Audi creates 500 new electric mobility jobs at its Ingolstadt lo

Audi abre 500 novos postos de trabalho para mobilidade elétrica em Ingolstadt, na Alemanha

A Audi está dando o pontapé inicial na maior iniciativa de sua história ao começar a produção do novo Audi Q6 e-tron.

Que foi baseada em sua Plataforma Elétrica Premium (PPE, na sigla em inglês).

A primeira série de modelos totalmente elétricos será produzida na fábrica da marca em Ingolstadt, na Alemanha.

Ela demonstra como a Audi está preparando e qualificando os seus funcionários para a nova era da mobilidade elétrica.

“Com os novos 500 postos de trabalho para a produção do nosso Q6 e-tron totalmente elétrico, estamos demonstrando que a nossa transição para a mobilidade elétrica é também um impulsionador para a criação de empregos. Ao garantir um elevado volume de empregos e novos cargos, a eletrificação aumentará a segurança no trabalho em nossas instalações alemãs. Este é o motivo pelo qual a Audi também está considerando a utilização de funcionários temporários, que já trabalham em Ingolstadt, no processo de seleção”, afirma Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Além da criação de postos de trabalho especificamente para e-mobility, a transformação da força de trabalho é uma parte essencial da transição da Audi para a mobilidade elétrica.

“Nossos funcionários continuam a obter qualificações e se reinventam em termos profissionais, e isso possibilita a transição para a mobilidade elétrica”, acrescenta Ros.

Para isso, a Audi proporciona inúmeras oportunidades de treinamento e desenvolvimento aos funcionários.

O foco é no desenvolvimento e na qualificação dos funcionários atuais para as novas tarefas.

Nos últimos 18 meses, a Audi qualificou cerca de 8.300 funcionários dos setores de Produção, Desenvolvimento Técnico e Vendas em Ingolstadt, antecipando o lançamento do Q6 e‑tron.

Somente em 2022, a AUDI AG investiu aproximadamente 150 milhões de euros em treinamento e desenvolvimento dos seus funcionários.

E na Audi Hungaria, em Győr, onde se fabrica o conjunto propulsor do Audi Q6 e-tron, cerca de 2.000 funcionários também já foram treinados para eletrificação desde 2022.

A produção em série do Audi Q6 e-tron fará da sede em Ingolstadt a primeira instalação da Audi na Alemanha a possuir sua própria planta de montagem de baterias.

“Estamos moldando ativamente a transição estrutural para e-mobility. Com a montagem das baterias, já criamos 300 postos de trabalho atrativos e voltados para o futuro em nossa planta de Ingolstadt. Ao mesmo tempo, um conhecimento valioso a ser empregado na produção de veículos totalmente elétricos está sendo criado em todas as nossas fábricas. Estamos utilizando a eletrificação para um realinhamento abrangente de nossa rede de produção mundial; e a montagem de baterias em Ingolstadt é uma parte desse esforço”, afirma Gerd Walker, Diretor de Produção da Audi.

Com sua estratégia corporativa Vorsprung 2030, a Audi tomou a decisão de descontinuar os motores a combustão.

Baseada nessa decisão, ela está agora caminhando para preparar todas as suas plantas para produção de veículos elétricos.

Até o final da década, cada instalação da Audi em todo o mundo produzirá no mínimo um modelo totalmente elétrico.

A Audi está utilizando a reformulação de suas instalações para reinventar de forma abrangente suas fábricas e seus processos de produção.

Novo Audi Q6 e-tron

A Produção da Audi estabeleceu metas ambiciosas para a transformação de suas fábricas como parte de sua estratégia 360factory e está realizando uma abordagem holística para a sua implementação.

Processos de produção otimizados, digitalização como a base para ganhos de eficiência e cadeias de fornecimento resilientes.

Além de uma rede de produção altamente flexível e metas de sustentabilidade claras, são alguns dos campos estratégicos sendo alavancados pela área de Produção da Audi.

Como próximo passo, a empresa está preparando sua própria instalação de produção de módulos de bateria em Ingolstadt para a futura série de modelos totalmente elétricos.

“Ao mesmo tempo, estamos criando novas oportunidades de trabalho em nossas instalações. Isto se deve ao fato de estarmos comprometidos em lidar com a transformação juntamente com os funcionários em nossa rede de produção atual”, esclarece Ros.

 

 

 

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Jeep Renegade chega à marca de 550 mil unidades produzidas no Brasil

O Jeep Renegade conquistou mais uma marca no fim de junho: 550 mil unidades produzidas no Brasil.

O modelo mais produzido na fábrica de Goiana conquistou a América Latina, para onde também é exportado.

Protagonista da história da Jeep no Brasil, o Renegade redefiniu o seu segmento ao ser lançado no Brasil em 2015.

O modelo sempre trouxe aos clientes brasileiros toda a autenticidade da Jeep e muita segurança, tecnologia, capacidade off-road e qualidade.

Desde o início de sua produção no Brasil, o Jeep Renegade sempre foi comercializado com um forte pacote de tecnologia e segurança, desde a sua versão de entrada.

Na gama atual, de série, todas as versões do Jeep Renegade trazem muita segurança.

Contam com no mínimo 6 airbags, frenagem autônoma de emergência, alerta de manutenção de faixa e detector de fadiga.

Além de assistente de partida em rampa, Jeep Traction Control+, câmera de estacionamento traseira e muito mais itens de série.

Ao longo das versões, mais itens são agregados à versões do modelo, como o quadro de instrumentos de 7” e carregador wireless.

 

 

 

 

 

 

Trazem ainda ar-condicionado de duas zonas, rodas de até 19”, 7 airbags entre outros itens de tecnologia e segurança, além da opção de tração 4×4.

E tudo isso, com o motor mais potente da categoria em todas as versões, o T270 de até 185 cv.

O Jeep Renegade rapidamente se tornou símbolo e objeto de desejo dos consumidores no país.

Inúmeros prêmios, um grande vencedor de comparativos e reconhecimentos por parte dos clientes e imprensa especializada.

 

 

 

 

 

 

Primeiro modelo fabricado no Polo Automotivo de Goiana (PE), da Stellantis, o Jeep Renegade é produzido na mais moderna fábrica do grupo.

Ele segue na vanguarda da inovação e da sustentabilidade desde a sua inauguração, em 2015.

Sua instalação continua mudando a realidade socioeconômica da região e transformando também o mercado de veículos brasileiro, com todos os modelos que são produzidos na planta.

Em abril de 2023, a fábrica de Goiana também já superou a marca de 1 milhão de unidades da Jeep produzidas desde 2015.

Lembrando que essa conquista considera somente as unidades de Renegade, Compass e Commander lá produzidas.

O sucesso do Jeep Renegade também pode ser medido pelo seu volume de produção, com mais de 550 mil unidades produzidas no país.

E esse sucesso não é só no Brasil, já que o modelo  é exportado para diversos países da América Latina, como Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Paraguai, entre outros.

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Jeep comemora 1 milhão de unidades fabricadas em Goiana

O dia 4 de abril, ou melhor 4/4, é mundialmente conhecido como Jeep® Day, em referência a tração 4×4, que é um símbolo da marca.

Um dia especial que merece uma comemoração à altura. Desta vez, a celebração é no Brasil, mais precisamente em Pernambuco, no Nordeste brasileiro.

Mais do que comemorar o dia do off-road, a Jeep também festeja um grande marco: 1 milhão de veículos da Jeep fabricados no Polo Automotivo Stellantis de Goiana (PE).

Fabricado no fim do mês de março, o milionésimo SUV, não poderia ser outro senão o Commander, o primeiro Jeep 100% desenvolvido no Brasil.

Na unidade são fabricados os Jeeps Renegade, Compass e Commander, além de outros modelos Stellantis.

Presença constante nas ruas brasileiras, eles são a grande razão da liderança da Jeep entre os SUVs no Brasil nos últimos 7 anos.

Chegar ao número de 1 milhão de unidades da Jeep produzidas em oito anos demonstra o enorme sucesso dos modelos da marca no mercado brasileiro.

Além do mais, esses veículos também são exportados para diversos países da América Latina, como Chile, Argentina, Colômbia e Uruguai.

Tudo começou em fevereiro de 2015, quando um canavial se transformou em uma das fábricas automotivas mais modernas do planeta.

Foi ali que a Jeep resgatou a sua história de produção nacional, na fábrica da Stellantis, em Goiana (PE), e conquistou essa incrível marca.

Aliás, fabricar um carro com tantos atributos e tecnologias como um Jeep requer também uma fábrica moderna, além do principal: uma equipe dedicada e apaixonada pelo que faz.

Também em março de 2015 a Jeep lançou o primeiro veículo fabricado em Goiana, o Renegade, que logo se tornou uma referência, revolucionando todo o segmento com seu design icônico, estilo, robustez e versatilidade e conquistando o prêmio de Carro do Ano 2016 da revista Autoesporte.

Sucesso traduzido, entre outros aspectos, em seu volume de produção, com 538.845 unidades até o final de março.

No ano seguinte, a segunda geração do Jeep Compass passou a ter produção nacional.

O Compass chegou ao mercado brasileiro com o propósito de ampliar a categoria dos SUVs médios, a qual lidera desde então.

Além disso, foi o SUV mais vendido no geral em 2017 e 2018 e o mais premiado do país.

O modelo é responsável por 420.071 unidades produzidas, número que reflete bem a paixão dos brasileiros pelo Jeep Compass.

Em 2021, a marca redefiniu o segmento de SUVs grandes com o Commander, o primeiro Jeep 100% desenvolvido no país.

Nem precisamos dizer do sucesso que ele é, já que em pouco tempo já coleciona prêmios, reconhecimentos e fãs por onde passa, além de ser o número um de sua categoria.

O volume de produção do Commander também impressiona, com 41.084 unidades produzidas até o final de março. Um número expressivo na categoria em que o modelo de 7 lugares está posicionado.

No entanto, a produção da Jeep no Brasil vem de longa data, desde fim dos anos 1940, com a montagem de unidades CKDs no país, passando pela produção na fábrica da Willys Overland, em São Bernardo do Campo (SP), e também em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, nas décadas de 1950 e 1960.

Ou seja, existem muito mais de 1 milhão de Jeeps fabricados no Brasil circulando não só pelo país, mas por toda a América Latina.

Curiosidades sobre o marco

1- Se enfileirar todos os modelos da Jeep já produzidos em Goiana (1 milhão), podemos praticamente cruzar o Brasil e fazer uma linha reta do Monte Caburaí, em Roraima, ao Arroio do Chuí, no Rio Grande do Sul (4.394 km), considerando o comprimento dos três modelos nacionais (Renegade = 4.268 mm, Compass = 4.400 mm, Commander = 4.769 mm).

2 – Considerando a produção de 1 milhão, foram 213 mil unidades 4×4 que saíram das linhas de montagem de Goiana.

3 – Dentre os 1 milhão de Jeeps fabricados, o Renegade foi o modelo mais produzido nesses 8 anos.

4 – Para chegar a este número de produção da Jeep, foram necessárias 30 mil horas trabalhadas nas linhas de Goiana.

5 – As cores branca, cinza e preta foram as mais requisitadas dentre os modelos Jeep fabricados.

6 – 1 milhão é um número tão expressivo, que é maior do que a população de grandes capitais brasileiras, como Natal (RN), Campo Grande (MS) e Teresina (PI). Seria como se cada habitante dessas lindas cidades brasileiras tivesse um Jeep e ainda sobraria.

A marca de 1 milhão conquistada no fim de março de 2023 leva em conta somente os modelos Jeep produzidos em Goiana, já que a unidade também é responsável pela manufatura de outro modelo de sucesso da Stellantis.

Confira o vídeo em comemoração dessa conquista da Jeep: https://youtu.be/QLh1-bV64vA

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Nova Montana estreia em quatro versões de acabamento

A Nova Montana começa a chegar às concessionárias Chevrolet de todo país a partir da terceira semana de fevereiro.

Considerada o lançamento comercial mais esperado de 2023, a picape será ofertada em quatro opções de acabamento.

A novidade fica por conta da revelação das versões de entrada, a 1.2 Turbo MT e a LT, já que apenas as versões LTZ e Premier, as mais sofisticadas, haviam sido apresentadas até então.

 

 

 

 

 

 

 

A lista de preços sugeridos assim como a relação dos equipamentos de cada modelo estão disponíveis no website da marca.

Foram mantidos os valores dos produtos ofertados na ação de pré-venda, realizada no início de dezembro.

Os clientes que concretizaram a compra da Nova Montana naquele período, além de serem os primeiros a receber o carro, ganham um acessório inovador: as exclusivas divisórias Multi-Board, que ajudam na organização e acomodação da carga na caçamba.

 

 

 

 

 

O grande diferencial da Nova Montana é que ela une o conforto e a dirigibilidade de um SUV, com a robustez e a versatilidade de uma verdadeira picape.

Tudo isso com a proposta inédita da caçamba inteligente Multi-Flex, projetada para funcionar como uma espécie de porta-malas gigante.

O veículo conta ainda com uma extensa linha de acessórios customizados, que permitem centenas de soluções inclusive para o transporte de carga, numa combinação que nenhum outro tipo de carro oferece.

Um dos diferenciais estratégicos da Nova Montana é que ela entrega desde a versão de entrada seu mais avançado pacote de tecnologias: motor 1.2 turbo de alto rendimento e eficiência energética, 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), acendimento automático dos faróis, além de conectividade total. 

O destaque fica por conta do MyLink de 8 polegadas com projeção sem fio para Android Auto e Apple Car Play, Wi-Fi nativo, OnStar, atualizações remotas de sistemas eletrônicos e aplicativo para comandar funções do veículo à distância.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Nova Montana foi desenvolvida com base em pesquisas de opinião e de tendências de mercado, o que permitiu a concepção de um produto muito mais conectado com as necessidades e desejos do consumidor moderno.

Este busca não apenas uma picape para o trabalho ou lazer, mas também para servir como o carro do dia a dia da família, mesmo aquela que vive em grandes centros urbanos.

“A Nova Montana traz um conceito inovador com potencial para extrapolar o próprio universo formado pelo público de picapes, movimento semelhante ao que aconteceu com os utilitários nos EUA. E as quatro versões da picape média-compacta da Chevrolet foram pensadas para diferentes perfis, desde aqueles que buscam versatilidade em um veículo com transmissão manual e mais acessível até aqueles que não abrem mão de um automóvel automático com alto nível de sofisticação”, explica Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da GM América do Sul.

 

 

 

 

 

 

 

A Nova Montana também é a picape com a maior economia de combustível da categoria, associada a uma excelente performance.

De acordo com os dados do Inmetro, o modelo manual de 6 marchas percorre com gasolina 13,6 km/l na estrada e 12 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,6 km/l e 8,3 km/l, respectivamente.

Por isso é nota A em eficiência energética pelo Conpet. Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 11,7s, e a retomada 80-120 km/h, em 12,2s.

A versão automática de 6 velocidades traz desempenho igualmente surpreendente.

O modelo nesta configuração percorre com gasolina 13,3 km/l na estrada e 11,1 km/l na cidade, enquanto com etanol os números são 9,3 km/l e 7,7 km/l, respectivamente.

Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em apenas 10,1s, e a retomada 80-120 km/h, em 8,3s, mostrando grande agilidade também em manobras de ultrapassagens.

Com a produção concentrada no recém atualizado complexo industrial da GM em São Caetano do Sul, a Nova Montana chega para ser o produto de volume mais expressivo dentro do portifólio de picapes da Chevrolet, hoje composto pela S10 e, em breve, também pela Silverado.

Cada uma delas tem tamanho e proposta complementares. Um dos grandes diferenciais estratégicos da marca é a tradição de sucesso no segmento, além de uma rede de concessionárias forte e capilarizada no país.

 

 

 

 

 

 

 

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Nova Montana começa a ser fabricada no Brasil

O processo de produção comercial da Nova Montana foi iniciado no complexo industrial da General Motors em São Caetano do Sul.

As primeiras unidades da picape serão destinadas aos consumidores que já adquiriram o produto em uma ação especial promovida no fim do ano passado.

O modelo começa a chegar às concessionárias Chevrolet de todo país a partir de meados de fevereiro.

“A Nova Montana é considerada o lançamento mais aguardado de 2023, tanto por seu conceito inovador como por seu grande potencial de mercado. Além do lote inaugural de dois mil veículos ter sido adquirido logo na fase de pré-venda, temos outros milhares de pedidos registrados na rede Chevrolet. Vamos trabalhar em ritmo acelerado para conseguir atender a todos no menor tempo possível”, explica Kleusner Lopes, diretor de vendas nacional da GM.

 

 

 

 

 

O grande diferencial da Nova Montana é que ela une o conforto e a dirigibilidade de um SUV, com a robustez e a versatilidade de uma verdadeira picape.

Tudo isso com a proposta inédita da caçamba inteligente Multi-Flex, projetada para funcionar como uma espécie de porta-malas gigante por trazer um sistema avançado de vedação da capota marítima, que oferece a melhor proteção contra a intrusão de água do segmento.

O veículo conta ainda com uma extensa linha de acessórios customizados, que permitem centenas de soluções inclusive para o transporte de carga, numa combinação que nenhum outro tipo de carro oferece.

A nova picape da Chevrolet será ofertada em quatro opções de acabamento. Todas muito bem equipadas, o que inclui motor turbo, seis airbags, Wi-Fi e OnStar de série, por exemplo. Serão duas versões com transmissão automática (Premier e LTZ) e duas com transmissão manual (LT e LS).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Linha de montagem renovada

Mesmo já tendo alcançado elevado nível tecnológico dentro do conceito da indústria 4.0, o complexo industrial da General Motors em São Caetano do Sul passou por atualizações que agregaram ainda mais qualidade, produtividade e eficiência.

As obras para receber a Nova Montana levaram mais de um ano para ficar pronta e foram executadas em etapas, no intuito de evitar prolongadas interrupções na linha, que já montava o Tracker e o Spin.

A fábrica recebeu 4 mil m² de novas instalações. Isso permitiu uma completa readequação do fluxo fabril, que tem cerca de quatro quilômetros de extensão e onde operam 274 novos robôs, elevando o nível de automação e a segurança dos operadores.

Além disso foi instalada uma espécie de scanner no fim da linha que faz a conferência da montagem da carroceria usando um protocolo de inteligência artificial.

A principal novidade, porém, foi a instalação da mais rápida prensa da GM nas Américas. Apenas esta máquina ocupa quase um quarteirão. São 96 metros de comprimento, por 12 metros de largura e 18 metros de altura, sendo sete deles no subsolo.

A nova prensa tem capacidade para estampar até 30 mil peças ao dia, como capô, para-lamas, portas e tampa traseira. Este volume representa duas vezes mais do que modelos tradicionais de geração anterior, consumindo aproximadamente metade da energia elétrica.

Aliás, importante foco da reformulação foi o aumento dos índices de sustentabilidade nos mais variados processos.

Outra novidade é o carrinho autônomo específico para o transporte de peças de grande porte, que foi desenvolvido pela própria GM no Brasil.

Tudo isso permitiu que a fábrica de automóveis há mais tempo em operação no país, com mais de nove décadas de história, se transformasse numa das mais modernas e competitivas do mundo.

Tanto a atualização da fábrica de São Caetano do Sul como o desenvolvimento da Nova Montana fazem parte do atual ciclo de investimento de R$ 10 bilhões da empresa a ser aplicado até meados da década no país.

 

 

 

 

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Produção do Jeep Compass ultrapassa marca de 400 mil unidades produzidas no Brasil

O Jeep Compass, que é sucesso no Brasil e América Latina, líder isolado entre os SUVs médios e um dos modelos mais vendidos do país, acaba de garantir mais uma conquista importante: 400 mil unidades produzidas no Brasil. 

O modelo que começou a ser produzido no mercado brasileiro em outubro de 2016, no Polo Automotivo de Goiana (PE), tornou-se rapidamente uma referência entre os SUVs no país e em 2017 já era o SUV mais vendido do Brasil.

 

 

 

 

 

Desde o seu lançamento, o Compass continua sendo um sucesso de vendas e ao longo dos anos se consolidou como líder absoluto em vendas entre os C-SUVs.

Segundo dados da Fenabrave, somente no mês de outubro foram emplacadas 5.307 unidades do veículo, mantendo-se como líder no segmento.

No acumulado do ano, foram comercializadas ao todo 51.070 unidades do SUV da Jeep, que caminha para encerrar o ano, mais uma vez, encabeçando o ranking da sua categoria. 

Atualmente, estão disponíveis seis configurações do Jeep Compass, com valores que variam entre R$ 179.990 e R$ 247.290. As opções Longitude, Limited e Serie S, são equipadas com motor 1.3 turboflex, com potência de até 185 cv e 27,5 kgfm de torque.

As outras três versões são a Longitude, Limited e Trailhawk, com motor motor 2.0 turbodiesel e tração 4×4, capaz de render 170 cv de potência e 35,7 kgfm de torque.

O último lançamento no Brasil foi o Compass 4xe, uma versão híbrida plug-in que é importada da Itália. Esse modelo traz o mesmo motor 1.3 turbo a gasolina, com autonomia elétrica de 44 km.

Na atual linha 2023, o modelo ampliou a lista de itens de série e ganhou uma dose extra de proteção com o Jeep Healthy Cabin, uma tecnologia que remove partículas com impurezas do ar e elimina impurezas em até 83%.

Não é só no Brasil que ele faz sucesso, fabricado no Polo Automotivo Goiana (PE) o modelo é exportado para 16 países da América Latina (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela).

 

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Ford celebra 1 milhão de unidades produzidas da Ranger na Argentina

A Ford comemora a marca de um milhão de unidades da Ranger feitas na fábrica em General Pacheco, na Argentina desde que a produção iniciou em 1996.

Durante todo esse período a fábrica exportou o veículo para o Brasil e vários outros países da América do Sul, o que representa 70% da sua produção.

Atualmente realiza a fabricação da segunda geração da picape e se prepara para a produção e lançamento da próxima geração com previsão de chegada em 2023.

“Agradeço e parabenizo especialmente todos os colaboradores da Ford Argentina e América do Sul, e nossa extensa cadeia de valor por atingir esta marca histórica de 1 milhão de Rangers produzidos em nossa fábrica de Pacheco. A qualidade deste produto é fruto do trabalho e dedicação de todos eles”, disse Martín Galdeano, Presidente e CEO da Ford Argentina.

Para atender a demanda da nova geração a montadora realizou um investimento de US$ 580 milhões (R$ 3 bilhões), para reestruturação na sua linha de produção, renovação dos processos de manufatura 4.0 e sistemas avançados aplicados à eficiência, qualidade e sustentabilidade.

Durante os 27 anos de produção na fábrica de General Pacheco, a Ford Ranger passou por diversas mudanças, como a que ocorreu em 1998 quando iniciaram a produção da cabine dupla.

Outras reestilizações ocorreram nos anos 2004 e 2009, até que em 2011 foi lançada a nova (e atual) geração, que também sofreu diversas alterações ao longo dos anos seguintes.

A fábrica da Argentina é a única mantida pela Ford na América Latina, desde o fechamento das linhas de montagem nas unidades de São Bernardo do Campo (SP), Camaçari (BA), Taubaté (SP) e a fábrica da Troller em Horizonte (CE).

Após o fechamento das fábricas no Brasil, a marca voltou a atuar no país no Campo de provas de Tatuí, no interior de São Paulo, onde são realizados testes em todos os modelos da Ford e no Centro de Desenvolvimento de Camaçari, onde funcionam pesquisas para desenvolvimento de tecnologia automotiva. 

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Chevrolet Onix completa 10 anos de mercado com 500 mil unidades produzidas

O Chevrolet Onix está comemorando 10 anos de mercado e a data acontece junto com outro acontecimento importante que é a marca de 500 mil unidades produzidas da nova geração do Onix e Onix Plus na fábrica da General Motors em Gravataí (RS).

O modelo que foi desenvolvido no Brasil e é fabricado na linha de produção de Gravataí desde a sua primeira geração em 2012, concentra nessa fábrica seu maior volume de produção.

Ao todo foram produzidas mais de 2,2 milhões de unidades, o que representa aproximadamente de 80% do volume global acumulado, sendo capas de abastecer não só o Brasil mas vários outros países da América Latina.

“A fábrica de Gravataí é uma referência global em produtividade, segurança, qualidade e sustentabilidade na GM, passando recentemente por mais uma atualização de processos. Também é estratégica para a empresa na região, pois concentra a produção da nova geração do Onix e Onix Plus que é exportada para países como Argentina, Colômbia e Chile”, explica Luiz Peres, diretor de manufatura da GM América do Sul.

Durante o problema de abastecimento de semicondutores que ocorreu devido a pandemia, a produção do Onix foi bastante afetada e precisou ser interrompida. Isso impactou diretamente os números e o fez perder a liderança no ranking de vendas em 2021.

Apesar disso, ainda é o segundo veículo mais emplacado no ano, ficando atrás apenas do Hyundai HB20, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

O Onix sempre foi considerado um sucesso no mercado nacional e atualmente é o veículo de passeio mais emplacado do Brasil. Além disso, é o carro mais vendido da Chevrolet no mundo, excluindo as picapes e SUVs da marca.

 

 

 

 

 

O modelo de número 500 mil, foi um Onix hatch da versão RS na cor branca, que vem  equipado com motor 1.0 turbo e transmissão automática de seis marchas.

Mesmo representando um marco histórico, esse veículo será destinado aleatoriamente para uma das concessionárias Chevrolet espalhadas pelo país, para comercialização.

 

 

 

 

 

O Chevrolet Onix está disponível no Brasil nas versões hatchback e sedã. As configurações hatch de entrada LT, vem com câmbio manual e preços que partem de R$ 80.530, já a versão mais cara, Premier, pode chegar até R$ 105.230.

A versão sedã de entrada LT poderá ser encontrada no valor de R$ 85.470, enquanto a versão topo de linha custa R$ 110.580.

 

 

 

 

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Jeep Commander conquista a marca de 30 mil unidades produzidas no Brasil

O Jeep Commander que foi lançado há pouco mais de um ano no Brasil acaba de atingir a importante marca de 30 mil unidades produzidas.

O modelo que foi projetado e desenvolvido no país, tem toda sua fabricação realizada no Polo Automotivo de Goiana (Pernambuco), e é comercializado em todo território nacional e em diversos países da América Latina.


O Commander foi criado como uma proposta de reinventar o segmento de D-SUVs e tem se destacado por elevar o patamar de sofisticação da gama nacional da marca.

O modelo se tornou um sucesso comercial desde seu lançamento e se tornou líder entre os D-SUVs no mercado brasileiro. Já vendeu cerca de 16 mil unidades no acumulado do mercado brasileiro em 2022 e segue em alta demanda no país mês após mês. 

O Jeep Commander detém atualmente 33,5% da categoria D-SUV, se consolidando no primeiro lugar do ranking no segmento, além de contribuir também para a liderança da marca Jeep no segmento SUV no mercado brasileiro.

 

 

 

 

 

 

Desde o seu ingresso no mercado automotivo, o Commander conquistou premiações importantes na crítica especializada. Dentre elas, o tradicional prêmio da imprensa automotiva brasileira da revista Autoesporte, o “Carro Premium do Ano”, em dezembro de 2021.

Mais recentemente recebeu também a premiação, “Melhor Valor de Revenda”, na categoria SUV Grande da Agência AutoInforme.

O Jeep Commander é um triunfo do Grupo Stellantis desde o seu lançamento e todos os números indicam que esse crescimento vai continuar por muito tempo.

 

 

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Grupo Stellantis anuncia estratégia de eletrificação para o Brasil e diversos lançamentos até 2025

Assim como várias outras montadoras, o Grupo Stellantis, formado pela Fiat, Jeep, Ram, Peugeot e Citroën no Brasil, está ampliando o processo de eletrificação dos seus veículos.

Por se tratar de um processo que exige muito esforço e investimento, o Grupo optou por uma estratégia diferente para a América Latina e assim, o presidente da Stellantis para América do Sul, Antonio Filosa, anunciou que irão investir fortemente nos modelos Mild Hybrid (híbrido leve) combinados com etanol.

“O Mild Hybrid com etanol é tão limpo quanto o conceito elétrico. Isso porque o etanol não emite CO2. Além disso, o plantio da cana-de-açúcar, com a fotossíntese, neutraliza as emissões de de carbono da atividade minerária para extração de metais como lítio e cobalto, que compõem as baterias. É a melhor alternativa para o mercado brasileiro”, afirmou o presidente.

 

O Mild Hybrid funciona com a combinação de um motor a combustão e um módulo elétrico de 48 volts, que substitui o alternador e o motor de arranque. Além disso é responsável por recarregar a bateria de 12 volts que transmite energia para o veículo e fornecer torque às rodas em conjunto com o motor térmico. 

Fabricar esse tipo de veículo é muito mais barato do que um modelo híbrido convencional e mais ainda do que um carro totalmente elétrico, o que contribuiria para o aumento no volume da produção.

Assim, a proposta da Stellantis é chegar em 2030 com 20% da sua frota eletrificada dentre eles utilizando o sistema híbrido leve.

Para isso, a estratégia é focar na a produção nacional de componentes, especialmente os que exigem tecnologia voltada para a eletrificação, afim de evitar atrasos na produção e prazos de entrega. A criação de novas oportunidades de negócios a partir de serviços conectados e ampliação da conectividade de produtos e serviços.

A Stellantis confirmou uma série de lançamentos previstas para os próximos meses e anos. Ao todo serão 51 veículos de diversos segmentos, sendo, 16 novos modelos, 28 reestilizações e 7 modelos elétricos/híbridos.

Os modelos serão divididos por categorias onde 34% serão SUVs, 28% vans, 25% picapes e 13% serão carros de passeio. Para os próximos meses não foram confirmadas, mas são esperadas algumas novidades como o novo Citroën C3, o Fiat Pulse Abarth, a picape Jeep Gladiator e o Fiat Fastback.

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