Revelado nome do mini-Renegade: Jeep Avenger, primeiro SUV elétrico da marca na Europa

A Jeep definiu e divulgou que Avenger, é o nome oficial do “Mini-Renegade”. Será o primeiro SUV na categoria subcompacta e o primeiro veículo totalmente elétrico da marca vendido na Europa.

A apresentação oficial do modelo acontecerá no próximo dia 17 de outubro, durante a abertura do Salão Automóvel de Paris (FRA), a partir de quando já poderá ser reservado.

A fabricação ocorrerá na fábrica de Tychy, na Polônia, e as primeiras unidades chegarão nas concessionárias a partir de 2023, inicialmente na Europa, Coreia do Sul e Japão. 

“O novo Avenger oferecerá a funcionalidade da marca Jeep que é adequada ao mercado europeu. Esse SUV moderno, divertido e emocional atrairá uma quantidade cada vez maior de clientes que procuram por uma alternativa hábil, compacta, moderna e totalmente elétrica da marca Jeep para os players atuais”, disse Antonella Bruno, Head da Jeep Europa na Stellantis.

O lançamento do Avenger faz parte do plano da Jeep de ser uma marca global líder de SUVs eletrificados. A estratégia é entregar 4 SUVs 100% elétricos nos mercados europeu e americano até o fim de 2025.

Dentre esses lançamentos estão os modelos Jeep Wagoneer S e o Jeep Recon com previsão de chegada até 2024.

Além disso, o planejamento é de que 50% das vendas da Jeep nos Estados Unidos e 100% das vendas na Europa sejam totalmente elétricas até 2030.

O SUV elétrico mede pouco mais de 4 metros de comprimento e é baseado sob a plataforma e-CMP, a mesma do Peugeot e-2008 e do  Opel Mokka-e. Oferece um bom nível de altura no solo e ângulo de entrada para seu segmento e um interior mais moderno, tecnológico e espaçoso.

O Jeep Avenger deverá apresentar versões com motorização elétrica e a combustão. Na versão eletrificada, o propulsor elétrico deverá vir instalado no eixo dianteiro e terá potência de 136 cv, alimentado por uma bateria de 50 kWh. 

Haverá também opções a gasolina ou diesel com motor 1.5 BlueHDi quatro cilindros turbo e motor 1.2 PureTech com potências de 110 cv e 130 cv.

O modelo conta ainda com câmbio manual e pedal de embreagem, o que confirma a presença dos dois tipos de transmissão (manual e automática).

Ainda não há confirmação da vinda do Jeep Avenger no Brasil, mas alguns fatores podem favorecer sua chegada. O primeiro deles é o trabalho de ampliação de veículos eletrificados no mercado local idealizado pela montadora.

Além disso, sua semelhança com o Renegade, que faz muito sucesso no mercado nacional pode ser um atrativo para os possíveis clientes.

O fato de oferecer a opção com motor a combustão e ser construído com a plataforma CMP, também podem ser outras vantagens a serem avaliadas para trazer o Avenger ao país.

Até essa definição acontecer, a Jeep deverá continuar investindo principalmente nos veículos híbridos da marca, como o Compass 4Xe,o  novo Renegade e o novo Cherokee.

 

 

 

 

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Renault Kwid completa cinco anos no mercado brasileiro com mais de 300 mil unidades vendidas

A Renault comemora os cinco anos do lançamento do Kwid no Brasil com a marca de mais de 300 mil unidades vendidas. O modelo é o veículo de entrada e também o mais vendido da marca. Apenas no primeiro semestre do ano emplacou 27,5 mil unidades, sendo o  décimo quinto modelo mais vendido no país.

O lançamento do primeiro Kwid no mercado nacional ocorreu em agosto de 2017, quando era vendido por 30 mil reais em sua versão mais simples.

Atualmente o modelo é oferecido em três versões Zen, Intense (com ou sem teto em dois tons) e Outsider e vendido a partir de  R$ 65.790, perdendo o título de carro zero mais barato do país para o Fiat Mobi, que é vendido a partir de R$ 63.390.

“O Kwid é o primeiro carro de muitos jovens e de muitas famílias. Atrai muitos consumidores que vinham do mercado de usados e agora estão comprando seu primeiro veículo zero-quilômetro. No último ano, 25% dos clientes de Kwid tiveram acesso à mobilidade, ou seja, eram clientes que não tinham carro anteriormente”, comenta Bruno Hohmann, vice-presidente comercial da Renault do Brasil.

 

Sob o capô de todas as versões está o motor 1.0 SCe com 3 cilindros e 12 válvulas, que opera com duplo comando de válvulas (DOHC) e bloco em alumínio.

Capaz de render potência de 71 cv e torque de 10 kgfm quando abastecido com etanol e de 68 cv de potência e 9,4 kgfm de torque com gasolina. Já o câmbio é manual de 5 velocidades.

Esse ano o Kwid recebeu atualização importante para a Linha 2023 tanto na parte externa, quanto na parte interna e apesar de ser um dos carros mais baratos no mercado brasileiro é bem equipado.

Oferece itens inéditos na sua categoria, como controle eletrônico de estabilidade e quatro airbags de série em todas as versões. Destaca-se ainda pela capacidade do porta-malas de 290 litros e pelo baixo consumo de combustível.

O Renault Kwid é produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná e abastece não só o mercado nacional como para diversos outros países como América Latina como Paraguai, Uruguai, Venezuela, Argentina, além de alguns países da África e América Central, o que já soma mais de 140 mil unidades exportadas.

Para reforçar a gama, em abril a Renault lançou a versão E-Tech, 100% elétrica, no valor de R$ 146.990, que se mostrou um sucesso ao vender em apenas dois meses 750 unidades do modelo. O primeiro lote acabou de desembarcar no Brasil.

 

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