Grupo Hyundai Motor e LG Energy Solution estabelecem joint venture para fabricação de células de bateria nos EUA

O Grupo Hyundai Motor (HMG) e a LG Energy Solution (LGES) acabam de anunciar uma nova joint venture para produção de células de bateria de veículos elétricos nos Estados Unidos.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES assinaram um memorando de entendimento para fabricar baterias de veículos elétricos nos Estados Unidos.

E assim, acelerar ainda mais os esforços do Grupo em eletrificação na América do Norte.

A cerimônia de assinatura ocorreu na sede da LGES, em Seul, na última semana.

O evento contou com a presença de Jaehoon Chang, presidente e CEO da Hyundai Motor Company, e Youngsoo Kwon, CEO da LG Energy Solution.

O Grupo e a LGES deterão, cada um, uma participação de 50% na joint venture, que receberá um investimento de mais de US$ 4,3 bilhões.

“O Grupo Hyundai Motor está concentrando seus esforços em eletrificação para garantir uma posição de liderança na indústria automobilística global. Criaremos uma base sólida para encabeçar a transição global de veículos elétricos por meio do estabelecimento de uma nova fábrica de células de bateria de veículos elétricos em conjunto com a LG Energy Solution, uma produtora líder mundial de baterias e parceira de longa data”, disse Jaehoon Chang, presidente e CEO da Hyundai Motor Company.

“Dois grandes players nas indústrias automotiva e de baterias deram as mãos e, juntos, estamos prontos para impulsionar a transição de veículos elétricos na América. Ao avançar ainda mais nossa competitividade de produtos e experiência operacional global, a LG Energy Solution comprometerá seus maiores esforços para oferecer as melhores soluções de energia sustentável aos clientes”, disse Youngsoo Kwon, CEO da LG Energy Solution.

A capacidade instalada anual da nova joint venture é de 30 GWh, suficiente para a produção de 300 mil veículos elétricos por ano.

A instalação estará sediada no Condado de Bryan, na cidade de Savannah, estado da Geórgia, ao lado da Hyundai Motor Group Metaplant America, atualmente em construção.

Uma vez iniciadas as obras no segundo semestre de 2023, a joint venture planeja começar a produção de baterias no final de 2025.

A Hyundai Mobis montará baterias usando células da fábrica.

Em seguida, as fornecerá para as linhas de montagem do Grupo Hyundai Motor nos Estados Unidos.

Isso tudo para a produção de modelos elétricos de Hyundai, Kia e Genesis.

A nova instalação ajudará a criar um fornecimento estável de baterias na região.

Também permitirá que o Grupo responda rapidamente à crescente demanda de veículos elétricos no mercado americano.

Com esta joint venture, a LGES terá sete fábricas de baterias atualmente em operação ou em construção nos Estados Unidos.

Os EUA é o país onde a empresa está concentrando a maior parte de seus recursos para expandir a capacidade instalada.

Ao aumentar sua produção local, a LGES visa fornecer produtos inovadores em escala e em velocidade, acelerando, assim, a transição de energia limpa no país.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES são parceiros de longa data no campo da eletrificação.

Tendo trabalhado no fornecimento de baterias de veículos elétricos para diversos modelos, incluindo Elantra Hybrid, Kona Electric e IONIQ 6 EV.

O Hyundai Elantra Hybrid, veículo híbrido LPi lançado em 2009, foi o primeiro modelo eletrificado do Grupo.

Em 2021, iniciaram a construção da joint venture de células de bateria da Indonésia, que deve iniciar a produção no primeiro semestre de 2024.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES pretendem fortalecer ainda mais os laços daqui para frente com a cooperação em baterias de veículos elétricos.

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30 anos do lançamento do sedã Volkswagen Logus no Brasil

A Volkswagen celebra os 30 anos do Logus no Brasil, sedã que foi lançado no país em fevereiro de 1993, portanto, já é possível solicitar a placa preta para o modelo de acordo com a legislação brasileira. 

O veículo foi um dos frutos da Autolatina, projeto que durou de julho de 1987 até janeiro de 1996, e promoveu a união entre Volkswagen e Ford, com o objetivo reduzir custos e realizar a troca de tecnologias entre as empresas.

 

 

 

 

 

O carro de suas portas, foi baseado na plataforma CE-14 do Ford Escort de quarta geração, que posteriormente também originou o hatch Pointer.

O Logus era considerado um sedã de porte médio, medindo 4,28 m de comprimento, com entre-eixos de 2,52 m e um porta-malas de 416 litros, que chegava a 688 litros de capacidade com os encostos traseiros rebatidos.

Foi disponibilizado nas versões CL 1.6, CL 1.8, GL 1.8 e GLS 1.8, onde a versão de topo oferecia alarme, vidros elétricos “one touch”, toca-fitas digital com equalizador e ar-condicionado digital.

Todos esses itens que até aquele momento, só eram encontrados em modelos de categorias superiores.

O conjunto mecânico do VW Logus, contava com os motores 1.6 de origem Ford e 1.8 AP, este com potência de 86 cv e 14,5 kgfm de torque e  câmbio manual de cinco marchas.

Foi equipado com um carburador eletrônico que dispensava o afogador, que mantinha a marcha lenta sempre estável, mas logo depois, algumas versões do modelo passaram a vir com injeção eletrônica monoponto.

Já a linha de 1994 trouxe a versão GLS 2.0, com até 113 cv de potência e com CD Player como opcional.

Ainda nesse ano a empresa lançou a versão especial Wolfsburg Edition, homenageando à sede da Volkswagen na Alemanha.

Essa edição especial trazia um maior apelo esportivo, com cores exclusivas, além de vir equipado com os faróis do VW Pointer.

 

 

 

 

 

 

Após 125.332 unidades fabricadas em São Bernardo do Campo (SP), a produção do Volkswagen Logus foi encerrada em dezembro de 1996.

Em comemoração, a marca expôs uma unidade em sua Garagem VW II, na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, na cor Azul Riviera produzida em 1995.

O modelo GL vem equipado com motor 1.8 AP e conta também com um pacote diverso de opcionais como iluminação interna temporizada, travamento elétrico das portas, vidros com acionamento elétrico, fechamento automático das portas e rodas de liga-leve.

Foi o carro de testes do departamento de Engenharia da Volkswagen do Brasil na época e tem cerca de 3 mil km rodados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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