Jeep CJ-3B celebra 70 anos

Lançado nos Estados Unidos em janeiro de 1953, o Jeep CJ-3B acaba de completar 70 anos.

O modelo foi também o primeiro Jeep a ser fabricado pela Willys-Overland do Brasil, já a partir de 1954.

Algumas unidades de versões anteriores já haviam chegado ao país como CKD antes disso, mas coube ao CJ-3B integrar as primeiras peças nacionais ao longo dos seus anos de produção aqui no Brasil.

O CJ-3B – CJ de “Civilian Jeep” (Jeep civil), foi uma evolução dos modelos já produzidos até então para clientes civis e não militares.

Nascida em 1945 com o CJ-2A, a família CJ foi composta por veículos para uso em qualquer terreno de carroceria compacta, produzidos e vendidos pela Jeep até a década de 1980.

O CJ-3B começou a ser vendido no Brasil em 1954.

Montado em São Bernardo do Campo (SP) pela Willys-Overland do Brasil, ele trouxe como diferenciais das gerações anteriores a grade frontal e o capô mais elevados para poder acomodar o novo motor de quatro cilindros Hurricane, da Willys, gerando o apelido “cara de cavalo”.

Algumas publicidades da época destacavam a força e capacidade off-road dos modelos, que seguem sendo grandes atributos da Jeep até hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dentre as muitas aventuras proporcionadas pelo CJ-3B ao longos dos seus 70 anos, destacamos uma realizada por três escoteiros em 1955, a Operação Abacaxi.

Eles saíram de São Paulo com destino ao Canadá para participar do Jamboreee, encontro mundial de Escotismo. Uma viagem incrível, que acabou sendo ampliada até o Alasca a bordo do CJ-3B.

Entre a ida e a volta, os três aventureiros rodaram cerca de 73 mil quilômetros em pouco mais de um ano, passando por 19 países e vivendo histórias incríveis. Os nomes desses aventureiros: Hugo Vidal, Charles Downey e Jan Stekly.

 

 

 

 

 

Tudo isso foi retratado no livro “Flashes de uma aventura – Operação Abacaxi”. O CJ-3B utilizado na expedição já continha um grande conteúdo de peças e acessórios nacionais.

Alguns fabricantes de autopeças ajudaram a financiar a empreitada, que recebeu esse nome pois os componentes locais eram considerados “abacaxis”.

No final, o Jeep foi aprovado não só em testes na fábrica original da Willys, em Toledo (EUA), como na aventura, pois não teve nenhum problema mecânico.

Esse vídeo relata o emocionante retorno de Hugo Vidal, um dos escoteiros expedicionários, ao Alasca, mais de seis décadas depois: https://youtu.be/JSLG0KPPqeQ (no fim do vídeo, publicado em 2018, vemos a citação ao Programa Jeep Nation que evoluiu, tornando-se o atual Programa de Fidelidade da marca, o Jeep Wave).

O CJ-3B, também teve uma versão militar, o M606, foi produzido nos Estados Unidos até 1968, com cerca de 155 mil unidades fabricadas.

Além disso, o CJ-3B foi um pioneiro “carro mundial”, fabricado sob licença em países como Japão, Índia, França, Espanha e Turquia.

 

 

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Jeep Gladiator ganha dose extra de proteção na linha 2023

O Jeep Gladiator chegou com o propósito de marcar a estreia da Jeep no segmento de picapes, ser uma nova referência e ainda trazer mais aventura para a categoria.

Em pouco tempo, a picape com maior capacidade fora de estrada se mostrou ser um sucesso de vendas no Brasil. Agora, o modelo chega à linha 2023 com uma dose extra de proteção.

Na nova linha, a caçamba de 1.000l de volume de carga ficou ainda mais segura.

Isso porque o modelo passa a contar com spray-in bedliner by Mopar, uma tecnologia que garante uma camada extra de proteção, principalmente contra arranhões.

Outra novidade é que com o spray abrasivo o interior da caçamba também dá um novo visual.

Por dentro, ela que acompanhava a cor da carroceria, agora, passa a ser totalmente escurecida, mais precisamente em preto. Isso deixa o modelo ainda mais arrojado e moderno, o que fica ainda mais visível quando está sem a capota marítima.

A capacidade é algo que não muda no Gladiator, inclusive esse é o sinônimo do modelo. Sendo a única picape do mundo a aliar a autêntica capacidade off-road Jeep à exclusiva experiência de direção open-air.

Além disso, é equipada com a robusta tração 4X4 Rock-Trac e chancelada pelo selo Trail Rated, que atesta toda a força e o DNA aventureiro da marca.

Outro destaque é a capacidade de reboque, que ultrapassa três toneladas (são exatamente 3.138kg).

Entre as funcionalidades da caçamba estão quatro ganchos, localizados nas cavidades das rodas para maximizar o espaço de carga (e que podem ser ajustados conforme a necessidade), além de uma tomada elétrica de 220V para uso geral.

Além disso, também traz faróis dianteiros e de neblina de LED que proporcionam uma nítida luz branca e enriquecem o estilo do Gladiator, enquanto as luzes de circulação diurna (DRL) formam uma auréola ao redor dos faróis. 

Disponível na versão Rubicon, a picape é equipada com motor 3.6L V6 a gasolina, capaz de gerar 284cv de potência e 347 Nm de torque e trabalha associado a um câmbio automático de 8 marchas.  

Vale destacar que o Gladiator é a única picape no país que oferece uma experiência open-air, isso porque as portas e teto são removíveis, enquanto o para-brisa, feito com moldura de alumínio, pode ser rebatido, basta dobrar as alças e prendê-lo nos ganchos do capô.

A picape Gladiator 2023 segue com garantia de 3 anos. Ela está disponível para os clientes em todas as concessionárias Jeep do país e mantém o mesmo preço sugerido no lançamento do modelo: R$ 499.990

 

 

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Dakar: Moraes segue em duelo com Loeb e agora é 3º colocado

Um dos pontos altos da 45ª edição do Rally Dakar, que se encerra no próximo domingo na Arábia Saudita, o duelo entre o estreante brasileiro Lucas Moraes e o nove vezes campeão mundial de rally Sébastien Loeb teve mais um lance dramático nesta sexta-feira, quando foi realizada a 12ª etapa da prova, no deserto Empty Quarter.

(Victor Eleutério/Fotop)

Ao desviar de uma moto que estava caída no trajeto, o piloto brasileiro acabou perdendo velocidade e viu o Toyota GR DKR Hilux da equipe Overdrive atolar em um “funil”, encontro de duas dunas, no jargão da modalidade.

“Perdemos bastante tempo tirando o carro dali”, resume ele, que disputa a categoria principal do maior rally do mundo, a dos carros. O incidente custou tempo precioso a Moraes e ao navegador alemão Timo Gottschalk, que acabaram o dia na 10ª colocação.

“Eu fui desviar de uma moto caída na duna, em um funil, e nessa desviada o carro perdeu embalo e não deu para chegar ao topo. Então, o carro atolou, porque a areia era muito fofa. Ali, depois que atola, a roda patina e afunda mais. Mas, faz parte do aprendizado. Pilotar em dunas requer “horas de voo” e eu ainda não tinha tido essa aula de hoje”, brinca Moraes.

(Marcelo Machado de Melo/Fotop)

O dia foi marcado por outra vitória do Prodrive Hunter T1+ do francês Sébastien Loeb e do belga Fabian Lurquin, que agora ocupam a vice-liderança geral da prova, apenas 2min01s à frente de Moraes, que caiu de segundo para terceiro na classificação.

A liderança do Dakar até aqui é da dupla Nasser Al-Attiyah (Qatar)/Mathieu Baumel (França), com um Toyota GR DKR Hilux da equipe oficial de fábrica.

Em quarto na geral está a dupla formada pelo campeão do Dakar 2009, o sul-africano Giniel de Villiers, que utiliza outro Toyota GR DKR Hilux da equipe de fábrica. Juntamente com seu conterrâneo, o navegador Dennis Murphy, Villiers tem uma desvantagem de 52min50 em relação a Moraes/Gottschalk.

O Brasil também colhe bons resultados em outras categorias. Na Protótipos Leves, o navegador Gustavo Gugelmin e o piloto norte-americano Austin Jones mantiveram a liderança geral, depois de terminar a etapa do dia em quinto.

Entre os quadriciclos, Marcelo Medeiros venceu a especial, passando a ocupar agora a 10ª colocação na sua categoria.

A especial de hoje percorreu 191km, com largada e chegada em Shaybah, já no sudoeste da Arábia Saudita. Esta matéria foi fechada considerando os resultados da prova disponíveis às 12h de Brasília (18h no horário local).

Lucas Moraes no cockpit de seu Toyota GR DKR Hilux

12ª Especial, 191km, saída e chegada em Shaybah
1. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+), 1h56min21s
2. Mattias Ekström/Emil Bergkvist (Audi RS Q e-tron) +3min19s
3. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux) +3min31s
4. Guerlain Chicherit/Alex Winocq (Prodrive Hunter T1+) +7min13s
5. Jakub Przygoński/Armand Monleón (Mini John Cooper Works Plus) +8min2s
6. Mathieu Serradori/Loic Minaudier (Century CR6-T) +8min59s
7. Martin Prokop/Viktor Chytka (Ford Raptor RS Cross Country) +9min58s
8. Yazeed Al-Rajhi/Dirk Von Zitzewitz (Toyota Hilux Overdrive) +10min46s
9. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +11min34s
10. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +11min38s

Classificação geral após doze especiais
1. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux), 41h16min25s
2. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+) +1h27min10s
3. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +1h29min11s
4. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +2h22min21s
5. Henk Lategan/Brett Cummings (Toyota GR DKR Hilux) +2h34min21s
6. Martin Prokop/Viktor Chytka (Ford Raptor RS Cross Country) +3h0min26s
7. Brian Baragwanath/Leonard Cremer (Century CR6-T) +3h34min23s
8. Wei Han/Li Ma (SMG HW2021) +4h11min38s
9. Mathieu Serradori/Loic Minaudier (Century CR6-T) +4h17min38s
10. Juan Cruz Yacopini/Daniel Oliveras Carreras (Toyota Hilux Overdrive) +4h17min53s

 

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Dakar: o lado feminino do maior desafio do mundo

Em 2023, a imprensa brasileira marca presença na 45ª edição do Rally Dakar somente com a repórter Letícia Datena.

Não há outros jornalistas do país acompanhando a prova, que reúne no total competidores de 68 nacionalidades na Arábia Saudita.

Curiosa e apaixonada pelo esporte, Letícia deu de cara com uma realidade que não esperava: a forte presença feminina no maior desafio do mundo, que vem sendo disputado desde o dia 31 de dezembro nos desertos daquela região do Oriente Médio.

“Ao todo, são 51 atletas espalhadas em seis categorias. Eu acho sensacional que cada vez mais mulheres estejam se aventurando na versão mais radical de um esporte extremamente físico, como é o rally cross-country. Pilotos e navegadores correm em média 400km por dia em pleno deserto, escalando dunas de até 300m. Terminam o dia literalmente moídos. Além de estar bem preparado, é preciso ter coragem. E isso nós, mulheres, temos de sobra. O Dakar vai cruzar uns 8.500km até o final da corrida, no dia 15 de janeiro. Nós já andamos cerca de 70% disso. É uma prova que judia da gente, precisa realmente amar velocidade para correr um Dakar. E as mulheres adoram esse desafio. Ter 51 delas aqui me diz que estamos chegando com força, o rally já é nosso território também”, conclui a repórter, filha do apresentador José Luis Datena, que faz a cobertura do evento pela TV Band e revista Forbes.

O piloto brasileiro Lucas Moraes e a jornalista Letícia Datena no Dakar 2023

As mulheres, na verdade, já registraram grandes momentos na trajetória do Dakar, o que chama a atenção agora é a quantidade e a disposição de brigar de igual para igual com os marmanjos de todas as categorias.

Mas, já em 2001, a alemã Jutta Kleinschimidt mostrou o caminho vencendo a prova na categoria principal, a dos carros, ao lado do navegador e conterrâneo Andreas Schulz.

“Aqui, todo mundo sabe que as mulheres vieram pra ganhar. Como é o caso dos homens, algumas possuem currículos fantásticos no rally e outras estão em evolução. Mas de maneira geral elas estão aqui para conquistar o título máximo do nosso esporte, que é vencer essa prova. Todos os dias, no Dakar, temos provas de que talento não tem sexo, idade ou cor de pele. Essa é uma das magias dessa competição”, diz o brasileiro Lucas Moraes, que vem sendo a principal revelação do Dakar 2023.

Pâmela e Sachs em ação durante etapa do Dakar 2023
(Magnus Torquato/Fotop)

Em 2023, a catarinense Pâmela Bozzano, de 33 anos, se tornou a primeira mulher do Brasil a competir no Dakar como piloto.

A bordo de um Can-Am Maverick X3 da categoria Protótipos Leves, ela cruza os desertos da Arábia ao lado do navegador Carlos Sachs. Ex-atleta de marcha atlética, Pâmela iniciou no rally por brincadeira em 2020, influenciada pelo marido, Ênio Bozzano.

“Meu esposo me perguntou se não queria ser navegadora dele. Eu gostei da ideia, mas logo percebi que queria acelerar, frear… pilotar mesmo. Ele gostou da ideia, me incentivou e arrumou um carro pra testar. Tempos depois fomos para o Jalapão, um deserto no Tocantins, disputar minha primeira corrida”, conta Bozzano.

Pâmela levou a sério o convite, se destacou e conquistou bons resultados. Em 2022, venceu o Rally RN1500, um dos mais tradicionais do país, e também o Rally Jalapão, ambos na subcategoria de UTVs na qual competiu.

Mas a maior conquista foi a vitória na classe UTV3 do Rally dos Sertões e com Ênio na função de navegador. Na Argentina, Pâmela ainda foi segunda colocada no competitivo SARR (South American Rally Race) e quinta na classificação geral dos UTVs.

Mas a primeira brasileira a competir no Dakar foi a jornalista Leilane Neubarth, que em 1999 foi a navegadora na tripulação do caminhão conduzido por André Azevedo, ao lado do mecânico tcheco Tomas Tomecek.

O trio obteve duas vitórias em especiais e chegou ao terceiro lugar na categoria caminhões do Dakar daquela temporada.

Pâmela Bozzano e o navegador Carlos Sachs diante do Can-Am Maverick X3
(Vinícius Branca/Fotop)

Entre as 51 mulheres inscritas no Dakar, a maior delegação é da França com 12 representantes.

Na atual edição, as principais estrelas são as espanholas Cristina Gutierrez, que se tornou a primeira mulher a vencer uma especial no Dakar desde Kleinschmidt, e Laia Sanz, que é dona do melhor resultado de uma mulher nas motos no Dakar, um nono lugar em 2015. Gutierrez foi terceira colocada entre os UTVs no ano passado.

As duas correm paralelamente no Extreme E, competição de rally de carros elétricos no qual as equipes são divididas com um piloto masculino e outro feminino.

Gutierrez tem feito bonito: é a campeã de 2022 da Extreme E, ao lado do lendário francês Sebastien Loeb. Ambos competiram pelo time de Lewis Hamilton, o X44.

Sachs, Pâmela e Moraes posam ao lado do símbolo do Dakar antes da largada
(Marcelo Machado de Melo/Fotop)

51 Mulheres no Dakar 2023

Motos: Mirjam Pol (Holanda), Sandra Gomez Cantero (Espanha), Kristen Landman (África do Sul)
Carros (Pilotos): Laia Sanz (Espanha), Andrea Lafarja (Paraguai), Magdalena Zajak (Polônia)
Carros (Navegadoras): Monica Plaza Vazquez (Espanha), Valerie Panagiotis (França), Tessa Rooth (Holanda)
Protótipos Leves (Pilotos): Cristina Gutierrez (Espanha), Annett Fischer (Alemanha), Camelia Liparoti (Itália), Dania Akeel (Arábia Saudita), Mashael Alobaidan (Arábia Saudita), Merce Martin (Espanha), Anja Van Loon (Holanda), Aliyyah Koloc (Emirados Árabes Unidos), Pâmela Bozzano (Brasil), Patricia Pita Gago (Uruguai)
Protótipos Leves (Navegadoras): Annie Seel (Suécia), Lisette Bakker (Holanda), Delphine Delfino (França)
Caminhões (Navegadoras): Marije van Ettekoven (Holanda), Margot Llobera (Andorra), Susana Hernando Ines (Espanha), Syndiely Wade (Senegal)
UTVs de Produção (Pilotos): Molly Taylor (Austrália) e Rebecca Busi (Itália)
UTVs de Produção (Navegadoras): Valentina Pertegarini (Argentina), Rosa Romero Font (Espanha), Giulia Maroni (Itália)
Clássicos (Pilotos): Valentina Casella (Itália), Olga Rouckova (República Tcheca), Sandra Riviere (França)
Clássicos (Navegadoras): Anne Galpin (França), Mercedes Montamarta (Espanha), Julie Verdaguer (França), Monica Buonamano (Itália), Jacobine Kamp-Noordsij (Holanda), Corinne Berteloot (França), Audrey Rossat (França), Faiza Maillard (França), Magali Barlerin Simonot (França), Claire Deygas (França), Corinne Cupers (França), Sonia Ledesma Gomez (Espanha), Alexia Giugni (Itália), Lidia Ruba (Espanha), Simona Morosi (Itália), Marie-Noelle Malsergent (França) e Andrea Cadei (Itália)

Veículos conduzidos por tripulações 100% femininas

Motos: Mirjam Pol (Holanda), Sandra Gomez Cantero (Espanha), Kristen Landman (África do Sul)
Protótipos Leves: Annett Fischer (Alemanha)/Annie Seel (Suécia) e Merce Martin (Espanha)/Lisette Bakker (Holanda)
UTVs de Produção: Rebecca Busi (Itália)/Giulia Maroni (Itália)
Clássicos: Valentina Casella (Itália)/Monica Buonamano (Itália)

 

 

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Dakar: Lucas Moraes, piloto brasileiro considerado revelação de 2023, assume a vice-liderança

O brasileiro Lucas Moraes, atual bicampeão do Rally dos Sertões e piloto da equipe Overdrive, apoiado pela Red Bull e SpeedMax Pneus, segue realizando uma campanha inédita para um piloto brasileiro no Rally Dakar, a maior e mais difícil prova do gênero no mundo, disputada na Arábia Saudita.

Na última terça-feira (10), durante a nona etapa, o ainda estreante Moraes assumiu a vice-liderança geral da corrida, novamente atraindo os olhares de todo o mundo do off-road para um desempenho que vem surpreendendo a equipe belga Overdrive Racing.

Depois de 3.614km de especiais, Lucas está atrás apenas do atual campeão, o catariano Nasser Al-Attiyah, que também compete com um Toyota GR DKR Hilux, mas sob a bandeira da equipe oficial da fábrica japonesa.

(Magnus Torquato/Fotop)

A etapa desta terça-feira foi composta por 358km de especiais, trechos cronometrados onde acontece a competição, entre Riad e Haradh.

O brasileiro, que conta com a navegação do alemão Timo Gottschalk, terminou na 10ª posição entre os 73 carros inscritos, em dia vencido pelo multicampeão de rally, o francês Sébastien Loeb (Prodrive Hunter T1+).

Moraes disse que ficou surpreso com o nível de perigo no início do trajeto e, depois, teve que controlar o carro em um longo trecho de alta velocidade marcado por vários saltos.

“Essa foi mais uma especial dura. O Dakar continua me surpreendendo. No começo, as dunas foram bem perigosas. Tivemos acidentes importantes de competidores bem experientes e rápidos. O Carlos Sainz (Audi RS Q e-tron) “varou” uma duna e capotou. O Henk Lategan (Toyota GR DKR Hilux) fez o mesmo e destruiu a suspensão. Então foi mesmo perigoso para todo mundo. Por isso nós fomos administrando um pouco o ritmo. Tivemos um trecho longo com muitos bumps (saltos), que desequilibravam muito a traseira e isso me preocupou bastante naquele momento. Mas fizemos a nossa parte e entregamos o carro inteiro para a equipe novamente. Então a nossa estratégia está dando certo e vamos continuar na mesma pegada, disse Moraes.

(Kin Marcin/Redbull)

Moraes também falou do momento que está vivendo no Dakar. “Primeiro, só o fato de estar aqui já é a realização de um sonho. Fui criado entre praticantes de rally, tenho muitos amigos nesse meio. E eles estão me dando muito apoio com mensagens positivas e muitas dicas também. Quem me conhece sabe que eu nunca imaginei estar nessa posição em um Dakar. Isso aqui é demais”, contou.

“Mas temos ainda cinco dias pela frente. Serão cinco dias de dunas em um deserto enorme e famoso aqui no Oriente Médio, o Empty Quarter, e tudo indica que vai ser muito difícil. Como é a minha primeira vez, sigo mantendo respeito máximo pela prova. E agora ainda mais”, finalizou.

(Marcelo Machado de Melo/Fotop)

Resultados:

9ª Especial, 346km, entre Riad e Haradh
1. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+) 3h7min24s
2. Vaidotas Zala/Paulo Fiúza (Prodrive Hunter T1+) +57s
3. Guerlain Chicherit/Alex Winocq (Prodrive Hunter T1+) +2min8s
4. Mattias Ekström/Emil Bergkvist (Audi RS Q e-tron) +5min11s
5. Romain Dumas/Max Delfino (Toyota GR DKR Hilux T1+) +7min38s
6. Jakub Przygoński/Armand Monleón (Mini John Cooper Works Plus) +8min23s
7. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +8min55s
8. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux) +8min58s
9. Sebastián Halpern/Bernardo Graue (Mini John Cooper Works Plus) +10min8s
10. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +10min33s

Classificação geral após nove especiais
1. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux) 34h19min20s
2. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +1h21min57s
3. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+) +1h43min8s
4. Henk Lategan/Brett Cummings (Toyota GR DKR Hilux) +1h46min23s
5. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +2h4min17s
6. Romain Dumas/Max Delfino (Toyota GR DKR Hilux T1+) +2h25min51s
7. Martin Prokop/Viktor Chytka (Ford Raptor RS Cross Country) +2h45min36s
8. Brian Baragwanath/Leonard Cremer (Century CR6-T) +2h48min6s
9. Wei Han/Li Ma (SMG HW2021) +3h32min15s
10. Juan Cruz Yacopini/Daniel Oliveras Carreras (Toyota Hilux Overdrive) +3h52min52s

45ª Edição do Rally Dakar
8.549km de percurso total. Especiais somam 4.706km
(Data / locais / total do dia / especial)
Prólogo: 31/12 – Sea Camp – 10 km / 10 km
01/01 – Sea Camp –> Sea Camp – 603 km / 368 km
02/01 – Sea Camp –> Al-‘Ula – 590 km / 431 km
03/01 – Al-‘Ula –> Ha’il – 669 km / 447 km
04/01 – Ha’il –> Ha’il – 573 km / 425 km
05/01 – Ha’il –> Riad – 646 km / 375 km
06/01 – Riad –> Al-Dawadimi – 861 km / 333 km
07/01 – Riad –> Al-Dawadimi – 639 km / 472 km
08/01 – Al-Dawadimi –> Riad – 722.41 km / 407 km
09/01 – Descanso – Riad
10/01 – Riad –> Haradh – 710 km / 346 km
11/01 – Haradh –> Shaybah – 623 km / 114 km
12/01 – Shaybah –> Empty Quarter – 426 km / 275 km
13/01 – Empty Quarter –> Shaybah – 375 km / 185 km
14/01 – Shaybah –> Al Hofuf – 669 km / 154 km
15/01 – Al Hofuf –> Dammam – 414 km / 136 km

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Jeep Wrangler chega com linha 2023 ao mercado brasileiro com três versões com preços a partir de R$ 456.992,00

A linha 2023 do mais icônico modelo da marca Jeep chega ao mercado brasileiro. O Jeep Wrangler mantém no país as versões Rubicon e Sahara 4P (quatro portas) e 2P (duas portas).

Ícone mundial no universo automotivo, o modelo conta com uma capacidade única para superar obstáculos.

O Jeep Wrangler 2023 garante toda a capacidade que somente a Jeep oferece nas trilhas, seu habitat natural, mas também todo o conforto para sua utilização no dia a dia.

A linha 2023 mantém todos os incríveis atributos do modelo, impulsionados pelo motor turbo de 272 cv e 400 Nm de torque, com câmbio automático de oito marchas, tração 4×4 com reduzida e diferenciais dianteiro e traseiro com bloqueio.

Além da exclusiva barra estabilizadora frontal desconectável, que aumenta a articulação da suspensão, permitindo que o eixo dianteiro trabalhe de forma mais livre e que ambas as rodas mantenham contato com o solo, garantindo maior capacidade de tração.

 

 

 

 

 

 

Muito além de sua capacidade para encarar todo tipo de terreno, o Jeep Wrangler conta também com um amplo pacote de sistemas de auxílio à condução autônoma, como piloto automático com controlador de velocidade adaptativo, frenagem automática de emergência (AEB).

Conta ainda com a comutação automática do farol alto Full LED, que usa imagens de uma câmera posicionada na parte superior do para-brisas para acompanhar o tráfego dos veículos à frente e ajustar automaticamente o facho do farol  para evitar o ofuscamento de outros motoristas.

 

 

 

 

 

 

A câmera frontal off-road é mais um diferencial que o Wrangler traz na versão Rubicon. Presente também no Jeep Gladiator, ela foi pensada para facilitar ainda mais a superação dos obstáculos em trilhas e aventuras.

Ela usa uma lente do tipo grande-angular e seu acionamento é feito por meio da tela de 8,4 polegadas do sistema multimídia UConnect. Também pode ser usada em conjunto com a câmera traseira e sensores de estacionamento para facilitar balizas e manobras.

O sistema multimídia tem também conexão Apple Carplay e Android Auto, além de navegação GPS, sistema de áudio Premium “Alpine”, nove alto falantes e subwoofer, cluster digital de 7” e câmera de ré.

Os bancos são revestidos em couro e apresenta sistema de escoamento de água para lavagem interna, tem também 120 acessórios by Mopar.

A versão Rubicon traz ainda o sistema Off-road+, que ajusta automaticamente o Jeep Wrangler Rubicon para as condições do terreno, atuando nos principais sistemas, como acelerador, controle Selec-Speed, controle de tração e trocas de marchas.

Com isso, garante o desempenho ideal para o terreno, seja dunas de areia (4-HI) ou um off-road pesado (4-LO). A versão Rubicon traz ainda uma nova opção de roda de liga-leve, para deixar o Jeep Wrangler ainda mais aventureiro.

O Novo Jeep Wrangler Rubicon oferece ainda diversos equipamentos e itens de série como rodas de 17” com pneus de uso misto, protetores para pedra, HDC (Hill Descent Control), off-road pages, freedom top (teto removível na cor da carroceria), portas removíveis, para-brisa rebatível, dois ganchos para reboque frontais e um traseiro e protetores de cárter, transmissão e tanque.

Traz também faróis e lanternas em LED, chave presencial com partida remota, monitoramento de pontos cegos, monitoramento da pressão dos pneus, detector de tráfego cruzado e airbags frontais e laterais.

Versões e Preços do Novo Jeep Wrangler 2023:
  • Jeep Wrangler Sahara 2 Portas: R$ 456.992,00
  • Jeep Wrangler Sahara 4 Portas: R$ 466.889,00
  • Jeep Wrangler Rubicon: R$ 481.834,0

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Land Rover comemora 75 anos de história com o lançamento do Defender 110 75th Limited Edition

Em comemoração ao aniversário de 75 anos do lançamento do Land Rover Série I, que aconteceu no Salão do Automóvel de Amsterdã (Holanda) em 1948, a marca apresenta o Defender 75th Limited Edition. 

O veículo mantém as linhas de design familiares, mas oferece as mais novas e melhores comodidades e grandes atualizações tecnológicas, além de contar com detalhes singulares que celebram a história desse veículo ao longo dos anos.

“O Defender é um veículo muito especial para a Land Rover, dono de um legado incomparável, que, ao longo dos anos, foi protagonista de ações muito emblemáticas em todas as partes do mundo atingindo o status de ícone. Além do carro ser especial, também queremos que os seus compradores se sintam especiais neste momento de celebração, em reconhecimento ao seu entusiasmo pela marca”, explica Paulo Manzano, diretor de marketing da Jaguar Land Rover Brasil.

Disponível em carroceria 90 ou 110 (o mercado brasileiro contará apenas com a opção 110), o Defender 75th Limited Edition traz um design com detalhes exclusivos e acabamento externo e interno na icônica pintura Verde Grasmere, uma cor oferecida ao Defender pela primeira vez e exclusivamente para o modelo de tiragem limitada.

Uma variedade de acabamentos estéticos são exclusivos do veículo, incluindo as rodas de liga leve de 20″ que receberam a mesma pintura na cor verde, o grafismo único de 75 anos e para-choques na cor Ceres Silver, que completam o distinto visual do Defender 75th.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior do Defender é robusto e versátil. O console tem acabamentos feitos na cor Verde Grasmere, com detalhes gravados a laser nas extremidades laterais do painel.

Os assentos têm acabamento na cor Resist Ebony, com detalhes no console central feitos com o Robustec, material premium mais robusto disponível no Defender.

O modelo apresenta um teto de tecido dobrável com teto panorâmico deslizante, incluem ainda assentos elétricos aquecidos com memória de 14 vias para motorista e passageiro, lavagem de faróis, pacote de reboque, volante aquecido e ar-condicionado de três zonas.

A tecnologia também é um destaque dessa edição que é baseada na variante topo de linha HSE. Vem com um sistema de câmera surround 3D, sistema de som Meridian, faróis de LED Matrix, sistema de infoentretenimento Pivi Pro com tela de 11,4″, head-up display e carregamento wireless.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A motorização do Defender é híbrida e traz o motor a Diesel MHEV de 3,0 turbo de seis cilindros que rende potência de 300 cv e torque de 66,2 kgfm, combinado com um alternador que também tem a capacidade de funcionar como motor elétrico. 

O alternador usa a rotação do motor para gerar corrente elétrica, e recupera energia quando o carro desacelera, carregando uma bateria de lítio de 48 volts instalada no veículo.

Ao operar como um motor elétrico, ele utiliza essa energia da bateria para dar partida no motor pelo start/stop e fornece a assistência de torque necessária para reduzir o consumo de combustível e emissão de CO2.

Além do carro exclusivo, os clientes também poderão adquirir os itens da linha criada especialmente para expressar a singularidade dessa edição limitada. A coleção Lifestyle estará disponível na rede de concessionárias da marca a partir de janeiro de 2023.

A linha conta com diversos produtos como um relógio minimalista único com duas pulseiras na mesma cor do veículo, mochila funcional e roupas com grafismos e detalhes exclusivos da comemoração de 75 anos.

O Defender 75th Limited Edition terá apenas 10 unidades disponíveis no Brasil com previsão de chegada em janeiro e o preço de R$ 819.950,00. 

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