Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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20 curiosidades da nova geração do Citroën C3 que celebra aniversário de 20 anos de sua chegada ao Brasil

Há vinte anos, o Citroën C3 chegava ao Brasil para começar uma história incrível.

O modelo de maior sucesso da marca na região celebra neste ano seu vigésimo aniversário com o êxito de sua nova geração.

Ele foi feito para atender ao exigente consumidor brasileiro e se beneficiando de toda a experiência da Citroën na região.

Desde sua estreia no mercado, em maio de 2003, o Citroën C3 é produzido na fábrica de Porto Real (RJ).

O Polo Industrial da Stellantis na região é responsável pelo abastecimento do Novo C3 a diversos países da América do Sul.

Ao longo de todos esses anos, o C3 sempre acompanhou as demandas do mercado.

E tornou-se rapidamente um modelo de desejo para centenas de milhares de clientes em todo o continente.

Para comemorar essa data, a Citroën divulgou vinte curiosidades e características do Novo C3.

Todas elas consolidaram o C3 no mercado como uma alternativa única de acessibilidade, design e robustez. Veja cada uma delas a seguir:

1 – Claro que a primeira coisa não podia ser outra que não a atitude SUV do Novo C3. E isso não se refere apenas ao seu estilo ousado.

Sua suspensão soma conforto e estabilidade e entrega características únicas no segmento: são 18 cm de altura livre do solo, 23º de ângulo de entrada e 39º de ângulo de saída.

Isso significa mais tranquilidade para superar os típicos obstáculos urbanos.

2 – O Citroën Connect Touchscreen de 10” já virou sinônimo de Novo C3.

Elogiada pela crítica e consumidores, essa central multimídia com ampla tela de dez polegadas une uma interface intuitiva, rapidez na resposta e integração Android Auto e Apple Carplay totalmente sem fio.

Além disso ela está conectada com um eficiente sistema com seis alto-falantes, diferencial no segmento.

O pacote de infoentretenimento é complementado com a opção de até três conectores USB, incluindo dois voltados para a segunda fileira de bancos.

 

 

 

 

 

 

3 – Tudo isso é integrado a um pacote acessível, desde o momento da compra até seu uso.

As revisões do Novo C3 custam menos de R$ 2 por dia nos três primeiros anos.

E o valor das dez primeiras revisões está disponível no site da Citroën, evitando surpresas e permitindo que o proprietário se programe com antecedência.

4 – Sua cesta de peças também possui valores competitivos.

Tanto os componentes de manutenção periódica quanto aqueles que precisam ser trocados após imprevistos foram pensados para serem acessíveis.

O projeto inteligente do Novo C3 também diminui o número de itens atingidos em pequenas colisões, simplificando o reparo e tornando o seguro mais acessível.

5 – Uma gama de motores modernos dá ao C3 ainda mais eficiência, com um consumo de combustível de até 14,1 km/l nas versões 1.0, com nota “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).

Isso permite que o modelo tenha uma autonomia superior a 660 km sem precisar reabastecer.

6 – Por falar em motor, você sabia que os propulsores do Novo C3 são projetados para simplificar sua manutenção e deixá-la sempre acessível?

No 1.0 Firefly, por exemplo, a disposição de itens de troca periódica foi pensada para tornar as revisões ainda mais rápidas e ampliar a disponibilidade do modelo aos seus proprietários.

7 – Essa eficácia e acessibilidade foram possíveis graças à ampla experiência da Citroën e Stellantis no Brasil.

O Novo C3 se beneficia da sinergia do maior grupo automotivo do país e desde seu lançamento ele dispõe de mais de 70% de componentes nacionalizados, gerando ainda mais emprego na cadeia automotiva brasileira.

8 – E a base de todas essas virtudes e curiosidades é a inovadora variante da plataforma CMP, que estreou em Porto Real (RJ) com o Novo C3.

Moderna, leve e versátil, ela permite o desenvolvimento de diferentes modelos sobre a mesma arquitetura e estará presente no Novo C3 Aircross.

9 – A nona curiosidade em torno do Novo C3 tem relação direta com os países que, junto do Brasil, comercializam o modelo na região. Atualmente Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Colômbia, Peru, República Dominicana e Costa Rica contam com o modelo em sua gama de produtos Citroën.

10 – Sobre essa base o Novo C3 entrega uma cabine ampla e espaçosa, com posição de dirigir elevada e conforto para todas as pessoas e suas bagagens, é claro.

Seu porta-malas de 315 litros (padrão VDA) é o maior do segmento e foi pensado para receber os mais diferentes tipos de malas e outros objetos.

11 – Às vezes a comodidade está em itens tão discretos que podem passar despercebidos. É o caso da abertura elétrica do porta-malas do Novo C3, elemento de série em todas as versões.

O conforto continua nos vidros elétricos com fechamento por “um toque” e proteção antiesmagamento.

12 – Todo Novo C3 vem de série com ar-condicionado e direção elétrica, mas mesmo esses itens tão necessários e solicitados pelos clientes são especiais no modelo.

O peso do volante varia conforme o uso do carro, ficando leve durante manobras e firme em altas velocidades, otimizando o controle do veículo em qualquer condição.

Já o sistema de climatização foi projetado para vencer até o mais quente dos verões e garantir o conforto mesmo nos dias mais frios do inverno.

Afinal, o Brasil possui diferentes climas em um só país, e o Novo C3 deve ser confortável e agradável em qualquer um deles.

13 – A inovação e estilo do C3 está nos mínimos detalhes.

Ele foi um dos primeiros carros nacionais a receber luzes de condução diurna (DRL) com leds que, nesta geração, formam o icônico “V” horizontal presente nos modelos da Citroën.

A gestão das luzes diurnas é inteligente e se adapta à condição que o veículo está no momento.

14 – Todo Novo C3 vem de fábrica com controle de estabilidade e tração de série. Mas você sabia que, no modelo, esse sistema oferece um recurso extra? É o assistente de partida em rampa.

Funciona assim: ao parar em uma ladeira, o equipamento mantém o Novo C3 parado por alguns segundos após você tirar o pé do freio, permitindo que você saia com tranquilidade e sem risco de o carro ir para trás.

E o assistente funciona também em descidas, quando a ré é engatada, simplificando manobras em ruas inclinadas.

15 – Um olhar mais atento vai reparar que todo Novo C3 carrega eficientes pneus 195/65 R15.

Essa medida proporciona ainda mais conforto ao motorista e passageiros, pois amplia a absorção de impactos em conjunto com uma suspensão eficiente e agradável.

De quebra, o maior perfil dos compostos ajuda a proteger as rodas do modelo de pequenos contatos com o meio-fio ao estacionar.

 

 

 

 

 

 

16 – O Novo C3 tem um visual marcante, mas dá para deixá-lo com ainda mais personalidade optando pela pintura bitom.

Esse recurso estilístico faz parte da história da Citroën e é oferecido em toda a gama de veículos de passeio da marca no Brasil.

Mas o Novo C3 vai além, sendo o único modelo do segmento a oferecer duas cores de teto, preto ou branco.

17 – Um carro importante como o Novo C3 merece uma campanha à altura.

Isso inclui uma inovadora ação no metaverso, que permitiu aos jogadores do mundo inteiro conhecerem de perto o modelo e até guiá-lo no mundo virtual.

Inclusive essas ações estão entre os motivos para a Citroën ter ganhado o prêmio de Marca Digital do Ano no tradicional prêmio Carro do Ano, da Autoesporte.

18 – E já que o assunto é prêmio, não dá pra esquecer a prateleira de conquistas cada vez maior do Novo C3.

Só no Brasil ele foi eleito Melhor Carro Nacional até 1,2 litro pela Abiauto, Melhor Carro Nacional pela CAR Magazine e Melhor Hatch Compacto no Mobilidade Estadão.

No mundo ele já amealhou diversos prêmios, incluindo o prestigiado World Car Awards, na categoria Melhor Carro Urbano.

 

 

 

 

 

 

 

19 – Cada vez mais o consumidor quer deixar seu carro com a sua cara, e com o Novo C3 não é diferente.

Por isso a Citroën oferece uma gama com mais de 50 acessórios, como pedaleiras, luz ambiente, capas para banco, redes de bagagem, rodas de liga-leve e adesivos para a carroceria.

Tudo para que cada Novo C3 seja único.

20 – Você sabe o que é C-Cubed? É um inovador programa que prepara três modelos inéditos desenvolvidos e projetados para a América do Sul.

O Novo C3 foi o primeiro lançamento dessa tríade que tem tudo para conquistar ainda mais os brasileiros e sul-americanos.

 

 

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Stuttgart Porsche e Felipe Nasr: uma parceria entre campeões

A Stuttgart é a mais nova patrocinadora do brasileiro Felipe Nasr, piloto oficial da equipe Porsche Penske Motorsport no campeonato IMSA SportsCar e nas 24 Horas de Le Mans.

O logotipo da maior rede de Porsche Centers do Brasil estará no capacete e no macacão de Nasr já a partir das 24 Horas de Le Mans, nos dias 10 e 11 de junho.

Nasr correrá no Porsche 963 inscrito com o número 75, alusivo à comemoração do 75º aniversário da Porsche.

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

 

 

 

 

 

 

 

“Para mim, é uma honra representar a Stuttgart em uma prova como Le Mans sendo brasileiro e integrando a equipe de fábrica da Porsche. A Stuttgart é uma empresa brasileira que tem história no automobilismo e tem história com a Porsche. É uma oportunidade de construir uma imagem entre Porsche e Brasil, com a Stuttgart tendo uma atuação importante no posicionamento da marca. Vencer a 24 Horas de Le Mans na classificação geral é algo que nenhum brasileiro conseguiu antes, e quero fazer de tudo para trazer essa vitória para a gente”, disse Felipe Nasr, piloto oficial da Porsche Penske Motorsport.

Felipe Nasr e Marcel Visconde celebram a assinatura do contrato na Stuttgart
(Sposito Studio)

O acordo entre a Stuttgart e Nasr prevê que o piloto correrá até o fim da temporada 2023 divulgando o nome da empresa no capacete e nas mangas do macacão.

A assinatura do contrato aconteceu ontem (31 de maio) no Porsche Center São Paulo. 

Será a segunda vez que o nome da Stuttgart estará envolvido com as 24 Horas de Le Mans.

Em 1997, os Porsches 911 GT1 da equipe oficial de fábrica ostentaram a inscrição “Stuttgart Sportcar – Brazil” no spoiler dianteiro e nas abas laterais da asa traseira.

“A Porsche tem uma história em Le Mans, a Stuttgart tem uma história com a Porsche e agora estamos todos juntos com o Felipe no projeto do 963. A Stuttgart teve seu nome nos carros da equipe oficial da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e, em todos esses anos, criou um vínculo muito forte com as corridas de longa duração. Agora ela está de volta a Le Mans com as presenças no capacete e no macacão do Felipe. É uma união que acontece em um momento histórico muito feliz: 100 anos de Le Mans, 75 de Porsche e 25 de Stuttgart”, afirma Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

A conexão da Stuttgart com as corridas de longa duração remonta à década de 1990.

Inclui a participação nas 24 Horas de Daytona de 1998 com uma equipe totalmente formada por brasileiros.

No Brasil, a Stuttgart tem vitórias nas principais corridas de Endurance do calendário nacional, como a Mil Milhas Brasil e os 500 Km de São Paulo.

Também foi campeã nacional de Endurance em 2017 na classificação geral.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

Além da parceria com a Stuttgart, Felipe Nasr revelou a pintura criada pelo artista plástico Adonis Alcici para o capacete que usará nas 24 Horas de Le Mans.

A decoração usa as mesmas cores que estarão nos três Porsches 963 da equipe de fábrica em Le Mans.

Cada uma delas em homenagem aos carros que correram pela fábrica na prova francesa.

Essas cores foram aplicadas no capacete na forma de um turbilhão.

“Sobre o capacete, eu considerei os 75 anos da Porsche e os 100 das 24 Horas de Le Mans e pensei em fazer algo que fosse realmente marcante, que as pessoas olhassem como uma obra de arte. Para isso eu tive a ajuda do Adonis Alcici. Sou fã do trabalho dele desde que recebi um quadro retratando meu carro durante o Motorsport Talks realizado em março aqui na Stuttgart. Eu queria sair do convencional, das linhas de capacete tradicionais. O resultado é essa obra incrível. A pintura tem cores marcantes, remete à velocidade, dá sensação de movimento e combinou com o logo da Stuttgart Porsche com a bandeira do Brasil”, completou Felipe Nasr.

Alta | Web
Pintura do capacete de Nasr para Le Mans foi criada pelo artista Adonis Alcici
(Sposito Studio)

“A Stuttgart colocou seu nome nos carros da equipe de fábrica da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e agora está de volta com o patrocínio ao Felipe Nasr. Em 1997, a Stuttgart era uma empresa nova e nosso objetivo era divulgar o nome da Stuttgart tanto em nível nacional quanto internacional. Hoje, ela está consolidada e queremos tornar a corrida mais representativa para nossos clientes. Para nós, é fantástico ter um brasileiro na equipe da fábrica, com chances de vencer a prova na classificação geral”, comentou Regis Schuch, fundador e diretor da Stuttgart Porsche. 

 

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Jeep Compass segue como o SUV mais vendido do ano e Commander mantém a liderança na sua categoria

Os números de vendas de maio ajudaram a marca Jeep a manter a liderança entre os SUVs no país considerando os cinco primeiros meses do ano.

Com 53.554 unidades comercializadas e uma participação de 19,1% entre os SUVs no acumulado do ano, a Jeep se mantém na liderança do principal segmento do mercado em 2023.

Em maio, a marca emplacou 11.820 unidades. Considerando todos os segmentos, a Jeep garantiu 7,1% de market share em 2023 até o momento.

O Jeep Compass é o número um entre os SUVs médios, com 43,9% de participação entre os C-SUVs.

Também é o SUV mais vendido do país no acumulado de 2023, considerando todas as categorias.

O modelo, que em maio vendeu 5.560 unidades, já conta com 26.014 emplacamentos ao longo de 2023.

Com isso garantiu sua liderança entre os SUVs e também sua participação entre os Top 10 modelos mais vendido do Brasil de forma geral.

Líder incontestável entre os D-SUVs, o Jeep Commander teve mais um mês com excelente resultado.

O Commander segue líder entre os D-SUVs, posição que assumiu pouco depois de ter sido lançado.

Foram 1.956 unidades emplacadas em maio e 9.117 unidades comercializadas no acumulado do ano.

Com 18.239 emplacamentos nos cinco primeiros meses de 2023, o Jeep Renegade segue entre os Top 5 no concorrido B-SUV, com 9,6% de participação no segmento.

O Jeep Wrangler e a picape Gladiator completaram a performance da Jeep em maio.

 

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Grupo Hyundai Motor e LG Energy Solution estabelecem joint venture para fabricação de células de bateria nos EUA

O Grupo Hyundai Motor (HMG) e a LG Energy Solution (LGES) acabam de anunciar uma nova joint venture para produção de células de bateria de veículos elétricos nos Estados Unidos.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES assinaram um memorando de entendimento para fabricar baterias de veículos elétricos nos Estados Unidos.

E assim, acelerar ainda mais os esforços do Grupo em eletrificação na América do Norte.

A cerimônia de assinatura ocorreu na sede da LGES, em Seul, na última semana.

O evento contou com a presença de Jaehoon Chang, presidente e CEO da Hyundai Motor Company, e Youngsoo Kwon, CEO da LG Energy Solution.

O Grupo e a LGES deterão, cada um, uma participação de 50% na joint venture, que receberá um investimento de mais de US$ 4,3 bilhões.

“O Grupo Hyundai Motor está concentrando seus esforços em eletrificação para garantir uma posição de liderança na indústria automobilística global. Criaremos uma base sólida para encabeçar a transição global de veículos elétricos por meio do estabelecimento de uma nova fábrica de células de bateria de veículos elétricos em conjunto com a LG Energy Solution, uma produtora líder mundial de baterias e parceira de longa data”, disse Jaehoon Chang, presidente e CEO da Hyundai Motor Company.

“Dois grandes players nas indústrias automotiva e de baterias deram as mãos e, juntos, estamos prontos para impulsionar a transição de veículos elétricos na América. Ao avançar ainda mais nossa competitividade de produtos e experiência operacional global, a LG Energy Solution comprometerá seus maiores esforços para oferecer as melhores soluções de energia sustentável aos clientes”, disse Youngsoo Kwon, CEO da LG Energy Solution.

A capacidade instalada anual da nova joint venture é de 30 GWh, suficiente para a produção de 300 mil veículos elétricos por ano.

A instalação estará sediada no Condado de Bryan, na cidade de Savannah, estado da Geórgia, ao lado da Hyundai Motor Group Metaplant America, atualmente em construção.

Uma vez iniciadas as obras no segundo semestre de 2023, a joint venture planeja começar a produção de baterias no final de 2025.

A Hyundai Mobis montará baterias usando células da fábrica.

Em seguida, as fornecerá para as linhas de montagem do Grupo Hyundai Motor nos Estados Unidos.

Isso tudo para a produção de modelos elétricos de Hyundai, Kia e Genesis.

A nova instalação ajudará a criar um fornecimento estável de baterias na região.

Também permitirá que o Grupo responda rapidamente à crescente demanda de veículos elétricos no mercado americano.

Com esta joint venture, a LGES terá sete fábricas de baterias atualmente em operação ou em construção nos Estados Unidos.

Os EUA é o país onde a empresa está concentrando a maior parte de seus recursos para expandir a capacidade instalada.

Ao aumentar sua produção local, a LGES visa fornecer produtos inovadores em escala e em velocidade, acelerando, assim, a transição de energia limpa no país.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES são parceiros de longa data no campo da eletrificação.

Tendo trabalhado no fornecimento de baterias de veículos elétricos para diversos modelos, incluindo Elantra Hybrid, Kona Electric e IONIQ 6 EV.

O Hyundai Elantra Hybrid, veículo híbrido LPi lançado em 2009, foi o primeiro modelo eletrificado do Grupo.

Em 2021, iniciaram a construção da joint venture de células de bateria da Indonésia, que deve iniciar a produção no primeiro semestre de 2024.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES pretendem fortalecer ainda mais os laços daqui para frente com a cooperação em baterias de veículos elétricos.

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Copa Truck atinge metade da temporada com maior disputa da história

Se existe uma unanimidade na Copa Truck entre os pilotos é o fato de o equilíbrio de 2023 ser o maior desde a criação do campeonato em 2017.

Os resultados após a quarta etapa, disputada neste domingo em Londrina (PR), provam isso: na Pro, o G4 está por quatro pontos.

Enquanto na Super temos um empate na liderança. 

Foto: Vanderley Soares

Foto: Vanderley Soares

 

 

 

 

 

 

 

Vencedor de uma das provas do domingo, Beto Monteiro, bicampeão em 2019 e 2020, tomou a ponta da tabela de Jaidson Zini (que teve um domingo para esquecer).

Agora parte para a segunda metade do ano com 116 pontos, contra 113 de Zini, empatado em pontos com André Marques.

Enquanto Felipe Giaffone é o quarto com 112.

Dono do P1 na corrida 2, Roberval Andrade subiu para quinto com 103.

“O fim de semana foi tenso e o equilíbrio desse campeonato é o maior que já vi nos últimos anos. Realmente a gente não pode vacilar, pois a diferença de pontos é tão pequena que na segunda corrida, por exemplo, preferi conservar um quinto lugar e não forçar, o que se mostrou uma decisão acertada. Essa segunda metade do ano será eletrizante”, comenta Beto Monteiro.

Beto Monteiro lidera na largada da Pro (Foto: Vanderley Soares)

Pódio da corrida 1 da Pro (Foto: Vanderley Soares)

 

 

 

 

 

 

 

Na Super, Felipe Tozzo foi o que mais pontuou no agregado das duas etapas, mas foi Evandro Camargo que sustentou a liderança.

Agora ele está empatado com Fabio Fogaça, em sua etapa mais complicada do ano, terminando longe do top 5.

Felipe Tozzo puxa grid na Super (Foto: Vanderley Soares)

Pódio da corrida 1 da Pro (Foto: Vanderley Soares)

 

 

 

 

 

 

 

Já Fogaça somou um segundo e um terceiro, com Jô Augusto, vencedor da prova 1, pulando para P3 no campeonato, um ponto à frente de Tozzo.

Quem levou a pior foi o fluminense Thiago Rizzo, que chegou em Londrina como vice-líder e volta para o Rio de Janeiro em quinto.

Outro destaque do dia foi o primeiro pódio de Caio Castro, com um P2 na corrida 1.

“Estou extasiado. Sabia que viria forte e concretizamos o que planejamos com duas vitórias e três pódios. Tenho um descarte por conta de ter zerado na primeira etapa e preciso somar o máximo de pontos até a final”, comemora Tozzo, campeão de 2021.

Fabio Fogaça é novo lider junto de Evandro Camargo (Foto: Vanderley Soares)

Evandro Camargo divide liderança na Super (Foto: Vanderley Soares)

 

 

 

 

 

 

 

“Desde sexta trabalhamos direitinho, acertamos o detalhe, fizemos boas classificações, tivemos um pouco de azar nas largadas, mas trabalhamos direitinho e fizemos corridas limpas. Seguimos na luta”, conclui Jô Augusto.

A Copa Truck agora volta para casa e descansa por quatro semanas antes de mais uma rodada dupla, desta vez em Cascavel (PR), nos dias 1 e 2 de julho.

Pódio da corrida 2 da Pro (Foto: Vanderley Soares)

Podio da corrida 2 da Super (Foto: Vanderley Soares)

 

 

 

 

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Confira tudo o que rolou no Rally PE de Igarassu 2023

O Garagem de Motor cobriu mais uma etapa do Rally PE de Regularidade, que ocorreu em Igarassu no último sábado (20).

Desta vez contou com a participação de 46 veículos entre carros e motos e aproximadamente 70 participantes, que se inscreveram no período entre 17 de abril a 08 de maio.

Contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Igarassu, por meio da Secretaria Executiva de Lazer, Esportes e Juventude.

A prova do Rally PE foi uma aventura pelos canaviais da Zona da Mata Norte de Pernambuco, onde os participantes puderam desfrutar de belas paisagens e muitos desafios.

Durante a rota, os competidores passaram por terrenos de areia solta, alguns trechos de barro vermelho e poças de lama em alguns locais devido as chuvas.

Tudo isso para garantir muita aventura e navegação para os competidores, que foram divididos em 5 categorias: Moto Rally, Moto Iniciante, Carro Graduado, Carro Turismo e Carro Light.

Foto: Su, a Fotógrafa

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Su, a Fotógrafa

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

A partir das 09h do dia anterior do rally (19) foram disponibilizadas no site do evento as planilhas digitais e PDF, além do Briefing Digital no grupo com todos os detalhes e mapas necessários para os participantes.

Todos os competidores foram orientados a chegar com uma hora de antecedência do seu horário de largada.

Isso era necessário para terem tempo de pegar seus kits quem incluem os adesivos para os veículos e a camisa do evento.

Foto: Su, a Fotógrafa

A segunda etapa do Rally PE largou do belo Centro Histórico de Igarassu.

A largada foi dada às 08h21 em frente à Casa do Artesão de Igarassu e contou com a presença da Prefeita da Cidade, Professora Alcione.

O trajeto seguiu pela zona rural dos municípios de Igarassu, Itapissuma e Goiana.

O itinerário percorreu uma distância entre 70 e 110 km e teve duração média entre 3h e 3h45, variando de acordo com a categoria disputada.

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

Para a nossa participação no evento contamos com a colaboração de grandes parceiros: APS Arte Print, AMR Motorsport, Neo Blindados, Iputinga Carros, Oficina Paraíba e Proteccion Corretora de Seguros.

Já a nossa parceira Eurovia Nissan forneceu a Nissan Frontier Pro4x, a versão topo de gama da marca.

A picape média é robusta e uma ótima opção para rodar tanto no asfalto quanto na estrada e mostrou ser excelente ao se aventurar pelas trilhas do Rally PE.

O conjunto mecânico é formado por um motor 2.3 biturbo diesel, que rende 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Está associado ao câmbio automático de 7 marchas com sistema de tração 4×4 e reduzida e a aceleração vai de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos.

Foto: Garagem de Motor

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

No final da competição, todos os veículos retornaram para o mesmo local da largada e o resultado foi divulgado a partir do aplicativo Kraken Rally às 14h.

A confraternização e entrega da premiação aos vencedores de cada categoria, foi realizada na Praça de Alimentação do Shopping Igarassu.

A próxima etapa do Rally PE de Regularidade já tem local e data para acontecer, será no município de Arcoverde no dia 29 de julho.

Foto: Su, a Fotógrafa

Foto: Su, a Fotógrafa

 

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No auge do equilíbrio, Copa Truck encara rodada dupla em Londrina

O Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina, será o palco da primeira maratona da Copa Truck em 2023.

Com uma rodada dupla e quatro corridas neste fim de semana, sendo duas no sábado e duas no domingo.

Com a maioria dos ingressos já esgotada, a sedenta turma de apaixonados por velocidade também verá mais uma etapa da NASCAR Brasil.

Será realizada no sábado, totalizando seis corridas durante o evento na Capital do Café.

As entradas estão disponíveis de forma digital até sexta-feira pelo site da Bilheteria Digital, a partir daí, só nas bilheterias do autódromo.

Foto: Duda Bairros

Atrativos para o público local não faltam: são cinco paranaenses no grid, entre eles o atual campeão (Wellington Cirino), o atual líder do campeonto (Jaidson Zini) e a piloto mais famosa do grid (Debora Rodrigues).

Além da dupla Leandro Totti e Rodrigo Taborda, da Vannucci Racing, equipe com sede na cidade paranaense.

Dentro da pista o equilíbrio será a tônica: nenhum piloto conseguiu repetir a vitória nas quatro provas disputadas na história da Truck no local.

Com todos os pilotos das duas categorias, Pro e Super (que juntos ultrapassam 30 nomes), já tendo somado pontos neste ano.

Foto: Duda Bairros

Na Pro, que tem o cascavelense Zini na liderança, temos nada menos que seis pilotos separados por 16 pontos (Zini, Beto Monteiro, André Marques, Felipe Giaffone, Debora e Raphael Abbate).

Com os seis primeiros na tabela tendo completado e pontuado em todas as provas já disputadas.

Já na Super, Evandro Camargo lidera com uma folga de 11 pontos, mas o resto vem embalado atrás dele, com dois pontos separando Fabio Fogaça, Thiago Rizzo e Jô Augusto Dias.

Entre as montadoras, a Mercedes busca se recuperar e descontar os 12 pontos que possui de desvantagem que possui para a Volkswagen.

Foto: Duda Bairros

Os fãs da Copa Truck que vão ao autódromo ou assistirão pela TV podem comemorar: a chuva vai passar longe do norte do Paraná, com as temperaturas variando entre 16 e 24 graus. 

A Band exibe apenas as provas do domingo ao vivo, as disputas do sábado serão transmitidas pelos canais SporTV e pelo streaming oficial da categoria, que passa também as duas tomadas de tempo.

Confira abaixo a programação completa do fim de semana:

Sexta-feira, 2 de junho
Portões fechados ao público
09h10 – NASCAR Brasil – Treino Extra
10h05 – Copa Truck – Treino Livre 1
12h05 – NASCAR Brasil – Treino Livre 1
13h05 – Copa Truck – Treino Livre 2
16h00 – Copa Truck – Treino Livre 3
17h20 – NASCAR Brasil – Treino Livre 2
Sábado, 3 de junho
Abertura dos portões: 08h00
08h00 – Copa Truck – Warm Up
08h20 – Copa Truck – Classificação Super
09h00 – Copa Truck – Classificação Pro
10h00 – NASCAR Brasil – Classificação 1
10h20 – NASCAR Brasil – Classificação 2
11h00 – Horário Promocional
13h05 – NASCAR Brasil – Corrida 1
14h50 – Copa Truck – Corrida 1
15h25 – Copa Truck – Corrida 2
16h15 – Visitação aos Boxes
17h50 – NASCAR Brasil – Corrida 2
Domingo, 4 de junho
Abertura dos portões: 08h00
08h10 – Copa Truck – Warm Up
08h30 – Copa Truck – Classificação Super
09h10 – Copa Truck – Classificação Pro
10h00 – Visitação aos Boxes
11h15 – Hino Nacional
12h35 – Copa Truck – Corrida 3
13h10 – Copa Truck – Corrida 4
14h45 – Horário promocional

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General Motors lança relatório de sustentabilidade de 2022

A General Motors divulgou seu Relatório de Sustentabilidade de 2022, focado no progresso da empresa em direção à sua visão de um futuro totalmente elétrico.

No documento, a companhia ressalta os investimentos para escalar rapidamente a capacidade de produção de veículos elétricos e as parcerias para melhorar a sustentabilidade da cadeia de suprimentos da GM.

Além dos esforços feitos para garantir a energia renovável necessária para abastecer suas instalações nos Estados Unidos até 2025.

A companhia se comprometeu com a neutralidade de carbono em suas produções e operações globais até 2040.

Também tem metas aprovadas pela iniciativa Science Based Targets para reduções de gases de efeito estufa.

O relatório detalha como a GM está trabalhando em direção a essas metas em suas áreas prioritárias de inovação, meio ambiente, responsabilidade social e governança.

“Na GM, o nosso foco é ajudar a criar um futuro totalmente elétrico que funcione para todos. Além de fabricar EVs acessíveis, estamos trabalhando para melhorar nossa cadeia de suprimentos, investindo em comunidades e promovendo soluções de energia limpa. É uma grande missão e estou orgulhosa do progresso que fizemos e de nossa perseverança em liderar o caminho”, disse Kristen Siemen, diretora de sustentabilidade da GM.

Por meio de investimentos na fabricação de EVs e células de bateria, a GM está ampliando rapidamente sua produção para atingir a capacidade de produzir 1 milhão de EVs na América do Norte em 2025.

A companhia abriu sua primeira fábrica de baterias Ultium Cells LLC em Warren, Ohio, em agosto de 2022.

Também está planejando abrir instalações adicionais em meados de 2023 (Spring Hill, Tennessee) e no fim de 2024 (Lansing, Michigan).

Em abril, a GM também anunciou um plano para um investimento conjunto de mais de US$ 3 bilhões com a Samsung SDI.

Tudo isso para construir uma nova fábrica de células de bateria nos EUA que deve iniciar as operações em 2026 (local a ser divulgado posteriormente).

A GM e a Samsung SDI operarão juntas a instalação, projetada para ter linhas de produção para construir células prismáticas e cilíndricas ricas em níquel.

Como continua expandindo seu portfólio de EV’s, a GM está trabalhando para incorporar materiais de origem responsável em veículos.

No ano passado, juntou-se à First Movers Coalition para concreto, cimento, aço e alumínio, para trabalhar em busca de uma solução e sinalizar seu apoio ao desenvolvimento de materiais com menor emissão de CO2.

A GM também está apoiando o crescimento da geração de energia renovável por meio de investimentos diretos, geração de energia em suas unidades, tarifas ecológicas e contratos de compra.

No fim de 2022, a GM finalizou acordos de fornecimento para garantir 100% da energia necessária para abastecer todas as instalações dos EUA com energia renovável até 2025.

Demonstrando um progresso tangível na redução de emissões em suas operações comerciais.

Alguns destaques do relatório são:

  • A Cruise, subsidiária de direção autônoma da GM, lançou o primeiro serviço pago de carona sem motorista em uma grande cidade dos Estados Unidos, São Francisco, seguida pela expansão comercial nas áreas de Phoenix, Arizona e Austin, no Texas.
  • A GM garantiu todas as matérias-primas de bateria para apoiar sua meta de aumentar a capacidade para 1 milhão de unidades de EVs na América do Norte em 2025.
  • A GM Energy foi lançada – uma nova unidade de negócios que visa fornecer um ecossistema holístico de soluções de gerenciamento de energia conectada para clientes residenciais, comerciais e EVs.
  • A GM alcançou sua meta de desviar mais de 90% de seu total de resíduos operacionais de aterros sanitários, incineradores e instalações de recuperação de energia, três anos antes de sua meta de 2025.

A GM relata seus dados anuais a várias estruturas de relatórios, incluindo a Iniciativa de Relatórios Globais, Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima, Conselho de Padrões de Contabilidade de Sustentabilidade, Pacto Global da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os destaques do Relatório de Sustentabilidade mostram que no Brasil:

  • A companhia trabalhou para extrair o conteúdo de metal do filtro gerado nos processos de tratamento de efluentes em suas unidades no país. Todos os materiais com pelo menos 5 mg de metal por quilo são processados e, até o momento, quase 618 toneladas de metais foram extraídas e recicladas em aço.
  • Na unidade de São José dos Campos, foram reaproveitadas aproximadamente 60 toneladas de estrutura de aço de uma antiga linha de prensagem e uma antiga área de armazenamento de matrizes, retrabalhando para serem reinstaladas na nova linha de prensagem. Esse processo reduziu custos, evitou a compra de novas estruturas de aço e reduziu o impacto de CO2.
  • Na fábrica de São Caetano do Sul, foi construído um telhado verde, para beneficiar o meio ambiente e nossos funcionários. O espaço contém plantas e árvores nativas, um sistema de energia solar que gera eletricidade para todo o espaço e um sistema de rega automática que capta a água da chuva. Além disso, o material utilizado para proteger o entorno vem de conteúdo 100% reciclado e reaproveitado.
  • Foram realizados investimentos em diversos projetos estratégicos de conservação e restauração, como a parceria da GM com a Conservation International na região amazônica, que abrange o trabalho tanto no Brasil quanto Colômbia, Equador e Peru. Em 2022, o apoio geral para a conservação da Amazônia totalizou aproximadamente US$ 500.000.

 

 

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General Motors atinge nível ouro em certificação de biodiversidade em todas suas unidades na América do Sul

A General Motors atingiu a certificação ouro do Wildlife Habitat Council (WHC) em todas as suas unidades na América do Sul.

Este reconhecimento é resultado do comprometimento da empresa com a conservação da biodiversidade.

As fábricas de Sorocaba e Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo, e Quito, no Equador, foram as mais recentes a receber o reconhecimento no nível mais alto do WHC, realizado em 2023.

A participação da GM no programa é voluntária e está totalmente alinhada à estratégia de Sustentabilidade da companhia.

O WHC é uma ONG internacional que atua no engajamento e conscientização de empresas em relação à conservação do meio ambiente e da biodiversidade.

A certificação reconhece uma série de projetos, como paisagismo nativo, restauração de áreas verdes, monitoramento de insetos, plantas e animais, eventos comunitários, entre outros.

Além de avaliar as iniciativas corporativas a longo prazo que trazem benefícios contínuos.

Uma das iniciativas de destaque, que inclusive foi finalista do concurso global do WHC, é o evento de educação ambiental para escoteiros, realizado pela unidade de Sorocaba.

Com o objetivo de contribuir com a educação das novas gerações, considerando o foco da companhia em um futuro sustentável. 

O projeto contemplou aula teórica para crianças sobre a importância da biodiversidade e a diferença entre biomas e espécies.

Também foi realizada uma etapa prática, na qual os escoteiros foram conhecer as áreas verdes da unidade para identificar o estágio de maturação das espécies das árvores Ipê do local.

Mais um projeto que pode ser destacado é o que foi realizado na fábrica de Mogi das Cruzes, que teve o objetivo de educar mais de 360 alunos das escolas da comunidade ao redor da GM sobre o papel dos insetos para o meio ambiente.

Eles tiveram a oportunidade de aprender o que é o hotel de insetos, construindo o layout de uma versão em miniatura para ser incluída no local.

Outro exemplo de iniciativa de sucesso é o Hotel de Insetos, que está em todas as fábricas da GM da América Latina.

Desenvolvido com a meta de abrigar e preservar diferentes espécies de insetos polinizadores, importantes agentes do equilíbrio do ecossistema, e de promover a interação entre os colaboradores.

O hotel de insetos de São Caetano do Sul, por exemplo, foi desenvolvido sobre a lateral de um automóvel Chevrolet Montana.

Esta ação foi considerada pelo WHC a melhor do mundo em três categorias: Melhor Hotel de Insetos Geral, Melhor Hotel de Insetos Extragrande e Melhor Uso de Materiais Recicláveis na categoria Extragrande.

Mais uma ação de destaque foi o projeto realizado na unidade de Quito, no Equador, de preservação e recuperação do paramos andinos, um ecossistema exclusivo da região que desempenha um importante papel no ciclo da água local.

Foram realizadas iniciativas como a melhora da qualidade da água, a regulação hídrica das bacias hidrográficas relacionadas ao paramos, o aumento do armazenamento de carbono e campanhas de educação ambiental.

Esse foi o projeto mais pontuado da região, contribuindo para atingir o nível ouro na classificação.

Atualmente, a GM América do Sul tem 115 projetos em andamento que são avaliados pelo WHC e contemplam educação ambiental e preservação de habitat e de espécies.

Desde o início da participação da empresa, já foram impactados cerca de 11 mil estudantes e professores por meio de eventos de conscientização.

Também foram mapeadas mais de 500 espécies de plantas e de cerca de 300 animais nas unidades da GM.

A sustentabilidade na GM

Com um papel importante no processo de transformação e evolução do segmento automotivo, a GM está abraçando a oportunidade e a responsabilidade de criar um mundo melhor ao perseguir um futuro com zero acidente, zero emissão e zero congestionamento.

Todo o plano de negócio global da companhia é direcionado a partir de diretrizes da agenda ESG; uma das principais metas, inclusive, é tornar todas as suas operações e produtos neutros em carbono até 2040.

Para isso, está investindo 35 bilhões de dólares em 30 novos modelos elétricos até 2025.

A empresa também já anunciou que irá eliminar as emissões de novos veículos leves até 2035.

A GM já adota uma série de processos sustentáveis nas fábricas.

No Brasil e na América do Sul todas as operações são Zero Aterro, isto é, nenhum resíduo é enviado para aterro sanitário, tudo é reciclado, reaproveitado ou coprocessado.

As unidades de São Caetano do Sul (SP) e de Joinville (SC) contam com painéis solares que geram energia para o aquecimento de água.

Além disso, a GM apoia programas de proteção aos biomas presentes no Brasil.

Em 2022, deu início à parceria com o programa Felinos Pantaneiros, iniciativa do Instituto Homem Pantaneiro dedicado à conservação da onça pintada.

Também passou a colaborar com a Conservation International Amazônia, para recuperação do bioma na região do Tapajós.

Além disso, a GM possui uma parceria que já dura mais de 20 anos com a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), que atua na conservação da Mata Atlântica no litoral norte do Paraná.

 

 

 

 

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