Fábrica da GM em São José dos Campos completa 65 anos com 6 milhões de veículos produzidos

O complexo industrial da GM em São José dos Campos completa 65 anos.

Inaugurada no dia 10 de março de 1959, a unidade produziu desde então mais de 6 milhões de veículos e 30 milhões de motores e transmissões.

Toda a operação utiliza tecnologia de ponta, seguindo altos padrões de qualidade e ergonomia.

Com 2,7 milhões de m² de área total e 500 mil m² de área construída, o complexo industrial da GM em São José dos Campos é um dos maiores do Brasil.

São seis fábricas que concentram a produção da picape S10 e do SUV Trailblazer, ambos da marca Chevrolet, além de transmissões manuais, motores quatro cilindros e outros componentes.

“Desde a nossa chegada ao Vale do Paraíba, temos contribuído para o crescimento econômico da região, e agora celebramos a história de sucesso de um dos maiores complexos industriais do país”, comenta Ricardo Fanucchi, diretor-executivo de Manufatura da GM América do Sul.

O complexo está em meio a um ecossistema preservado de natureza exuberante e conta com a certificação ouro da Wildlife Habitat Council (WHC), ONG internacional que atua no engajamento e conscientização de empresas em relação à conservação do meio ambiente e da biodiversidade.

No local, a GM implementa uma série de ações para reduzir o consumo de recursos naturais, como água e energia, de seu processo produtivo, além de uma avançada estação de tratamento de efluentes e filtros de ar.

Ações com foco em diversidade, equidade e inclusão têm sido cada vez implementadas no complexo, de modo a contribuir para que a GM atinja sua meta global de ser a empresa mais inclusiva do mundo.

Além de inciativas especiais em datas comemorativas, como o Dia da Mulher, que incluem treinamentos sobre o assunto, em todos os processos seletivos para vagas mensalistas é necessário ter ao menos 50% de mulheres entre os candidatos.

A história da GM na região começou na década de 1950, com a procura de um terreno junto à estrada de ferro Central do Brasil, às margens da Rodovia Presidente Dutra e no eixo São Paulo – Rio de Janeiro.

Tudo isso para a construção da fábrica que iria produzir motores para caminhões, uma demanda que já despontava no país naquela época.

Da compra do terreno, em 1953, à inauguração oficial da fábrica, em 1959, foram muitos os desafios.

Nos anos de 1956 e 1957, a GMB teve seu primeiro projeto de nacionalização aprovado pelo governo por meio do GEIA — Grupo Executivo da Indústria Automobilística – formado para controlar a implementação da indústria automobilística nacional.

A meta era a fabricação dos caminhões Chevrolet HD-6.503 (médios) e 3.104 (leves).

Depois foi lançada a picape Chevrolet, que ficou conhecida como “Marta Rocha”, por ter sua pintura nas cores azul e branco e a famosa composição “saia e blusa”.

Foi atendendo a esse projeto de nacionalização que a GMB se instalou em São José dos Campos, onde montou uma fundição de peças para a produção dos motores — um processo pioneiro naquela época.

O primeiro motor produzido foi o modelo de 261 polegadas cúbicas (4,2 litros) e seis cilindros em linha.

Atualmente, a GM tem, além do Complexo de São José dos Campos, os Complexos de São Caetano do Sul (SP) e de Gravataí (RS), unidades onde produz veículos.

Conta ainda com unidades em Joinville (produção de motores e cabeçotes de alumínio), Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Logístico Chevrolet) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas no estado de São Paulo, além de um Centro Tecnológico, em São Caetano do Sul (SP), com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos.

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Complexo Airton Senna: 25 anos de legado e o início de uma nova era no Brasil

Em 12 de março de 1996, o Renault Group escolheu o estado do Paraná para construir sua nova fábrica, dando início a um novo capítulo na história da indústria automobilística no Brasil.

Em 4 de dezembro de 1998, o Complexo Industrial Ayrton Senna era inaugurado em Curitiba, tornando-se uma das principais plantas industriais do Renault Group na América do Sul.

Nos últimos 25 anos, a fábrica alcançou sucesso industrial, produzindo veículos icônicos e se tornando parte do ecossistema socioeconômico local.

Hoje, o Complexo Ayrton Sena está dando início a uma nova fase em sua história.

O Complexo foi batizado em homenagem ao lendário piloto brasileiro tricampeão da Fórmula 1, que conquistou suas primeiras vitórias ao volante de uma Lotus propulsionada por um motor turbo Renault V6.

O legado industrial em solo brasileiro começou em 1996, quando o Renault Group decidiu construir uma planta no país.

Inaugurada em 1998, a planta está comemorando seus 25 anos de atividade, de olho em um futuro ainda mais promissor.

Com duas fábricas dedicadas à produção de carros de passeio e veículos comerciais leves, o Complexo emprega mais de 5.300 colaboradores.

O ano de 2023 marca uma etapa decisiva na integração da fábrica de motores e da fábrica de injeção de alumínio na HORSE, a empresa do Renault Group dedicada ao desenvolvimento, produção e fornecimento da nova geração de motores de combustão interna e híbridos, todos de baixas emissões.

Nos últimos vinte e cinco anos, o Complexo já produziu mais de 3,5 milhões de veículos e 5 milhões de motores, atingindo sucesso tanto no mercado local como internacional.

Uma nova era começou em 2023, com o anúncio do Renault International Game Plan 2027, o novo plano estratégico do Grupo.

Como parte deste plano, o Complexo Ayrton Senna vai produzir dois novos veículos, o Renault Kardian e um novo SUV do segmento C.

Para completar a base industrial do Grupo e satisfazer as necessidades do mercado local, o motor que equipará este novo SUV será produzido localmente pela HORSE.

Paralelamente à apresentação do Renault International Game Plan 2027, o Renault Group também inaugurou um novo centro de design, o Renault Design Center LatAm, dentro do Complexo Industrial Ayrton Senna.

Este centro vai desenvolver futuros conceitos e modelos para os mercados brasileiro e latino-americano.

O Complexo Ayrton Senna tem se reinventado continuamente com o passar dos anos, enfrentando os desafios da digitalização, baixas emissões de carbono e performance competitiva.

Esta transformação abrangente começou em 2016, com uma série de iniciativas relacionadas à Indústria 4.0.

Em primeiro lugar, o Complexo implementou uma infraestrutura sem fio cobrindo uma área de 6.000m2, permitindo conectar toda a planta.

O Complexo aboliu o uso de papel com a distribuição de tablets para todo o pessoal de manufatura, gerando uma economia de 2,5 milhões de folhas, o que equivale a 21 toneladas de CO2.

Outro grande marco nesta história na transformação digital das fábricas foi o lançamento do Metaverso Industrial.

Hoje, o Complexo Ayrton Senna está entrando em uma nova era, com mais de 700 robôs controlados por esta tecnologia de ponta.

A introdução da tecnologia de gêmeos digitais (representações digitais de objetos físicos) nas linhas de produção está revolucionando a análise de dados em tempo real, alavancando a performance da produção e melhorando a qualidade.

Todos os dias, o número impressionante de 26 mil imagens é submetido ao processo de inteligência artificial, alimentando um fluxo contínuo de dados utilizados para controlar a qualidade e segurança dos motores. 

Já o centro de impressão 3D produz mais de 10 mil peças por ano. Estas peças são utilizadas tanto no processo de fabricação como em inúmeros testes, antes do início da produção em série. 

E para aumentar a agilidade e a performance, nada menos que 346 AGVs (veículos guiados automaticamente) percorrem toda a linha de produção diariamente.

Em 2020, o Complexo Ayrton Senna foi reconhecido como Farol da Indústria 4.0 pelo Fórum Econômico Mundial.

Assim, a renomada instituição destacou mais uma vez o compromisso contínuo da Renault em tornar suas plantas ainda mais conectadas, com uma produção ainda mais sustentável.

 

 

 

 

 

 

Seguindo o firme compromisso ambiental do Renault Group, as fábricas de Curitiba estão na vanguarda da transição de baixo carbono da indústria automotiva brasileira.

Quarenta por cento de sua área total é coberta por mata nativa, que se mantém preservada desde a construção do Complexo, o que demonstra o compromisso de proteger a biodiversidade.

Também como parte desta estratégia, têm sido implementadas várias ações para reduzir os poluentes, como no setor de pintura.

Em 1998, o Renault Group se tornou a primeira montadora brasileira a adotar a pintura automotiva a base de água.

A política de zero aterro foi introduzida em 2016, criando um importante marco.

A partir de então, as fábricas do complexo passaram a gerenciar todos os seus resíduos.

Por exemplo, em 2022 o complexo realizou o tratamento de mais de 47 mil toneladas de resíduos sólidos.

As ambições do Renault Group no Brasil não param por aí. Até o final de 2023, 100% da eletricidade utilizada para fornecer energia às fábricas será proveniente de origem fotovoltaica limpa, um aumento de 85% em comparação com os números atuais.

Em julho deste ano, o complexo iniciou uma nova era ao ser alimentado por energia proveniente de uma usina solar fotovoltaica de 50 MW, localizada no município de Castilho, no estado de São Paulo.

O legado do Complexo Ayrton Senna não é apenas seu sucesso industrial, mas também uma emocionante história de inovação, envolvimento com a comunidade e crescimento contínuo.

Uma história que evolui para refletir a visão do Renault Group e seu profundo impacto no ecossistema socioeconômico do Brasil.

E para marcar as comemorações dos 25 anos de atividade do Renault Group no Brasil, também foi inaugurado um museu no ano de 2023.

 

 

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Hyundai lança campanha “Black November”, com upgrade do HB20 por R$ 2 e CRETA com preço de 2022

A Hyundai Motor Brasil lança esta semana uma nova campanha nacional de vendas.

A “Black November” oferecerá oportunidades especiais para HB20 e CRETA, os dois modelos produzidos pela marca em Piracicaba (SP), além de descontos em itens e serviços de pós-venda.

A ação acontece em comemoração ao recorde de 2 milhões de veículos produzidos no Brasil nos 11 primeiros anos de operações da montadora no país.

A Hyundai já havia estabelecido, em 2018, o menor tempo para a produção do primeiro milhão, em menos de 6 anos da inauguração de sua fábrica.

Para o HB20, a campanha destaca uma promoção especial para os interessados na versão Comfort Plus 1.0 MT, que hoje sai pelo valor de R$ 86.490.

Com apenas mais R$ 2, o cliente poderá fazer um upgrade para a versão Limited Plus, e contar com itens como câmera de ré, chave presencial Smart Key, sinalização de frenagem de emergência, acionamento do motor por botão e rodas diamantadas de 15”.

Já para o CRETA, a promoção é para a versão Limited 1.0 TGDI, que possui valor de tabela de R$ 146.390.

Durante a campanha, o modelo “volta no tempo” e sai pelo preço de 2022: R$ 134.790, um desconto de mais de R$ 10 mil.

A “Black November” da Hyundai vai até o dia 30 de novembro ou até quando durarem os estoques.

Hyundai HB20

“A nova campanha chega para seguirmos celebrando com nossos clientes os grandes feitos alcançados pela Hyundai nos últimos tempos. Temos dois dos modelos mais bem posicionados do país em vendas, com o CRETA sendo o grande líder geral de vendas no varejo em outubro, alcançamos o recorde de 2 milhões de unidades produzidas em 11 anos, e seguimos recebendo do mercado brasileiro a comprovação de que nosso trabalho focado na qualidade dos produtos e serviços é reconhecida pelo nosso cliente final. Estaremos sempre oferecendo as melhores condições para que mais e mais brasileiros conquistem seu Hyundai zero-quilômetro”, comenta Angel Martinez, vice-presidente de Vendas da Hyundai Motor Brasil.

Os clientes que já possuem um Hyundai também não ficarão de fora da campanha. 

A “Black November” irá oferecer descontos de até 30% em serviços como alinhamento e balanceamento e de até 20% em acessórios como protetores de cárter, alarmes, lâmpadas, soleiras e frisos.

Durante o mês, a troca de óleo de motor com óleo Shell também receberá um desconto de 8% em toda rede de concessionárias da marca no Brasil.

Hyundai Creta

 

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Hyundai celebra 2 milhões de veículos produzidos em apenas 11 anos, novo recorde da indústria nacional

A Hyundai Motor Brasil alcançou hoje a marca de 2 milhões de veículos produzidos no país desde o início das operações de sua fábrica em Piracicaba (SP), em 20 de setembro de 2012.

O período de 11 anos e 20 dias para a produção deste volume é o novo recorde de tempo para a indústria brasileira.

Em 2018, a Hyundai já havia registrado o menor prazo para a marca de 1 milhão de veículos produzidos: 5 anos e 10 meses.

O veículo de número 2.000.000 a sair das linhas de montagem da Hyundai no Brasil é um Creta Nova Geração Ultimate 2.0, na cor Prata Brisk, que será empregado em ações comemorativas ao longo deste mês.

 

 

 

 

 

“Nestes 11 anos de atividades da fábrica de Piracicaba registramos uma história cheia de sucessos. O Hyundai HB20 foi o carro que já nasceu caindo no gosto do público brasileiro e rapidamente alcançou as primeiras posições em vendas. Com a chegada do Hyundai CRETA, passamos a oferecer ao consumidor dos SUVs o que há de mais moderno e completo na categoria por um preço altamente competitivo. Tanto é que o CRETA vem se consolidando como o SUV mais vendido no varejo ano a ano. A marca dos 2 milhões de veículos produzidos em tempo recorde comprova a excelente utilização de nossa capacidade instalada, sem praticamente qualquer interrupção ou redução de nossos turnos”, afirma Airton Cousseau, presidente e CEO da Hyundai Motor Brasil e Hyundai Motor Américas Central e do Sul.

Do volume total produzido desde 2012, os modelos da família HB20 representam 1 milhão e 600 mil unidades, sendo as outras 400 mil unidades do modelo CRETA, comercializado a partir de 2017.

Como a fábrica de Piracicaba é dedicada prioritariamente ao mercado interno, 1 milhão e 940 mil unidades foram destinadas ao Brasil (97%), enquanto 60 mil veículos (3%) foram exportados para países vizinhos, como Argentina, Colômbia, México, Paraguai e Uruguai.

Dentro do processo de produção da Hyundai em Piracicaba, 100% das unidades fabricadas são testadas dinamicamente, em pista que simula 14 tipos diferentes de solo. Atualmente, a fábrica produz 42 veículos por hora.

O complexo industrial da Hyundai em Piracicaba abriga também um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, desde 2015, e uma fábrica de motores, inaugurada ano passado.

Com capacidade instalada para produzir 150 mil veículos no primeiro ano, em 2 turnos, e 180 mil a partir de setembro de 2013, com a introdução do terceiro turno, está preparado, desde 2019, para produzir até 210 mil unidades ao ano.

Ao completar 2 milhões de veículos agora em outubro de 2023, a Hyundai comemora uma utilização média de suas instalações industriais acima de 95% ao longo desses 11 anos.

Cada veículo comercializado pela Hyundai no Brasil conta com 5 anos de garantia.

Considerando o volume produzido em Piracicaba de 2012 a 2023 e dedicado ao mercado doméstico, de 1 milhão e 940 mil unidades, aproximadamente a metade deles ainda circula pelas estradas do país em garantia.

O veículo 2 milhões

O Hyundai CRETA Nova Geração Ultimate 2.0, na cor Prata Brisk, que simboliza a marca de 2 milhões de veículos Hyundai produzidos, vai participar de ações comemorativas ao longo deste mês.

Essas ações envolverão funcionários, parceiros e clientes e serão informadas nos próximos dias.

O modelo é topo de linha da marca no Brasil e se destaca por oferecer um conjunto único de recursos presente apenas em veículos de categorias superiores.

Entre os principais atrativos estão o teto solar com abertura por comando de voz e o Hyundai Smartsense, pacote de segurança avançada.

Esse pacote reúne câmera para monitoramento de ponto cego, sistema de frenagem autônomo, detecção de convergência à esquerda, assistente de permanência e centralização em faixa, detector de fadiga, farol alto adaptativo e controle de velocidade adaptativo.

 

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Histórico, icônico e popular: o 2 CV comemora seu 75º aniversário

A Citroën comemora o 75º aniversário de seu modelo mais icônico: o 2 CV.

Projetado no escritório de design da marca na Rue du Théâtre, em Paris, e aperfeiçoado no centro de testes La Ferté-Vidame, na região de Eure-et-Loir, ele foi apresentado ao público no Salão do Automóvel de Paris, em 7 de outubro de 1948.

O modelo teve uma carreira excepcional: um total de 5.114.969 unidades foram produzidas, incluindo 1.246.335 vans 2 CV.

O último 2 CV deixou a fábrica de Mangualde, em Portugal, 42 anos após seu lançamento, às 16 horas do dia 27 de julho de 1990.

AS ORIGENS DO 2 CV: O PROJETO “TPV”

O projeto “TPV” (“Toute Petite Voiture” ou “carro muito pequeno”) nasceu em meados dos anos 30, mais precisamente em 1936.

Seu objetivo era oferecer às pessoas de baixa renda um carro econômico e versátil.

Em 1937, o primeiro protótipo operacional do projeto TPV viu a luz do dia pesando apenas 370 kg e com apenas um farol (a legislação da época não exigia dois).

O veículo podia transportar até quatro pessoas e 50 kg de bagagem, a uma velocidade máxima de 50 km/h e era extremamente confortável.

2 CV Charleston

A marca preparou 250 modelos de pré-produção para serem revelados no Salão do Automóvel de Paris de 1939.

Mas a eclosão da Segunda Guerra Mundial acabou com isso.

Os modelos construídos foram, portanto, destruídos todos, exceto quatro, que foram mantidos secretamente no Centro de Testes da Citroën em La Ferté-Vidame.

2 CV Charleston

Quando entrou em produção em julho de 1949, o 2 CV era um carro pequeno, com motor bicilíndrico plano de 9 cv, 375 cc, refrigerado a ar, capaz de atingir velocidade máxima de 50 km/h.

A Citroën revolucionou a indústria automóvel com um veículo económico e versátil.

Seu formato e apelo exclusivos conquistaram rapidamente uma grande parte da população.

Mas seu enorme sucesso também pode ser atribuído à sua infinita versatilidade, bem como aos bancos removíveis, à sua leveza, agilidade e conforto.

Sem mencionar o fato de ser ultraeconômico, o que tornou o carro ainda mais popular.

Em 1950, os pedidos foram chegando cada vez mais, fazendo com que os prazos de entrega se estendessem.

2 CV Charleston Jaune

2 CV fourgonnette

 

 

 

 

 

 

 

Seu espírito de vanguarda, com suas tecnologias engenhosas para a época, garantiu que ele permanecesse no cenário automobilístico por muitos anos.

O 2 CV é um modelo atemporal que se tornou um verdadeiro fenômeno social, atraindo colecionadores de todo o mundo.

E ainda é visto com frequência em muitas estradas.

2 CV Cocorico

2 CV Cocorico

 

 

 

 

 

 

 

No total, foram dez edições especiais do 2 CV, lançadas na França e em vários outros países europeus. Elas incluíam o Spot, o Charleston e o Cocorico.

O 2 CV também passou por uma série de mudanças, incluindo o lançamento da van 2 CV (conhecida como 2 CV AU) em 1951.

Depois do 2 CV AZ em 1954, equipado com motor de 12 cv e a famosa embreagem centrífuga.

Além disso, o 2 CV rodou em estradas de todo o mundo graças a vários Raids (competições cujo objetivo era trilhar caminhos desafiadores).

Tais como o Raid Paris-Kaboul-Paris de 16.500 km, em 1970, o Raid Paris-Persépolis de 13.500 km, em 1971, e o Raid África de 8.000 km de Abidjan a Túnis em 1973, todos organizados pela Citroën.

2 CV 195

2 CV Raid

 

 

 

 

 

 

Para marcar esse aniversário, oito icônicos 2 CVs do Conservatório Citroën foram fotografados de um ângulo particularmente artístico: 

  • O 2 CV 6 by Hermès, vestido pela Hermès por dentro e por fora, foi exibido no Salão do Automóvel de Paris de 2008 para marcar o 60º aniversário do 2 CV.
  • O 2 CV 6 Spécial, um dos últimos 2 CVs produzidos na fábrica de Levallois em 1988
  • O 2 CV Spot, a primeira edição especial da Citroën, da qual 1.800 exemplares foram construídos com estofamento em dois tons e carroceria baseada em um projeto do estilista Serge Gevin.
  • O 2 CV A, um dos 250 protótipos construídos em 1939 para o Salão do Automóvel, que acabou sendo cancelado por causa da Segunda Guerra Mundial. Um dos quatro veículos restantes no Conservatório Citroën.
  • O 2 CV A Berline (1950), idêntico ao apresentado por Pierre Boulanger na abertura do Salão do Automóvel de Paris em 1948.
  • O 2 CV A com volante à direita, fabricado em Slough (Reino Unido) a partir de 1953. Tinha um porta-malas de chapa de metal e janelas traseiras que se abriam. Até hoje, é o 2 CV britânico mais antigo da Europa.
  • O 2 CV AZU, um furgão de 2 CV produzido de 1954 até março de 1978, tem uma grande capacidade de carga e portas traseiras tipo “armário” para facilitar o carregamento.
  • O 2 CV 4 x 4 “Sahara”, com tração nas quatro rodas e dois motores que lhe permitem transpor inclinações de mais de 40% na areia.

CV Special 1980

2 CV

 

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Peugeot e Santos Dumont, dois mundos que se cruzam pelo pioneirismo

“Minha experiência de automobilista serviu muito para as minhas aeronaves”, diz Alberto Santos Dumont na autobiografia “Os Meus Balões”.

É nesse livro que o aviador, nascido há 150 anos, conta seus sonhos e aventuras na terra e no ar.

E a Peugeot faz parte da história desse inventor brasileiro.

A saga da marca no mundo da mobilidade carrega mais de 150 anos.

No Brasil, apesar de ter recentemente completado 30 anos de atuação oficial no setor automotivo, há registros bem mais antigos.

Começando pelas bicicletas da empresa, que se tornaram famosas por aqui logo após o lançamento na Europa, no fim do século XIX.

Mas o assombro desembarcou sobre quatro rodas em 1891, quando Santos Dumont, então com 18 anos, viajou com a família para a França.

Foi lá que conheceu as primeiras criações de Armand Peugeot (1849-1915), o empresário que levou seu sobrenome à indústria automobilística.

“Os automóveis eram ainda raros em Paris em 1891. Tive de ir à fábrica de Valentigney para comprar minha primeira máquina, uma Peugeot de estrada de três e meio cavalos de força”, conta o pai da aviação em seu livro.

O carro em questão é o Peugeot Type 3 Vis-à-Vis, modelo que teve apenas 64 unidades produzidas entre 1891 e 1894.

“Era uma curiosidade. Nesse tempo não existia ainda nem licença de automóvel nem exame de motorista. Quando alguém dirigia a nova invenção pelas ruas da capital, era por sua própria conta e risco”, relata Santos Dumont sobre suas primeiras voltas de carro pela França.

A família do então jovem aviador foi uma das primeiras a receber o automóvel Peugeot.

Isso comprova o prestígio daqueles que, na época, figuravam entre os maiores produtores de café do Brasil.

Type 3 Vis-à-Vis

Conhecido na França como Voiturette, o Type 3 era movido a gasolina e 3,5 cv de potência máxima.

Essa configuração permitia ao carro alcançar os 18 km/h de velocidade máxima.

Segundo os registros da própria Peugeot, esse foi, de fato, o primeiro automóvel que o futuro pai da aviação trouxe para o Brasil, em novembro de 1891.

Veio em um navio que atracou no Porto de Santos.

Tem-se registro ainda de outro Peugeot  importado por Santos Dumont, o icônico Phaeton Type 15, datado de 1897.

O modelo não possuía volante, apenas uma alavanca para virar à direita e à esquerda.

Para garantir a combustão dentro do motor, possuía duas barras de metal na traseira que eram aquecidas até ficarem incandescentes.

“Daí em diante, tornei-me adepto fervoroso do automóvel. Entretive-me a estudar os seus diversos órgãos e a ação de cada um. Aprendi a tratar e consertar a máquina. E quando, ao fim de sete meses, minha família voltou ao Brasil, levei comigo a minha Peugeot”, diz Santos Dumont em sua autobiografia.

Phaeton Type 15 de 1897

 

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VW comemora 50 anos do Brasilia e apresenta unidade nunca emplacada

“Uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro”. Assim o Brasilia foi apresentado ao público em junho de 1973, há 50 anos.

Nascia também um modelo icônico para a indústria nacional e que popularizou o segmento de hatches por aqui.

Cinco décadas depois, a Volkswagen comemora o Brasilia, batizado na ocasião para homenagear a capital nacional.

Também mostra detalhes da unidade guardada cuidadosamente em sua Garagem, na Fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo.


Existem carros raros, de valores inestimáveis. E existe o Brasilia 1982 do acervo da Garagem VW.

Essa unidade, uma das últimas produzidas antes do fim do modelo, saiu diretamente da linha de produção para as salas da engenharia da Volkswagen do Brasil.

Nunca emplacado, o modelo mantém toda sua originalidade e tem exatos 460 quilômetros marcados em seu hodômetro.

Seu motor é um 1.6 a gasolina e carburação dupla.

Entre os destaques da unidade, pintada na cor metalizada Verde Mármore, estão o interior com revestimento vinílico nas portas e laterais de bancos.

Os detalhes em madeira no painel e até um simpático relógio do lado esquerdo do quadro de instrumentos.

A versão LS também ostenta acendedor, bancos dianteiros com encosto para a cabeça e desembaçador traseiro.

Em quase 10 anos de produção, o Brasilia atingiu a marca de 1 milhão de unidades fabricadas em seu sétimo ano de mercado.

Foi o segundo veículo a conquistar tal feito, o primeiro foi o Fusca.

Seu projeto começou ainda no início da década de 1970, com estudos e testes.

O ponto de partida foi a plataforma mecânica da linha VW-1600, mas sua diretriz era clara: o mercado precisava de um veículo totalmente novo em estilo, em desempenho e de preço competitivo.

O primeiro passo foi a definição preliminar do estilo do veículo, sendo aprovado pelo então presidente da Volkswagen, Rudolf Leiding, e fruto do traço do designer Marcio Piancastelli.

O veículo concebido tinha o seu ponto marcante no tamanho do para-brisa dianteiro, de dimensões realmente incomuns para a época.

Fato curioso é que os técnicos chegaram às primeiras medidas visando o estabelecimento das dimensões aproximadas que o veículo teria.

Eles adotaram como padrão de medida um boneco com o tamanho exato de um brasileiro médio.

Vale ressaltar também que, absolutamente todo o processo de desenvolvimento do veículo, desde o projeto de estilo da carroçaria aos protótipos, esteve a cargo de engenheiros e técnicos brasileiros.

De linhas retas e equilibradas, o Brasilia inaugurava uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro.

Sua concepção obedeceu ao mais atualizado e racional design da indústria automobilística europeia da época.

Ainda seduzia amantes das viagens pelo grande porta-malas dianteiro de 135 litros e pelo bagageiro interno, que possuía 273 litros com a possibilidade de alcançar até 970 litros.

O responsável por fazer mover o Brasilia era o motor 1.600 cm³ de 60 cv.

Em 1975 veio a versão com dois carburadores, elevando a potência para 65 cv.

O modelo já trazia recursos de segurança como painel acolchoado, freios a disco na dianteira, trava especial no capô dianteiro.

Além disso, tinha a estrutura já desenvolvida para absorver a energia cinética em caso de colisão, preservando o habitáculo e a segurança dos ocupantes.

Foi exportado para mais de 25 países, incluindo México, Venezuela, Portugal e Nigéria, seus principais mercados.

Saiu de cena em março de 1982, deixando uma legião de fãs até os dias de hoje.

Sim, o avô do Volkswagen Polo fez história.

 

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Grupo Hyundai Motor e LG Energy Solution estabelecem joint venture para fabricação de células de bateria nos EUA

O Grupo Hyundai Motor (HMG) e a LG Energy Solution (LGES) acabam de anunciar uma nova joint venture para produção de células de bateria de veículos elétricos nos Estados Unidos.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES assinaram um memorando de entendimento para fabricar baterias de veículos elétricos nos Estados Unidos.

E assim, acelerar ainda mais os esforços do Grupo em eletrificação na América do Norte.

A cerimônia de assinatura ocorreu na sede da LGES, em Seul, na última semana.

O evento contou com a presença de Jaehoon Chang, presidente e CEO da Hyundai Motor Company, e Youngsoo Kwon, CEO da LG Energy Solution.

O Grupo e a LGES deterão, cada um, uma participação de 50% na joint venture, que receberá um investimento de mais de US$ 4,3 bilhões.

“O Grupo Hyundai Motor está concentrando seus esforços em eletrificação para garantir uma posição de liderança na indústria automobilística global. Criaremos uma base sólida para encabeçar a transição global de veículos elétricos por meio do estabelecimento de uma nova fábrica de células de bateria de veículos elétricos em conjunto com a LG Energy Solution, uma produtora líder mundial de baterias e parceira de longa data”, disse Jaehoon Chang, presidente e CEO da Hyundai Motor Company.

“Dois grandes players nas indústrias automotiva e de baterias deram as mãos e, juntos, estamos prontos para impulsionar a transição de veículos elétricos na América. Ao avançar ainda mais nossa competitividade de produtos e experiência operacional global, a LG Energy Solution comprometerá seus maiores esforços para oferecer as melhores soluções de energia sustentável aos clientes”, disse Youngsoo Kwon, CEO da LG Energy Solution.

A capacidade instalada anual da nova joint venture é de 30 GWh, suficiente para a produção de 300 mil veículos elétricos por ano.

A instalação estará sediada no Condado de Bryan, na cidade de Savannah, estado da Geórgia, ao lado da Hyundai Motor Group Metaplant America, atualmente em construção.

Uma vez iniciadas as obras no segundo semestre de 2023, a joint venture planeja começar a produção de baterias no final de 2025.

A Hyundai Mobis montará baterias usando células da fábrica.

Em seguida, as fornecerá para as linhas de montagem do Grupo Hyundai Motor nos Estados Unidos.

Isso tudo para a produção de modelos elétricos de Hyundai, Kia e Genesis.

A nova instalação ajudará a criar um fornecimento estável de baterias na região.

Também permitirá que o Grupo responda rapidamente à crescente demanda de veículos elétricos no mercado americano.

Com esta joint venture, a LGES terá sete fábricas de baterias atualmente em operação ou em construção nos Estados Unidos.

Os EUA é o país onde a empresa está concentrando a maior parte de seus recursos para expandir a capacidade instalada.

Ao aumentar sua produção local, a LGES visa fornecer produtos inovadores em escala e em velocidade, acelerando, assim, a transição de energia limpa no país.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES são parceiros de longa data no campo da eletrificação.

Tendo trabalhado no fornecimento de baterias de veículos elétricos para diversos modelos, incluindo Elantra Hybrid, Kona Electric e IONIQ 6 EV.

O Hyundai Elantra Hybrid, veículo híbrido LPi lançado em 2009, foi o primeiro modelo eletrificado do Grupo.

Em 2021, iniciaram a construção da joint venture de células de bateria da Indonésia, que deve iniciar a produção no primeiro semestre de 2024.

O Grupo Hyundai Motor e a LGES pretendem fortalecer ainda mais os laços daqui para frente com a cooperação em baterias de veículos elétricos.

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Peugeot fecha 2022 com reconhecimento do setor automotivo

A Peugeot teve um final de ano repleto de reconhecimentos na América do Sul.

A Marca do Leão obteve importantes reconhecimentos nas principais premiações do setor no continente, destacando seus novos modelos e sua liderança na categoria de veículos comerciais.

CHILE:

O principal prêmio obtido no Chile se dá a entrega do “LOS MEJORES”, organizada por MT do prestigiado Jornal La Tercera.

Nesta ocasião, o Novo Peugeot 308 foi eleito o vencedor da categoria “Melhor Carro do Ano”, escolhido após votação do júri constituído pelos principais jornalistas especializados do país.

O segundo prêmio obtido foi através do portal Autocosmos, onde mais uma vez o Novo Peugeot 308 foi selecionado entre os “15 carros recomendados”.

Por outro lado, em votação aberta no portal Autocosmos com a participação de mais de 80.000 pessoas, o Peugeot e-PARTNER conquistou o primeiro lugar na categoria “Veículo Comercial do Ano”.

A marca também ganhou o reconhecimento dos prêmios “LOS MÁS”, organizados pelo jornal Publimetro em conjunto com a Associação Nacional Automotiva do Chile (ANAC), que premia o desempenho de vendas de todas as marcas presentes no país.

Classificado na categoria “Veículos Comerciais” pelo quarto ano consecutivo, fechando um grande ano.

 

 

 

 

 

ARGENTINA:

O Peugeot 3008 Hybrid4 foi consagrado na Argentina como Melhor Carro Importado e SUV do ano de 2022 pelo Prêmio Autocosmos, no qual os próprios leitores do site votaram e determinaram os vencedores.

BRASIL

O novo Peugeot e-2008 foi o grande vencedor de uma das mais importantes premiações da indústria automobilística do Brasil conquistando o prêmio de “Carro Elétrico do Ano 2023”, concebido pela Autoesporte, da Editora Globo.

Os campeões são escolhidos pelos jurados a partir de critérios como tecnologia, design, segurança, atualidade do projeto, eficiência energética e preço.

O Novo Peugeot e-2008 foi reconhecido pelo seu icônico design magnético, alta tecnologia em prol da sustentabilidade, eficiência e um completo pacote de itens de série.

A Peugeot também foi premiada com o Peugeot Expert. O utilitário conquistou o prêmio de Melhor Valor de Revenda 2022 pela revista Quatro Rodas +KBB na categoria “Furgão Urbano Comercial”.

A Peugeot encerra o ano de 2022 com excelente reconhecimento dos principais players da indústria automobilística em toda América Latina, abrindo bons precedentes para um 2023 ainda mais desafiador.

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Volkswagen encerra produção do Gol com uma edição especial de despedida

Após 42 anos desde a sua estreia na América Latina, o Volkswagen Gol, encerrará sua produção em dezembro.

Foi o carro mais vendido na história do mercado automobilístico brasileiro. Dos 8, 5 milhões de veículos produzidos, 7 milhões de unidades foram vendidas no Brasil.

Para se despedir desse ícone do mercado nacional, a marca lançará uma edição comemorativa chamada Volkswagen Gol Last Edition, que foi especialmente desenvolvida pela equipe de Design da Volkswagen do Brasil e será limitada a 1.000 unidades exclusivas para o Brasil.

 

 

 

 

 

O Gol Last Edition se apresenta com um visual esportivo pintado na cor Vermelho Sunset com teto preto. Detalhes, acessórios e acabamentos, assim como as maçanetas, moldura dos retrovisores, decalques nas laterais inferiores e molduras dos para-lamas, aparecem em preto brilhante.

Na dianteira, a grade preta em filetes horizontais, traz o logotipo da marca ao centro e os faróis escurecidos apresentam uma faixa horizontal em preto fosco, que remetem ao modelo Gol GT Concept do Salão do Automóvel de São Paulo de 2016. 

Na lateral, as rodas de 15″ pintadas em preto vem com o desenho do pacote opcional Urban Completo para o Gol 1.0 MPi. Em destaque nas faixas pretas laterais vemos a inscrição Gol Last Edition.

O que mais chama atenção é um brasão circular em ambos os lados da coluna C, onde está escrito duas frases: “Designed by Volkswagen do Brasil” e “Original since 1980”, com o nome Gol no centro.

Trata-se de uma referência as famosas rodas orbitais, apresentadas pela primeira vez como um conceito pela Volkswagen em 1990, com estreia industrial em 1991 nos modelos Gol GTS e GTi.

Na traseira o destaque fica por conta da faixa preta que se estende por toda a tampa do porta-malas e se une aos faróis escurecidos. Esse detalhe é uma homenagem ao modelo GT dos anos 1980. No lado esquerdo dessa faixa aparece a inscrição “Gol Last Edition”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

interior é confortável e baseado na versão topo de gama. Traz acabamento escurecido e elementos exclusivos, como costuras vermelhas no volante de couro e na alavanca de câmbio e tapetes comemorativos com detalhes também em vermelho.

Os bancos são baseados nos bancos Recaro dos modelos GT e GTS, com estofamento em tecido bicolor, com faixas pretas e cinza e costura vermelha. O nome Gol Last Edition aparece em relevo.

O painel apresenta acabamento que imita fibra de carbono e no lado direito tem uma placa de identificação com a referência da numeração da unidade (1/1000).

As laterais das portas também são revestidas com o mesmo tecido e as mesmas costuras vermelhas dos bancos. O painel de instrumentos apresenta grafismos específicos e a central multimídia “Composition Touch” com tela de de 6,5” e conexão via cabo Android Auto e Apple CarPlay, virá de série. 

O hatch Last Edition conta ainda com ar condicionado, direção hidráulica, volante multifuncional, airbag duplo frontal, ABS, Isofix, entre outros equipamentos de série.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Volkswagen não divulgou as especificações do conjunto mecânico desse modelo, embora tudo indique que ele se despedirá com seu motor mais popular no Brasil.

Com essa configuração, o novo Gol deverá vir com o já conhecido motor 1.0 MPI de três cilindros, com potência de 84 cv e 10,4 kgfm de torque e câmbio manual de 5 marchas.

 

 

 

 

 

Mesmo com o encerramento da produção do Gol, a empresa alemã não ficará sem um modelo de entrada. Seu substituto será o Volkswagen Polo Track, que se torna o novo modelo mais acessível da marca na América Latina.

As vendas do Volkswagen Gol Last Edition 2023 devem começar no final desse mês mas ainda não teve preço divulgado. É esperado que essa seja a variante mais cara do modelo, podendo custar mais de R$ 100.000. 

 

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