Jeep Commander conquista a marca de 30 mil unidades produzidas no Brasil

O Jeep Commander que foi lançado há pouco mais de um ano no Brasil acaba de atingir a importante marca de 30 mil unidades produzidas.

O modelo que foi projetado e desenvolvido no país, tem toda sua fabricação realizada no Polo Automotivo de Goiana (Pernambuco), e é comercializado em todo território nacional e em diversos países da América Latina.


O Commander foi criado como uma proposta de reinventar o segmento de D-SUVs e tem se destacado por elevar o patamar de sofisticação da gama nacional da marca.

O modelo se tornou um sucesso comercial desde seu lançamento e se tornou líder entre os D-SUVs no mercado brasileiro. Já vendeu cerca de 16 mil unidades no acumulado do mercado brasileiro em 2022 e segue em alta demanda no país mês após mês. 

O Jeep Commander detém atualmente 33,5% da categoria D-SUV, se consolidando no primeiro lugar do ranking no segmento, além de contribuir também para a liderança da marca Jeep no segmento SUV no mercado brasileiro.

 

 

 

 

 

 

Desde o seu ingresso no mercado automotivo, o Commander conquistou premiações importantes na crítica especializada. Dentre elas, o tradicional prêmio da imprensa automotiva brasileira da revista Autoesporte, o “Carro Premium do Ano”, em dezembro de 2021.

Mais recentemente recebeu também a premiação, “Melhor Valor de Revenda”, na categoria SUV Grande da Agência AutoInforme.

O Jeep Commander é um triunfo do Grupo Stellantis desde o seu lançamento e todos os números indicam que esse crescimento vai continuar por muito tempo.

 

 

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Jeep Renegade bate 500 mil unidades produzidas no Brasil desde o lançamento em 2015

A Jeep comemora um marco especial, a produção de 500 mil unidades do Renegade, todas produzidas na fábrica de Goiana (PE), desde abril de 2015. 

A marca está passando por um momento muito importante no mercado nacional. Na última semana foi anunciada a chegada da nova Linha 2023 do Jeep Renegade e no começo de agosto a marca celebrou 400 mil unidades do modelo vendidas.

Foram comercializadas 29.141 unidades do SUV no período de janeiro a julho deste ano, segundo dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Neste ano o Renegade passou por diversas reestilizações com alterações no design externo e interno, além da mudança para o motor 1.3 turbo T270 flex, que entrega potência de 185 cv e 27,5 kgfm de torque. 

Houve também acréscimo de equipamentos de segurança e auxílio ao condutor, como frenagem autônoma de emergência.

De acordo com a montadora, desse meio milhão de veículos produzidos, aproximadamente 100 mil unidades (20%) são exportadas para diversos países como México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai e mais.

Atualmente o Jeep Renegade está disponível no mercado brasileiro em quatro versões: Sport, Longitude, Série S e Trailhawk, com preços que variam entre R$ 127.590 e R$ 176.012.

 

 

 

 

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Jeep Renegade alcança a marca de 400 mil unidades vendidas no Brasil

O Grupo Stellantis divulgou essa semana que o Jeep Renegade atingiu a marca de 400 mil unidades vendidas no Brasil desde o seu lançamento em 2015, o que faz dele o modelo mais comercializado da marca no país.

A Jeep continua sendo a líder na categoria de SUVs no mercado brasileiro e de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foi o SUV compacto mais vendido no Brasil em 2021 com 73.913 unidades emplacadas.

Dados do primeiro semestre desse ano informam que foram vendidas 24.880 unidades, fazendo do Renegade o quarto SUV compacto mais vendido da categoria.

“Chegar em 400 mil unidades vendidas é uma marca incrível. Desde o início de sua comercialização, o Jeep Renegade encantou o mercado com atributos que o tornaram tão desejado, como tecnologia, capacidade off-road e toda a autenticidade Jeep. Sua performance comercial sempre foi excelente, ano após ano, garantindo os primeiros lugares em vendas ao modelo ao longo de sua história no Brasil”, disse Everton Kurdejak, Vice-Presidente de Operações Comerciais da Jeep para o Brasil.

 

Desde o seu lançamento, o veículo ganhou duas reestilizações, uma em 2018 em que ocorreram mudanças no para-choque para melhorar o ângulo de ataque nas versões flex, e a outra mais recente em fevereiro deste ano, quando atualizou a grade que agora está mais estreita, faróis full-LED, lanternas e o painel 100% digital. Além de melhorias na tecnologia e itens de segurança.

Mas o grande destaque ficou por conta da troca do motor 1.8 aspirado pelo motor 1.3 turbo T270 flex com potência de até 185 cv e 27,5 kgfm de torque e câmbio automático de 6 marchas. O que representou um ganho de 46 cv em comparação com a versão anterior.

O Jeep Renegade é produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE) e é oferecido no mercado nacional em quatro versões: Sport, Longitude, Série S e Trailhawk com preços a partir de R$ 127.590.

Além disso também é exportado para diversos países como México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai, entre outros. 

 

 

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Caoa Chery anuncia o encerramento da linha de produção e demissão de 485 funcionários

A montadora Caoa Chery surpreendeu com a notícia da suspensão das atividades na sua fábrica em Jacareí, no inteior de São Paulo e a demissão de cerca de 480 trabalhadores.

De acordo com a montadora, a decisão foi tomada porque um dos modelos, o Arrizo 6, vai ser importado da China e os modelos Tiggo 2 e Tiggo 3X saíram de linha. Além disso, ocorrerá uma atualização das linhas de montagem para fabricar modelos híbridos e elétricos, que deverá começar em 2025.

“Para que as mudanças ocorram de forma efetiva, a Caoa Chery informa a parada temporária da unidade fabril de Jacareí (SP). A suspensão das atividades tem como objetivo ajustar os processos produtivos da planta para novos modelos com tecnologias híbridas e elétricas, visando a modernização e atualização das linhas de produção”, informou a nota. 

A fábrica da Chery iniciou suas atividades em Jacareí no ano de 2014 e em 2017 a Caoa comprou metade da operação da montadora chinesa no Brasil e foi quando a produção dos modelos mais caros da marca chinesa passaram a ser realizadas na fábrica da Caoa em Anápolis (GO). 

O fechamento da unidade ocorreu devido uma série de fatores importantes, dentre eles, a alta do dólar, o aumento dos custos logísticos que surgiram com a pandemia, além da queda na venda de veículos. A fábrica tinha capacidade total de produção de 150 mil unidades/ano e no ano passado produziu pouco mais de 14 mil unidades.

Também parece que havia interesse em concentrar a produção dos veículos apenas na fábrica de Goiás, principalmente devido a incentivos fiscais. Estes foram prorrogados em 2020 por mais cinco anos e incluem mais 31% de desconto no IPI dos veículos fabricados.

Após isso foi anunciado um investimento de R$ 1,5 bilhão até 2025 na fábrica de Anápolis para melhorias e também fabricação de novos produtos.

“Devido a incentivos fiscais, é muito mais barato produzir em Anápolis do que em Jacareí. Além disso, é mais vantajoso concentrar a produção em um só local para cortar gastos. Custa muito dinheiro manter tamanha capacidade ociosa em São Paulo, não compensa, não tem como sobreviver”, informa Cassio Pagliarini, sócio da consultoria Bright Consulting e ex-diretor de Renault e Hyundai.

No momento o Sindicato dos Metalúrgicos tenta um acordo com a Caoa Chery para que os 485 funcionários não sejam demitidos. A proposta prevê cinco meses de layoff e estabilidade até janeiro de 2023.

A empresa não confirmou esse acordo mas mantém as negociações e enquanto isso, os trabalhadores protestam em frente da fábrica e solicitam apoio junto à Prefeitura e à Câmara Municipal da cidade.

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