Ford lança no Brasil o Mustang Mach-E GT Performance, primeiro modelo totalmente elétrico da marca por R$ 486 mil

Na segunda-feira (16) a Ford iniciou no Brasil as vendas do Mustang Mach-E, seu primeiro veículo 100% elétrico e, também, primeiro Mustang totalmente elétrico no mundo. 

A proposta da marca é combinar performance, tecnologia, versatilidade e design que só um ícone como o Mustang pode oferecer, numa experiência diferenciada no segmento de esportivos premium.

Lançado em cerca de 40 países desde sua estreia global em 2021, é o segundo veículo elétrico mais vendido dos Estados Unidos e agora chega ao mercado brasileiro como uma opção diferenciada de tudo o que existe no mercado atualmente.

“O Mustang Mach-E é um produto diferenciado de tudo o que existe hoje no mercado, tanto pelo que ele entrega do ponto de vista de experiência do consumidor como de versatilidade e performance. É um grande marco na eletrificação da nossa linha, um veículo esportivo com espaço para a família e, como dizemos, o único elétrico que é um Mustang”, afirma Marcel Bueno, diretor de Marketing da Ford América do Sul.

 

 

 

 

 

O Mustang Mach-E foi projetado para ser um crossover elétrico, derivado do famoso “pony-car”.

O visual exclusivo, incorpora em sua silhueta icônica elementos de design inspirados nos Mustangs da década de 60 com os traços essenciais que definem a personalidade do modelo.

A dianteira se destaca pelo longo capô, o nariz de tubarão, a coluna em C e os faróis e lanternas Full LED de três barras, todos esses elementos que são típicos da família. 

A grade dianteira com relevos internos em duas camadas é exclusiva da versão GT, o teto pintado em tom escuro contribui para realçar o perfil dinâmico da coluna C, já as laterais sem maçanetas criam um visual fluido.

As rodas de 20″ com design exclusivo e face diamantada, calçadas com pneus Pirelli P-Zero 245/45R20 e freios de alta performance Brembo, acentuam o seu porte e equilíbrio.

 

 

 

 

 

O porte do Mustang elétrico também chama atenção com seus 4,74 metros de comprimento, 2.09 m de largura (com os retrovisores), 1.61 m de altura e distância entre-eixos de 2.98 m, o que deixou a cabine mais espaçosa.

O veículo oferece ótimo espaço interno, além da maior capacidade de carga da categoria com 541,5 L, ao somar o porta-malas traseiro de 402 L, com o compartimento extra sob o capô, de 139,5 L,  chamado de “frunk” (abreviatura de “front trunk”), com revestimento de fácil limpeza e dreno.

O SUV é oferecido em sete opções cores: Vermelho Zadar, Azul Estoril, Azul Algarve, Branco Nur, Branco Space, Cinza Torres e Preto Astúrias.

 

 

 

 

 

A cabine traz acabamento minimalista e requintado, proporcionando muito conforto e a tecnologia para os 5 passageiros. 

Os bancos tem revestimento de material ecológico premium ActiveX, com costuras e detalhes em tons metálicos e os assentos dianteiros contam com ajuste elétrico, aquecimento e memória para o motorista.

O volante com o logotipo do cavalo estampado no centro também é aquecido e pode ser ajustado em altura e profundidade.

A abertura das portas é eletrônica realizada pelo botão E-Latch, código ou celular, com o aplicativo FordPass e o teto solar panorâmico possui revestimento especial termo-refletivo, para proteção contra raios infravermelhos e ultravioleta e é o maior já usado num carro da Ford.

Os emblemas internos e externos, com acabamento escurecido e  a gravação GT, destacam a exclusividade do Mustang Mach-E GT Performance.

 

 

 

 

 

 

 

 

O Mustang Mach-E tem diversas soluções de tecnologia e conectividade, como o  painel de instrumentos de 10,2″ digital e o novo sistema multimídia  SYNC 4A com tela multifuncional de 15,5” e conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Traz ainda sistema de som B&O premium by Bang and Olufsen, com amplificador de 560 W, 9 alto falantes e subwoofer, 6 entradas USB, tipo A e C e carregador por indução. 

Através do aplicativo FordPas Connect é possível dar a partida no veículo acionando o ar-condicionado, receber alertas, verificar dados do veículo, como pressão dos pneus e nível da bateria, localizar carregadores públicos para planejar viagens longas, entre outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outros itens de série do Mustang são ar-condicionado dual zone com saída para a segunda fileira, assistente de estacionamento automático, câmera 360° e partida sem chave.

Os recursos de segurança e de auxílio ao condutor incluem nove airbags, piloto automático adaptativo com Stop & Go, alerta de colisão com detecção de pedestres, alerta de tráfego cruzado e frenagem autônoma de emergência.

Além de assistente de manobras evasivas, assistente de manutenção e centralização em faixa, farol alto automático, sistema de monitoramento de pontos cegos, reconhecimento de placas de velocidade, câmera 360°, assistente de estacionamento e outros.

 

 

 

 

 

O conjunto mecânico do Mach-E é composto de dois motores elétricos, um em cada eixo  e transmissão automática com uma marcha à frente e outra à ré. 

Com potência máxima de 487 cv e torque de 87,7 kgfm, o maior da categoria e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos, com velocidade máxima de 200 km/h, limitada eletronicamente.

A bateria, com capacidade de 91 kWh, garante uma autonomia de 379 km no padrão do Inmetro, ou 541 km pelo método WLTP.

O veículo pode ser carregado em casa, com o carregador Ford Mobile Wallbox portátil de 7 kW, que recarrega de zero a 100% da bateria em cerca de 14 horas, fornecido com o veículo, ou em carregadores públicos, usando plugue Tipo 2, o mais comum.

 

 

 

 

 

O SUV elétrico conta ainda com três modos de condução que fazem o ajuste automático de pontos como: iluminação ambiente, respostas do acelerador, estilo do som e até mesmo o esforço à direção.

O modo Engage é para condução diária, com direção e amortecimento ativo adaptados para condução normal. Quando em uso, a iluminação interna e os gráficos do painel ficam na cor azul e exibe o medidor de carga da bateria.

Já o modo Whisper é indicado para dirigir em condições climáticas adversas ou em estradas escorregadias, ele diminui a resposta do acelerador e adapta a direção e o amortecimento ativo para o conforto.

Por fim, o Unbridle é para condução esportiva e faz com que o veículo acelere mais rápido com uma sensação de direção mais esportiva.

Nesse modo o som de propulsão interno aumenta e a iluminação ambiente e os indicadores gráficos no painel ficam laranja, com um gráfico representando aceleração e comandos ao volante.

Esse modo ainda oferece uma configuração extra, Unbridle Extended, para condução esportiva com otimização da bateria.

O Ford Mustang Mach-E está disponível em versão única, GT Performance AWD Extended Range, pelo valor de R$ 486.000, nas mais de 110 concessionárias da Rede Ford no Brasil com prazo de entrega de até 60 dias.

O modelo vem com três anos de garantia e revisões gratuitas pelo mesmo período, sem limite de quilometragem.

Ele oferece também uma garantia especial para o sistema propulsor, que inclui os motores e a bateria, de oito anos ou 160.000 km.

A manutenção preventiva é feita a cada 12 meses, ou 16.000 km, com a verificação de itens como filtro de pólen e fluidos da transmissão e dos freios.

 

 

 

 

 

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Audi creates 500 new electric mobility jobs at its Ingolstadt lo

Audi abre 500 novos postos de trabalho para mobilidade elétrica em Ingolstadt, na Alemanha

A Audi está dando o pontapé inicial na maior iniciativa de sua história ao começar a produção do novo Audi Q6 e-tron.

Que foi baseada em sua Plataforma Elétrica Premium (PPE, na sigla em inglês).

A primeira série de modelos totalmente elétricos será produzida na fábrica da marca em Ingolstadt, na Alemanha.

Ela demonstra como a Audi está preparando e qualificando os seus funcionários para a nova era da mobilidade elétrica.

“Com os novos 500 postos de trabalho para a produção do nosso Q6 e-tron totalmente elétrico, estamos demonstrando que a nossa transição para a mobilidade elétrica é também um impulsionador para a criação de empregos. Ao garantir um elevado volume de empregos e novos cargos, a eletrificação aumentará a segurança no trabalho em nossas instalações alemãs. Este é o motivo pelo qual a Audi também está considerando a utilização de funcionários temporários, que já trabalham em Ingolstadt, no processo de seleção”, afirma Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Além da criação de postos de trabalho especificamente para e-mobility, a transformação da força de trabalho é uma parte essencial da transição da Audi para a mobilidade elétrica.

“Nossos funcionários continuam a obter qualificações e se reinventam em termos profissionais, e isso possibilita a transição para a mobilidade elétrica”, acrescenta Ros.

Para isso, a Audi proporciona inúmeras oportunidades de treinamento e desenvolvimento aos funcionários.

O foco é no desenvolvimento e na qualificação dos funcionários atuais para as novas tarefas.

Nos últimos 18 meses, a Audi qualificou cerca de 8.300 funcionários dos setores de Produção, Desenvolvimento Técnico e Vendas em Ingolstadt, antecipando o lançamento do Q6 e‑tron.

Somente em 2022, a AUDI AG investiu aproximadamente 150 milhões de euros em treinamento e desenvolvimento dos seus funcionários.

E na Audi Hungaria, em Győr, onde se fabrica o conjunto propulsor do Audi Q6 e-tron, cerca de 2.000 funcionários também já foram treinados para eletrificação desde 2022.

A produção em série do Audi Q6 e-tron fará da sede em Ingolstadt a primeira instalação da Audi na Alemanha a possuir sua própria planta de montagem de baterias.

“Estamos moldando ativamente a transição estrutural para e-mobility. Com a montagem das baterias, já criamos 300 postos de trabalho atrativos e voltados para o futuro em nossa planta de Ingolstadt. Ao mesmo tempo, um conhecimento valioso a ser empregado na produção de veículos totalmente elétricos está sendo criado em todas as nossas fábricas. Estamos utilizando a eletrificação para um realinhamento abrangente de nossa rede de produção mundial; e a montagem de baterias em Ingolstadt é uma parte desse esforço”, afirma Gerd Walker, Diretor de Produção da Audi.

Com sua estratégia corporativa Vorsprung 2030, a Audi tomou a decisão de descontinuar os motores a combustão.

Baseada nessa decisão, ela está agora caminhando para preparar todas as suas plantas para produção de veículos elétricos.

Até o final da década, cada instalação da Audi em todo o mundo produzirá no mínimo um modelo totalmente elétrico.

A Audi está utilizando a reformulação de suas instalações para reinventar de forma abrangente suas fábricas e seus processos de produção.

Novo Audi Q6 e-tron

A Produção da Audi estabeleceu metas ambiciosas para a transformação de suas fábricas como parte de sua estratégia 360factory e está realizando uma abordagem holística para a sua implementação.

Processos de produção otimizados, digitalização como a base para ganhos de eficiência e cadeias de fornecimento resilientes.

Além de uma rede de produção altamente flexível e metas de sustentabilidade claras, são alguns dos campos estratégicos sendo alavancados pela área de Produção da Audi.

Como próximo passo, a empresa está preparando sua própria instalação de produção de módulos de bateria em Ingolstadt para a futura série de modelos totalmente elétricos.

“Ao mesmo tempo, estamos criando novas oportunidades de trabalho em nossas instalações. Isto se deve ao fato de estarmos comprometidos em lidar com a transformação juntamente com os funcionários em nossa rede de produção atual”, esclarece Ros.

 

 

 

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EVs são estratégicos para descarbonização do Brasil

Relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o aquecimento global é mais alarmante do que se imaginava.

O reflexo disso são eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Diante da urgência de medidas para a descarbonização do planeta, diversos países estão estabelecendo ações de contenção.

Um exemplo disso seria estipular uma data limite para o comércio de veículos à combustão já nas próximas décadas.

Entre os grandes mercados de automóveis, o Brasil se destaca pela baixa emissão de gás carbônico (CO2) pelo setor de transporte, que tem o etanol como alternativa à gasolina.

O combustível vegetal representa hoje aproximadamente 30% da escolha do consumidor no abastecimento de veículos flex no país.

“Apesar da notabilidade do papel do etanol, o Brasil não pode deixar de buscar alternativas mais eficientes, como o carro elétrico, o único que não emite gás carbônico ou poluentes por onde roda. Por isso nem escapamento tem”, observa Elbi Kremer, diretor de Engenharia e Planejamento de Produto da GM América do Sul.

Para especialistas, a melhor maneira de calcular a emissão de CO2 de um automóvel na atmosfera é somando o que ele emite durante o seu uso mais o impacto que a produção do seu combustível provoca no meio ambiente.

É a famosa equação do poço à roda, cujo parâmetros variam de mercado para mercado, de acordo com a matriz energética.

Por isso a emissão de um veículo elétrico num país no qual a matriz energética está baseada na queima de carvão mineral ou de outros combustíveis fosseis vai ser bem diferente da emissão de um EV utilizado no Brasil.

Hoje 86% de energia elétrica do país vem de fonte renovável, hidroelétricas, parques solares e eólicos.

Encomendada pelo Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), a metodologia de cálculo do poço à roda no Brasil foi desenvolvida por técnicos da indústria, governo, fornecedores e acadêmicos.

Ela considera a intensidade de carbono da matriz energética nacional e os cálculos de eficiência energética dos veículos do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE) do Inmetro.

Neste contexto, nota-se uma gradualidade entre modelos de mesma categoria, sendo um EV, em média, 50% mais sustentável que um híbrido flex.

O modelo híbrido é abastecido somente com etanol e quase dez vezes mais sustentável que um carro tradicional movido apenas a gasolina.

A fórmula para cálculo da equação do poço à roda com dados da matriz energética brasileira está no site da AEA.

As informações de eficiência energética dos veículos disponíveis no país são publicados pelo Inmetro.

“Pela perspectiva da convergência global e potencial futuro de exportação da indústria nacional é indiscutível que o EV é a melhor solução”, complementa Kremer.

De acordo com o executivo, o etanol ainda pode ser aproveitado lá na frente de forma estratégica para a produção de hidrogênio verde, por exemplo.

É consenso que não existe apenas uma solução à questão da descarbonização.

Por isso a GM vai continuar investindo em tecnologias para reduzir a emissão dos seus veículos a combustão e ampliando sua linha de EVs no país.

Já em relação a América do Sul, a região tem potencial para se transformar em polo de produção e exportação de tecnologias e de veículos elétricos.

A começar pelas grandes reservas de matérias-primas, essenciais para a produção de baterias.

Outro fator estratégico é o talento da engenharia local, referência global no desenvolvimento de veículos de sucesso.

A região conta ainda com um amplo parque industrial e um grande mercado consumidor em potencial.

Para aproveitar esta janela de oportunidade mundial, o país precisa estabelecer regras claras e políticas públicas de fomento que permitam a adoção em massa dos EVs e, consequentemente, a sua industrialização.

 

 

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Jaguar vai investir 15 bilhões de euros nos próximos 5 anos em eletrificação

A Jaguar Land Rover (JLR) anunciou seus planos para acelerar sua transição para se tornar a principal fabricante de carros, alinhados ao padrão Modern Luxury do mundo.

Sua fábrica de Halewood, no Reino Unido, se tornará uma instalação de produção totalmente elétrica e sua próxima geração de arquitetura SUV de médio porte, arquitetura modular eletrificada (EMA), agora será puramente elétrica.

Em uma atualização para a mídia global no centro da JLR em Gaydon, o CEO, Adrian Mardell, reafirmou o compromisso da empresa com a estratégia Reimagine.

Essa estratégia reposicionará a empresa como uma montadora de carros de luxo moderna e elétrica até 2030, à medida que a JLR avança em direção às suas metas financeiras de alcançar uma posição positiva de caixa líquido no AF25 e EBIT de dois dígitos até 2026.

“Há dois anos, lançamos nossa estratégia Reimaginee, desde então, fizemos grandes progressos, incluindo o lançamento de dois novos modelos, o Range Rover e o Range Rover Sport, aclamados pela crítica, juntando-se à família Defender, para a qual há uma demanda recorde. Conseguimos isso enquanto navegávamos pelos ventos contrários da pandemia e da escassez de chips e aumentamos com sucesso a produção de nossos modelos mais lucrativos para gerar lucro no 3º trimestre. Hoje tenho o orgulho de anunciar que estamos acelerando nosso caminho de eletrificação, tornando totalmente elétrica uma de nossas fábricas no Reino Unido e nossa arquitetura de SUV de luxo de tamanho médio de próxima geração. Esse investimento nos permite oferecer nosso futuro elétrico de luxo moderno, desenvolvendo novas habilidades e reafirmando nosso compromisso de zerar as emissões líquidas de carbono até 2039″, disse Adrian Mardell, CEO da JLR.

Ao divulgar a notícia sobre seus novos esforços na área de eletrificação de próxima geração, a JLR confirmou que começará a receber pedidos de clientes para o Range Rover totalmente elétrico a partir do final deste ano.

O primeiro de seus SUVs de luxo moderno de tamanho médio de próxima geração será um modelo totalmente elétrico da família Range Rover.

Será lançado em 2025 e construído em Halewood, em Merseyside, em um movimento que afirma ainda mais o compromisso da JLR com o futuro da indústria automobilística do Reino Unido.

E enquanto a EMA agora será apenas elétrica, à medida que a tendência para a eletrificação em certos mercados aumenta, a JLR manterá a arquitetura longitudinal modular flexível (MLA) na qual o Range Rover e o Range Rover Sport são construídos, oferecendo opções de motor de combustão interna (ICE), HYBRID e veículo elétrico a bateria (BEV).

Isso dá à JLR flexibilidade para adaptar sua linha de veículos para atender às necessidades de diferentes mercados em todo o mundo, que estão se movendo em diferentes velocidades em direção a metas de zero carbono.

Como próximo passo dentro da estratégia Reimagine, foi revelado que a JLR mudará para a abordagem House of Brands, para amplificar o caráter único de cada uma de suas marcas, Range Rover, Defender, Discovery e Jaguar.

E também acelerar a entrega da visão da empresa, para se tornarem orgulhosos criadores das marcas automotivas de luxo modernas mais desejáveis do mundo para os clientes mais exigentes.

“É fundamental para a nossa estratégia Reimagine a formação da House of Brands, que é uma evolução natural, com o objetivo de elevar e amplificar a singularidade de nossas marcas características britânicas. Nossa ambição final é construir experiências verdadeiramente emocionais e envolventes para nossos clientes que, ao longo do tempo, construirão alta equidade de longo prazo para nossas marcas e sustentabilidade de longo prazo para a JLR. Reinventamos radicalmente a Jaguar como uma marca de luxo moderno. A chave para a transformação da Jaguar é que os projetos transmitem que eles são uma cópia de nada”, Gerry McGovern OBE, diretor criativo da JLR.

A JLR também anunciou que o primeiro de três Jaguares alinhado ao padrão Modern Luxury será um GT de 4 portas construído em Solihull, em West Midlands, Reino Unido.

Com potência maior do que qualquer Jaguar anterior, uma alcance de até 700 km (430 milhas) e com preços indicativos de £100.000, o novo Jaguar será construído em sua própria arquitetura única, chamada JEA.

Mais detalhes do novo GT Jaguar de 4 portas serão divulgados ainda este ano, antes de começar a ser vendido em mercados selecionados em 2024, para entregas a clientes em 2025.

“Com o Range Rover, o SUV de luxo original, disponível para pré-encomenda em forma puramente elétrica no final deste ano, e o primeiro de três modelos elétricos reimaginados da Jaguar a serem lançados em 2025, estamos entrando em uma nova era elétrica incrivelmente emocionante para a JLR como um negócio de luxo moderno”, complementa Adrian Mardell.

A JLR também revelou que seu Centro de Fabricação de Motores em Wolverhampton, no Reino Unido, atualmente produzindo motores de combustão interna Ingenium para seus veículos, terá um futuro elétrico.

Serão produzidas unidades de acionamento elétrico e baterias para os veículos de próxima geração da JLR. Ele será renomeado para “Centro de Fabricação de Propulsão Elétrica”, refletindo o movimento.

A marca finalizou com outra notícia positiva para o futuro do histórico local de Castle Bromwich, confirmando que suas instalações de estampagem que preparam a metalurgia da carroceria prensada para os veículos da JLR serão expandidas.

Isso para desempenhar um papel fundamental no futuro elétrico da empresa, fornecendo carroceria para veículos elétricos de próxima geração.

A Jaguar Land Rover continuará explorando opções para outras partes do Castelo de Bromwich.

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