Supercarro Aston Martin Valhalla: desenvolvido com tecnologia e experiência da Fórmula 1

O Aston Martin Valhalla, o primeiro ultraluxuoso supercarro de produção em série da marca com motor central, está colhendo os benefícios do laboratório mais rápido do mundo, a Fórmula 1.

O desenvolvimento tecnológico da Fórmula 1 é acelerado pela necessidade de velocidade, confiabilidade e performance.

Metodologias, expertise e tecnologias comprovadas em corridas e utilizadas pela equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 (AMF1) estão sendo adotadas pela Aston Martin para intensificar o desenvolvimento de futuros modelos.

“A visão da Aston Martin é construir uma variedade de carros excepcionais e líderes de classe focados na pilotagem, crucial na expansão de nossa principal linha de produtos. Tal como nosso primeiro supercarro de produção em série com motor central será transformador para esta ultraluxuosa performance da marca, bem como para o segmento de motor central. Valhalla representa a primeira integração conjunta de desenvolvimento entre nossos engenheiros de carros de rua e as capacidades de engenharia da equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 via Aston Martin Performance Technologies, e demonstra a ampliação de capacidades da Aston Martin com o apoio técnico e expertise da Fórmula 1”, Marco Mattiacci, chefe global da marca e diretor comercial da Aston Martin.

O cruzamento técnico entre a Aston Martin e sua equipe homônima de Fórmula 1, que atualmente ocupa a quarta colocação no Mundial de Construtores da FIA, é facilitado pelo braço consultivo da equipe, a Aston Martin Performance Technologies (AMPT).

A AMPT está assistindo diretamente a equipe de engenharia de performance da Aston Martin em três áreas-chave de desenvolvimento: dinâmica, aerodinâmica e materiais.

“É uma grande vantagem para um fabricante de carros ter acesso às habilidades e conhecimentos únicos de uma equipe de Fórmula 1. Os engenheiros de Fórmula 1 estão constantemente indo aos limites na busca por performance e desenvolveram ferramentas para resolver problemas rapidamente. Com esse conhecimento em casa, podemos sem sombra de dúvida trazer a expertise da Fórmula 1 para o desenvolvimento de nossos carros de rua”, Claudio Santoni, diretor de engenharia da Aston Martin Performance Technologies.

Dinâmica de pilotagem

O Aston Martin Valhalla é genuinamente um supercarro de motor central focado na pilotagem, e o grupo de dinâmica de veículos em combinação próxima com a AMPT está trabalhando com o “pé no fundo” para prover a dinâmica exata que fornecerá um engajamento de pilotagem sem precedentes.

Um projeto na Fórmula 1 repousa fortemente nas ferramentas de simulação e os métodos usados para assegurar que cada momento passado no simulador trará o progresso voltado para o Valhalla.

De fato, 90% das características dinâmicas e o acerto do carro foram completadas no simulador, com a fase final de desenvolvimento completada no mundo real, nas ruas e pistas.

Valiosas contribuições dos pilotos da equipe AMF1 acrescentam uma nova intensidade à calibragem do Valhalla.

O nível elevado de habilidades e conhecimentos de pilotos como Lance Stroll e Fernando Alonso leva a dinâmica do carro a um novo patamar, ao mesmo tempo em que eles continuam a conduzir o veículo ao limite extremo de sua capacidade de performance.

A ergonomia do cockpit do Valhalla também se beneficiou das dicas tomadas diretamente da Fórmula 1, como a posição de dirigir otimizada com o apoio da AMPT para fornecer ao motorista o nível de controle de um carro de corrida para maximizar o prazer de dirigir.

Os calcanhares do motorista foram levantados por um piso falso, que também contém módulos eletrônicos, e o exclusivo assento de fibra de carbono pode ser reclinado para um ângulo maior.

Isso vai gerar uma posição de dirigir mais alinhada com o carro de corrida AMR23, embora ainda oferecendo o conforto de um modelo de rua.

Isso ajuda a manter um teto baixo e assegurar que o motorista se sinta realmente conectado ao carro.

Aerodinâmica

A expertise conjunta dos aerodinamicistas da AMPT e da Aston Martin tanto em carros de rua quanto na Fórmula 1 garante à marca a oportunidade de criar carros de rua viciantes, com a mescla perfeita de luxo e performance.

Uma rápida olhada na carroceria do AMR23 e do Valhalla, onde a maioria da pressão aerodinâmica é gerada, ilustra quanto da tecnologia da Fórmula 1 foi transferida para o novo supercarro.

A abordagem aerodinâmica do Valhalla começa de uma forma similar à F1, usando todos os elementos do formato para produzir pressão aerodinâmica e reduzir o arrasto.

No entanto, o Valhalla não é limitado pelas regras da Fórmula 1 e, portanto, pode se beneficiar totalmente dos sistemas aerodinâmicos ativos tanto na frente quanto na traseira do carro, que vai gerar mais de 600 quilos de pressão aerodinâmica a 240 km/h.

Isso possibilita ao Valhalla a adaptar constantemente a pressão aerodinâmica dianteira e traseira, para maximizar a aderência, equilíbrio e consistência, ou reduzir o arrasto, dependendo da situação e o modo de dirigir selecionado.

Isso permite ao motorista extrair o melhor do chassi e dos pneus do Valhalla.

Como o carro de corrida AMR23, o Valhalla apresenta multi-elementos nas asas dianteira e traseira, embora a asa frontal esteja largamente oculta da visão.

A asa frontal pode ficar plana na posição DRS para diminuir o arrasto ou pode ser angulada para gerar uma forte pressão aerodinâmica na frente das rodas dianteiras.

A asa traseira com multi-elementos permanece plana para criar as belas e limpas linhas do carro, enquanto gera a base do nível de pressão aerodinâmica com o mínimo de arrasto.

No entanto, no modo pista a asa é bastante elevada para o fluxo de ar e maximizar sua efetividade.

O carro então administra ativamente o ângulo de ataque da asa para continuamente fazer o balanço entre a pressão aerodinâmica máxima e o DRS, a fim de maximizar a performance.

Inspirado pelos geradores de vórtex e recursos aerodinâmicos da Fórmula 1, logo à frente das rodas traseiras, funcionam como mini-difusores para conduzir o fluxo de ar para fora e debaixo do carro para cima, aumentando a pressão aerodinâmica.

Um snorkel instalado no teto alimenta a tomada de ar do motor, a exemplo da Fórmula 1, mas também serve para abastecer os dutos de refrigeração para os trocadores de calor do turbo e refrescar a configuração do motor Hot-V turbo.

O vasto conhecimento do Computational Fluid Dynamics (CFD) e os testes em túnel de vento na Fórmula 1 junto com a AMPT têm sido de grande benefício para os engenheiros do carro de rua.

As mesmas técnicas ferramentais de aerodinâmica usadas para criar o AMRF23 têm sido usadas para desenvolver a aerodinâmica do Valhalla.

A equipe de engenharia do Valhalla, trabalhando diretamente com a AMPT, utilizou o mesmo software CFD da equipe AMF1, incluindo aprendizados no acerto do modelo.

Como na Fórmula 1, o Valhalla usou um modelo em escala e um túnel de vento móvel para desenvolver o carro.

Materiais

AMPT e a equipe AMF1 vêm construindo carros em fibra de carbono há tantos anos que há muito pouco sobre materiais que eles não conheçam, embora a ideia de fabricar monocoques de fibra de carbono seja uma novidade para uma equipe habituada a produzir apenas um punhado de carros por temporada.

A equipe de tecnologias de carbono da AMPT trabalha no desenvolvimento de ideias que evoluíram da Fórmula 1 e a mesma abordagem foi aplicada no Valhalla.

Isso tem sido de enorme benefício quando envolve áreas como a simulação de rigidez e testes de impacto.

Grandes ganhos podem ser obtidos ao identificar qualquer vulnerabilidade antes de o destrutivo teste de impacto começar.

A estrutura do coração do Valhalla é trabalhada para maximizar a rigidez com o mínimo de peso, garantindo o máximo controle com precisão milimétrica.

Desenhada e projetada pela AMPT, que aplica suas altamente especializadas capacidades técnicas e expertise na Fórmula 1 além do ponto mais alto do automobilismo, a estrutura do Valhalla é produto da tecnologia de ponta em compósitos.

Uma complexa e exótica combinação de materiais em fibra de carbono, a estrutura de carbono do Valhalla foi criada usando uma tecnologia nova e própria desenvolvida para a Aston Martin.

As seções superiores e inferiores da estrutura foram moldadas em fibra de carbono usando uma mescla do processo Resin-Transfer-Moulding (RTM) e tecnologia de autoclave derivada da Fórmula 1.

O resultado é uma célula do passageiro leve, singular, imensamente rígida e forte, que fornece os melhores atributos da classe em estrutura dinâmica e notável segurança, sem comprometer a ergonomia do motorista e do passageiro.

O Valhalla está na vanguarda da transição da Aston Martin da combustão interna para a híbrida e total eletrificação.

Muito foi aprendido dentro do grupo de gerenciamento do motor para otimizar a performance e maximizar as eficiências do motor V8 biturbo.

Este motor é o mais avançado, sensível e de mais alta performance motor V8 já instalado num Aston Martin.

Quando unido aos três e-motors, cria um trem de força híbrido com tração nas quatro rodas.

Dois motores elétricos no eixo frontal possibilitam ao Valhalla não apenas o recurso da tração nas quatro rodas, mas também o total controle independente do torque aplicado em cada uma das rodas dianteiras, uma técnica conhecida como vetorização do torque.

A vetorização do torque permite uma resposta mais positiva da direção nas tomadas de curva, maior aderência nas curvas e tração aumentada nas saídas de curva. Melhora a experiência de pilotagem e performance em todas as fases da curva.

Os e-motors frontais também fornecem a função reversa, possibilitando a economia de peso na transmissão traseira.

Um terceiro e-motor é integrado à transmissão, fornecendo potência adicional às rodas traseiras, bem como atuando como motor de arranque e gerador para o motor ICE.

“O conhecimento e experiência do pessoal da equipe AMF1 na Aston Martin Performance Technologies combinados com a habilidade e capacidade de nossas equipes de desenvolvimento de carros de rua nos possibilitaram trazer diretamente da Fórmula 1 aprendizados para o desenvolvimento de carros esportivos. Nossa meta para o Valhalla é produzir um supercarro que será o melhor da classe nos padrões de performance, dinâmicas e prazer de dirigir. O Valhalla utilizará tecnologias ativas para reduzir a distância entre os gentlemen driver se o profissional na pista. Ter livre acesso ao conhecimento dentro da equipe AMF1 tem sido uma larga vantagem para nós enquanto desenvolvemos este carro incrível”, Carlo Della Casa, diretor de desenvolvimento de produtos da Aston Martin.

O primeiro protótipo de teste irá para as ruas no final deste ano, com o Valhalla pronto para entrar em produção em 2024.

Há unidades encomendadas para o Brasil.

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Jaguar celebra legado de 75 anos de carros esportivos e apresenta a última edição do F-Type

Para celebrar os 75 anos de seus icônicos esportivos, a Jaguar traz ao Brasil a edição definitiva do F-TYPE.

O último carro esporte a combustão a ser lançado antes de se tornar uma marca puramente elétrica, a partir de 2025.

Disponível na opção cabriolet, o F-TYPE 75 oferece o equilíbrio perfeito entre desempenho excepcional e design musculoso e assertivo.

Tem uma cabine definida por materiais luxuosos e detalhes requintados.

Para essa última edição, o F-TYPE passou por uma curadoria profissional, o que resultou em uma versão perfeita.

O carro está mais assertivo do que nunca, com rodas de 20″ de série e mudanças discretas de detalhes, como os centros das rodas e o emblema da grade mudado de vermelho para preto.

“A Jaguar é reconhecida ao longo de sua história pelo seu legado de criar carros esportivos extraordinários e pelo seu sucesso em grandes competições automobilísticas. O F-TYPE 75 chega para coroar toda essa história de sucesso com um veículo extremamente rápido, luxuoso e que entrega uma performance empolgante em todos os sentidos. Estamos ansiosos para celebrar essa história com esta última edição do F-TYPE antes que a Jaguar se torne uma marca totalmente elétrica, a partir de 2025”, diz Paulo Manzano, diretor de Marketing da Jaguar.

O Jaguar F-TYPE 75 chega em sua edição final com um design dramático e marcante, característico dos esportivos da marca, que remete a uma linhagem de 75 anos.

As  proporções esportivas do veículo, com uma estrutura de carroceria esculpida em alumínio leve e rígido, são instantaneamente reconhecíveis.

A presença focada e assertiva faz referência às formas fluidas da rica herança de carros esportivos da Jaguar.

Isso começou com o XK120, lançado em 1948 como o carro de produção mais rápido do mundo.

 

 

 

 

 

 

Conta com faróis LED superfinos, tecnologia Pixel de série e luzes diurnas com assinatura “Calligraphy” J.

Indicadores de direção abrangentes acentuam a largura visual do carro e sugerem seu potencial de desempenho.

Esses itens se misturam perfeitamente ao revestimento de “metal líquido” do capô estilo concha, que varre elegantemente para trás.

Que foi inspirado em modelos icônicos como o C-TYPE e o D-TYPE.

O veículo também recebeu exclusivos emblemas nos para-lamas dianteiros, que retratam a silhueta inconfundível do F-TYPE.

O design da traseira do automóvel realça a forma inerentemente dramática e proposital do F-TYPE.

Fluindo para baixo até as finas luzes traseiras de LED com assinatura “Chicane”.

Completando o pacote exterior, o modelo chega com uma belíssima roda de 20″ criada especificamente para essa versão, com design especial em preto brilhante e cinco raios.

O interior focado no condutor do F-TYPE é pura expressão da elegância e do desempenho do carro.

A combinação de artesanato da Jaguar, detalhes requintados e materiais e acabamentos de altíssima qualidade proporcionam uma sensação elevada de luxo e esportividade.

O cockpit “1+1” apresenta um display interativo de 12,3″, oferecendo uma ampla escolha de temas de exibição, como convém a um verdadeiro carro esportivo.

O modo padrão é caracterizado pelo grande conta-giros central.

Esse recurso e a luz do câmbio transmitem sutilmente o caráter e o potencial de desempenho do F-TYPE.

Aprimorando digitalmente o teatro mecânico do “batimento cardíaco” vermelho pulsante do botão de partida e das saídas de ar centrais.

 

 

 

 

 

 

Os bancos leves e finos combinam uma forma ergonomicamente otimizada com um conforto excepcional, aprimorado pelas opções de aquecimento e resfriamento.

Materiais ricos como o couro Windsor, de série nas edições especiais, dão um toque ainda mais luxuoso.

Ele é complementado por detalhes e acabamentos trabalhados das portas e dos encostos de cabeça.

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 estabelece a referência para carros esportivos verdadeiramente envolventes e focados no motorista.

A suspensão dianteira e traseira, a direção elétrica meticulosamente ajustada e a vetorização de torque por frenagem proporcionam agilidade excepcional e uma sensação verdadeiramente conectada ao veículo.

Esses atributos são fundamentais para as respostas imediatas e intuitivas do carro a cada comando do motorista.

O chassi do F-TYPE 75 é reforçado pelas juntas traseiras feitas em alumínio leve e rígido.

Este chassi juntamente com rolamentos de roda maiores, proporcionam  um controle de precisão absoluta de contato do pneu.

Isso se traduz numa sensação de direção ainda mais conectada.

O modelo oferece ainda diferencial ativo eletrônico traseiro (EAD) para otimizar a tração.

 

 

 

 

 

 

O F-TYPE 75 é equipado de série com o sistema Adaptive Dynamics da Jaguar, com dinâmica configurável.

Usando amortecedores controlados eletronicamente e continuamente variáveis, o Adaptive Dynamics otimiza o conforto de baixa velocidade e o controle de alta velocidade.

Enquanto o Configurable Dynamics permite que o motorista personalize as configurações de rigidez da suspensão, peso da direção, resposta do acelerador e troca de marchas.

O modelo também foi equipado com rodas de 20″ e pneus Pirelli P Zero mais largos e especialmente desenvolvidos para proporcionar níveis excepcionais de aderência.

O F-TYPE 75 chega ao Brasil em uma versão equipada com motor Ingenium 2.0 turbo de quatro cilindros.

Tem 300 cv de potência, gerando torque máximo a partir de apenas 1.500 rpm e oferecendo resposta excepcional em todas as faixas de rotações.

Ele também proporciona o desempenho esperado de um Jaguar, garantindo uma aceleração de 0-100km em apenas 5,9 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h.

O motor é fabricado no Centro de Fabricação de Motores da Jaguar Land Rover em Wolverhampton, no Reino Unido.

O veículo também está equipado com transmissão Quickshift de oito velocidades.

Ela pode ser acionada pelo controle manual no seletor de velocidades SportShift ou nos paddles no volante, oferecendo uma direção dinâmica e altamente esportiva.

 

 

 

 

 

 

O novo F-TYPE 75 chega ao Brasil neste mês de julho e estará disponível somente na opção cabriolet (conversível).

Serão destinadas apenas 12 unidades para o mercado nacional pelo preço de R$ 612.977,00.

 

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Ferrari SF90 XX Stradale e SF90 XX Spider: direto das pistas para as ruas

Os carros da versão especial da Ferrari levam o desempenho de seus modelos de produção a novos extremos. 

O ‘Programa XX’ da marca, oferece a um seleto grupo de pilotos experientes, carros extremos feitos para uso exclusivo nas pistas de corrida.

Baseado nessa experiência, a Ferrari criou os superesportivos para uso na estrada: SF90 XX Stradale, modelo cupê e SF90 XX Spider com carroceria conversível.

A edição especial é mais leve, mais potente, com aerodinâmica revisada e alto desempenho, que pretende “empurrar o carro para o limite” de seu potencial, de acordo com o chefe de desenvolvimento Gianmaria Fulgenzi. 

SF90 XX Stradale

SF90 XX Spider

 

 

 

 

 

 

Quanto à motorização, ambos os modelos são movidos pelo mesmo trem de força híbrido plug-in do modelo padrão, que compreende um motor 4.0 V8 biturbo e três motores elétricos.

Essa configuração permite que o carro atinja um máximo de 1.030 cv de potência.

Isso corresponde a 30 cv a mais que o tradicional SF90 Stradale, estabelecendo um novo padrão de desempenho da Ferrari.

O motor V8 produz potência de 797 cv, e ganhou maior taxa de compressão média, obtida através do polimento dos dutos de admissão e escape.

Também recebeu melhorias na câmara de combustão e dos pistões e a remoção do sistema secundário de ar, que reduziu em 3,5 kg o seu peso.

Os dois motores elétricos são independentes localizados no eixo dianteiro e o outro fica localizado entre o motor e a caixa de câmbio na parte traseira e produzem um total de 233 cv.

 

 

 

 

 

Não houve alteração da capacidade da bateria que permanece em 7,9 kWh e sozinha rende autonomia de 25 quilômetros com velocidade máxima de 135 km/h.

Uma nova função Extra Boost está disponível no modo de condução Qualifying e funciona para recuperar rapidamente a velocidade do carro ao sair de uma curva.

O recurso é acionado quando o motorista pisa fundo no acelerador e pode ser usado até 30 vezes antes que a bateria se esgote.

Também foram feitas alterações na caixa de câmbio de dupla embreagem de oito marchas do carro.

A nova lógica de mudança é emprestada do Daytona SP3 e as mudanças de marcha são acompanhadas por uma nota de escape rosnando com uma ultrapassagem de decolagem em rotações mais altas.

Para isso, foi desenvolvida uma nova calibração específica do motor que funciona em sinergia com a lógica de controle da caixa de câmbio.

A afirmação oficial da Ferrari é de que os modelos são capazes de alcançar os 100 km/h em apenas 2,3 segundos e a velocidade máxima é de 320 km/h.

Outra novidade importante é o controlador ABS EVO, que estreou no 296 GTB, e melhora o desempenho na frenagem de alto desempenho no seco.

O sistema permite que o superesportivo freie mais tarde e de maneira mais repetitiva, melhorando assim seu manuseio na pista.

O SF90 XX oferece o desempenho aerodinâmico mais eficiente do que qualquer outro carro de estrada da Ferrari, tornando-o comparável apenas ao supercarro LaFerrari.

Esse resultado foi alcançado ao redesenhar o gerenciamento do fluxo de resfriamento dos componentes térmicos e elétricos, bem como do compartimento do motor.

Em termos de estilo, incorpora os princípios de engenharia que sustentam o SF90 convencional, mas com características mais radicais e extremas.

O estilo foi projetado para destacar seus atributos de desempenho puro-sangue, mantendo as linhas e formas do seu antecessor.

SF90 XX Stradale

SF90 Stradale

 

 

 

 

 

 

O principal destaque do design fica por conta da sua asa traseira.

O volume da cauda foi especificamente desenhado pensando na aerodinâmica, que agora é mais elegante, com a silhueta de cauda longa típica dos carros de corrida.

As entradas de ar para os intercoolers (trocador de calor), agora também são maiores, canalizando o ar para os radiadores de forma mais eficiente.

O conceito de asa dianteira em forma de flecha foi mantido, os faróis agora estão integrados nesta área por dois perfis de asa verticais.

O carro parece mais largo e mais colado ao asfalto devido aos dois imponentes perfis de asa dominando as entradas de ar, que parecem flutuar.

 

 

 

 

 

O design interior foi feito para destacar a vocação de corrida do cockpit que resultaram em economias de peso significativas.

As principais áreas envolvidas foram os painéis das portas, túnel e tapetes, que agora estão mais simples em termos de forma e materiais utilizados.

Enquanto à fibra de carbono foi usada para áreas funcionais.

O assento de corrida foi projetado especialmente para o esportivo com uma estrutura tubular de fibra de carbono e espuma.

Tudo isso focado em fornecer máximo prazer em dirigir sem comprometer o conforto.

Mesmo sendo um assento de peça única, o uso de materiais elásticos permite que sejam realizados movimentos de rotação e ajustes no encosto.

Esse recurso ainda economizou 1,3 kg de peso.

O console central também ostenta menos material e, em vez de couro ou plástico, é coberto por fibra de carbono em acabamento fosco.

Já o painel de instrumentos tem revestimento em Alcantara.

O seletor de marchas cromado da transmissão de oito marchas foi movido para a frente no console central e os interruptores dos vidros elétricos foram realocados mais para trás.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SF90 XX Spider se parece muito com o SF90 XX Stradale e apresenta praticamente as mesmas características quanto ao visual. 

A principal diferença está no teto conversível que pode ser aberto em apenas 14 segundos. 

Devido as alterações para tornar o veículo conversível, o modelo perdeu algumas das passagens de ar na parte traseira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ambas as variantes do SF90 XX terão uma quantidade limitada de unidades.

Serão produzidas 799 versões do SF90 XX Stradale e 599 do SF90 XX Spider, ambos representando “o exemplo mais recente e extremo de um conceito de versões especiais, que eleva o desempenho dos modelos de rua da Ferrari a novos níveis”.

O preço do cupê é de cerca de US$ 844.000, o que daria pouco mais de R$ 4 milhões, nas taxas de câmbio atuais.

O Spider custa ainda mais, cerca de US$ 932.000, algo em torno de R$ 4,5 milhões.

 

 

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Audi do Brasil apresenta lançamentos e oferece testes em pista na 2ª edição do Catarina Aviation Show

A Audi do Brasil anuncia a sua participação na segunda edição do Catarina Aviation Show, evento que ocorre entre os dias 1 e 3 de junho.

O evento reúne lançamentos do mercado de aviação, exposição de supercarros, experiências de pilotagem em pista, gastronomia do Grupo Fasano e ativações de marcas do segmento de alto luxo.

“Nós tivemos uma experiência inesquecível na primeira edição do evento. Houve uma sinergia incrível com os nossos clientes, que puderam conhecer de perto os últimos lançamentos da marca e desfrutar de test-drives exclusivos, acompanhados de pilotos profissionais em um ambiente de pista seguro e controlado. Estamos orgulhosos em apoiar desde o início este evento que, já nesta segunda edição, está consolidado como um dos principais eventos de alto luxo do país, reunindo negócios, gastronomia e experiências”, afirma Cláudio Rawicz, Diretor de Comunicação e Marketing na Audi do Brasil.

Na edição deste ano, a Audi do Brasil irá disponibilizar ao público três veículos para test-drive: o superesportivo elétrico Audi RS e-tron GT, a stationwagon Audi RS 6 Avant e o novíssimo Audi RS 5 Competition Plus Track.

Também haverá unidades desses modelos também em exposição.

Estarão disponíveis ainda shuttle de clientes para os clientes que visitarem o evento de helicóptero, com o Audi Q5 TFSIe (híbrido plug-in). 

Além dos test-drives, a marca das quatro argolas oferecerá em seu estande uma exposição especial da Audi Collection, a grife de roupas e acessórios da montadora.

Com itens das novas coleções, entre eles roupas, acessórios, mochilas, bonés, guarda-chuvas e chaveiros, entre outros produtos para todas as idades.

A Audi terá à disposição do público o Audi Exclusive, o seu programa de personalização de veículos, que permite aos clientes customizar os modelos da linha esportiva RS.

A customização inclui tonalidades exclusivas na carroceria e no interior, oferecendo até 1 quintilhão de possibilidades de combinações conforme suas preferências e necessidades.

Os atendimentos são realizados de forma exclusiva e personalizada com especialistas de produto da Audi do Brasil. 

A Audi do Brasil participou da primeira edição do evento, em 2022, com a presença de concessionários e exposição de dois veículos, RS e-tron GT e Q3 Sportback.

Mais de 300 clientes foram atraídos ao estande da marca, que realizou 171 test-drives dos modelos RS e-tron GT, Q3 Sportback, RS 5, RS 6 Avant, e-tron Sportback e e-tron S Sportback.

Foto: Amaro Aviation

Audi RS e-tron GT

O Audi RS e-tron GT é o primeiro esportivo 100% elétrico da Audi, oferecendo desempenho dinâmico e altamente esportivo.

Ele  precisa de somente 3,3 segundos para acelerar de zero a 100 km/h, com  velocidade máxima de 250 km/h.

O motor elétrico no eixo dianteiro também libera 175 kW, enquanto o motor na traseira libera 335 kW.

A potência total é 440 kW e o torque total é 830 Nm. No modo boost, a potência aumenta brevemente para 475 kW ou 646 cv.

Lançado em maio de 2021, o modelo teve todas as unidades disponibilizadas vendidas em menos de 24 horas de pré-venda.

Audi RS 5 Competition Plus Track

O novo RS 5 Competition Plus Track desembarcou no Brasil em março deste ano ainda mais potente, tecnológico e eficiente.

A nova linha esportiva é equipada com o propulsor 2.9 V6 Biturbo, que recebeu nova calibração e oferece 450 cv de potência entre 5.700 rpm e 6.700 rpm, e 600 Nm de torque de 1.900 rpm a 5.000 rpm.

Ele atua em conjunto com a transmissão Tiptronic de oito velocidade, que também recebeu nova calibração para oferecer trocas ainda mais ágeis e precisas.

Com isso, a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,8 segundos e a velocidade máxima aumentou para 290 km/h.

Audi RS 6 Avant

O RS 6 Avant é equipado com propulsor 4.0 V8 biturbo, de 600 cv de potência e 800 Nm de torque, acoplado à transmissão automática de oito velocidades.

O conjunto garante um desempenho formidável: a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas 3,6 segundos, enquanto a aceleração de 0 a 200 km/h é feita em 12 segundos.

Além disso, a motorização ganhou, pela primeira vez, um sistema híbrido leve de 48 volts, melhorando ainda mais a sua eficiência.

A velocidade máxima é de 280 km/h.

O desempenho em retas e curvas também estabelece um novo parâmetro.

Enquanto a nova tração integral melhora a estabilidade em altas velocidades, quando as rodas traseiras giram na mesma direção que as rodas dianteiras.

Ao manobrar em baixas velocidades, elas giram no sentido oposto às rodas dianteiras para reduzir o raio de giro e facilitar o estacionamento.

Audi Q5 TFSI e

Moderno e eficiente, o novo Audi Q5 TFSIe iniciou as vendas no Brasil em julho de 2022 como o primeiro veículo híbrido da marca no mundo.

O modelo é equipado com motor 2.0 TFSI à combustão de 252 cv de potência e 370 Nm de torque.

Atuando em conjunto com um propulsor elétrico síncrono de imãs permanentes (PSM), com 105 kW (143 cv) de potência máxima e até 350Nm de torque máximo já disponível em baixas rotações.

O conjunto é acoplado à transmissão S tronic de sete velocidades com aceleração de 0 a 100 km/h realizada em apenas 5,3 segundos.

A velocidade máxima (limitada eletronicamente) é de 210 km/h.

Com a potência combinada, o Audi Q5 TFSIe quattro desenvolve 367 cv e 500 Nm de torque.

A autonomia puramente elétrica atinge 62 km/h.

Catarina Aviation Show 2023

Data: 01 a 03 de junho

Horário: 9h às 19h

Endereço: Rodovia Castello Branco, km 62 – São Roque / SP

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McLaren São Paulo completa cinco anos e atinge 100 carros entregues

A McLaren São Paulo teve dois motivos para comemorações na segunda semana de maio.

No dia 8, a empresa completou cinco anos da inauguração da concessionária em São Paulo.

Dois dias depois, a empresa chegou à marca de cem automóveis entregues com a entrega das chaves de um modelo Artura Malvine Blue a seu comprador.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

O Artura é o mais recente lançamento da McLaren, sendo o primeiro modelo híbrido de produção em série da marca (antes dele houve o P1, feito em edição limitada de 375 unidades).

As primeiras unidades do Artura chegaram ao Brasil no fim do ano passado e doze delas já estão com seus clientes (incluindo a que fez a McLaren São Paulo chegar às 100 unidades entregues).

Essas 12 unidades fazem o Artura, com apenas cinco meses de presença no mercado, ser o segundo McLaren mais vendido no Brasil.

Ele só fica atrás do McLaren 720S Coupé, que teve 21 unidades comercializadas entre 2018 e 2022.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

 

 

 

Outros destaques da lista de McLaren vendidos no Brasil são os modelos Senna (quatro, todos entregues em 2019) e Senna GTR (uma unidade entregue em 2020).

Do primeiro, foram fabricadas 500 unidades. O GTR, ainda mais exclusivo, teve apenas 75 unidades produzidas.

“Ao longo desses cinco anos, a McLaren ganhou um grande número de adeptos no Brasil. Boa parte deles chegou à marca atraída pelo histórico vitorioso em competições e constatou que, além de vencer corridas, a McLaren produz carros esporte de primeira linha. Chegar a cem carros ao completar cinco anos de operações é algo extremamente gratificante. Quando inauguramos a concessionária, nossa previsão era entregar cerca de 25 carros por ano. Essa média foi mantida ou mesmo superada até a chegada da pandemia. Mas agora estamos começando a entregar os Artura e deveremos encerrar 2023 com um novo recorde de entregas a clientes”, analisa Henry Visconde, presidente da McLaren São Paulo.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

Formada em 2010, a McLaren Automotive é hoje a maior parte do McLaren Group. Sua origem remonta a 1964, quando o piloto neozelandês Bruce McLaren iniciou a fabricação de carros de corrida (bipostos e monopostos).

Em 1966, a McLaren fez sua estreia na Fórmula 1, iniciando uma trajetória que resultou em oito títulos mundiais de construtores e doze de pilotos.

A McLaren tem vitórias também nas 24 Horas de Le Mans e nas 500 Milhas de Indianápolis.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

O atual portfolio de produtos da empresa (modelos das linhas GT, Supercar, Motorsport e Ultimate) é vendido por meio de mais de 85 concessionários em 40 mercados no mundo.

O primeiro carro de rua com a marca McLaren, o M6GT, foi construído pelo próprio Bruce McLaren em 1969. 

Em 1993, a McLaren projetou e construiu o carro de rua McLaren F1, em produção limitada. 

Em 2020, a McLaren lançou o 765LT e revelou a nova arquitetura de baixo peso fabricada no McLaren Composites Technology Centre de £ 50 milhões.

Foi inaugurado na região de Sheffield, no norte da Inglaterra, que sustentará a próxima década do futuro eletrificado da McLaren.

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

(Nicolas Ferraz/McLaren São Paulo)

 

 

 

 

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Audi TT celebra 25 anos como ícone de design atemporal

Vinte e cinco anos, três gerações: a marca das quatro argolas estabeleceu uma nova referência na história do design com o Audi TT.

Desde o seu lançamento e produção em série em 1998, o esportivo conquistou fãs em todo o mundo.

Tudo isso, graças à diversão proporcionada ao volante e ao seu estilo único inspirado na escola Bauhaus, que mistura linhas marcantes e  geométricas com foco na funcionalidade.

Não por acaso, o modelo ganhou inúmeros prêmios nos anos seguintes, entre eles o de melhor carro de 1999 pela “Auto Europe”.

Foi em meados da década de 1990 que o modelo de alto luxo Audi A8 elevou o patamar da Audi e gradualmente provocou a renomeação do portfólio de veículos: o Audi 80 tornou-se o Audi A4, e o Audi 100 foi chamado de Audi A6.

Introduzido em 1994, o Audi A4 foi o primeiro modelo a incorporar a nova linguagem de design da Audi.

Em seguida veio o compacto premium Audi A3, lançado em 1996, e a segunda geração do Audi A6, lançada em 1997.

Ao atribuir significado à marca por meio de um design novo e progressivo, o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou um carro esportivo purista nomeado como Audi TT Coupé.

A Audi apresentou o projeto para um público entusiasta no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995.

O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos.

O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.

 

 

 

 

 

Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. 

“Para nós, o maior elogio foi quando a imprensa especializada notou que havia muitas mudanças do projeto para o modelo de série, embora tenha sido necessário, é claro, adaptar muitos detalhes devido às especificações técnicas da versão de série, incluindo as proporções”, lembra Torsten Wenzel, o designer de exteriores da Audi.

O mais notável foi a integração de uma janela lateral traseira, que alongou o perfil do carro e aumentou a dinâmica do esportivo.

Para Wenzel, o Audi TT continua sendo “uma escultura em movimento, com superfícies e linhas da mais alta qualidade”.

A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpa,  sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante.

Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo, ou “a forma gráfica perfeita”, como Wenzel o descreve.

Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.

Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster.

Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV.

Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final.

Esse método de produção entre Ingolstadt e Győr foi único na indústria automotiva da época.

A Audi Hungria, uma subsidiária integral da AUDI AG, também comemora seu 30º aniversário em 2023.

Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998 em cooperação com a fábrica de Ingolstadt.

Em 2013, a empresa evoluiu para uma fábrica automotiva completa. Desde a sua fundação, a Audi Hugaria construiu mais de 43 milhões de motores e quase dois milhões de veículos.

A gama de motores da primeira geração do Audi TT era ampla e naturalmente esportiva.

O TT de primeira geração, por exemplo, veio com motores turbo de quatro cilindros com potência de 150 a 225 cv e uma unidade V6 com 250 cv.

Um destaque da gama de motores foi o quatro cilindros do Audi TT quattro Sport, que foi aumentado para 240 cv e teve 1.168 unidades entregues.

Os clientes de TT de primeira geração tinham muitas opções quando se tratava de selecionar equipamentos especiais.

Além de cores exclusivas como Laranja Papaya ou Azul Nogaro, os clientes poderiam equipar o TT com acessórios especiais instalados de fábrica.

Por exemplo, o design de “luva de beisebol” para os assentos de couro no Audi TT Roadster, originalmente um atrativo no show car, passou para a produção em série.

Ao longo de oito anos de produção, um total de 178.765 Audi TT Coupés de primeira geração tinham saído da linha de produção até meados de 2006.

Exatamente 90.733 Audi TT Roadsters foram construídos entre 1999 e 2006.

Nas duas gerações seguintes, os designers mantiveram a “redução ao essencial” como princípio de design dominante, o que se evidencia, por exemplo, no design minimalista do exterior e no interior elegante e orientado para o condutor.

A forma arredondada e o motivo circular permaneceram típicos do portfólio TT e foram elementos unificadores no design externo e interno.

Por exemplo, na tampa do tanque de combustível de alumínio, nas saídas de ar arredondadas, no arremate do câmbio e na manopla de câmbio diferenciada.

A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3.

Amortecedores adaptativos com condução magnética Audi foram usados pela primeira vez.

Disponível como opcional, esta tecnologia adapta continuamente os amortecedores ao perfil da estrada e ao estilo individual do condutor.

Em 2008, o modelo esportivo TTS foi lançado com um motor turbo de 2 litros e 272 cv, seguido um ano depois pelo TT RS com um motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros com 340 cv e 360 cv no Audi TT RS plus.

Em 2008, a marca das quatro argolas lançou o TT 2.0 TDI quattro, o primeiro carro esportivo de produção do mundo com motor a diesel.

A terceira geração do Audi TT foi lançada em 2014, e mais uma vez a Audi usou a nova geração para reduzir seu peso.

O TT Coupé: com motor 2.0 TFSI e transmissão manual, pesava apenas 1.230 quilos, até 50 quilos mais leve do que antes.

Para os novos TT e TT RS, os designers reinterpretaram as linhas inconfundíveis do TT original de 1998 para a era moderna.

Eles as enriqueceram com inúmeras facetas dinâmicas, enquanto a tampa redonda do tanque de combustível com as típicas letras TT permaneceu fiel ao longo das gerações.

Muitos detalhes também lembram deliberadamente o clássico design de primeira geração.

Em termos técnicos, o TT de terceira geração ofereceu várias inovações.

O modelo marcou a estreia do cockpit virtual Audi, um painel de instrumentos totalmente digital com telas altamente detalhadas e versáteis que substituiu os instrumentos analógicos e o monitor MMI.

Em 2016, uma nova era para a tecnologia de iluminação automotiva começou no Audi TT RS, quando a Audi usou LEDs orgânicos, conhecidos como tecnologia OLED, pela primeira vez.

O modelo de topo foi inicialmente o Audi TTS, com motor turbo de 2 litros e 310 cv; seguido em 2016 pelo TT RS, com motor turbo de cinco cilindros e 2,5 litros, uma das unidades mais emocionantes que a marca tem a oferecer.

Com seus 400 cavalos, o propulsor ostentava um ruído esportivo e, ainda por cima, foi eleito “Motor Internacional do Ano” nove vezes consecutivas.

 

 

 

 

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Novo McLaren 750S: pura emoção e desempenho máximo de supercarro

Com o novo 750S, a McLaren define uma nova referência para desempenho de supercarros e satisfação do motorista.

O McLaren de produção em série mais leve e potente é, sem inibição, um supercarro para os puristas.

Projetado e desenvolvido após uma análise meticulosa do renomado McLaren 720S, o novo 750S combina avanços em economia de peso, desempenho do trem de força, aerodinâmica e excelência dinâmica.

Isso tudo para elevar a novos patamares uma experiência de direção que já era referência.

Cerca de 30% dos componentes do 750S são novos ou alterados para oferecer essas melhorias e, com elas, uma conexão emocional ainda maior com o carro.

 

 

 

 

 

 

“Quando você tem um carro reconhecido por tantos pilotos como referência, é preciso examinar cada detalhe e realmente pressionar muito por melhorias para fazer algo ainda melhor. Isso é o que fizemos com o novo 750S. O baixo peso, o desempenho do motor V8 e as excelentes habilidades dinâmicas se combinam para oferecer uma experiência de direção de supercarro que atinge novos patamares, com níveis verdadeiramente emocionantes de conexão emocional”, afirmou Michael Leiters, CEO, McLaren Automotive.

Com 1.389 kg (DIN), o McLaren 750S cupê já é 30 kg mais leve que o 720S.

Com todas as opções disponíveis de fibra de carbono e baixo peso selecionadas, o cupê “emagrece” para 1.277 kg a seco.

O que oferece uma relação peso-potência líder do segmento de 1,70 kg/cv ou 587 cv por tonelada.

São 193 kg menos do que seu concorrente mais próximo.

O 750S Spider foi projetado com o mesmo foco em minimizar o peso.

Possui capota rígida retrátil (RHT), sistema de proteção contra capotamento e estrutura superior traseira feita sob medida para o monocoque construído de fibra de carbono.

Tal é a resistência desse monocoque que nenhum reforço adicional é necessário, uma vantagem inerente sobre os supercarros conversíveis rivais construídos em alumínio e aço.

Isso garante que o Spider, na configuração padrão, pese 1.438 kg. Na configuração mais leve (1.326 kg), ele é líder do segmento com 1,81 kg/cv (566 cv por tonelada).

Os níveis extraordinários de prazer, precisão, agilidade, sensação e feedback que o 750S oferece são imediatamente aparentes para o motorista.

Mesmo em velocidades mais baixas, e o baixo peso é um fator chave em seu desempenho dinâmico.

Com apenas 1.389 kg (DIN), ele pesa 30 kg a menos que um 720S, um exemplo claro da dedicação da McLaren à engenharia leve.

As novas rodas forjadas de 10 raios são as mais leves já instaladas como padrão em um McLaren de produção em série e economizam 13,8 kg em relação às do 720S.

O novo painel de instrumentos do motorista é 1,8 kg mais leve.

Até o vidro do para-brisa contribui para a redução de peso em 1,6 kg.

O motor V8 biturbo de 4,0 litros com potência de 750 cv e torque de 800 Nm oferece desempenho feroz, com o 750S sendo capaz de ir de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Acelera de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos (no caso do Spider, 7,3 segundos) e de 0 a 300 km/h em menos de 20 segundos (no Spyder, 20,4 segundos).

Os números dão conta dos fatos, mas é a sensação visceral de desempenho e velocidade que surpreende e emociona.

Desde o momento em que o V8 ganha vida, passando pela imensa entrega de torque na faixa intermediária do motor biturbo e pela emocionante subida até o limitador de rotações a 8.500 rpm, a conexão emocional do motorista com o 750S é extraordinária e uma experiência que é tornando-se cada vez mais raros e procurados.

“Todos os McLaren são projetados com precisão e notavelmente rápidos, mas com o novo 750S nos concentramos em enriquecer toda a gama de características que proporcionam a alegria experimentada ao dirigir o carro, aquela conexão emocional pura tão procurada pelos entusiastas”, disse Ben Gulliver, chefe de desenvolvimento de veículos, McLaren Automotive.

 

 

 

 

 

 

A suspensão hidráulica vinculada ao Proactive Chassis Control, agora na geração “PCC III”, é conhecida por combinar controle surpreendentemente preciso com um ritmo de passeio notavelmente compatível.

O sistema de nova geração oferece níveis ainda mais altos de desempenho da suspensão e é parte integrante das habilidades dinâmicas do 750S.

As molas da suspensão são mais macias na frente e mais rígidas na traseira do que no 720S, o que, juntamente com a reconfiguração dos elementos passivo e ativo sob medida e uma nova abordagem para ajustar a suspensão (ajustando os acumuladores nos suportes, o que é usado pela primeira vez no 750S), beneficia o conforto de condução, o controle de rolagem, a sensibilidade da direção e o equilíbrio nas curvas.

Além disso, o novo design de mola e amortecedor reduz o peso em 2 kg.

As alterações combinadas de hardware e software feitas para o PCC III significam que a amplitude dinâmica do 750S é ainda maior do que o do 720S.

Isso mantém os níveis de conforto do antecessor enquanto oferece desempenho significativamente melhorado.

Um circuito de rolagem hidráulico substitui as barras estabilizadoras mecânicas convencionais.

 

 

 

 

 

 

O 750S também é mais ágil do que o carro de referência que substitui, com melhor aderência frontal (ajudada por uma bitola dianteira 6 mm mais larga e nova geometria da suspensão).

A direção eletro-hidráulica da McLaren, amplamente reconhecida por sua precisão e clareza de reações, agora possui uma relação de direção mais rápida e uma nova bomba de assistência elétrica.

E oferece um veículo ainda mais ágil, que contorna as curvas com mais precisão e inspiram ainda mais confiança ao piloto.

“Nós nos propusemos um desafio extremamente difícil com o 750S, ou seja, trazer um grau significativo de agilidade, sensação e resposta do McLaren ‘Longtail’, ao mesmo tempo em que garantimos que o conforto e a usabilidade não sejam comprometidos – a combinação ‘melhor de ambos’ que nossos clientes nos dizem querer. O resultado é uma enorme variedade de habilidades para um desempenho dinâmico de supercarro de referência”, comentou Jamie Corstorphine, Diretor de Estratégia de Produto, McLaren Automotive.

O interior do 750S combina tecnologia inovadora com materiais requintados, mas o mais importante é um design ainda mais focado no motorista.

No centro da experiência do motorista estão os novos visores cujo movimento acompanha o da coluna de direção.

Este monitor centrado no motorista é montado em uma bitácula que possui os controles para selecionar os modos Powertrain e Handling localizados em ambos os lados.

Isso significa que o motorista pode se mover sem esforço entre as configurações Comfort, Sport e Track Active Dynamic enquanto mantém as mãos no volante e foco total na estrada à frente.

Ao mesmo tempo, o controle variável de derrapagem (VDC, Variable Drift Control) permite ajustar o nível de intervenção do sistema de controle de tração independentemente da configuração do Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC, na sigla em inglês).

Essa capacidade de ajuste significa que o motorista pode mover-se perfeitamente do estágio em que os sistemas eletrônicos do carro intervêm regularmente para um estágio em que eles não intervêm.

Novos bancos de corrida de fibra de carbono, com 17,5 kg a menos que os assentos esportivos de série do 720S, estão disponíveis como opção, assim como pneus Pirelli P ZERO Trofeo R de pista e parafusos de roda leves, feitos de titânio.

 

 

 

 

 

 

O Controle de Largada McLaren (MCL, McLaren Control Launcher) é outra nova tecnologia da marca que estreia no 750S e adiciona outra dimensão à interface do motorista com o carro.

Ativado por meio de um botão com o famoso McLaren Speedmark, o MCL permite que o motorista personalize sua experiência de dirigir na McLaren.

As preferências dinâmicas selecionadas (sua combinação favorita de configurações aerodinâmicas, manuseio, powertrain e transmissão) podem ser recuperadas instantaneamente com um toque do botão MCL.

Os pilotos também se beneficiarão de novos recursos, como o Apple CarPlay e a nova tela central de informações (CIS, Central Information Screen), que apresenta gráficos mais ricos e detalhados para aprimorar ainda mais a experiência do motorista.

O sistema de câmera Rear View e Surround View (visão traseira e do entorno) também foi atualizado para maior definição e clareza.

Um novo sistema de elevação do veículo levanta a frente do 750S em apenas quatro segundos, em comparação com os 10 segundos que leva em um 720S.

Uma conexão física e emocional intensificada entre o motorista e o carro é auxiliada pelo ajuste personalizado do suporte do motor.

Um novo layout de escapamento de saída central inspirado no McLaren P1 que é acusticamente ajustado para dar um tom claro e distinto e um crescendo nítido à medida em que o motor atinge rotações mais altas.

O formidável desempenho de frenagem é aprimorado pela maior área de superfície da asa traseira ativa, que se abre totalmente em menos de meio segundo.

Isso aumenta a força descendente traseira para melhorar a estabilidade em alta velocidade durante a frenagem e reduzir as distâncias de frenagem. 

Os clientes do 750S que planejam dirigir em circuitos de corrida podem optar por uma atualização de freio usando discos de cerâmica de carbono com 390 mm de diâmetro e pinças monobloco derivadas do sistema do McLaren Senna.

Juntamente com um novo servo freio e bomba de vácuo e tecnologia de resfriamento de pinças integrado inspirado no da Fórmula 1. 

Visualmente, o 750S refina o design de seu antecessor com uma nova seção inferior do nariz com divisor dianteiro estendido.

Tem também entradas de ar mais estreitas que envolvem os faróis, novas entradas de ar nas soleiras e saídas de ar dos para-lamas traseiros.

As revisões aerodinâmicas traseiras incorporam um deck traseiro redesenhado e alongado, que canaliza o ar para uma asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.

Os contornos dos faróis agora podem ser opcionalmente na cor da carroceria ou em fibra de carbono.

O novo para-choque traseiro e as aberturas do para-choque dianteiro também estão disponíveis no material leve característico da McLaren.

 

 

 

 

 

A área de superfície da asa traseira ativa alongada é 20% maior do que a da asa do 720S, mas o componente é 1,6 kg mais leve devido à sua construção em fibra de carbono.

Um recorte na seção central mantém a visibilidade traseira e também garante que as altas temperaturas do escapamento não afetem a asa quando o veículo está parado após um circuito prolongado.

Acionada hidraulicamente, a asa possui configurações de ângulo e velocidades de veículo distintas para o cupê e o Spider.

Apresenta três posições operacionais principais: Driver Downforce, asa ativa parcialmente acionada, aumentando os níveis de carga aerodinâmica durante as curvas; o DRS que fornece automaticamente a funcionalidade de redução de arrasto ao acelerar em linha reta, até a velocidade máxima do veículo e a frenagem de alta velocidade que proporcionando uma força descendente traseira significativamente maior que melhora a estabilidade de frenagem.

A construção monocoque de fibra de carbono facilita a visibilidade de quase 360 graus, com uma escotilha baixa, pilares A ultrafinos e, no coupé, pilares C envidraçados, todos se beneficiando da propagação de luz natural na cabine.

A iluminação ambiente nítida, nova e personalizável destaca os detalhes do design da cabine à noite.

No cupê, o motor V8 pode ser visível de dentro da cabine por meio de um painel de vidro duplo situado no porta-malas traseiro, expondo a parte superior do trem de força por trás dos ombros do motorista.

O 750S Spider apresenta contrafortes laterais envidraçados que, além de guiar o fluxo de ar sobre a cobertura traseira, aumentam a visibilidade lateral.

Para incidir luz adicional para a cabine, o teto rígido retrátil (Retractable Hard Top, RHT) está disponível opcionalmente com vidro eletrocrômico, aumentando a sensação de ambiente ao ar livre, mesmo quando fechado.

O RHT pode ser aberto em menos de 11 segundos com o veículo em movimento a velocidades até 50 km/h.

A remoção do teto fixo para o 750S Spider requer uma revisão da posição do amortecedor a gás e do sistema de dobradiça da porta, mas nesta área, as únicas diferenças externas visíveis para o coupé 750S são uma asa dianteira mais longa, porta mais curta e janela sem moldura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como em todos os McLaren, o volante do 750S é deliberadamente livre de quaisquer botões ou interruptores, permitindo que o motorista se concentre na sensação e reação do chassi e da estrada.

Os detalhes de informações e entretenimento são acessados por meio da nova tela do motorista e da tela central de infoentretenimento aprimorada por gráficos mais sofisticados e maior sensibilidade ao toque.

Interior totalmente revestido em couro Nappa ou uma combinação de Alcantara e couro Nappa estão disponíveis com os novos temas internos TechLux e Performance.

A Bowers & Wilkins, parceira de áudio da McLaren, desenvolveu um novo sistema para o 750S, com um amplificador mais potente e os alto-falantes de cone Continuum.

 

 

 

 

 

Além da seleção de acabamentos de pintura exterior padrão, uma variedade de cores Elite está disponível.

A McLaren Special Operations (MSO), o braço de personalização da McLaren Automotive, pode colaborar com os clientes em opções adicionais ou trabalhar com eles para criar uma pintura personalizada própria.

Garantia abrangente de três anos para o veículo e um plano de serviço e manutenção programada de três anos estão incluídos como padrão no novo 750S, que já está disponível para pedido, inclusive no Brasil.

As primeiras unidades deverão chegar ao país no último trimestre de 2023.

 

 

 

 

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