VW mais que dobra investimentos para R$ 16 bilhões e lançará 16 carros

A Volkswagen é a marca de automóveis que mais cresce, mais investe e mais confia no Brasil. Prova disso é que a Volkswagen mais que dobra o valor de seus investimentos para R$ 16 bilhões.

Ao atual aporte de investimentos de R$ 7 bilhões na América Latina, de 2022 a 2026, somam-se agora mais R$ 9 bilhões, de 2026 a 2028.

Com o aporte adicional, a Volkswagen se torna a montadora com o maior investimento no Brasil no período pós-pandemia.

A Volkswagen do Brasil lançará 16 novos veículos até 2028, incluindo modelos híbridos, 100% elétricos e Total Flex.

No primeiro momento, o novo aporte contempla o desenvolvimento e a produção de projetos inovadores e com foco em descarbonização para as 4 fábricas da Volkswagen do Brasil: são 4 novos veículos, sendo uma pick-up, 1 novo motor ainda mais inovador e eficiente para veículos híbridos e 1 nova plataforma inovadora, tecnológica, flexível e sustentável.

“A Volkswagen do Brasil tem consolidado uma trajetória de 70 anos de sucesso no país, sendo a marca que mais cresceu em volume de vendas em 2023 e líder nos segmentos mais importantes, de SUVs e carros de passeio, no Brasil no ano passado. A preferência dos consumidores é resultado dos nossos investimentos e da força da nossa ofensiva de produtos, oferecendo o portfólio mais completo do mercado. Agora, a Volkswagen reafirma sua confiança no Brasil e mais que dobra seus investimentos para R$ 16 bilhões. Vamos lançar 16 novos veículos até 2028, incluindo modelos híbridos, 100% elétricos e Total Flex. No primeiro momento, o novo aporte já contempla o desenvolvimento e a produção de projetos inovadores e com foco em descarbonização para as 4 fábricas da Volkswagen do Brasil. Assim, reforçamos o nosso compromisso com o país, com nossos clientes, concessionários, fornecedores e colaboradores”, afirma Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil.

Os novos investimentos anunciados pela Volkswagen do Brasil, totalizando R$ 16 bilhões, impulsionam o desenvolvimento de novas tecnologias ainda mais inovadoras e sustentáveis para a marca no país.

Inéditos no portfólio da Volkswagen do Brasil, os novos modelos serão fundamentais para impulsionar ainda mais a estratégia de descarbonização da marca na Região América do Sul, alinhada à estratégia global Way to Zero, que prevê a neutralidade de carbono em todas as unidades da Volkswagen no mundo, considerando produtos e processos.

Os novos projetos também marcam a chegada de uma nova plataforma no Brasil: o projeto MQB Hybrid.

O novo projeto MQB Hybrid da Volkswagen conta com uma nova arquitetura eletrônica que permite mais conectividade e oferece ainda mais segurança por meio da tecnologia de ADAS (Advanced Driver Assistance System).

Além disso, oferece ainda mais conforto e aumento do espaço interno.

Para impulsionar ainda mais a estratégia de eletrificação da marca no Brasil, os novos modelos eletrificados que chegarão nos próximos anos se somarão aos recém-lançados veículos 100% elétricos ID.4 e ID.Buzz (Kombi elétrica) já oferecidos no país pelo programa VW Sign & Drive desde o ano passado.

A nova ofensiva de produtos inclui 2 veículos inéditos a serem produzidos na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) será produzida uma pick-up inédita. A Volkswagen confirma que a pick-up Amarok continuará sendo produzida na fábrica de Pacheco, na Argentina.

A unidade da marca em Taubaté (SP) fabricará um automóvel inédito, 100% desenvolvido no Brasil.

A fábrica de motores da Volkswagen do Brasil, em São Carlos (SP), vai produzir um novo motor ainda mais inovador e eficiente para veículos híbridos.

Em 2023, a Volkswagen do Brasil concluiu a extensão do prazo até 2028 dos Acordos Coletivos vigentes com os Sindicatos de suas 4 fábricas no país com aprovação da maioria dos colaboradores em todas as plantas.

A conclusão dessa negociação foi fundamental para esses novos investimentos, veículos e sistemas de propulsão que serão desenvolvidos e produzidos pela marca no Brasil.

A Volkswagen do Brasil foi a marca que mais cresceu em volume de vendas (29,5%) no país em 2023. No ano em que completou 70 anos no País, a marca emplacou 345.039 unidades de janeiro e dezembro. 

O resultado positivo de vendas significa 15,8% de participação no mercado em 2023, com a vice-liderança consolidada, e aumento de 2,1 pontos percentuais em market share no acumulado do ano.

Preferido dos brasileiros, o Volkswagen Polo se consolidou em 2023 como o veículo de passeio mais vendido do país: foram 111.247 unidades emplacadas no ano passado. 

A Volkswagen do Brasil também foi líder entre os SUVs no Brasil em 2023, um segmento que representa mais de 45% do mercado nacional.

Sucesso absoluto para o T‑Cross, que foi o SUV mais vendido do Brasil em 2023, com 72.445 unidades emplacadas no ano.

Além disso, ano passado a marca também lançou 9 novos modelos: Polo GTS, Novo Virtus, Polo 1st Edition, Novo Polo Track, T‑Cross The Town, Saveiro 2024, Tiguan Allspace R-Line e os 100% elétricos ID.4 e ID. Buzz.

Volkswagen acelera em sua pauta ESG

Em nível global, a Volkswagen conta com a estratégia Way to Zero, com a meta de ser neutra em carbono em todas as suas unidades no mundo até 2050, em produtos e processos.

A Volkswagen também foi a primeira fabricante de automóveis do mundo a assinar o Acordo de Paris.

No Brasil, a pauta ESG também segue em evolução constante. A Volkswagen do Brasil foi a 1ª fabricante de veículos do país a conquistar o Certificado Lixo Zero multisites, em 2023.

Com suas cinco unidades do Brasil certificadas, a Volkswagen obteve nota média de 94%, acima da exigida pelo Instituto Lixo Zero Brasil. 

Em 2023 a Volkswagen recebeu o Certificado Internacional de Energia Renovável (I-REC) e também conquistou em 2023 o Selo Ouro em seu inventário de emissões atmosféricas GHG Protocol.

Em 2023, a Volkswagen também comemorou 20 anos da tecnologia Total Flex. O feito marcou uma mudança de paradigma na indústria, enquanto o Gol foi o primeiro carro a receber o motor Total Flex.

Mais de 8 milhões de veículos flexíveis Volkswagen já foram vendidos desde março 2003.

São 70 anos de sucesso da Volkswagen do Brasil, que segue com forte presença nos corações e nas garagens dos brasileiros. Os resultados são surpreendentes e muito mais está por vir. 

Read More

E7A é motor elétrico de nova geração desenvolvido em parceria entre Renault e Valeo

Por meio de uma tecnologia de ruptura desenvolvida na França, a nova geração de motores elétricos é ainda mais potente, compacta e verde, cuja criação é resultado da união das expertises do Renault Group e da Valeo.

Graças aos frequentes intercâmbios entre a montadora e o fabricante de componentes automotivos, a parceria iniciada em 2021 rapidamente se transformou em desenvolvimento conjunto.

Cada empresa contribuiu com sua expertise e um componente-chave para o desenvolvimento tecnológico e produção: o Renault Group com o rotor e a Valeo com o estator.

Agora, este motor elétrico de alta tecnologia chamado de E7A está em fase de aprimoramentos e ajustes.

Desde o lançamento do veículo elétrico ZOE, em 2012, a Renault é pioneira e líder em motores elétricos síncronos com rotor bobinado, também conhecidos pela tecnologia EESM (Electrically Excited Synchronous Machine).

O know-how permite que a marca tenha condições de fornecer uma arquitetura completa e integrada para este novo motor elétrico E7A.

Esta tecnologia é 30% mais compacta, mas com uma potência equivalente à dois motores atuais que propulsionam os modelos Megane E-Tech elétrico e Scénic E-Tech elétrico.

Além do fato de o rotor não utilizar terras raras, permitindo reduzir em 30% o impacto nas emissões de carbono.

Optando pelo uso do rotor bobinado em comparação com a tecnologia de motores elétricos com ímãs permanentes, o motor da Renault oferece melhor rendimento.

Assegurando o fornecimento pela supply chain e ainda mantendo sua independência em relação aos países produtores de terras raras e ímãs.

Este motor elétrico de terceira geração também vai contribuir para diminuir o tempo de recarga da bateria, já que a tensão do sistema será de 800 volts, contra o padrão atual de 400 volts.

Graças ao estator fornecido pela Valeo, o novo motor elétrico E7A será mais potente e eficiente, desenvolvendo até 200 kW, o que significa maior potência sem a necessidade de utilizar mais energia elétrica.

Além disso, o motor utiliza o sistema de bobinagem de fios de cobre conhecido como Hairpin, uma tecnologia da Valeo desde 2010.

O motor de nova geração ainda está em fase de desenvolvimento e outras etapas ainda devem ser cumpridas até que seja iniciada a produção em série.

A produção em grande escala está prevista para o final de 2027, na fábrica de Cléon do Renault Group.

Bobinagem de um motor 6AM na fábrica de Cléon, onde serão produzidos os motores elétricos E7A, em 2027.

Read More

Stellantis reforça seu investimento estratégico em produção de cobre na Argentina

Stellantis permanece firme no seu compromisso com a neutralidade de carbono anunciado no seu ambicioso plano Dare Foward 2030.

A Stellantis agora amplia sua participação acionária na McEwen Copper, uma subsidiária da mineradora canadense McEwen Mining, dona do projeto Los Azules na Argentina e do projeto Elder Creek na Nevada, EUA.

Com esta participação, Stellantis se mantém como a segunda maior acionista da McEwen Copper.

Los Azules está projetado para produzir 175.000 toneladas de cátodo de cobre por ano, com uma pureza de 99,9% e com recursos suficientes para garantir a operação por pelo menos 27 anos.

Este anúncio reforça a participação da América do Sul na implementação do plano estratégico de longo prazo Dare Foward 2030, comprometido com a liberdade da mobilidade do futuro, já que o cátodo de cobre é uma matéria-prima estratégica para a produção de veículos elétricos.

 

Read More

GM reduz 35 toneladas de CO² por ano com transporte sustentável de peças

Como parte de sua estratégia de sustentabilidade, a GM iniciou recentemente um projeto que consiste no uso de caminhões elétricos e a gás.

Isso permitirá uma redução na emissão de aproximadamente 35 toneladas de CO² por ano.

Esses veículos circulam no Estado de São Paulo, em trajetos entre as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, o centro de distribuição de Sorocaba e concessionárias da região.

Nesta fase inicial, a empresa está utilizando quatro veículos especiais de transporte de carga pesada, que rodarão aproximadamente 80 mil quilômetros por ano.

A iniciativa é um primeiro passo rumo à transformação das operações logísticas em um modelo de redução de emissões de carbono, e está alinhada à visão da empresa de um futuro elétrico e sustentável.

Vale destacar que a fabricante já anunciou a meta global de atingir a neutralidade de carbono em toda a sua operação até 2035.

Neste momento, a GM está desenvolvendo os fluxos para, oportunamente, avaliar a expansão do projeto.

Tudo isso considerando otimizações e também a evolução da tecnologia, um exemplo é que a companhia já está estudando o uso de caminhões cegonha a gás ainda em 2023.

Os caminhões elétricos e a gás utilizados são fruto de parceria com as empresas JSL, Ceva Logistics e Tegma Gestão Logística.

Esses veículos transportam peças como motores, transmissões e para-choques entre fábricas, além de acessórios e peças de reposição para concessionárias.

Vale destacar que três caminhões elétricos são dirigidos exclusivamente por mulheres, o que segue a estratégia global da companhia de se tornar a mais inclusiva e diversa do mundo.

“Para a GM, sustentabilidade é uma das prioridades dentro da filosofia de evolução contínua da empresa e isso inclui nossos processos logísticos. Portanto, estamos muito orgulhosos por implementar esse projeto, que é mais uma iniciativa para contribuirmos com a redução das emissões de CO² em todas nossas operações globalmente”, comenta Marcio Lucon, diretor-executivo de Compras e Supply Chain da GM América do Sul.

Iniciativas para tornar a logística da GM mais sustentável

Além de iniciar a renovação da frota de transporte com veículos movidos a energias alternativas, como caminhões elétricos, a GM tem uma série de projetos de redução da emissão de CO² em seus processos de logística, como por exemplo:

  • Uso do modal cabotagem (cargas marítimas entre portos de um mesmo país) para o transporte de 100% das peças na região Norte do Brasil, que permite uma redução de 340 toneladas de carbono por ano em comparação ao transporte rodoviário.
  • Instalação de 50 rebocadores que utilizam bateria de lithium de última geração para reduzir a emissão de cerca de 1,5 tonelada de carbono por ano, em comparação ao uso dos rebocadores a gás.
  • Substituição do uso de papel por um sistema eletrônico de rastreabilidade no processo de qualidade dos produtos em todas as etapas da cadeia de suprimentos das operações da GM. Isso permitiu a redução do uso de 2 milhões de folhas de papel por ano, o que equivale à plantação de 267 árvores.

 

 

 

Read More

VW comemora os 20 anos do Total Flex com adesivo exclusivo

Neste ano a Volkswagen comemora os 20 anos da tecnologia Total Flex, que revolucionou o mercado com a mistura livre de etanol e gasolina.

Os modelos produzidos nas fábricas brasileiras (Anchieta, Taubaté e São José dos Pinhais) receberam um adesivo comemorativo com produção limitada até dezembro de 2023.

Aplicado no vidro traseiro de Polo, Virtus, Nivus, T‑Cross e Saveiro, o selo exclusivo traz o logotipo da tecnologia Total Flex revitalizado para a observação.

Ao lado, um QR Code direciona o novo proprietário de um VW ao aplicativo do programa Abasteça Consciente.

Lançado durante o Rock in Rio de 2022, o programa Abasteça Consciente tem uma função: incentivar a escolha do etanol no momento que o cliente abastecer o seu Volkswagen.

No aplicativo, o consumidor pode fazer as contas com a calculadora digital para saber qual combustível é mais compatível: etanol ou gasolina. 

Muito além da questão financeira, a ferramenta mostra qual será a emissão de CO2 (dióxido de carbono).

Tudo isso de acordo com o combustível escolhido, considerando a metodologia “poço-à-roda”. 

Assim, o cliente pode olhar, ao mesmo tempo, para o bolso e para o meio ambiente.

Foi em março de 2003 que a marca alemã mostrou ao público o Gol Power 1.6 Total Flex.

Ele foi o primeiro modelo no país capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. 

Substituto do Gol, o recém-lançado Polo Track é o mais novo modelo da marca a ser equipado com a tecnologia. 

E mais do que toda a sua gama de veículos nacionais com propulsores flexíveis, a Volkswagen oferece ainda o Taos, fabricado na Argentina, também com motor flex.

A investigação da possibilidade de usar misturas de etanol e gasolina começou em 1992.

Juntamente com o desenvolvimento do sistema de injeção de combustível com controle digital. 

Já no início dos anos 2000, a decisão da Volkswagen em implementar o Total Flex foi suportada pela existência de infraestrutura estabelecida para o etanol.

Também pelo interesse do consumidor, e pela maturidade da tecnologia de controle digital dos motores, desenvolvida ao longo da década de 1990.

De lá para cá, muito mudou em termos de tecnologia. 

A Volkswagen lançou a primeira versão de um carro Flex sem o “tanquinho” no “Polo eFlex”, em 2009.

As rotinas de software ficaram mais sofisticadas, identificando de forma mais segura o combustível e adaptando rapidamente o motor.

Há duas décadas, os motores flexíveis continuaram a ser utilizados, visando sempre a maior eficiência energética e, consequentemente, a redução de emissões.

Inaugurado recentemente, o Way to Zero Center, localizado na fábrica da Anchieta, é o local de pesquisa que abrange projetos e tecnologias.

Elas irão contribuir com a descarbonização do automotivo, o que inclui a pesquisa em etanol.

Desde o lançamento do primeiro modelo Total Flex, a Volkswagen do Brasil já comercializou mais de 8 milhões de veículos flexíveis.

Read More