor produz 350 kW no eixo traseiro combinado com um motor de 250 kW na dianteira, assim o carro pode produzir 600 kW de energia regenerativa, com velocidade máxima estimada de 322 km/h, 42 a mais que o atual Gen2. 

Além da capital paulista, outras cidades também receberão etapas da temporada 2023 da Fórmula E  pela primeira vez, é o caso da Cidade do Cabo, na África do Sul, e de Vancouver no Canadá. Hyderabad, na Índia também foi cogitada mas ainda não houve confirmação da sua entrada no evento.

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Volvo Car é a primeira marca a vender mais de 500 carros elétricos no ano

A Volvo Car Brasil continua fazendo história no país, como pioneira na eletrificação total de sua frota no mercado nacional, superando a expectativa da marca global de tornar-se 100% elétrica até 2030. 

“A decisão de tornar nossa frota 100% eletrificada foi vista como algo ousado e inovador, mas para nós sempre foi algo muito maior. A eletrificação nunca foi apenas um nicho dentro da Volvo Car Brasil, ela está muito conectada com nossos propósitos. Com a eletrificação, além de atingirmos as ambições globais da companhia, conseguimos tornar a mobilidade menos agressiva ao meio ambiente e iniciar uma nova era no setor automobilístico”, disse João Oliveira, Diretor Geral de Operações e Inovação da Volvo Car Brasil.

Agora a Volvo bateu mais um recorde e dessa vez consolidou-se como a primeira marca no Brasil a vender mais de 500 carros 100% elétricos no ano, além de manter-se como líder do segmento com dois modelos no topo do ranking. 

“Para a Volvo é mais uma grande conquista, estamos transformando a indústria no Brasil. Bater o recorde de vendas apenas no quarto mês do ano significa muito para nós que sempre acreditamos na eletrificação e temos feito um trabalho contínuo para a expansão, investindo não somente em novos modelos, mas também em infraestrutura no país”, comemora João.

Em setembro de 2021 a marca trouxe ao país seu primeiro carro 100% elétrico e hoje a Volvo conta com dois modelos, o XC40 Recharge Pure Electric e o C40 Recharge, lançado há pouco mais de um mês. E mesmo em tão pouco tempo dos lançamentos, os dois veículos destacam-se como os modelos elétricos mais vendidos do Brasil.

Outro dado impressionante é que a marca também é a maior da história em número de vendas absolutas na categoria, com mais de 900 unidades vendidas. No primeiro trimestre do ano, apareceu como primeiro lugar entre os veículos híbridos e elétricos no Brasil com 40,12% do mercado.

 

 

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Tesla Model S Plaid, o carro elétrico mais rápido do mundo, está sendo vendido no Brasil por R$ 1,7 milhão

Há muito tempo a Tesla é líder em veículos elétricos, tornando seus modelos tão desenvolvidos e populares que outras montadoras os avaliam enquanto desenvolvem seus próprios programas de veículos eletrificados. 

A marca não tem representação oficial no Brasil mas é possível comprar seus carros através de importadores independentes. Atualmente, o grupo automotivo especializado em marcas de luxo, Osten Group, dispõe de duas unidades do Tesla Model S Plaid nas cores preta e branca, pelo valor de R$ 1.699.000. 

Quanto à motorização e desempenho é um espetáculo à parte. A versão Plaid é a mais rápida da Tesla, também é a mais rápida entre todos os carros elétricos do mundo e é considerada uma das mais velozes até em comparação com carros à combustão, como o Lamborghini Aventador, como foi demonstrado em teste realizado pelo canal de YouTube Hoonigan.

Equipado com três motores elétricos que geram uma potência de 1.034 cv, atinge os 100 km/h em impressionantes 2,1 segundos e tem velocidade máxima de 322 km/h. A autonomia também é notável, podendo rodar até 634 km com apenas uma carga, usando as rodas de 19”. A força centrífuga é tão grande que os rotores do carro foram envolvidos em carbono, para não se romperem.

O interior é moderno e refinado com acabamento em madeira e foco no conforto. A parte tecnológica é outro grande destaque do Model S Plaid, que vem de fábrica com um supercomputador que pode ser comparado aos consoles mais novos do mercado e vem habilitados com jogos, como Cyberpunk 2077 e The Witcher III.

Tem uma central multimídia Full HD de 17’’ e até display auxiliar para os passageiros na traseira. O  sistema de áudio tem  22 alto-falantes e cancelamento ativo de ruído, além de 12 sensores ultrassônicos que conseguem captar 360º do ambiente num raio de 250 metros.

Entre os itens de segurança, o Tesla dá acesso ao Full Self-Driving, um pacote de assistência ao motorista e condução semiautônoma, onde o carro assume a direção sozinho, mas o motorista deve manter o controle do veículo o tempo todo. 

A Osten Group pretende disponibilizar outras cinco unidades do Tesla Model S Plaid no Brasil e dessa vez será possível realizar as alterações específicas solicitadas pelos clientes. 

 

 

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Nissan vai oferecer somente veículos elétricos na Europa a partir de 2023

Assim como várias outras marcas, a Nissan está investindo na eletrificação dos seus veículos visando a diminuição da emissão de gases para se adequar aos padrões de emissões Euro 7. Sendo assim, a marca anunciou que a partir de 2023 não haverá mais produção de veículos à combustão vendidos na Europa.

A estratégia da Nissan é fornecer apenas carros híbridos e elétricos no mercado europeu, expandindo a produção com zero emissão de carbono até o final da década em todo o mundo.

“A Nissan está avançando em direção a um futuro eletrificado, com a Europa liderando o caminho. Estabelecemos uma direção clara, por meio do Ambition 2030, e com nossa nova linha eletrificada estamos realmente abrindo caminho para um futuro sustentável”,comenta Guillaume Cartier, presidente da Nissan Europe.

A meta é que até 2026 cerca de 75% do mix de vendas da Europa seja de modelos eletrificados, chegando nos 100% de veículos eletrificados até 2030. Isso deve ser incentivado pelo fim da produção de carros movidos a gasolina ou diesel e também pelos planos de lançar uma série de novidades, incluindo 6 novos produtos da marca.

Atualmente o portfólio da Nissan na Europa é formado por SUVs, pelo Leaf que é totalmente elétrico, pelo compacto Micra e pelos Townstar e Primastar. Além disso, está organizando uma linha diversificada para um futuro eletrificado.

Entre as principais novidades estão as novas versões híbridas para o Juke, o Qashqai e-POWER que vem em duas versões, uma híbrida e outra com motor 100% elétrico e o X-Trail e-POWER que é equipado com um motor a gasolina e um elétrico para as rodas traseiras. Outras mudanças também estão sendo preparadas para melhorar os modelos Ariya e o Leaf, que foi o carro elétrico mais vendido do Brasil em 2021.

 

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