Supercarro Aston Martin Valhalla: desenvolvido com tecnologia e experiência da Fórmula 1

O Aston Martin Valhalla, o primeiro ultraluxuoso supercarro de produção em série da marca com motor central, está colhendo os benefícios do laboratório mais rápido do mundo, a Fórmula 1.

O desenvolvimento tecnológico da Fórmula 1 é acelerado pela necessidade de velocidade, confiabilidade e performance.

Metodologias, expertise e tecnologias comprovadas em corridas e utilizadas pela equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 (AMF1) estão sendo adotadas pela Aston Martin para intensificar o desenvolvimento de futuros modelos.

“A visão da Aston Martin é construir uma variedade de carros excepcionais e líderes de classe focados na pilotagem, crucial na expansão de nossa principal linha de produtos. Tal como nosso primeiro supercarro de produção em série com motor central será transformador para esta ultraluxuosa performance da marca, bem como para o segmento de motor central. Valhalla representa a primeira integração conjunta de desenvolvimento entre nossos engenheiros de carros de rua e as capacidades de engenharia da equipe Aston Martin Aramco Cognizant Formula 1 via Aston Martin Performance Technologies, e demonstra a ampliação de capacidades da Aston Martin com o apoio técnico e expertise da Fórmula 1”, Marco Mattiacci, chefe global da marca e diretor comercial da Aston Martin.

O cruzamento técnico entre a Aston Martin e sua equipe homônima de Fórmula 1, que atualmente ocupa a quarta colocação no Mundial de Construtores da FIA, é facilitado pelo braço consultivo da equipe, a Aston Martin Performance Technologies (AMPT).

A AMPT está assistindo diretamente a equipe de engenharia de performance da Aston Martin em três áreas-chave de desenvolvimento: dinâmica, aerodinâmica e materiais.

“É uma grande vantagem para um fabricante de carros ter acesso às habilidades e conhecimentos únicos de uma equipe de Fórmula 1. Os engenheiros de Fórmula 1 estão constantemente indo aos limites na busca por performance e desenvolveram ferramentas para resolver problemas rapidamente. Com esse conhecimento em casa, podemos sem sombra de dúvida trazer a expertise da Fórmula 1 para o desenvolvimento de nossos carros de rua”, Claudio Santoni, diretor de engenharia da Aston Martin Performance Technologies.

Dinâmica de pilotagem

O Aston Martin Valhalla é genuinamente um supercarro de motor central focado na pilotagem, e o grupo de dinâmica de veículos em combinação próxima com a AMPT está trabalhando com o “pé no fundo” para prover a dinâmica exata que fornecerá um engajamento de pilotagem sem precedentes.

Um projeto na Fórmula 1 repousa fortemente nas ferramentas de simulação e os métodos usados para assegurar que cada momento passado no simulador trará o progresso voltado para o Valhalla.

De fato, 90% das características dinâmicas e o acerto do carro foram completadas no simulador, com a fase final de desenvolvimento completada no mundo real, nas ruas e pistas.

Valiosas contribuições dos pilotos da equipe AMF1 acrescentam uma nova intensidade à calibragem do Valhalla.

O nível elevado de habilidades e conhecimentos de pilotos como Lance Stroll e Fernando Alonso leva a dinâmica do carro a um novo patamar, ao mesmo tempo em que eles continuam a conduzir o veículo ao limite extremo de sua capacidade de performance.

A ergonomia do cockpit do Valhalla também se beneficiou das dicas tomadas diretamente da Fórmula 1, como a posição de dirigir otimizada com o apoio da AMPT para fornecer ao motorista o nível de controle de um carro de corrida para maximizar o prazer de dirigir.

Os calcanhares do motorista foram levantados por um piso falso, que também contém módulos eletrônicos, e o exclusivo assento de fibra de carbono pode ser reclinado para um ângulo maior.

Isso vai gerar uma posição de dirigir mais alinhada com o carro de corrida AMR23, embora ainda oferecendo o conforto de um modelo de rua.

Isso ajuda a manter um teto baixo e assegurar que o motorista se sinta realmente conectado ao carro.

Aerodinâmica

A expertise conjunta dos aerodinamicistas da AMPT e da Aston Martin tanto em carros de rua quanto na Fórmula 1 garante à marca a oportunidade de criar carros de rua viciantes, com a mescla perfeita de luxo e performance.

Uma rápida olhada na carroceria do AMR23 e do Valhalla, onde a maioria da pressão aerodinâmica é gerada, ilustra quanto da tecnologia da Fórmula 1 foi transferida para o novo supercarro.

A abordagem aerodinâmica do Valhalla começa de uma forma similar à F1, usando todos os elementos do formato para produzir pressão aerodinâmica e reduzir o arrasto.

No entanto, o Valhalla não é limitado pelas regras da Fórmula 1 e, portanto, pode se beneficiar totalmente dos sistemas aerodinâmicos ativos tanto na frente quanto na traseira do carro, que vai gerar mais de 600 quilos de pressão aerodinâmica a 240 km/h.

Isso possibilita ao Valhalla a adaptar constantemente a pressão aerodinâmica dianteira e traseira, para maximizar a aderência, equilíbrio e consistência, ou reduzir o arrasto, dependendo da situação e o modo de dirigir selecionado.

Isso permite ao motorista extrair o melhor do chassi e dos pneus do Valhalla.

Como o carro de corrida AMR23, o Valhalla apresenta multi-elementos nas asas dianteira e traseira, embora a asa frontal esteja largamente oculta da visão.

A asa frontal pode ficar plana na posição DRS para diminuir o arrasto ou pode ser angulada para gerar uma forte pressão aerodinâmica na frente das rodas dianteiras.

A asa traseira com multi-elementos permanece plana para criar as belas e limpas linhas do carro, enquanto gera a base do nível de pressão aerodinâmica com o mínimo de arrasto.

No entanto, no modo pista a asa é bastante elevada para o fluxo de ar e maximizar sua efetividade.

O carro então administra ativamente o ângulo de ataque da asa para continuamente fazer o balanço entre a pressão aerodinâmica máxima e o DRS, a fim de maximizar a performance.

Inspirado pelos geradores de vórtex e recursos aerodinâmicos da Fórmula 1, logo à frente das rodas traseiras, funcionam como mini-difusores para conduzir o fluxo de ar para fora e debaixo do carro para cima, aumentando a pressão aerodinâmica.

Um snorkel instalado no teto alimenta a tomada de ar do motor, a exemplo da Fórmula 1, mas também serve para abastecer os dutos de refrigeração para os trocadores de calor do turbo e refrescar a configuração do motor Hot-V turbo.

O vasto conhecimento do Computational Fluid Dynamics (CFD) e os testes em túnel de vento na Fórmula 1 junto com a AMPT têm sido de grande benefício para os engenheiros do carro de rua.

As mesmas técnicas ferramentais de aerodinâmica usadas para criar o AMRF23 têm sido usadas para desenvolver a aerodinâmica do Valhalla.

A equipe de engenharia do Valhalla, trabalhando diretamente com a AMPT, utilizou o mesmo software CFD da equipe AMF1, incluindo aprendizados no acerto do modelo.

Como na Fórmula 1, o Valhalla usou um modelo em escala e um túnel de vento móvel para desenvolver o carro.

Materiais

AMPT e a equipe AMF1 vêm construindo carros em fibra de carbono há tantos anos que há muito pouco sobre materiais que eles não conheçam, embora a ideia de fabricar monocoques de fibra de carbono seja uma novidade para uma equipe habituada a produzir apenas um punhado de carros por temporada.

A equipe de tecnologias de carbono da AMPT trabalha no desenvolvimento de ideias que evoluíram da Fórmula 1 e a mesma abordagem foi aplicada no Valhalla.

Isso tem sido de enorme benefício quando envolve áreas como a simulação de rigidez e testes de impacto.

Grandes ganhos podem ser obtidos ao identificar qualquer vulnerabilidade antes de o destrutivo teste de impacto começar.

A estrutura do coração do Valhalla é trabalhada para maximizar a rigidez com o mínimo de peso, garantindo o máximo controle com precisão milimétrica.

Desenhada e projetada pela AMPT, que aplica suas altamente especializadas capacidades técnicas e expertise na Fórmula 1 além do ponto mais alto do automobilismo, a estrutura do Valhalla é produto da tecnologia de ponta em compósitos.

Uma complexa e exótica combinação de materiais em fibra de carbono, a estrutura de carbono do Valhalla foi criada usando uma tecnologia nova e própria desenvolvida para a Aston Martin.

As seções superiores e inferiores da estrutura foram moldadas em fibra de carbono usando uma mescla do processo Resin-Transfer-Moulding (RTM) e tecnologia de autoclave derivada da Fórmula 1.

O resultado é uma célula do passageiro leve, singular, imensamente rígida e forte, que fornece os melhores atributos da classe em estrutura dinâmica e notável segurança, sem comprometer a ergonomia do motorista e do passageiro.

O Valhalla está na vanguarda da transição da Aston Martin da combustão interna para a híbrida e total eletrificação.

Muito foi aprendido dentro do grupo de gerenciamento do motor para otimizar a performance e maximizar as eficiências do motor V8 biturbo.

Este motor é o mais avançado, sensível e de mais alta performance motor V8 já instalado num Aston Martin.

Quando unido aos três e-motors, cria um trem de força híbrido com tração nas quatro rodas.

Dois motores elétricos no eixo frontal possibilitam ao Valhalla não apenas o recurso da tração nas quatro rodas, mas também o total controle independente do torque aplicado em cada uma das rodas dianteiras, uma técnica conhecida como vetorização do torque.

A vetorização do torque permite uma resposta mais positiva da direção nas tomadas de curva, maior aderência nas curvas e tração aumentada nas saídas de curva. Melhora a experiência de pilotagem e performance em todas as fases da curva.

Os e-motors frontais também fornecem a função reversa, possibilitando a economia de peso na transmissão traseira.

Um terceiro e-motor é integrado à transmissão, fornecendo potência adicional às rodas traseiras, bem como atuando como motor de arranque e gerador para o motor ICE.

“O conhecimento e experiência do pessoal da equipe AMF1 na Aston Martin Performance Technologies combinados com a habilidade e capacidade de nossas equipes de desenvolvimento de carros de rua nos possibilitaram trazer diretamente da Fórmula 1 aprendizados para o desenvolvimento de carros esportivos. Nossa meta para o Valhalla é produzir um supercarro que será o melhor da classe nos padrões de performance, dinâmicas e prazer de dirigir. O Valhalla utilizará tecnologias ativas para reduzir a distância entre os gentlemen driver se o profissional na pista. Ter livre acesso ao conhecimento dentro da equipe AMF1 tem sido uma larga vantagem para nós enquanto desenvolvemos este carro incrível”, Carlo Della Casa, diretor de desenvolvimento de produtos da Aston Martin.

O primeiro protótipo de teste irá para as ruas no final deste ano, com o Valhalla pronto para entrar em produção em 2024.

Há unidades encomendadas para o Brasil.

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McLaren revela decoração da Tríplice Coroa para o Grande Prêmio de Mônaco

A McLaren Formula 1 Team está levando às ruas de Monte Carlo uma decoração especial que remete à conquista da Tríplice Coroa.

Ela poderá ser vista nos MCL60 durante o Grande Prêmio de Mônaco, no próximo domingo (28 de maio) como parte das comemorações do 60º aniversário da equipe.

“Tendo conquistado o maior feito do automobilismo com a Tríplice Coroa, temos orgulho de celebrar a rica história da McLaren com a decoração especial para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023. Em consonância com as comemorações pelo nosso 60º aniversário e honrando o legado de Bruce McLaren, a decoração exclusiva homenageia as três vitórias que formaram a Tríplice Coroa”, disse Zak Brown, o CEO da equipe McLaren.

 

 

 

 

 

 

 

 

A decoração lembra e homenageia a Tríplice Coroa obtida pela McLaren ao vencer as três mais renomadas corridas do automobilismo.

Foram elas: as 500 Milhas de Indianapolis de 1974 com Johnny Rutherford, o Grande Prêmio de Mônaco de 1984 com Alain Prost e as 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Elementos na cor papaia retirados da vitoriosa estreia do MC16C/D da McLaren na Indy 500 cobrem a traseira do MCL60 de Lando Norris e Oscar Piastri.

Isso antes de encontrarem com o branco-gelo da parte central, lembrando o MP4/2 de Alain Prost que ganhou o Grande Prêmio de Mônaco de 1984.

A dianteira do carro do Grande Prêmio de Mônaco de 2023 foi finalizada em preto para homenagear o F1 GTR.

O  carro que deu a vitória à McLaren logo em sua primeira participação nas 24 Horas de Le Mans.

“É um privilégio estar envolvido nas comemorações do 60º aniversário da McLaren. Combinar as três icônicas decorações vencedoras em uma única para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023 será um momento especial para toda a equipe”, acrescentou Lando Norris, piloto da McLaren Formula 1.

No halo do MCL60, as estrelas referentes à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Sob a tomada de ar do MCL60, os anos das vitórias celebradas: 1974, 1984 e 1995 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Lando e Oscar comemorarão as conquistas e legado da equipe de Bruce McLaren ao levar o MCL60 à pista do Grande Prêmio de Mônaco entre os dias 26 e 28 próximos.

A McLaren tem uma rica história em Monte Carlo com 15 vitórias registradas desde 1984, é a equipe com mais triunfos nesse circuito.

A equipe continuará usando a decoração especial da Tríplice Coroa no Grande Prêmio da Espanha, marcado para o circuito de Barcelona-Catalunha apenas uma semana depois, entre os dias 2 e 4 de junho.

A Arrow McLaren também jogará luzes no legado da equipe fundada por Bruce McLaren ao exibir quatro decorações diferentes em cada um dos carros inscritos nas 500 Milhas de Indianapolis neste domingo.

McLaren com os carros da Tríplice Coroa: MCL60, M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

McLarens M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Como parte das celebrações pela Tríplice Coroa, a McLaren mergulhou no seu notável arquivo para produzir cinco filmes.

Todos eles com quatro personagens sublinhando as primeiras vitórias nestas três corridas tão especiais.

Diálogos exclusivos com alguns dos maiores nomes do esporte, como Johnny Rutherford, Alain Prost, J. J. Lehto, Sir Jackie Stewart e Mario Andretti, destacarão a luminosa história da equipe que Bruce McLaren construiu.

Ainda abrilhantarão a incrível façanha que é a conquista da Tríplice Coroa.

Os fãs poderão se unir à equipe na celebração desta campanha com os limitados artigos de merchandise disponíveis online na McLaren Store.

Essa coleção especial é o resultado da colaboração com marcas populares como Mitchell & Ness, New Era e Castore.

Inclui bonés, malhas e agasalhos com capuz sob medida no estilo Tríplice Coroa.

“A decoração da Tríplice Coroa ficou incrível, e não posso imaginar melhor forma de fazer meu primeiro Grande Prêmio de Mônaco como piloto de Fórmula 1 pela equipe McLaren. Bruce McLaren ganhou em Monte Carlo de 1962 e a McLaren tem uma história riquíssima no Grande Prêmio de Mônaco. Sinto-me muito orgulhoso de alinhar no grid com o MCL60 com as mesmas cores dos carros vencedores da Tríplice Coroa”, concluiu Oscar Piastri, também piloto da McLaren Formula 1.

McLaren M16C/D de Johnny Rutherford nas 500 Milhas de Indianápolis de 1974 (McLaren Racing)

McLaren MP4/2 de Alain Prost vitorioso no GP de Mônaco de F1 de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

McLaren F1 GTR foi pilotado por Yannick Dalmas, J.J. Lehto e Masanori Sekiya (McLaren Racing)

 

 

 

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McLaren Racing comemora Tríplice Coroa com decorações especiais nas 500 Milhas de Indianápolis

A McLaren Racing produziu decorações especiais para os carros da equipe Arrow McLaren na 107ª edição das 500 Milhas de Indianapolis.

Tudo isso para celebrar a histórica conquista da Tríplice Coroa como parte de seu 60º aniversário.

A equipe tem quatro carros inscritos na corrida, o quarto representará a conquista coletiva e será pilotado pelo brasileiro Tony Kanaan.

O piloto fará sua despedida da Fórmula Indy na corrida que acontecerá no dia 28 de maio.

Os três carros da McLaren com pinturas alusivas à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Tony Kanaan testa o quarto carro da McLaren; brasileiro fará sua última Indy 500 (IndyCar Media/Joe Skibinski)

 

 

 

 

 

 

 

 

A Tríplice Coroa é amplamente reconhecida como a maior façanha do automobilismo.

Consiste em vencer as três mais prestigiosas corridas das pistas internacionais: o GP de Mônaco de Fórmula 1, as 500 Milhas de Indianápolis e as 24 Horas de Le Mans.

No caso da McLaren Racing, essas conquistas aconteceram algumas vezes.

A primeira na Indy 500 de 1974 com Johnny Rutherford, no GP de Mônaco de 1984 com Alain Prost e nas 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Emblema comemorativo da Tríplice Coroa em um dos carros da McLaren
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

O Arrow McLaren nº 5 pilotado por Pato O’Ward terá decoração toda em preto em homenagem ao F1 GTR que ganhou as 24 Horas de Le Mans logo na primeira tentativa da McLaren.

O NTT DATA Arrow McLaren nº 6 pilotado por Felix Rosenqvist levará a representação da icônica pintura do MP4/2 com o qual Alain Prost venceu o GP de Mônaco pela primeira vez pela McLaren.

Carro de Pato O’Ward: preto, como o McLaren F1 GTR vencedor em Le Mans em 1995 (McLaren Racing)

Carro de Felix Rosenqvist: cores da vitória da McLaren no GP de Mônaco de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

O VELO Arrow McLaren Chevrolet nº 7 de Alexander Rossi correrá totalmente na cor papaia para lembrar o M16C/D que em 1974 garantiu a Johnny Rutherford a primeira vitória da McLaren nas 500 Milhas de Indianapolis.

Tony Kanaan alinhará o carro nº 66 da SmartStop Arrow McLaren Chevrolet com uma decoração alusiva à tríplice coroa.

No começo do ano, Kanaan anunciou que esta seria sua última participação na Indy 500.

Carro de Alexander Rossi na cor papaia, a mesma do vencedor da Indy 500 em 1974
(Divulgação)

Tony Kanaan durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis (Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

Todas essas ações integram a comemoração dos 60 anos da McLaren em 2023.

Honrando seus icônicos momentos na história, celebrando algumas de suas mais notáveis conquistas e o orgulho legado pela equipe do fundador Bruce McLaren.

Os fãs poderão tomar parte das celebrações por meio da edição limitada de merchandise da Tríplice Coroa, com peças selecionadas à venda na McLaren Store e no site do Indianapolis Motor Speedway ao longo da semana da Indy 500.

Uma variedade de peças especiais feitas em colaboração com marcas como Mitchell & Ness, New Era e Castore e artigos como bonés, malhas e blusas com capuz sob medida ao estilo Tríplice Coroa.

Pato O’Ward durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis (IndyCar Media/Joe Skibinski)

“Como fabricante, temos orgulho da conquista da prestigiosa Tríplice Coroa. Em nosso 60º aniversário, estamos jogando luz sobre o legado da equipe construída por Bruce McLaren e do papel que isso representa em nossas ambições futuras para o time. Como fã da McLaren desde sempre, lembro muito bem da dramática vitória de Alain Prost em Mônaco em 1984 e o incrível momento em que a equipe ganhou em Le Mans logo na estreia. Ao mesmo tempo, a primeira vitória de Johnny Rutherford nas 500 Milhas na cor papaia é um dos momentos mais importantes da história da McLaren Racing. Estou ansioso para ver nossos quatro carros levando as cores das vitórias na Tríplice Coroa na Indy 500 deste ano”, afirma Zak Brown, CEO da McLaren Racing.

Felix Rosenqvist durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

“Gosto de encorajar a equipe toda vez que eles vestem a camiseta de corrida na cor papaia dizendo ‘pensem na incrível conquista do time e o que significa fazer parte dessa rica história’. Esse significado será ainda maior em maio, quando levarmos nossos carros para o grid das 500 Milhas de Indianapolis com essa esplêndida decoração honrando o legado da Tríplice Coroa da McLaren Racing”, afirma Gavin Ward, diretor esportivo da Arrow McLaren.

Alexander Rossi durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

 

 

 

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Lotus Evija Fittipaldi: edição especial é o carro de produção mais potente do mundo

A Lotus está iniciando a fabricação do Evija Fittipaldi, o carro de produção mais potente do mundo. Trata-se de uma edição especial para comemorar o 50º aniversário do título do piloto brasileiro Emerson Fittipaldi e do Team Lotus na F1 em 1972.

O piloto ajudou a estabelecer a Team Lotus como uma lenda do automobilismo, garantindo o quinto dos seis campeonatos de F1 da equipe durante seu período mais dominante nas décadas de 1960 e 1970.

 

 

 

 

 

O icônico carro de corrida Lotus Type 72 utilizado por Fittipaldi influenciou fortemente a estética do Evija Fittipaldi.

Apresentando o mesmo esquema de cores preto e dourado, que também completa 50 anos em 2022, traz o exterior pintado à mão e vários outros recursos de design exclusivos que foram criados para comemorar essa colaboração.

Inclui ainda uma vista plana pintada à mão do Type 72 gravada no teto de fibra de carbono, decalques comemorando as vitórias de corrida do Type 72 na asa traseira ativa e o emblema nº 8 de Fittipaldi no Pilar B, a mesma designação que ele usava quando levou a Lotus para uma vitória em casa no Grande Prêmio em 1972.

As rodas Type 72 pretas e douradas apresentam contornos de trava central anodizados em vermelho no lado direito do carro e verde no lado esquerdo, com mais preto e dourado aplicados nas pinças de freio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior também mantém o esquema de cores em dois tons. O couro preto é acentuado com costuras douradas, os pedais, os contornos das saídas de ar e o botão start-stop são todos dourados.

Além disso, destaques são encontrados no volante e nos encostos dos bancos, onde a costura dourada contrasta com o couro preto e a fibra de carbono visível. 

Um destaques fica por conta de um mostrador giratório central com acabamento dourado, feito de alumínio reciclado do Type 72 original, garantindo que uma peça genuína do icônico piloto de F1 faça parte de cada Evija Fittipaldi.

Outros detalhes incluem a assinatura de Fittipaldi bordada à mão no painel, uma representação esquemática do Type 72 no forro do teto interno e o elevador do seletor de marchas, feito de alumínio reciclado do monoposto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro elétrico possui potente conjunto mecânico formado por quatro motores elétricos, que juntos rendem impressionantes 2040 cv de potência e 173,8 kgfm de torque.

Isso permite que o Evija Fittipaldi atinja 100 km/h em menos de três segundos e 300 km/h em apenas nove segundos, além de alcançar velocidade máxima limitada eletronicamente de 350 km/h.

A bateria de 93 kWh oferece até 400 km de autonomia em condução normal, e uma carga de 80% leva apenas 18 minutos usando um carregador rápido de 350 kW DC.

 

 

 

 

 

A apresentação do carro super exclusivo, aconteceu na semana passada na sede da empresa em Hethel, Reino Unido, com Fittipaldi como convidado de honra. 

“Gostei muito de fazer parte deste projeto e foi uma experiência maravilhosa revelar o carro a alguns dos novos proprietários. Ter a oportunidade de pilotar o Evija Fittipaldi e meu carro vencedor do campeonato Type 72 de Fórmula 1 na pista de testes de Hethel foi uma experiência incrível”, disse Emerson Fittipaldi.

O Lotus Evija Fittipaldi terá apenas 8 unidades produzidas e todas já foram vendidas. As primeiras entregas estão programadas para o início de 2023. 

A Lotus não anunciou publicamente um preço, mas provavelmente foi maior do que o preço já impressionante do Evija de mais de US $ 2 milhões, aproximadamente R$ 10.482.400,00.

 

 

 

 

 

 

 

 

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